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Jogos “paraolímpicos” agitam a Serra

Distante do recente celeiro esportivo potencializado pelas olimpíadas de Pequim, na China, acontece a segunda edição dos "Jogos Paraolímpicos da Serra". Mais de 280 portadores de necessidades especiais se encontram para a disputa. O evento tem inicio nesta terça-feira (26) e vai até quinta-feira (28). As competições são realizadas na Associação Banestes de Vitória (ABV), no Bairro São Diogo, na Serra.

Os atletas ‘paraolímpicos’ participam dos jogos nas modalidades natação, futsal, atletismo, dança e capoeira. Nem todos são esportes olímpicos, mas a idéia é "democratizar as oportunidades de acesso para além do contexto dos jogos", diz a organizadora do evento Jovana Moreira.

Participam dos jogos representantes da Associação de Pais e Excepcionais (APAE) – da Serra, Vitória e Cariacia -, da Pestalozzi da Serra e de Vila Velha, da Escola Estadual de Educação Oral e Auditivo, escolas da rede municipal da Serra e União de Cegos Dom Pedro II (Unicep).

Além das atividades esportivas, a turma da Unicep também prepara uma apresentação especial. A partir desta terça-feira (26) iniciam-se as competições da natação e do futsal. Na quarta-feira (27) os ‘paraolímpicos’ disputam as provas do atletismo e na quinta (28) acontecem as apresentações de dança e capoeira.

Em todos os dias de competições os atletas também têm direito à refeições, com lanche e almoço. Bem alimentados, os esforços ficam voltados para o esporte. Superação e exemplo de vida marcam os Jogos Paraolímpicos da Serra.

Fonte: http://gazetaonline.globo.com/

Da Marginalidade ao Sucesso Internacional – Capoeira: Infância, Atividade & Saude

Da Marginalidade ao Sucesso Internacional a Capoeira vem cada vez mais se expandindo e ganhando adeptos pelos 4 cantos do mundo…
 
Há menos de um século a capoeira era considerada prática marginal e hoje esta mesma "forma de expressão", esta "arma da cidadania", este nossa "arte malandra", ganhou relevância, se expandiu… Conquistou os sete mares… é claro que todo este processo foi sendo desenhado, forjado e articulado em "nossa" história recente… Através de figuras importantes dentro do universo capoeiristico e por que não dizer dentro do universo sóciol cultural brasileiro… Apenas com carater ilustrativo irei fazer menção a alguns nomes (sem desmerecer os que aqui não figurarem), são eles: Waldemar da Paixão, Daniel Coutinho, Vicente Ferreira Pastinha, Manuel dos Reis Machado, José Ramos Do Nascimento, Washington Bruno da Silva, Rafael Alves França, Annibal Burlamaqui, Agenor Sampaio, entre outros…
 
Fica como sugestão de leitura e pesquisa a importancia da globalização no processo de dissiminação da capoeira pelo mundo e a introdução no ambiente acadêmico (escolas e universidades), vale ainda ressaltar dentro deste contexto as palavras do grande Mestre Decanio: "A Capoeira é um ESCOLA de CIDADANIA"
 
Segue matéria recolhida do Jornal O Dia Online, do Rio de Janeiro, onde a CAPOEIRA é citada de forma muito positiva no processo de desenvolvimento infantil.
Luciano Milani
Criança ativa e com mais saúde
 
A prática de esportes não serve só para perder peso: é boa para a auto-estima e favorece a convivência social
 
Rio – Em tempos de Orkut e videogame, a garotada parece não querer mais saber de bola e bicicleta. Mas, apesar de toda a tecnologia, ainda não inventaram uma pílula que substitua os benefícios da prática esportiva. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), cerca de 50% dos meninos e 25% das meninas em idade escolar fazem atividades físicas.
 
“Estudos revelam que crianças e adolescentes ativos transformam-se em adultos não-sedentários. Com isso, eles ficam menos sujeitos a doenças, como obesidade, hipertensão e diabetes”, afirma o diretor do Grupo de Trabalho em Pediatria e Medicina Desportiva da SBP, Ricardo Barros.
 
Segundo especialistas, a prática de atividades esportivas é recomendada para crianças de todas as idades. Algumas modalidades, como natação, chegam a ser indicadas inclusive para bebês, a partir dos seis meses.
 
“A natação ajuda a desenvolver a musculatura, a melhorar a coordenação motora e a aumentar a capacidade pulmonar do indivíduo”, enumera o pediatra Antonio Carlos Turner, do Hospital Balbino, em Olaria. Para ele, a atividade deve ser escolhida de acordo com a aptidão da criança e ser praticada por 40 minutos, duas ou três vezes por semana.
 
APRENDENDO A PERDER
 
Tão importante quanto praticar uma atividade física, ressalta Ricardo Barros, é gostar da modalidade escolhida. Principalmente no caso dos mais novos. “Toda atividade física deve ser divertida e relaxante. Por isso, a escolha deve ser feita pelos futuros ‘atletas’ com o objetivo de sentir prazer e não de obter resultados”, salienta.
 
Mas os benefícios proporcionados vão além da prevenção de futuras doenças. “Através da prática de esportes, crianças aprendem a conviver umas com as outras e a dividir erros e acertos. Assim, passam a entender que regras existem para protegê-las e que, por isso, precisam ser respeitadas”, avalia a psicóloga Márcia Sampaio, do Hospital Memorial, no Engenho de Dentro.
 
A estudante Fernanda Madasi, de 13 anos, admite que mudou muito desde que começou a praticar CAPOEIRA, aos 10. “Antes de conhecer a capoeira, era muito tímida e preguiçosa. O esporte me deu disposição para fazer ainda mais exercício”, conta.
 
Já para Marcos Vinícius Passos, 8 anos, a prática do caratê serviu como válvula de escape. Ele diz que o pai resolveu matriculá-lo no curso porque sempre foi muito agitado e, pior, vivia implicando com a irmã mais velha, Jéssica. “Essa garotada tem uma energia que precisa ser canalizada. O mais impressionante é que o caratê melhora até o rendimento na escola”, afirma o mestre Genival Ferreira.
 
Quando o assunto é competição, porém, os pais precisam estar atentos para não exagerar na cobrança. “Os adultos devem estimular as crianças a melhorar o desempenho esportivo sem acirrar demais a competitividade”, explica Márcia Sampaio. Para ela, os pais devem ajudar os filhos a lidar com as frustrações.
 
Aos 10 anos, Marcelo Kogut já participou de dois torneios de tênis: perdeu um e ganhou outro. Embora reconheça que a derrota tenha sido ruim, não desanimou. “Fiquei triste quando perdi, mas, mesmo assim, treinei bastante para a outra disputa”, lembra. Para a mãe, Marta Kogut, a participação em um torneio, mais do que a fazer aces e voleios, ensinou o pequeno Marcelo a administrar vitórias e derrotas.
 
Em excesso, exercícios podem ser até prejudiciais
 
A prática de atividades físicas em excesso pode ser prejudicial à saúde dos mais jovens. “Criança também precisa ter tempo para ser criança. Se for da vontade dela, também é saudável passar um certo tempo sem absolutamente nada para fazer”, ressalta a psicóloga Márcia Sampaio.
 
Para que a criança possa recuperar a energia gasta, é recomendável que a prática de atividades esportivas não exceda duas ou três vezes por semana. O pediatra Ricardo Barros salienta que pais e médicos devem ficar atentos ao comportamento dos mais novos.
 
“Fadiga, sono excessivo, falta de apetite, alteração de humor, recusa em ir à escola e queda da performance no esporte são sinais de que o exercício pode estar sendo maléfico à saúde”, alerta.
 
A escolha da atividade pelos pais, e não pelas crianças, também deve ser evitada. “Às vezes os adultos influenciam os filhos e isso não costuma fazer bem porque o grau de exigência é grande, com objetivos pré-determinados. Nesses casos, a criança acaba abandonando o exercício”, diz Ricardo.
 
Apesar da pouca idade, Louise Vieira, 7 anos, se orgulha de ter escolhido a natação. Hoje, ela nada pelo menos três vezes por semana. “Ela pode até faltar à escola, mas não aceita faltar à natação de jeito nenhum”, brinca sua mãe, Graça Vieira.
 
Para Ricardo, alimentação saudável e ingestão de líquidos também são fundamentais para evitar danos à saúde. A prática de esportes deve ser sempre acompanhada de segurança e os limites individuais de cada criança, respeitados pelos pais.
  
FAIXA ETÁRIA
 
Cada criança tem características físicas e psicológicas próprias. Mas, de modo geral, algumas atividades são indicadas para determinadas faixas etárias.
 
ATÉ OS 6 ANOS
Atividades que envolvem brincadeiras e lazer. Não deve haver cobrança dos pais sobre aprendizado do esporte praticado.
 
DOS 6 AOS 8 ANOS
Atividades de iniciação para reforçar as habilidades específicas de cada criança. Natação, corrida, salto, futebol, capoeira, surfe e ginástica são algumas das atividades indicadas.
 
DOS 9 AOS 12 ANOS
Adequado para atividades que requisitam velocidade. Recomenda-se a prática de ciclismo e atletismo.
 
APÓS OS 13 ANOS
A partir dessa idade, os torneios e as competições já estão liberados. É necessário, porém, que haja prevenção contra lesões físicas e traumas psicológicos.
 

AACD incentiva pacientes a praticar esportes e Capoeira

A menos de três meses do início dos Jogos Parapan-americanos, que será realizado no Rio de Janeiro, um grupo de jovens pernambucanos está buscando inspiração no esporte para driblar suas limitações e lutar pela reintegração à sociedade. São pessoas que possuem algum tipo de deficiência física e recebem na Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) incentivo para adotar alguma prática esportiva como meio de sociabilização e, em alguns casos, de complemento aos cuidados médicos. Embora não tenha um setor de reabilitação desportiva, como existe na unidade de São Paulo, a AACD do Recife iniciou aulas de capoeira nesta semana que completou oito anos de funcionamento. Quando os pacientes demonstram potencial para outras modalidades, como natação, basquete e atletismo, eles também são motivados e encaminhados pelos médicos para a prática do esporte – só que em outros locais devido à falta de estrutura.
 
Alguns deles se destacaram e estão participando de competições nacionais. É o caso do paratleta Thyago Moura, 20 anos. Ele possui paralisia cerebral e é paciente da AACD desde a criação da entidade no Estado, em 1999. "Durante as hidroterapias, Thyago era muito ansioso, sempre demonstrou disposição na água e interesse de fazer algum esporte. Encaminhamos ele para a natação, mas agora ele se destacou no atletismo", revela a fisioterapeuta Simone Rosa da Silva. Hoje, o jovem é o orgulho da família. Conquistou mais de 35 medalhas e no fim de semana passado quebrou o recorde brasileiro no arremesso de dardo (8m59) durante o Circuito Loterias da Caixa Brasil Paraolímpico, realizado no Rio Grande do Norte. "O esporte é minha vida. Treino todos os dias à tarde e agora luto para ir ao Parapan", conta Thyago. A irmã, que também é sua assistente técnica, comemora o desempenho: "Desde que começou a treinar, aos 14 anos, ele só ganhou uma medalha de bronze. Depois só foi ouro", ressalta Luzia Cristiane, 26.
SAIBA MAIS
Pela primeira vez os Jogos Parapan-americanos serão disputados na mesma cidade, no Rio, e consecutivamente aos Jogos Pan-americanos. De 12 a 19 de agosto, cerca de 1.300 paratletas e 700 membros de delegações vão encarar a disputa em 10 modalidades.
Saiba mais aqui.
A família sempre buscou o melhor para Thyago, mas não imaginava que ele poderia ser um atleta. "Quando ele chegou na AACD não segurava nem a cabeça sobre o pescoço. Aqui, ele conseguiu reestabelecer 90% do equilíbrio, da fala e da auto-estima", conta Luzia. Mesmo já tendo recebido alta, ele faz revisões anuais na instituição. O incentivo dos familiares, segundo a neurologista e coordenadora clínica Vanessa Van Der Linden, é primordial para o desenvolvimento dos portadores de deficiência. "Se a família acredita no paciente e entende suas limitações, ela pode enxergar suas potencialidades e investir nelas." Vanessa lembra que é necessário respeitar as particularidades de cada doença e a vontade do paciente. "Não basta ter capacidade física, mas força emocional e disposição em praticar o esporte", destaca. Assim como Thyago, Hugo Santos, 15, recebe o apoio dos pais, amigos e médicos para continuar a praticar basquete e natação. Ele tem mielomeningocele e usa cadeira de rodas para se locomover, mas isso nunca foi um empecilho. "Durante os treinos, contribuo para meu desenvolvimento e faço amigos", conta o jovem que já foi campeão municipal de basquete sobre rodas. Atualmente, devido a ferimentos na pele (escaras), ele teve que se afastar das atividades. "É só o tempo dele melhorar e voltar a sua rotina", enfatiza a mãe Josefa dos Santos, 55.
 
Para o operador de rádio Zenas José de Farias, 41, o esporte é muito mais do que uma técnica de reabilitação ou complemento do tratamento médico. "Todo deficiente deveria procurar o esporte porque esporte é saúde e traz diversos benefícios, como aumento da coordenação motora e da auto-estima, além da aceitação da sociedade. É preciso entender que o deficiente é eficiente para alguma coisa". Zenas teve poliomielite aos três anos e, quando tinha 24, foi atropelado por uma kombi. "Tive que colocar platina no fêmur esquerdo, na patela esquerda e no pé direito, além de ser obrigado a usar muletas e um aparelho ortopédico fabricado pela AACD para me locomover", enumera. Quando apresentou melhora, ele decidiu mudar de vida. Fez natação e depois investiu no atletismo, no qual conquistou 35 medalhas em competições nacionais. Por pouco não obteve índice para o Parapan-americano no arremesso de disco, mas isso não o desanimou. "Quero continuar a praticar o atletismo. Até quando Deus me der saúde eu estou no esporte."
CAPOEIRA
 
A primeira aula de capoeira da AACD do Recife foi realizada nessa segunda-feira (14). Os movimentos básicos da luta servem para alongar, relaxar e divertir pacientes que têm paralisia cerebral, se locomovem com cadeiras de rodas ou usam próteses. Ao todo, 20 crianças a partir dos sete anos terão a oportunidade de participar das aulas, que serão ministradas pelo professor voluntário Severino Júnior. Cada uma, no entanto, aprenderá elementos da capoeira mais adequados às necessidades. Com os pacientes que usam cadeira de rodas, haverá atividades de alongamento da coluna e relaxamento muscular. Crianças com paralisia cerebral poderão interagir com música. Quem usa prótese poderá iniciar-se em movimentos básicos da capoeira, como o aú (estrelinha), o agachamento e a ginga.
Muitas iniciativas da AACD esbarram na falta de verba e espaço físico. A instituição sobrevive, entre outras coisas, do convênio com o SUS, doações de pessoas físicas e jurídicas, campanha dos cofrinhos e pela venda de artigos produzidos pela Oficina Ortopédica, a qual é a única do Estado que produz órteses e próteses sob medida. Saiba como ajudar abaixo.
 
Fonte: JC OnLine – Recife: http://jc.uol.com.br

Santos – SP: Prefeitura abre mais de 800 vagas para modalidades esportivas

Prefeitura de Santos abre mais de 800 vagas para modalidades esportivas
A Prefeitura de Santos vai abrir inscrições para diversas modalidades esportivas no próximo dia 26, nos equipamentos da Secretaria Municipal de Esportes. Só o Complexo Esportivo Rebouças abrirá 800 vagas para basquete, capoeira, ciclismo, dança de salão, dança do ventre, emagreça dançando, futsal, ginástica, ginástica rítmica, handebol, hidroginástica, judô, caratê, musculação, natação e vôlei. As primeiras 200 inscrições são para pessoas acima de 50 anos e serão distribuídas senhas no local (Praça Eng. José Rebouças s/nº, Ponta da Praia).
 
Mais informações: 3261-1980.
 
Já o Centro Esportivo Manoel Nascimento Júnior (Rua João Fracarolli, s/nº, Bom Retiro, Zona Noroeste) terá uma novidade este ano: a Escola de Esporte, destinada a crianças de seis a nove anos, com o objetivo de trabalhar com diversas modalidades esportivas de iniciação. Há vagas abertas também para o basquete, handebol e vôlei, para crianças e jovens de 10 a 16 anos; e futsal, futebol e pólo aquático (sete a 16 anos). Para praticar o pólo aquático é necessário ter noções de natação. Informações: 3203-3802.
 
A Semes Praia terá vagas para as seguintes modalidades: ginástica, tênis de praia, capoeira, tamboréu, tai-chi-chuan e canoagem. A unidade fica no Posto 2 (José Menino). Informações: 3251-9838. Já a quadra esportiva Adalberto Mariani abre inscrições no dia 27 para futsal, basquete e vôlei, para crianças e jovens de sete a 16 anos.  
O endereço é Av. Pedro Lessa, 2.880, no Embaré. Informações: 3271-0652. Os documentos necessários para as inscrições de todas as unidades são: duas fotos 3×4, cópia do RG, ou certidão de nascimento, comprovante de residência e atestado médico. As inscrições serão realizadas até o preenchimento de todas as vagas.