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DF: Capoeira da o ar da graça em programa alternativo

O Programa Alternativo mostra um trabalho desenvolvido com alunos do Jardim de Infância 21 de abril da Asa Sul.

Desde 2003 a escola realiza o projeto Capoeira na Escola, em parceria com o grupo Abadá Capoeira, oferecendo melhorias e prática de esporte aos alunos. “Para a educação infantil, a prática de esporte é muito importante, pois contempla muito a realização de movimentos e a coordenação motora. E a capoeira oferece uma série de melhorias na movimentação e no desenvolvimento dos alunos, além de trabalhar com a cultura afro brasileira”, explica a diretora do JI 21 de Abril, Katiúscia Lucas da Silva.

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O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal.

Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas.

As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.

Austrália: 5º Encontro Internacional de Capoeira Angola

Nós da ECAMAR (Escola de Capoeira Angola Mato Rasteiro) estaremos realizando o 5º Encontro Internacional de Capoeira Angola que será realizado do dia 16 e 20 de novembro em Sydney, tendo como convidado especial Mestre Plinio da cidade de Sao Paulo, Brasil. Que juntamento com o Mestre Roxinho, organizador do evento estaram ministrando várias oficinas de Capoeira Angola, seguido de palestras e apresentação de vídeos.

O Encontro este ano tem objetivo celebrar pelo 5º ano de sua realização, seguindo o mesmo intuito de presevar e promover a prática da Capoeira Angola, na Austrália e paises vizinhos em parceria com os grupos locais.

Aproveitando o ensejo para fazer o lançamento oficial do Livro Capoeira Angola “Histórias Cantorias e Versos”, do Mestre Roxinho.

Na mesma oportunidade estaremos oficialmente inaugurando nosso novo centro, local de desenvolvimento nossas atividades a qual chamamos de “Templo da Capoeira Angola na Austrália”.

Gostaria de aproveitar a oportunidade para convidar a todos os Capoeiristas, em especial àqueles que se encontrar na Austrália e países vizinhos para comparecerem ao evento pois será um prazer recebê-los em nossa casa.

Desde já agradeço

Mestre Roxinho

Para maiores informações:
www.capoeira-angola.com.au
Phone: 02 80848807
Mobile: 0435939980

FFC: Festival Mama África e Brasil de Capoeira

A cidade de Niterói sediou, no dia 26 de junho, o Festival Mama África e Brasil de Capoeira Estilo Livre, no Sesc, a partir das 8h. Diversas famílias compareceram ao evento e puderam assistir várias apresentações dos capoeiristas. O presidente do Instituto Brasileiro dos Profissionais de Capoeira e coordenador geral do Festival, Mestre Zezeu, recebeu convidados de Saquarema e dos países França, Alemanha, Bélgica, Bolívia e Áustria, os quais tiveram oportunidade para deixar seus depoimentos, durante a festa.

Além destes, compareceram os Mestres mais conhecidos em Niterói pelo trabalho e empenho que dedicam há anos à Capoeira e, com isso, colaboram para fortalecimento do jogo: Travassos, Antonio Affonso, Machado, Chita, Netto, César, Marcos, Cid, Aranha e Jorginho, dentre outros. Todos estavam acompanhados por seus alunos e participaram, unânimes, nas atividades apresentadas.

O Mestre Zezeu agradeceu a todos que auxiliaram para a realização do Festival, como a Federação Fluminense de Capoeira, a Liga Niterói de Capoeira, a Secretaria de Esportes de Niterói, a Fundação de Arte de Niterói (FAN), Ouvidoria Municipal de Niterói e todas as pessoas que espontaneamente somaram forças.

No decorrer da programação foi claro observar a união, a paz, a alegria e o companheirismo com que trabalham. Algo fundamenteal, todos os Mestres que tiveram oportunidade para comentar, enfatizaram a importância de Deus na vida do homem e como máxima na vida. Alguns, além de se preocuparem com o aprendizado da Capoeira, se dedicam também a instruírem os jovens na vida espiritual para dar equilíbrio na vida. Inclusive, o Mestre Zezeu comentou sobre seu novo conceito de Capoeira. “Posso afirmar que ela não tem uma religião apenas. Temos aqui, hoje, capoeiristas de todas as religiões. Nós, diretores, não recebemos nenhum centavo para fazer Capoeira, recebemos apoio dos amigos”, destacou.

De igual forma, o Mestre Travassos falou de seu orgulho pelo evento. “Agradeço a todos os Mestres que aqui estão por fazerem com tanto amor e carinho o nosso esporte, que é a Capoeira. O nosso Deus está aqui entre nós e o Filho Dele veio a esse mundo para nos salvar e nos dar o apoio que precisamos. Por isso, nós, Mestres, precisamos procurar um caminho espiritual para preparar esses jovens”, enfatizou.

A Capoeira – tradicional manifestação de cultura genuinamente brasileira – tem espaço garantido no SESC Niterói todos os sábados, às 10h, aberto ao público e o Mestre Zezeu aguarda os interessados.

O SESC Niterói fica na Rua Padre Anchieta, 56, Centro.

 

Foto: Mestre Zezeu (sentado no chão, com a manga da camiseta de cor amarela) entre alguns Mestres presentes – Foto: Edson Soares

 

Postado por FFC no Federação Fluminense de Capoeira

Joel Pires Marques
Presidente da Federação Fluminense de Capoeira.
tel.: (22) 26295032 e (22) 88083788

Cabo Frio/RJ-Brasil.

Oportunidade de sonhar, um caminho para paz

Resumo: Capoeira, desenvolvimento e oportunidade.

O projeto visa o desenvolvimento de uma cultura de paz, através dos fundamentos básicos do jogo da capoeira, promove a inclusão social e minimiza a violência na comunidade. Numa parceria publico/privado busca dar oportunidade de uma perspectiva diferente de vida.

Começamos o Projeto que se intitula Parceria Solidária, em junho de 2005. Uma parceria do Instituto Maria Auxiliadora com a Escola Municipal Migrantes. Os principais objetivos são oportunizar o desenvolvimento de uma cultura de paz dentro da comunidade escolar, desenvolver os fundamentos básicos do jogo da capoeira e promover a inclusão social através da arte da capoeira. Em 2006 incorporou-se a este projeto, numa parceria do governo federal através da UNESCO e da prefeitura municipal de Porto Alegre o “PROJETO ESCOLA ABERTA”. Que fez com que as nossas aulas de uma, fosse para duas vezes por semana. O PROJETO ESCOLA ABERTA, viabilizou apoio de recursos financeiros, para eventos, saídas de campo e para compra de materiais para prática da capoeira; como: roupas (uniformes), instrumentos, etc. Este ano de 2009, no mês de junho completamos quatro anos de atividades.

As principais dificuldades no início do trabalho eram atenção e concentração da grande maioria dos alunos, questões de coordenação motora devido à falta de estímulos, questões de higiene pessoal e respeito ao próximo. Alguns valores psicomotores e de ordem ética, com os quais teríamos que nos deparar e iniciar uma discussão e reconstrução. Estreitar laços relacionais era uma estratégia de fundamental importância naquele momento.

A partir disso pude criar e alimentar sonhos de crescimento pessoal e profissional nos alunos. Enfim, criar uma nova perspectiva de futuro, uma nova visão de mundo, na qual a capoeira seja um caminho, que nos possibilite sonhar e construir uma cultura de paz.

Quem está preparado para enfrentar um cotidiano de luta e resistência, pode pensar em construir uma cultura de paz, e não violência. Para mim a violência é a falta de uma Educação transformadora, onde de objetos as crianças possam tornar-se sujeitos na construção das suas próprias histórias.

A falta de condições dignas de saúde pública e a desigualdade social são fatores complementam este quadro, e fazem parte deste contexto. Estes quesitos fazem com que nossas crianças cresçam com falta de perspectivas num futuro melhor.

A oficina de capoeira na “Escola Aberta” atua num contexto, e forma um elo de ligação entre a comunidade e a escola, abrindo as portas da mesma, para a população local. Oportuniza desta forma, a pratica de vivências da arte da capoeira, que por se tratar de uma arte-luta brasileira é desenvolvida num processo sócio-histórico-cultural de libertação. A capoeira é capaz de transformar a realidade severa em que vivem as crianças, num sonho ricamente promissor, através de valores tribais da essência africana, deixadas de herança da cultura afro-brasileira. Como os atos de cantar, dançar e tocar.

A musica instrumento de comunicação carrega um conteúdo histórico-cultural, em suas melodias, geralmente alegres e radiantes, faz com que as crianças transcendam e vibrem com suas possibilidades imaginarias e corporais, e assim, ocupem o seu tempo de forma construtiva e cheia de significados.

Os movimentos são gestos desafiadores que constroem a linguagem do corpo numa atividade cotidiana. Enriquecem esta linguagem multiplicando os seus recursos corporais. Dando-lhes força para descobrirem que são capazes de irem muito além. A inversão corporal é algo que fascina o capoeirista. Faz com que ele descubra uma nova forma de ver o mundo. E uma nova possibilidade de resolver seus problemas. E se podem fazer coisas tão desafiadoras com os seus corpos, podem fazer muito mais pelas suas vidas.

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Os toques, batidas e ritmos mostram suas capacidades de aprenderem uma outra linguagem, que é a linguagem musical. Esta linguagem permite a transcendência dos limites corporais. Já dizia o ditado popular: “Quem canta os males espanta”. E aprendendo a cantar eles descobrem outras possibilidades, e consequentemente, eles descobrem que são capazes de construírem seus sonhos e seus destinos.

E nós professores comprometidos com a transformação da sociedade, temos obrigação e compromisso em oportunizar aos nossos alunos, oportunidade de sonhar com um futuro melhor. Para a construção de uma sociedade onde a paz, seja a nossa maior meta. E a violência de espaço gradativamente a uma nova cultura.

Desta forma, acontece a colaboração dos projetos desenvolvidos na escola Migrantes. Na perspectiva de oportunizar a possibilidade de sonhar um caminho para a paz. Um caminho onde nossa escola e comunidade possam construir juntos, caminho este, que seja meio e não fim. Um novo caminho, uma nova visão de mundo e possibilidades para nossas crianças.

 

 

Nome: Paulo Lara Perkov ( Mestrando Paulo Grande)

Especialista em Educação Infantil pela UNISINOS.Professor de Educação Física Graduado pela UNISINOS.
Acadêmico de Administração na Faculdade Dom Bosco.
Mestrando em Capoeira na Associação de Capoeira Nação.

Alemanha: 12 anos do Grupo Bantu de Capoeira Angola

O Grupo Bantu de capoeira angola está completando neste ano 12 anos de fundação. Nestes anos vivenciamos e experimentamos várias tentativas de resgatar e preservar as raízes da Capoeira angola.

A nossa sobrevivência é prova real de que a força mística da Capoeira Angola atua positivamente sobre aqueles que têm uma relação de respeito e seriedade para com esta manifestação afro-brasileira, além de reconhecê-la como uma das formas vivas de luta dos nossos ancestrais, pelo resgate das suas dignidades.

Assim como, há 12 anos o Grupo Bantu de Capoeira Angola ingressou na luta pela valorização da Capoeira Angola e queremos nesta oportunidade conclamar a população capoeiristica para mais este desafio: evitar que a Capoeira Angola seja transformada em partes, mas que ela continue sendo um todo.

Nesse worshop haverá exposicao fotográfica, palestra, aulas de movimentos e instrumentos (teoria e prática). Além de rodas todos os dias.

Uma oportunidade de vivenciar capoeira angola de uma forma pura e efetiva.

 

O Grupo Bantu de Capoeira Angola atualmente possui  3 núcleos em Salvador-Ba, 1 em Mainz- Alemanha, 1 em Winter have- EUA e 1 em Bogotá- Colombia.

 

um grande abraco

Valdec Loboasy

Capoeirista curitibano é convocado para mundial na Coréia do Sul

O capoeirista João Otávio Xavier, de Curitiba, vai integrar a delegação brasileira no Mundial de Artes Marciais e Culturais, na Coréia do Sul, em dezembro. João Otávio, 18 anos, treina capoeira graças a um projeto da Fundação de Ação Social (FAS), no Cajuru.

“Sempre tive vontade de fazer capoeira, mas minha família não tinha condições de pagar a mensalidade”, diz João Otávio. “Minha oportunidade surgiu quando a FAS levou o projeto para o meu bairro. Agora vou representar o Brasil no outro lado do mundo”

João Otávio garantiu sua vaga no mundial ao ganhar medalha de ouro no 12.º Campeonato Brasileiro de Capoeira, que foi disputado no início de setembro, em Goiânia. Ele foi campeão na categoria aspirante juvenil.

De origem humilde, o adolescente precisou superar dificuldades além das competições de capoeira para garantir sua vaga. Após sete anos de muita dedicação a jovem revelação começa a colher os frutos de seus esforços.

A capoeira não representou apenas uma oportunidade esportiva para João, mas uma nova forma de enxergar o mundo. “Ter acesso às aulas mudaram minha vida pra melhor. Antes eu era bastante encrenqueiro, mas com a capoeira, a gente muda e passa a contemplar uma nova filosofia, a de exercícios e disciplina”, afirma.

Oito jovens atendidos pela FAS disputaram o Brasileiro de Capoeira e por muito pouco João não ganhou a companhia de alguns de seus amigos na viagem à Coréia.

Poliana Gonçalves Leite e Daniele Gonçalves Garcia, de 15 anos, terminaram na segunda posição em suas categorias. Jéferson Juarez da Silva, de 17 anos, e Priscila Jeanine Gonçalves Leite, de 16 anos, terminaram na terceira colocação, contribuindo para que o Paraná alcançasse o terceiro lugar no quadro geral de medalhas.

“João e os outros conseguiram bons resultados graças a sua própria determinação. Eles realmente entraram no espírito das aulas e do programa, desenvolvendo suas habilidades e percebendo a importância da dedicação e da disciplina”, afirma o instrutor Saulo Fábio Gomes, que ensina capoeira no Centro da Juventude Iniciativa Jovem do CRAS Iguaçu, unidade da FAS na Vila São Domingos, no Cajuru.

“Estes jovens encontraram na capoeira a possibilidade de crescimento pessoal, que envolve uma melhora significativa no contexto social e familiar”, afirma a presidente da FAS,Fernanda Richa.

Jéferson Juarez da Silva, que desde 2005 participa de atividades socioeducativas promovidas, pela FAS, tem opinião semelhante. “Antes eu vivia na rua, não me dava bem com minha família e não frequentava a escola”, diz. “Depois que comecei a fazer as atividades, eu percebi o que estava fazendo de errado e que aquela vida de rebeldia não ia me levar a lugar nenhum”.

Fonte: http://www.parana-online.com.br

MG: Capoeiristas levam ginga à Praça da Matriz

Aconteceu no último final de semana o 1º Encontro internacional de capoeira na Praça da Matriz. O animador e radialista João Froes revela que o evento contou com a participação de capoeiristas não apenas do Brasil mas de outros países como, por exemplo, Japão, Alemanha e Coréia do Norte.

Afirma ainda que o evento alcançou o objetivo no tocante ao de uma competição esportiva, mas, sobretudo, social uma vez que houve a interação dos povos ali representados.

De acordo com João Froes a realização das apresentações de capoeira também tem como objetivo a divulgação de uma arte bastante difundida no Brasil e que naturalmente já faz parte da cultura do povo brasileiro. Frisa ainda ter sido fundamental a escolha da praça Matriz durante a feira de artesanato uma vez que as famílias que tradicionalmente frequentam este local aos domingos teve a oportunidade de socializar com uma dança verdadeiramente artística.

COMPETIÇÃO

O mestre Lagartixa, do grupo Geração capoeira, um dos organizadores do evento também enaltece a realização da referida competição e agradece o apoio de todos os colaboradores na realização da competição. Salienta ser relevante este tipo de apresentação em praça pública uma vez que além do alcance social é uma maneira de popularizar ainda mais a arte da capoeira.

O “Iê”: mais que um cumprimento, uma oportunidade para o aprendizado

A capoeira nos oferece inúmeras possibilidades para o trabalho. E na qualidade de educadores devemos estar conscientes para identificá-las e utilizá-las no momento oportuno. Para tanto, é extremamente importante o estado de vigia. Assim como no jogo, todos os sentidos devem estar despertos pois muitas delas podem passar despercebidas, por descuido ou mesmo por estarmos tão acostumados que não alcaçamos o seu potencial.   

Um desses momentos é o nosso “Iê”, que sempre foi para mim a melhor maneira de saudar meus camaradas e também a forma com a qual peço licença ou proteção para iniciar o jogo. Uma pessoa muito querida que reforça isso é o mestre Mendonça (RJ), relator da regulamentação da capoeira nos idos de 1932; um dos baluartes da nossa arte com a qual tenho o privilégio de tomar lição sempre que o encontro ou telefono para ele. Ser humano espiritualizado que sempre reforçou a importância dessa saudação entre os capoeiristas.

No entanto, apesar de buscar valorizar sempre esta atitude, ainda não tinha me dado conta de que ela oferece uma oportunidade ímpar para o trabalho. Mais que uma saudação o “Iê” encerra valores como o respeito e atua fortemente no sentimento de pertencimento.

Certo disso, tornamos a saudação uma de nossas regras. O aluno ao chegar, após arrumar as suas coisas sauda a todos que estão na roda. E todos devem saudar a sua chegada. Claro, no início eles não compreendiam muito bem, mas hoje eles já fazem questão de utilizá-lo. E quando um ou outro esquece, todos os outros camam a sua atenção para que retorne à entrada e faça o cumprimento.

Outra forma em que o “Iê” está produzindo resultados maravilhos é para chamar a atenção. Neste quesito (já em clima de carnaval) ele merece o Estandarte de Ouro. É impressisonante como as crianças atendem quando o “invoco”, seja para por fim a uma discussão, seja para chamar a atenção, seja para nos despedir… E o que mais me alegra é estar na rua e ouvir, entre uma mar de pessoas, uma voz a me saudar: Iê! Isto, verdadeiramente não tem dinheiro neste mundo ou em qualquer outro que pague.

 
Iêeeeee!

http://flaviosaudade.wordpress.com/

Entrevista: Mestre Genaro

Genaro Raymundo Coelho (Mestre Genaro), filho de Claudionor Coelho e de Veridiana Coelho, nasceu na Maternidade Dr. Climério de Oliveira – Bairro de Nazaré/Salvador/BA, mas a família morava no bairro Politeama de Baixo. Trabalhou junto com o médico (não se lembra do nome) a parteira Emília q era mulher do grande jogador de futebol o finado Popó do Ypiranga da Bahia. A madrinha era Almerinda do Nascimento, de São Francisco do Conde, era um lugar de muitos engenhos de açúcar.

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Mestre Nininho: Festival de Música e Encontro de Capoeira

No último final de semana, no evento de Mestre Cotta (evento que em breve estaremos publicando uma matéria especial), em Benavente, uma Vila da região do Ribatejo, tive a oportunidade de estar novamente em contato com Mestre Nininho, um grande capoeirista, um lutador, um guerreiro de personalidade forte que "marca sua presença" conquistando a todos a sua volta com seu apurado senso de humor e alegria (apesar de sua cara amarada e feições sérias), que já havia conhecido em Lisboa durante o lançamento europeu do filme: Mestre Bimba a Capoeira Iluminada.
 
Na ocasião conversamos muito sobre a capoeiragem, as tendências e novas possibilidades, conversamos sobre grandes "mestres" do passado e do presente… mais acima de tudo trocamos informações buscando sempre uma maior interação inter-grupos no interesse da "nossa arte/luta".
 
No próximo final de semana (13 / 14 de Julho, Mestre Nininho, estará organizando em Portugal, um festival de música e encontro de amigos da capoeira, para o qual tive a honra de ser convidado para fazer parte da comissão julgadora.
 
Uma ótima oportunidade de convivência, troca e aprendizado!!!
Grupo AGBARA Capoeira
 
Festival e Encontro de Capoeira
13 / 14 De Julho
 
 

• Para participar do evento será cobrada uma taxa de 20 €, e no dia a taxa será de 25€;
 
• As inscrições para o encontro e o festival devem ser feitas com antecedência, para que todos tenham direito ao alojamento e alimentação;
 
• O prémio do festival de música será em dinheiro;
 
• Sua presença é muito importante para o êxito desse evento, venha participar com os seus alunos, quem sabe você não poderá ser um dos vencedores do festival de música de capoeira.
 
• As músicas podem ser Chulas, Ladaínhas, Quadras, e Corridos.
 
 
Informações/Inscrições:
 
Mestre Nininho: 91 773 84 69
 
Sininho: 91 947 59 45 / 96 334 09 26 –  catia.sininho@netcabo.pt
 
* Obs: Trazer saco cama