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Aconteceu: UFFS e Prefeitura convidam população para Noite Cultural em Realeza

A Universidade Federal da Fonteira Sul (UFFS) – Campus Realeza e a Prefeitura Municipal de Realeza convidam toda a comunidade para a “Noite Cultural”.

O evento é gratuito e foi realizado na noite de sábado (22), na Casa da Cultura. Estão programadas apresentações musicais, teatrais e outras manifestações culturais.

A abertura está marcada para as 19h, em seguida a Orquestra da UFFS – Campus Laranjeiras do Sul traz um repertório de música popular e erudita. Formada 2013, a partir do Projeto Cultural Educação Musical, coordenado pelo professor Martinho Machado Junio, a Orquestra conta com 25 integrantes, sendo acadêmicos, professores, técnicos-administrativos em educação e pessoas da comunidade de Laranjeiras do Sul.

Já no horário das 20h30min, é a vez do Grupo Teatral La Broma e do Projeto Cultural “Joaninha ou o que é”, do Campus Realeza, subir ao palco com a peça “Caos Universitários”. A apresentação é uma construção coletiva a partir de jogos de expressão corporal, vocal e de improvisação. A performance faz uma imersão no esteriótipo do mundo universitário no ponto de vista de estudantes de graduação da UFFS e brinca com diferentes possibilidades de concepção de uma universidade.

O encerramento, previsto para as 21h, será feito pelos integrantes do Projeto Viva Capoeira, do Campus Realeza, em conjunto com o Grupo de Capoeira Arte e Manha, da cidade de Dois Vizinhos. Os grupos trazem as manifestações culturais da roda de capoeira – considerada Patrimônio Imaterial da Cultura Brasileira – do maculelê – simulação de uma luta africana com bastões, acompanhada de música – e do samba de roda.

 

Fonte: http://www.jornalnovotempo.com.br/

Dinho Nascimento: Sinfonia de Arame

A Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene, formada por capoeiristas, músicos e pessoas da comunidade da Vila Pirajuçara, Butantã, São Paulo, é modelo de inclusão social e sustentabilidade que valoriza a capoeira enquanto manifestação e patrimônio cultural brasileiro. Contar com mestres, contramestres e professores de capoeira caracteriza interpretação própria e singular de ritmos brasileiros como o samba de roda, ijexá, congo de ouro, barravento, além de ladainhas, chulas e corridos, tudo com arranjos arrojados e inéditos de Mestre Dinho Nascimento. A orquestra mostra a versatilidade do berimbau como instrumento musical, já que no seu repertório encontramos tanto toques da capoeira quanto outros gêneros da música brasileira.

 

Visite http://dinhonascimento.com.br/orquestradeberimbaus/
Curta https://www.facebook.com/orquestra.deberimbaus
Ouça http://www.radio.uol.com.br/#/artista/orquestra-de-berimbaus-do-morro-do-querosene/410042
Assista http://youtu.be/xGQYxti3SJg

 

Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene

Direção e Regência: Dinho Nascimento

O berimbau é um instrumento de resistência cultural que atravessou o Atlântico e, no Brasil, tornou-se símbolo de luta pela liberdade.

A Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene, formada por capoeiristas, músicos e pessoas da comunidade da Vila Pirajuçara, Butantã, São Paulo, é modelo de inclusão social e sustentabilidade que valoriza a capoeira enquanto manifestação e patrimônio cultural brasileiro. Contar com mestres, contramestres e professores de capoeira, caracteriza interpretação própria e singular de ritmos brasileiros como o samba de roda, ijexá, congo-de-ouro, barravento, além de ladainhas, chulas e corridos, tudo com arranjos arrojados e inéditos de Mestre Dinho Nascimento.

Os berimbaus são cuidadosamente afinados e agrupados em naipes: berimbau gunga ou berra-boi (som grave), de centro (som médio) e o viola ou violinha (som mais agudo). O “Berimbum”, com som super-grave, é tocado com arco de violoncelo. E o “Berimbau de lata” também tocado com arco, mais parece uma rabeca.

Vozes entoam os versos das ladainhas, corridos e canções. Alguns instrumentos como o guimbarde ou trump (berimbau de boca), agogô, pandeiro, reco-reco, ganzá, triângulo, atabaque, matraca, efeitos diversos e palmas completam a sonoridade.

A orquestra mostra a versatilidade do berimbau como instrumento musical, já que no seu repertório encontramos tanto toques da capoeira quanto outros gêneros da música brasileira.

Lançamento do 1º CD da Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene

A Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene lança seu primeiro CD, Sinfonia de Arame, com berimbaus cuidadosamente afinados e agrupados em naipes (berimbau gunga ou berra-boi com som grave, berimbau de centro com som médio e o berimbau viola ou violinha com som mais agudo), com o berimbum, criação de Dinho Nascimento de som super-grave tocado com arco de violoncelo, e o berimbau de lata também tocado com arco, parecendo uma rabeca.

Vozes entoam os versos das ladainhas, corridos, chulas, samba e samba-de-roda. Alguns instrumentos como o guimbarde ou trump (berimbau de boca), kalimba, caixa do divino, agogô, pandeiro, reco-reco, ganzá, triângulo, atabaque, matraca, efeitos diversos e palmas completam a sonoridade.

A Orquestra mostra a versatilidade do berimbau interpretando toques da capoeira e ritmos da música brasileira, com arranjos e regência de mestre Dinho Nascimento.

Este CD promove a acessibilidade do deficiente visual possuindo escrita em Braille, desenvolvida para leitura dos cegos através do tato.

Convidados muito especiais participam em Sintonia de Arame: a Orquestra de Tambores de Aço (na música Amazonas), o Quarteto Pererê (em Peixinhos do Mar), Tião Carvalho (em Puxada de Rede) e Toninho Carrasqueira (em Toque de Mestre e Sertão de Caicó).

 

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Mundial Muzenza de Capoeira: no berimbau e no batuque

Na ginga e no batuque, ao som da voz e do berimbau será disputado no próximo fim de semana, de 19 a 21 de agosto, na cidade do Rio de Janeiro, o Mundial de Capoeira do Grupo Muzenza. Cascavel será representada por Fabíola da Roza, Júlio Ferreira e o professor Renê dos Santos.

Na bagagem, a experiência de anos de aulas e a vivência na capoeira. “Muzenza é um estilo de vida. Foi através da capoeira que melhorei meu condicionamento físico e me mantive fora dos vícios de fumar ou beber. Além de fazer inúmeras novas amizades com pessoas do mundo inteiro”, revelou Fabíola, que começou com o grupo Muzenza há mais de 10 anos, quando ainda morava em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, atraída pela música, dança e a luta. Há três anos, Fabi integra o grupo em Cascavel.

 

Disputas

Segundo nos contou Fabíola, em entrevista para esta Gazeta, no Mundial são disputados o jogo da capoeira, o melhor tocador de berimbau e o festival de música.

 

Festival de música

O grupo Muzenza tem 21 CD’s gravados no mundo todo. As melhores músicas são selecionadas e participam destas gravações. No festival, o grupo inscreve a música e se apresenta ao som de uma orquestra de berimbaus. Os três cascavelenses vão concorrer com duas canções escritas por Marco Aurélio, que não participará deste mundial, mas cedeu suas canções para competir.

 

Campeonato de capoeira

 

Dos três representantes da ‘cidade da serpente’, dois vão trocar de corda (graduação dentro da Muzenza): Fabi vai passar da 6ª corda, de cor laranja e verde, para a 7ª corda de cor verde; Renê que está na 9ª corda, vai passar para a 10ª de cor azul e vermelha, graduação de monitor.

As disputas dos jogos de capoeira são divididas conforme a cor da corda. “São feitas as rodas de capoeira, ao som da orquestra de berimbaus, onde são feitos os jogos. Três juízes, um central e dois laterais, avaliam a técnica, a sequência de movimentos, a destreza e os fundamentos da capoeira”, contou-nos Fabíola.

Os melhores capoeiristas são premiados com troféu e medalha. “Ainda não sabemos se terá também uma premiação em dinheiro”, comentou Fabi. “É o segundo mundial que eu participo. É muito difícil conseguir premiação porque o nível é muito alto entre os competidores e depois, os brasileiros que moram na Europa, são os melhores do mundo, levam quase todos os títulos. Mas o importante é participar do evento, integrar e fazer novas amizades”, argumentou.

Em Cascavel

O grupo Muzenza no mundo inteiro é liderado pelo presidente Mestre Burguês. Em Cascavel, o grupo é organizado pelo professor Renê que é aluno do Mestre Sargento, de Portugal. Ao todo são mais de 90 capoeiristas de várias idades, que participam do Muzenza na cidade da serpente.

Viagem

Os três cascavelenses viajam hoje à noite até Foz do Iguaçu de onde partem de avião até a capital fluminense, para participar do Mundial.

 

Fonte: http://www.cgn.inf.br/

Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene – Direção e Regência: Dinho Nascimento

Os berimbaus são cuidadosamente afinados e agrupados em naipes: berimbau gunga ou berra-boi (som grave), de centro (som médio) e o viola ou violinha (som mais agudo). O “Berimbum”, com som super-grave, é tocado com arco de violoncelo. E o “Berimbau de lata” também tocado com arco, mais parece uma rabeca.

Vozes entoam os versos das ladainhas, corridos, chulas, samba e samba-de-roda. Alguns instrumentos como o guimbarde ou trump (berimbau de boca), agogô, pandeiro, reco-reco, ganzá, triângulo, atabaque, matraca, efeitos diversos e palmas completam a sonoridade.

A Orquestra mostra a versatilidade do berimbau interpretando toques da capoeira e ritmos da música brasileira, com arranjos e regência do mestre Dinho Nascimento.

Histórico da Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene

A idéia de uma Orquestra de Berimbaus surgiu nos encontros informais que aconteciam na pracinha do morro, ao cair das tardes de domingo, quando Dinho Nascimento e alguns amigos se reuniam para tocar, jogar capoeira e passar seus ensinamentos aos mais jovens e outros recém-chegados.

Em 2000, Dinho Nascimento dirigiu a Orquestra de Berimbaus do Espetáculo Étnico apresentado aos presidentes dos países participantes da XIX Reunião do Conselho do Mercado Comum do Mercosul, realizado em Florianópolis (SC).

No 452º aniversário de São Paulo (em 2006), a Orquestra de Berimbaus foi regida por Aluá Nascimento, músico percussionista popular e erudito que também fez os arranjos e a escolha do repertório das apresentações no Parque D. Pedro e na Praça do Patriarca, centro da cidade.

Em 2007 a idéia ressurgiu nos cursos oferecidos pelo Projeto Treme Terra (Morro do Querosene) e a Orquestra de Berimbaus tocou nas Oficinas de Percussão do PercPan 2007, festival internacional de percussão.

Em fins de 2007 consolidou-se a formação atual. A Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene foi convidada a participar de um evento da Prefeitura de Santo André (SP). Pouco antes desta apresentação, em 01/11/2007, estreou no CEU Butantã, teatro da Prefeitura de São Paulo. Deste momento em diante, as apresentações se sucederam: SESC-SP (Ipiranga, Campinas, Bauru, Vila Mariana, Interlagos e Taubaté); Festival da Juventude (no Memorial da América Latina); Off-FLIP (Paralela à Feira de Literatura Internacional de Paraty – RJ) quando tocou na histórica Igreja de N.S. Rosário e de S. Benedito; na Virada Cultural 2008,  tocando no Largo do Paissandu; na marquise do MAM (Rio de Janeiro-RJ)  e no Pepsi-on-Stage (Porto Alegre-RS), participando do evento C&A Pop Music; na Casa de Cultura do Butantã (na Semana da Consciência Negra); pelo Pro-Art, em vários CEUs (Centro de Educação Unificado do Município de São Paulo); na Virada Cultural Paulista 2009, apresentando-se na cidade de São José do Rio Preto; na Casa de Cultura Tainã, Ponto de Cultura em Campinas; em Academias de Capoeira e nas festividades do Bumba Meu Boi, no Morro do Querosene.

Em dezembro de 2009, a Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene foi contemplada com o título “Ponto de Cultura” do Programa Mais Cultura, uma iniciativa do Ministério da Cultura em parceira com a Secretaria Estadual da Cultura.

Quase que simultaneamente, a Orquestra foi selecionada pelo Programa de Ação Cultural da Secretaria Estadual da Cultura, ProAC nº18, incentivo para gravação de disco inédito. A Orquestra já iniciou as gravações e em meados de agosto, ou mais tardar setembro, deverá estar lançando no mercado seu primeiro CD denominado “Sinfonia de Arame”.

Em janeiro/2010, a Orquestra apresentou-se no Centro Cultural da Marinha, participando de um evento de intercâmbio cultural com estudantes vindos de Dubai (Emirados Árabes). E em março, esteve em Fortaleza onde se apresentou no Centro Cultural Dragão do Mar, por ocasião da TEIA Brasil 2010.

 

Dica Portal Capoeira:

Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene - Direção e Regência: Dinho Nascimento

 

Existem alguns vídeos gravados ao vivo que dão uma idéia da apresentação e podem ser apreciados em:

 

{youtube}2sFkoXyNEY8{/youtube}

Berimbau Blues no PERCPAN

{youtube}p6mowQeoGPM{/youtube}

Orquestra no SESC Campinas

{youtube}ysG0zzqpLws{/youtube}

Oficina na Casa Tainá

Maringá: Dinho Nascimento reinventa os sons

Dinho Nascimento, um dos maiores percussionistas do País e descobridor de novas sonoridades a partir do berimbau, faz show hoje na cidade de Maringá, no Centro Cultural Sucena, dentro de festival afro.

O copo de vidro desliza sobre a corda do berimbau e surge o som de banjo, o instrumento do blues. O resultado inesperado é obra de Dinho Nascimento, 58 anos, capoeirista, cantor, compositor e percussionista baiano radicado em São Paulo, no Morro do Querosene – um encrave de artistas nordestinos no bairro do Butantã, próximo à Universidade de São Paulo (USP).

O artista acrescenta novas sonoridades à música brasileira, como mostram os CDs “Berimbau Blues” (que venceu o Prêmio Sharp em 1997), “Gongolô” (2000) e Ser-Hum-Mano (2006), dirigido pelo filho Aluá Nascimento.

As canções de Mestre Dinho passeiam pelo afoxé, samba de roda, capoeira, maculelê, maracatu, tambor de crioula, salsa, rap e reggae. O percussionista mistura esses ritmos a instrumentos inusitados, como o berimbau viola, de sonoridade aguda; o gunga; o berra-boi, com som grave; o berimbaixo; e o berimbum, um berimbau supergrave com corda de contrabaixo e que é invenção do próprio artista.

Nos anos 80, Dinho saiu de Salvador para fixar residência em São Paulo, no Morro do Querosene, onde mora até hoje. Na capital paulista, conheceu a coreógrafa húngara Maria Duschenes, que estava no Brasil para dar aulas de dança.

“Ela pediu que fizesse uma música para uma coreografia, mas queria algo inovador com o berimbau”, lembra. Ele aceitou o pedido e foi para casa em busca da invenção. “Estava com um copo de água na mão, encostei o vidro na corda do berimbau e ouvi o som de banjo e disse: ‘Caramba, isso é blues no berimbau”, conta.

“Lembro que fiquei assustado comigo mesmo e me perguntava se deveria ou não mostrar isso à Maria (a coreógrafa). Acabei mostrando e ela gostou.”

Dinho estará em Maringá hoje à noite para um show no Recanto Romano, a partir das 21 horas. O show faz parte do 9º Mega Evento Afro-brasileiro, promovido pelo Centro Cultura Sucena.

O percussionista estará acompanhado de mais dois músicos: Gabriel Nascimento (pandeiro e djemb — um tipo de tambor) e Cecília Peligrini (voz e percussão). A apresentação contará com berimbau blues, samba de roda, toque de mestre, ladainhas de capoeira, além de músicas do folclore. Antes do show, será servido um jantar afro-brasileiro, com cuscuz, feijão de corda e quibebe.

Doze anos após o lançamento de “Berimbau Blues”, Dinho conta que o som do banjo no instrumento africano ainda impressiona o público. “Antes de gravar o disco, alguns torciam o nariz para a novidade e diziam que eu estava mudando a cara da capoeira”, conta.

Hoje, a reação é de espanto, mas deixou de ser negativa. “O blues é um estado de espírito e o berimbau tem tudo a ver com o blues. O toque do berimbau é solene, é ele que dita o ritmo da roda de capoeira.”

O artista baiano acompanhou e participou de gravações com Tom Zé, João Donato, Pena Branca e Xavantinho, Renato Teixeira, Inezita Barroso, Zé Ketti, Clementina de Jesus, Osvaldinho da Cuíca, Batatinha, Alcione, Marcos Suzano, Walter Franco, Flávio Venturini, Tetê Spíndola e Renato Borghetti. No cenário internacional, tocou com Bill Close e Kewin Welch. Dinho já levou seu show para Portugal, Espanha, Estados Unidos, Alemanha, Cuba e Inglaterra.

Suas composições foram parar na trilha de espetáculos de dança de Maria Duschenes, Ioshi Morimoto, Clive Thompson, Klaus Viana, e Lia Robato, entre outros. No cinema, as músicas de “Berimbau Blues”, sonorizaram trecho do documentário “Cine Mambembe – o cinema descobre o Brasil”, de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi.

Além do show de Dinho Nascimento, o Centro Cultural Sucena promove uma oficina de montagem de atabaques, hoje, das 9 horas às 17 horas. No sábado, haverá roda aberta e campeonato de capoeira. No domingo, serão realizadas oficina com Dinho Nascimento e a 9ª Mostra da Cultura Afro-brasileira.

Orquestra de 13 berimbaus

Treze crianças do Morro do Querosene, em São Paulo, e amigos de Dinho Nascimento formam a Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene. Ao todo, são 13 berimbaus. Os instrumentistas interpretam toques de capoeira, samba de roda e canções da música popular.

A orquestra existe há 25 anos, mas somente há quatro passou a se apresentar formalmente ao público. A apresentação mais recente foi para uma plateia de 200 crianças na Universidade de São Paulo (USP), na última quarta-feira.

Dinho conta que a orquestra surgiu nos encontros que ele promovia em uma praça do Morro do Querosene. Lá, reunia amigos e crianças para tocar berimbau e jogar capoeira.

Nesta semana, a Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene foi uma das 300 contempladas para serem Pontos de Cultura. O grupo deve receber R$ 180 mil, divididos em três anos, para aplicar no projeto. O investimento é do Ministério da Cultura e da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.

Fonte: http://www.odiariomaringa.com.br/

Aconteceu: Orquestra de Berimbaus faz apresentação gratuita na Bomba do Hemetério

A Orquestra de Berimbaus da Bahia fez apresentação gratuita na Praça Castro Alves, na Bomba do Hemetério, Zona Norte do Recife.

À noite, houve apresentação de um grupo de percussão local, o Tambores do Banzo, que resgata a cultura afro, através do maracatu, coco, ciranda e mangue beat.

A iniciativa faz parte do Programa de Desenvolvimento Local da Bomba do Hemetério (Bombando Cidadania), uma iniciativa do Bompreço, através do Instituto Wal-Mart. O programa começou em junho de 2008, e atua nos eixos de cultura, educação, saúde e geração de trabalho e renda.

ORQUESTRA

A Orquestra de Berimbaus da Bahia é composta principalmente por mestres de capoeira. Os músicos se apresentam dispostos como uma sinfônica, em três tipos de berimbaus: a violinha, o berimbau e o Gunga, que vão do som agudo ao mais grave.

Entre os ritmos tradicionais da capoeira, estão o de São Bento, Una, Angola e do Samba-de-roda. A Orquestra de Berimbaus faz parte da proposta de trabalho do Pólo de Capoeira de Lauro de Freitas, criado em 2006 para desenvolver a cadeia produtiva em torno do esporte.

da Redação do pe360graus.com

SESC: Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene

O SESC Vila Mariana apresenta:

Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene

Formada por jovens do bairro do Butantã e Morro do Querosene, a orquestra mostra toda a versatilidade do instrumento, interpretando toques da capoeira e ritmos da música brasileira, com arranjos e regência do Mestre Dinho Nascimento.

A Comunidade do Morro do Querosene tem uma extensa agenda de atividades, sendo uma das mais relevantes e imperdiveis a Festa do Boi, comandada pelo Carismático Tião Carvalho.
 

Assista o vídeo da Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene

{youtube}Q-YxwN5gHYA{/youtube}

DIA 20 DE SETEMBRO, SÁBADO, ÀS 13:30H
Praça de Eventos SESC Vila Mariana
Rua Pelotas, 141 – Fone: 5080-3000
De terça a sexta, das 9h às 21h30
Sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h30

email@vilamariana.sescsp.org.br

Visite: http://www.sescsp.org.br

Kina Mutembua e Orquestra de Berimbaus traz a África para o Brasil

Grupo apresenta espetáculo Intore baseado em dança tradicional dos guerreiros de Ruanda.

 

Em busca da valorização das raízes culturais do país, o grupo Kina Mutembua e Orquestra de Berimbaus da ONG Ação Comunitária do Brasil/RJ (ACB/RJ) mergulha na história e traz à cena o espetáculo Intore. A temporada de shows de dança e música afro-brasileira estréia dia 07 de maio às 19h no Teatro SESI da FIRJAN e fica em cartaz até o dia 21.

Intore, que significa “os escolhidos”, é uma dança tradicional que com movimentos fortes narra a vida de heróis e Reis de Ruanda, na África. Criada há séculos atrás, era originalmente apresentada por guerreiros apenas para a corte real. Nas tradições, os guerreiros intore são selecionados pela excepcional qualidade física e moral e são conhecidos por sua elegância, humildade e honradez.

Sob a direção artística do coreógrafo Charles Nelson, o espetáculo recria os elementos básicos da dança ancestral mantendo a tradição da utilização dos tambores rituais ingomas, vindos de Ruanda. O primeiro ato do espetáculo apresenta o cotidiano de uma tribo africana e suas tradições, retratando situações de caça, agradecimentos a divindades, rituais de modo geral e simboliza a força através da dança dos guerreiros. O grande destaque é a dança da guerra, onde movimentos fortes criam uma coreografia complexa com brutal agressividade.

Com o apoio da Petrobras, a montagem foi elaborada a partir dos resultados da Cooperação Sul Sul Brasil-África realizada com o apoio da ONU no final de 2006. O resultado mescla a tradição ruandesa com elementos da cultura popular brasileira. O intercâmbio com artistas do Ballet Nacional de Ruanda deu ao musical o tom da miscigenação cultural e étnica que orienta todos os trabalhos da Ação Comunitária. O resultado dessa cooperação foi destaque no relatório da UNCTAD sobre as experiências de destaque envolvendo o conceito de economia criativa no Brasil.

Kina Mutembua – Batizado com nome em dialeto banto que significa Dançando com o Vento, o grupo Kina Mutembua da ONG Ação Comunitária do Brasil/RJ caracteriza-se pela dança afro associada à capoeira e ao uso de músicas em dialeto banto em seus shows.

Composto por jovens com idade entre 10 e 30 anos, o grupo iniciou sua trajetória há quatro anos sob orientação de um corpo docente formado por professores de expressão corporal, artes cênicas, dança afro, canto e percussão. A partir dessa experiência, surgiu a Orquestra de Berimbaus que tem como base voz, berimbaus e instrumentos de percussão e efeito.

Coisas Nossas, o primeiro espetáculo do grupo, foi apresentado em espaços culturais tradicionais do país como Teatro Rival Petrobras, Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, Teatro Municipal Raul Cortez, Teatro Francisco Nunes (Belo Horizonte), Teatro Nacional de Brasília, Conjunto Cultural da República, Teatro Odylo Costa Filho, Circo Voador e SESC Tijuca. O histórico de apresentações deste grupo ultrapassa as fronteiras do Brasil, o Kina Mutembua já soou seus tambores e mostrou as tradições da capoeira na festa de aniversário da cidade Rinconada de Los Andes (Chile) em 2004.

Ação Comunitária do Brasil/RJ – Fundada há 40 anos junto a comunidades de baixo desenvolvimento econômico, a Ação Comunitária do Brasil/RJ é uma das pioneiras na área de responsabilidade social no Brasil.

Com 40 anos de experiência, a ONG contribui com a definição de políticas e práticas de geração de trabalho e renda para moradores de comunidades de baixa renda. Funciona como incubadora de empreendimentos adotando os princípios da economia solidária e do comércio justo. Recentemente foi destacada pela ONU como um exemplo a ser seguido no combate ao racismo e escolhida, por esta organização, para a realização de experiências-piloto de cooperação Sul-Sul na área da economia criativa. | Site: www.acaocomunitaria.org.br

.Show Intore – grupo Kina Mutembua e Orquestra de Berimbaus, com temporada: 07/05, 13/05, 14/08 e 20/05, 21/05, às 19h30, no Teatro SESI – FIRJAN – Avenida Graça Aranha, 01. Centro – Rio de Janeiro. Ingresso: R$ 12 inteira – R$ 6 meia entrada.

Fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=38429

Ministério da Cultura entrega prêmio Culturas Populares 2007

BRASÍLIA – O primeiro dia de 2008 é especialmente de festa para os grupos de cultura popular espalhados pelo Brasil. É que na segunda-feira foi o último dia para o Ministério da Cultura pagar os R$ 10 mil de cada iniciativa vencedora do Prêmio Culturas Populares 2007.

Dessa vez, o prêmio homenageou Mestre Duda por causa das comemorações dos 100 anos de frevo em Pernambuco. Ao todo, foram 260 premiados, divididos em 3 categorias: mestres e grupos tradicionais, iniciativas de governos (prefeituras e governos estaduais) e iniciativas da sociedade civil organizada.

O principal objetivo do prêmio é ajudar os grupos de culturas populares a se manterem e estimular as prefeituras para que realizem festivais para difundir as tradições populares. Temos hoje uma necessidade de difundir e divulgar essas culturas. A maioria dessas manifestações tem alguma ligação com a parte religiosa, com promessas, com as festas. Outras são brincadeiras só para fruição dessas comunidades, disse o gerente da secretaria da identidade e da diversidade cultural do Ministério da Cultura, Américo Córdola, em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional.

Segundo ele, além de valorizar o folclore e as tradições populares, a secretaria também está fazendo um registro da diversidade lingüística do Brasil.

Informações sobre o Prêmio Culturas Populares 2007: (61) 3316-2117.

Informações à imprensa: (61) 3316-2129.

Maestro Duda ou mestre Duda, o José Ursicino da Silva, nasceu em Goiana interior de Pernambuco, em 23 de dezembro de 1935. Aos oito anos começou a estudar música, aos dez já era integrante da banda Saboeira e logo escrevia sua primeira composição, o frevo Furacão. Dali podia-se prever o que se tornaria Duda um dos maiores regentes, compositores, arranjadores e instrumentista de todos os tempos e do frevo em especial. Gênio da composição e arranjo, como ampla formação chegou a tocar Oboé na Orquestra de Recife, mas seu múltiplo talento o levou a experimentar de tudo. Formou várias bandas de frevo que invariavelmente eram eleitas nos carnavais como as melhores do ano.

A carreira é repleta de sucessos e de grandes parcerias: Para o teatro músicou, "Um Americano no Recife" como direção de Graça Melo e outras peças dirigidas por Lúcio Mauro e Wilson Valença. Foi chefe do departamento de música da TV Jornal do Commercio e depois contratado da TV Bandeirantes em São Paulo. Compositor de choros gravados por Severino Araújo e Oscar Miliani, sambas gravados por Jamelão, músicas para Quinteto de Sopros e Quinteto de Metais, banda e orquestra, recebeu o prêmio de melhor arranjo de música popular brasileira em 1980, em concurso promovido pela Globo, Shell e Associação Brasileira de Produtores de Discos.