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Teresina: Pacientes do CEIR participam de batizado de capoeira

Superação e reconhecimento através do esporte. Esses foram os sentimentos estampados no rosto dos 24 pacientes do Centro Integrado de Reabilitação (CEIR) – que praticam capoeira – durante o batizado e troca de cordas de capoeira nesse sábado (25). O evento contou com a participação de dez grupos de capoeira de Teresina.

Realizado na Unidade Escolar Profª Maria do Carmo Reverdosa da Cruz, bairro Renascença, zona Sudeste de Teresina, o V Batizado e Troca de Cordas dos pacientes do CEIR, ocorreu juntamente com o VII Batizado e Troca de Cordas do Grupo Iê Berimbau, E faz parte das comemorações da Semana da Consciência Negra.

A alegria era visível nos olhos do pequeno Marcus Vinícius, de 3 anos, que após cinco meses na capoterapia, conseguiu, finalmente, a primeira corda. “O batizado na capoeira foi um momento maravilhoso”, relata a mãe de Marcus Vinícius, Marília Amorim.
“Meu filho sofre de paralisia cerebral, mas desde que começou o tratamento no CEIR tem melhorado bastante a coordenação motora e isso tem me ajudado muito também. Vinícius faz arte, fonoaudióloga e piscopedagogia, mas a capoeira é que ele mais gosta de fazer”, ressalta Marília.

O ritual de batizado e a troca de cordas é um momento simbólico que representa uma ascensão dentro do esporte, baseada na maturidade dos alunos, na freqüência e tempo de pratica da capoeira.

De acordo com coordenador do setor de Reabilitação Desportiva do CEIR, Childerico Robson, o evento de batizado e troca de cordas para os pacientes vem abrilhantar e fechar com chave de ouro o excelente ano que os jovens da capoeira tiveram.

“Este evento serve para somar as energias dos nossos jovens para mostrar que a capoeira não é só uma luta, capoeira é cultura, é ginga, é musicalidade e tudo isso tem sido muito importante no tratamento e na reabilitação desses jovens”, destaca Childerico Robson.

Na última quinta-feira (21), o Centro Integrado de Reabilitação (CEIR) se consagrou como o grande vencedor do Prêmio Piauí de Inclusão Social 2013. O prêmio foi conquistado pelo setor de Reabilitação Desportiva do centro, que disputou com 24 outras iniciativas de inclusão social.

Atualmente, a capoeira do CEIR conta com 35 pacientes, com idade entre um ano e meio e 25 anos. A Reabilitação Desportiva do Ceir atende uma média de 150 pacientes e oferece a prática de esportes em modalidades como natação, futebol, basquete e capoeira.

 

Fonte: cidadeverde.com
Redação: redacao@cidadeverde.com

Fotos: Eduardo Marchão/CidadeVerde.com

Grupo de Capoeira Nação Recife/AACD

Recife: o trabalho de Capoeira com crianças portadoras de deficiências, começou em 2005 a princípio com uma desconfiança mais depois se tornou uma realidade, hoje o Grupo de Capoeira Nação Recife/AACD, sob a direção e coordenação do Mestre Júnior, Prof de Edc Física e História da Capoeira, coordena as aulas com movimentos de Capoeira adaptados para os pacientes (alunos), dentro da grande ludicidade que esta arte contém.

 

Serviço:

Workshop sobre Capoeira Inclusiva e os benefícios que ela pode trazer aos adeptos com necessidades especiais

Mestre Júnior

(81)97701889/86192109 – mestrejunior1@gmail.com

Capoeira é usada como tratamento de reabilitação física no Ceir

Capoeira voltada à reabilitação física, inclusão e acessibilidade da pessoa com deficiência. Essa, talvez, seja uma das melhores expressões para caracterizar a capoeira desenvolvida semanalmente no Centro Integrado de Reabilitação (Ceir), em Teresina. A instituição trabalha com a adaptação, readaptação e reabilitação da pessoa com deficiência física.

No setor de reabilitação desportiva a capoeira é um dos esportes oferecidos aos pacientes em tratamento. A atividade além de fomentar a socialização, auto-estima e independência do paciente é, também, responsável pelo ganho de agilidade, força muscular e coordenação motora.

Não existe restrição para a prática do esporte. Os praticantes apresentam diagnósticos, idades e necessidades diferentes que se encontram no mesmo ritmo do berimbau.

A dona de casa Nirinalva Mendes da Silva conta que seu filho, Lyedson Matheus, de 4 anos, melhorou muito depois que começou a participar da capoeira. “Antes, ele não segurava o pescoço e não tinha equilíbrio nenhum. Agora rola e dobra as pernas”, disse. A conquista é motivo de emoção ainda maior quando a mãe lembra que o obstetra não acreditava na sobrevivência do menino após a constatação da doença no parto.

O professor Childerico Robson finaliza que o trabalho desenvolvido com os pacientes é fruto de grande satisfação pessoal. “Me sinto realizado em saber que contribuí nem que seja um pouquinho para a melhoria de vida desses meninos e meninas”, frisou. Hoje, ele trabalha a capoeira para 20 pacientes que recebem tratamento no Centro.

Pioneirismo: Capoeira como tratamento para saúde mental

Oficina gratuita mostra resultados positivos da capoeira como instrumento terapêutico no tratamento da saúde mental

 

Projeto iniciado pioneiramente em Pernambuco há mais de dez anos comprova que a capoeira pode ser um importante aliado no tratamento de pacientes com transtornos psicóticos

 

O Ateliê da Casa, espaço que acolhe pacientes com transtornos psicóticos funcionando como centro de convivência e hospital-dia, onde as pessoas em tratamento produzem arte, cultura e educação na busca pela profissionalização, reabilitação e reinserção social, abre as portas para estudantes e profissionais da área de saúde mental e ao público em geral para a realização da oficina “Capoeira sócio-inclusiva”, dentro das ações do projeto Casa Aberta. A inscrição é gratuita, mas é preciso confirmar presença pelo telefone (81) 3441.0433. Será neste sábado (20), a partir das 10h, no CAPS Casa Forte, no Recife, capital pernambucana.

A oficina contará com a participação de alguns dos usuários atendidos pelo CAPS Casa Forte e também familiares. Será coordenada pela psicóloga e capoeirista Flávia Araçá e ministrada por Flávia, em parceria com o mestre de capoeira Gil Velho, uma referência nacional no esporte/arte/dança. A prática da capoeira como instrumento terapêutico no tratamento da saúde mental vem sendo usada de forma pioneira em Pernambuco há mais de uma década, em trabalho iniciado pelo Núcleo de Atenção Psicossocial de Pernambuco (NAPPE), que também funciona como hospital-dia no tratamento de portadores de transtornos psicóticos crônicos e agudos no Recife. Há oito anos foi adotada também pelo CAPS Casa Forte. “Os efeitos positivos já são comprovados e agora estamos abrindo a casa para que os estudantes e profissionais da área de psicologia possam vivenciar essa experiência conosco”, diz o psiquiatra Marcos Noronha, um dos fundadores do CAPS Casa Forte.

De acordo com Flávia Araçá, a oficina tem como objetivo comprovar na prática o valor terapêutico da capoeira e seu potencial de estímulo da criatividade, controle físico e mental, desenvolvimento psicomotor e também colaborar para que o indivíduo enfrente melhor as situações do dia a dia, incentivando dessa forma a busca da autonomia, e ainda sendo um meio incentivador à reintegração social. Outra função é promover uma nova visão de política cultural e da política de saúde mental, onde o respeito à identidade e à diversidade são os vetores principais.

A metodologia usada busca promover o resgate da identidade do indivíduo em seu espaço vivencial. Visa também o resgate de parte da percepção, sobre a importância da autonomia do indivíduo na construção de sua realidade vivencial. “A prática adotada elege como elemento de resgate desta perspectiva a interação do sistema sensorial corporal com a memória genética do indivíduo. Pretendemos com essas oficinas contribuir no sentido de atender às necessidades e demandas dos portadores de sofrimento mental”, esclarece Flávia.

A oficina de capoeira faz parte do projeto Casa Aberta, que acontece uma vez por mês e tem o objetivo principal de aproximar pacientes, familiares e a sociedade em geral na busca por um melhor entendimento geral sobre os distúrbios mentais e as possibilidades de melhoria da qualidade de vida a partir de uma melhor compreensão social e desenvolvimento das habilidades destes pacientes.

O Ateliê da Casa, inaugurado há dois anos, é coordenado pela equipe de psicólogos e psiquiatras do CAPS Casa Forte e realiza uma série de atividades, como oficinas de teatro, argila, música, culinária, interpretação de sonhos, cinema, capoeira, poesia e contação de histórias, entre outras.

 

Serviço:

CAPS Casa Forte

Rua Marechal Rondon, 256, Casa Forte, Recife/PE

Telefone: (81) 3441.0433

www.capscasaforte.com.br

 

ATELIÊ DA CASA: Rua Marechal Rondon, 360, Casa Forte

NAPPE: Rua Dom Carlos Coelho, Boa Vista, Recife/PE

 

SILVINHA GÓES ((81) 3445.8586 / 8743.0443)

Ceará: Capoeira como terapia

Grupo vai às praças e áreas de lazer para ensinar o esporte

Muita gente está superando o cansaço e o estresse fazendo capoeira. Em Fortaleza, um grupo vai às praças e áreas de lazer para ensinar as técnicas. Quem frequenta as aulas, fica surpreso com a experiência.

A nova função da capoeira não conhece idade, classe social ou porte físico. As aulas, comandadas pelo Mestre Rato, são um convite para liberar o estresse.

Em uma turma, por exemplo, o objetivo não é aprender a lutar ou se tornar um profissional de capoeira. O importante é trabalhar a auto-estima e dar um novo ritmo à vida.

Praticantes por terapia

A dona de casa Fátima Carvalho, de 49 anos, conheceu a capoeira no bairro onde mora. Ela fez a primeira aula há 3 anos e nunca mais parou.

Sandra começou com o filho adolescente, que acabou desistindo, mas ela, não. Continua firme e forte há 2 anos.

A médica Virlênia Barros diz que recomenda a atividade para os pacientes, e não é só por causa do esforço físico.

Ao som do berimbau, eles buscam a sensação de liberdade na dança dos escravos.

Serviço: a sede do projeto funciona na avenida Pessoa Anta, 218, ao lado do Dragão do Mar. O contato é com o Mestre Rato no telefone (85) 8866 – 5835. O próximo encontro, aberto ao público, é no domingo (24), às 18h.

 

http://tvverdesmares.com.br/

Recife: Pacientes da AACD recebem batismo em grupo de capoeira

Onze pacientes da AACD-PE (Associação de Assistência a Criança Deficiente) serão batizados no Grupo de Capoeira Nação Recife, no próximo sábado (18). O evento será realizado no Instituto Nossa Senhora de Fátima, às 13h. Esta será a primeira turma de pacientes da instituição que participará do batismo. O evento contemplará crianças portadoras de deficiência e não-portadoras.
 
As aulas de capoeira para deficientes foram iniciadas na AACD-PE em maio deste ano e são ministradas por um professor voluntário. Os atletas aprendem os elementos da capoeira adequados às suas necessidades. Com os pacientes que usam cadeira de rodas são feitos atividades de alongamento da coluna e relaxamento muscular. Crianças com paralisia cerebral interagem com a música e os que utilizam prótese foram iniciados em movimentos básicos da capoeira, como o aú (estrelinha), o agachamento e a ginga.
 
Fonte: Redação do pe360graus.com – http://pe360graus.globo.com

A inclusão do educador em capoeira no setor de tratamento em dependência química e saúde mental

CAPOEIRA SOLIDÁRIA

"A inclusão do educador em capoeira no setor de tratamento em dependência química e saúde mental"
 
A área médica volta o olhar para as terapias esportivas como fator de tratamento de jovens e adultos dependentes de álcool e drogas. Neste sentido, a capoeira surge como uma proposta na organização corporal e mental do indívíduo dependente. Trabalhando a socialização, o esquema corporal e o auto controle, a capoeira contempla o tratamento psiquiátrico e psicológico trazendo pontos positivos aos pacientes,  além de alegrar a alma do praticante. A capoeira vem sendo utilizada diariamente, como doses homeopáticas, nas oficinas de centros de atenção psicossocial, clínicas de reabilitação, setores de saúde mental e hospitais; através do Projeto Beija-Flor/Grupo Macungo e seus educadores. A resposta dos pacientes é fantástica, sendo uma poderosa terapia associada aos grupos de psicologia. Como uma medicação, a capoeira vai gradativamente envolvendo o paciente o tornando mais resistente e sociável além de desintoxicar o indivíduo através de características aeróbicas contidas nas aulas. Fortalece ainda a musculatura; em muitos casos comprometida pelo déficit do metabolismo muscular e favorece a observação e diagnóstico dos pacientes, pois suas emoções são evidentes durante o jogo de capoeira sem possíveis fingimentos. Observa-se ainda que muitos pacientes se envolvem de tal maneira com a capoeira que procuram locais para praticá-la em outros horários aos do tratamento, ocasionando assim um projeto de redução de danos pois quando o indivíduo está treinando não está nas ruas ou bares fazendo uso de drogas e bebidas.
 
Para saber mais sobre a Capoeira no setor na saúde mental:

Ricardo Costa: beijaflor@portalcapoeira.com
Site com informações: http://bfcapoeira.vilabol.com.br

AACD incentiva pacientes a praticar esportes e Capoeira

A menos de três meses do início dos Jogos Parapan-americanos, que será realizado no Rio de Janeiro, um grupo de jovens pernambucanos está buscando inspiração no esporte para driblar suas limitações e lutar pela reintegração à sociedade. São pessoas que possuem algum tipo de deficiência física e recebem na Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) incentivo para adotar alguma prática esportiva como meio de sociabilização e, em alguns casos, de complemento aos cuidados médicos. Embora não tenha um setor de reabilitação desportiva, como existe na unidade de São Paulo, a AACD do Recife iniciou aulas de capoeira nesta semana que completou oito anos de funcionamento. Quando os pacientes demonstram potencial para outras modalidades, como natação, basquete e atletismo, eles também são motivados e encaminhados pelos médicos para a prática do esporte – só que em outros locais devido à falta de estrutura.
 
Alguns deles se destacaram e estão participando de competições nacionais. É o caso do paratleta Thyago Moura, 20 anos. Ele possui paralisia cerebral e é paciente da AACD desde a criação da entidade no Estado, em 1999. "Durante as hidroterapias, Thyago era muito ansioso, sempre demonstrou disposição na água e interesse de fazer algum esporte. Encaminhamos ele para a natação, mas agora ele se destacou no atletismo", revela a fisioterapeuta Simone Rosa da Silva. Hoje, o jovem é o orgulho da família. Conquistou mais de 35 medalhas e no fim de semana passado quebrou o recorde brasileiro no arremesso de dardo (8m59) durante o Circuito Loterias da Caixa Brasil Paraolímpico, realizado no Rio Grande do Norte. "O esporte é minha vida. Treino todos os dias à tarde e agora luto para ir ao Parapan", conta Thyago. A irmã, que também é sua assistente técnica, comemora o desempenho: "Desde que começou a treinar, aos 14 anos, ele só ganhou uma medalha de bronze. Depois só foi ouro", ressalta Luzia Cristiane, 26.
SAIBA MAIS
Pela primeira vez os Jogos Parapan-americanos serão disputados na mesma cidade, no Rio, e consecutivamente aos Jogos Pan-americanos. De 12 a 19 de agosto, cerca de 1.300 paratletas e 700 membros de delegações vão encarar a disputa em 10 modalidades.
Saiba mais aqui.
A família sempre buscou o melhor para Thyago, mas não imaginava que ele poderia ser um atleta. "Quando ele chegou na AACD não segurava nem a cabeça sobre o pescoço. Aqui, ele conseguiu reestabelecer 90% do equilíbrio, da fala e da auto-estima", conta Luzia. Mesmo já tendo recebido alta, ele faz revisões anuais na instituição. O incentivo dos familiares, segundo a neurologista e coordenadora clínica Vanessa Van Der Linden, é primordial para o desenvolvimento dos portadores de deficiência. "Se a família acredita no paciente e entende suas limitações, ela pode enxergar suas potencialidades e investir nelas." Vanessa lembra que é necessário respeitar as particularidades de cada doença e a vontade do paciente. "Não basta ter capacidade física, mas força emocional e disposição em praticar o esporte", destaca. Assim como Thyago, Hugo Santos, 15, recebe o apoio dos pais, amigos e médicos para continuar a praticar basquete e natação. Ele tem mielomeningocele e usa cadeira de rodas para se locomover, mas isso nunca foi um empecilho. "Durante os treinos, contribuo para meu desenvolvimento e faço amigos", conta o jovem que já foi campeão municipal de basquete sobre rodas. Atualmente, devido a ferimentos na pele (escaras), ele teve que se afastar das atividades. "É só o tempo dele melhorar e voltar a sua rotina", enfatiza a mãe Josefa dos Santos, 55.
 
Para o operador de rádio Zenas José de Farias, 41, o esporte é muito mais do que uma técnica de reabilitação ou complemento do tratamento médico. "Todo deficiente deveria procurar o esporte porque esporte é saúde e traz diversos benefícios, como aumento da coordenação motora e da auto-estima, além da aceitação da sociedade. É preciso entender que o deficiente é eficiente para alguma coisa". Zenas teve poliomielite aos três anos e, quando tinha 24, foi atropelado por uma kombi. "Tive que colocar platina no fêmur esquerdo, na patela esquerda e no pé direito, além de ser obrigado a usar muletas e um aparelho ortopédico fabricado pela AACD para me locomover", enumera. Quando apresentou melhora, ele decidiu mudar de vida. Fez natação e depois investiu no atletismo, no qual conquistou 35 medalhas em competições nacionais. Por pouco não obteve índice para o Parapan-americano no arremesso de disco, mas isso não o desanimou. "Quero continuar a praticar o atletismo. Até quando Deus me der saúde eu estou no esporte."
CAPOEIRA
 
A primeira aula de capoeira da AACD do Recife foi realizada nessa segunda-feira (14). Os movimentos básicos da luta servem para alongar, relaxar e divertir pacientes que têm paralisia cerebral, se locomovem com cadeiras de rodas ou usam próteses. Ao todo, 20 crianças a partir dos sete anos terão a oportunidade de participar das aulas, que serão ministradas pelo professor voluntário Severino Júnior. Cada uma, no entanto, aprenderá elementos da capoeira mais adequados às necessidades. Com os pacientes que usam cadeira de rodas, haverá atividades de alongamento da coluna e relaxamento muscular. Crianças com paralisia cerebral poderão interagir com música. Quem usa prótese poderá iniciar-se em movimentos básicos da capoeira, como o aú (estrelinha), o agachamento e a ginga.
Muitas iniciativas da AACD esbarram na falta de verba e espaço físico. A instituição sobrevive, entre outras coisas, do convênio com o SUS, doações de pessoas físicas e jurídicas, campanha dos cofrinhos e pela venda de artigos produzidos pela Oficina Ortopédica, a qual é a única do Estado que produz órteses e próteses sob medida. Saiba como ajudar abaixo.
 
Fonte: JC OnLine – Recife: http://jc.uol.com.br

TATUAGENS PERIGOSAS

Existe uma forma de tatuagem chamada estrela azul (Blue Star) que está sendo vendida nas escolas. É um pedaço de papel contendo uma estrela azul, tem o tamanho de uma borracha de apagar e cada estrela esta impregnado com LSD. A droga é absorvida pela pele pelo simples manuseio do papel.
Existem também algumas tatuagens em forma de selos (correio) com as seguintes figuras: * Superman * Mickey mouse * Palhaços * Personagens da Disney * Bart Simpson * Borboletas.

Todas estão impregnadas com drogas! Algumas com estriquinina!

Se alguma criança possui uma das tatuagens acima descritas, não as deixem utilizarem.
As reações são se instalam muito rapidamente.
Sintomas: * Alucinações. * Vômitos. * Crises incontroláveis de riso. * Mudança no comportamento e na temperatura do corpo.

Vamos manter estas tatuagens perigosas longe das nossas crianças!

Copie e distribua esta nota ao seu local de trabalho, aos amigos, às escolas locais, as igrejas eoutras agremiações comunitárias.

DIGA NÃO ÀS DROGAS !!!
FAÇA ESPORTE, TREINE CAPOEIRA !!!

Fonte:

  • J.O. Donnel – Danbury Hospital- Serviço de Tratamento de Pacientes Dependentes da Quimica.
  • MedicMail – Referencias da Medicina via Internet * Primeiro "site" brasileiro voltado para a area medica e da saude * Nosso dominio na Internet: * http://www.medicmail.com *   E-Mail: * medicweb@iconet.com.br*     Sao Jose dos Campos – SP – Brasil
    * Fone/Fax: + 55 (012) 341-7581
  • SECRETARIA DE ESTADO DOS NEGOCIOS DA SEGURANÇA PUBLICA
    POLICIA CIVIL DO ESTADO DE SÃO PAULO
    DELEGACIA SECCIONAL DE POLICIA DE CATANDUVA
    RUA CAFELANDIA, 312 – V. CELSO MOUAD – FONE: 522-5261