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Curso: Capoeira Um Instrumento Psicomotor para a Cidadania

No dia 29 de Março, das 8 às 16h, será oferecido o Curso Capoeira: Um Instrumento Psicomotor para a Cidadania, sob a coordenação do Mestre Gladson e do Professor Vinicius na Central de Cursos, Rua Treze de Maio, 681 – Bela Vista, São Paulo.

O curso versará sobre diferentes aspectos relacionados à Capoeira: aspectos históricos, ritualísticos e especialmente os aspectos pedagógicos – estratégias, metodologias, concepções, características, dinâmicas e objetivos envolvidos no processo educativo da Capoeira.

Maiores informações e oorientações para inscrições podem se obtidas no link http://www.posugf.com.br/site/curso.php?ID_Curso=323

Ou através do telefone 11-2714-5656

O valor do investimento é:

Até 20 dias antes do início do curso: R$ 20,00 + 1 X 60,00

Após 20 dias antes do início do curso: R$ 30,00 + 1 X 60,00

Pretende-se criar um espaço de vivência, de troca de informações e idéias entre professores, alunos e Mestres de Capoeira, profissionais que se dedicam ao ensino da Capoeira e acreditam nesta arte como um meio de educação e transformação social.

O Curso tem o mesmo título do livro Capoeira Um Instrumento Psicomotor para a Cidadania, publicado recentemente pela Editora Phorte e que tem tido uma repercussão bastante positiva no meio Capoeirístico, por contribuir para a reflexão e a prática pedagógica dos capoeiristas.

“Dois homens caminhando pela rua, cada um carregando um pão. Ao se encontrarem, trocam os pães entre si, cada um continua com um pão. No entanto, se dois homens caminham pela rua, cada um trazendo consigo uma idéia, se trocam idéias entre si, cada um sai com pelo menos duas idéias”.

Decanio, aluno de Bimba

 Decanio, aluno de Bimba, no filme MESTRE BIMBA, A CAPOEIRA ILUMINADA
 
Sobre a atividade de estivador de Bimba :
 
Ele era ajudante de carregador. O trabalho dele principal qual era?
carregar a faca dos estivadores. Como? Ele subia o elevador do taboão. Onde
tinha um posto policial, que, correr os estivadores, que eram conhecidos
como valentões, como brigões, pra pegar as facas.

Comprava um pão de um quilo, isso ele me contou foi assim cortava no meio,
enfiava fazia um buraco e botava o cabo, enfiava do outro lado e emendava o
pão. Passado o posto policial, ele entregava os pães a cada estivador e ia
embora