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Ji-Paraná: Secretário participa dos Jogos Mundiais de Capoeira

A Secretaria de Esportes de Ji-Paraná, por meio de seu Secretário, Cleberson Jair, o Biro Biro, participou do 8º Jogos Mundiais de Capoeira, que aconteceu no Rio de Janeiro, no período de 15 a 22 de agosto. O Secretário representou o estado de Rondônia acompanhado do esportista, Ronildo Farias, graduado em capoeira.

Segundo Biro, o encontro foi um grande momento para a troca de experiências entre gestores municipais. “Participamos de várias palestras, entre elas a de Gestão Pública do Esporte. Durante o evento o nosso professor de capoeira da Semes, o Roni, recebeu a graduação cordas azul e verde, o que muito nos orgulha, por ser ele de Ji-Paraná e principalmente por ser parceiro da Secretaria na realização de aulas de capoeira para crianças carentes do município”, disse.

Roni é da Associação da Arte da Capoeira de Ji-Paraná e atualmente atende 300 crianças em situação de risco no município com aulas nos bairros Duque de Caxias, JK e BNH (Cedel). Segundo Biro Biro, um convênio firmado pelo Poder Executivo Municipal permitirá que este atendimento seja expandido para os bairros Habitart Brasil e São Francisco, podendo dobrar o número de crianças atendidas.

Também participaram do evento no Rio de Janeiro esportistas da Alemanha, África, Polônia, Emirados Árabes e países da Europa, perfazendo um total de mais de mil participantes.

 

Fonte: http://www.rondoniadinamica.com

Paraná: Dia Estadual da Capoeira e Ofício dos Mestres

ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO PARANÁ – Centro Legislativo Presidente Aníbal Khury – PROJETO DE LEI Nº 142/2010

 

DECRETA:

Art. 1º Fica incluído no Calendário Oficial do Estado do Paraná, o Dia Estadual da Capoeira e Ofício dos Mestres.

Art. 2º A referida comemoração dar-se-á anual­mente no dia 20 de setembro de cada ano. O Poder Exe­cutivo deverá incentivar a participação das entidades representativas da Capoeira, bem como da iniciativa pri­vada, visando formar parcerias para a realização de reuni­ões, palestras e apresentações voltadas para a prática dessa cultura.

Art. 3º Esta lei entra em vigor na data de sua  aprovação, revogadas as disposições em contrário.

 

Sala das Sessões, em 05/04/10.

(a)    BETI PAVIN

 

JUSTIFICATIVA:

Em um Palácio Rio Branco cercado por aproxima­damente 20 grupos de capoeira da Bahia, do Rio e de Per­nambuco, no centro de Salvador, o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do IPHAN (Instituto do Patrimô­nio Histórico e Artístico Nacional) acolheu por unanimi­dade, o pedido de registro da Capoeira como Patrimônio Cultural Brasileiro, feito pelo Ministério da Cultura. É o ponto alto de uma história repleta de altos e baixos. “Não se pode esquecer que a prática foi, por muitos anos, con­siderada crime pelo Código Penal”, lembra a historiadora e capoeirista Adriana Albert Dias. “Hoje, é um símbolo nacional espalhado pelo mundo.”

Os registros mais antigos da capoeira vêm do século 18. Era praticada por escravos, sobretudo os vindo de Angola. O esporte-dança foi considerado crime até o fim da década de 1930. Só a partir de lá começou a alçar a fama, hoje estendida a cerca de 150 Países. Agora, passa a ser um dos 14 Patrimônios Culturais do País, junto com o frevo, o samba carioca e o ofício das baianas de acarajé, entre outros.

“Se hoje a manifestação é legitimada como um dos principais símbolos da cultura brasileira, foi por muito sacrifício, em especial dos mais antigos”, conta o histori­ador e pesquisador do tema Frede Abreu. “Hoje, a maio­ria deles está em má situação financeira.” Na prática, a elevação da capoeira a Patrimônio Cultural prevê, além da inscrição, como Bens Culturais de Natureza Imaterial, do Ofício dos Mestres de Capoeira no Livro de Saberes e da Roda de Capoeira no Livro das Formas de Expressão, a criação de um plano de previdência especial para os “velhos mestres”. Gente como Francisco de Assis, o mes­tre Gigante, de 84 anos. “Preciso muito dessa ajuda”, diz Assis, que já participou de rodas de capoeira com os len­dários mestres Bimba e Pastinha, ícones da expansão da atividade.

Para o presidente do IPHAN, Luiz Fernando de Almeida, o reconhecimento é um passo para que se esta­beleçam “políticas públicas concretas” para a atividade. As próximas medidas para a preservação da capoeira, além do plano especial de previdência, de acordo com ele, são o estabelecimento de um programa de incentivo da atividade do mundo e a criação de um Centro Nacio­nal de Referência da Capoeira, com sede em Salvador. “Vamos transformar a Cidade em um espécie de Meca da capoeira”, afirma. (Tiago Décimo)

A Capoeira é motivo de “orgulho nacional, prati­cada e mais de 150 Países de todos os continentes”. “Foi necessário muitos anos para que reconhecêssemos o seu valor cultural. Getúlio Vargas foi quem deu o primeiro passo ao receber pessoalmente o Mestre Bimba, criador da Capoeira como arte marcial. De lá para cá o Estado se dividiu entre a perseguição e a indiferença à Capoeira, chegando até a dizer quem poderia e quem não poderia ensinar essa arte. Mas tudo isso é passado. Estamos finalmente fazendo justiça.”

“A Capoeira dança, Capoeira luta, Capoeira artes circenses, Capoeira em todos os sentidos. Parabéns aos capoeiristas, parabéns a todos nós brasileiros, exultou o Ministro Gilberto Gil, por sua vez, ao apoiar a decisão dos conselheiros: “já era hora; muito merecida”.

Aconteceu: 1ª Roda de Estudos: Os Processos de Institucionalização da Capoeira

Universidade Federal do Paraná (UFPR): A Capoeira que ajuda a formar cidadãos

1ª. Roda de Estudos: Os Processos de Institucionalização da Capoeira, evento teve entrada franca, do Departamento de Antropologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), com a presença de Mestres da Velha Guarda da Capoeira do Paraná e convidados de Brasília, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Recife. O encontro faz parte da programação de 15 anos do Grupo Força da Capoeira, cuja cerimônia de troca de cordas será no sábado. Mestre Kinkas, fundador do Grupo, participa da primeira mesa, sobre história da luta brasileira. Junto, estará seu Mestre, o engenheiro Mario Ricardo Furtado, o Birilo, de Recife. Ele conta que em um dos berços da capoeira um problema é o crescimento desordenado, o que gera distorções. As pessoas não se deram conta, diz, de que o tombamento cultural foi “do saber do mestre e da roda”. “Valoriza o Mestre. É importante ressaltar isso porque tem muita gente que acha que já aprendeu tudo e não precisa mais deles”, observa, acrescentando uma alfinetada. “O tombamento como patrimônio cultural imaterial brasileiro se deu por força da Bahia, que já tinha feito isso antes, então ficou chato”.

Para ele, a globalização chegou na capoeira e trouxe um lado ruim, que é a perdas se perde a “gíria de cada local”. “Tem gente que se filia a um grupo que não é de sua cidade e nem conhece seu mestre”, comenta, indo contra, ainda, da unificação da graduação, que provocaria mais perda de personalidade. Questões, aponta, relacionadas a (falta de) Educação em geral. “Estava comprando sombrinha de frevo pra trazer e ninguém sabia, em Recife, que o frevo nasceu da capoeira”, indigna-se ele, que tem 30 anos de capoeiragem e é Mestre desde 85.A Capoeira que ajuda a formar cidadãos

Na mesa da 14h, estará o primeiro mestre formado pelo Força, José Edélzio, o Xangô, do Jogar Capoeira, de Niterói. O tema, A Capoeira nas Escolas e Universidades, é assunto que ele entende. A mestra Portuguesa, sua parceira, criou há 15 anos um método de educação infantil com capoeira para crianças a partir de 1 ano. A estratégia é: atividades lúdicas. “Brincadeiras com objetivo, que dão limites, noções de respeito, tudo com música”, explica. O olhar garante a fidelidade dos pequenos e abriu caminhos profissionais para o grupo, que está em 30 escolas.O envolvimento com o grupo acaba sendo natural porque os pais notam os resultados e levam as crianças para os eventos do Jogar.

Em várias escolas também, a capoeira do Jogar virou currícular. Nesta mesa estará também o catarinense Jose Luiz C. Falcão, da Universidade Federal de Santa Catarina. Entre os dados que traz está a informação de que 25 universidades brasileiras têm capoeira no currículo. “Não tem muita visibilidade, mas estão se desenvolvendo. E desde os anos 80 foram 83 dissertações e teses. A perspectiva da capoeira de trabalhar o ser de forma mais lúdica e integrada, de certa forma, questiona a formalidade exagerada de algumas instituições”, comenta, confirmando que “o conhecimento do mestre tradional está sendo preservado”. “Porém toda manifestação passa por resignificações e é impossível em sala de aula reproduzir o ambiente cultural de uma roda; são traduções”.

Só na grande Florianópolis, um levantamento apontou 32 grupos. “Que se articulam em entidades como a Confraria Catarinense da Capoeira, que trabalha com o resgate do saber popular, da cultura dos mestres, e de maneira bastante descontraída e informal”, diz. Quando ele veio de Brasília estava sensibilizado com a dificuldade de juntar forças e investiu nisso. “Farei um panorama histórico da escolarização, desde o começo do século retrasado, até a consolidação no século 20”, adianta Mestre Falcão.

Serviço
1ª Roda de Estudos. Dias 5 e 6 às 9h. Entrada franca. Anfiteatro 100 – Reitoria (R. Gal. Carneiro, 460).
Batizados: Hoje: 19h: Escola Rio Negro ( Sítio Cercado).
Dia 06: 15h – Grupo Força , com apresentações de coco, maculelê e frevo. Memorial de Curitiba (Largo da Ordem).
Ingresso: R$ 2( 1kg de alimento que será doado para as vítimas da enchentes em Santa Catarina)

Paraná: Crianças se encantam com capoeira no Viva o Verão

Entre as diversas atividades artísticas, culturais e esportivas da programação da Paraná Esporte no Viva o Verão, a aula de capoeira, todas às terças, quintas-feiras e aos sábados, na arena em Caiobá, tem chamado a atenção do público, principalmente o infantil.

Alguns participantes estão presentes nas aulas de capoeira desde o início de janeiro e já pensam freqüentar uma academia, ao retornar das férias. Este é o plano de Patrícia Beatriz, de 7 anos e que se diz muito feliz por ter conhecido a capoeira. “Nunca imaginei que era fácil e que exige da gente concentração e persistência para gingar o corpo conforme o ritmo da música”, disse.

O professor de educação física e capoeirista Adegmar José da Silva, conhecido como Candieiro, participa do Viva o Verão pela primeira vez e afirma estar satisfeito com os resultados obtidos das aulas de capoeira, implantadas este ano nas ações do Viva o Verão.

“A capoeira é mais que uma luta marcial, é uma arte que engloba várias artes como a música, a dança, o canto, construção de instrumentos musicais, história, cultura etc.”, destaca o Candieiro.

“A Paraná Esporte, através do seu diretor-presidente, Ricardo Gomyde e toda a equipe, está de parabéns pela implantação da capoeira na programação do Viva o Verão, pois tem sido um sucesso junto ao público e uma forma de quebrar o preconceito que existe por parte de algumas pessoas”, enfatiza Candieiro.

MEIO AMBIENTE – “Não jogue lixo nas praias, jogue capoeira”, este é o slogan da campanha de conscientização ambiental do Centro Cultural Humaitá, em parceria com o IAP (Instituto Ambiental do Paraná), no projeto Viva o Verão.

A ação tem o objetivo conscientizar as pessoas da necessidade em preservar e cuidar do meio ambiente. Dia 3 de fevereiro, a partir das 9 horas da manhã, na frente do palco em Caiobá, haverá uma conversa sobre conscientização ambiental e um aulão de capoeira com grupos do litoral, Curitiba e região metropolitana. Após isso, sairá um mutirão para recolher lixo em toda a orla, de Matinhos a Caiobá”.

“A idéia é repetir esse aulão e mutirão todos os anos, no mês de fevereiro. Queremos que isso tenha um efeito multiplicador e se estenda para as outras praias”, espera o professor Candieiro.

O evento estima reunir aproximadamente 300 pessoas e contará também com a presença de mestres da velha-guarda da capoeira paranaense como Sergipe, Kuntakinté da Bahia, Bacicco, Kuinkas e Pitón.

Fonte: Agência Estadual de Notícias – Curitiba – BR
http://www.aenoticias.pr.gov.br

Paraná: 12° Batizado e Troca de Graduação do grupo de capoeira Raça

A Associação Cultural Capoeira Raça dá início nesta quarta-feira a diversas atividades para comemorar o 12° Batizado e Troca de Graduação do grupo de capoeira Raça. Serão quatro dias de muitas atividades.

O evento, que acontece anualmente em Maringá, vai contar com rodas de rua, apresentação de berimbaus e workshop de capoeira. Também haverá dois batizados e troca de cordéis.

No total, serão mais de 100 atletas reunidos, entre alunos e capoeiristas convidados vindos dos estados da Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e também do Chile.

Nesta quarta, o grupo fará uma apresentação na Feira do Produtor, no Estádio Willie Davids, a partir das 19 horas.

Na quinta, acontece um bate-papo sobre capoeira, com mestres experientes, na academia Trainers, localizada na Avenida Colombo, 5.992, próximo ao ginásio de esportes Chico Neto.

Na sexta-feira, uma novidade durante o evento: mais de 20 capoeiristas vão se reunir nas escadarias da Catedral Basílica Menor, a partir das 11 horas, para tocar berimbaus. Logo depois, os atletas farão uma roda de rua, na praça Raposo Tavares.

No sábado, mestre Robô, experiente capoeirista da Bahia, vai ministrar curso teórico e prático sobre os fundamentos da capoeira e suas diversas vertentes, como a capoeira de angola, benguela e regional. Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público.

O grupo de capoeira Raça está em Maringá há 12 anos sob a direção do mestre Ouro Verde e do contra-mestre Pinaúna. O grupo conta com cerca de 150 alunos.

 Vanessa Bellei
bellei@odiariomaringa.com.br

Fonte: O DIÁRIO DO NORTE DO PARANÁ – http://www.odiariomaringa.com.br

Aconteceu: Presidente Prudente – Campeonato Brasileiro de Capoeira

Capoeira de C. Mourão em destaque

Campo Mourão foi destaque no Campeonato Brasileiro de Capoeira, disputado neste final de semana em Presidente Prudente (São Paulo). Através do professor Coquinho, e com apoio da Fundação de Esportes de Campo Mourão (Fecam), a equipe mourãoense garantiu o segundo lugar na categoria profissional.

Além de Coquinho, a equipe foi composta por mais seis competidores: Mestre Paulinho, Mauricio, Daniele, Gustavo, Sara e Fátima. A competição reuniu capoeiristas de vários estados brasileiros, como São Paulo, Mato Grosso, Paraná, Minas Gerais, Santa Catarina, entre outros. "Foi um resultado muito bom, graças a Deus. É o resultado de todo um trabalho de preparação e muito esforço de todos", reconhece mestre Paulinho.

No próximo dia 16 de dezembro, a equipe se dirige a Londrina, no encontro Brasileiro de Capoeira, promovido pelo grupo Geração Brasil, de Londrina. Ainda este mês, no dia 22, mais um compromisso, desta vez na 1ª etapa da Copa Paraná de Capoeira, em Tuneiras do Oeste. Professor Coquinho já havia conquistado a medalha de ouro na etapa do Brasileiro disputada em Campo Mourão, no mês de outubro.

Fonte: http://www.tribunadointerior.com.br

CAPOEIRA EM ARTE, MÚSICA E HISTÓRIA – CAPOEIRAGEM 2007

De 26/11 à 02/12 de dezembro,  no Recreio e Vargem Grande, Rio de Janeiro, acontecerá o CAPOEIRAGEM 2007, evento da A.C.D. Tamanduá Capoeira.

Durante o encontro, que tem como objetivo disseminar a arte e a cultura da capoeira, acontecerão aulões, oficinas de percussão, samba de roda, sequencia de bimba, palestras com historiador e mestres, rodas de capoeira, samba de roda, batizado e troca de corda.

Ilustres capoeiristas estarão presentes no evento: Mestre Zena (GO), Mestre Paraná (RJ), Mestre Jaime de Mar Grande (BA), Mestre Pintor (BH), Mestre Morena (RJ), Mestre Ponciano (SP), Mestre Ciro (BA), Mestre Zé Carlos (SP), entre outros.

Mais informações:

(21) 9819-9733 ou tamanduacapoeira@yahoo.com.br

www tamanduacapoeira.zip.net

Simone Humel
(21) 9819-9733

Paraná: Guaraniaçu é destaque no Mega Festival Nacional de Capoeira

 Foi realizado em Paranavaí (PR) no último final de semana o 12º Mega Festival Nacional de Capoeira que reuniu professores e mestres do Brasil e da Bolívia. Os professores de Guaraniaçu Sidnei Ramos “Tangerina” e Luciano Rodrigues “Timão” representaram a região conquistando o 3º lugar obtido por Timão e o 1º lugar obtido por Tangerina na categoria semi-profissional que reúne estagiários, monitores, instrutores e professores. Além dos títulos individuais a equipe de Guaraniaçu que conta também com o contra-mestre “Coringa” obteve o 3º lugar. No total participaram da competição 16 equipes de vários estados brasileiros e uma equipe boliviana. Já na categoria semi-profissional, a qual os atletas de Guaraniaçu participaram, teve 32 atletas. O final do Festival foi marcado por um grande show de capoeira no Teatro Municipal de Paranavaí. “Agradeço o apoio que o grupo vem recebendo de algumas empresas principalmente do Jornal Correio e da Loja Sartori, e também dos vereadores Ronaldo Cazella e Osmário Portela, além da administração municipal através das secretarias de esporte e ação social e do clube Mão Amiga”, disse o professor Signei. “Nosso grupo vem crescendo a cada dia, provando que este é um trabalho sério, com resultados surgindo nas competições e no grande número de alunos que participam do grupo”. 
 
Fonte: Correio do Povo do Paraná – http://www.jcorreiodopovo.com.br

Video: O pagador de promessas

Continuando com a publicação de mais videos disponibilizados pela camarada Teimosia, agora é a vez do Cinema Nacional (1962).
Um pequeno trecho do filme "O pagador de promessas" (primeira versão, 1962), onde há uma roda de capoeira na porta da igreja.
Entre os participantes do filme estão Mestres Canjiquinha, Paraná, Gigante e Zoião.
 
O pagador de promessas.
 
 {youtube}PJpKawSXlG4{/youtube}
 
Cortesia: Bruno Souza

Mestra Cigana: Ladainha em Homenagem a Dona Ivone

Muitas vezes nesta vida
Muitas vezes nesta vida
Só se enxerga o que se quer
mais por traz de grande mestre
tem sempre grande mulher
vou falar de uma delas
voces vão saber quem é
ela é seu braço direito
em tudo que ele fizer
na saude ou na doença
está do lado esta mulher
chorando quando ele chora
sorrindo se ele quizer
desde os tempos de menina
ela lhe jurou amor
hoje depois de alguns anos
parece que começou
namorar o grande mestre
todo o tempo não passou, ah! ah!
Iê! Viva o amor
Iê! desta mulher
Iê! vou falar seu nome
Ela é DONA IVONE
Ele é CANJIQUINHA
Paraná, paraná
Paraná, paô
Canjiquinha sofreu, dona Ivone "segurou"
Paraná Paraná, Paraná Paô
Mas quando ele sorriu ela já participou…
 
Iê!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
 
 
Fatima Colombiano – Mestra Cigana