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Capoeirista Alagoana é selecionada pela Escola Nacional de Circo

A alagoana, Carla Danielle Santos de Albuquerque, moradora do Complexo Habitacional Benedito Bentes, foi selecionada pelo edital Bolsa Funarte para Formação em Artes Circenses 2012 e vai para o Rio de Janeiro estudar circo durante 10 meses com direito a uma bolsa para custear sua estadia.

No dia 24 de setembro, ela irá refazer os exercícios que apresentou em DVD à comissão de análise do edital e, no dia 8 de outubro, inicia as aulas na Escola Nacional de Circo.

A trajetória de Carla Albuquerque começou aos 07 anos com o Grupo de Capoeira Muzenza. Aos 09 anos conquistou o seu primeiro titulo foi 1º lugar na 1ª Copa do Grupo Muzenza de Capoeira na categoria Masculina, naquela época não existia a categoria feminina para a disputa.

Aos 14 anos ficou em 2º lugar no 2º Encontro de Capoeira Alagoana do Grupo Muzenza, desta fez competindo na categoria mista (feminino e masculina). E seus títulos não param de crescer aos 17 anos foi 1º lugar no 3º Muzenza Yá na categoria feminina.

Aos 18 conquistou o 1º lugar na 3º Copa de Capoeira. E aos 20 anos trouxe para Alagoas o título de 3º Lugar na categoria feminina na 2ª Copa Norte/Nortedeste realizado no Estado de Recife. Desde de 2010 passou a fazer aulas de circo no Ponto de Cultura Centro Cultural Armazém do Circo se especializando em acrobacia de solo.

Segundo Carla, no início foi difícil, pois a acrobacia da capoeira é muito diferente da acrobacia de circo exige muita ponta de pé e corpo esticado, mas hoje consigo distinguir bem, na capoeira faço o AU que inicia de lado e as pernas ficam curvadas, já no circo faço a pantana que é de frente, com as pernas esticadas e tem abrir bem a escala. Em 2011 passou a integrar a trupe da Cia Orquídeas de Fogo que é a ONG que criou e gerencia o Armazém do Circo.

Em 2012, a Cia Orquídeas de Fogo montou o espetáculo “Nem tudo são flores” que é o primeiro espetáculo alagoano de circo contemporâneo. Carla Albuquerque faz um número de extrema complexidade com pernas de pau e tira suspiros da plateia. A sua última apresentação como parte da trupe foi na quarta passada, 19 de setembro na praça Deodoro como parte do projeto Aldeia SESC.

 

TH – http://www.tribunahoje.com

Capoeira é usada como tratamento de reabilitação física no Ceir

Capoeira voltada à reabilitação física, inclusão e acessibilidade da pessoa com deficiência. Essa, talvez, seja uma das melhores expressões para caracterizar a capoeira desenvolvida semanalmente no Centro Integrado de Reabilitação (Ceir), em Teresina. A instituição trabalha com a adaptação, readaptação e reabilitação da pessoa com deficiência física.

No setor de reabilitação desportiva a capoeira é um dos esportes oferecidos aos pacientes em tratamento. A atividade além de fomentar a socialização, auto-estima e independência do paciente é, também, responsável pelo ganho de agilidade, força muscular e coordenação motora.

Não existe restrição para a prática do esporte. Os praticantes apresentam diagnósticos, idades e necessidades diferentes que se encontram no mesmo ritmo do berimbau.

A dona de casa Nirinalva Mendes da Silva conta que seu filho, Lyedson Matheus, de 4 anos, melhorou muito depois que começou a participar da capoeira. “Antes, ele não segurava o pescoço e não tinha equilíbrio nenhum. Agora rola e dobra as pernas”, disse. A conquista é motivo de emoção ainda maior quando a mãe lembra que o obstetra não acreditava na sobrevivência do menino após a constatação da doença no parto.

O professor Childerico Robson finaliza que o trabalho desenvolvido com os pacientes é fruto de grande satisfação pessoal. “Me sinto realizado em saber que contribuí nem que seja um pouquinho para a melhoria de vida desses meninos e meninas”, frisou. Hoje, ele trabalha a capoeira para 20 pacientes que recebem tratamento no Centro.

Pequeno capoeirista de Torres é exemplo de superação

Menino de 11 anos se esforça para vencer dificuldades impostas por doença

As palmas batem enquanto o pandeiro e o berimbau tocam. João Gabriel Schultz crava as mãos ao chão e com um misto de força e concentração joga as pernas para o ar. O menino de 11 anos surpreende a roda de capoeira com mais um movimento próximo da perfeição. Ele volta a “ficar de pé”, engatinha para as bordas da roda e observa os colegas naquela que é uma das aulas em que mais gosta.

A cena descrita poderia ser costumeira entre as tantas escolas de Torres em que é possível praticar capoeira como atividade complementar. Para João Gabriel, fazer parte desta rotina faz com que a palavra “costumeira” ganhe outro significado. Ele sofre de uma doença chamada artrogripose. Nasceu assim. O atrofiamento dos membros inferiores se deu quando o cordão umbilical enrolou-se em seus calcanhares e impediu o desenvolvimento das pernas durante a gestação.

— Ele acabou nascendo de cesária. Dificultou demais o parto. No pré-natal os médicos não viram nada, estava com peso bom, com tudo certinho — explica a mãe, Sônia Souza.

João Gabriel nasceu com 3,220 quilos e 49 centímetros em 23 de novembro de 1999. Passou três dias no hospital sem que os médicos conseguissem diagnosticar que tipo de doença fazia com que os dois pés ficassem dobrados para dentro. A mãe conta que passaram a entender o problema dele apenas um mês e 15 dias depois do nascimento.

— Tenho de correr a Porto Alegre porque o médico não conhece o problema dele.

João Gabriel usa as mãos para se locomover. Engatinha com desenvoltura pelos corredores da Escola Estadual de Ensino Fundamental Manoel João Machado. Isso quando não está ziguezagueando pelos colegas dirigindo seu triciclo – adaptado para os pedais serem usados com as mãos. Normalmente, chama atenção dos pais dos colegas e acaba ganhando a simpatia dos adultos. É o caso de Amilton Teixeira. Pai de uma menina que também estuda na Manoel João Machado, ele se encantou pelo guri ao vê-lo passar voando com o triciclo em uma noite de poesias. Acabou virando uma espécie de “padrinho” de João Gabriel. Teixeira e alguns amigos se juntaram e deram ao menino um computador, uma mesinha e uma cadeira. Ainda falta o triciclo novo que já mandaram encomendar.

— Eu vi aquele menininho abaixado. Depois descobri que ele não conseguia andar. Ele é cativante, um exemplo de vida. Me emociono de ver a perseverança dele. Acho que me ajudou mais do que estou ajudando ele — revela Teixeira.

Em dezembro, dois acontecimentos serão decisivos para João Gabriel. Colorado fanático, ficará de olho no Mundial de Clubes em Abu Dhabi, de camisa do inter e bandeira na mão. No final do mês, dia 22, terá uma consulta no Hospital São Lucas da PUCRS para definir como poderá ser feita a “remodelagem” das pernas. Como já foram feitas duas cirurgias nos pés, a única chance de ele vir a andar seria a colocação de um fixador na lateral dos membros inferiores. A mãe já faz contas: o aparelho custa entre R$ 5 mil e R$ 6 mil.

— O médico não garantiu e falou até na possibilidade de amputar, porque o problema é a canela e o pé. Se der certo em uma das perninhas, fazemos a outra, se não, temos de ver — projeta Sônia.

 

Alexandre Ernst | alexandre.ernst@zerohora.com.brhttp://zerohora.clicrbs.com.br/

10º Batizado de Capoeira e Formatura Companhia Pernas Pro Ar

Na semana da Consciência Negra:

Nos dias 18 a 21 de novembro de 2010 a Associação Cultural Companhia Pernas Pro Ar (CPPA) realizará  nas cidades de Belo Horizonte e Pedro Leopoldo, o 10º Batizado e Troca de Cordas e Formatura.

O evento organizado pelo Contra-Mestre Boca de Peixe (Danny Lopes) tem como objetivo realizar um encontro esportivo-cultural, comemorar os dez anos da Associação e celebrar a semana da Consciência Negra. Além dos capoeiristas de Belo Horizonte, o evento receberá convidados de outras cidades e estados; e como convidado especial, o Contra Mestre Porquinho da Alemanha.

Participarão do 10º Batizado e Troca de Cordas cerca de 400 crianças e adolescentes de vários projetos sociais: Projeto Jabuti e Ação Social Paula Francinette de Belo Horizonte, Projeto Vem Ser e Educação com Arte de Pedro Leopoldo.

A programação conta com Festival de musicas, exposição de fotos dos 10 anos da CPPA, exibição de vídeos,

workshops de capoeira, Batizado, Troca de cordas e Formatura. O grande atrativo do evento é a formatura do Contra Mestre Boca de Peixe como Mestre e do Instrutor Jabuti como Professor.

Mais informações pelo site www.cppa.com.br ou twitter @Boletim_CPPA.

 

A Associação Cultural Companhia Pernas Pro Ar

A Associação Cultural Companhia Pernas pro Ar foi fundada em 24 de março de 2000, pelos Contra-Mestres Boca de Peixe (Danny Alexandro Lopes de Oliveira) – graduado em Educação Física pelo UNI-BH e pós-graduado em Ed. Física Escolar pela UGF, e Porquinho (Nayro Ângelo Lopes de Oliveira) – residente em Köln (Alemanha) desde 1997, onde desenvolve um importante papel na divulgação da cultura Brasileira.

No Brasil, está presente em Belo Horizonte, Pedro Leopoldo, Confins, Sete Lagoas, Mateus Leme, Matozinhos e São João Del Rei. No exterior, está presente na Alemanha, Polônia, Grécia, Síria e Bulgária.

Projeto Pratique Capoeira: “De Pernas pro Ar – Recontando a nossa História”

Pratique Capoeira é um Projeto Cultural aprovado junto ao Programa de ação Cultural PROAC, patrocinado via isenção de ICMS pelas Empresas Belgo Bekaert Arames e ArcelorMittal.

O projeto tem como objetivo apresentar uma ampla proposta para divulgar a capoeira como um símbolo da cultura popular brasileira através da publicação do livro lúdico “De Pernas pro Ar”. E ainda realizar palestras de sensibilização, oficinas práticas e shows nas Escolas de Ensino Fundamental na cidade de Hortolândia.

O livro lúdico, escrito por Josiane Silva, conhecida na capoeira como “Josi” é uma publicação destinada ao público infanto-juvenil, que através da leitura poderão conhecer e aprofundar a história da capoeira, promovendo uma sociedade mais consciente, que cria e recria sua cultura, valorizando a cultura popular. O lançamento do Livro será no dia 07 de setembro de 2010 às 19:00 horas na Câmara Municipal de Hortolândia.

Venha e traga seu axé, sua presença será fundamental para abrilhantar este dia!

 

Tiago de Camargo – Contramestre Formiga
CAPOEIRA IBECA – www.capoeiraibeca.com

 

É com muita satisfação que venho convidá-los para o lançamento do meu livro “De Pernas pro Ar – Recontando a nossa História” este livro é resultado de um trabalho de 2 anos, envolvidos pelo Projeto Pratique Capoeira.

O livro é uma publicação destinada ao público infantil, que através da leitura poderão conhecer e aprofundar a história da capoeira, promovendo uma sociedade mais consciente, que cria e recria sua cultura, valorizando a cultura popular……

Sua presença será fundamental para abrilhantar este dia! Presença Especial Contramestre Formiga

PS: Ajudem também a divulgar vamos mostrar a força do capoeira Ibeca neste dia!

Obrigada Graduada Josi

II Circuito Mineiro de Capoeira Companhia Pernas Pro Ar

As cidades de Belo Horizonte, Confins, Pedro Leopoldo e Sete Lagoas recebem, entre 2 e 6 de dezembro o II Circuito Mineiro de Capoeira Companhia Pernas Pro Ar.

O evento organizado pelo Contra-Mestre Boca de Peixe (Danny Lopes) tem como objetivo realizar um encontro esportivo-cultural entre os capoeiristas de Belo Horizonte e região, além de promover a arte da capoeira, que recentemente foi tombada como Patrimônio Histórico-Cultural Brasileiro.

O evento compreenderá Batizado e Troca de Cordas, workshops e rodas de capoeira. Além dos mais de 300 alunos participantes, o evento contará com a participação de outros capoeiristas da região, de mestres e de professores convidados.

Serviço

Evento: II Circuito Mineiro de Capoeira Companhia Pernas Pro Ar

Data: 02 a 06 de Dezembro de 2009

Local: Belo Horizonte, Confins, Pedro Leopoldo e Sete Lagoas.

 

A Associação Cultural Companhia Pernas pro Ar

A Associação Cultural Companhia Pernas pro Ar foi fundada em 24 de março de 2000, pelos Contra-Mestres Boca de Peixe (Danny Alexandro Lopes de Oliveira) – graduado em Educação Física pelo UNI-BH e pós-graduando em Ed. Física Escolar pela UGF, e Porquinho (Nayro Ângelo Lopes de Oliveira) – residente em Köln (Alemanha) desde 1997, onde desenvolve um importante papel na divulgação da cultura Brasileira.

Ambos, com mais de vinte anos de prática, possuem ampla vivência na capoeira. O grupo tem como filosofia de trabalho a formação de valores humanos e éticos baseados no respeito, na socialização e na liberdade, utilizando a capoeira como um poderoso meio artístico, cultural e pedagógico para a disseminação e a valorização da cultura afro-brasileira.

No Brasil, está presente em Belo Horizonte, Pedro Leopoldo, Confins, Sete Lagoas, Mateus Leme e São João Del Rey. No exterior, está presente na Alemanha, Polônia, Síria e Bulgária. Atualmente, seus integrantes totalizam cerca de 400 alunos no Brasil e 700 alunos no exterior.

A Associação Cultural Companhia Pernas pro Ar tem como objetivos desenvolver, disseminar, estudar e jogar a capoeira. Para isto nos propusemos a desenvolver um exercício de cidadania culturalizadora, tendo como referência as diversas manifestações que constituem a cultura da capoeira. Está envolvida em projetos sociais, oportunizando a capoeira a crianças e adolescentes carentes.

Buscando a cada dia trabalhar baseado em alguns diferenciais dentro e fora da capoeira (tais como companheirismo, socialização, diversão e pesquisa), realizamos eventos voltados para a socialização e integração dos nossos componentes, além de termos implantado, em 2009, o Boletim Eletrônico CPPA, que oferece mensalmente à comunidade capoeirista, informações sobre o grupo e a capoeira em geral, e o Grupo de Estudos CPPA, que realiza encontros mensais para estudar e discutir trabalhos já publicados, e realizar pesquisas sobre a capoeira e todo o seu universo cultural.

Com isto, sempre guardando e recordando os nossos objetivos, vamos sustentando e aprofundando uma proposta de vida mais justa para nós e aqueles que convivem ao nosso lado.

Atenciosamente,
Contra-Mestre Boca de Peixe

Informações

Priscila Soares de Paiva C Moreira
pripaiva@gmail.com
(31) 8813-3352

Acesse o site: http://www.cppa.com.br/

V Batizado e Troca de Cordas – Cia Pernas Pro Ar

 

V Batizado e Troca de Cordas – Cia Pernas Pro Ar

 
 

data:

sábado, 4 de junho de 2005

hora:

16:00

local:

Rainha da Sucata

cidade:

Belo Horizonte 

 

 

 

-> 19:00
– Oficina de Capoeira Angola c/ Treneu Pretinho
Local: Sede
 
03/06/05
-> 18:00
– III Festival de Musica de Capoeira
– Roda
Local: Sede
 
04/06/05
-> 9:00
– Work Shop c/ Prof. Busca Longe (São Paulo)
Local: Sede
-> 16:00
– V Batizado e Troca de Cordas
Local: Rainha da Sucata
-> 21:00
– Forro e Samba Rock
 
05/06/05
-> 10:00
– Roda
Local: Praça da Prefeitura – Pedro Leopoldo


Endereço:
Sede: R. Judith Binati 63A, Liberdade, BH
Rainha da Sucata: Praça da Liberdade, BH

Capoeiragem e Capoeiras

Capoeiragem e Capoeiras: "Um artigo valioso para todo e qualquer mestre-pesquisador" – Miltinho Astronaulta
 
Crônica publicada na Revista Criminal (1929, Rio), enviada à Redação do Jornal do Capoeira (www.capoeira.jex.com.br), em formato original, por Mestre André Luiz Lacé.

Nota:
Esta cronica foi publicada em sua integra no Jornal do Capoeira (www.capoeira.jex.com.br), com excelentes comentários do editor do jornal, Miltinho Astronaulta. Vale a pena conhecer e se deliciar com esta pérola da nossa literatura clássica.
Neste sentido o Jornal do Capoeira vem fazendo um trabalho ímpar… onde procura mesclar as informações, as notícias, os eventos e tudo que esta ligado direta ou indiretamente ao universo da capoeira… Resgatando material fundamental para alimentar e fomentar a nossa cultura e a nossa curiosidade…
Uma atenção especial deve ser dada a coluna: Literatura Clássica, mantida pelo Jornal do Capoeira, principalmente pelo seu valor histórico, cultural e raro…
Temos a certeza de que a fórmula do sucesso do Jornal do Capoeira é o trabalho, feito em equipe, por sinal um  excelente time de colaboradores…
 
Nosso site mesmo que informalmente tambem se sente orgulhoso… pois tem Miltinho e o Jornal do Capoeira como "Parceiros…. Amigos"
 
É este nosso jogo… é jogo de camamaradas… em prol da capoeira.
Luciano Milani.

"Capoeiragem e Capoeiras"
por Paulo Várzea (jornalista e capoeira)
 
            Madrid tem o chulo; Buenos Aires, o compadron; Lisboa, o fadista, e o Rio de Janeiro, o capoeira. Nas varias modalidades da sua ligeireza e destreza physica, a capoeira sobrecede os seus rivaes. É um acrobata prodigioso. Salta, desarticula-se todo para passar um tombo, para metter a cabeça. E faz isso de repente, sem alarde, na surdina. Dois, três, quatro golpes seus, simultâneos, continuados, embaraçaram, confundem, atordoam e dominam o adversário.
            Inimigo leal, jamais ataca pelas costas. É um sujeito valente. Alcunhado, também, de capadócio, malandro, bam-bam-bam, o capoeira, como o próprio nome está dizendo, vem das capoeiras ao tempo colonial. E não foi apenas o vadio, o molequete desertor das casernas, o escravo evadido das fazendas, foi também o jornalista, o deputado, o engenheiro e o general. São famosas as scenas de capoeiragem jogadas outróra no Rio, no antigo Café Londres, de madrugada, entre literatos, deputados e militares.
            Naquelle tempo, na terra carioca, a capoeiragem era uma instituição devidamente organizada em partidos: os guyamús, os nagôas, flor da gente, franciscanos, luzitanos, conceição da marinha, conceição da glória, boccas-rasgadas, natividades, monduros, caxinguelês etc.
            Estes partidos travavam diariamente, nas ruas, terríveis conflictos e, porque constituís-
sem sério perigo para a segurança pública, foram depois energicamente combatidos por um próprio capoeira, o Dr. Sampaio Ferraz, ex-chefe de polícia. Diminuídos nas suas proporções, os capoeiras hoje são quase raros e já não mais dão a conhecer pelos grupos, mas isoladamente, pelo próprio nome de baptismo. A terra natal, os bairros, o mulherio, o defeito phisico e moral passaram a influir na celebridade do malandro moderno: "Cardosinho da Saúde", "Hespanholito", "Canella de Vidro", "Galleguinho", "Cabeleireira", "Mulatinho deo Catete", "Camisa Pretas", "Treme-Treme", "Carvoeiro", "Cabo-Verde", "Bonitinho do Castello" e "Paulo da Zazá".
 
O capoeira moderno, como o antigo, não tem occupação. Faz das suas habilidades, da sua disposição o mesmo que faziam os espadachins do século XVII. Consummado acrobata, põe suas façanhas a serviço dos magnatas, dos políticos, do bicheiros e, especialmente, dos donos das tavolagens, desde os clubs elegantes até as batotas sórdidas, desde os cabarés até os ranchos. Na guarda de um desses antros elle é um leão, leão de chácara. Joga ahi, a vida num desprendimento de louco e termina, invariavelmente, numa explosão de tragedia. Há que mostrar as qualidades… "Ou subo ou desço", diz referindo-se a ir para a cadeia (subir) ou morrer (descer).
 
 
Os malandros de facto são ciosos da fama. Considera, a guarda de uma espelunca como um compromisso de vida ou de morte. Não querem ficar com o prestigio abalado, a cara suja… Erradamente, fazemos a idéia de que o malandro é um bandido. Entretanto, elle não é assim tão execrável. Há que o conhecer, para vel-o como é expansivo, maneiroso, sympathico… Quando é inimigo, é cruel; quando vai visital-o e leva-lhe notícias e presentes: o crivo (cigarro), cabello (fumo), papagaio (jornal), tendo antes o cuidado de baratinar o hafra (o guarda) da galeria.
 
Mas, com a mesma mão com que pratica taes generosidades, elle tira uma vida. E, com a mesma habilidade com eu faz essas coisas, tange o violão, o cavaquinho, o berimbao «grifo do Editor». Aquellas modinhas que às vezes ouvimos da cama, cantadas na rua, dormecida e deserta são delle, o poeta seresteiro que recolhe à casa.
O malandro é também um bohemio. E não é capaz de delinqüir de outro modo que não seja com a sua arte. Da capoeiragem, só della, desfruta o provento com que mantém o dandysmo exótico em que vive. Já viram a indumentária de um malandro? É curiosa: chapéo de panno ou de palha cahido sobre os olhos ou atirado par traz, sobre a nuca; na falta do colarrinho, um lenço no pescoço, à guiza de gravata; paletó folgado; calças largas, bocca de sino, bombachas ou balão, cahidad dobre os sapatos de pelica de bico fino com salto apionado ou de carrapeta; prendendo as calças à cintura, um cinto com fivelas complicadas, escondendo a sardinha ou o páo de fogo…
 
Assim vestido, o malandro está frajóla, tem a dica, a herva, a grana, o dinheiro… Mal vestido, está de tanga, a nenhum, teso, limpo… Aos domingos, o malandro dedica-se de corpo e alma á sua brincadeira predilecta – a batucada ou samba.
 
Batucada ou samba é um mixto de divertimento e escola, escola de malandragem improvisada nos terenos baldios, nos recantos longíquos da cidade. Ahi, abrigados da polícia, os malandros romam a roda e iniciam o samba. O ritual é um sapateado marcado pelo batido dos pandeiros, pelo sacolejar dos chocalhos e pelo Coro dos sambistas, cantando o amor e a morte… Nos sambas, também entram mulheres. Puxar o samba é jogar em verso a deixa a um dos pareiros da roda:
 
Por exemplo:
"Sou Arthur de Catumby
Vou tirar uma pequena
Contando daqui p`r`ali
Ella faz uma dezena…"
 
O Coro rompe:
 
"Contando daqui p`r`ali
Ella faz uma dezena…"
 
O puxador corre a roda, trocando passes complicados, fazendo letras, presepadas. De repente pára deante de um parceiro. Finge que vae dar um tombo no companheiro e dá uma umbigada. Esta ceremonia chama-se tirar… É um preceito e um desafio, pelo que cumpre ao desafiado ir substituir no centro, o desafiante. Se o desafiado é mulher, sahe batendo com o salto das chinellas no chão, cadenciadamente, rebolando os quadris, sacolejando os braços num retinir de pulseiras até defrontar um oturo parceiro, a quem repete o preceito e canta:
 
"Sou Zazá de Deodoro
Sambista do tenpo antigo
Derrubei o Theodoro
E agora vou comtigo…"
 
O desafiado entra para a roda e vae reproduzir o ´receito adeante, improvisando:
 
"Já vi muié, é das pouca,
Prepara muito cozido
Já vi muié bate boca
Mas dá in home? Duvido…"
 
E assim, todos os sambeiros, cada um por sua vez, passam pelo centro. Tal é o samba.
 
Mas a batucada é differente. Nella não entram mulheres. Tomam parte somente homens. Os mesmos instrumentos e mais o atabaque; o mesmo modo de sapatear, igual característica. Apenas os batuqueiros ficam em posição de sentido, pés juntos, com a máxima attenção nos movimentos do puxador, cujos golpes são jogados de surpresa para derrubar…
 
"O batuque é da arrelia
Na Saúde e na Gambôa
Masda Favella á Alegria
É dansa de gente atôa…"
 
O côro repete:
 
"Mas da Favella á Alegria
É dansa de gente atôa…"
 
O puxador, mal soa o ultimo verso do côro, manda o golpe> tesoura, rapa, banda, bahú, bahiana, abeçada, susto, cama, bengala, fedegoso, chulipa, rabo de arraia, tombo de lafeira etc. O parceiro que sahiu fora canta:
"Gosto mais da Babylonia,
Topo ambém a Mangueira
Mas nas falas da Colônia,
Eu prefiro a Geladeira…"
 
Todavia, a batucada mais importante é a batucada braba ou surda, ora marcada pelo coro, ora pelas pernas. Ás pernas compete falar pelo individuo, dizer das suas habilitações. Mas, para entrar nessa batucada há que ser malandro de facto e não de informações. Sendo uma reunião onde é posta em jogo a competência do reguez, a ella de ordinário, só acode a malandragem pesada que, por direitos de conquista, representa o prestígio, a força dos diversos reductos da cidade.
            Na batucada surda quando um acompanhamento fala, o outro fica mudo. Quando o côro cala, falam as pernas. As pernas dizem, pelo puxador, o verso e jogam também a deixa… E quando falam as pernas, os olhos se accendem em lampejos de laminas brilhantes para espreitar os movimentos do puxador que ameaça. É a hora das comidas…da onça beber água:
          
–                          Toma, séo Abóbora…
–                          Repete, séo Chandas…
 
            Três, quatro, cinco golpes consecutivos riscam o ar, provocando um arrepio nas espinhas. Afinal um corpo vacila e tomba. Então o coro que está alerta, abafa a queda, cantando a meia voz, ironicamente:
 
            "Boléa,
Boléador…
Boléa…"
 
            No ardor da dansa, os batuqueiros chegam a cheirar a sangue… De mistura com o suor dos corpos offegantes, o bafio quente da cachaça, chamada de capote, quando chove, e de ventarola, quando está calor. E a visão é a de uma scena de pantomina numa paisagem pobre, a meio de uma ruela deserta, com rancho em ruína e lampeões bruxulentos, á cuja claridade da vida os batuqueiros se agitam, cabriolam, rasteja nervosos e espectraes como si fossem fantoches que dansassem e arfassem… E a música rouca, monótona, lúgubre, reboa lá no alto do morro, emquanto cá debaixo a cidade dorme sob o levario de outro das luzes. Neses reductos, a essas horas, a polícia não vae…
E quando apparece, vê apenas para recolher cadáveres com que a farandula da morte costuma saudal-as pelas manhãs…
 
            A Penha, D. Clara, Madureira, Deodoro, Parada Cordeiro foram redctos trdicionaes de sambas e batucadas. Mas hoje os sítios maisecolhidos para essas dansas são os morros: Capão, da Mangueira, Pendura-Saia, Urubu, Salgueiro, Kerozene, Conceição, Mundo-Novo,Paraíso, Favella, Pinto e as estações de Merety e Braz de Pinna.
 
–                          Porque são zonas próprias para o pessoal pyrá…
–                          Isso é verdade…
 
Éramos dois querecordavamos o tempo da coroa sentados áquella mesa. Á porta do café, sujeitos estrnahos divagavam sobre coisas estranhas… Após molhar a palavra, o parceiro proseguiu:
 
–                     Sambistas, batuqueiros de verdade conheci ´pucos e esses poucos foram Apollonio, Bamba, Cento eOnze, Cleto, Albino, Jacaré, Zé Maria, Camaleão, Sahara, Branda, Catita, Espada, Nua, Beatriz, Reúna, Careca, Emerentina e Violeta.
 
Nisto, interrompendo a conversa, approximou-se um mulatinho despachado, que falou:
 
–                          Olá, compadre !
 
O parceiro resmungou:
–                          Olá, mano !
 
Mas o mulato estava com toda a corda e puxou conversa…
 
–                          Quando deixaste Petrópolis?
–                     Menino, eu nunca estive em Petrópolis. Estive, sim, em Therezópolis, no convento. De uma feita tirando 15; da outra 12 (e espalmou as mãos para melhor enumerar s sentenças). Como, vês, não fui lá para sujar no cubo… não sou malandro barato… (E dardejando o olhar em redor, um olhar perscrutador, revelou cautelosamente, como se fosse contar um segredo): Despachei dois. Mas a vaga lá está a sua espera…
–                          Passo. Si a quizesse, tinha ido occupal-a hoje mesmo.
–                          Cachorro quente?
–                          Figuração…
–                          Na boa?
–                          Na boa. Mas tu sabes… eu sou de circo… Fiz a viagem… o besta metteu os peitos… Foi a conta… Caberei elle…
–                          Brucutu…
–                          Chão…
–                          Knock-put?
–                          Não.. o bruto trasteou… Eu lhe disse: "Vem que eu te recebo!" Mas o cabra pediu hábeas, fez meio-dia…
–                          Foi na batata!
–                          Ah! Commigo não tem bandeira… E está ahi como estive vae não vae…
–                          O diabo tenta a gente, Pinga…
–                          Se tenta…
–                          Sempre levando vantagem…
–                          Qual ´o meu? Bem, vou roda… Boas festas…
–                          Já? Mulato presença.
–                          Já, negro frajola.
E o mulato partiu gingando.
–                          Oh! Balão – exclamei.
–                          Conhece-o? – inquiriu o parceiro.
–                          De vista.
–                          É o Pinga-fogo…
–                     Esse é malandro moderno, da turma do Atônico Branco, Joazinho da Lapa, Leão, Broa, Cirineu, Antonico, Ferreira, Petit… gente que se estraçalhou nos entreveros dos clubes.
–                     Mesmo porque os veteranos já se foram na sua quase totalidade: João Ferreira, Prata-Preta, João Grande, Hespanholito, Galleguinho, Carlito, Cardozinho, Zé do Senado, Três Tempos, Braço de Ouro, Bonzão, Satyro, Manoel do Friso, Arthur Mulatinho, Massa-Bruta, Gato Brito, Manduca da Praia, Camisa Preta, Alfredo Bexiga, Leão da Noite, Antonico, Zé Moço, Quitute, Camisa do Paraíso, Zuzú, Mello, Cambuca…
–                          E dessa geração quaes são os que sobrevivem?
–                     Poucos: Gallo, Arthur da Conceição, Cabo Verde, Vacca Brava, Getúlio, Geraldo, Januário, Leopoldo, Guerreiro, Russo da Pirajá, Bonitinho do Castello, Marinheiro, Quincas e Mette-Braço.
–                     Logo essa fúria de destruição entre os malandros é coisa velha e continua mesmo depois que a Polícia passou a perseguir as maltas, essas lutas diminuíram. Mas, quando chegava a época do Carnaval, ellas voltavam a recrudescer.
–                          O Carnaval era um pretexto par o grito de guerra…
–                     Era. As maltas, para passarem despercebidas da polícia, sahiam á rua disfarçadas em cordões. Á frente, mascaradas de caboclos, de reis, derainhas, de velhos, de caveiras, de diabos, iam os chefes, emquanto atrás seguia o corpo da matula empunhando archotes e estandartes dos quaes ressaltavam estes dísticos ameaçadores: Teimosos de São Christovão, Filhos da Machadinha, Destemidos de Catumby, Heroes das Chamas, Invencíveis do Cattete, Dragões do Mar, Triumpho de Botafogo, Couraceiros do Inferno, Estrella da Concordia, Heróes Brasileiros…
–                          E com isso as maltas voltavam a luctar nas ruas, ás barbas da polícia…          
–                          Voltavam.
–                          É assim, muito malandro embarcou…
–                          Muito. Mas hoje não dá mais disso…
–                          A capoeiragem está cahindo…
–                          Qual nada… Em decadência estão os aficccionados…
–                          Achas, então que a capoeiragem é ionvencível?
–                          Sem dúvida…
–                          Mas se já não existem mais capoeiras…
–                          Existem. Mas esses não se prestam a exhibições públicas. O capoeira de facto não se mostra.
–                          É opprtunista…
–                          Justo. E por isso mesmo é que elle diz, e com acerto: Na hora é que se vê. Capoeira de exhibição só os do tempo da mandninga.
–                          E onde ficam os que hoje se exhibem no circos?
–                          Truta…
–                          Tapeação?
–                          Justo…
–                          Tens razão, compadre…
–                          Razão e memória…
–                          E terás baos pernas como tens boa memória?
–                          Só vendo…
–                          Achote-se velho…
–                     Qual velho. Velhos são os trapos… Tenho 62, mas sinto-me tão leve quanto uma pluma. Eu não desminto as qualidades, não nego o nome… Sou o mesmo "Bode" do passado que pulva, que dava marradas… Formei na malta dos guaymús, fui malandro e até hoje não vi piaba que me tocasse, perna que me derrubasse. E si tomei este risco que me deu um guardião de bordo (e mostrou a faze esquerda, onde lhe vi um tremendo gilvaz que ia das pálpebras ao pavilhão da orelha) foi porque estava dormindo… Naquelle tempo, quando havia rolo em terra, a bordo logo diziam: "Isto foi o Bode ou o Apollonio que se espalharam em terra!…" Justamente dali a instantes um de nós dois arribava a bordo escoltado e tendo sob um dos braços um feixe de facões que tomávamos aos "meganhas"…
–                          E hoje serias capaz de repetir a dose, de solta a cachorra?
–                     Deus me livre… Trinta annos de cadeia, na cubata, de sobrado, no convento, transformam os homens. Hoje tenho pavor aos rolos. Só de ouvir o griullo (apito) do cardeal (soldado) eu me aflijo, tremo e soffro…
–                          É o pavor da jaula…
–                          Justo
–                          Deverás?
–                          Deveras.
–                          Mentira… – interrompeu um patusco ao lado.
 
"Bode" deitou ao chereta umolhar de quemn não gostou da patsucada. Assumptou. Por fim espirrou em tom confidencial, na surdina:
–                          Gente de D. Justa. Cuidado…
–                     Compreendi-lhe as falas. Aquelle cabra que mexera com elle era um tira entre outros tirasd. A cana estava ali, braba. Convinha sahir. Dar o fora. "Bode" não perdeu tempo. Empinou-se á guisa de despedida espirrou:
–                          Au revoir. E disponha desse negro.
–                          Para tudo? – perguntei-lhe.
–                          Para tudo.
–                          Mesmo para um gallo?
–                          Conforme… Si for gallo, 50$, estou comtigo… Quem não quer as massas?…
–                          Não, "bode", é para um gallo de briga que eu preciso de ti… Serviço de sangue…
–                          Misericórdia! Sahe azar! Commigo, não!
 
E saltou para a rua, lépido, aos pulinhos, aos corcovos, de cabeça baixa, olhos em fogo. E de repente desabalou num arranco, como si fosse mesmo um bode de verdade, preto, enorme, de duas pernas.
Estaquei na calçada, espantado, perplexo com tamanha agilidade em tamanha velhice. Por fim cheguei a conclusão de que, como o "Bode" , também eu nunca apanhei. Entrei em conflitos sérios, metti-me em batucadas brabas. De uma feita. Na Penha de Nictheroy, parti o braço de um parceiro com uma banda secca…
Pudera, eu era discípulo do mestre "Peru", aquelle malandro esguio e avermelhado que foi cocheiro de carro e que certa vez matou, com uma cabeçada certeira, precisa, um saltimbanco japonez no largo de Camtumby!
Se o "Bode" foi celebre, eu não fui menos famoso… Eu sou o …"Vagabundo",,,, um repórter.
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Encontro International und 3. Batizado

On Tue, 10 May 2005 16:04:54 +0200 (CEST), "Capoeira S.F.B. Mannheim" said:
Grao Mestre Dunga und Contra Mestre Babalu
möchten Euch herzlich zu unserem Event einladen
Nos te convidamos para o nosso evento
 
1.Encontro International und 3. Batizado
Capoeira Senzala Filhos da Bahia Mannheim
 
Workshops: Freitag, 24. Juni 2005 Beginn: 14:00 – 23:00
 Samstag, 25. Juni 2005 Beginn: 9:00 – 23:00
 Sonntag, 26. Juni 2005 Beginn: 12:00 – 18:00
 
Workshops
 
Toques Berimbau
Puchada de Rede
 
Maculele
Samba de Roda
Debatte über Capoeira in Europa und Capoeira Fundamet
Akrobatik und ‘Saltos’
Agarramento
Capoeira Jogo de Dentro
Defesa de Rua – Straßenverteidigung
Banda Arere Brasil
 
Übernachtung
(Schlafsck bitte mitbringen)
 alojamento
 
Folgende Gäste erwarten wir:
Estes convidados esperamos para o nosso evento:
 
Mestre Marreta Suxi Pernas Pro Ar
Mestre Paulao Porquinho pernas Pro Ar
Mestre Matias
Mestre Paulo Siqueira
Contra Mestre Santa Cruz
Prof. Espirito
Prof. Nuguette
Prof. Sabia
Prof. Tiroteio, Manjado,
 Tirinho
Prof. Aguatico
Prof. Paulo Franco
Prof. Paulo Axe
Trainer Francesco
Trainer Cristian Esquecido
 
Agradecemos pela Vossa atencao
e ficariamos muito agradecidos pela sua confirmacoa
e sua presenca no nosso evento.
Capoeira Mannheim
Senzala Filhos da Bahia
Adresse: U1,19 Mannheim (Zentrum)
 
 Tel.0170 265 14 90 Email: info@capoeira-ma.de
 0175 165 09 24 ma_capoeira@yahoo.de

VERSO DA CAPA DO “CADERNO-ALBO” DE MESTRE PASTINHA

No verso da capa do "Caderno-Albo" do Mestre Pastinha encontramos:

  • O registro da data em que o mesmo foi entregue ao Sr. Wilson Lins para que este escrevesse um texto a ser  ilustrado pelo "Caribé" sobre a capoeira de angola;
  • No canto superior direito a rubrica do mesmo;
  • No centro o título da obra idealizada "Quando as pernas fazem miserê – Metafísica e pratica da Capoeira" na grafia do mesmo W. Lins.