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Dinho Nascimento: Sinfonia de Arame

A Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene, formada por capoeiristas, músicos e pessoas da comunidade da Vila Pirajuçara, Butantã, São Paulo, é modelo de inclusão social e sustentabilidade que valoriza a capoeira enquanto manifestação e patrimônio cultural brasileiro. Contar com mestres, contramestres e professores de capoeira caracteriza interpretação própria e singular de ritmos brasileiros como o samba de roda, ijexá, congo de ouro, barravento, além de ladainhas, chulas e corridos, tudo com arranjos arrojados e inéditos de Mestre Dinho Nascimento. A orquestra mostra a versatilidade do berimbau como instrumento musical, já que no seu repertório encontramos tanto toques da capoeira quanto outros gêneros da música brasileira.

 

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Assista http://youtu.be/xGQYxti3SJg

 

Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene

Direção e Regência: Dinho Nascimento

O berimbau é um instrumento de resistência cultural que atravessou o Atlântico e, no Brasil, tornou-se símbolo de luta pela liberdade.

A Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene, formada por capoeiristas, músicos e pessoas da comunidade da Vila Pirajuçara, Butantã, São Paulo, é modelo de inclusão social e sustentabilidade que valoriza a capoeira enquanto manifestação e patrimônio cultural brasileiro. Contar com mestres, contramestres e professores de capoeira, caracteriza interpretação própria e singular de ritmos brasileiros como o samba de roda, ijexá, congo-de-ouro, barravento, além de ladainhas, chulas e corridos, tudo com arranjos arrojados e inéditos de Mestre Dinho Nascimento.

Os berimbaus são cuidadosamente afinados e agrupados em naipes: berimbau gunga ou berra-boi (som grave), de centro (som médio) e o viola ou violinha (som mais agudo). O “Berimbum”, com som super-grave, é tocado com arco de violoncelo. E o “Berimbau de lata” também tocado com arco, mais parece uma rabeca.

Vozes entoam os versos das ladainhas, corridos e canções. Alguns instrumentos como o guimbarde ou trump (berimbau de boca), agogô, pandeiro, reco-reco, ganzá, triângulo, atabaque, matraca, efeitos diversos e palmas completam a sonoridade.

A orquestra mostra a versatilidade do berimbau como instrumento musical, já que no seu repertório encontramos tanto toques da capoeira quanto outros gêneros da música brasileira.

Morro do Querosene realiza Simpósio e Espetáculo Teatral para falar da importância do “Peabiru”

Eventos  fortalecem a luta dos moradores da região por área que abriga uma fonte milenar. Autoridades, ambientalistas e historiadores confirmam presença em simpósio organizado pela comunidade.

Há mais de dez anos os moradores do Morro do Querosene lutam por uma área que abriga uma fonte milenar. Cercada de forma irregular, o que impediu o acesso dos moradores da região a área que dá acesso a fonte, o caso ganhou destaque na mídia e desde então os moradores vêm promovendo uma série de ações para conscientizar a população da importância do local para a cidade de São Paulo. No mês de agosto, o prefeito Gilberto Kassab decretou de utilidade pública, 35 dos 39 m² do terreno onde está localizada a Fonte. Esta foi a primeira conquista dos moradores que visam transformar esta área em um parque, o já batizado “Parque da Fonte”, por onde passa o “Caminho do Peabiru”.

Uma peça teatral, escrita e produzida pelos próprios moradores, e um simpósio fazem parte das atividades do projeto “Peabiru Caminho Suave” que vem sendo realizado com apoio do FEMA – Fundo Especial do Meio Ambiente da Secretaria Municipal do Verde.

 

Sobre o Simpósio “Juntos no Peabiru”

A  comunidade do Morro do Querosene percorreu uma longa trajetória até conseguir um    Decreto de Utilidade Pública para a Chácara da Fonte.

No início, ninguém havia ouvido falar de Peabiru. As informações foram aparecendo como num jogo de quebra-cabeça. Quando começaram a pronunciar “o Peabiru passava por aqui… a Bica era parada obrigatória de quem viajava pelo importante Caminho… na Chácara da Fonte as expedições acampavam….” os ouvintes perguntavam: “e você, é historiador? Quem é você para fazer tal afirmação?”. E como a grande maioria era artista ou agente cultural, logo o interlocutor coçava o bigode como quem entende que artista inventa mesmo.

Foi assim que surgiu esta ideia de realizar um SIMPÓSIO – REUNIÃO DE CIENTISTAS E ESPECIALISTAS para discutir sobre o Peabiru e o Parque da Fonte.

Para este Simpósio “JUNTOS NO PEABIRU”, renomadas autoridades no assunto confirmaram presença:

Rossano Lopes (arqueólogo do IPHAN), Júlio Abe (Diretor do Instituto de Geografia e História de São Paulo), Benedito Prezia (antropólogo, escritor e indigenista), Luiz Galdino (escritor do livro “Os Incas no Brasil”) e Hernani Donato (escritor, historiador, jornalista e professor) estarão  das 9 às 12h30 quando serão abordadas questões relativas à história.

O período da tarde (das 13h30 às 17h) está reservado para as questões urbanísticas e ambientais com Aziz Ab’Saber (geógrafo, ambientalista e professor), Nabil Bonduki (Secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano – Ministério do Meio Ambiente, redator do Plano Diretor da Cidade de São Paulo) e  Ros Mari Zenha (ambientalista).

O evento será aberto para a participação do público em geral e acontecerá no Auditório do Instituto Butantan, dia 13 de setembro de 2011, das 9h às 17h.

 

SIMPÓSIO “JUNTOS NO PEABIRU”

Local: Auditório do Instituto Butantan

Avenida Vital Brasil, 1500 – Butantã – São Paulo

Data: 13 de setembro

Horário: das 9 às 17h

Entrada Franca

mais informações www.fontedopeabiru.com.br

 

Sobre o espetáculo teatral

“Peabiru, o Caminho Suave”

O espetáculo acontece à beira do milenar Peabiru , emaranhado de trilhas que atravessavam o Continente e que eram utilizadas pelo nativos, entre eles, Incas e Guaranis, na busca por alimentos, exploração de novos espaços, intercâmbio cultural e encontros.

A montagem da peça teatral convida seus espectadores a uma reflexão sobre nossa formação cultural e étnica, a realidade e os sonhos atuais, alternativas de ver e viver o cotidiano, abordando, de forma lúdica e popular, questões ambientais e urbanísticas como o caso da polêmica existente entre a construção de um shopping center e um parque com nascentes e belezas naturais.

Alinhando mitos e fatos, em meio a novos códigos florestais, usinas de energia, desapropriação de território de tradições ancestrais, a peça relata aspectos do processo civilizatório, com foco sobre a Vila Pirajussara, outrora parada obrigatória de tropeiros, jesuítas, bandeirantes e índios, hoje Morro do Querosene, rico de manifestações culturais e uma  comunidade engajada em preservar a Chácara da Fonte. A questão não é apenas local, mas extrapola o território brasileiro.

Pai Sumé e elementos personificados, como portais dimensionais e oráculos, costuram a narrativa. Os diálogos acontecem entre mãe e filho, jesuíta, índio e bandeirante, arquiteta, encanador e outros cidadãos que se reúnem para discutir a situação do seu bairro.  No decorrer do espetáculo, outros personagens, como o Saci Pererê, as lavadeiras, escravos, capitães do mato, o cordelista e um repórter interativo, fazem intervenções, lançando um novo olhar sobre os acontecimentos.

Num momento tão violento e crucial para nossa metrópole, o espetáculo “Peabiru, o Caminho Suave” busca chegar na mítica “Terra sem Mal” preconizada pelos nossos antepassados indígenas.

 

FICHA TÉCNICA

Criação :  Peabiru  Arte Manifesto

Texto: Caco Pontes, Cláudio Laureatti e Paulo Almeida

Direção geral e executiva : Cecília Pellegrini

Coordenação e produção :    Nelson Conde

Preparação e direção cênica: Caco Pontes

Direção musical :  Dinho Nascimento

Assistente de direção : Claudio Laureatti e Paulo Almeida

Elenco :  Benê do Morro, Beto Kabelo, Caco Pontes, Claudio Laureatti, Daphne Loureiro, Edgard Max, Gabriel Eduardo, Lara Giordana Lima, Mariana Acioli, Mauro Carotta, Paulo Almeida e Tânia Seong.

Músicos :        Dinho Nascimento, Marcos Dafeira e Orates Odara

Pesquisa: Cecília Pellegrini e Roberta de Carlo Smith

Figurino :  Mariana Acioli

Cenário : Daphne Loureiro

Efeitos visuais : Leila Monsegur

Som e luz:  Ana Catarina

Fotografia : Raul Zito

Arte Gráfica:  Maurício Santana

Assessoria de imprensa :  Iara Filardi

Realização:  Associação Cultural da Comunidade do  Morro do Querosene

 

Agenda:

17/09/2011 às 17h

CEU Butantã (Teatro Carlos Zara)

Av: Engº Heitor Antônio Eiras Garcia, 1700 – Jd Esmeralda

Telefone: 3732-4560

450 lugares (sendo 2 para portadores de necessidades especiais)

 

22/09/2011 às 20h

CEU Uirapuru

Rua: Nazir Miguel, 849 – Jd João XXIII

Telefone: 3782-3143

180 lugares

 

01/10/2011 às 11h

Pateo do Collegio

Praça Páteo do Colégio, 02  –  Centro

Telefone:  3105-6899

Espaço aberto

 

07/10/2011 às 21h

Centro Cultural Rio Verde

Rua Belmiro Braga, 119  –  Vila Madalena

Telefone: 3459-5321

120 lugares

 

12/10/2011 às 17h

Rua da Fonte  –  Morro do Querosene   –   Butantã

Telefone: 3726-8406

Espaço aberto

 

Classificação:  Livre

Entrada Gratuita

 

Imprensa: Iara Filardi

55 11 2083-7268

55 11 9224-3681

55 11 9318-3805

contato@iarafilardi.com

São Paulo: ManiFestAção em Defesa da Fonte no Morro do Querosene

Dia 10/04/2011 – DOMINGO – das 10 às 22H – na Travessa da Fonte – Morro do Querosene – EVENTO GRATUITO

O Morro do Querosene possui uma área de quase 40.000 m² com resquícios de Mata Atlântica abandonada e 3 nascentes, uma delas a Fonte que jorra água pura e mineral que escorre para o bueiro. A comunidade do Morro do Querosene e Butantã vem há 10 anos se mobilizando para preservar este espaço conhecido pelos moradores como Chácara da Fonte. Hoje, a velha Rua da Fonte está interditada por um muro que nos impede de chegar à Fonte.

Esta área também guarda uma interessante história: aqui se encontravam vários caminhos que constituíam a lendária trilha indígena do Peabiru, mais tarde utilizada pelos bandeirantes, jesuítas e tropeiros. A efervescência cultural do Morro do Querosene deve vir desta época, quando aqueles que utilizavam esses caminhos paravam na Bica e na Fonte para descansar,  matar a sede e realizar suas cantorias e danças.

Hoje, com tantas atividades culturais e artísticas, não temos no Morro um espaço adequado para nossas manifestações. A Chácara da Fonte tem a vocação de Parque Cultural e Ambiental necessário à nossa cidade. Pensando nisso, na criação do Parque da Fonte e na importância de cuidar do meio ambiente, decidimos participar do Fórum Social de São Paulo realizando uma atividade autogestionada denominada “ManifestAção em defesa da Fonte”.

O evento será realizado dia 10 de abril, das 10h às 22h, e contará com apresentações musicais intercaladas com performances e intervenções poéticas, ambientais e urbanas. Entre os músicos que já confirmaram presença estão: Peixelétrico, Planta&Raiz, Nasi, Dinho Nascimento, Tião Carvalho, Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene, Treme Terra (MC Gaspar Z´África Brasil), Ambulantes, Isca de Polícia, Poesia Maloqueirista, Henrique Menezes (Banda Bom que Dói), Grupo Cupuaçu, Manos Urbanos, Frente 3 de Fevereiro, Emerson Boy, Marquinho Mendonça e Malungo.

 

Serviço:

Domingo, dia 10 de março, a partir das 10h – Evento Gratuito (programação abaixo)

Local: Rua da Fonte, s/n°, Jardim Pirajuçara (Morro do Querosene) – Butantã – São Paulo

Ruas interditadas: Travessa da Fonte e Rua Padre Justino (nas imediações da Travessa da Fonte que fica a 100 metros da Av. Corifeu de Azevedo Marques). Acesso: pela Av. Corifeu de Azevedo Marques ou pela Rodovia Raposo Tavares, 1ª travessa a direita (Rua Afonso Vaz que vai encontrar a Rua Padre Justino à esquerda).

Realização: Associação Cultural Morro do Querosene, FEMA e Prefeitura de São Paulo.

Apoio: SVMA-PMSP, CET, SABESP, Ecos do Meio, PEABIRU e O AUTOR NA PRAÇA.

 

Programação:

10h20 – Orquestra de Berimbaus (palco) roda de capoeira/samba de roda (chão)

11h10 – Samba da Casa (chão)

11h50 – Henrique Menezes e Banda Bom que Doí (palco)

12h20 – Poesia Maloqueirista Intervenção (chão)

12h35 – Malungo (intervenção musical) (palco)

12h50 – Grupo Cupuaçu (chão)

13h30 – Ambulantes (palco)

14h10 – Manos Urbanos (palco)

14h45 – Hugo Paz (intervenção poética) (palco)

15h00 – Emerson Boy (intervenção musical) (palco)

15h15 – Marquinho Mendonça (intervenção musical) (palco)

15h25 – Treme Terra e Gaspar (Z’Africa Brasil) (palco)

16h00 – Poesia Maloqueirista (intervenção) (chão)

16h25 – Isca de Polícia (palco)

17h00 – Grupo de Teatro do Peabiru (intervenção) (chão)

17h25 – Planta e Raiz (palco)

18h05 – Frente 03 de Fevereiro (palco)

18h45 – Tião Carvalho (palco)

19h20 – Poesia Maloqueirista (intervenção) (chão)

19h45 – Dinho Nascimento (palco)

20h25 – Nasi (Palco)

21h05 – Peixe Elétrico (palco)

Lançamento do 1º CD da Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene

A Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene lança seu primeiro CD, Sinfonia de Arame, com berimbaus cuidadosamente afinados e agrupados em naipes (berimbau gunga ou berra-boi com som grave, berimbau de centro com som médio e o berimbau viola ou violinha com som mais agudo), com o berimbum, criação de Dinho Nascimento de som super-grave tocado com arco de violoncelo, e o berimbau de lata também tocado com arco, parecendo uma rabeca.

Vozes entoam os versos das ladainhas, corridos, chulas, samba e samba-de-roda. Alguns instrumentos como o guimbarde ou trump (berimbau de boca), kalimba, caixa do divino, agogô, pandeiro, reco-reco, ganzá, triângulo, atabaque, matraca, efeitos diversos e palmas completam a sonoridade.

A Orquestra mostra a versatilidade do berimbau interpretando toques da capoeira e ritmos da música brasileira, com arranjos e regência de mestre Dinho Nascimento.

Este CD promove a acessibilidade do deficiente visual possuindo escrita em Braille, desenvolvida para leitura dos cegos através do tato.

Convidados muito especiais participam em Sintonia de Arame: a Orquestra de Tambores de Aço (na música Amazonas), o Quarteto Pererê (em Peixinhos do Mar), Tião Carvalho (em Puxada de Rede) e Toninho Carrasqueira (em Toque de Mestre e Sertão de Caicó).

 

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Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene – Direção e Regência: Dinho Nascimento

Os berimbaus são cuidadosamente afinados e agrupados em naipes: berimbau gunga ou berra-boi (som grave), de centro (som médio) e o viola ou violinha (som mais agudo). O “Berimbum”, com som super-grave, é tocado com arco de violoncelo. E o “Berimbau de lata” também tocado com arco, mais parece uma rabeca.

Vozes entoam os versos das ladainhas, corridos, chulas, samba e samba-de-roda. Alguns instrumentos como o guimbarde ou trump (berimbau de boca), agogô, pandeiro, reco-reco, ganzá, triângulo, atabaque, matraca, efeitos diversos e palmas completam a sonoridade.

A Orquestra mostra a versatilidade do berimbau interpretando toques da capoeira e ritmos da música brasileira, com arranjos e regência do mestre Dinho Nascimento.

Histórico da Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene

A idéia de uma Orquestra de Berimbaus surgiu nos encontros informais que aconteciam na pracinha do morro, ao cair das tardes de domingo, quando Dinho Nascimento e alguns amigos se reuniam para tocar, jogar capoeira e passar seus ensinamentos aos mais jovens e outros recém-chegados.

Em 2000, Dinho Nascimento dirigiu a Orquestra de Berimbaus do Espetáculo Étnico apresentado aos presidentes dos países participantes da XIX Reunião do Conselho do Mercado Comum do Mercosul, realizado em Florianópolis (SC).

No 452º aniversário de São Paulo (em 2006), a Orquestra de Berimbaus foi regida por Aluá Nascimento, músico percussionista popular e erudito que também fez os arranjos e a escolha do repertório das apresentações no Parque D. Pedro e na Praça do Patriarca, centro da cidade.

Em 2007 a idéia ressurgiu nos cursos oferecidos pelo Projeto Treme Terra (Morro do Querosene) e a Orquestra de Berimbaus tocou nas Oficinas de Percussão do PercPan 2007, festival internacional de percussão.

Em fins de 2007 consolidou-se a formação atual. A Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene foi convidada a participar de um evento da Prefeitura de Santo André (SP). Pouco antes desta apresentação, em 01/11/2007, estreou no CEU Butantã, teatro da Prefeitura de São Paulo. Deste momento em diante, as apresentações se sucederam: SESC-SP (Ipiranga, Campinas, Bauru, Vila Mariana, Interlagos e Taubaté); Festival da Juventude (no Memorial da América Latina); Off-FLIP (Paralela à Feira de Literatura Internacional de Paraty – RJ) quando tocou na histórica Igreja de N.S. Rosário e de S. Benedito; na Virada Cultural 2008,  tocando no Largo do Paissandu; na marquise do MAM (Rio de Janeiro-RJ)  e no Pepsi-on-Stage (Porto Alegre-RS), participando do evento C&A Pop Music; na Casa de Cultura do Butantã (na Semana da Consciência Negra); pelo Pro-Art, em vários CEUs (Centro de Educação Unificado do Município de São Paulo); na Virada Cultural Paulista 2009, apresentando-se na cidade de São José do Rio Preto; na Casa de Cultura Tainã, Ponto de Cultura em Campinas; em Academias de Capoeira e nas festividades do Bumba Meu Boi, no Morro do Querosene.

Em dezembro de 2009, a Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene foi contemplada com o título “Ponto de Cultura” do Programa Mais Cultura, uma iniciativa do Ministério da Cultura em parceira com a Secretaria Estadual da Cultura.

Quase que simultaneamente, a Orquestra foi selecionada pelo Programa de Ação Cultural da Secretaria Estadual da Cultura, ProAC nº18, incentivo para gravação de disco inédito. A Orquestra já iniciou as gravações e em meados de agosto, ou mais tardar setembro, deverá estar lançando no mercado seu primeiro CD denominado “Sinfonia de Arame”.

Em janeiro/2010, a Orquestra apresentou-se no Centro Cultural da Marinha, participando de um evento de intercâmbio cultural com estudantes vindos de Dubai (Emirados Árabes). E em março, esteve em Fortaleza onde se apresentou no Centro Cultural Dragão do Mar, por ocasião da TEIA Brasil 2010.

 

Dica Portal Capoeira:

Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene - Direção e Regência: Dinho Nascimento

 

Existem alguns vídeos gravados ao vivo que dão uma idéia da apresentação e podem ser apreciados em:

 

{youtube}2sFkoXyNEY8{/youtube}

Berimbau Blues no PERCPAN

{youtube}p6mowQeoGPM{/youtube}

Orquestra no SESC Campinas

{youtube}ysG0zzqpLws{/youtube}

Oficina na Casa Tainá

Maringá: Dinho Nascimento reinventa os sons

Dinho Nascimento, um dos maiores percussionistas do País e descobridor de novas sonoridades a partir do berimbau, faz show hoje na cidade de Maringá, no Centro Cultural Sucena, dentro de festival afro.

O copo de vidro desliza sobre a corda do berimbau e surge o som de banjo, o instrumento do blues. O resultado inesperado é obra de Dinho Nascimento, 58 anos, capoeirista, cantor, compositor e percussionista baiano radicado em São Paulo, no Morro do Querosene – um encrave de artistas nordestinos no bairro do Butantã, próximo à Universidade de São Paulo (USP).

O artista acrescenta novas sonoridades à música brasileira, como mostram os CDs “Berimbau Blues” (que venceu o Prêmio Sharp em 1997), “Gongolô” (2000) e Ser-Hum-Mano (2006), dirigido pelo filho Aluá Nascimento.

As canções de Mestre Dinho passeiam pelo afoxé, samba de roda, capoeira, maculelê, maracatu, tambor de crioula, salsa, rap e reggae. O percussionista mistura esses ritmos a instrumentos inusitados, como o berimbau viola, de sonoridade aguda; o gunga; o berra-boi, com som grave; o berimbaixo; e o berimbum, um berimbau supergrave com corda de contrabaixo e que é invenção do próprio artista.

Nos anos 80, Dinho saiu de Salvador para fixar residência em São Paulo, no Morro do Querosene, onde mora até hoje. Na capital paulista, conheceu a coreógrafa húngara Maria Duschenes, que estava no Brasil para dar aulas de dança.

“Ela pediu que fizesse uma música para uma coreografia, mas queria algo inovador com o berimbau”, lembra. Ele aceitou o pedido e foi para casa em busca da invenção. “Estava com um copo de água na mão, encostei o vidro na corda do berimbau e ouvi o som de banjo e disse: ‘Caramba, isso é blues no berimbau”, conta.

“Lembro que fiquei assustado comigo mesmo e me perguntava se deveria ou não mostrar isso à Maria (a coreógrafa). Acabei mostrando e ela gostou.”

Dinho estará em Maringá hoje à noite para um show no Recanto Romano, a partir das 21 horas. O show faz parte do 9º Mega Evento Afro-brasileiro, promovido pelo Centro Cultura Sucena.

O percussionista estará acompanhado de mais dois músicos: Gabriel Nascimento (pandeiro e djemb — um tipo de tambor) e Cecília Peligrini (voz e percussão). A apresentação contará com berimbau blues, samba de roda, toque de mestre, ladainhas de capoeira, além de músicas do folclore. Antes do show, será servido um jantar afro-brasileiro, com cuscuz, feijão de corda e quibebe.

Doze anos após o lançamento de “Berimbau Blues”, Dinho conta que o som do banjo no instrumento africano ainda impressiona o público. “Antes de gravar o disco, alguns torciam o nariz para a novidade e diziam que eu estava mudando a cara da capoeira”, conta.

Hoje, a reação é de espanto, mas deixou de ser negativa. “O blues é um estado de espírito e o berimbau tem tudo a ver com o blues. O toque do berimbau é solene, é ele que dita o ritmo da roda de capoeira.”

O artista baiano acompanhou e participou de gravações com Tom Zé, João Donato, Pena Branca e Xavantinho, Renato Teixeira, Inezita Barroso, Zé Ketti, Clementina de Jesus, Osvaldinho da Cuíca, Batatinha, Alcione, Marcos Suzano, Walter Franco, Flávio Venturini, Tetê Spíndola e Renato Borghetti. No cenário internacional, tocou com Bill Close e Kewin Welch. Dinho já levou seu show para Portugal, Espanha, Estados Unidos, Alemanha, Cuba e Inglaterra.

Suas composições foram parar na trilha de espetáculos de dança de Maria Duschenes, Ioshi Morimoto, Clive Thompson, Klaus Viana, e Lia Robato, entre outros. No cinema, as músicas de “Berimbau Blues”, sonorizaram trecho do documentário “Cine Mambembe – o cinema descobre o Brasil”, de Laís Bodanzky e Luiz Bolognesi.

Além do show de Dinho Nascimento, o Centro Cultural Sucena promove uma oficina de montagem de atabaques, hoje, das 9 horas às 17 horas. No sábado, haverá roda aberta e campeonato de capoeira. No domingo, serão realizadas oficina com Dinho Nascimento e a 9ª Mostra da Cultura Afro-brasileira.

Orquestra de 13 berimbaus

Treze crianças do Morro do Querosene, em São Paulo, e amigos de Dinho Nascimento formam a Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene. Ao todo, são 13 berimbaus. Os instrumentistas interpretam toques de capoeira, samba de roda e canções da música popular.

A orquestra existe há 25 anos, mas somente há quatro passou a se apresentar formalmente ao público. A apresentação mais recente foi para uma plateia de 200 crianças na Universidade de São Paulo (USP), na última quarta-feira.

Dinho conta que a orquestra surgiu nos encontros que ele promovia em uma praça do Morro do Querosene. Lá, reunia amigos e crianças para tocar berimbau e jogar capoeira.

Nesta semana, a Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene foi uma das 300 contempladas para serem Pontos de Cultura. O grupo deve receber R$ 180 mil, divididos em três anos, para aplicar no projeto. O investimento é do Ministério da Cultura e da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.

Fonte: http://www.odiariomaringa.com.br/

SESC: Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene

O SESC Vila Mariana apresenta:

Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene

Formada por jovens do bairro do Butantã e Morro do Querosene, a orquestra mostra toda a versatilidade do instrumento, interpretando toques da capoeira e ritmos da música brasileira, com arranjos e regência do Mestre Dinho Nascimento.

A Comunidade do Morro do Querosene tem uma extensa agenda de atividades, sendo uma das mais relevantes e imperdiveis a Festa do Boi, comandada pelo Carismático Tião Carvalho.
 

Assista o vídeo da Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene

{youtube}Q-YxwN5gHYA{/youtube}

DIA 20 DE SETEMBRO, SÁBADO, ÀS 13:30H
Praça de Eventos SESC Vila Mariana
Rua Pelotas, 141 – Fone: 5080-3000
De terça a sexta, das 9h às 21h30
Sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h30

email@vilamariana.sescsp.org.br

Visite: http://www.sescsp.org.br