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Curso Gênero, Raça e Etnia

Tem início nesta quarta-feira, dia 31 de agosto, o Curso Gênero, Raça e Etnia Para Jornalistas, resultado da colaboração da Federação Nacional dos Jornalistas – Fenaj e ONU Mulheres. Tendo como local o Sindicato dos Bancários, das 18h às 22h, haverá parte teórica e outra prática, com a jornalista Cleidiana Ramos. O mini-curso segue na quinta-feira, no mesmo local e horário. Esta era uma antiga reivindicação do Núcleo de Jornalistas Afrobrasileiros doSindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul, que está completando dez anos de existência.

A procura por parte de jornalistas e estudantes de Jornalismo superou a expectativa, criando uma lista de espera. O número de vagas inicialmente previsto de 50 participantes, aumentou para 60 visando atender um universo maior de interessados. A cobertura em tempo real vai estar no portal do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul – www.jornalistas-rs.org.br, no blog do curso – generoracaetniaparajornalistas.wordpress.com, e respectivas redes sociais.

 

A redação fala sobre gênero, raça e etnia: Folha de S. Paulo, Correio Braziliense, CBN, TV Brasil, Rádio Nacional e Grupo RBS

Este material foi gerado para o Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas. Agradecemos às/aos colegas pelo tempo cedido no meio da correria do trabalho e pela riqueza do debate: Eliane Cantanhede, Jacqueline Saraiva, Jorge Freitas, Luiz Armando Vaz, Mara Régia, Maria Honda, Rosana Hessel, Tereza Cruvinel e Vicente Nunes. A “conversa entre jornalistas” faz parte da metodologia do Curso de Gênero, Raça e Etnia para Jornalistas, que tem o objetivo de evidenciar os desafios e as possibilidades traçadas por profissionais com atuação em redações de jornal, rádio, TV e internet. A “conversa entre jornalistas” é bastante objetiva e não foge do assunto nem mesmo quando a cobertura de gênero, raça e etnia parece uma questão difícil de responder. Disponível também no www.youtube.com/grejornalistas.

 

Eliane Cantanhede – colunista da Folha de S. Paulo e colaboradora da Globo News

Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 – melhoria da cobertura diária | | Vídeo 3 – mulher no Jornalismo Vídeo 4 – raça e etnia no noticiário

Jacqueline Saraiva – repórter do Correio Web

Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 – melhoria da cobertura diária | | Vídeo 3 – mulher no JornalismoVídeo 4 – mulheres negras no Jornalismo

Jorge Freitas – repórter de Economia do Correio Braziliense

Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 – melhoria da cobertura diária Vídeo 3 – pauta de gênero, raça e etnia |

Mara Régia – jornalista e apresentadora da Rádio Nacional Amazônia

Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 – melhoria da cobertura diária | | Vídeo 3 – mulher no Jornalismo |

Maria Honda – produtora da Rádio CBN

Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 – melhoria da cobertura diáriaVídeo 3 – melhoria da cobertura diária 2Vídeo 4 – povos indígenasVídeo 5 – mulher no jornalismo

Luiz Armando Vaz – radialista e repórter fotográfico do Grupo RBS

Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 – melhoria da cobertura diária |

Rosana Hessel – repórter especial do Correio Braziliense

Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 -melhoria da cobertura diária | | Vídeo 3 – papel das mulheres no jornalismo |

Tereza Cruvinel – diretora-presidenta da EBC (Empresa Brasil de Comunicação) | Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 – melhoria da cobertura diária |

Vicente Nunes – editor de Economia do Correio Braziliense

Vídeo 1 – notíciaVídeo 2 – melhoria da cobertura diária |

Aprovado com emendas na Câmara, Estatuto da Igualdade Racial será novamente examinado pelo Senado em 2010

Tramitando no Congresso Nacional desde maio de 2003, o projeto de lei do Senado que institui o Estatuto da Igualdade Racial (PLS 213/03) será novamente examinado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) nos primeiros meses de 2010. Aprovado no Senado em novembro de 2005, o texto foi enviado à Câmara, onde foi acolhido, em setembro de 2009, sob a forma de substitutivo, com várias alterações ao texto original, motivo pelo qual voltou para nova análise dos senadores.

O autor do projeto original é o senador Paulo Paim (PT-RS), que já defendeu a aprovação do estatuto por diversas vezes da tribuna do Plenário do Senado. O relator, Demóstenes Torres (DEM-GO), apresentou parecer favorável, com emendas, à aprovação do projeto em dezembro do ano passado.

Entre outros pontos, o projeto de Paim institui pena de até três anos para quem praticar racismo pela internet, incentiva a contratação de negros pelas empresas e reconhece a capoeira como esporte. Resultado de mais de seis anos de discussão no Congresso, o texto aprovado na Câmara faz mudanças substanciais no projeto original. Reduz de 30% para 10% a proporção de candidatos negros que os partidos devem ter nas eleições (atualmente, só há reserva para mulheres); retira a obrigatoriedade de reserva, nos estabelecimentos públicos, de vagas para alunos negros vindos de escolas públicas na mesma proporção dessa etnia na população; e suprime a indicação “igualdade” do dispositivo que trata da contratação de atores negros em produções artísticas.

O substitutivo da Câmara define como desigualdade racial todas as situações injustificadas de diferenciação de acesso e fruição de bens, serviços e oportunidades, nas esferas pública e privada, em virtude de raça, cor, descendência, origem nacional ou étnica. Define como população negra o conjunto de pessoas que se autodeclaram pretas e pardas, conforme o quesito cor ou raça usado pelo IBGE.

O substitutivo que será apreciado pela CCJ também trata de políticas públicas e programas especiais adotados pela iniciativa privada e o Estado para a correção das desigualdades raciais e a promoção da igualdade de oportunidades. Prevê ainda acesso universal e igualitário ao Sistema Único de Saúde (SUS) para promoção, proteção e recuperação da saúde da população negra, que deverá ficar a cargo de instituições públicas federais, estaduais, distrital e municipais da administração direta e indireta. O objetivo é garantir tratamento e especialização em doenças mais comuns na raça negra, como a anemia falciforme.

A proposta determina também que seja obrigatória a disciplina que trate da história geral da África e da população negra no Brasil nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio públicos e privados. Além disso, o Estatuto da Igualdade Racial assegura o livre exercício dos cultos religiosos de origem africana, prevendo assistência religiosa aos seus seguidores em hospitais e institui que os programas de moradia do governo deverão assegurar tratamento equitativo à população negra, devendo fazer o mesmo os bancos públicos e privados que atuam em financiamento habitacional.

Helena Daltro Pontual e Augusto Castro / Agência Senado

Bahia: Evento deve reunir 600 capoeiristas em Salvador

O 2° Encontro Internacional de Capoeira e 27° Troca de Graduação do Grupo Raça acontece de hoje até o dia 23 de novembro, em Salvador. Com o apoio do Lar Fabiano de Cristo e patrocínio da Capemisa, o evento reunirá na Bahia alunos, professores e mestres de sete estados e quatro países.

Entre as atividades previstas na programação estão oficinas, palestras, cursos, exames de troca de cordão e, para fechar o Encontro, um "aulão" seguido de uma grande roda no Farol da Barra, com mais de 600 capoeiristas.

Programação:

Confira abaixo a programação completa do evento:

Mestre Medicina

  • Quarta-feira (19/11)

Local: Mansão do Caminho, Pau da Lima
08h30 – Oficina de confecção de berimbau para os alunos da Mansão do Caminho, com mestre Olavo da Bahia.
10h30 – Curso de primeiros-socorros para pais e alunos.
14h30 – Recreação com movimentos de capoeira com contra mestre Batata, do Grupo raça de Maceió, Alagoas.
16h – Curso de primeiros-socorros para pais e alunos.

  • Quinta-feira (20/11)

Local: Auditório do Centro Universitário Jorge Amado, Paralela
19h – Fórum de palestras e debates
Palestrantes: Dr. Benício Boyda – professor de Medicina da UESC, Dr. Hélio Campos – mestre Xaréu, mestre Jean – professor de Educação Física, Dr. Tatiana Blandy, Márcia de Carvalho Rocha – administradora do Lar Fabiano de Cristo.
Temas: "A capoeira e a inclusão social", "Capoeira na escola e na universidade", "A capoeira e a sociedade atual" e "A capoeira como agente de superação de limites e transformação na vida de quem pratica".

 

  • Sexta-feira (20/11)Sexta-feira (20/11)

Local: Ginásio do Centro Universitário Jorge Amado, Paralela
19h – Aula com mestre Suassuna, um dos mais importantes mestres de capoeira do mundo, seguido de um bate-papo com mestre Medicina, coordenador geral do Grupo Raça.

  • Sábado (21/11)

Local: Mansão do Caminho, Pau da Lima
08h30 – Batizado e troca de cordão dos alunos do Grupo Raça. Neste dia estarão presentes todos os alunos, professores, contra mestres e mestres que fazem parte ou são amigos do Grupo Raça para uma verdadeira celebração da capoeira. São esperados capoeiristas de sete estados e quatro países.

  • Domingo (21/11)

Local: Farol da Barra
08h30 – O domingo na capital baiana vai ser de capoeira. Neste dia, mais de 600 capoeiristas, todos vestindo a tradicional roupa branca, comparecerão ao Farol da Barra para um "aulão" do mestre Medicina, seguido de uma roda que promete entrar para a história. Todos os capoeiristas e admiradores do esporte símbolo da Bahia estão convidados.

Paraná: 12° Batizado e Troca de Graduação do grupo de capoeira Raça

A Associação Cultural Capoeira Raça dá início nesta quarta-feira a diversas atividades para comemorar o 12° Batizado e Troca de Graduação do grupo de capoeira Raça. Serão quatro dias de muitas atividades.

O evento, que acontece anualmente em Maringá, vai contar com rodas de rua, apresentação de berimbaus e workshop de capoeira. Também haverá dois batizados e troca de cordéis.

No total, serão mais de 100 atletas reunidos, entre alunos e capoeiristas convidados vindos dos estados da Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e também do Chile.

Nesta quarta, o grupo fará uma apresentação na Feira do Produtor, no Estádio Willie Davids, a partir das 19 horas.

Na quinta, acontece um bate-papo sobre capoeira, com mestres experientes, na academia Trainers, localizada na Avenida Colombo, 5.992, próximo ao ginásio de esportes Chico Neto.

Na sexta-feira, uma novidade durante o evento: mais de 20 capoeiristas vão se reunir nas escadarias da Catedral Basílica Menor, a partir das 11 horas, para tocar berimbaus. Logo depois, os atletas farão uma roda de rua, na praça Raposo Tavares.

No sábado, mestre Robô, experiente capoeirista da Bahia, vai ministrar curso teórico e prático sobre os fundamentos da capoeira e suas diversas vertentes, como a capoeira de angola, benguela e regional. Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público.

O grupo de capoeira Raça está em Maringá há 12 anos sob a direção do mestre Ouro Verde e do contra-mestre Pinaúna. O grupo conta com cerca de 150 alunos.

 Vanessa Bellei
bellei@odiariomaringa.com.br

Fonte: O DIÁRIO DO NORTE DO PARANÁ – http://www.odiariomaringa.com.br

Grupo Capoeira Raça: Quarenta anos de ensino do Mestre Medicina

Grupo Raça avalia fim de semana de capoeira:

Os organizadores comentaram o evento 40 anos de ensino do mestre Medicina, que aconteceu no último fim de semana, no GTC

O mestre Luís Medicina, a personalidade homenageada no evento, mora em Muritiba, mas é natural de Itabuna, já Mestre Suassuna, natural de Itabuna, mora em São Paulo mas também veio prestigiar a cidade
 
Quarenta anos de ensino do Mestre Medicina. Esse foi o nome do evento, organizado pelo Grupo Capoeira Raça, no último fim de semana (sexta e sábado), no Grapiúna Tênis Clube, em Itabuna, para homenagear Luís Rocha, mais conhecido como mestre Medicina, fundador do Grupo Raça. Ele, juntamente com outros nomes conhecidos internacionalmente, participou do evento, avaliado como excelente pelos organizadores.
 
Com 45 anos na prática da capoeira, o mestre Medicina é natural de Itabuna e hoje vive em Muritiba, no Recôncavo baiano. Reinaldo Ramos, mais conhecido como mestre Suassuna, também itabunense e que hoje mora em São Paulo, foi outro a marcar presença no evento. Entre os principais nomes da capoeira da cidade, foi sentida a ausência de Valdecir Alcântara, o mestre Magrelo, que mora na Itália e não pôde vir para a cidade.
 
O que ocorreu
 
Mestre Luís MedicinaOs contra mestres Ninja, Risadinha, Arrepiado e Vovô, coordenadores do grupo na região, ficaram à frente na organização do evento. Os dois últimos comentaram. "Na sexta-feira (21), foram batizadas 110 crianças. No sábado (22), não tenho certeza. Acho que umas 140. Sei que, no total, quase 300 crianças foram batizadas", diz o mestre Arrepiado. "Contra mestres também foram formados", salienta Vovô.
 
Ambos frisaram ainda que crianças da periferia também participaram do encontro. "Crianças dos bairros São Pedro, Califórnia, Ferradas e Urbis 4 estiveram presentes lá. Faz parte de nosso trabalho social", lembra Arrepiado, que prossegue. "Crianças com síndrome de down também participaram. Foi muito bom". 
 
Superou as expectativas
 
A empolgação dos dois organizadores que comentaram o evento passa pela parte social, de acordo com eles. "A socialização no evento foi muito forte, e muito importante para o sucesso do mesmo", afirma Arrepiado. Trabalham com núcleos, com trabalhos sociais, e é gratificante quando somos reconhecidos". Por fim, o próprio Arrepiado resumiu. "Foi muito bom, superou as expectativas".
 
Fonte: Agora – Itabuna,BA – http://www.agora-online.com.br

Itabuna: VII Encontro do Grupo Capoeira Raça

Encontro de Capoeira começa hoje em Itabuna
 
O VII Encontro do Grupo Capoeira Raça, que terá a presença do Mestre Medicina, fundador do grupo, tem programação hoje e amanhã
O VII Encontro do Grupo Capoeira Raça começa hoje às 18 horas, na quadra do Colégio Imeam, em Itabuna. O evento segue com programação para amanhã, quando as atividades começam às 15 horas, no mesmo local.
Para hoje, está confirmada uma aula com o Mestre Medicina, fundador do Grupo Raça. Durante todo o encontro, haverá batizado, troca de cordéis e formatura de alguns capoeiristas. O professor Newiton "Vovô" diz que tem boas expectativas para o encontro. "Esperamos um bom encontro, com a participação de quase todos os alunos do Raça", diz ele.
O evento, coordenado pelo Contra-Mestre Rogério "Arrepiado" e pelo professor Newiton "Vovô", tem o apoio de: Vereador Del Gally, Unibom, Brasil Gás, Bodega do Coalhada, Posto Iteúna, Posto Jaçanã, Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC), Secretaria de Esportes e Posto Fama.
 
Patrocínio Social
Vovô cita ainda a parte social do Capoeira Raça, que tem núcleos de ensino nos bairros Bananeira, Califórnia, Fátima, Ferradas, Jorge Amado, São Pedro, Urbis-4 e Zizo. "Além dos alunos nas sedes localizadas próximas ao centro, batizaremos capoeiristas que praticam o esporte nos núcleos do Raça na periferia. A idéia é batizar cerca de 150 alunos somente desses núcleos. Não batizaremos mais devido à falta de apoio".
 
Fonte: Agora – Itabuna – BA – http://www.agora-online.com.br

Itabuna: VII Encontro de Capoeira Escolar

O contramestre "Arrepiado" e o professor "Vovó", membros do grupo Raça de Capoeira, intensificam as atividades em seus respectivos projetos sociais nas escolas públicas estaduais e municipais de Itabuna. Esse processo visa à preparação para o VII Encontro de Capoeira Escolar, com Troca de Cordéis, evento que acontece nos dias 10 e 11 de novembro.
O contramestre Arrepiado, responsável pelo Projeto Capoeirinha Raça nos bairros São Pedro e Califórnia, diz que cresce cada vez mais o número de crianças que praticam o esporte. Já o professor "Vovô", que coordena a Associação Arte e Cultura Raça na Urbis IV, lembra ainda que todo final de semana há um encontro, com oficinas de diversas modalidades de capoeira.
{jgquote}Membros do grupo Raça de Capoeira dão ênfase as atividades sociais visando ao VII Encontro de Capoeira Escolar, que acontece em novembro{/jgquote}
Eles dizem que a idéia é divulgar o esporte e atingir um público cada vez maior e difundir ainda mais a capoeira. Além disso, ambos fazem questão de salientar ainda que os jovens desses projetos evitam o mundo das drogas. Há ainda o projeto Folclore e Capoeira na Escola, desenvolvido pela Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC), que também segue a linha de inclusão social.
 
Como participar
 
Para fazer parte de algum desses projetos, os estudantes devem estar matriculados em alguma escola pública, municipal ou estadual. Arrepiado diz que, comprovada essa parte, os alunos iniciam a prática da capoeira. "Mas, para que continuem, devem trazer periodicamente boletim e freqüência escolares", completa. Dessa maneira, os professores de capoeira acompanham os estudos do aluno e, caso haja algum problema, dentro ou fora da roda de capoeira, os pais são imediatamente informados.
Os interessados em participar podem dirigir-se à sede da FICC, localizada na praça Tiradentes, próximo à Catedral de São José. Para o projeto Folclore e Capoeira na Escola, devem entrar em contato com os membros do grupo Raça através dos telefones (73): 9993-6824 (Arrepiado) ou 3616-1098 (Vovô).
Fonte: Agora Online – Itabuna/BA – http://agora-online.com.br

Assembléia Geral para fundação da Federação Riograndense de Capoeira

Salve Companheiros!
 
 
Em busca de uma maior valorização do profissional da capoeira da necessidade de se criar um espaço livre e democrático, cultural e desportivo de capoeira, que aceite a diversidade existente na capoeira e respeite a identidade de cada grupo e agremiação de Capoeira. 
Estamos convidando a comunidade capoeiristica e interessados para fundação da FEDERAÇÃO RIOGRANDENSE DE CAPOEIRA.
 
O nosso objetivo é construir a unidade entre os capoeiristas, na diversidade que é o mundo da Capoeira.
Abrir postos de trabalhos, realizando projetos com as Prefeituras e escolas particulares, oportunizando aos capoeiristas em geral uma forma de renda e a profissionalização da arte esporte e cultura capoeira.
Estamos convidando clubes, associações e academias de Capoeira, para se juntar conosco a serviço do esporte e da cultura, atuando como órgão divulgador, sem finalidades políticas e lucrativas, não distinguindo raça ou religião. A fundação desta entidade Propõe-se ainda a preservação das tradições e valores culturais da Capoeira, a promoção e fomento de estudos e pesquisas referentes ao mundo da Capoeira.
Salientamos que a Federação Riograndense de Capoeira irá se filiar a Federação Internacional de Capoeira
Assembléia Geral para fundação:
Dia 23 de Setembro 2006
Horário: 18:00h
Local: Usina do Gasômetro sala 505
 
– Pauta:
– Fundação
– Diretoria
– Programas prioritários 2007
– Cadastramento
– Carteirinhas
– Certificados
– Projetos 2007
 
Maiores informações:
Gororoba (051) 9281.5578 – Gavião (051) 9812.8737
Apoio:
LIGA REGIONAL DE CAPOEIRA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

Capoterapia e Hidrocapoeira

Capoterapia e Hidrocapoeira . O novo milênio traz novas idéias aos métodos e às técnicas em … ver trabalhos como esses da Capoterapia, que unem os conceitos da terapia …
 
O novo milênio traz novas idéias aos métodos e às técnicas em todas as áreas, na capoeira idem. Estudos diversos mostram que, se bem trabalhada, a capoeira é benéfica ao indivíduo de qualquer idade. Muitos mestres de capoeira são formados a cada ano e com eles surgem novas formas de se trabalhar a capoeira na sociedade. A capoeira que era antes um esporte de excluídos transforma-se numa ferramenta de inclusão social. Crianças, jovens, adultos e idosos juntam-se em rodas para cantar, pular e bater palma festivamente com a idéia de jogo limpo, não mais de guerra e conflito, mas com um intuito lúdico de promover o bem-estar e o pensamento coletivo, lembrando sempre da difícil trajetória da capoeira na história do Brasil. É empolgante ver trabalhos como esses da Capoterapia, que unem os conceitos da terapia de grupo com os movimentos e ritmos da capoeira, assim como os da Hidrocapoeira que unem a hidroginástica (um esporte nascido híbrido) com a capoeira. O rosto negro da capoeira não é mais visto por uma ótica malthusiana. A capoeira resurge cada vez mais como intrumento de identifidade nacional, mas sua territorialidade é difusa e tem o poder de transformar qualquer terreiro, quadra de esporte ou praça do mundo num pedaço do Brasil.
 
Quando venho de Luanda eu não venho só 2x
Trago o corpo cansado, coração amargurado, saudade de fazer dó
Quando venho de Luanda eu não venho só 2x
Fui preso à traição, trazido na covardia,
Que se fosse luta honesta de lá ninguém me trazia
Na pele eu trouxe a noite, na boca brilha o luar
E no corpo a capoeira presente dos Orixás
Quando venho de Luanda eu não venho só 2x
Trago ardendo nas costas o peso dessa maldade
Trago ecoando no peito um grito de liberdade
É grito de raça nobre, grito de raça guerreira
É o grito da raça negra, é o grito de capoeira!
Quando venho de Luanda eu não venho só 2x

 

http://geocities.yahoo.com.br/capoterapia2000/
http://geocities.yahoo.com.br/terapiadoabraco/
http://www.watsubrasil.com/hidrocapoeira.html
www.magnorocha.blogger.com.br

Preconceito

E-mail de Dani recebido em 28/10/2002
Formatação/editoriação AADF

Repassando…
Adorei essa crítica irônica ao eufemismo barato de chamar os pretos de "de cor". O que há de errado em ser preto, que faz com que queiramos evitar chamar alguém assim ? Evitar chamar alguém de preto delata que consideramos "ser preto" um defeito, uma característica ofensiva e por isso, deve-se evitar dizer para não "ofender"… Quanto preconceito! Só um detalhe que há muito tempo está preso na minha garganta que, para o bem de todos e felicidade geral da nação, eu vos informo:

Não existe RAÇA entre os seres humanos! Raça é uma especificação biológica para (e somente para) os animais irracionais. Ou seja, os humanos (nós homens) não se distinguem por raça. Não houve na espécie humana distinção histórica, geográfica, genética, temporal ou evolutiva que permitisse sua diferenciação em espécies. O que difere geneticamente um nórdico dinamarquês de um preto do Congo é tão insignificante que pode ser muito menor que a diferença entre  indivíduos de mesma cor.

A única distinção que se vê, em alguns casos, é a cultural. Normalmente, quando há um agrupamento espacial de indivíduos de mesma cor (ou outra característica qualquer) existe aí uma cultura específica que aglutina traços vários além da cor, como folclore, musicalidade, alimentação, língua,religião etc…

A esse "conjunto de características culturais e fenotípicas"(fenótipo=aparência física), damos o nome de ETNIA.

Portanto, se você quiser se referir a um preto ou a um branco ou a um amarelo, indígena, etc… se refira não à  raça, mas, se for o caso, à etnia.

Ex: "…no Brasil existe um conflito étnico…", etc…

É muito comum você ver o próprio movimento negro se referir a uma "valorização da RAÇA negra".

É uma pena que eles próprios estão se chamando de um suposto subgrupo biológico que não existe. Acabam sendo preconceituosos sem saber ou querer.

Da mesma forma o são quando dizem: "preto é cor, negro é raça"
… coitados, erram duas vezes! Essa frase é totalmente idiota.
Preto é cor, sim. Mas qual é a cor deles? Preta! Ora bolas!
Se um branco pode ser chamado de branco sem constrangimento,
por que o preto não pode?
E "negro" não é raça,

na melhor das hipóteses, é apenas uma das características, que somada a outras, forma uma etnia.

E no Brasil fica difícil de enxergar essa diferenciação, já que:

não há no nosso país uma distinção cultural significativa
que diferencie os brancos e pretos em etnias diferentes).

De forma geral, partilhamos todos uma mesma cultura, pelo que somos todos iguais.

Gente, isso é só uma dica, ok?

Ouçam se quiserem.

Abçs, Dani

Poema Africano
Meus caros irmãos
Quando nasci eu era negro
Agora cresci e sou negro
Quando tomo sol fico negro
Quando estou com frio fico negro
Quando tenho medo fico negro
Quando estou doente fico negro
Quando morrer ficarei negro
E você homem branco,
Quando nasce é rosa
Quando cresce fica branco
Quando toma sol fica vermelho
Quando sente frio fica roxo
Quando sente medo fica verde
Quando está doente fica amarelo
Quando morre fica cinza
E ainda tem a "cara de pau"
de me chamar de "homem de cor"?
TOMA VERGONHA!