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RJ: Professor de capoeira é preso após perder celular com fotos de pedofilia

Mais uma notícia triste para a nossa capoeira… Porém entendemos ser fundamental que os fatos sejam denunciados e processados. A pedofilia é algo ultrajante e mancha de forma horrenda toda e qualquer modalidade ou profissão…

Temos de nos mobilizar e sensibilizar para acabar de uma vez por todas com esta vergonha!!! ***


Mestre Rambo, como era conhecido, dava aula em escolas públicas de São João de Meriti

A Secretaria Estadual de Educação afastou o professor de capoeira, conhecido como Mestre Rambo, suspeito de abusar sexualmente de menores de idade que treinavam em escolas públicas onde ele dava aulas em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Os atos de abuso sexual foram descobertos depois que o celular de Mestre Rambo foi encontrado em uma casa de festas. No aparelho, o professor guardava diversas fotos de crianças e adolescentes.

A atitude alivou os estudantes e os pais dos alunos das escolas onde o suspeito dava aulas. De acordo com relatos de menores de idade, a prisão surpreendeu todas as pessoas que conviviam com Mestre Rambo.

— Você não imagina uma pessoa tão perto de você ser presa desse modo.

O homem que encontrou o telefone e prefere não ser identificado disse que resolveu mexer no aparelho com o intuito de procurar o dono. Mas encontrou imagens, que na opinião dele, tratavam-se de pedofilia.

— Eu senti revolta, ódio, nojo daquela situação. E acabei entregando o telefone para a polícia.

Após analisar as imagens recolhidas na casa do suspeito, o delegado Marcello Maia, titular da Dcav (Delegacia da Criança e Adolescente Vítima), identificou crianças de até seis anos de idade fotografadas durante a aula.

— Ele pede para que as crianças façam uma ponte para trás. Nessa ponte, se expõe a parte abdominal, que é a região mais trabalhada na capoeira. Ele se aproveita disso para tirar fotografias da região abdominal e logo em seguida também tira foto da região peniana.

Maia diz ainda que existem vídeos em que ele aparece beijando a boca um menor de idade.

— Foi criminoso, não tenho dúvida.

Na casa do suspeito, a polícia encontrou uma câmara fotográfica que continha centenas de fotos de crianças e adolescentes. Mestre Rambo foi preso em flagrante e levado para uma penitenciária de segurança máxima.

Até perder o telefone, o professor de capoeira era um homem acima de qualquer suspeita. Ele era visto por vizinho e pais dos alunos como uma boa pessoa.

— É uma das características principais do pedófilo. A finalidade disso é para, se eventualmente a criança fale isso para um responsável, o pedófilo tente desmascarar.

Fonte: http://noticias.r7.com

*** Comentário do Editor – Luciano Milani

Assista ao vídeo:

RJ: Saquarema sedia 2º Capoeira Para Todos

Sexta-feira, 05 de outubro, capoeiristas de várias cidades da Região dos Lagos vão se encontrar no 2º CAPOEIRA PARA TODOS  SAQUAREMA, evento realizado pelo Instrutor Parente e com apoio das alunas Pimenta e Kika, com a supervisão do Mestre Cavalo do Grupo GICAP. Esta é a segunda edição do evento que  em seu primeiro ano trouxe para Saquarema a elite da Capoeira na Região dos Lagos e pretende continuar o sucesso. Além das rodas livres, o evento vai contar com a  formatura e troca de graduação de seus alunos, destaque para as senhoras do projeto VIVER MELHOR, desenvolvido para a terceira idade com alunas entre 40 e 80 anos, mais uma prova de que a Capoeira está ao alcance de todos.

SERVIÇO:

Nome: 2º CAPOEIRA PARA TODOS SAQUAREMA

Data: 05 de Outubro de 2012

Local: Casa  de festas Kaká Festas –  Av. Saquarema – Próximo ao Pedacinho do Céu.

Horário: 19h

Os interessados em participar devem entrar em contato com: Rodrigo Vieira (Parente) e-mail: parente.capoeira@hotmail.com 022 9896-4023, Ana Paula Santos (Pimenta)  022 9871-7801 e Mônica Marinho (Kika) 022 9909-8444

Empresários da Praia do Forte mostram cultura local

Salvador – Passado o carnaval, cai o número de visitantes na Bahia. Os donos de pousadas e restaurantes do litoral norte escolheram as manifestações culturais da região como diferenciais para atrair turistas fora da temporada.

Rosa Clara Brandão, proprietária do Hotel Via dos Corais, diz que os empresários da Praia do Forte lançaram o projeto Arte na Vila, que apresenta manifestações culturais como sambas de roda, capoeira, bumba meu boi, cantores e artistas plásticos da região. “Além de oferecer um diferencial aos visitantes possibilitamos o resgate da cultura local que estava em risco de extinção”, destaca.

No próximo final de semana, a atração do projeto é o grupo de capoeira esporão. As apresentações acontecem nas praças da Alegria e da Música. “Queremos que o projeto Arte na Vila aconteça durante todo o ano. Para isso estamos buscando parcerias”, conta a gerente de marketing da Turisforte, Maria Betania Pananaguá.

O Sebrae tem sido parceiro dos empresários da Praia do Forte oferecendo capacitações, missões técnicas, formação de Central de Negócios e consultoria para a formatação de Plano de Marketing. Os empresários da região se uniram e criaram a Turisforte, que hoje reúne 108 empresários dos setores de hospedagem, restaurantes, lojas e serviços.

De acordo com a gestora de projetos de turismo do Sebrae na Bahia, Cristiane Serra, a Turisforte tem feito muitas inovações. “Os empresários estão sempre oferecendo música de qualidade e manifestações artísticas da região. O grupo também criou uma página no facebook, o Praia do Forte Oficial, que ajuda na divulgação da programação local ”, destaca a gestora.

Capacitação

De olho no mundial de 2014, o Sebrae, em parceria com a Secretaria Estadual para Assuntos da Copa do Mundo FIFA 2014 (Secopa) oferece o programa Moderniza, que tem como objetivo fortalecer a competitividade de 180 micro e pequenas empresas de Salvador e litoral Norte no ramo de hospedagem, alimentos e bebidas.

O Moderniza tem duração de oito meses e traz um conteúdo de capacitação empresarial nas áreas de gestão, serviços e infraestrutura. O programa atua por meio de ações de modernização e requalificação dos empreendimentos, para que as empresas possam atingir padrões internacionais de qualidade nos serviços e estarem aptas a receber o selo da Secopa.

Serviço:

Sebrae na Bahia (71) 3320.4558
www.ba.agenciasebrae.com.br
Agência Sebrae de Notícias: (61) 3243-7852/ 2107- 9104/3243-7851/ 9977-9529
Central de Relacionamento Sebrae: 0800 570 0800
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Reconhecimento aos guardiões da cultura afro-brasileira

Sob pressão da Inglaterra, o estado imperial brasileiro proibiu o comércio de escravos africanos em 1831. Apesar da lei, um intenso tráfico clandestino continuou para o litoral do Brasil, especialmente para as novas áreas cafeeiras em produção. O tráfico transatlântico só seria efetivamente reprimido por uma nova lei em 1850, e somente nesse período, cerca de um milhão de africanos chegaram ao litoral brasileiro, especialmente na costa fluminense. Esses cativos, oriundos da África Central, povoada por diferentes povos falantes das chamadas línguas banto, desembarcavam em portos clandestinos do litoral sul e norte do estado do Rio de Janeiro, resultando em índices significativos tanto da territorialidade negra como da prática de manifestações diretamente relacionadas à memória ancestral. [1]

Para os quilombolas, descendentes de africanos escravizados no Brasil, é uma importante conquista ter a sua comunidade oficialmente reconhecida. É o primeiro passo de uma série de etapas até a titulação, e que já lhes assegura direitos dos quais antes não conseguiam usufruir. O ato de receber, em mãos, a certidão de autorreconhecimento tem significado todo especial. E assim aconteceu, recentemente, em duas comunidades remanescentes de quilombo do Estado do Rio de Janeiro.

 

Baía Formosa

 

Em Armação dos Búzios – município do litoral norte do Rio de Janeiro alçado à condição de atração turística internacional, no início dos anos 1960, pela atriz francesa Brigitte Bardot – a comunidade de Baía Formosa reuniu-se em recepção solene, no dia 23 de fevereiro, para receber do presidente da Fundação Cultural Palmares, Eloi Ferreira de Araujo, o documento com que tanto sonhou.

A festa foi prestigiada por quilombolas da região e de municípios vizinhos, como os das comunidades de Rasa e Botafogo, e também por autoridades locais. Após um breve histórico sobre a criação e a missão da Fundação Cultural Palmares, o presidente Eloi Ferreira destacou a importância dos quilombolas não só para a história do País, mas, especialmente, em seus valores mais caros: o respeito ao próximo, aos hábitos locais e à natureza.

“Não existem registros de comunidades quilombolas com área de desmatamento, com poluição, com grilagem de terras, com queima de cartórios ou com fraude de certidões. Ser quilombola é ter um vínculo histórico com a resistência à escravidão e com os antepassados. Ser quilombola é ser detentor da cultura afro-brasileira e de sua terra”, enfatizou.

Ao entregar formalmente a certidão de autorreconhecimento à comunidade de Baía Formosa, o presidente da Fundação Cultural Palmares também ressaltou que, quando for conquistada a titulação, a terra passará a ser de propriedade coletiva, ou seja, inalienável – o que, vale lembrar, reproduz o costume ancestral de utilização da terra, fossem as atividades agrícolas, extrativistas ou outras, assim caracterizando diferentes formas de uso e ocupação dos elementos essenciais ao ecossistema, que tomam por base laços de parentesco e vizinhança assentados em relações de solidariedade e reciprocidade. “Assim como uma herança deixada pelos antepassados, essa terra será transmitida aos descendentes de vocês e jamais poderá ser negociada e penhorada”, finalizou Eloi Ferreira.

Um pouco de História – A história das comunidades negras da Região dos Lagos tem como referência a fazenda Santo Inácio dos Campos Novos, localizada em Sesmaria concedida a jesuítas e depois vendida a escravagistas. A Comunidade de Baía Formosa localiza-se nessa região, que já abrigou cultivos principalmente de banana, além de milho e feijão, e onde trabalhavam negros escravos. No período de prosperidade agrícola, tornou-se ponto de desembarque clandestino de navios negreiros após a proibição do tráfico no Brasil. Assim, a área é de ocupação antiga e sua história remonta às fugas dos negros das fazendas. Dessas fugas teria surgido um quilombo, mas, com a assinatura da Lei Áurea, os negros teriam sido expulsos e formado a periferia, onde fizeram descendência. Consta ainda que algumas famílias de ex-escravos e seus descendentes pagavam arrendamento ao proprietário das terras para permanecer no local e, com o tempo, também foram deslocadas pela especulação imobiliária, que é muito forte na região.

 

Santa Rita do Bracuí

 

No dia 24 de fevereiro, a comitiva da Fundação Palmares dirigiu-se ao litoral sul fluminense, na região de Angra dos Reis – outra área onde a especulação imobiliária é significativa – para entregar o documento pertencente à Comunidade Remanescente de Quilombo de Santa Rita do Bracuí.

Ali, como que reproduzindo uma postura ancestral e sem conter a emoção, o presidente Eloi Ferreira de Araujo reverenciou o mestre jongueiro Zé Adriano, de 89 anos de idade – guardião de uma das mais tradicionais manifestações culturais afro-brasileiras, o jongo, e importante liderança local na luta pela titulação das terras – ao lhe entregar oficialmente a certidão de autorreconhecimento, que já havia sido formalizada pela FCP.

Origens – A Comunidade de Santa Rita do Bracuí originou-se em 1877, a partir de uma doação de 260 alqueires que o fazendeiro José de Souza Breves, que ficou conhecido na região como “o comendador Breves”, fez aos seus escravos.

A comunidade foi atingida pela construção da estrada Rio-Santos, que a dividiu em duas partes, e desde os anos 1960 luta contra grileiros e condomínios de luxo para se manter nas terras herdadas dos antepassados. Antigos e jovens moradores compartilham memórias, experiências e projetos – o que resultou em um Ponto de Cultura – e se associam para a construção de alternativas de desenvolvimento comunitário e sustentável.

Conceito – Contemporaneamente, a expressão “quilombo” não se refere estritamente a resíduos ou resquícios arqueológicos de ocupação temporal ou comprovação biológica. Também não se limita a grupos isolados, uma população homogênea ou que necessariamente se tenha constituído a partir de movimentos de insurreição. São, de fato, grupos que desenvolveram práticas cotidianas de resistência em manter e reproduzir modos de vida característicos e de consolidação de um território próprio. A identidade quilombola não se define pelo tamanho e número dos membros da comunidade, mas pela experiência vivida e as versões compartilhadas de sua trajetória comum e da continuidade enquanto grupo [2].

 

[1] Jongos, calangos e folias – Memória e música negra em comunidades rurais do Rio de Janeiro. Projeto desenvolvido a partir de 2005 pelo Laboratório de História Oral e Imagem (LABHOI) e o Núcleo de Pesquisas em História Cultural (NUPEH) da Universidade Federal Fluminense (UFF), RJ.

[2] O’Dwyer, Eliane Cantarino. Apresentação do Caderno Terra de Quilombos. Rio de Janeiro: UFRJ/ABA, 1995.

22 de agosto: Dia do Folclore

Veja o rico floclore do Brasil, região por região

Em 22 de agosto, o Brasil comemora o Dia do Folclore. A data foi criada em 1965 através de um decreto federal. No Estado de São Paulo, um decreto estadual instituiu agosto como o mês do folclore.

Folclore é o conjunto de todas as tradições, lendas e crenças de um país. O folclore pode ser percebido na alimentação, linguagem, artesanato, religiosidade e vestimentas de uma nação. Segundo a Carta do Folclore Brasileiro, aprovada pelo I Congresso Brasileiro de Folclore em 1951, “constituem fato folclórico as maneiras de pensar, sentir e agir de um povo, preservadas pela tradição popular, ou pela imitação”.

Para que serve?

O folclore é o modo que um povo tem para compreender o mundo em que vive. Conhecendo o folclore de um país, podemos compreender o seu povo. E assim conhecemos, ao mesmo tempo, parte de sua História. Mas para que um certo costume seja realmente considerado folclore, dizem os estudiosos que é preciso que este seja praticado por um grande número de pessoas e que também tenha origem anônima.

Qual a origem da palavra “folclore”?

A palavra surgiu a partir de dois vocábulos saxônicos antigos. “Folk”, em inglês, significa “povo”. E “lore”, conhecimento. Assim, folk + lore (folklore) quer dizer ”conhecimento popular”. O termo foi criado por William John Thoms (1803-1885), um pesquisador da cultura européia que, em 22 de agosto de 1846, publicou um artigo intitulado “Folk-lore”. No Brasil, após a reforma ortográfica de 1934, que eliminou a letra k, a palavra perdeu também o hífen e tornou-se “folclore”.

Qual a origem do folclore brasileiro?

O folclore brasileiro, um dos mais ricos do mundo, formou-se ao longo dos anos principalmente por índios, brancos e negros.

Região Sul

Danças: congada, cateretê, baião, chula, chimarrita, jardineira, marujada.
Festas tradicionais: Nossa Senhora dos Navegadores, em Porto Alegre; da Uva, em Caxias do Sul; da Cerveja, em Blumenau; festas juninas; rodeios.
Lendas: Negrinho do Pastoreio, do Sapé, Tiaracaju do Boitatá, do Boiguaçú, do Curupira, do Saci-Pererê.
Pratos: Baba-de-moça, churrasco, arroz-de-carreteiro, feijoada, fervido.
Bebidas: chimarrão, feito com erva-mate, tomado em cuia e bomba apropriada.

Região Sudeste

Danças: fandango, folia de reis, catira e batuque.
Lendas: Lobisomem, Mula-sem-cabeça, Iara, Lagoa Santa.
Pratos: tutu de feijão, feijoada, lingüiça, carne de porco.
Artesanato: trabalhos em pedra-sabão, colchas, bordados, e trabalhos em cerâmica.

Região Centro-Oeste

Danças: tapiocas, congada, reisado, folia de reis, cururu e tambor.
Festas tradicionais: carvalhada, tourada, festas juninas.
Lendas: pé-de-garrafa, Lobisomem, Saci-Pererê, Ramãozinho.
Pratos: arroz de carreteiro, mandioca, peixes.

Região Nordeste

Danças: frevo, bumba-meu-boi, maracatu, baião, capoeira, caboclinhos, bambolê, congada, carvalhada e cirandas.
Festas: Senhor do Bonfim, Nossa Senhora da Conceição, Iemanjá, na Bahia; Missa do Vaqueiro, Paixão de Cristo, em Pernambuco; romarias – destaca-se a de Juazeiro do Norte, no Ceará.
Pratos – Arroz de Hauçá, Baba-de Moça, Frigideira de camarão, Bolo-de-Milho e outros.

Região Norte

Danças: marujada, carimbó, boi-bumbá, ciranda.
Festas: Círio de Nazaré (Belém), indígenas.
Artesanato: cerâmica marajoara, máscaras indígenas, artigos feitos em palha.
Lenda: Sumaré, Iara, Curupira, da Vitória-régia, Mandioca, Uirapuru.
Pratos: caldeirada de tucunaré, tacacá, tapioca, prato no tucupi .

Principais manifestações folclóricas:

BUMBA-MEU-BOI – Auto ou drama pastoril que por tradição é representado durante o período natalino, como sobrevivência das festividades cristãs medievais, em que o culto do boi se fazia em homenagem ao nascimento de Cristo. De tradição luso-ibérica do século XVI, nasceu dos escravos e pessoas agregadas aos engenhos e fazendas.

PASTORIL – Festa de origem portuguesa, onde “pastoras” vestidas de azul e encarnado, se apresentam diante do presépio em atitude de louvor ao Menino Jesus. Representado durante o Natal.

REISADO – De origem ibérica, é caracterizada por um grupo de pessoas que se reúne para cantar e louvar o nascimento de Cristo. Os praticantes personificam a história dos gladiadores romanos, dos três reis magos e a perseguição aos cristãos. A época principal de exibição são as festividades natalinas, sobretudo no período dos Santos Reis, e o local é de preferência diante de uma lapinha ou presépio. O enredo mais autêntico é registrado em Juazeiro do Norte.

CANINHA VERDE – Dança-cordão de origem portuguesa, introduzida no Brasil durante o ciclo da cana-de-açúcar. Apresenta também elementos de outros folguedos, tais como: casamento matuto (quadrilha junina), mestres e a formação de cordões (pastoril).

DANÇA DO COCO – Surgiu nos engenhos de açúcar, entre os negros existentes no Ceará. Nasceu da cantiga de trabalho, ritmada pela batida das pedras quebrando os frutos, transformando-se, posteriormente, em dança, surgindo uma variedade de temas e formas de coco (coco de praia, do qual participa apenas o elemento masculino, e o coco do sertão, dançando aos pares, homens e mulheres). Dançado em roda, numa forma rítmica altamente contagiante e sensual.

MANEIRO PAU – Surgiu na região do Cariri na época do cangaço. Caracteriza-se por uma dança cujo entrechoque dos cacetes e o coro dos dançarinos produzem a musicalidade e a percussão necessárias. No Crato, o grupo de Maneiro Pau associado à Banda Cabaçal dos Irmãos Aniceto realiza a dança com características dramáticas. É representado nos sítios, subúrbios e pés-de-serra do Crato e cidades vizinhas por ocasião de comemorações diversas.

FOLIA DE REIS – Originalmente, festa popular dedicada aos Três Reis Magos em sua visita ao Deus Menino. É caracterizada por um grupo de pessoas que visitam amigos ou conhecidos, a partir do dia 2 de janeiro ou nas vésperas dos Reis (5/1). Nas visitas eles cantam e dançam versos alusivos à data, ao som de instrumentos e solicitam alimentos e dinheiro. É tradicional utilizar a arrecadação para a ceia no dia de Nossa Senhora das Candeias (2 de fevereiro). A visita noturna tem mais graça quando se torna uma surpresa.

TORÉM – Dança indígena originária dos descendentes dos índios Tremembé, nativos do povoado de Almofala, no distrito de Itarema, o Torém surgiu por volta do século XVIII no Ceará. É simples e imitativa da fauna local, tendo como ponto alto o momento em que é servido o “mocororó”, uma bebida fermentada do caju, bastante forte. O espetáculo é de grande plasticidade.

DANÇA DE SÃO GONÇALO – Como parte integrante da bagagem cultural do colonizador lusitano, a dança que integrava o culto a São Gonçalo do Amarante, bastante popular em Portugal, foi introduzida no Brasil, sendo, talvez, um dos ritmos mais difundidos do catolicismo rural brasileiro. No município de São Gonçalo do Amarante a dança é realizada durante a festa do santo padroeiro e apresentada em nove jornadas, num ambiente de muita fé e animação. São Gonçalo é o protetor dos violeiros e das donzelas casamenteiras.

MARACATU – De origem africana, consiste num desfile de reis. Apresenta-se em forma de cortejo carnavalesco que baila ao som de instrumentos de percussão, acompanhando uma mulher que na extremidade de um bastão conduz uma bonequinha ricamente enfeitada – a calunga. A dança se dá em passos lentos e cadenciados.

Parabés a todos os folcloristas e mantenedores das tradições

Fonte: André Cristiano Siewert
Gerente de Eventos Culturais
Rua 15 de novembro, 525 – Centro
Fone: (47) 3387 7224
MSN: culturaeventos@pomerode.sc.gov.br
Visite: www.pomerode.sc.gov.br 
www.vemprapomerode.com.br

“A cultura não deve sofrer nenhuma coerção por parte do poder,
político ou econômico, mas ser ajudada por um e por outro em todas 
as formas de iniciativa pública e privada conforme o verdadeiro humanismo, 
a tradição e o espírito autêntico de cada povo.”
( Papa João Paulo II )

Registro sedia o 1º Jogos de Verão de Capoeira

A tarde do último sábado foi marcada pela edição dos Jogos de Verão de Capoeira. Mais de 100 crianças, entre elas muitas meninas,participaram do evento voltado para a capoeira de Angola e que contou com a presença de Dierrin e a esposa Cláudia Hengler, considerados mestres da capoeira de Angola.

A prefeita Sandra Kennedy foi prestigiar o evento e destacou a importância da Inclusão social pelo esporte, principalmente com a Integração das equipes de Esporte, Assistência Social e Cultura da Prefeitura de Registro que deram todo o apoio ao evento.

Organizado pelo professor de capoeira do CRAS do Bloco B, Ednei da Silva Cruz, o Pezão, a atividade contou também com a presença de voluntários, colaboradores e com o Projeto Segundo Tempo. Na oportunidade, outros professores de capoeira também da região ressaltaram a importância do esporte e contaram um pouco da história da capoeira como as diferenças entre a capoeira de angola e a regional. Estiveram presentes os professores Judiação, da Vila Nova, Rogério, Roni e Robinho.

A Prefeitura também disponibiliza aulas de capoeira no CRAS da Vila Nova, do Jardim Paulistano, Arapongal com professores capacitados. Os interessados em participar podem entrar em contato no CRAS que atende a região da comunidade onde moram.

 

Fonte: http://diariodeiguape.com

Capoeirista de Maringa vence o 11º Campeonato Brasileiro de Capoeira

O maringaense Binha, mestrando em capoeira, retornou de Jales, no interior de São Paulo, com o troféu de campeão brasileiro 2010 no bagagem. Ele garantiu o primeiro lugar na categoria profissional do 11º Campeonato Brasileiro de Capoeira, disputado nos dias 11 e 12 de dezembro.

Organizada pelo Grupo Guerreiros de Aruanda, a competição também conhecida como Brasileirão reuniu os melhores capoeiristas do País, entre eles o maringaense Binha que já tinha no currículo este ano dois segundo lugares – nos Jogos Mundiais e no Encontro Nacional – e um terceiro no Festival Nacional.

Outros dois representantes da região também fizeram bonito no Brasileirão. O professor Corisco, de Cianorte, foi o segundo colocando e o professor Jacaré, de Amaporã o terceiro

 

Fonte: http://www.odiario.com/esportes

Alexandre Serfiotis defende capoeira como projeto cultural e social

O candidato a deputado federal Alexandre Serfiotis (DEM) defendeu que a capoeira pode ser modelo de projeto cultural e social, pois ajuda na inclusão social e no combate ao consumo de drogas. A afirmação foi feita durante uma reunião com 100 pessoas de cinco grupos de capoeira da região, no sábado, no bairro Cidade Alegria, em Resende.

Serfiótis ainda destacou o trabalho de outros projetos culturais e sociais, além da capoeira, em sua maioria desenvolvidos por grupos, associações e organizações não governamentais de todo a região Sul do Estado e se comprometeu a lutar por novos recursos federais nesses setores.

– A capoeira, além de promover a cultura Afro-Brasileira, sem dúvida presta um papel social muito grande à nação. Mas os trabalhos realizados por grupos, como os de Capoeira, também representam uma valiosa ferramenta à própria saúde pública do país, porque promovem o exercício de atividades saudáveis e ajudam afastar nossas crianças e jovens das drogas, por exemplo – opinou Serfiótis.

O candidato foi além e afirmou que, por ser um exercício físico, a Capoeira também pode ser um modelo de programa para a saúde pública, cujas ações no país ele considera muito tímidas.- Percebo uma ação muito tímida do Poder Público em implantar ações sociais e culturais dentro dos projetos de saúde pública no Brasil, por isso este é um segmento que pretendo encampar durante minha legislatura – assegurou.

A economista Janaina Dias, que é membro de um grupo de capoeira e participou do evento, acredita que misturar cultura e saúde pública é uma ideia inovadora. “São idéias avançadas, vindas de um candidato jovem, com propostas inovadoras, que serão muito importantes para nossa região”, disse.

O encontro foi organizado pelo mestre Nilson (Negão), do Grupo Senzala, e pelo professor Edu, do Grupo Capoeira Gerais – ambos de Resende -. Além de seus grupos, estavam presentes capoeiristas de Itatiaia, Barra Mansa, Volta Redonda, Pinheiral e até de São Paulo. A reunião foi o terceiro compromisso de Alexandre Serfiótis neste sábado, após participar de eventos em Porto Real e Volta Redonda.

No mesmo dia, à noite, o candidato encontrou a diretoria da Associação das Igrejas Evangélicas, no Bairro Castelo Branco, ainda em Resende. Em seguida, o candidato compareceu ao aniversário da Igreja Quadrangular, em Porto Real.

 

Fonte: Diário do Vale – http://www.diariodovale.com.br

IPHAN: Chamada Pública de currículos para o Pró-Capoeira

Chamada Pública de currículos para o Pró-Capoeira

Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional  em 21 de outubro de 2008 registrou o Ofício de Mestres e a Roda de Capoeira  como patrimônio cultural nacional. Em 22 de julho de 2009, foi instituído Grupo de Trabalho Pró-Capoeira (GTPC) através da Portaria nº 48. Este grupo é formado por representantes de unidades do Ministério da Cultura e tem a finalidade de estruturar as bases do Programa Nacional de Salvaguarda e Incentivo à Capoeira (Programa Pró-Capoeira).

Entre as metas Programa temos a implantação do Cadastro Nacional da Capoeira e a realização de três encontros de mestres e capoeiristas nas diferentes regiões do país. Estes encontros visam promover a sistematização de demandas do campo e o planejamento estratégico das  ações de salvaguarda e incentivo à prática da capoeira. Para fazer a gestão administrativa dessas ações, foi realizado um concurso de Oscips, sendo selecionada a Oscip Centro Cultural Internacional- Intercult-BSB.

Neste momento se faz necessária a contratação de dez consultores especialistas em capoeira, sendo dois por região. Os consultores se responsabilizarão pela  identificação de pessoas que sejam referencias e que tenham representatividade para participar dos encontros; pela relatoria e consolidação dos resultados dos encontros; pela coordenação dos debates, mesas e grupos de trabalho; pela elaboração de textos e documentos referenciais. Nesse sentido, o GTPC e a Oscip Intercult estão fazendo uma chamada de currículos para o seguinte perfil:

– Nível superior em qualquer área com experiência comprovada em pesquisa no campo da capoeira.

Os interessados deverão enviar o CV preenchido conforme modelo anexo, até o dia 10/07/2010 aos e-mails salvaguarda@iphan.gov.br, capoeira@cultura.gov.br e centroculturalintercult@gmail.com, indicando no título da mensagem o perfil “Consultor de Capoeira” e região na qual atua como especialista. Serão desconsiderados os CVs remetidos após a data limite indicada neste edital.

Para concretização da contratação, os candidatos selecionados deverão entregar documentação comprobatória das informações declaradas no currículo (clique aqui para baixar o currículo).

Observamos que, em atenção às disposições do decreto nº 5.151, de 22/07/2004, é vedada a contratação de servidores ativos da Administração Pública Federal, Estadual, do Distrito Federal ou Municipal, direta ou indireta, bem como de empregados de suas subsidiárias ou controladas.

(Coordenação Geral de Salvaguarda – IPHAN)

Valentim Gentil: Associação “Anjos Guerreiros” realiza batizado de capoeira

Integrantes dos projetos sociais Peti (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil) e Renascer, do município de Valentim Gentil, participam, no dia 18 de julho, do 11º Batizado de Capoeira e Troca de Cordas, promovido pela Associação Desportiva e Cultural de Capoeira “Anjos Guerreiros”. O evento será na quadra coberta da EMEF Vicente Santoro, a partir das 9h.

Segundo um dos organizadores, o monitor de capoeira Elvis Gonçalves Silvestre, o evento contará com a participação de 52 integrantes dos projetos e apresentações de algumas academias da região. “Será uma boa integração entre mestres e alunos. Ocasião para a troca de energia, cultura e informações”, comentou.

Além disso, os alunos terão a oportunidade de mostrar o que aprenderam ao longo das aulas e participar do ritual do batizado, que é caracterizado por uma festa e tem como principal intuito motivar o “lado social” dos jovens.

O batizado será realizado com o respaldo da Prefeitura de Valentim Gentil. “É um projeto de inclusão social que vamos incentivar, pois nosso maior objetivo é ver estes jovens cada vez mais longe das ruas e das drogas”, declarou o prefeito Adilson Segura.

 

Fonte: Região Noroeste – www.regiaonoroeste.com