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Mestre Pastinha – Revista Placar Dezembro 1979

Mestre Pastinha – Revista Placar Dezembro 1979

Revista Placar 505 – 28 Dezembro 1979

Se liga capoeira!!! Fica a reflexão…

Obrigado ao nosso colaborador Teimosia pelo importante registro.

Fonte: Arquivo Teimosia

Revista Acadêmica GUETO

Revista Acadêmica GUETO, registrada no Centro Brasileiro de ISSN sob o nr. 2319-0752 e com periodicidade de publicação semestral, está sob a responsabilidade editorial do Grupo de Pesquisa GUETO, do Centro de Formação de Professores da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia.

Vale ressaltar, que esta iniciativa foi consubstanciada como produto da parceria entre a Universidade Federal do Reconcavo da Bahia – UFRB e a Uminho, a partir do Programa de doutoramento em Ciências da Educação, na área de especialidades em Desenvolvimento Curricular, no Centro de Investigação em Estudos da Criança, em pesquisa desenvolvida pelo Prof. Jean Adriano Barros da Silva, sob a orientação da Profª Drª Isabel Maria da Torre Carvalho Viana.

O seu principal objetivo é publicar artigos, ensaios, debates, entrevistas e resenhas  inéditos em  qualquer língua sobre temas que contribuam para o desenvolvimento do debate educacional, bem como para a divulgação do conhecimento produzido na área, considerando as perspectivas da Inclusão e Cultura Corporal.

É dirigida  a pesquisadores, profissionais e alunos da Educação. A sua organização nas seções propostas permite a publicação de materiais sob diferentes formatos e naturezas. Os textos em outros idiomas, exceto o Espanhol, poderão ser traduzidos e apresentados na mesma edição.

Revista Acadêmica GUETO Capoeira Portal Capoeira

 

 

Editor Chefe – Prof. Dr. Jean Adriano Barros da Silva – http://lattes.cnpq.br/4808864760751921

Professor assistente e pesquisador do Centro de Formação de Professores da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, UFRB. Possui graduação em licenciatura em Educação Física pela Universidade Federal da Bahia (2001), especialista em educação física escolar (2003), mestre de capoeira e mestrado em educação pela Universidade Federal da Bahia (2008). Doutor em Ciências da Educação pela Uminho – PT (2017). Coordenador do Grupo de Pesquisa Gueto/UFRB e coordenador do Projeto de Extensão Balaio de Gato – UFRB. Atualmente é presidente – cargo não remunerado da Associação Cultural Grupo Unido para Educação e Trabalhos de Orientação. Tem experiência na área de educação, com ênfase em educação inclusiva, atuando principalmente nos seguintes temas: capoeira, cultura corporal humana, estagio supervisionado em educação física e deficiência visual.

Profª Dra. Anália de Jesus Moreira – http://lattes.cnpq.br/1045272167785063

Professora assistente do centro de formação de professores da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, UFRB. Doutora em educação (FACED/UFBA), mestrado em educação (FACED/UFBA). Doutoranda em educação no mesmo ppg na linha de pesquisa educação, cultura corporal e lazer. Licenciatura plena em educação física na universidade católica do salvador (UCSAL). Especialização em metodologia da educação física e esporte escolar (UNEB).

Prof. Dr. Emanoel Luís Roque Soares – http://lattes.cnpq.br/3011122221613108

Professor de Filosofia da Educação da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, Centro de Formação de Professores, Amargosa -BA, doutor em Educação (2008) Universidade Federal do Ceará/FACED. Mestre em Educação (2004) Universidade Federal da Bahia/FACED, Especialista em Estética, Semiótica, Cultura e Educação (2001): Universidade Federal da Bahia/FACED. Bacharel em Filosofia (1999): Universidade Católica do Salvador.

 

Ms. Carolina Gusmão Magalhães – http://lattes.cnpq.br/3303183194939389

Mestrado em Ciencias Sociais Aplicadas | ADM l UFBA, Bacharel em Nutrição pela Universidade do Estado da Bahia – UNEB (2004), Especialista em Metodologia do Ensino Superior (UNEB/2005) e em metodologia de ensino da Educação Física Escolar (FAVIC/2005). Graduanda em Licenciatura em Educação Física (UFRB), bem como integrante do Grupo de Pesquisa G.U.E.T.O. (UFRB). Possui grande experiência em Nutrição Clínica e em Saúde Coletiva – desde 2004, e em docência – desde 1996, conferencista internacional (COL, ARG, ECU, ESP, FRA, POR, MOZ e JAP) e como nutricionista e gestora social voluntaria da Associação Cultural Grupo Unido para Educação e Trabalhos de Orientação. Tem experiência na área de Nutrição Clínica, Saúde Coletiva, Educação Nutricional, Gestão Social e Cultural, com ênfase no ensino de práticas da cultura popular afro-brasileira, atuando principalmente nos seguintes temas: educação, nutrição clínica, capoeira, gestão social e capacitação.

 

Conselho Científico e Comissões Pareceristas

O Conselho Científico da Revista Acadêmica GUETO é composto por professores doutores ou doutorandos de IES que pesquisem as temáticas preferenciais desta revista: cultura, corpo, educação, artes, linguagens, saúde, inclusão social, capoeira, diversidade, memória, identidade, territorialidades, sociedades e Lutas.

 

Comissão de editoração gráfica e eletrônica

A esta comissão cabe a editoração gráfica e eletrônica da revista, garantindo sua qualidade visual, respeitando o projeto original e as determinações do Conselho Editorial. Funcionará sob a presidência de um docente capacitado para tanto.

Ver mais:

 https://www2.ufrb.edu.br/revistaacademicagueto/conselho-cientifico 

https://www.facebook.com/jean.pangolin

Samba & Semba: Lançamento da Revista “Brasil-Angola”

Meu caros membros e amigos da AABA

Em especial os que se encontrarão em Brasilia ou no em torno. Estaremos realizando ao som de um bom samba e um bom  semba*, estaremos realizando em Brasilia no dia 17 de junho a partir das 20h0, no Restaurante da Tia Zélia, o evento de lançamento do 6º Numero da revista “Brasil-Angola”, que completa este mês um ano de existência.

Este periódico que se consolida como um instrumento importante na difusão e no incentivo de uma maior intercâmbio entre Brasil e Angola entra no seu 2º ano com muitas novidades e energia para continuar seu caminho e cumprir sua missão. A revista vive da participação e incentivo dos dirigentes e sócios da AABA, dos amigos de Angola e da África, em especial a de lingua oficial portuguesa, da colaboração dos profissionais e dirigentes angolanos e demais parceiros daquele pais.
É e se propôe uma ferramenta a contribuir dentro das limitações postas para que o Brasil conheça mais Angola e participe do processo de recosntrução deste pais de forma ainda mais efetiva, levando, sobretudo a nossa experiência e alegria ao irmão povo angolano.

Participe, divirta-se conosco e contribua para com esta missão que se propôe a AABA.

Dia 17 de Junho
Horário: As 20h00,
Local:RESTAURANTE TIA ZÉLIA(vide o convite em anexo)
Vila Planalto, lote 8, Casa 8, Brasilia!

Confirme presença por e-mail: jjunior@brasilangola.com.br
www.brasilangola.com.br

Até lá.

Abraços
J.Junior

O Autor na Praça comemora 12 anos

O Autor na Praça comemora 12 anos em Tarde poética com o “Sarau do Grupo Raizarte” e participações musicais

O Autor na Praça começou em maio de 1999, tendo como primeiro convidado o dramaturgo Plínio Marcos, motivo pelo qual a tenda na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto, onde acontece os eventos leva seu nome. Para celebrar os 12 anos do projeto vamos realizar uma tarde poética com a participação do “Sarau Grupo Raizarte”, formado pela poeta Tula Pilar e seus filhos, Amanda, Pedro e Dandara, Pilar é autora do livro “Palavras Inacademicas”. Além de leituras teremos participações dos músicos Bilo Mariano, Léo Dumont, Salatiel Silva e o poeta e brincante Paulo Netho, que juntos tem apresentado o espetáculo “Balaio de Dois” em vários espaços culturais (No próximo dia 2 de junho, o “Balaio de Dois” participa do programa Quintal da Cultura, TV Cultura de São Paulo, ao vivo no horário das 14h30 às 17h30).

Na mesma tarde haverá venda coletiva do novo número da Revista OCAS (Organização Civil de Ação Social), com a presença da Pilar, o Daniel, que é vendedor assíduo na praça e outros convidados. O cartunista Junior Lopes participa do evento realizando caricaturas do público.

 

Serviço:

O Autor na Praça comemora 12 anos em Tarde Poética com o Sarau do grupo Raizarte

Dia 28 de maio de 2011, sábado, a partir das 14h.

Espaço Plínio Marcos – Tenda na Feira de Artes da Praça Benedito Calixto – Pinheiros.

Informações: Edson Lima – 9586 5577 – edsonlima@oautornapraca.com.br

Realização: Edson Lima e AAPBC.

Apoio: Casa Puebla, AEUSP – Associação dos Educadores da USP, Artver, Max Design, Cantinho Português, TV da PRAÇA, Enlace-media.com e Restaurante Consulado Mineiro.

 

O grupo Raizarte surgiu com a proposta de Pilar e seus filhos há 11 anos para promover saraus, sua própria arte e agregar novas trocas de saberes e culturas. Dandara tem 5 anos, com sua meninice alegra à todos e cria felicidades sempre que está presente. Pedro Lucas, declama desde Castro Alves até os mais simples Rapers da periferia. Ele tem 15 anos, estuda e joga basquete, mas mesmo assim acha tempo de participar de todos os Saraus que realiza com sua família. Samantha, a mais velha, tem 23 anos, trabalha com arte em cabelos. Enfim, Pilar, a mãe de todos, produz, trabalha, cria, vende Revista OCAS, dança, fotografa e sempre agita Saraus em diversos pontos da cidade, entre eles, o Sarau do Binho, as segundas-feiras no Campo Limpo e na sede da Revista OCAS todas as segundas-feiras à tarde.

 

“A arte é uma magia, a gente aprende mas ninguém ensina” – Plínio Marcos, padrinho do projeto

Ginga Brasil lança Revista Gingando para Cidadania

A Associação Cultural Ginga Brasil Capoeira, coordenada em Portugal pelo Contra-Mestre Bola, lançou a primeira edição d Revista Gingando para a Cidadania. Trata-se do registo impresso do projecto que decorreu durante o último verão nas cidades de São João da Madeira e Taillinn, na Estónia, e que reuniu cerca de 100 capoeiristas de diversos países. “Este projecto refletiu os objectivos principais de nossa associação, que são a inclusão de jovens com menos oportunidades e o desenvolvimento do diálogo intercultural.

Foi uma ótima oportunidade para reunirmos os professores dos núcleos de nosso grupo fora de Portugal. Os jovens que participaram do intercâmbio adoraram e aprenderam bastante”, comenta Contra-Mestre Bola.

O projecto foi viabilizado devido ao apoio do Programa Juventude em Acção (www.juventude.pt) e foi composto por duas fases. Na primeira, 13 jovens da Estonia vieram até Portugal e participaram de uma série de actividades organizadas pelo núcleo português do Ginga Brasil.

Na segunda etapa, 20 jovens portugueses foram a Estónia apoiar o trabalho do Professor Alpino. Mais informações sobre a iniciativa podem ser obtidas no blog www.gingandoparacidadania.blogspot.com

 

Raquel Evangelista – Associação Cultural Ginga Brasil Capoeira

+351 211931159ou +351 936885268

Professor divulga revista Educação em Debate e seu trabalho sobre capoeira

O professor José Geraldo Vasconcelos, conhecido nas rodas de capoeira como “Bob”, visitou a redação do Portal AZ na manhã desta quarta-feira (13) para divulgar a coletânea “Educação em Debate”, que se trava na verdade de uma revista do programa de pós-graduação em educação brasileira.

O lançamento da Revista Educação em Debate integra a programação do II Congresso Internacional de História e Patrimônio Cultural na Universidade Federal do Piauí (UFPI). E contará com a presença dos autores piauienses, e acontece hoje (13/10) de outubro de 2010 a partir das 18h no Espaço de Convivência do Congresso que será montado no CCHL da UFPI

decisivamente no processo de formação de forma positiva bem como amplia a capacidade crítica dos alunos. “A compreensão sobre a educação ampliou, hoje não é somente resumido às escolas, como a capacitação de professores. Hoje a educação é mais ampla, multicultural, multidimensional. Nesta revista a gente vê trabalhos sobre poesias, mulher, sexualidade, política, estudos culturais, movimentos sociais e também sobre o nosso tema, que é a capoeira. Este foi um projeto de tese que eu fiz. Sou mestre de capoeira e sempre me interessou em fazer a articulação da capoeira como fenômeno sócio cultural”, relata.

Bob afirma ainda que começou a estudar a capoeira como uma cultura e a fazer um apanhado de como ela aparecia nos livros de história. “Isso tudo dá uma visibilidade sócio-cultural à capoeira. Estudei a sua contribuição para a educação. As primeiras impressões são de que ela aproxima o aluno da escola, estimula, ajuda no aprendizado, e dá uma visão diferenciada sobre a história do Brasil. A mente da criança se abre muito mais, e ajuda a pensar de crítica. A capoeira dentro da escola ajuda a dar outra visão de mundo”, complementa.

O professor Bob disse que a “Revista Educação em Debate” teve avaliação 4 pela CAPS.
A Revista Educação em Debate surgiu há 35 anos na Faculdade de Educação da Universidade Federal do Ceará com o objetivo de divulgar a produção de alunos e professores dos cursos de Mestrado e Doutorado daquela faculdade, mas com o passar dos anos assumiu tal importância no meio acadêmico que adquiriu também a função de publicar textos que retratam o cotidiano e experiências educacionais de outros estados brasileiros.

O último número da Revista traz cinco artigos de professores piauienses: Shara Jane Costa Adad (UFPI), Cassandra Franco (ICF), Vivian de Aquino Brandim (SEDUC-PI) e Cleto Sandys (FAP-Parnaíba).

A professora Cassandra Franco afirma que “foi uma oportunidade inigualável ter seu texto selecionado para publicação, até porque a sua escrita contemplou uma das inovações do currículo do curso de Serviço Social piauiense que é a inclusão de disciplinas de Gerontologia Social, em geral, restritas a cursos de especialização. E que esta inovação faz o diferencial dos nossos futuros assistentes sociais que saem da faculdade já sabendo como agir diante das demandas apresentadas pelos idosos que é o grupo que mais cresce dentro da população brasileira nos últimos anos.”

E, finalizando, a professora Vivian de Aquino Brandim afirma que “em seu texto busca mostrar como a lei que introduziu o ensino de história e cultura afro-brasileiras no cotidiano da educação básica gerou transformações no ensino e que, por isto professores de todas as áreas de conhecimento, mas especialmente da disciplina História, têm de procurar se integrar a nova realidade educacional através da formação continuada autônoma e, também, por meio dos cursos oferecidos pelas órgãos gestores da educação.”

Aconteceu: Seminário Regional de Capoeira na Casa da Cultura da Baixada

Também foi lançada uma revista que conta a história da capoeira na Baixada

A organização não-governamental Casa da Cultura da Baixada promove nos dias 11 e 12 de setembro, das 9h às 14h, o primeiro Seminário Regional de Capoeira da Baixada Fluminense.

O evento que conta com o apoio da ActionAid Brasil e da Fundação Cultural Palmares, pretende resgatar e fortalecer a prática da capoeira, e fomentar o debate sobre a importância de investimentos do poder público no setor, além da utilização da luta nas políticas públicas de cultura e educação.

Na ocasião, estarão presentes mestres de capoeira, representantes do Ministério da Cultura, da Fundação Cultural Palmares, da Secretaria Estadual de Cultura, das Secretarias Municipais de Cultura da Baixada, e da Federação de Capoeira do Estado do Rio.

Publicação relembra trajetória da capoeira

No sábado, além do seminário, a ong vai lançar a “Revista Capoeira – Resistência da Cultura Afro-Brasileira na Baixada Fluminense”, que conta a história social da capoeira na região da Baixada Fluminense. A intenção é dar voz aos mestres, relembrando histórias, cantigas, mitos, lendas e verdades sobre essa importante manifestação cultural do povo negro. A capoeira tem uma história riquíssima, passando por várias fases: resistência, perseguições, manifestação cultural, celebrações, esporte, dança e luta.

A Casa da Cultura fica na Rua Machado de Assis, 12 – Praça da Bandeira, São João de Meriti. Informações podem ser obtidas através dos telefones 2751-8112 / 2751-5825.

Serviço:

Seminário Regional de Capoeira Angola

Dias: 11 e 12 de setembro

Horário: Das 9h às 14h

Local: Rua Machado de Assis, 12 – Praça da Bandeira, São João de Meriti

Informações: 2751-8112 / 2751-5825

Programação:

Sábado, 11 de setembro.

9h – Mesa de abertura

Apresentação do Balé Afro Contemporâneo

Sandro Matos – Prefeito de São João de Meriti

Antônio Carlos Titinho – Presidente da Câmara de Vereadores de São João de Meriti

Adair Rocha – Representante do Ministério da Cultura no Rio de Janeiro

Zulu Araújo – Presidente da Fundação Cultural Palmares

Mestre Ninguém – Federação de Capoeira do Estado do Rio de Janeiro

Lançamento da Revista Capoeira – Resistência da Cultura Afro-Brasileira na Baixada Fluminense

10h – Mesa: A capoeira nas políticas públicas de cultura e educação

Ecio Salles – Secretário de Cultura e Turismo de Nova Iguaçu

Jonathas Bragança Quintanilha – Secretário de Cultura de Queimados

Alcemir Tebaldi Junior – Secretário de Cultura, Esporte e Lazer de São João de Meriti

Augusto Vargas – Secretário de Cultura e Turismo de Nilópolis

Adair Rocha – Representante do Ministério da Cultura no Rio de Janeiro

Secretaria de Cultura do Estado do Rio de Janeiro

Mestre Magal – Capoeirista

12h30 – Almoço

14h – Exibição do filme Besouro, de João Daniel Tikhomiroff

Domingo, 12 de setembro.

9h – Mesa: A difusão da capoeira na Baixada Fluminense

Ligas de capoeira

Federação de Capoeira da Baixada

10h30 – Homenagem da Secretaria Municipal de Assuntos Institucionais e Direitos Humanos

Homenagem aos mestres e contra-mestres de capoeira

11h30 – Roda de capoeira

Fonte: http://noticias.sitedabaixada.com.br/

Livro “A ginga dos mais vividos” é lançado na Bienal de Salvador

Não há limite de idade para a prática da capoeira. Esse é o tema do livro “A ginga dos mais vividos”, de autoria do jornalista brasiliense Mano Lima, colunista do Portal Capoeira e editor da revista Capoeira em Evidência.  O escritor está autografando a obra de 24 a 26 de abril de 2009, na Bienal do Livro, das 16 às 20 horas, no Centro de Convenções de Salvador (Bahia).

A obra aborda experiências de inclusão social com idosos a partir da capoterapia, terapia criada por Mestre Gilvan, baseada na capoeira e desenvolvida em vários estados brasileiros.  O livro está à disposição no estande da Editora IMEPH (estande 140).

Durante a sua permanência, na capital baiana, Mano Lima, que também é autor dos livros “Eu, você e a capoeira” e “Dicionário de Capoeira”, estará à disposição para participar de rodas e eventos de capoeira e divulgar suas obras.

Contatos com o autor: (71) 9158 7898, (85) 8796 3290, (85) 9981 0221, recados com Lucinda ou José. E-mail: mano.lima@yahoo.com.br.

Encomende e receba em casa meu livro “A ginga dos mais vividos” (capoeira na 3a. idade) Mano Lima – (61) 8407 7960

Editor da Revista Capoeira em Evidência. Colunista dos sítios  www.temnoticia.com.br e www.portalcapoeira.com
 
Blog:http://comunicacao.org.br/jk/content/blogcategory/42/41/

 

A Mata Atlântica finalmente desvelada

O parceiro e grande amigo Miltinho Astronauta que além de grande capoeira e pai dedicado é um dos maiores estudiosos na área do meio ambiente, acaba de ter um trabalho publicado na conceituada revista BIOLOGICAL CONSERVATION em parceria com outros dois pesquisadores que tem como tema A Mata Atlântica Brasileira: Quanto sobrou e como está distribuída a floresta remanescente? Implicações para a conservação. Fica a dica de leitura oportuna… aprovetando o Dia da Terra que será comemorado na próxima quarta feira – 22/04.

Luciano Milani

Na última quarta-feira (9), uma edição especial da conceituada revista Biological Conservation foi publicada na Internet e provou que a união entre sociedade civil, governo e centros acadêmicos pode render bons frutos para a natureza. Tudo graças ao artigo científico A Mata Atlântica Brasileira: Quanto sobrou e como está distribuída a floresta remanescente? Implicações para a conservação, escrito por profissionais da Universidade de São Paulo em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e com a não-governamental SOS Mata Atlântica. Nele, os autores fazem um raio-x completo e inédito sobre todos os remanescentes de um dos biomas mais ameaçados do planeta.

A idéia de se estudar a divisão geográfica dos fragmentos florestais da Mata Atlântica e as possíveis estratégias para sua conservação surgiu há quase dois anos, durante uma reunião dos editores da revista, na Europa. Entre eles, estava Jean Paul Metzger, pesquisador do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo (USP) e responsável pela sugestão. “Eu propus uma edição especial com doze textos sobre o ecossistema. Ficou super completo, pois juntamos as melhores cabeças para falar do atual estado de preservação e o que devemos fazer”, explica.

Ao voltar para o Brasil, Jean questionou Milton Cézar Ribeiro, seu aluno de doutorado em Ecologia de Paisagens, sobre o interesse em desenvolver um trabalho amplo acerca dos fragmentos da floresta mais desmatada no país. Resposta positiva, eles convidaram outros três pesquisadores para completarem a equipe e iniciaram as análises com base em dados já coletados pelo Inpe e SOS – os mesmos que serviram para a confecção do último Atlas de Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, elaborado em parceria pelas duas instituições.

De acordo com Flávio Ponzoni, pesquisador do Inpe e um dos autores do artigo, o atlas é apenas um diagnóstico do bioma como um todo. Muito diferente do que se vê na Biological Conservation. “Neste estudo o Milton foi bem além. Ele pegou os polígonos e fez uma abordagem mais ecológica disso. Viu os tamanhos, o efeito de borda e discutiu em quais sentidos os esforços para a conservação deveriam ser feitos”.

Surpresas e dificuldades

Os resultados de 18 meses de pesquisa são surpreendentes. “Até agora não existiam informações básicas atualizadas sobre o quanto, onde e como estavam distribuídos os remanescentes da floresta, o que dificulta o estabelecimento de políticas para cuidar das espécies”, disse a O Eco, do Canadá (onde faz parte da tese), Milton Ribeiro, autor principal do estudo. Segundo ele, trata-se da maior área já analisada com este nível de detalhamento em todo o mundo.

O trabalho seguiu padrões rígidos de qualidade. Além de incluir nas análises todos os fragmentos com menos de cem hectares (excluídos pela SOS no Atlas), os pesquisadores foram a campo verificar massas de vegetação teoricamente subestimadas pelo banco de dados disponível. O esforço teve recompensa: em vez de restar apenas 7% do ecossistema, como diz o senso comum, é possível que a Mata Atlântica cubra de 11,4 a 16% do seu território original.

“A notícia ruim é que há muitos fragmentos pequenos. Eles representam um terço da Mata Atlântica e eram excluídos de outros estudos. Achava-se que eles não tinham valor para a conservação, mas sabemos que não é bem essa a estratégia!”, diz Metzger, cuja opinião é compartilhada por Milton. Para o futuro doutor, os conjuntos de mata inferiores a cem hectares podem não ser suficientes para manter populações de animais e plantas estritamente florestais, mas são fundamentais para a dispersão de indivíduos, o fluxo gênico e a redução do isolamento entre frações maiores.

“Ao mesmo tempo, existem espécies que precisam de menos área disponível para sobreviver. Além disso, caso haja menos fragmentos, o sucesso no processo de dispersão diminui, o que pode reduzir a variabilidade genética em longo prazo e prejudicar a biodiversidade”, completa Ribeiro. Apesar da boa notícia em relação ao tamanho real da Mata Atlântica, uma informação tirou o sono dos autores do estudo: apenas 1% da floresta sobrevive em unidades de conservação, muito longe dos 10% recomendados internacionalmente.

Estratégias de conservação

Outras descobertas também apontam para um cenário difícil na proteção do bioma, rico em biodiversidade e em avanços de atividades insustentáveis. Quase a metade da vegetação em pé, por exemplo, sofre o “efeito de borda” por estar a menos de cem metros de ambientes alterados por ações humanas – sejam áreas agrícolas, urbanas ou pastagens. As conseqüências desta proximidade são perturbações como pragas, ventos mais intensos e série de outros problemas capazes de desestabilizar os ciclos naturais.

“Até podemos manter esta área produtiva, mas de outra forma. Algumas alternativas são agroflorestas, plantações de mudas exóticas, ou seja, algo que estimule sistemas que tenham misturas com componentes arbóreos. Basta tentar fazer com que o contraste seja menor”, avalia Metzger. Outro importante impasse é a distância média entre os derradeiros resquícios de árvores: quase um quilômetro e meio. A baixa conectividade, explica Ribeiro, pode causar extinções locais.  

O artigo científico, que também contou com a colaboração de Márcia Hirota (SOS Mata Atlântica) e Alexandre Camargo Martensen (USP), não faz apenas um diagnóstico, mas sugere caminhos para manter e restaurar o ecossistema. Um deles é criar unidades de conservação de proteção integral com os maiores fragmentos, como aqueles da Serra do Mar. No interior de estados como São Paulo, Minas gerais e Pernambuco, onde os resquícios são pequenos, é preciso interligar a mata com uma linha de mosaicos em parceria com propriedades privadas. Neste caso, as políticas públicas devem visar o suporte às reservas legais e a aquisição de novas Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs).

Para tanto, uma das prioridades é definir onde estão as matas originais e em estágios sucessivos de crescimento. De acordo com Metzger, a diferença entre elas e as secundárias é grande. Mas nada que tire a importância das últimas. “Temos uma comparação boa em São Paulo entre esses dois tipos de vegetação. Enquanto na primária vivem 160 espécies de aves, na replantada, que é contínua, existem apenas cem”. Independente do valor é sempre melhor que a floresta esteja de pé, e não deitada.

 

Em homenagem ao Dia da Terra e ao amigo Miltinho Astronauta.
 
Ola Mestres Amigos,
 
Tudo bem!
 
JC, Milani, Joel,
 
Saiu na Folha.
Sabe como eh, sou capoeira, mas também sou dedicado ao meio ambiente (entenda-se proteger a capoeira, noutro sentido… mas sem extremismos).
 
Ai hoje ta “ecoando” um trabalho que encabecei a publicação [[A Mata Atlântica Brasileira: Quanto sobrou e como está distribuída a floresta remanescente? Implicações para a conservação; revista BIOLOGICAL CONSERVATION]]… Passeiem pelas paginas, se for o caso.
 
 

O Dia da Terra foi criado em 1970, pelo Senador norte-americano Gaylord Nelson, que convocou o primeiro protesto nacional contra a poluição, protesto esse coordenado a nível nacional por Denis Hayes. Esse dia conduziu à criação da Agência de Protecção Ambiental dos Estados Unidos (EPA).

 

A partir de 1990, o dia 22 de Abril foi adoptado mundialmente como o Dia da Terra, dando um grande impulso aos esforços de reciclagem a nível mundial e ajudando a preparar o caminho para a Cimeira do Rio (1992). 

 

Actualmente, uma organização internacional, a  Rede Dia da Terra coordena eventos e actividades a nível mundial que celebram este dia.