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Fala Tambor: Genuíno Samba de Roda em BH

O grupo Fala Tambor é o primeiro grupo de samba de roda da cidade de Belo Horizonte e do Estado de Minas Gerais. Está registrado como Associação Cultural Fala Tambor. Também foi o primeiro movimento cultural tombado como bem cultural imaterial afro brasileiro da cidade de Belo Horizonte, no Inventário Tradições Afro Brasileiras, realizado pela Fundação Municipal de Cultura. 

Criado em 2000, em Belo Horizonte , por Carlinhos de Oxossi, ogan, percussionista, cantor e compositor, o grupo Fala Tambor é formado por um corpo cênico-vocal, produz suas leituras, criações e recriações contemporâneas, a partir da influência da cultura de matriz africana. Todo trabalho desenvolvido foi feito a partir de pesquisas de ritmos e danças provenientes dessa matriz durante os sete anos de existência do Grupo. Atualmente possui um acervo de 80 composições próprias, nas expressões musicais de samba-de-roda, congo-frevo e afoxés. 

O Fala Tambor coloca em cena o genuíno samba de roda, de forma interativa e inovadora. Durante os espetáculos apresentamos, nossas cantigas e ritmos resgatam de forma peculiar a trajetória do povo africano e toda sua herança musical que influencia o Brasil. Ritmos variados, como o quebra-cabloco, cabula, monjolo, congo, arrebate, rebate e barra-vento integram o repertório musical do Grupo. 

Cantores, percussionistas e bailarinas desta trupe dão vida a esta musicalidade, estabelecendo com o público uma parceria lúdica e poética na interpretação de sua obra autoral, que reúne musica, canto e dança afro-brasileira. 

“Reverenciamos” o povo Bantu, com a musicalidade afro descendente, por meio da leitura corporal das bailarinas e sua interatividade com o jogo cênico e diversidade rítmica das canções musicadas para tambores, que retomam o diálogo com os batuques das senzalas e quilombos. Bate com a mão e sapateia com o pé, isto é Sambangolê”, explica o diretor musical Carlinhos de Oxossi. 

Além do trabalho de pesquisa musical, criação e apresentação de espetáculos musicais de Samba de Roda, o Fala Tambor também realiza um trabalho de formação, através de palestras, cursos e oficinas, contribuindo para a preservação e difusão do conhecimento sobre os bens e patrimônio cultural de matriz africana radicada no Brasil. 

Um exemplo é o projeto social voluntário feito junto a crianças e adolescentes da Escola Municipal São Rafael, na comunidade do São Rafael/Pompéia, viabilizando danças, oficinas de percussão e leitura rítmica do samba de roda. O grupo também possibilita a participação da comunidade e público interessado, através de ensaios abertos, que acontecem na Praça da Igreja Nossa Senhora do Rosário do bairro Pompéia, todo domingo na Escola Municipal São Rafael, e na Universidade da Luz, rua Ouro Branco, do Bairro Pompéia, toda Sexta-feira de 20:00 às 21:30. 

Atualmente, O Fala Tambor tem a seguinte formação: Carlinhos de Oxossi (cantor, compositor e diretor musical), Bruno Nigri, Aurélio Marques, Cristian Douglas , Wladimir Alves, Bomfim e Evandro Ramos (percussionistas), Cynthia Diniz, Izabela Miranda , Eli Rosane e Júnia Bertolino, (bailarinas e coro), Sandro Queiroz (agente cultural) e Telma Gomes (assistente de produção). 

Os Tambores de Minas Gerais, nunca calarão… 

Fala Tambor !


Aconteceu: FALA TAMBOR comemora seus 10 anos com show no FIT

O grupo o fará gravação AO VIVO de seu primeiro DVD “Bate com a mão e sapateia com o pé: isto é Sambagolê”, com o melhor do SAMBA de RODA de BH.

HOJE, segunda, dia 9 de agosto, às 23h30, o FALA TAMBOR, o primeiro grupo de SAMBA DE RODA DE BELO HORIZONTE E DE MG, Fará show especial no Espaço Cultural 104 (Praça Ruy Barbosa, em frente à Praça da Estação), dentro da programação “Mostra Movimentos Urbanos”, da 10ª edição do FIT (Festival Internacional de Teatro Palco e Rua). No show serão comemorados os 10 anos de (r)existência do FALA TAMBOR e acontecerá a gravação, ao vivo, do primeiro DVD do grupo, intitulado “Bate com a mão e sapateia com o pé: isto é Sambagolê”.Nesse show, composto por 10 músicas de autoria própria, os cantores, percussionistas e bailarinas da trupe darão vida ao genuíno SAMBA DE RODA, estabelecendo com o público uma parceria lúdica e poética na interpretação de sua obra autoral, que reúne música, canto e dança afro-brasileira.

O QUE é FALA TAMBOR: Criado em 2000 pelo músico, compositor, percussionista belohorizontino Carlinhos de Oxossi, o FALA TAMBOR é composto por um corpo cênico, vocal e percussivo de 12 pessoas, responsáveis por leituras, criações e recriações contemporâneas dos ritmos afro a partir da influência da cultura Bantu, de matriz africana. A “Reverencia” ao povo Bantu se dá na musicalidade afro descendente, por meio da leitura corporal do corpo de baile, sua interatividade com o jogo cênico e diversidade rítmica das canções musicadas exclusivamente para tambores, retomam o diálogo com os batuques das senzalas e quilombos. Ritmos variados, como o quebra-cabloco, cabula, monjolo, congo, arrebate, rebate e barra-vento integram o repertório musical do grupo. Através de cantigas e ritmos percussivos acontece um resgate cultural da trajetória do povo africano e toda sua herança musical que influencia o Brasil. Em seus 10 anos de atuação, o FALA TAMBOR criou um acervo de mais de 90 composições próprias, “recebidas” por Carlinhos de Oxossi – que é ogan de camdomblé (responsável pelos tambores dos rituais religiosos)- através de intuições espirituais. O grupo produz o mais genuíno SAMBA DE RODA DAS MINAS GERAIS, DE FORMA INTERATIVA E INOVADORA, POR ISSO, FORAM REGISTRADOS EM 2004, PELA FUNDAÇÃO MUNICIPAL DE CULTURA, COMO “BEM CULTURAL IMATERIAL AFRO-BRASILEIRO”. FORMAÇÃO: CARLINHOS DE OXOSSI (CANTOR, COMPOSITOR E DIRETOR MUSICAL), BETO ROCO, BRUNO NIGRI, BONFIM BAHIA, CÉLIO GIBI (PERCUSSIONISTAS), ÁGATHA FLORA, CIDADE, IZABELA MIRANDA E RITA SILVA (BAILARINAS E CORO) E TELMA GOMES (PRODUÇÃO).

GRAVAÇÃO DO DVD “BATE COM A MÃO E SAPATEIA COM O PÉ: ISTO É SAMBAGOLÊ”: A produção desse DVD está sendo realizada através de parceria cultural com as produtoras ATOS Central de Imagens e AFIRMA Criação Audiovisual. A proposta principal desse produto cultural é registrar, preservar valorizar e difundir a história do genuíno SAMBA DE RODA em MG, pois, apesar de fazer grande sucesso com seu público cativo, ainda é pouco conhecido/difundido pela grande mídia.

 

SERVIÇO: EVENTO: Show de 10 anos do grupo FALA TAMBOR /Gravação DVD – AO VIVO

programação FIT 2010 INFORMAÇÕES:http://www.fitbh.com.br/2010/movimento-detalhe.php?id=61

(31) 9862-0675/8826-0541 (Telma); falatambor@yahoo.com.br

Mestre Toni Vargas, Quadras & Corridos

Quadras & Corridos

Um dos maiores compositores da nossa capoeiragem, o Mestre e Poeta Toni Vargas, nos escreve um relato exclusivo sobre o processo de criação e elaboração de seu novo trabalho intitulado “Quadras & Corridos”, o projeto tem como objetivo fundamental homenagear o grande Manoel dos Reis Machado e sua criação e enorme contribuição para a história da Capoeira: “A Luta Regional Baiana”. Quadras & Corridos pretende mostrar aos jovens capoeiristas de forma sensível e bem fundamentada um pouco da “energia” de Seu Bimba – O GIGANTE NEGRO DA CAPOEIRA REGIONAL.

Luciano Milani

Mestre Toni Vargas, Quadras & Corridos

Luciano,

Antes de mais nada parabéns pelo trabalho que você vem realizando através do Portal da Capoeira, é muito bom que as pessoas percebam que  instrumentos tão sofisticados quanto a internet e outros recursos virtuais podem e devem ser utilizados com o propósito de construir e edificar, ajudar a capoeira e os capoeiristas para que juntos possamos evoluir em busca de um futuro melhor.

Tenho trabalhado muito em diversos projetos e no ultimo dia 12/09/2009 tive o prazer de lançar no Rio de Janeiro o CD “Quadras & Corridos” este trabalho é a culminância de um projeto que começou a aproximadamente 5 anos atrás, quando o Mestre Nenel fez o que eu costumo chamar de “provocação positiva” me perguntando por que  nunca tinha composto nada com os ritmos do pai dele .

A pergunta motivou uma “pesquisa”, as músicas foram aparecendo se organizando e finalmente fechamos o CD que foi apresentado no Rio de Janeiro com a participação do Mestre Nenel ministrando uma oficina de Capoeira Regional e uma festa que reuniu amigos e capoeiristas de diversos grupos.

Mestre Bimba na Mídia - ArquivoA “pesquisa” a que me refiro, foi nada mais que um mergulho na sonoridade e no AXÉ de “Seu Bimba” e o resultado é uma leitura humilde e bem intencionada dos ritmos de Banguela e São Bento Grande. Fazer Quadras ao invés de Ladainhas foi para mim um grande desafio. Em relação as minhas letras anteriores (geralmente grandes), as quadras são haicais, e não foi muito fácil conseguir me expressar a partir desse modelo. Devo ainda registrar que esse recurso me fez amadurecer bastante e reafirmar ainda mais (para mim mesmo), a genialidade de Manoel dos Reis Machado – Mestre Bimba

Devo ainda agradecer a meus alunos que fizeram tudo comigo, ao meu Mestre que generosamente me apoiou e a Eduardo Teixeira (Editora D+T), que acreditou e me apoiou na realização desse projeto.

AXÉ e muito obrigado

Mestre Toni Vargas


* O Lançamento do CD QUADRAS E CORRIDOS,  é a culminância de cinco anos de pesquisa sobre os ritmos de MESTRE BIMBA , com participação de MESTRE NENEL ministrando um encontro pratico/teórico sobre os Fundamentos da CAPOEIRA REGIONAL, e um bate papo com MESTRE PEIXINHO sobre a influência da Capoeira de MESTRE BIMBA na formação do GRUPO SENZALA e na Capoeira de nossos dias

http://www.mestretonivargas.com/

Três Lagoas sedia 1º Festival de Cantigas de Capoeira

O fim de semana será dedicado à capoeira em Três Lagoas. A Escola de Capoeira Atletas do Bem vai promover neste sábado (29) o 1º Festival Cultural de Cantigas de Capoeira.

Cerca de 30 composições dos próprios alunos serão cantadas e julgadas, 18 serão escolhidas para a gravação do primeiro CD de cantigas da capoeira.

As 30 composições estão divididas em três ritmos, sendo Angola (música mais lenta, melódica, narram um fato), Benguela (Intermediária entre a Angola e a Regional) e Regional (ritmos mais acelerados, conhecido como “São Bento”). As canções pretendem narrar fatos cotidianos desde a esfera estadual, regional e local. Todas as melodias serão acompanhadas por berimbau, pandeiro e atabaque.

Segundo o supervisor da escola de capoeira, Mário Márcio Queiroz o evento pretende resgatar e valorizar a cultura regional e local por meio das cantigas de capoeira.

O Festival acontece à partir das 18 horas na Casa da Amizade. A entrada é franca.

CAMPEONATO

Logo após o Festival acontece o 8º Campeonato Interno de Capoeira pela Paz que neste ano contará com a participação de alunos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) e a equipe campeã dos jogos estaduais de capoeira.

No campeonato disputam da categoria mirim (a partir de 3 anos) até a categoria sênior (a partir dos 50 anos).

No domingo (30), a partir das 9 horas, os alunos contam com palestras de dois professores de São Paulo do grupo Ingá de Capoeira. A capacitação será de capoeira contemporânea, com técnicas e golpes novos que se aprimoraram ao decorrer dos anos.

ATLETAS DO BEM

A Escola de Capoeira Atletas do Bem, supervisionada pelo professor Mário Márcio Queiroz atende aproximadamente 400 alunos em mais de 15 pontos de Três Lagoas. Mantido pela Prefeitura Municipal por meio da Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer (Sejuvel) a escola ensina a capoeira para crianças, adolescentes, adultos e grupos da Melhor Idade com alunos de até 65 anos.

Fonte: http://www.jptl.com.br

Tambor de Crioula e Grupo Gualajo animam o aniversário da Palmares

Músicos do Maranhão e da Colômbia encontram-se para celebrar a FCP

Hoje, quarta-feira, 19/08, a partir das 18h, a apresentação de Tambor de Crioula, grupo vindo do Estado do Maranhão, e do Gualajo, da Colômbia, abrilhantam a festa dos 21 anos da Fundação Cultural Palmares.

Manifestação cultural de raiz africana, o Tambor de Crioula é uma das mais fortes expressões culturais afro no Brasil. Praticada principalmente no Maranhão desde a época da escravidão, a manifestação foi inscrita pelo IPHAN como patrimônio imaterial da cultura brasileira, em novembro de 2007. Salvaguardar o Tambor de Crioula faz parte do projeto do governo federal de reconhecimento das formas de expressão que compõem o amplo e diversificado legado das tradições culturais de matriz africana no país.

Considerada uma das mais belas expressões culturais da dança dos descendentes de escravos, o Tambor de Crioula envolve dança circular, canto e percussão de três tambores e tem como seu santo padroeiro São Benedito – protetor dos negros.

Os tocadores e cantadores são conduzidos pelo ritmo dos tambores e das toadas, acompanhados da punga (ou umbigada): movimento coreográfico no qual as dançarinas, num gesto entendido como saudação e convite, tocam o ventre umas das outras. Cada cântico se inicia com um solista que canta toadas de improviso ou conhecidas, repetidas ou respondidas pelo coro, composto por homens que se substituem nos toques e por mulheres dançantes. Os cânticos possuem temas líricos relacionados ao trabalho, devoção, apresentação, desafio, recordações amorosas e outros. Para saber mais, só vindo até a sede da Fundação Cultural Palmares e assistir de perto a tradição do Tambor de Crioula.

O Grupo Gualajo traz da Colômbia ritmos da marimba.A marimba é um instrumento musical criado há séculos por tribos africanas e é fonte de inspiração de instrumentos de teclado, como o piano, o acordeon e o vibrafone.

O maestro José Antônio Torres Gualajo dedica-se à marimba há mais de 50 anos, estudando os mais variados ritmos que o instrumento pode ecoar. Conta a lenda, que ao nascer, a parteira de José Gualajo colocou-o em cima de uma marimba para cortar o cordão umbilical. Assim, ao ouvir a ressonância do instrumento logo ao nascer, somado à herança musical que seus pais lhe proporcionaram, Gualajo predestinou-se a ser um guardião da preservação de Marimba e de todos os ritmos que ela pode ressoar, como: currulos, aguabajos; jugas; andareles. Além de tocar, o maestro tornou-se um mestre no ofício de construir cada um dos componentes que constituem a marimba.

A iniciativa de trazer o grupo colombiano ao Brasil foi do Programa Regional de Apoio às Populações Rurais de Ascendência Africana da América Latina – ACUA.


Assessoria de Comunicação
Inês Ulhôa – assessora de imprensa (9966-8898) ines.ulhoa@palmares.gov.br
Jacqueline Freitas
Marcus Bennett
Telefones: (61) 3424-0164/ 0165/ 0166
www.palmares.gov.br

Capoeira é luta de bailarino, é dança de gladiador!

DanceBrazil é uma Cia de dança composta por artistas de diferente formação: reúne profissionais de dança e profissionais de capoeira.

Foi fundada em 1977 em New York e em 1993 mudou para Salvador com objetivo de manter um contato mais forte com suas origens para depois traduzi-las no palco em uma linguagem contemporânea e expressiva.

Os trabalhos do coreógrafo e Mestre de capoeira, mais conhecido como Mestre Jelon, tem uma forte influencia da capoeira e se tornam uma mistura bem interessante de dança e de acrobacias típicas da capoeira.

Ritmos é o trabalho mais recente da Cia, no palco se misturam os rimos tradicionais brasileiros entre os quais samba e capoeira, tocados ao vivo pôr músicos baianos.

A tournée já foi pra varias cidades dos EUA e voltará em agosto em New York.
Nesse ano de 2008 Mestre Jelon foi reconhecido como “Patrimônio Nacional”, recebendo o premio “Tesouro Nacional” do National Endowment for the Arts.

Essa homenagem as artes tradicionais premia artistas que se destacam para sua excelência e sua contribuição ao patrimônio artístico da nação.

Por: Raphael Silva de Novaes (Graduado Fogo)

Como foi participar da montagem de um espetáculo?

Participei da criação de alguns espetáculos, como: “Retratos da Bahia” 2005, ”Desafio” 2006, “Ritual” 2007 e “Ritmos“ que foi criado recentemente em 2008.
É sempre bom ter a experiência de estar participando de novos espetáculos e novas criações, pois a coreografia acaba vestindo na gente e ficando natural do nosso corpo.
Nunca é fácil!

É sempre um trabalho intenso, sutil e bem elaborado para obter bons resultados, para isso a capoeira me ajudou com a disciplina, a concentração e o trabalho do corpo.
Vivo uma experiência única, pois incluir a capoeira em uma outra área é muito interessante.
Por min o mais importante é manter a raiz e a essência da capoeira sempre viva, ou seja, continuar sendo capoeirista em todo momento!

Por: Paulo Edson da Silva (prof. Chuvisco)

Como vive o fato de ser um capoeirista dentro de uma Cia de dança?

A experiência tem sido boa e valida. Meu inicio foi muito difícil por não ter no meu corpo a linguagem da dança (contemporânea, moderna, balê ou afro). Mas essa fase com tempo passou, porque fui adquirindo conhecimentos através das aulas de dança que temos que fazer todos os dias antes dos ensaios. Paralelamente as minhas dificuldades com a dança, vi os dançarinos passando pelo mesmo processo que passei mas com a Capoeira. Como a dança foi muito difícil para min, a Capoeira foi para os dançarinos que estavam entrando na mesma época no DanceBrazil.

Como foi seu encontro com a dança?

Em 2002 ao reencontrar o mestre Jelon (hoje meu mestre), em Goiânia, no evento de Capoeira, fui convidado para ir a Salvador para participar de umas aulas de dança com o DanceBrazil.
Ele queria ver como eu assimilava movimentos de dança com capoeira. Confesso que no inicio não fui tão bem, mas o mestre acreditou em min dizendo que eu precisava de muito trabalho para mudar meu corpo. Então, continuei indo a Salvador por dois anos para participar dos ensaios e continuar meus treinos de dança com o DanceBrazil. Depois de três anos indo e voltando a Bahia entrei no DanceBrazil (2005) para participar da minha primeira tournée nos EUA, com a coreografia "Retratos da Bahia" de autoria do mestre Jelon. Mas infelizmente, meu visto foi negado e só consegui viajar em 2006 participando de "Retratos da Bahia” e "Desafio".

DanceBrazilComo é processo de formação do show ?

A única experiência que tenho com dança é com o DanceBrazil.
O mestre sempre nós da espaço para ajuda-lo com idéias de movimentos. E agora sou o professor de Capoeira do DanceBrazil portanto tenho uma grande responsabilidade: ensinar capoeira para os dançarinos e trazer movimentos novos para que sejam explorados por eles dentro do trabalho que está sendo criado.

A idéia sempre vem do mestre: ele que escolhe o tema, sempre que termina uma coreografia já está falando de outra!

O processo de criação do mestre é muito interessante: a primeira semana ele faz muitos laboratórios com os dançarinos e capoeiristas usando os movimentos de dança e da capoeira. Para ele, tudo tem que fazer sentido, os movimentos não podem simplesmente só ser “um movimento”: eles tem que significar algo dentro do tema que ele visualizando.
Por exemplo o balé "Ritmos" mostra exatamente o que Dias Gomes fala na poesia dele "…simbiose perfeita de força e ritmo, poesia e agilidade, única em que os movimentos são comandados pela música e pelo canto…"

Para o mestre criatividade é como uma estrada, onde nela viajamos com destino á perfeição.
A Capoeira e a dança percorrem um caminho diferente, pra chegar, no final, ao mesmo lugar!

(Fotos gentilmente cedidas por Mestre Jelon)

Maiores informações sobre show:

dancebrazil@mac.com

Buffalo Dance Festival
http://www.buffalo.edu/community/ub_on_the_green.html

Central Park SummerStage
http://www.summerstage.org/index1.aspx?BD=20534

Santa Fé, New Mexico
http://www.aspensantafeballet.com/3/3d.html

Aspen Dance Festival
http://www.aspensantafeballet.com/3/3d.html

Recife: Daruê Malungo mistura capoeira e maracatu para mudar vida de jovens

Cerca de 120 jovens residentes na comunidade de Campina do Barreto, na Zona Norte do Recife, têm no Carnaval a chance de mostrar o que aprendem durante todo ano na ONG Daruê Malungo: a mistura de capoeira com o maracatu. Eles também são personagens do Vida Real desta quinta (31), que mostra quem faz a folia no Recife.

As duas atividades, maracatu e capoeira, se juntam para ensinar aos jovens importantes lições, como aprender a lidar com a vida. “A capoeira ajuda a ter jogo de cintura, algo fundamental para que vençamos na vida”, contou o coordenador do projeto, mestre Meia-Noite.

Para aprender a dançar capoeira ao som do maracatu, é preciso treinamento e companheirismo: “Aqui um ajuda o outro. Dessa forma, aprendemos mais rápido a unir os ritmos e a fazer amizades”, disse Jaqueline de Luna Almeida, uma das alunas do projeto.

O Daruê Malungo se apresenta nesta sexta-feira (01), na abertura oficial do Carnaval do Recife. Mais uma noite para que a harmonia da capoeira e a energia do maracatu contagiem os foliões, trazendo paz para a folia da cidade.

Fonte: http://pe360graus.com/ – Recife – BR

Banda Terreiro de Capoeira lança CD instrumental de Capoeira

Uma fina e harmonica simbiose entre a musica instrumental e a ímpar sonoridade da capoeira, é assim que defino o trabalho de qualidade da Banda Terreiro de Capoeira.
 
Ouvi e gostei muito! Uma demosntração da potencialidade e da criatividade dos músicos-artistas-capoeiristas da escola de Mestre Cascavel.
 
Luciano Milani
A banda "Terreiro de Capoeira" nasceu da vivência musical dos seus integrantes na comunidade do Terreiro de Capoeira do Mestre Cascavel. A banda tem na sua formação base Cascavel, Guerreiro, Lince, Macaco, Flora e Kaká.
 
Mestre Cascavel é "filho" do mestre Sabu, pioneiro na prática e ensino da Capoeira em Goiás. Mestre Sabu – que vive em Goiânia – é "filho" do mestre Caiçara (falecido em 1987), mestre-capoeira responsável por uma das escolas tradicionais da capoeira da Bahia no século XX.
 
Banda Terreiro de Capoeira lança CD instrumental de CapoeiraO trabalho musical do grupo começou com oficinas e aulas de música (sem fins lucrativos, com ênfase nos instrumentos e ritmos da Capoeira) destinadas a crianças e adolescentes. 
Essas atividades incluíam conhecimentos sobre o plantio das espécies necessárias para a confecção dos instrumentos afro-brasileiros – tais como biribas (para os arcos dos berimbaus), cabaças (empregadas nos afôxés e berimbaus), junco (usado no caxixi), contas de lágrimas (para compor caxixis e chocalhos), bambus (para a fabricação de reco-recos e varetas para tocar os berimbaus), cocos (para a confecção das marácas).
 
Os componentes da banda se revezam na percussão: agogô, adjá, afôxé, pandeiro, ganzá, reco-reco – pesquisando e experimentando sons, ritmos e melodias. As músicas nascem da reunião de amigos que se divertem fazendo um som (que se pretende agradável aos ouvidos de quem curte sentir o tempo passar). A integração desses elementos com a força dos ritmos e melodias tem como resultado final a música … e fácil de ouvir.
 
A proposta do grupo é fazer música de qualidade com produção e distribuição independentes. Neste sentido, gostaríamos de contar com o apoio do Portal Capoeira, disponibilizando para download algumas faixas do cd Berimbau de Ouro em arquivos no formato MP3.
 
O CD "Berimbau de Ouro" contém 10 faixas inspiradas em ritmos e tendências afro-brasileiros e latino-americanos: "Sabu Meu Mestre" "Axé Capoeira" e "Suassuna" são composições do Cascavel; "Hora de Lutar" é uma parceria de Cascavel e José de Souza Melo, o “Ás de Ouro”, também “filho” do Mestre Sabu. "Caiçara" é uma composição do Mestre Cascavel sobre temas tradicionais da capoeira. "A morte do Capoeira" – melodia do folclore da capoeira recolhida no recôncavo baiano pela professora Emilia Biancardi Ferreira na década de 60 – já teve versões de sucesso gravadas pelo Mestre Suassuna e pelo Mestre Onias.
 
A "Iuna" e o "São Bento do Mestre Bimba" são “toques” tradicionais (padrões ritmo-melodicos, cada um deles associado a um tipo de jogo com características próprias).
O "São Bento do Mestre Bimba" é um toque criado pelo mestre Bimba especialmente para um tipo de jogo rápido e ofensivo – que se tornou também a principal característica do estilo de capoeira criado por esse mestre que dirigiu uma escola de capoeira que se tornou conhecida em todo o mundo.
A "Cavalaria" é um toque de “aviso”. No passado os cultos e as danças dos terreiros de candomblé eram proibidos e sofriam perseguições policiais rigorosas. Na Bahia, até a década de 30, os esquadrões de cavalaria eram a força policial encarregada da repressão às manifestações da cultura negra – e a capoeira oferecia a reação possível. Este toque – também chamado de
"Aviso" – entrou para a história da Capoeira com o nome de Cavalaria. O "Samba de Angola" é o ritmo que simboliza a descontração dos câmaras do Terreiro nas rodas de samba.
 
O Cd Berimbau de Ouro pode ser adquirido  (R$11+correios)
pelo e-mail: terreirodecapoeira@hotmail.com
 
Obrigado pela atenção!
Professor Guerreiro
 
Saudações!
 
Gostaríamos de contar com a sua ajuda divulgando o nosso CD de música instrumental – "Berimbau de Ouro" – inspirado nos toques e temas da Capoeira.

João Pessoa: Sesc abre inscrições para curso de percussão com o Mestre Rafael Magnata

Sesc abre inscrições para curso de percussão em João Pessoa
 
Continuam abertas no Sesc Centro João Pessoa as matrículas para o curso de Percussão, ministrado pelo percussionista e Mestre de capoeira Rafael Magnata. As aulas são realizadas em dois horários. Segundas, quartas e sábados das 15h às 17h e nas segundas e quartas das 19h às 21h.
O curso é aberto à população em geral. Os interessados devem procurar a Central de Atendimento da entidade, localizada na Rua Desembargador Souto Maior, 281, Centro. Maiores informações podem ser obtidas pelos telefones 3208-3158 ou 3208-3100. As aulas de percussão enfocam os ritmos populares e afro brasileiros através de pesquisas e experimentos de sons como coco, maracatu, ciranda, maculêlê, samba de roda, afoxé entre outros. “Quem acredita não ter ritmo, está enganado, pois todos nós temos, basta apenas coordenar os elementos sonoros que cada um possui para descobrir seu próprio ritmo”, afirmou Mestre Magnata.
 
O curso é aberto para iniciantes e para quem já tem alguma prática e deseja se aperfeiçoar. Na percussão é trabalhada também a parte teórica, abordando principalmente a história dos ritmos e dos instrumentos. “Pesquisa e prática serão desenvolvidos simultaneamente. Antes de começar a tocar os instrumentos é importante que o aluno conheça um pouco sobre a história dos ritmos e dos instrumentos, para que se tenha conhecimento do todo”, reforça Magnata. Ele relata que o primeiro impulso sonoro do homem primitivo foi supostamente o de bater palmas ligadas a uma certa cadência rítmica que ao longo dos séculos foi se aprimorando, gerando a percussão.
 
Há mais de 20 anos Rafael Magnata atua no cenário capoeirístico nacional e internacional. Atualmente ministra aulas de percussão, capoeira e dança afro em vários lugares na cidade de João Pessoa, como a Universidade Federal da Paraíba, o Centro Educacional do Adolescente (CEA) e a Ong Pérola Negra – Centro de Cultura Popular Afro Brasileira, criada há cinco anos por Magnata. A Ong foi formada a partir de experiências adquiridas no Grupo Badauê de Capoeira que é coordenado pelo Mestre Sabiá de Campina Grande e tem como proposta difundir e valorizar a cultura afro brasileira, através de atividades como: percussão, capoeira de angola, danças populares e afro-brasileiras, oficinas de artesanatos, entre outras.
 

Cantora LUCIANE MENEZES homenageia os candomblés

LUCIANE MENEZES a super-cantora da Lapa homenageia os candomblés
antigos do Rio na sua temporada no Circo Voador – foto publicada ontem, 06 / 11/ 2005
na Coluna Ancelmo Góes – Jornal o Globo.
1.600 pessoas lotaram o Circo Voador em dois de estréia da Temporada Luciane Menezes 2005 em cartaz nas SEGUNDAS e TERÇAS FEIRAS no CIRCO VOADOR às 19 e 30 horas.
A cantora e sua Companhia Brasil Mestiço foram matérias de página nos jornais O Globo, Extra e Jornal do Brasil ( trechos abaixo ) e ontem a noite foram tema de matéria de 5 minutos no RJ TV da TV Globo.
Este ano a temporada de LUCIANE Menezes homenageia a UMBANDA e o CANDOMBLÉ.
Na 2ª parte os 16 dançarinos da Companhia BRASIL MESTIÇO ensinam o público da pista a dançar , o JONGO, a CIRANDA, o MARACATU, o LUNDU, o FORRÓ, o SAMBA de RODA, o AFOXÉ, o BUMBA-MEU-BOI.
O repertório musical é belíssimo e empolgante com músicas de Dorival Caymmi, Monarco, Paulo Cesar Pinheiro, Roque Ferreira, Lia de Itamaracá, Jongo do Quilombo São José, Samba de Coco de Arcoverde entre muitos outros.
SEGUNDAS e TERÇAS – FEIRAS, 19 e 30 horas no CIRCO VOADOR, Lapa , RJ
Ingressos a R$ 10,00 e R$ 5,00 para estudantes.
Na foto LUCIANE com Mãe Beata e Yá Regina de Yemanjá mães de santo de alguns dos terreiros de candomblé mais antigos do Rio de Janeiro que estiveram presentes no palco no dia da estréia sendo homenageadas e abençoando o espetáculo e o público.
Abaixo matérias de jornal dessa semana sobre a cantora e sua temporada no Circo Voador
O Globo Segundo Caderno 31 / 10 / 2005
Por uma Lapa Mais Democrática João Pimentel
Luciane Menezes volta ao Circo Voador e abre casa na Lapa para ritmos como a catira, a congada e o jongo
Há mais de seis anos, a cantora e pesquisadora Luciane Menezes levou para a Lapa, um repertório de cocos, maracatus, jongos, baiões, abrindo uma porta para que, além do samba e do choro, o bairro também fosse representativo para outras manifestações culturais importantes.
De volta ao Circo Voador, juntamente com o também cantor e pesquisador Marcos André, nas segundas e terças-feiras, às 19h30m, ela apresenta as novidades que tem encontrado em suas andanças pelo Estado do Rio, e se prepara para inaugurar, no início de dezembro, a casa Brasil Mestiço.
O espetáculo tem o formato parecido com o que fez no ano passado — e que levou um público surpreendente para a casa, em se tratando do início da semana.
Jornal do Brasil Caderno B 31 / 10 / 2005
Ela bebe na fonte do Brasil mestiço Monique Cardoso
Luciane Menezes cria companhia e casa de shows para apresentar cultura popular na Lapa e celebrar a diversidade
O negócio de Luciane Menezes é a diversidade.
Tanto que a cantora que se consagrou como um dos grandes nomes da música surgida na Lapa, se prepara para abrir, no mês que vem, a própria casa de shows, justamente no bairro que a revelou, que já tem nome – Brasil Mestiço – e endereço – Rua Mem de Sá, 82 – certos.
No palco, ela promete que, em vez de somente reproduzir, trará para cá grupos de cultura popular que tem conhecido nas viagens de pesquisa e de andança que há quase 20 anos faz pelo país, em busca de ritmos.
A temporada da Brasil Mestiço deixa claro esse espírito de preservação. O primeiro bloco dos shows – que serão gravados para a produção de um futuro disco – é uma homenagem às religiões afro-brasileiras e traz músicas que remetem à umbanda e ao candomblé.
Outra intenção é a de expressar o respeito pela diversidade, tema que a preocupa, devido à dificuldade de aceitação das diferenças no Rio.
A caça por repertório (para ela e, agora, para sua casa de shows) funciona assim: a cantora põe o cavaquinho e o gravador debaixo do braço e pega a estrada, atrás de rituais, festas e celebrações culturais e religiosas que acontecem pelo interior do país.
Tudo para aprender a tocar, cantar e dançar músicas de quilombos fluminenses, maracatus pernambucanos, aboios do recôncavo baiano e outras manifestações da cultura popular ainda pouco difundidas no Rio.
Mas Luciane já descobriu que nem é preciso ir tão longe para descobrir focos de resistência cultural.
Viaja todos os finais de semana para comunidades do interior do estado do Rio a fim de buscar informações sobre grupos folclóricos, alguns deles em extinção.
Na pesquisa, Luciane tem como parceiro Marcos André, que faz parte do projeto Tempo livre, do Sesc.
– Marcos já me apresentou a 11 comunidades só de jongo. O Maranhão cuida de sua cultura, Pernambuco cuida de sua cultura. Por que o Rio não cuida? Por isso vou até lá aprender para depois ensinar nas apresentações. Os jovens não podem perder o interesse por suas raízes.
O EXTRA 31 / 10 /32005
A África é na Lapa
Um dos grandes nomes do cenário musical da Lapa, Luciane Menezes faz uma homenagem às suas raízes em uma série de shows no Circo Voador: a cantora junta o samba com pontos de umbanda e candomblé.
No show de hoje, às 19h30m, estarão no palco as mães-de-santo Yá Regina Lúcia de Yemanjá e Mãe Beata de Iemanjá, abrindo a temporada que vai até 20 de dezembro, todas as segundas e terças-feiras.
– Como descendente de negros, eu gosto muito de valorizar as tradições musicais que herdamos da África.
Neste show de estréia, o candomblé e a umbanda terão destaque – adianta Luciane Menezes.
Mas as homenagens não vão parar por aí.
– Vou cantar um samba inédito de Paulo César, "Dança dos orixás" – diz.
Vinte e cinco integrantes da Companhia Brasil Mestiço, que mistura música e dança afro-brasileira, também participam do espetáculo, que tem ingressos a R$10 e R$ 5 para estudantes.
TV GLOBO RJ TV 04 / 11/ 2005
assista a matéria do RJ TV pelo endereço
http://gmc.globo.com/GMC/0,,2465-p-M375387,00.html
Ciranda, congo, lundu, samba de roda. Danças e ritmos afro-brasileiros que não existiriam mais, se não fosse o trabalho de pessoas como a cantora e pesquisadora Luciane Menezes.
Nos shows no Circo Voador, o público entende e se diverte.
A Companhia Brasil Mestiço tem 14 bailarinos selecionados em projetos sociais que ajudam a transformar as apresentações do grupo de Luciane Menezes em grandes festas, onde o público sempre cai na dança.
Os ritmos são bem variados: afoxés, congo.
“Agora eu queria que vocês abrissem uma roda, porque vai rolar uma dança sensualíssima”, pede, do palco, Luciane. É a hora do lundu.
Mas será que estes ritmos correm mesmo o risco de extinção?
“Estes ritmos correm risco de extinção. É muito importante que os jovens vejam e aprendam essas danças, pois é a cultura dos seus ancestrais”, explica Luciane.
A novidade desta temporada são os cantos e as danças que fazem parte das cerimônias de candomblé e de umbanda. Luciane Menezes montou no camarim dela, no Circo Voador, um altar com imagens de várias divindades.
Em 2004, só no Circo Voador, 20 mil pessoas entraram na roda.
A participação do público na estréia da nova série de shows, que vai até 20 de dezembro, é muito empolgante.
As apresentações são realizadas sempre às segundas e terças-feiras, às 19h30m.
A homenagem às ialorixás e mães de santo foi o momento mais emocionante do show.
Então vamos a benção final e até a próxima festa do Brasil Mestiço.
" Que Obatalá abençoe a todos ! ” finalizou a mãe de santo Mãe Beata de Yemanjá do palco na estréia .
INFORMAÇÕES : 21 3852. 0043 , 3852. 0053 ou brasil@brasilmestico.com.br 

Mestre Dinho Nascimento na Feira Moderna…

Dinho Nascimento apresenta seu novo trabalho intitulado: SER HUM-MANO.
Uma excelente dica para o pessoal de Sampa que gosta de uma boa música repleta ritmos e acompanhada pelo Berimbau do Mestre Dinho, vale a pena conferir!!!