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Capoeira reciclada!!!

Hoje ao sair de casa para dar aula, queria fazer algo diferente, onde os alunos trabalhassem a percepção de atingir um objeto com uma tarefa simples de golpear algo. Mas a pergunta é: “Eu não possuo, nenhum aparador de golpes?” E agora!!! E infelizmente sabemos que investimentos com a Capoeira em Clubes, Escolas, Academias sempre são NULOS. Foi quando olhei para essas garrafas pets de refrigerante e tive uma grande ideia, quer dizer, não tão grande assim, e sim muito simples. Podemos usar essas garrafas de plástico, como aparador de golpes, Oh Oh Oh Oh Oh Oh!!! Olha só que utilização bacana. E com um pouco mais de trabalho, podemos deixar essas garrafas, como aparadores de chute, bem legais. Basta dar uma pintada, colocar um pedaço de cabo de vassoura, na boca da garrafa, para dar mais firmeza ao segurar, envolver com alguma fita e assim vai, o céu é o infinito. Basta ser criativo e lembrando para fazer isso, você pode ter a colaboração das crianças e explicando sobre meio ambiente, reciclagem, sustentabilidade e etc. Elas vão adorar…

Outra atividade que podem ser usadas essas garrafas pets, são como cones de treinamento, para fazermos golpes sobre os mesmos. Enchendo elas com areia para ficar mais pesada, se não vão sair voando pela sala. Mas lembrem-se, vocês estão dando aula para crianças, então, vede bem, se não essa areia, vai acabar pela sala toda.

Só mais uma dica, a segurança é de total importância. E como são crianças, as brincadeiras acontecem. Então conduza as atividades com total domínio e dinâmica do seu grupo e as crianças vão adorar e a Capoeira vai agradecer.

E agora é com você, comente aqui embaixo, como você poderia utilizar esse material de apoio para dar uma aula bem bacana e divertida de Capoeira Infantil. Pode ser qualquer tipo de aula, lúdica, técnica e etc. Use a criatividade e colabore com todos nós educadores, que utilizamos a Capoeira como meio. Abraços e até a próxima

Fonte: http://berimbrasil.com.br

Aconteceu: Balé Folclórico se apresenta no TCA em Salvador

Após a temporada de três meses nos Estados Unidos, onde foi visto por cerca de 100 mil pessoas, o Balé Folclórico da Bahia volta a Salvador, neste domingo (10), com o espetáculo “Herança Sagrada”, para comemorar o Dia da Dança. No palco, 25 bailarinos, cantores e músicos interpretam rituais e danças dos orixás, além das manifestações folclóricas da Bahia, como o Samba de Roda, a Capoeira e a Puxada de Rede.

 

A apresentação ocorreu na Sala Principal do Teatro Castro Alves, às 11h.

 

O espetáculo é dirigido por Walson Botelho e direção artística de Zebrinha. A montagem integra o projeto Domingo no TCA, com ingressos a R$ 1 e R$ 0,50.

A abertura ficou por conta do grupo Teatro Nu e seu espetáculo “O Pedido de Casamento”.

História social da capoeira é abordada na Semana da África

O debate sobre a desmistificação da cultura africana foi destaque na tarde de segunda-feira (11) na programação da Semana de História da África, promovida pela Escola de Governo do Pará (EGPA). Durante a oficina “História Social da Capoeira“, o professor Libano Soares abordou o tema, com o objetivo de desvincular a imagem da capoeira “do ócio”.

“A capoeira faz parte da história do trabalho. E só conhece essa vertente quem a estuda como componente histórico, e não só cultural. Por isso, ao estudar a história da capoeira é possível desmistificá-la da vadiagem, do não trabalho”, ressaltou.

O desafio de desmistificar a cultura africana na sala de aula foi abordado na segunda oficina da tarde, com o tema: “A sala de aula e os desafios do ensino da religiosidade e do sincretismo religioso africano”, ministrada pela professora Anaíza Vergolino.

Ela ressaltou a importância de uma educação antirracista, na qual prevaleça o reconhecimento das diferenças. O tema mobilizou a platéia, composta principalmente por professores da rede estadual de ensino. Para a professora de História Simone Novaes, “é um grande desafio investir nesses cursos de formação que a EGPA promove. Esse debate é, na verdade, uma grande contribuição para a quebra de preconceito”.

Debates na Estação – Nos dias 14 e 15 (quinta e sexta-feiras) serão realizados dois debates, na Estação das Docas, a partir das 18 horas, com entrada franca. “A Lei 10.639/2003 e suas repercussões no ensino e nas políticas de inclusão sóciocultural para negros e negras” e a “História do Negro no Brasil e a África Contemporânea” são temas dos dois debates, que trazem a Belém o professor Berluce Belluci, pró-reitor de graduação da Universidade Cândido Mendes e diretor do Centro de Estudos Afroasiáticos. Há mais de 30 anos ele trabalha como pesquisador de temas africanos, acumulando experiência em vários países do continente, como Moçambique, Angola e Cabo Verde.

O professor Flávio Gomes é outro convidado do evento. Ele integra o programa de pós-graduação em História da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Tem livros, coletâneas e artigos publicados em periódicos nacionais e estrangeiros. Seu trabalho se concentra em temas como Brasil colonial e pós-colonial, escravidão, Amazônia, fronteiras e campesinato negro. Atualmente, desenvolve pesquisas em história comparada do Brasil, América Latina e Caribe.

 

Texto: Ascom/EGPA – http://www.agenciapara.com.br

Escola de Governo promoverá Semana de História da África

O continente africano, sede da Copa do Mundo de 2010, é tema de cursos e oficinas promovidos pela Escola de Governo do Pará (EGPA), durante a Semana de História da África, que começará no próximo dia 14 (quinta-feira). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas na Coordenadoria de Valorização e Cidadania (CVC), no prédio da Escola (Av. Almirante Barroso, 4314) ou pelo site www.escoladegoverno.pa.gov.br.

Os cursos e oficinas integram a programação da Semana de História da África e começam na próxima segunda-feira (11). Entre os cursos ofertados estão História Social da África, ministrado pela professora Rosa Acevedo; História Social da Capoeira, pelo professor Aldrin Figueiredo, e A Sala de aula e os desafios do ensino da religiosidade e do sincretismo religioso africano, pela professora Anaíza Vergolino.

Também serão realizadas oficinas de joias e colares africanos, dança e músicas do continente, considerado o berço da humanidade e que tem estreitas relações com o Brasil.

A África é o segundo continente mais populoso da Terra (atrás apenas da Ásia), e o terceiro mais extenso (perdendo só para Ásia e Américas). Tem cerca de 30 milhões de km² e mais de 900 milhões de habitantes, distribuídos por 53 países. Destes, cinco foram colônias portuguesas e adotam o português como língua oficial: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.

Para se inscrever via internet basta acessar a ficha de inscrição, preencher e enviar para os e-mails: cvc.egpa@gmail.com e cvc1@egpa.pa.gov.br

Abaixo, a programação da Semana de História da África

Data: 14/05/2009
Horário: 18h
Tema: A Lei 10.639/2003 e as suas repercussões no ensino e nas políticas de inclusão sóciocultural para negros e negras.

Participantes – Ana Júlia Carepa – Governadora do Pará
Iracy Gallo Ritzmann – Secretária de Estado de Educação
Édson Ary Fontes – Diretor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará
Edilza Joana Oliveira Fontes – Diretora geral da Escola de Governo do Pará
Verônica de Menezes Nascimento Nagata – Reitora Pro-tempore da Universidade do Estado do Pará (Uepa)
José Roberto da Costa Martins – Secretário de Estado de Justiça e Diretos Humanos
José Vicente – Reitor da Unipalmares

Mesa Redonda
Data: 15/05/2009
Horário: 18h
Tema: A História do negro no Brasil e a África Contemporânea
Flávio dos Santos Gomes – UFRJ
Didier Lahon – FAHIS/UFPA
Rosa Marin Acevedo – Naea/UFPA
Representante do Grupo de Estudos Afro-amazônico
Representante do Cedenpa
Representante do Mocambo

Cursos de Formação
1. A História da África e a Amazônia Brasileira – Rosa Marin Acevedo
2. História Social da Capoeira – Aldrin Moura de Figueiredo
3. A Sala de aula e os desafios do ensino da religiosidade e do sincretismo religioso africano – Anaíza Vergolino
4. África Contemporânea: Sociedade e Cultura – Didier Lahon
5. Regularização fundiária em áreas de remanescentes de quilombo – Jerônimo Trecani
6. Políticas Públicas de Inclusão Social do Negro – Raimundo Jorge

Oficinas
1. Oficina de Artesanato
2. Oficina de Dança: Musicalidade, samba e tambores africanos – Mauro Roberto da Silva Lima
3. Oficina de Música

Texto: Ascom/EGPA – http://www.agenciapara.com.br

Na Semana da Consciência Negra, Quilombolas é tema de programa ao vivo e interativo

Na semana da Consciência Negra, o Sala de Convidados, do Canal Saúde/Fiocruz, debate ao vivo a situação das comunidades Quilombolas, terça (18), às 13h. Apesar de protegidos por lei, mais da metade ainda não conseguiu a propriedade da terra. Esse é apenas o primeiro problema. Falta também: água encanada, saneamento básico, escola e transporte públicos, energia elétrica… O que fazer para evitar que as novas gerações tenham de enfrentar todas essas adversidades? Participe ao vivo.

Conheça Saracura, um dos 244 Quilombolas do Pará. Localizado à uma hora de Santarém, é a casa de mais de 130 famílias, que tiram do rio Tapajós o seu sustento. E acompanhe como foi o 1º Encontro Estadual da Juventude Quilombola do Rio de Janeiro, realizado em outubro.

Participe: Assista na Embratel, NBR ou WEB (www.canalsaude.fiocruz.br) e dê sua opinião no chat ou pelo telefone 0800-701-8122. Antecipe suas perguntas pelo e-mail canal@fiocruz.br.

 Na Semana da Consciência Negra, Quilombolas é tema de programa ao vivo e interativo

Quilombolas – As comunidades quilombolas, formadas por remanescentes de quilombos, são grupos étnicos, predominantemente constituídos pela população negra rural ou urbana, que se autodefinem a partir das relações com a terra, o parentesco, o território, a ancestralidade, as tradições e práticas culturais próprias. Os territórios quilombolas tiveram seu primeiro reconhecimento com a Constituição Federal de 1988. No Brasil, existem mais de 2.500 comunidades quilombolas. Menos da metade oficialmente registrada. Boa parte delas não oferece condições básicas de sobrevivência.

Sala de Convidados – Na internet, acesse , clique na TV com a inscrição “ao vivo” e participe a partir do chat associado à transmissão. Se preferir, antecipe suas perguntas: canal@fiocruz.br. No caso da televisão, é necessária uma antena parabólica conectada ao aparelho. Pela Embratel, o programa será veiculado na freqüência do Canal Saúde (polarização horizontal 3.930 Ghz ou 1.220 Mhz). Para saber como sintonizar a NBR em sua cidade, acesse http://www.radiobras.gov.br/nbr/cidadesnbr_2004.htm ou http://www.radiobras.gov.br/estati-co/tv_nbr_sintonize.htm. A Sala de Convidados é apresentado por Renato Farias.

Canal Saúde/Fiocruz : Quilombolas: sonho e realidade. A conquista da terra ainda é o maior desafio. Conheça as outras prioridades

Terça (18), às 13h, ao vivo na NBR ou em www.canalsaude.fiocruz.br. Acesse e participe

Assessoria de Comunicação – Canal Saúde/Fiocruz

Marcelo de Castro Neves

(21) 2598-2703 / 2598-2472 / 2560-6818 / 0800-701-8122 / ascom@fiocruz.br
Canal Saúde/Fiocruz

Levando educação em saúde e cidadania para todo o Brasil

X FIC de Brasília exibe filme de Joel Zito sobre exploração sexual

Cinderelas, Lobos e um Príncipe Encantado tem o apoio da Fundação Cultural Palmares

O documentário "Cinderelas, lobos e um príncipe encantado" – dirigido pelo cineasta Joel Zito Araújo e financiado pela Fundação Cultural Palmares, debate algumas das mazelas sociais mais preocupantes do cenário brasileiro, como o turismo sexual, o racismo e a pedofilia.

O diretor percorreu algumas capitais nordestinas, chegando à Itália e Alemanha, revelando a trajetória e o sonho de muitas meninas em encontrar seu príncipe encantado, o que na maioria das vezes se torna um grande pesadelo.

Não só a prostituição faz parte do cenário de Cinderelas, lobos e um príncipe encantado, como também o tema do racismo é fortemente abordado. Afinal, a maioria das "cinderelas" são mulheres negras. "Meu filme é sobre mulheres pobres, três quartos das quais são afro-descendentes", afirma o diretor.

Mas não se trata só disso. O documentário faz uma abordagem geral sobre a emigração de mulheres brasileiras. "Algumas se tornam trabalhadoras do sexo, outras não. Meu filme também trata sobre a imigração na Europa e muitos outros assuntos", ressalta.

O filme será exibido em quatro sessões durante o FIC Brasília, confira:

Dia 31/10 – sexta-feira – Sala 10, Academia de Tênis, às 17h.
Dia 02/11 – domingo, Sala 10, Academia de Tênis, às 19h40.
Dia 04/11 – terça-feira – Sala 10 – 19h50
Dia 07/11 – sexta-feira – Sala 03 – 19h20

Na última exibição do documentário (07/11) haverá também, um debate com o diretor Joel Zito Araújo.

Sobre o diretor

Joel Zito é professor da Escola de Comunicações e Artes da USP, e já em 2000, havia transformado sua tese de doutorado no filme "A Negação do Brasil" – onde documentou a histórica discriminação racial na televisão brasileira. Retomou a temática com um longa-metragem de ficção formado por um elenco todo negro: "As Filhas do Vento" – de 2004 – que recebeu seis prêmios em Gramado, inclusive melhor filme, diretor e prêmio da crítica.

Joel Zito coordenou também, a pesquisa "Onde está o negro na TV pública?" – encomendada pela Fundação Cultural Palmares, cujo objetivo é discutir a democratização da tv pública brasileira e a participação do negro nesse meio de comunicação.

Filme recebeu 6 prêmios no Festival de Gramado

Serviço:

X Festival Internacional do Cinema de Brasília

Data: 29 de outubro a 09 de novembro de 2008
Local: Academia de Tênis José Farani (Setor de Clubes Esportivos Sul – SCES Trecho 4, Conjunto 05, Lote 1B)
Quanto: Abertura: R$20 (inteira) / R$10 (meia);
Demais sessões: R$12 (inteira) / R$6 (meia)
Informações: www.ficbrasilia.com.br ou (61) 3316-6475/6227/6887.

Assessoria de Comunicação
Inês Ulhôa – assessora de imprensa (9966-8898) ines.ulhoa@palmares.gov.br
Jacqueline Freitas – jacqueline.freitas@palmares.gov.br
Marília Matias de Oliveira – marilia.oliveira@palmares.gov.br
Marcus Bennett – marcus.bennett@palmares.gov.br
Telefones: (61) 3424-0164/ 0165/ 0166
wwww.palmares.gov.br

Apresentação de jovens para Bush teve capoeira e música brasileira

São Paulo – Uma apresentação de CAPOEIRA E SAMBA, feita por uma organização não-governamental (ONG) para crianças e jovens na zona sul de São Paulo, foi o último programa da segunda visita oficial ao Brasil do presidente dos Estados Unidos, George W. Bush. O presidente e a primeira-dama, Laura Bush, estavam acompanhados da secretária de Estado, Condoleezza Rice.

Mostrando-se descontraído desde a sua chegada, Bush aproveitou o final da apresentação na ONG Meninos do Morumbi para tirar o paletó, tocar ganzá e dar uma sambadinha ao som de "Aquarela do Brasil". Condoleezza Rice e Laura Bush também ensaiaram movimentos de dança. A ONG foi criada há dez anos pelo músico Flávio Pimenta. A entidade oferece atividades suplementares para crianças, adolescentes e jovens de poucos recursos, que estudem em escolas públicas. Ela oferece aulas de inglês e informática, música e dança, entre outras.
 
A visita de Bush começou por uma das salas de informática, na qual 20 jovens esperavam o casal presidencial, cada um em um computador. O presidente conversou com vários alunos, querendo saber o que estavam fazendo, sua idade e preferências. Laura Bush também conheceu toda a sala conversando com os estudantes. O aluno Silas Alves Marinho Batista, 16 anos, mostrou a Bush a letra em inglês de "Wave," de Tom Jobim. Tatiane Pedreira, também 16 anos, exibiu ao presidente uma pequena fotomontagem com textos falando da poluição e do aquecimento global. Em outra apresentação, com uma gravação de trabalho da instituição, as garotas acabaram por dançar na sala. Bush convidou todos os jovens a posar com ele para uma foto.
 
A seguir foi realizado um encontro reservado numa sala do andar superior do edíficio, numa mesa de reuniões, na qual o presidente norte-americano pode se inteirar dos trabalhos da instituição. Além de Bush, participaram da mesa o fundador da organização, Flávio Sampaio, colaboradores da igreja e de empresas, além de membros do corpo diplomático norte-americano, como o embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Clifford M. Sobel, e integrantes da Câmara Americana de Comércio.
 
A imprensa foi convidada a acompanhar apenas os primeiros dez minutos, em que falaram Bush, o fundador e uma das ex-alunas da instituição, agora formada em curso superior. “Eu acredito na construção de uma sociedade alicerçada na compaixão. E creio que você pode mudar a sociedade, um coração de cada vez. Isso requer pessoas que desejam fazer sacrifícios. Flávio conduz um lugar de amor e grande compaixão. Isso é um lugar no tecido social que ajuda a curar corações alquebrantados e dar esperança para o futuro. A razão principal de eu estar aqui é dizer muito obrigado. Nós somos todos membros da família de Deus”, disse Bush.
 
Foto: Marcello Casal Jr/ABrElogiando o trabalho da instituição, Bush disse que “é um prédio muito bonito, para um espírito muito bonito”. No pátio de apresentação, também em um andar superior do prédio, Bush viu primeiro uma apresentação rápida de capoeira e, a seguir, a canção "Brasil Pandeiro", dos Novos Baianos, com os versos de “O Tio Sam está querendo conhecer a nossa batucada”, escolhida de propósito por Flávio Pimenta.
 
Em "Aquarela do Brasil", de Ari Barroso, a gravação da música foi acentuada por uma forte batucada, com a percussão dividida entre jovens e crianças do ensino básico. O grupo ainda tocou outros ritmos brasileiros como maxixe e baião. Bush deixou a ONG com forte esquema de segurança e seguir para Guarulhos, de onde partiu para o Uruguai. 

Roda na Sala de Aula

Cada vez mais se faz presente a nossa arte, dentro e fora das "rodas", no ambiente comum, no ambiente academico, nas ruas, praças palcos, academias e salas de aula, enfim nos 4 cantos do mundo…

Existem vários Mestres e Mestras que tem se aprofundado e se especializado nesta faceta capoeirística academica, como por exemplo mestre Luiz Renato, Mestre Falcão, Mestre Zulu, Mestre Jean Pangolin, Mestra Janja e tantos outros… Existem ainda aqueles "Mestres" que não são capoeiristas, mais que trabalham em prol da capoeiragem e mesmo sem dar um AÚ, mesmo sem soltar um rabo de arraia, estes "Mestres" tem gingado dentro da verdadeira escencia da capoeira, utilizando desta poderosa arma de inclusão, beneficiando e tocando vários cidadãos que frequentam as universidades e salas de aula pelo mundo afora…

Tive a oportunidade de visitar um destes "Mestres" em abril passado e pude participar em uma de suas aulas na Faculdade Jorge Amado, como era de se prever todo capoeirista sempre tem uma carta guardada na manga… e Acúrsio, soteropolitano "malandro" que é, aprontou das suas e me colocou de "saia justa" ou melhor de "calça curta" quando me convidou para participar de um debate em sala de aula com os alunos de seu curso e de uma palestra onde também participaram como convidados de honra, Angelo Augusto Decanio Filho, o Mestre Decanio e Jean Adriano, o Mestre Pangolin. O Tema para esta intervenção foi como é lógico a capoeira, a sua crescente abrangência na internet, as possibilidades e reflexões dentro do contexto da roda virtual e suas possíveis aplicações e responsabilidades, temo como exemplo o Projeto PORTAL CAPOEIRA.

Fiquei muito satisfeito e ao mesmo tempo surpreso pelo convite e pela forma carinhosa que o corpo docente e os alunos da universidade nos receberam e vivenciaram este evento. Outro fato que marcou esta experiência foi a presença dentre os alunos de um elevado número de capoeiristas, de varias faixas etárias. Na primeira palestra – debate, encontrei dentre os alunos um mestre de capoeira que para minha alegria participou de forma exemplar e interessada, cativando minha atenção e ao mesmo tempo servindo de ponte e exemplo aos alunos mais novos. Outra grata surpresa foi ter conhecido uma aluna da faculdade, cria do projeto CAMARADINHA, sob a responsabilidade de mestre Jean Pangolin, que tem como principal objetivo a inclusão social e saber que através deste projeto ela e muitos outros "camaradinhas puderam ter acesso a escola e a educação.

Para terminar gostaria de agradecer o apoio e da oportunidade de todo o corpo docente e dos alunos da Faculdade Jorge Amado, em Salvador, Bahia, pelo carinho, atenção e ao respeito pela capoeira e todas as manifestações agregadas a ela, direta ou indiretamente.

Abaixo deixo a leitura de um texto enviado pelo Professor Acúrsio, que fala mais um pouco desta vasta experiência que carinhosamente estamos apelidando de "RODA NA SALA DE AULA".

Luciano Milani

Mestre Decanio, Mestre Jean Pangolim, Professor Acúrsio Esteves, Milani e Alunos da Faculdade No último dia 31 de julho pela manhã, foi ministrada pelo prof. Acúrsio Esteves uma palestra sobre os aspectos históricos, sociais, educativos e inclusivos da capoeira, nas dependências das Faculdades Integradadas da Bahia – FIB, Salvador. Os alunos foram 15 professoras e professores do ensino médio que lecionam a disciplina Estudos Sociais no estado de Geórgia – EUA. Eles participam de um programa de capacitação sobre o Brasil, estão tendo aulas de português desde janeiro e tiveram um mês de seminário sobre a nossa história.

A organização do evento é do Comitê Pernambuco-Georgia, coordenado pelo prof. Tibério Monteiro do corpo docente da Faculdade de Olinda – FOCCA, Pernambuco. Este intercâmbio é uma iniciativa da Universidade de Pittsburgh, Departamento de Estudos Latino-Americanos, que visa contribuir para o treinamento de professores que querem se familiarizar com a cultura e a história do nordeste brasileiro.

Mestre Decanio, Mestre Jean Pangolim, Professor Acúrsio Esteves, Milani e Alunos da FaculdadeAqui em Salvador, além da manhã de capoeira eles também tiveram a oportunidade de conhecer alguns aspectos da obra de Jorge Amado, que não raro tem a nossa capoeira e outros temas populares como tema. Segundo o prof. Esteves, o grupo apresentou um alto grau de interesse sobre o tema discorrido, que se traduziu em diversas perguntas durante a aula e a aquisição de material bibliográfico específico.

Durante a tarde, acompanhado do capoeira Passarinho, filho do prof. Acúrsio, o grupo foi ao Pelourinho conhecer o Projeto Axé que acolhe crianças em risco social e lhes oferece várias atividades educativas inclusive a arte de Bimba e Pastinha.
 

Forte Santo Antônio Além do Carmo fecha para reforma

O Forte Santo Antônio Além do Carmo, que hoje abriga duas escolas de capoeira de angola e a ONG Forte da Capoeira, vai passar por uma reforma e será reaberto daqui a nove meses como Centro de Referência, Pesquisa e Memória da Capoeira da Bahia.
 
O Estado vai investir R$ 2,3 milhões na reforma, através de recursos provenientes do Prodetur II. A recuperação será acompanhada pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac). Reforma traz novidades A edificação do século XVII vai ser totalmente restaurada e voltará a apresentar os mesmos traços arquitetônicos que tinha antes de ser transformada em Casa de Detenção, em 1950.
 
O Forte da Capoeira terá seis salas de atividades, além de um grande palco ao ar livre e uma infra-estrutura completa, com vestiários, centro de documentação, sala de leitura, biblioteca, videoteca, sala de vídeo, oficina de instrumentos, lanchonete, memorial, auditório, recepção, depósito, área para a exposição, loja e guarda-volumes.

Inicio das Obras de Restauração do Forte da Capoeira

De Salvador, Bahia, nos chega a grata notícia por intermédio de Mestre Decanio, de que o Governo da Bahia estará implementando as obras de Restauração do Forte de Santo Antônio, o "Forte da Capoeira".
O Portal Capoeira já havia noticiado a "Revitalização do Forte da Capoeira" em matéria de 21 de dezembro, cujo a fonte foi:  Globo Online – IBahia, mais é sempre bom receber esta confirmação ainda mais quando o assunto é de fundamental importância para a nossa cultura e história.
 
Luciano Milani

SALVADOR – O Forte Santo Antônio Além do Carmo, em Salvador, construído no século XVII, passará por um processo de revitalização para receber um centro de capoeira. As obras de recuperação do edifício histórico serão acompanhadas pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultura e devem começar no início de 2006. A idéia é transformar o espaço no Centro de Referência Estudos, Pesquisa e Memória da Capoeira, ou, simplesmente, no Forte da Capoeira.

O governador Paulo Souto, acompanhado do secretário da Cultura e Turismo, Paulo Gaudenzi, assinam nesta terça-feira o edital de licitação para a reforma e restauração do Forte.
 

O monumento irá abrigar seis salas de atividades, além de um grande palco ao ar livre para as grandes rodas de capoeira. A reforma vai devolver ao Santo Antônio suas características arquitetônicas originais, ao mesmo em que irá modernizá-lo com vestiários feminino e masculino, centro de documentação com sala de leitura, biblioteca, videoteca, sala de vídeo, oficina de instrumentos (para a fabricação de berimbaus, caxixis e pandeiros), lanchonete, memorial da capoeira, auditório, loja e área para abrigar exposições.


Segue abaixo mensagens originais de Mestre Decanio e Forte da Capoeira:
 
Mais um passo na via da cidadania da capoeira…
      Decanio
Desejando muito Axé, Saúde e Felicidade!


From: fortedacapoeira fortedacapoeira@superig.com.br
Sent: Tuesday, March 21, 2006 12:16 PM
 
Subject: INICIO DAS OBRAS DO FORTE

No dia 27/03/2006 às 17:00h, teremos a visita do Sr. Governador do estado da
Bahia, Dr. Paulo Souto, no Forte de Santo Antônio Além do Carmo, a fim de
dar a ordem de serviço para inicio das obras de restauração do Forte.
Contamos com a presença de todos!
 
Atenciosamente,
Caroline Alves
71 3243-3518