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Capoeira e Valentões de São Paulo (1830 – 1930)

Capoeiras e valentões na história de São Paulo (1830-1930)

Pedro Figueiredo Alves da Cunha
São Paulo, 2011
Orientador
Título em português: Capoeiras e valentões na história de São Paulo (1830-1930)
Palavras-chave em português
  • Abolicionismo
  • Capoeira
  • Cultura afro-brasileira
  • Escravidão
  • Pós-abolição
  • Samba
Resumo em português
Até meados do século XX, a capoeira teve seu potencial, enquanto registro de ações e vontades de africanos escravizados e seus descendentes, ignorado pelo estudo histórico. A partir de pesquisas específicas sobre tal manifestação, a historiografia sobre o tema avançou de maneira significativa. Primeiro, mais focada em dois estados conhecidos como polos da capoeira moderna, Rio de Janeiro e Bahia. Em seguida, com novos trabalhos sobre outras áreas, como Pernambuco, Pará e Maranhão. São Paulo foi cenário de uma escravidão vigorosa que avançou por todo o século XIX e explorou milhares de almas. Pesquisas sobre a vida dos cativos no território paulistas, nesse período, demonstraram, ainda que de maneira tênue, que a capoeira estava presente no cotidiano das cidades em processo de urbanização. Com o objetivo de compreender melhor como esta atividade se imbricava nas engrenagens da sociedade paulista ao longo dos oitocentos e nas primeiras décadas do século XX, desenvolvemos uma investigação sobre esta manifestação na capital e em outros espaços urbanos, através da análise de fontes de naturezas diversas reminiscências, jornais, posturas e atas de câmaras municipais, livros de entrada e saída de presos e outros registros policiais, documentos do poder judiciário, como processos criminais, bem como ofícios e telegramas. De maneira mais ampla, esperamos com isso contribuir com as discussões sobre o processo de formação no Brasil dessa arte marcial de raízes africanas, hoje praticada no mundo inteiro.
Título em inglês
Capoeiras and bullies in the history of São Paulo (1830-1930)
Palavras-chave em inglês
  • Abolition
  • Afro-brazilian culture
  • Capoeira
  • Post-abolition
  • Samba
  • Slavery
Resumo em inglês
Until mid-twentieth century, capoeira had its potential as a record of deeds and wills of enslaved Africans and their descendants ignored by historical study. Based on specific studies about this practice, the historiography advanced significantly. First, more focused at two states known as poles of modern capoeira: Rio de Janeiro and Bahia. After that, new studies have been showing the practice in other areas such as Pernambuco, Pará and Maranhão. São Paulo was scenario of a vigorous slavery that advanced throughout the nineteenth century and explored thousands of souls. Researches on the lives of slaves at São Paulo territory in this period have shown, albeit loosely, that capoeira was present in the everyday life of cities in urbanization process. Aiming to better understand how this activity is embedded in the cogs of São Paulo society throughout the nineteenth century and the first decades of the twentieth century, we developed a study on this martial art in the capital and other cities, through analysis of sources of diverse natures reminiscences, newspapers, laws and registers of municipal councils, prisoners record books, documents of the judiciary, such as criminal cases as well as letters and telegrams of authorities. More broadly, we expect that this research contributes to discussions about the formation process in Brazil of the capoeira, an afro-brazilian martial art now practiced worldwide.

Chegou a hora dessa gente “BRASILEIRA” e bronzeada mostrar seu valor…

Chegou a hora dessa gente “BRASILEIRA”
e bronzeada mostrar seu valor…

Homenagem de Natal à toda comunidade de capoeiras que esta longe do seu país… A todos aqueles que de forma direta ou indireta, disseminam a nossa arte luta, nossa cultura, nosso legado… pelos 4 cantos do mundo, com carinho, amor e respeito a ancestralidade afro-brasileira.

 

Vídeo revela compositores, cantores e instrumentistas populares que interpretam uma versão criativa do clássico ‘Brasil Pandeiro’ na primeira edição do projeto Quatro Cantos, inspirado no americano “Playing For Change”

 

Que o povo brasileiro é um poço de diversidade cultural, musical e criatividade, ninguém pode negar!

Então, um viva pra nossa terra e também pra quem sambe diferente noutras terras, noutra gente, num batuque de matar…

 

Esse vídeo foi gravado com músicos dos quatro cantos do país e é parte integrante do DVD exclusivo do projeto Quatro Cantos da marca Luigi Bertolli. A primeira edição do projeto lançou essa versão do clássico do cancioneiro popular nacional “Brasil Pandeiro”, de Assis Valente (que já era uma lindeza só na interpretação dos Novos Baianos e que aqui ganhou uma nova cara com a nossa gente brasileira, talentos espalhados pelos quatro cantos do país).

Produzido pelo pesquisador e produtor musical Betão Aguiar, o vídeo conta com a participação de cerca de 25 artistas e atrações dos quatro cantos do país.

A proposta da ação, idealizada pela marca Luigi Bertolli e concebida por Betão (que também é filho de Paulinho Boca de Cantor, um dos membros dos Novos Baianos) e Dipa Di Pietro (Diretor de branding da LB), é dar espaço e visibilidade para artistas pouco conhecidos do grande público ou até mesmo anônimos, como artistas de rua, ligados à cultura popular nacional.

O vídeo ‘Brasil Pandeiro’ oficializa o apoio do grupo GEP – responsável pelas marcas Luigi Bertolli, Emme + Estúdio Emme e Cori – às práticas de valorização da cultura nacional.

 

Confira a lista dos artistas participantes do projeto Quatro Cantos:

  • Orlando Costa (Bonfim, Salvador/ Bahia): pandeiro e tamborim de dedo
  • Di Freitas (Juazeiro do Norte/ Ceará): rabecão
  • Marinez e Marias do Coco Frei Damião (Bairro João Cabral, Juazeiro do Norte/ Ceará): voz e coro
  • Luê Soares (Belém do Pará/ Pará): voz
  • Wem (São Paulo/ SP): voz e violão
  • Samuel Macedo (Nova Olinda/ Ceará): violão
  • Bule Bule (Salvador/ Bahia): voz e prato
  • T-Kaçula (Casa Verde, São Paulo/ SP): voz e cavaquinho
  • Calixto (Campo Limpo, São Paulo, SP): voz e dança
  • Renato Dias (Vila Madalena, São Paulo/ SP): voz e caixa de fósforo
  • Guilherme Kastrup (São Paulo/ SP): percuteria reciclada, MPC, cajon, galão e tamborim
  • Abará (Salvador/ Bahia): surdo ruber nose
  • Dú e Jô (Salvador/ Bahia): pandeiro e xequeré
  • Percussionistas do Candeal (Candeal, Salvador/ Bahia)
  • Mestre Bigode e Antonio Contramestre (Juazeiro do Norte/ Ceará): ganzá e pandeiro
  • Mestre Cirilo do Maneiro Pau (Vila Padre Cícero/ Ceará)
  • Lívia Mattos (Salvador/ Bahia): voz e sanfona
  • Didi Moraes (Fortaleza/ Ceará): cavaquinhoPalhaça Rubra (São Paulo/ SP): voz e carrinho de brinquedos
  • Juninho Costa (Salvador/ Bahia): guitarra
  • Maneiro Pau do Mestre Raimundo (Bairro João Cabral, Juazeiro do Norte/ Ceará): coro e bastão
  • Trio de Sopros (São Luiz do Paraitinga/ SP)
  • Ciço Gnomo (Juazeiro do Norte/ Ceará): voz e violão
  • Zé Matias do Cavaco (Juazeiro do Norte/ Ceará): voz e cavaquinho elétrico

Ricky Martín lança clipe com Capoeira, Samba e Futebol

Ricky Martín lança clipe para bombar na Copa

O clipe adotou um cenário brasileiro e mostrou algumas tradições daqui, como o samba, a “capoeira” e o futebol

Há poucos dias da copa, o cantor porto-riquenho Ricky Martín lançou o videoclipe de sua nova canção, “Vida”. A produção, gravada no Rio de Janeiro, pretende aproveitar o clima de festa da competição mundial para se destacar como mais uma ‘música da copa’. 

Além do cenário brasileiro, o vídeo mostra jovens jogando futebol, sambando e jogando capoeira ao redor do cantor. 
“Aqui está #VIDA minha gente!” – escreveu Martin no Twitter. 

“Me diverti muito viajando e gravando no Brasil. Estou emocionado de finalmente poder interpretar ‘Vida’ e compartilhar esta canção tão especial com o mundo”, afirmou Martin recentemente. 

Vale lembrar que em 1998, o cantor teve destaque na copa com a canção “A Copa da Vida”. (Com informações UOL)

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“Fica a chamada de atenção para o Momento oportuno do lançamento do Video… O Tempero vem repleto de malandragem… quem pode dizer que o Cantor também não é capoeira…”
O Editor

Rio de Janeiro: Capoeira, Jongo e Samba são tema de debate em São Gonçalo

A Capoeira está participando do processo eleitoral do Conselho Nacional de política Cultural, através de Mestre Paulão, um dos candidatos do RJ. Por isso, um Fórum será realizado.

Com apoio da Universidade Estácio de Sá – Campus São Gonçalo, a Liga Gonçalense de Capoeira promove, no dia 20/10, das 14h às 17h, o Fórum de Debates sobre o Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro.

Na programação do Fórum, estão discussões sobre a Capoeira como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro e a votação pela UNESCO, em 2013, da Capoeira como Patrimônio Cultural da Humanidade; o Jongo do Sudeste; o Plano de Salvaguarda do Samba do Rio de Janeiro, a Carta Compromisso com a Cultura e Religiões de Matrizes Africanas.

Promovido pelo Departamento Pedagógico, de Programas e Projetos da Liga Gonçalense de Capoeira, o encontro tem como objetivo divulgar nossas propostas, já que pleiteamos uma vaga no Conselho Nacional de Política Cultural – CNPC.

Este será um importante momento não somente para a Cultura Nacional como, em especial, para a Liga Gonçalense de Capoeira, que acata a decisão da Comissão Organizadora Nacional do Conselho Nacional de Política Cultural – CNPC.

A presidência da Liga Gonçalense de Capoeira teve seu nome aprovado pelo Ministério da Cultura para concorrer a uma das vagas no Setorial de Patrimônio Imaterial do Conselho Nacional de Política Cultural.

Esperamos, no dia 20/10, poder contar com a presença de todos e de todas.

Saudações capoeirísticas.

 

Fonte: Cultura.RJ

Londres 2012: Brasil terá ‘samba do crioulo doido’ no encerramento das Olimpíadas

Maracatu, gafieira, batucada, índios, Villa-Lobos, Chico Science e passistas. Tudo isso em apenas oito minutos com mais de 250 pessoas no centro do Estádio Olímpico de Londres, entre elas estrelas como a cantora Marisa Monte, a modelo Alessandra Ambrósio e o cantor Seu Jorge.

Esses são alguns dos elementos presentes no próximo domingo, dia 12 de agosto, no pequeno trecho da cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres 2012 dedicado ao Rio de Janeiro 2016

Os diretores artísticos Cao Hamburguer e Daniela Thomas batizaram a apresentação brasileira – quando o país receberá da Grã-Bretanha a bandeira olímpica – de “Brasil, o país do abraço multicultural”.

“Estamos fazendo o que chamamos no Brasil de “samba do crioulo doido”, ‘the samba of the crazy man’”, disse Hamburguer nesta sexta-feira em um evento para jornalistas estrangeiros sobre a cerimônia de encerramento.

‘Abraço’

O evento de despedida terá quase duas horas de duração e começará às 17h (horário de Brasília). O Estádio Olímpico tem capacidade para 80 mil pessoas. Estima-se que 900 milhões de pessoas devem assistir ao espetáculo pela televisão em todo o mundo.

O espetáculo britânico chama-se “Uma Sinfonia da Música Britânica”, e o diretor artístico Kim Gavin promete todo tipo de gênero musical, desde o compositor Elgar à cantora Adele. A banda Muse e o cantor George Michael devem se apresentar ao vivo.

Os principais detalhes da participação brasileira na cerimônia não foram revelados e serão mantidos sob sigilo até a hora apresentação.

Os ensaios acontecem desde março deste ano em Greenwich, no sul de Londres, com escolas de samba e integrantes da comunidade brasileira que vivem na capital britânica.

Os brasileiros também puderam fazer dois ensaios em Dagenham, subúrbio no leste da capital que serviu de local de preparação para as cerimônias de abertura e encerramento de Londres 2012.

Apenas alguns números e nomes da apresentação brasileira foram divulgados nesta sexta-feira.

Serão 82 percursionistas, 20 passistas, 16 indígenas, 16 capoeristas, 20 dançarinos de maracatu, 16 casais de dança de gafieira e outros 80 dançarinos.

As estrelas escolhidas para protagonizar o trecho brasileiro do espetáculo são a modelo Alessandra Ambrósio e os cantores Marisa Monte, BNegão e Seu Jorge.

Outra estrela é Renato Sorriso, um gari que ganhou popularidade em 1997 por sambar enquanto limpava o Sambódromo da Marquês de Sapucaí.

Os atletas que também desfilarão no encerramento são o velejador Robert Scheidt – maior medalhista olímpico da história do Brasil e ganhador do bronze em Londres 2012 – e a saltadora Maurren Maggi – que foi ouro em Pequim 2008, mas saiu de Londres sem conseguir se classificar para a final.

Dois músicos brasileiros também foram citados na apresentação e devem ter suas músicas tocadas em algum momento do espetáculo: o compositor de música erudita Heitor Villa-Lobos e o falecido cantor Chico Science, um dos criadores do “manguebeat” pernambucano.

Clichês

Na cerimônia de encerramento dos Jogos de Pequim 2008, Londres não evitou usar clichês no pouco espaço que teve durante a entrega da bandeira olímpica. De um ônibus de dois andares, típico da capital britânica, surgiram músicos como Leona Lewis e Jimmy Page, além do prefeito Boris Johnson e do jogador de futebol David Beckham.

Daniela Thomas disse que um dos desafios da cerimônia foi “reinventar os clichês” do Brasil, e não necessariamente evitá-los.

“A responsabilidade é imensa de apresentar um país que só é conhecido por alguns clichês e algumas informações muito, muito vagas. Agora temos que mostrar para vocês as pessoas, culturas e paixões incríveis que formam o nosso país, que é um dos mais multiculturais e multiétnicos”, afirmou.

“Os clichês são só a ponta do iceberg. Eles não estão errados e nem nos representam de forma errada. Mas queremos mostrar a vocês (estrangeiros) outros níveis, outras formas nas quais nós misturamos”, acrescentou.

“O interessante do Brasil é que reinventamos tudo. Nós recebemos as informações e estamos muito longe dos centros – da Europa, da América do Norte. Com nosso espírito, nós mixamos e remixxamos. Somos como DJs. É assim que produzimos cultura”, disse.

Outro desafio foi retratar não só o Rio de Janeiro como também as diversas regiões do Brasil em apenas oito minutos.

“O Rio de Janeiro é, em muitas formas, o coração do Brasil. E neste sentido, falar sobre o Rio de Janeiro é falar sobre o resto do país, e teremos expressões de todo o país. Tentaremos mostrar isso nesses oito minutos”, concluiu Thomas.

Fonte: BBC Brasil – http://www.bbc.co.uk/portuguese/

Lado a Lado: Isabel e Zé Maria: um amor de samba e capoeira

Lado a Lado nova novela das seis da Rede Globo

Camila Pitanga e Lázaro Ramos dão vida ao casal apaixonado da trama

Em Lado a Lado Isabel (Camila Pitanga) é uma moça sonhadora. Ela sonha com a liberdade, a igualdade e o amor. Vive em um cortiço com seu pai, Seu Afonso (Milton Gonçalves), um ex-escravo, homem trabalhador que exerce o ofício de barbeiro e dedicou sua vida para criá-la da melhor maneira.

Seguindo o exemplo do pai, desde os 14 anos Isabel trabalha na casa de Madame Besançon (Beatriz Segall) como criada. Foi com ela que aprendeu boas maneiras e também algumas palavras de francês. A vida nunca foi fácil mas a moça, batalhadora que é, nunca se deixou abater diante dos problemas e sempre lutou por seus ideais.

É na roda de samba que Isabel espanta seus males e alimenta sua ânsia de viver. Entrega-se de corpo e alma à dança e encanta a todos com seu gingado. E foi em um dia desses, na cadência do samba, transbordando alegria, que ela conhece Zé Maria (Lázaro Ramos). Ele apaixona-se logo à primeira vista. Ela, tinhosa, a princípio não lhe dá muita confiança. Mas o jeito sedutor do moço acaba acendendo uma luz em seu coração.

Zé trabalha na barbearia com Seu Afonso, mas guarda um segredo que não confessa nem para sua amada: é capoeirista, e dos mais habilidosos. Porém, no início do século XX, os “capoeiras” são sinônimo de bandidagem. É esse lado oculto que fará com que ele se envolva em algumas – injustas – confusões, que poderão abalar a relação dos dois.

‘Lado a Lado’ é a próxima novela das seis, de João Ximenes Braga e Claudia Lage, com direção de núcleo de Dennis Carvalho e direção geral de Vinícius Coimbra, com estreia prevista para setembro.

 

Fonte: http://redeglobo.globo.com

Rodrigo Simas conta como a capoeira o ajuda a dançar

Rodrigo Simas no Fashion Rio Verão 2013

Com samba no pé e sua experiência com a capoeira, Rodrigo Simas supera um pequeno ferimento dos treinos para a Dança dos Famosos e se prepara para mostrar que é pé de valsa neste domingo, 27

Filho de capoeirista e em contato com a luta desde muito pequeno, o ator Rodrigo Simas (20) tem utilizado suas habilidades marciais para aprender melhor os passos de suas apresentações da Dança dos Famosos, quadro do programa Domingão do Faustão do qual participa – e o que não falta é animação para dançar bem em seus números.

Estou ansioso para amanhã. Gosto de dança, mas não tinha experiência. O que tenho é samba no pé, adoro carnaval. E a capoeira dá flexibilidade, noção corporal”, afirmou durante passagem pelo Fashion Rio / Verão 2013 na noite deste sábado, 26, na cidade maravilhosa.

Depois de um pequeno acidente durante os treinamentos para sua apresentação na Dança dos Famosos, Rodrigo Simas se considera preparado. “Machuquei o joelho esquerdo, mas foi só uma raladinha, faz parte ficar roxo. Não desistiria da competição por causa disso. Todo mundo entra pra ganhar, mas os outros também são bons e ainda estou ensaiando, então não quero falar muito”, fez mistério.

Fonte: http://caras.uol.com.br

Luanda: JMPLA realiza exposição da arte de capoeira na Samba

Luanda – Uma exposição sobre a arte da capoeira decorre desde sábado no calçadão da Samba, em Luanda, no âmbito dos cinco anos da legião em Angola, numa promoção da JMPLA.

De acordo com o primeiro secretário municipal da JMPLA, Job Vasconcelos, que falava hoje, segunda-feira, à Angop, o acto que visa sensibilizar a juventude daquela circunscrição para a prática desportiva, será marcado pela demonstração de aulas ao vivo de capoeiras, entrega de certificados e outros.

Para o responsável, proporcionar momentos de lazer e desportivos a juventude é uma das acções daquela organização juvenil, no âmbito do programa de combate à delinquência e à prostituição.

Outro propósito deste evento é aproveitar de maneira correcta, as infra-estruturas que o governo vem proporcionando em prol do bem-estar da sociedade angolana.

http://www.portalangop.co.ao

Final da SP Exposamba aponta melhores compositores do gênero

Vencedores levaram até R$ 35 mil para casa; foram mais de 350 mil votos. Grande final teve início às 21h35 desta quarta-feira (15) no HSBC Brasil.

A São Paulo Exposamba, maior mostra de samba do país, teve sua grande final na noite desta quarta-feira (15). Concorreram dez composições pelo júri técnico e dez por votação popular. As grandes vencedoras foram “Ingratidão danada” pelo júri técnico e, em votação realizada pela internet, a canção “Eu sou o samba”.

Além disso, Pedrito Queiroz de Oliveira foi premiado como compositor revelação, e Chamon como melhor intérprete. Tanto na eleição popular quanto na escolha do júri, o primeiro colocado receberá R$ 35 mil (cada um).

Os segundos colocados terão prêmio de R$ 25 mil (cada um). Os terceiros, R$ 20 mil, quartos, R$ 15 mil e quintos, R$ 10 mil. Melhor intérprete e compositor revelação ganharão R$ 7,5 mil cada um.

O corpo de jurados foi presidido pelo jornalista e historiador da música Sérgio Amaral, pai do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho.

Votação do júri
“Ingratidão danada”, de Mario Lago Filho, Rio de Janeiro (RJ)
“Trinca de Noel”, de Marcos Lima, Rio de Janeiro (RJ)
“Motim”, de Ariovaldo Lopes Rodrigues Junior, São Vicente (SP)
“Porto Seguro”, de Pedrito Queiroz de Oliveira, Mairi (BA)
“Praça da Sé”, de José Carlos Rubio, São Paulo (SP)

Júri popular
“Eu sou o samba”, de Robson Calheiros, Murici (AL)
“Meu Lugar”, Paulo Henrique da Silva Costa, Mogi da Cruzes (SP)
“À minha maneira”, Fabi Anjos, Campinas (SP)
“Samba de Break”, Bruno Damasceno, Rio Branco (AC)
“Infeliz foi a proposta” ,Bil Rait Queiroga Junior, Rio de Janeiro (RJ)

Compositor revelação
Pedrito Queiroz de Oliveira (“Porto seguro”)

Melhor intérprete
Chamon (“Ingratidão danada”)

A disputa da mostra São Paulo Exposamba começou com mil candidatos, que se apresentaram em Centros de Educação Unificados (CEUs) e casas de shows da cidade de São Paulo. Aberta a todo o país, a mostra recebeu cerca de 1.600 inscrições. Depois das mil apresentações, foram selecionadas as cem melhores composições, que passaram a ser 40 nas semifinais.

Organização, patrocínio e apoio
A SP Exposamba é coordenada e organizada pela Fábrica do Samba. Tem apoio oficial do governo do estado e da Prefeitura de São Paulo e incentivo cultural do Ministério da Cultura, do governo federal.

Nosso Grande camarada e Colaborador assíduo do Portal Capoeira Pedro Abib relata com emoção o premio alcançado na Exposamba em SP:

Obrigado a todos que nos apoiaram !!!!

O samba-choro MEU LUGAR de minha autoria em parceria com Paulo Henrique (P.H.) que contou também com a bela interpretação da cantora Aline Chiaradia, ficou em SEGUNDO LUGAR na São Paulo Exposamba – Festival Nacional do Samba, no voto popular, com 48 mil votos !!!!

Estou em São Paulo, onde foi realizada ontem a final do Festival em que defendemos nossa música numa apresentação para o HSBC Hall (antigo Tom Brasil) lotado…ao lado de grandes sambistas vindos de todas as partes do Brasil. Foram mais de 1.000 sambas inscritos desde a primeira fase, e ficamos em SEGUNDO LUGAR no VOTO POPULAR graças ao apoio e votos dados por vcs !!!!

Confiram imagens e notícias do festival no site da exposamba

MUITO OBRIGADO !!!

 

Pedrão

Projeto “Cantando e Contando a História do Samba” é realizado em Belo Horizonte

A Fundação Cultural Palmares realizou na quinta-feira (01) e na sexta-feira (02), o primeiro seminário do projeto “Cantando e Contando a História do Samba”, na Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte. No próximo ano, serão promovidos mais nove seminários em dez estados brasileiros, que abordarão a História e a Cultura Afro-brasileira por meio da centralidade da cultura: a dança, a música, a religião, a arte, os ritos, as tradições.

Os seminários terão a duração de dois dias e serão compostos por palestras, debates, mini-cursos com abordagem das temáticas relativas às leis, relato de experiências exitosas apresentadas pelo público e apresentações culturais.

Embasada na Lei 10.639/2003, a Fundação Palmares pretende que os seminários atuem como instrumento teórico e metodológico dirigidos a professores, educadores, pesquisadores, estudantes universitários, gestores públicos, acadêmicos, movimentos sociais e entidades afins.

Além da Lei 10.639/2003, os seminários contribuirão para a implementação da Lei 11.769/2008 – que dispõe sobre a obrigatoriedade do ensino da música na educação básica – buscando a inclusão da questão racial na escola por meio da música. O projeto conta e valoriza a história do samba, gênero musical de raízes africanas surgido no Brasil, considerado uma das principais manifestações culturais populares brasileiras, como produto da resistência da cultura negra.

O projeto “Cantando e Contando a História do Samba”, de autoria da Associação Musical Artística e Cultural (AMAC), foi desenvolvido para professores das diversas áreas do conhecimento, de escolas da rede pública e particular, para oferecer a estes profissionais estratégias de intervenção pedagógica que favoreçam a construção de atividades lúdicas com base na musicalidade rítmica do samba, e abrange o conhecimento sobre a história da África e a importância da cultura afro-brasileira para a afirmação da identidade étnica-racial.

A realização do “Cantando e Contando a História do Samba” faz parte de uma série de atividades propostas pelo Departamento de Fomento e Promoção da Cultura Afro-brasileira da Fundação Cultural Palmares, com objetivo de ampliar o diálogo com a sociedade civil e demais órgãos dos Governos Estadual e Federal, que reconheçam e promovam os direitos humanos, os valores éticos, o reconhecimento da diversidade de manifestações culturais de matriz africana, a inclusão e a cidadania cultural.

 

Serviço

O quê: Seminário do projeto “Cantando e Contando a História do Samba”

Onde: Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte

Quando: 01 e 02 de dezembro

Mais informações: http://www.cantandoahistoriadosamba.com.br/

 

Fonte: http://www.palmares.gov.br