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Idosos participam de atividades do Dia Mundial de Combate à Osteoporose

Cerca de 700 idosos participaram hoje (20) de atividades para lembrar do Dia Mundial de Combate à Osteoporose. Reunidos no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília, eles participaram de atividades como aula de tai chi chuan, dança e capoterapia (terapia inspirada na gestualidade da capoeira – Mestre Gilvan).

A coordenadora do Programa de Prevenção à Osteoporose da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Helenice Gonçalves, explicou que exercícios físicos é uma das atividades que ajudam na prevenção da osteoporose. “O osso precisa de impacto para absorver o cálcio”, explicou. A orientação é fazer atividade física, pelo menos, três vezes por semana, com orientação de profissional especializado. Também é importante evitar fumo e álcool e café expresso.

A dona de casa Milma Silva, 68 anos, disse que gostou de participar das atividades. “Espero que tenha sempre [eventos como esse]. É bom para a saúde e para o convívio social”, destacou.

Segundo a Secretaria de Saúde, a osteoporose é uma doença crônica causada pela diminuição de cálcio nos ossos, tornando-os enfraquecidos e predispostos a fraturas.

 

http://www.jb.com.br

 

Capoterapia

Uma nova terapia, inspirada na gestualidade da capoeira, traz para a terceira idade benefícios físicos, sociais e emocionais

Por Mano Lima (*)

Há 11 anos, o capoeirista brasiliense Mestre Gilvan constatou que havia uma escassez de políticas públicas e de atividades específicas para a terceira idade. Nascia no Distrito Federal a capoterapia – capoeira adaptada para a terceira-idade  como modalidade lúdica, capaz de atrair pessoas e tirá-las do sedentarismo. “O trabalho com a capoterapia iniciado por Mestre Gilvan em nossa unidade de saúde, aliado a outras atividades que oferecemos, como o tai chi chuan, a dança, as sessões de alongamento e a ´terapia do abraço´ têm atraído muitos idosos para atividades que são fundamentais para o seu bem-estar físico e psíquico”, explica o coordenador de terapias corporais do Centro de Saúde 7 de Ceilândia, DF, Dr. Geovane Gomes da Silva. Uma das diferenças da capoeira tradicional para esse novo método está no ritmo e na intensidade. Assim como na capoeira, na capoterapia há a ginga, movimento tradicional da capoeira, e os alunos tem pequenas noções da esquiva, que é o ato de se desviar de um golpe. Mas evidentemente não há saltos, nem golpes mais contundentes, que podem expor os idosos a acidentes e lesões.

A capoterapia pode ser feita, inclusive, por cegos, pessoas com déficit mental ou com seqüela motora (cadeirantes). Apenas pessoas com doença cardíaca grave devem evitar, pois nestes casos qualquer esforço físico mais intenso é uma ameaça a sua saúde. Como a maioria dos grupos de capoeira funciona em centros de saúde, os próprios médicos alertam aos pacientes sobre a viabilidade ou não de fazer a capoterapia. E, o que é mais importante, na capoterapia há o respeito ao ritmo de cada um e ninguém é obrigado a fazer senão aquilo que lhe dá vontade e prazer. ”Conheci a capoterapia através do Centro de Saúde, nas atividades para os idosos hipertensos. Minha família concorda com qualquer atividade que eu faça e que me ajude na melhoria de minha saúde. Sempre fiz exercícios físicos, só que com menos freqüência, depois me integrei ao grupo e tive vários benefícios, pois é muito bom estar em contato com outras pessoas. Minha vida era boa, só que como estava um pouco parada, o corpo estava travado. Quando a capoterapia apareceu, contribuiu ainda mais no meu desempenho físico. Espero que este programa voltado para os idosos não pare, e dure pôr muito tempo.”, comenta Maria Ferreira de Sousa, 59 anos, que tem seis filhos, 12 netos e um bisneto. As vantagens para o público da terceira idade são inúmeras. Quanto aos benefícios físicos ela diminui a dependência química de remédios para hipertensão, diabetes, colesterol.

Provoca, ainda, a recuperação do vigor, amplia a força muscular, ocasiona a amplitude dos membros inferiores e superiores, tonicidade muscular. Entre os benefícios sociais da capoterapia estão a integração grupal e a ampliação do círculo de amizades. A “ginga dos mais vividos”, como é chamada a terapia, também é um auxiliar importante no combate à depressão e à solidão, despertando em seus praticantes a recuperação da auto-estima e do prazer de viver. Conheci a Capoterapia através da auto-massagem. Meus filhos acharam bom, pois minha vida era triste, eu me sentia doente, sempre de baixo astral. Não me divertia, não tinha vontade de sair, na verdade não tinha mais vontade de viver e graças a ela, nós temos uma vida melhor, fazemos sempre novas amizades e nos divertimos muito. Hoje, sou mais alegre, passeio bastante, trabalho e me considero feliz”, relata Antônia Lizarda, 66 anos.

Na prática, as aulas de capoterapia se iniciam com uma sessão de aquecimento e alongamento, pra preparar a musculatura. Em seguida vêm as cantigas de roda, quando o grupo canta clássicos da música infantil, como “ciranda ciradinha” e da música popular como “acorda Maria bonita, levanta vem fazer o café”. As atividades reproduzem rotinas domésticas, como lavar, passar ferro, estender a roupa no varal. O ideal é que a capoterapia seja praticada de duas a três vezes por semana. Como isso a Associação Brasileira de Capoterapia ainda não dispõe de multiplicadores em número suficiente para atender todas as demandas que surgem, a entidade está oferecendo cursos de capacitação, para formar novos agentes do programa. Além disso, os idosos são estimulados a fazer em casa, sozinhos, os exercícios para os quais são orientados nas vivências de capoterapia. Dentro da capoterapia ainda acontecem algumas terapias como a “Campanha do Abraço”, onde se busca resgatar o senso de cordialidade e a descontração, estimulando as pessoas a trocarem o “calor humano”, em gestos afetivos, como instrumento de valorização do outro. Durante a “Terapia do abraço” ocorre a campanha “Você já abraçou seu filho, hoje?

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(*) Mano Lima é jornalista, autor do livro “A ginga dos mais vividos” e Mestre em
Educação.
Saiba mais: Para conhecer melhor a capoterapia ou para receber em casa um
exemplar do livro “A ginga dos mais vividos”

Associação Pestalozzi & “Ginga Terapia”

Ginga Terapia é um evento promovido pela Associação Pestalozzi de Maceió em parceria com o Grupo Muzenza e tem o objetivo a inclusão de pessoas com deficiência e idosos em atividades culturais e esportivas, alem de dar visibilidade a capoeira como instrumento de inclusão social desde 2004.

Esse ano o encontro será organizado por mim Monitor Bujão e pelo meu irmão Monitor Daniel que foi contratado esse ano para trabalhar a capoeira com os jovens e adultos com deficiência intelectual e múltiplas da Pestalozzi.

O Ginga Terapia será dividido em cinco etapas com públicos detentos:

Oficinas praticas de manutenção de instrumentos musicais de capoeira e capoeira adaptada para pessoas com deficiência.
publico: professores de capoeira, educação física e Pessoas interessadas;

Roda de Capoeira na praça do centenário.
Público: todos os participantes do evento;

Seminário ” Incluir, Integrar e oportunizar”.
Público: profissionais da educação e saúde;

Festival infantil de capoeira.
Público: Crianças com e sem deficiências que praticam capoeira;

Batizado e Troca de cordas.
Público: Alunos do Projeto Ginga Terapia.

O projeto Ginga Terapia atende 330 crianças, jovens e adultos em duas unidades escolares e mais de 150 idosos em cinco unidades de saúde da Associação Pestalozzi de Maceió.

 

25 E 26 DE NOVEMBRO DE 2011

 

A Associação Pestalozzi de Maceió tem a honra de convidar Vossa Senhoria para participar do 8º Ginga Terapia: Encontro Nacional de Capoeira Inclusiva, que se realizará no período de 25 a 26 de Novembro.

O evento tem como tema principal “Incluir, Integrar e Oportunizar – As Contribuições da Capoeira na Educação Inclusiva”.

 

 

PROGRAMAÇÃO:

Sexta-feira – 25/11/2011

Abertura do Evento

Curso: “Construção e Manutenção de instrumento de Capoeira”

Mestre Ron – Santos – São Paulo

 

Curso: “Capoeira Inclusiva”

Mestre Beija-Flor – Aracaju – Sergipe

Local: Centro Inclusivo Genilda Porto

Horário: 13:00 às 16:00h

 

Roda de Divulgação

Local: Praça do Centenário – Farol

Horário: 16:00 às 17:00h

 

Seminário Nacional de Capoeira Inclusiva

 

Palestra: “Adaptações para a inclusão escolar”

Prof. Silvana Paula M. de Alcântara Lima – Psicóloga FEJAL/CESMC

 

Palestra: “Capoeira Inclusiva”

Mestre Heraldo Gabriel (Beija-Flor) – Aracaju – Sergipe

 

Palestra: “Capoeira na Terceira Idade – Promovendo a Saúde e a Inclusão Social”

Prof. Antônio Sérgio de Araújo Mendonça (Bujão) – Pestalozzi de Maceió

Local: Centro Inclusivo Genilda Porto

Horário: 19:00 às 21:00h

 

Sábado – 26/11/2011

Festival Infantil de Capoeira

Local: Centro Inclusivo Genilda Porto

Horário: 08:00 às 12:00h

Batizado e Troca de Cordas

Local: Centro Inclusivo Genilda Porto

Horário: 14:00 às 17:00h

 

 

LOCAL: Associação Pestalozzi de maceió –

Centro Inclusivo Genilda Porto,

Av. Santa Rita de Cássia Nº 140,

em frente a Igreja de Santa Rita,

Farol – Maceió – Alagoas.

 

INFORMAÇÕES: (82)8831-5750 (SERGIO) (82)8824-1035 (DANIEL)

gingaterapia@hotmail.com

http://gingaterapia.blogspot.com

Capoterapia: a ginga dos mais vividos 2000 vagas gratuitas

Há 12 anos, o capoeirista brasiliense Mestre Gilvan constatou que havia escassez de políticas públicas e de atividades específicas para a terceira idade. Nascia no Distrito Federal a capoterapia – capoeira adaptada para a terceira idade – como modalidade lúdica, capaz de atrair pessoas e tirá-las do sedentarismo. “O trabalho com a capoterapia, iniciado por Mestre Gilvan em nossa unidade de saúde, aliado a outras atividades que oferecemos, como o tai chi chuan, a dança, as sessões de alongamento e a ‘terapia do abraço’ têm atraído muitos idosos para atividades que são fundamentais para o seu bem-estar físico e psíquico”, explica o coordenador de terapias corporais do Centro de Saúde 7 de Ceilândia, DF, Dr. Geovane Gomes da Silva.

Uma das diferenças da capoeira tradicional para esse novo método está no ritmo e na intensidade. Assim como na capoeira, na capoterapia há a ginga, movimento tradicional da capoeira, e os alunos têm pequenas noções da esquiva, que é o ato de se desviar de um golpe. Mas, evidentemente não há saltos, nem golpes mais contundentes, que possam expor os idosos a acidentes e lesões.

A capoterapia pode ser praticada, inclusive, por cegos, pessoas com déficit mental ou com seqüela motora (cadeirantes). Apenas pessoas com doença cardíaca grave devem evitar, pois nestes casos qualquer esforço físico mais intenso é uma ameaça a sua saúde. Como a maioria dos grupos de capoeira funciona em centros de saúde, os próprios médicos alertam os pacientes sobre a viabilidade ou não de fazer a capoterapia. E, o que é mais importante, na capoterapia há o respeito ao ritmo de cada um e ninguém é obrigado a praticar.  Somente o lhe dá vontade e prazer.  “Conheci a capoterapia através do Centro de Saúde, nas atividades para os idosos hipertensos. Minha família concorda com qualquer atividade que eu faça e que me ajude na melhoria de minha saúde. Sempre pratiquei exercícios físicos, só que com menos frequência. Depois me integrei ao grupo e tive vários benefícios, pois é muito bom estar em contato com outras pessoas. Minha vida era boa, só que como estava um pouco parada, o corpo estava travado. Quando a capoterapia apareceu, contribuiu ainda mais no meu desempenho físico. Espero que este programa voltado para os idosos não pare, e dure por muito tempo”, comenta Maria Ferreira de Sousa, 59, que tem seis filhos, doze netos e um bisneto.

As vantagens para o público da terceira idade são inúmeras. Quanto aos benefícios físicos, diminui a dependência química de remédios para hipertensão, diabetes, colesterol. Provoca, ainda, a recuperação do vigor, amplia a força muscular, ocasiona a amplitude dos membros inferiores e superiores, tonicidade muscular. Entre os benefícios sociais da capoterapia estão a integração grupal e a ampliação do círculo de amizades. A “ginga dos mais vividos”, como é chamada a terapia, também é um auxiliar importante no combate à depressão e à solidão, despertando nos praticantes a recuperação da autoestima e do prazer de viver.

“Conheci a capoterapia através da automassagem. Meus filhos acharam bom, pois minha vida era triste, eu me sentia doente, sempre de baixo astral. Não me divertia, não tinha vontade de sair, na verdade não tinha mais vontade de viver e, graças a ela, nós temos uma vida melhor, fazemos sempre novas amizades e nos divertimos muito. Hoje, sou mais alegre, passeio bastante, trabalho e me considero feliz”, relata Antonia Lizarda, 66 anos.

Na prática, as aulas de capoterapia se iniciam com uma sessão de aquecimento e alongamento, para preparar a musculatura. Em seguida, vêm as cantigas de roda, quando o grupo canta clássicos da música infantil, como “ciranda ciradinha” e da música popular, como “acorda Maria bonita, levanta vem fazer o café”. As atividades reproduzem rotinas domésticas, como lavar, passar ferro, estender a roupa no varal.

O ideal é que a capoterapia seja praticada de duas a três vezes por semana. Como a Associação Brasileira de Capoterapia ainda não dispõe de multiplicadores em número suficiente para atender a demanda, a entidade está oferecendo cursos de capacitação para formar novos agentes do programa. Além disso, os idosos são estimulados a praticar em casa, sozinhos, os exercícios para os quais são orientados nas vivências de capoterapia.

Dentro da capoterapia, ainda são realizadas algumas terapias como a “Campanha do Abraço”, onde se busca resgatar o senso de cordialidade e a descontração, estimulando as pessoas a trocarem o “calor humano”, em gestos afetivos, como instrumento de valorização do outro. Durante a “Terapia do abraço” ocorre a campanha “Você já abraçou seu filho, hoje?”

Maiores informações 061 34752511 ou 99622511 Mestre Gilvan www.capoterapia.com.br

Capoterapia: a ginga dos mais vividos

Uma nova terapia, inspirada na gestualidade da capoeira, traz para a terceira idade benefícios físicos, sociais e emocionais


Há 12 anos, o capoeirista brasiliense Mestre Gilvan constatou que havia uma escassez de políticas públicas e de atividades específicas para a terceira idade. Nascia no Distrito Federal a capoterapia – capoeira adaptada para a terceira-idade – como modalidade lúdica, capaz de atrair pessoas e tirá-las do sedentarismo. “O trabalho com a capoterapia iniciado por Mestre Gilvan em nossa unidade de saúde, aliado a outras atividades que oferecemos, como o tai chi chuan, a dança, as sessões de alongamento e a ´terapia do abraço´ têm atraído muitos idosos para atividades que são fundamentais para o seu bem-estar físico e psíquico”, explica o coordenador de terapias corporais do Centro de Saúde 7 de Ceilândia, DF, Dr. Geovane Gomes da Silva.

Uma das diferenças da capoeira tradicional para esse novo método está no ritmo e na intensidade. Assim como na capoeira, na capoterapia há a ginga, movimento tradicional da capoeira, e os alunos tem pequenas noções da esquiva, que é o ato de se desviar de um golpe. Mas evidentemente não há saltos, nem golpes mais contundentes, que podem expor os idosos a acidentes e lesões.

A capoterapia pode ser feita, inclusive, por cegos, pessoas com déficit mental ou com seqüela motora (cadeirantes). Apenas pessoas com doença cardíaca grave devem evitar, pois nestes casos qualquer esforço físico mais intenso é uma ameaça a sua saúde. Como a maioria dos grupos de capoeira funciona em centros de saúde, os próprios médicos alertam aos pacientes sobre a viabilidade ou não de fazer a capoterapia. E, o que é mais importante, na capoterapia há o respeito ao ritmo de cada um e ninguém é obrigado a fazer senão aquilo que lhe dá vontade e prazer. 

“Conheci a capoterapia através do Centro de Saúde, nas atividades para os idosos hipertensos. Minha família concorda com qualquer atividade que eu faça e que me ajude na melhoria de minha saúde. Sempre fiz exercícios físicos, só que com menos freqüência, depois me integrei ao grupo e tive vários benefícios, pois é muito bom estar em contato com outras pessoas. Minha vida era boa, só que como estava um pouco parada, o corpo estava travado. Quando a capoterapia apareceu, contribuiu ainda mais no meu desempenho físico. Espero que este programa voltado para os idosos não pare, e dure pôr muito tempo.”, comenta Maria Ferreira de Sousa, 59 anos, que tem seis filhos, 12 netos e um bisneto.

As vantagens para o público da terceira idade são inúmeras. Quanto aos benefícios físicos ela diminui a dependência química de remédios para hipertensão, diabetes, colesterol. Provoca, ainda, a recuperação do vigor, amplia a força muscular, ocasiona a amplitude dos membros inferiores e superiores, tonicidade muscular. Entre os benefícios sociais da capoterapia estão a integração grupal e a ampliação do círculo de amizades. A “ginga dos mais vividos”, como é chamada a terapia, também é um auxiliar importante no combate à depressão e à solidão, despertando em seus praticantes a recuperação da auto-estima e do prazer de viver.

`Conheci a capoterapia através da auto-massagem. Meus filhos acharam bom, pois minha vida era triste, eu me sentia doente, sempre de baixo astral. Não me divertia, não tinha vontade de sair, na verdade não tinha mais vontade de viver e graças a ela, nós temos uma vida melhor, fazemos sempre novas amizades e nos divertimos muito. Hoje, sou mais alegre, passeio bastante, trabalho e me considero feliz”, relata Antonia Lizarda, 66 anos.

Na prática, as aulas de capoterapia se iniciam com uma sessão de aquecimento e alongamento, pra preparar a musculatura. Em seguida vêm as cantigas de roda, quando o grupo canta clássicos da música infantil, como “ciranda ciradinha” e da música popular como “acorda Maria bonita, levanta vem fazer o café”. As atividades reproduzem rotinas domésticas, como lavar, passar ferro, estender a roupa no varal.

O ideal é que a capoterapia seja praticada de duas a três vezes por semana. Como isso a Associação Brasileira de Capoterapia ainda não dispõe de multiplicadores em número suficiente para atender todas as demandas que surgem, a entidade está oferecendo cursos de capacitação, para formar novos agentes do programa. Além disso, os idosos são estimulados a fazer em casa, sozinhos, os exercícios para os quais são orientados nas vivências de capoterapia.

Dentro da capoterapia ainda acontecem algumas terapias como a “Campanha do Abraço”, onde se busca resgatar o senso de cordialidade e a descontração, estimulando as pessoas a trocarem o “calor humano”, em gestos afetivos, como instrumento de valorização do outro. Durante a “Terapia do abraço” ocorre a campanha “Você já abraçou seu filho, hoje?

(*) O autor é jornalista, autor do livro “A ginga dos mais vividos” e Mestre em Educação.

Saiba mais: Para conhecer melhor a capoterapia ou para receber em casa um exemplar do livro “A ginga dos mais vividos”, entre em contato com o autor: (61) 9190 4256 e mano.lima@yahoo.com.br

Ginga Terapia: Capoeira na melhor idade

Atletas da terceira idade participam de grupo de capoeira.

Há dois anos mais de 70 idosos foram convidados a participar do grupo de capoeira.

Autoestima e muita determinação. O projeto “Ginga Terapia” começou em 2004 atendendo crianças e deficientes físicos, mas só há dois anos esse grupo com mais de 70 idosos foram convidados a participar do grupo de capoeira.

Antes dos treinamentos o professor Sérgio Araújo faz uma bateria de exercícios para evitar qualquer distensão muscular. “O nosso objetivo é ajudar os idosos a terem um recurso de saúde”, explica Sérgio Araújo.

 

Fonte: http://gazetaweb.globo.com

Ceará: Capoeira como terapia

Grupo vai às praças e áreas de lazer para ensinar o esporte

Muita gente está superando o cansaço e o estresse fazendo capoeira. Em Fortaleza, um grupo vai às praças e áreas de lazer para ensinar as técnicas. Quem frequenta as aulas, fica surpreso com a experiência.

A nova função da capoeira não conhece idade, classe social ou porte físico. As aulas, comandadas pelo Mestre Rato, são um convite para liberar o estresse.

Em uma turma, por exemplo, o objetivo não é aprender a lutar ou se tornar um profissional de capoeira. O importante é trabalhar a auto-estima e dar um novo ritmo à vida.

Praticantes por terapia

A dona de casa Fátima Carvalho, de 49 anos, conheceu a capoeira no bairro onde mora. Ela fez a primeira aula há 3 anos e nunca mais parou.

Sandra começou com o filho adolescente, que acabou desistindo, mas ela, não. Continua firme e forte há 2 anos.

A médica Virlênia Barros diz que recomenda a atividade para os pacientes, e não é só por causa do esforço físico.

Ao som do berimbau, eles buscam a sensação de liberdade na dança dos escravos.

Serviço: a sede do projeto funciona na avenida Pessoa Anta, 218, ao lado do Dragão do Mar. O contato é com o Mestre Rato no telefone (85) 8866 – 5835. O próximo encontro, aberto ao público, é no domingo (24), às 18h.

 

http://tvverdesmares.com.br/

Fundação Palmares inaugura sede em Alagoas

A Fundação Cultural Palmares, vinculada ao Ministério da Cultura, inaugura nesta sexta-feira (26) a sede de sua representação em Alagoas. Ela será instalada em União do Palmares e ficará sob a coordenação de Severino Cláudio de Figueiredo Leite, o capoeirista mestre Cláudio. O presidente da Fundação Zulu Araújo participa da solenidade que começará às 19h.

O anúncio da inauguração da sede alagoana foi feito por Zulu Araújo na abertura do Projeto Parabólica, que aconteceu nos dias 18 e 19 em Maceió. “Quero trazer boas notícias”, disse Zulu no momento. “Depois de 21 anos, a Fundação terá um escritório aqui no Estado e escolhemos mestre Cláudio para assumir essa responsabilidade, porque é uma maneira concreta de reconhecer a importância que a capoeira tem para a cultura brasileira e para o mundo”. Para mestre Cláudio esse momento representa um sonho de muitos anos e que foi sonhado junto com muitos capoeiristas, não só em Alagoas, mas no Brasil.

A Fundação – A Fundação Cultural Palmares fará, em agosto de 2010, 22 anos de existência e o Ministério da Cultura, também em 2010, 25 anos. Fruto da demanda do movimento negro, o objetivo da Fundação é promover a preservação, a proteção e a disseminação da cultura negra visando à inclusão e ao desenvolvimento da população negra no Brasil.

A Fundação Cultural Palmares atualmente tem representações no Rio de Janeiro e na Bahia e um decreto de maio de 2009 (Decreto nº 6.853) autorizou a criação de mais cinco representações nos estados de Alagoas, São Paulo, Minas Gerais, Maranhão e Rio Grande do Sul.

Coordenação – Mestre Cláudio é servidor da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (SEE) e foi sedido pelo Governo de Alagoas para coordenar os trabalhos da Fundação no Estado. Trabalha com capoeira há mais de 42 anos, destes, 28 em Alagoas. Frequentador da Serra da Barriga – administrada pela Fundação Palmares – desde 1985, em 2006 iniciou trabalho de capoeira com as crianças da Serra. O projeto Caa-puêra na Terra de Zumbi lhe rendeu um prêmio no Projeto Capoeira Viva, do Ministério da Cultura.

Entre outras coisas, é diretor-técnico da Federação Alagoana de Capoeira, mestre de capoeira terapia do Núcleo de Terapia William Reich e coordena a orquestra de berimbaus dos mestres de capoeiras de Alagoas.

por Agência Alagoas – http://www.alemtemporeal.com.br/

Capoeira ganha força entre os que passaram dos 50

Capoeira: Jogo atlético constituído por um sistema de ataque e defesa, de caráter individual e origem folclórica genuinamente brasileira, surgido entre os escravos procedentes de Angola no Brasil colônia, e que, apesar de intensamente perseguido até as primeiras décadas do século 20, sobreviveu à repressão e hoje se amplia e se institucionaliza como prática desportiva regulamentada.

Terapia ocupacional: Aquela em que se procura desenvolver e aproveitar o interesse do paciente por um determinado trabalho ou ocupação. (Novo Dicionário Aurélio)

A soma dos dois conceitos parecia impensável. Quem iria se tratar praticando golpes ao som do berimbau? Há 10 anos, Gilvan Alves de Andrade, mais conhecido como mestre Gilvan, provou que a mistura de capoeira e terapia dava certo. Em palestras sobre qualidade de vida, ele ensinava a ginga aos visitantes. O trabalho fez sucesso entre o público da terceira idade e ganhou nome de capoterapia. Hoje, a atividade é realizada em 11 pontos do Distrito Federal e ajuda cerca de 22 mil idosos em todo o país.

“É uma atividade bem brasileira e está tirando o idoso de casa. É uma terapia com base na capoeira, mas não cobro saltos nem nada complicado”, explicou o mestre Gilvan. Durante os encontros, os alunos se reúnem em torno do mestre e repetem os movimentos que ele faz. Eles agacham, levantam e se alongam no ritmo de canções tradicionais. Cada um faz o que pode, de acordo com as limitações. A aula termina com palmas e suor escorrendo no rosto dos capoeiristas.

Há cadeiras espalhadas por toda a sala onde Gilvan aplica a terapia, na QNL 30 de Taguatinga, mas ninguém quer ficar sentado por muito tempo. A aposentada Aliete Lima Liberal, 70 anos, sai cedo de casa e pega dois ônibus para não perder a aula. Ela entrou na capoterapia há oito anos e ganhou ânimo para praticar dança de salão, coral e teatro. “Antes disso, eu não vivia, vegetava. Saía para andar e me perdia, tomava remédio para a coluna. Não foi difícil aprender a capoeira, isso faz é bem.”

Pessoas entre 50 e 90 anos procuram a capoterapia para aliviar a artrite, depressão, pressão alta e outros problemas. Quem quer apenas fazer amigos e praticar uma atividade física também está convidado — os encontros são gratuitos e abertos ao público. “O resultado é importante na qualidade de vida e autoestima. O idoso começa a levantar o braço, tirar o pé do chão e daqui a pouco está no meio da roda”, afirmou Gilvan. Não há idade mínima ou máxima para participar, mas é importante que o aluno faça acompanhamento médico.

Adeus, depressão

O maior desafio do mestre Gilvan não é ensinar os passos da capoeira aos idosos, mas tirá-los de casa. O aposentado Luiz Martins, 70 anos, entrou em depressão depois de sofrer descolamento de retina. Ele perdeu a visão de um olho e enxerga pouco com o outro. As sequelas da artrite dificultavam a locomoção. “Era um sofrimento”, resumiu. Tantos problemas tiraram a vontade de Luiz de sair na rua. Incentivado pela esposa, ele experimentou a capoterapia. “No começo, eu não podia fazer todos os movimentos, mas insisti e deu certo. Isso aqui faz bem para o corpo e a mente”, completou. A convivência com o grupo levou embora a depressão e hoje o aposentado se considera mais alegre e comunicativo. “Agora estou na campanha para trazer mais homens para a aula!”, adiantou Luiz. A iniciativa tem fundamento: a maioria dos capoeiristas é mulher. Quando chega na hora da roda, não tem par para todo mundo e as alunas se juntam para dançar.

Os idosos mantêm o contato até fora do horário de aulas. O grupo organiza viagens pelo Brasil e já passou por cidades do Nordeste, Rio de Janeiro e Goiás. Eles se preparam para o próximo destino: Caldas Novas (GO). As viagens com os amigos são um dos programas mais esperados pela aposentada Sílvia Sales, 63 anos. É a chance de conhecer lugares novos, praticar a capoterapia e dançar muito nas festas. “A gente brinca, ri, fala besteira. É uma alegria! E eu gosto muito de balançar o esqueleto”, disse.

Em uma dessas excursões, a aposentada conquistou o título de melhor dançarina do créu graças à elasticidade adquirida na capoterapia e nas aulas de ginástica. Sílvia não para: faz ginástica às segundas, quartas e sextas-feiras e pratica a terapia baseada na capoeira às terças e quintas. Nem se lembra mais da antiga osteoporose e da dor na coluna que assolavam a vida da aposentada. “Passo o dia todo subindo e descendo a escada lá de casa. Faço qualquer movimento!”, revelou. A ginga da capoeira vem dos trabalhadores escravizados no Brasil. No meio de uma roda, duas pessoas executam golpes no ritmo do berimbau. Em 2008, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) registrou a capoeira como patrimônio cultural imaterial brasileiro. Outras 14 tradições do país possuem o título, como o frevo, a Feira de Caruaru, o queijo minas artesanal e o Círio de Nossa Senhora de Nazaré.

Agenda

As aulas de capoterapia são gratuitas e abertas ao público. Para participar, basta ir a um dos locais na hora marcada. Se o visitante gostar, ele preenche uma ficha e vira aluno regular.

SEGUNDA-FEIRA

8h — Centro de Saúde 5 de Ceilândia
9h30 — Igreja São Lucas, Águas Lindas

TERÇA-FEIRA

8h — QNL 30, Conjunto A, Lote 31, Taguatinga
8h — Paradão da QNL/QNJ, Taguatinga

QUARTA-FEIRA

7h30 — Praça do Bicalho, Taguatinga
8h — Galpão Bernardo Sayão, M Norte

QUINTA-FEIRA

8h — QNL 30, Conjunto A, Lote 31, Taguatinga
8h — QNA 39, Taguatinga

SEXTA-FEIRA

8h — Policlínica, Taguatinga Centro
10h — Universidade Católica de Brasília, Taguatinga

 

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/

Curso de “Capoeira Terapêutica” ou “Psicossomaterapia”

É uma nova modalidade de terapia indicada para todas as idades e condições físicas. Fruto de estudos, observações teóricas e práticas fundamentadas através da Filosofia, Psicologia e resultados excelentes. Nosso método de ensino vem de um longo trabalho, esforço, dedicação, contínua vigilância e superação de nosso próprio sistema, depois de muitos anos de haver dedicado ao ensino da Capoeira, e práticas de terapias afins.
Considerando os benefícios que a capoeira propicia colocamos a sua disposição, um ambiente de tranqüilidade, um novo e fantástico mundo de cultura física, mental e espiritual, cuidadosamente elaborado, por nosso Instituto visando um único objetivo: seu bem estar. Temos um objetivo em comum a Capoeira Terapêutica e, somos motivados pelo desejo de servir, de nossa parte você terá toda a garantia de SUCESSO.
Sozinhos somos ponto de vista. Solidários seremos união. E juntos alcançaremos nossos objetivos. ( RIVAIL, D.H. Léon.)

Capoeira Terapêutica ou Psicossomaterapia.

No Oriente existe o Zen; A Europa desenvolveu a Psicanálise; No Brasil temos o jogo da Capoeira.
(Nestor Capoeira)

É nova modalidade de terapia. Tem suas bases em atividades de Educação Física milenar, na Filosofia: oriental e ocidental, na Psicanálise, na bioenergética e na capoeira. É uma arte associada à terapia que prepara o homem para viver melhor (convivendo pacificamente e buscando a resolução dos seus problemas).Tendo uma atitude positiva perante a vida e se comportando em vista de um objetivo maior, coletivo.Visa a preparação da mente e do corpo de modo que as pessoas adquiram recursos mais adequados para realizar ideais nobres e éticos, desejáveis no meio social.

Desde os povos primitivos passando pela Antigüidade oriental até os dias atuais os exercícios físicos continuam merecendo destaque. No Oriente antigo podemos deduzir uma classificação onde identificamos finalidades de ordem guerreira, terapêutica, esportiva e educacional, aparecendo sempre a religião como pano de fundo, como todas as realizações orientais.

A civilização Grega marca o inicio de um novo ciclo na história com o aparecimento do mundo civilizado ocidental. A Filosofia pedagógica que determinou os caminhos a serem percorridos pela educação grega tem o grande mérito de conjugar a Educação Física com a intelectual e a espiritual. Postulava, dessa forma, o mais significativo de todos os princípios humanistas, pois o homem somente é humano enquanto completo. Sendo a educação Integral refletida na frase “mente sã em corpo sadio”. Em A República, Platão fala por intermédio de Sócrates a respeito do ideal da educação grega que unia a ginástica à música (esta concebida como cultura espiritual).

Chegando à Idade Média e ao Renascimento, encontramos vários pensadores renascentistas que dedicaram suas reflexões à importância dos exercícios físicos. Da Vinci estudou e escreveu sobre os movimentos dos músculos e articulações, um dos primeiros tratados de biomecânica que o mundo conheceu. Rabelais defende práticas naturais para a educação e, por isto, os jogos e os esportes deviam ser explorados. Montaigne exaltava a importância da atividade esportiva, quando defendia que não só a alma deve ser enrijecida, mas também o corpo. Francis Bacon defendia a execução de exercícios naturais, havendo estudado a manutenção orgânica e o desenvolvimento físico pelo aspecto filosófico.

Rousseau e Locke dedicaram especial atenção aos exercícios físicos. Suas teorias evidenciavam os aspectos benéficos da vida do campo e ao ar livre, com a prática de jogos, esportes e ginástica natural. Influenciado por Rousseau, o educador Pestalozzi orientou a ginástica por parâmetros médicos, objetivando correções de postura. Passando por Denizard H. L. Rivail com a concepção espiritual de homem; chegamos a Freud, que estabelece as bases do funcionamento psíquico criando a psicanálise e formando vários adeptos. Reich foi um destes que optou pôr seguir o seu próprio caminho desenvolvendo nova visão no tratamento dos pacientes descobrindo a energia orgone e a vegetoterapia. Alexander Lowen, discípulo de Reich, baseado nas teorias de seu mestre formula e publica o livro Bioenergética. Roberto Freire descobre a Somaterapia conjugada a Capoeira enquanto meio para lidar com os problemas físicos e psicossociais.

No livro A Alma é o Corpo, R. Freire coloca que: “A palavra Somaterapia surgiu em 1973 para designar o tipo de trabalho que realizava na época”. Discípulo de Wilhelm Reich, já passara a terapeutizar o corpo (Soma, em grego) de seus clientes. “A teoria da Soma deriva das transformações operadas nas descobertas de Freud pelo pensamento crítico de Reich”. Dá como exemplo disso, a obra Análise do Caráter, de Wilhelm Reich, que parte da psicanálise e termina abrindo as portas para a Bioenergética, que se consolida com seu livro A Função do Orgasmo. No campo propriamente psicológico, em última análise, a Soma tem origem no que se convencionou chamar de pesquisas neo-reichianas em Bioenergética, especialmente no trabalho de Alexander Lowen. Por esta razão, R. Freire utiliza o próprio Lowen para realizar a passagem de Freud à Bioenergética, passando por Reich e terminando por explicar como esses caminhos desembocaram na síntese da Soma.

Na obra A Arma é o Corpo, Freire diz ser a Soma uma terapia anarquista, como a criou e desenvolveu. Explica também por que a “Soma está agora associada definitivamente à Capoeira, que provou ser o melhor e o mais completo exercício para a liberação bioenergética, bem como a forma ideal e mais brasileira de levar as pessoas ao necessário enfrentamento interpessoal que possibilite a sua libertação como ser social”. Ao justificar essa associação, Freire lembra que a Capoeira foi, no Brasil, a arma utilizada pelos negros escravos para a libertação. “Neste período de escravização psicológica (neuroses), a juventude brasileira agora pode dispor da Soma – Capoeira, para a sua libertação”. Na fala do prof. Gladson O. Silva, do Centro de Práticas Esportivas da USP: “A Capoeira é um dos trabalhos corporais mais completos que se conhece, pois sua prática envolve o uso de vários grupos musculares, além de melhorar as condições cardiorrespiratórias e os reflexos”. Em decorrência temos hoje a Capoeira Terapêutica, ou seja: a Psicossomaterapia.

 

 

Inscrições abertas

Início dia 13/05/2008.
Horário: das 19:30 as 21:00, terças e quintas. Ou aos sábados das 15:30 as 17:30.
Local: INCORE (Instituto de Convivência Renovação).
Rua Marechal Hermes da Fonseca, 60 – Vila Carvalho – Sorocaba.
Tel: 3233-6355 hor. Comercial ou 9726-7016.

Cuide do Corpo e da Mente – Numa combinação única de exercícios físicos e mentais que integram: Saúde, Qualidade de Vida e auto-conhecimento.

Maria de Lourdes P. Santos. CREFITO; 3/8587-TO
Eduardo A. Santos. CREF: 9458 –T/SP, pedagogo, pós-graduado em psicologia pela USP e mestre de capoeira.

Aconteceu: 3ª CBC – Conferência Brasileira De Capoterapia do Distrito Federal

A CAPOTERAPIA é uma terapia utilizando o lúdico da capoeira, idealizado pelo Mestre Gilvan, em Brasilia DF Devido ao sedentarismo dos grandes centros, aliado às doenças cardiovasculares e respiratórias, ser o grande responsável pela mortalidade entre os mais vividos. Doenças como a arteriosclerose e a artrite, entre outras, podem ser evitadas, ou mesmo tratadas, a partir da prática orientada de exercícios físicos. A prática de esportes, com ênfase nos seus aspectos terapêuticos e de estímulo à prática socializante, tem se revelado como um poderoso instrumento para proporcionar o bem estar físico e espiritual e a própria felicidade aos idosos, num momento tão particular de suas vidas, onde o convívio familiar lhes impõe um certo isolamento natural. A capoeira, em particular, trabalhada na perspectiva de respeitar as condições físicas próprias da terceira idade, pode se converter num eficaz meio de valorização da vida social dos idosos, fazendo do seu ambiente um pólo catalisador e irradiador de cidadania. Período de implementação da Capoterapia: O Projeto Capoeira para Terceira Idade nasceu em 1998, através do Projeto “Capoeira para Todos”, adaptando-se os movimentos da modalidade esportiva e musical (capoeira) para a Capoterapia. Nestes seis anos vem se expandindo pelas cidades de Ceilândia, Taguatinga e através de Oficinas, em outras cidades do Distrito Federal e entorno. “Saúde não é tudo, mas tudo não é nada sem saúde. (Schopenhaver).
Para compreendermos o significado da Capoterapia é muito importante conhecermos as suas raízes históricas, vinculadas à capoeira.

Não há nada que tenha mais a cara deste país do que a capoeira. Ela é a pura ginástica brasileira, estruturada na história escravista, escrita com sangue e suor, e promovida como arte marcial, esporte, desporto e luta.

"O impossível é apenas mais um desafio"

Mestre Gilvan

 

 

 

 

 

 

 

 

PROGRAMAÇÃO

DIA 22/08 quarta-feira às 9h
ATIVIDADE: Sessão solene alusiva à III CBC
LOCAL: Plenária da Câmara Legislativa do Distrito Federal
PROPOSTA: Dep. Distrital Érika Kokay

Às 15:00 h ATIVIDADE: Entrega de lenços da turma da Capoterapia / Deficientes Mentais
LOCAL: Hospital São Vicente de Paula – Taguatinga Sul

Às 19:30 h ATIVIDADE: Laboratório e troca de experiências da Capoterapia com participantes do evento.
LOCAL: Sede da Ladainha, Av. Helio Prates, QNL 30 Cj A Lt 31/33 Taguatinga Norte.

DIA 23/08 quinta-feira às 8:30h
ATIVIDADE: 3º Seminário de Capoterapia
LOCAL: Auditório dos Pioneiros da Administração Regional de Taguatinga
PALESTRANTES: Regina Caetano / SESC; Prof.º Ronaldo Rodrigues / UCB; Dr.º Giovanne / Geriatra; Vera / GVI; Mª. Nazaré / Hospital São Vicente de Paula; Biblioteca Braille; Projeto “Vida Saudável” / Ministério do Esporte e Ministério da Cultura;

Às 14h ATIVIDADE: Vivência da Capoterapia
LOCAL: SESC Taguatinga Norte

Às 16h ATIVIDADE: Entrega de lenços dos alunos(as) da Biblioteca Braille / DV – “Enxergando Melhor com a Capoterapia”.
LOCAL: Teatro da Praça – Taguatinga Centro

Às 19:00 h ATIVIDADE: Exposição da Fotogaleria
às 19:30 h ATIVIDADE: Vivência da Capoterapia c/ tema Terapia do Abraço
Às 20:00 h ATIVIDADE: Roda de Capoeira com grupos do Distrito Federal e entorno
LOCAL: Taguatinga Shopping – Pistão Sul

DIA 24, 25 e 26/08
ATIVIDADE: 1º Encontro Nacional da Capoterapia
LOCAL: Hotel Villas diRoma – Caldas Novas GO

DIA 24/08 SAÍDA: sexta-feira às 7:00 h Nene´s Shopping Taguatinga Centro
CHEGADA : 13:00 h
19:00 h – Vivência da Capoterapia c/ tema Terapia do Abraço no Centro de Convenções do Hotel;
21:00 h – Seresta

DIA 25/08 sábado
7:30 h – Hidrocapoterapia na piscina do Hotel
10:00 h – Oficina de Maculelê
12:00 h – Almoço
14:00 h – LIVRE
17:00 h – Laboratório e troca de experiências com os participantes do evento
20:00 h – Vivência da Capoterapia na Feira do Artesanato – Centro
21:00 h – Seresta
DIA 26/08 Domingo
7:30 h – Hidrocapoterapia na piscina do Hotel
10:00 h – Aulão de capoterapia com todos os participantes
11:00 h – Avaliação e entrega de certificados aos participantes
12:00 h – Almoço
13:30 h – SAÍDA do Hotel
18:00 h – CHEGADA em BSB

www.capoterapia.com
http://www.8p.com.br/capoterapia/flog/

SECRETARIA NACIONAL

Associação de Capoeira Ladainha e Associação Brasileira de Capoterapia
Av. Helio Prates, QNL 30 Conjunto “A” Lotes 31/33 Taguatinga Norte / DF CEP:72162-301 Telefones 0xx61 34752511/2160/9962-2511 Mestre Gilvan
ladainhacapoeira@globo.com