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De vento em Popa 2012

Mestre Jaime de Mar Grande e família Paraguassu convidam para o De vento em Popa 2012, entre os dias 4 e 8 de janeiro, quando será comemorado o sétimo aniversário da Associação Cultural de Capuêra Angola Paraguassu. Com o tema “O Centro da Roda é o Centro da Vida”, o De Vento em Popa, que é realizado anualmente na ilha de Itaparica, Mar Grande – Bahia é uma oportunidade de viver um universo cultural diferenciado, integrado com a comunidade local, de fazer novas amizades, além de desfrutar das belezas locais, conscientizando-se dos trabalhos de preservação e conservação ambiental na Ilha.

Em 2011, cerca de 300 pessoas de São Paulo, Rio Claro, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Maranhão, Salvador, nativos da Ilha e alguns estrangeiros visitantes passaram pelo evento. Para o ano de 2012, a ACCAAP oferecerá alojamento e área de camping aos amigos inscritos no evento.

Nos encontramos lá!

 

Forte abraço.

Mestre Jaime de Mar Grande

 

De Vento em Popa 2012 – O Centro da Roda é o Centro da Vida

 

Programação

 

Quarta 04/01/2012

18:00 – (Re)abertura: o Centro da Roda é o Centro da Vida

19:00 – O Paraguassú em Cena – retrospectiva 2011

20:00 – Roda de Abertura

23:00 – O Samba de Paraguassú na Linha do Mar

 

Quinta 05/01/2012

15:00 – Ritmo com Mestre Jaime.

16:30 – Ensaio com Nenete e o Terno de Rosas (Grupo tradicional da Festa de Reis)

19:00 – Cortejo de Berimbaus – saída da ACCAAP até a Praça de Mar Grande

20:00 – Roda na Praça de Mar Grande

22:00 – Samba de Paraguassú na Linha do Mar na Praça de Mar Grande

 

Sexta 06/01/2012

06:00 – Alvorada e Bateria do Paraguassú

08:00 – Café da manhã coletivo (gastronomia da Ilha)

10:00 – Visita a Associação Sócio-ambientalista Pró-Mar:

– Um trabalho de preservação e conservação local

(histórico, trabalho e visita às praias do entorno)

17:00 – Roda de Aniversário na sede da ACCAAP

20:00 – Saída do Terno de Rosas (cortejo local)

22:30 – Confraternização de Aniversário

 

Sábado 07/01/2012

10:00 – Visita a comunidade do Baiacú

(histórico local e roda de capuêra)

13:00 – Almoço

14:30 – Samba com a comunidade

20:00 – Apresentação do teatro das crianças

21:00 – Samba de partido Alto

22:00 – Palco Livre

 

Domingo 08/01/2012

14:00 – Mesa de frutas

15:00 – Roda de encerramento: só não pode é desequilibrar!

18:00 – Samba de Roda

20:00 – Palco Livre

 

Informações pelos telefones:

 

Mestre Jaime <jaimedemargrande@hotmail.com>

(71) 87204812 Oi

(71) 93046749 Tim

 

Budião

(71) 92529075 Tim

 

site: www.angolaparaguassu.com.br

email: accaparaguassu@gmail.com

Ilha de Itaparica: DE VENTO EM POPA 2008

A Paraguaçu irá realizar entre os dias 3 e 6 de janeiro o De Vento em Popa. Evento que, como à exemplo do último ano, contará com a presença de mestres angoleiros, garantindo muita vadiação e, também a presença de outras tradições culturais locais, como o samba de viola com os mestres Rimum e Manteguinha e o Terno das Rosas conduzido por Nenete. Confira a programação!

Cartaz do Evento, clique para ampliar…

03/01/08

19 HORAS; Abertura do Evento
Palestra: A Ilha De Itaparica e suas Tradições
20h30 – Angola na Roda, com os convidados
22h – Samba de Roda e Coquitel
 
 04/01/08

19h – Palestra sobre o meio ambiente, ministrada pela PROMAR
20h30 – Angola na Roda, com mestres da antiga, incluindo os alunos antigos do mestre Paulo dos Anjos
22h30 – Samba de Roda com senhoras da Conceição, e o Grupo de Samba Paraguaçu
 
 05/01/08

16h – Angola na Roda (Participação das crianças pertencentes ao Programa O Pulo do Gato: Educação através da Cultura)

21h30 – Saída do Terno Das Rosas (Concentração casa de D. Chiquinha)

23h30 –  Entrega do Prêmio Paraguaçu pelo Mérito Cultural; Samba de roda com os mestres, Rimum e Manteiguinha
 
06/01/08 (Dia de Reis)

15h – Angola na Roda
19h30 – Apresentação do Terno das Rosas (Concentração na Associação Cultural Paraguaçu) e encerramento com samba de roda

 

Organização: Associação Cultural Paraguaçu e Grupo Paraguaçu de Capoeira Angola

Coordenação: Mestre Jaime de Mar Grande

Curiosidades

CURIOSIDADES

1)Brincadeira de negro.

Até o século XIX os "batuques" de negros eram estimulados por serem válvulas de escape e acentuarem as diferenças entre as diversas nações africanas.
A partir de 1814, começam a ser perseguidos – "brincadeira de negro"
torna-se fato social perigoso de acordo com textos legais.


2)Boçal.

No período de 1810-1830 era comum evitar uma maioria de escravos da mesma etnia numa mesma senzala. Os negros perdiam a liberdade, a língua natal, os costumes e até a identidade, misturados à africanos de outros povos. Até esse período seria bastante difícil ocorrer a mistura que daria origem à Capoeira – tendo em vista o antagonismo entre as etnias.

A partir daí, no entanto, a comunidade branca começa a incentivar as diferenças entre o "boçal"(o africano, ou aquele que recusava a integração. Não falava ainda o português) em oposição ao "ladino"(escravo integrado. Já falava português) e "crioulo" (negro ou mulato nascido no Brasil), favorecendo estes últimos com trabalhos mais brandos, perspectiva de ascenção social etc.

A comunidade negra, no entanto, muitas vezes valorizava o "boçal" em detrimento do "crioulo" ou "ladino", ainda que estes últimos fossem mais ricos – a africanidade("boçalidade", palavra que adquiriu sentido pejorativo) era garantia de manutenção de valores tradicionais.
Paralelamente, as rivalidades tribais perdem quase totalmente o significado, o que facilitará a síntese lutas/danças.

3)Rabo-de-arraia.

Jair Moura explica que o rabo-de-arraia tradicional era um golpe em que, de frente para o adversário, planta-se uma bananeira, ficando-se então de cabeça para baixo e de costas para o oponente,
e imediatamente atinge-se a cabeça do inimigo com uma violenta pancada dada com o calcanhar de um ou de ambos os pés.

4)Uniforme dos angoleiros.

Mestre Pastinha instituiu o uniforme dos angoleiros com as cores do seu time de coração, o Ypiranga, de Salvador. Para ele o capoeira devia jogar calçado.

5)Uniforme dos capoeiras da Regional.

Mestre Bimba aboliu os sapatos no treino e instituiu o uniforme branco baseado no costume da domingueira, a roupa elegante que o capoeirista vestia e que permanecia limpa mesmo depois do jogo, provando sua competência.

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