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Lado a Lado: Isabel e Zé Maria: um amor de samba e capoeira

Lado a Lado nova novela das seis da Rede Globo

Camila Pitanga e Lázaro Ramos dão vida ao casal apaixonado da trama

Em Lado a Lado Isabel (Camila Pitanga) é uma moça sonhadora. Ela sonha com a liberdade, a igualdade e o amor. Vive em um cortiço com seu pai, Seu Afonso (Milton Gonçalves), um ex-escravo, homem trabalhador que exerce o ofício de barbeiro e dedicou sua vida para criá-la da melhor maneira.

Seguindo o exemplo do pai, desde os 14 anos Isabel trabalha na casa de Madame Besançon (Beatriz Segall) como criada. Foi com ela que aprendeu boas maneiras e também algumas palavras de francês. A vida nunca foi fácil mas a moça, batalhadora que é, nunca se deixou abater diante dos problemas e sempre lutou por seus ideais.

É na roda de samba que Isabel espanta seus males e alimenta sua ânsia de viver. Entrega-se de corpo e alma à dança e encanta a todos com seu gingado. E foi em um dia desses, na cadência do samba, transbordando alegria, que ela conhece Zé Maria (Lázaro Ramos). Ele apaixona-se logo à primeira vista. Ela, tinhosa, a princípio não lhe dá muita confiança. Mas o jeito sedutor do moço acaba acendendo uma luz em seu coração.

Zé trabalha na barbearia com Seu Afonso, mas guarda um segredo que não confessa nem para sua amada: é capoeirista, e dos mais habilidosos. Porém, no início do século XX, os “capoeiras” são sinônimo de bandidagem. É esse lado oculto que fará com que ele se envolva em algumas – injustas – confusões, que poderão abalar a relação dos dois.

‘Lado a Lado’ é a próxima novela das seis, de João Ximenes Braga e Claudia Lage, com direção de núcleo de Dennis Carvalho e direção geral de Vinícius Coimbra, com estreia prevista para setembro.

 

Fonte: http://redeglobo.globo.com

Capoeira é usada como tratamento de reabilitação física no Ceir

Capoeira voltada à reabilitação física, inclusão e acessibilidade da pessoa com deficiência. Essa, talvez, seja uma das melhores expressões para caracterizar a capoeira desenvolvida semanalmente no Centro Integrado de Reabilitação (Ceir), em Teresina. A instituição trabalha com a adaptação, readaptação e reabilitação da pessoa com deficiência física.

No setor de reabilitação desportiva a capoeira é um dos esportes oferecidos aos pacientes em tratamento. A atividade além de fomentar a socialização, auto-estima e independência do paciente é, também, responsável pelo ganho de agilidade, força muscular e coordenação motora.

Não existe restrição para a prática do esporte. Os praticantes apresentam diagnósticos, idades e necessidades diferentes que se encontram no mesmo ritmo do berimbau.

A dona de casa Nirinalva Mendes da Silva conta que seu filho, Lyedson Matheus, de 4 anos, melhorou muito depois que começou a participar da capoeira. “Antes, ele não segurava o pescoço e não tinha equilíbrio nenhum. Agora rola e dobra as pernas”, disse. A conquista é motivo de emoção ainda maior quando a mãe lembra que o obstetra não acreditava na sobrevivência do menino após a constatação da doença no parto.

O professor Childerico Robson finaliza que o trabalho desenvolvido com os pacientes é fruto de grande satisfação pessoal. “Me sinto realizado em saber que contribuí nem que seja um pouquinho para a melhoria de vida desses meninos e meninas”, frisou. Hoje, ele trabalha a capoeira para 20 pacientes que recebem tratamento no Centro.

Rio Grande do Sul: Capoeira foi tema do Patrulha Ambiental Mirim

Integrando as atividades do projeto, as ações do Patrulha Ambiental Mirim foram desenvolvidas na tarde de ontem com idosos e crianças. Eles receberam noções teóricas e práticas sobre capoeira da equipe da Associação de Capoeira Zumbi dos Palmares.

Os participantes aprenderam sobre a capoeira, a música e os instrumentos – berimbau, pandeiro, agogô, atabaque – bem como sobre a cultura geral. As atividades envolveram palestras, jogos, aulas práticas e teóricas de integração de grupo e fabricação de berimbaus.

O coordenador da Associação de Capoeira, Cláudio Pereira Oliveira, conhecido como Mestre Saci, disse que trabalha há 10 anos com projetos ligados à capoeira. O Mestre desenvolve também o Projeto Capoeira em Cena, com crianças do Bairro Getúlio Vargas objetivando a integração social, melhorando a auto estima dos pequenos.


A capoeira é um esporte que trabalha corpo e mente.

"Os praticantes aprendem a controlar o próprio corpo", diz o mestre Saci. "A idéia de realizar o projeto surgiu da necessidade de preservar a cultura da capoeira no Brasil que estava sendo deixada de lado", explica ele. É a primeira vez que o Mestre participa do Patrulha Ambiental Mirim e considera uma "experiência maravilhosa mostrar para esses idosos e acrianças o que é a capoeira de verdade", finaliza.

O Projeto Patrulha Ambiental Mirim é da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) e tem a colaboração da Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social (SMCAS), através do Programa Municipal de Apoio ao Idoso. As atividades são desenvolvidas todas segundas e sextas-feiras, na rua Maria Araújo, 470, no Cassino.

Fonte: http://www.jornalagora.com.br

DF – Mestre Gilvan & Censo Cultural 2007

TAGUATINGA FAZ O CENSO CULTURAL
 
A Divisão Regional de Cultura de Taguatinga (DRC/RAIII), inicia apartir do dia 12/02 a primeira fase do Censo Cultural de 2007, que tem como objetivo fazer um mapeamento de quem trabalha com a cultura no Distrito Federal e entorno, nesta fase estarão sendo cadastrados artistas plásticos, atores, dançarinos, músicos, compositores, poetas, escritores, artesãos, designer, cartunistas, artistas gráficos e quem trabalham com vídeos.
 
Após a primeira fase, mais duas etapas estão previstas, estas com o objetivo de mapear 1º – “Quais as instituições e empresas que incentivam a cultura no DF”, 2º- “Quais são os fornecedores de insumos para o mercado Cultural”, ainda sem data prevista e 3º – A volta da implantação dos Projetos: “Empresa Amiga da Cultura” e “Despertar da Arte”.
 
A DRC de Taguatinga quer saber quem trabalha com cultura no DF, quem incentiva e quem oferece produtos e serviços a esses artistas afirma o novo Diretor de Cultura Gilvan Alves de Andrade – Mestre Gilvan, as informações do Censo Cultural assim como outras informações farão parte de um grande banco de informações culturais que ficará a disposição do público em geral.
 
Para fazerem parte do Censo Cultural os artistas devem procurar a DRC, Área Especial Central, Praça do Relógio de Taguatinga.
Telefone: 3451-2571/99622511
 
“Cultura é um bom negócio”

DEFICIÊNCIA: Alguns dados importantes…

Pessoas portadoras de necessidades especiais (PPNEs) – Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são + de 23 milhões de brasileiros (as)
DEFICIÊNCIA é todo e qualquer comprometimento que afeta a integridade da pessoa e traz prejuízos na sua locomoção, na coordenação de movimento, na fala, na compreensão de informações, na orientação espacial ou na percepção e contato com as outras pessoas.
A deficiência gera dificuldades ou impossibilidade de execução de atividades comuns às outras pessoas, e, inclusive, resulta na dificuldade da manutenção de emprego.
Por isso, muitas vezes, é necessária a utilização de equipamentos diversos que permitam melhor convívio, dadas as barreiras impostas pelo ambiente social.
Diante disso, a Constituição Federal de 1998 dispensou tratamento diferenciado às pessoas com deficiência.
DEFICIÊNCIA FÍSICA é todo comprometimento da mobilidade, coordenação motora geral ou da fala, causado por lesões neurológicas, neuromusculares e ortopédicas ou ainda por má formação congênita ou adquirida.
DEFICIÊNCIA MENTAL é um atraso ou lentidão no desenvolvimento mental que pode ser percebido na maneira de falar, caminhar, escrever. O grau de deficiência mental varia de leve a profundo.
DEFICIÊNCIA VISUAL é caracterizada por uma limitação no campo visual. Pode variar de cegueira total à visão subnormal. Neste caso, ocorre diminuição na percepção de cores e mais dificuldades de adaptação à luz.
DEFICIÊNCIA AUDITIVA é a perda total ou parcial da capacidade de compreender a falar através do ouvido. Pode ser surdez leve – nesse caso, a pessoa consegue se expressar oralmente e perceber a voz humana com ou sem a utilização de um aparelho. Pode ser ainda, surdez profunda.
Dicas para o Mestre ou professor que trabalha com a inclusão:
 
Com a ajuda da dra. Clélia Argolo Estill, vice-presidente da AND (Associação Nacional de Dislexia), separamos algumas sugestões de procedimentos a serem adotados pelo professor que trabalha com a inclusão em salas de ensino regular( estes conceitos podem ser aplicados aos locais de ensino e prática da capoeiragem ):
 
– Incentive o aluno a restaurar a confiança em si próprio.
– Ressalte os acertos, ainda que pequenos, e não enfatize os erros.
– Valorize o esforço e o interesse do aluno.
– Incentive-o nas coisas que ele gosta de fazer e faz bem-feito.
– Atribua-lhe tarefas que possam fazê-lo sentir-se útil.
– Dê instruções e orientações curtas e simples que evitem confusões.
– Não insista em exercícios de fixação, repetitivos e numerosos, pois isso não diminui a dificuldade.
– Minimize o medo de cometer erros.

VOVÔ CAPOEIRA

Vovô Capoeira
 
 
Vovô não brinca em serviço! Entrando na cruz. Sai de baixo!
 
Meia-lua de frente cuidadosa… “prá num machucá u mininu!” 
 
 
Sr. Manoel Dantas, avô do Mestre Canelão, é o aluno de capoeira mais idoso do mundo!
Nasceu em 20 de Maio de 1913, no sítio de São Pedro, cidade Jardim de Seridó, sertão do Rio Grande do Norte, Brasil.
Aos 84 anos de idade começou a assistir os treinos e exibições da “família de capoeiristas” do seu neto, Mestre Edmilson “Canelão” e um belo dia, como Totonho de Maré e  tantos outros, começou a entrar na roda e jogar. Sem treinamento especial!
 
Aprendeu capoeira pelo método intuitivo
Ouviu berimbau
Sentiu o balanço
Entrou na roda e jogou!
 
 
 
“Vovô Capoeira” exibindo  sua habilidade no manejo do berimbau
 
 
 
Vovô Capoeira irradiando juventude aos 85 anos de idade!
Um exemplo do vitalidade
Levanta às 04:00
Trabalha como coletor de caixas usadas até às 10:30
Toma uma cachacinha ao meio-dia
Freqüenta o forró diariamente de 16:00 às 18:00
Recolhe-se aos braços de Morfeu às 19:00
No forró comemorativo dos seus 85 dançou 4 horas seguidas
Inclusive com uma parceira de 90 anos de idade!
Assim é vida dos que vivem na Terra do Sol!
 
Mestre Edmilson “Canelão” e Manoel “Vovô Capoeira”
Neto e avô unidos pela “Boa Vontade” da “Associação de Capoeira”

VOVÔ CAPOEIRA

Vovô Capoeira
 
Vovô não brinca em serviço! Entrando na cruz. Sai de baixo!
Meia-lua de frente cuidadosa… "prá num machucá u mininu!" 
 
Sr. Manoel Dantas, avô do Mestre Canelão, é o aluno de capoeira mais idoso do mundo!
Nasceu em 20 de Maio de 1913, no sítio de São Pedro, cidade Jardim de Seridó, sertão do Rio Grande do Norte, Brasil.
Aos 84 anos de idade começou a assistir os treinos e exibições da "família de capoeiristas" do seu neto, Mestre Edmilson "Canelão" e um belo dia, como Totonho de Maré e  tantos outros, começou a entrar na roda e jogar. Sem treinamento especial!
Aprendeu capoeira pelo método intuitivo
Ouviu berimbau
Sentiu o balanço
Entrou na roda e jogou!
 
"Vovô Capoeira" exibindo  sua habilidade no manejo do berimbau
 
 
Vovô Capoeira irradiando juventude aos 85 anos de idade!
Um exemplo do vitalidade
Levanta às 04:00
Trabalha como coletor de caixas usadas até às 10:30
Toma uma cachacinha ao meio-dia
Freqüenta o forró diariamente de 16:00 às 18:00
Recolhe-se aos braços de Morfeu às 19:00
No forró comemorativo dos seus 85 dançou 4 horas seguidas
Inclusive com uma parceira de 90 anos de idade!
Assim é vida dos que vivem na Terra do Sol!
Mestre Edmilson "Canelão" e Manoel "Vovô Capoeira"
Neto e avô unidos pela "Boa Vontade" da "Associação de Capoeira"

VOVÔ CAPOEIRA

Vovô Capoeira
 
 
Vovô não brinca em serviço! Entrando na cruz. Sai de baixo!
 
Meia-lua de frente cuidadosa… “prá num machucá u mininu!” 
 
 
Sr. Manoel Dantas, avô do Mestre Canelão, é o aluno de capoeira mais idoso do mundo!
Nasceu em 20 de Maio de 1913, no sítio de São Pedro, cidade Jardim de Seridó, sertão do Rio Grande do Norte, Brasil.
Aos 84 anos de idade começou a assistir os treinos e exibições da “família de capoeiristas” do seu neto, Mestre Edmilson “Canelão” e um belo dia, como Totonho de Maré e  tantos outros, começou a entrar na roda e jogar. Sem treinamento especial!
 
Aprendeu capoeira pelo método intuitivo
Ouviu berimbau
Sentiu o balanço
Entrou na roda e jogou!
 
 
 
“Vovô Capoeira” exibindo  sua habilidade no manejo do berimbau
 
 
 
Vovô Capoeira irradiando juventude aos 85 anos de idade!
Um exemplo do vitalidade
Levanta às 04:00
Trabalha como coletor de caixas usadas até às 10:30
Toma uma cachacinha ao meio-dia
Freqüenta o forró diariamente de 16:00 às 18:00
Recolhe-se aos braços de Morfeu às 19:00
No forró comemorativo dos seus 85 dançou 4 horas seguidas
Inclusive com uma parceira de 90 anos de idade!
Assim é vida dos que vivem na Terra do Sol!
 
Mestre Edmilson “Canelão” e Manoel “Vovô Capoeira”
Neto e avô unidos pela “Boa Vontade” da “Associação de Capoeira”

Mestre Ananias

Aos 80 anos, Mestre Ananias é a síntese da herança africana do povo brasileiro. Vive a Capoeira, o Samba e o Candomblé sem dissociá-los, esclarecendo no seu comportamento questões sobre a ancestralidade do nosso povo. Nascido no ano de 1924, em São Félix, região do Recôncavo Baiano cuja fertilidade cultural merece estudo aprofundado. Absorve o contexto no qual está imerso e na metade do século XX vem para São Paulo a convite de produtores do teatro paulistano. Trabalha com Plínio Marcos, Solano Trindade e outras personalidades, em todos os teatros da cidade. Em 1953, ano de sua chegada, Mestre Ananias funda a roda de capoeira mais tradicional de São Paulo, a Roda da Praça da República. Essa ganha força com a chegada de seus conterrâneos e nesse ínterim a capoeira exerce de fato um dos seus principais fundamentos, integrar à sociedade, classes desfavorecidas frente às imposições e preconceitos raciais e sociais.

CD’s – Lançamentos

Lançamentos:
Mestre Jogo de Dentro chega com seu 3º Cd, para os amantes da Capoeira. Sem duvida imperdivel
80 anos com MESTRE ANANIAS
Mestre Ananias é a síntese da herança africana do povo brasileiro. Vive a Capoeira, o Samba e o Candomblé sem dissociá-los, esclarecendo no seu comportamento questões sobre a ancestralidade do nosso povo. Nascido no ano de 1924, em São Félix, região do Recôncavo Baiano cuja fertilidade cultural merece estudo aprofundado. Absorve o contexto no qual está imerso e na metade do século XX vem para São Paulo a convite de produtores do teatro paulistano. Trabalha com Plínio Marcos, Solano Trindade e outras personalidades, em todos os teatros da cidade. Em 1953, ano de sua chegada, Mestre Ananias funda a roda de capoeira mais tradicional de São Paulo, a Roda da Praça da República. Essa ganha força com a chegada de seus conterrâneos e nesse ínterim a capoeira exerce de fato um dos seus principais fundamentos, integrar à sociedade, classes desfavorecidas frente às imposições e preconceitos raciais e sociais.