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Elizeu Capoeira comemora nocaute impressionante no UFC

Elizeu Capoeira comemora nocaute impressionante no UFC

Lutador paranaense nocauteou Sean Strickland no UFC Rio.

Não tem como negar. Elizeu Capoeira já é um dos principais nomes do MMA paranaense no UFC. Com 31 anos, o atleta de Francisco Beltrão, que luta pela CM System, de Curitiba, embalou o seu quinto triunfo consecutivo no UFC 224, realizado no último dia 12, no Rio de Janeiro.

Contra o americano Sean Strickland, não foi uma vitória qualquer. Logo no primeiro round, Elizeu mandou um chute rodado que lembrou muito o nocaute do seu compatriota, Edson Barboza, em um dos triunfos mais expressivos do Ultimate. O gringo beijou a lona em pouco tempo.

“Cada vitória tem a sua importância, e acredito que a próxima luta é sempre a mais importante da vida. Assim, vou construindo minha carreira com grandes vitórias, e tenho certeza que essa do UFC Rio foi inesquecível. Foi um dos meus mais belos nocautes”, disse o paranaense, em entrevista ao Direto do Octógono.

Agora, sendo um dos principais meio-médios do Ultimate, Elizeu Capoeira já entra no rol dos nomes a ser batido. O paranaense não vê a hora de entrar novamente no octógono e encarar os melhores atletas da categoria. Entre os cinco últimos, do Top 15, estão Dong Hyun Kim, Leon Edwards, Alex Cowboy, Gunnar Nelson e Donald Cerrone. A tendência é que o brasileiro encare um destes adversários.

“Meu foco é figurar no top 15 da categoria. Acredito que eu mereço isso. São cinco vitórias consecutivas, é muito difícil emplacar uma sequência como essa no UFC. Quero enfrentar os melhores para seguir minha caminhada até uma chance ao cinturão”, ressaltou Elizeu. “Não tenho nenhum nome em mente, mas quero enfrentar alguém que me deixe mais perto do cinturão. Qualquer um nessas condições será bem-vindo para trocarmos umas porradas”, completou.

De porrada, o paranaense entende bem. Em 24 lutas realizadas em sua carreira profissional no MMA, Elizeu Capoeira acumula 19 vitórias e apenas cinco derrotas – apenas uma no UFC. O destaque fica pelo poder de nocaute do lutador da CM System. São 13 conquistados até o momento, provando que se cochilar na frente dele, a “chinela canta” mesmo.

 

Fonte: http://www.tribunapr.com.br/

Diogo Souza – Notícias sobre o mundo da luta. Tudo sobre artes marciais, MMA, UFC e outros campeonatos e eventos.

Elizeu Capoeira projeta entrada no ranking dos meio-médios no UFC

Elizeu Capoeira projeta entrada no ranking dos meio-médios no UFC

Paranaense encara Max Griffin neste sábado, em São Paulo

Lutador iniciou nas artes marciais aos nove anos de idade com a CAPOEIRA

 

Comecei aos nove, lutando capoeira. Aos 20 eu fiz minha primeira luta de MMA. Comecei a treinar MMA porque gostei de ter feito aquela luta e a competição me chamou a atenção.

 

Elizeu dos Santos, o Capoeira, encara Max Griffin no UFC Fight Night 119 deste sábado (28), em São Paulo. Aos 30 anos, o lutador tem a chance de atingir quatro vitórias consecutivas na organização e subir na categoria dos meio-médios — uma das mais concorridas do UFC. Em entrevista ao GaúchaZH, o atleta falou sobre a expectativa para o combate e os seus planos na carreira.

Com a promessa de muito apoio das arquibancadas, Elizeu garante que está pronto para conquistar seu terceiro bônus de melhor luta em cinco lutas pelo UFC.

O atleta de 30 anos já levou o bônus de US$ 50 mil duas vezes, nas vitórias sobre o russo Omari Akhmedov, em 2016, e o americano Lyman Good, em julho desse ano. Se derrotar Griffin, Capoeira chegará ao quarto triunfo consecutivo no Ultimate.

Elizeu Capoeira projeta entrada no ranking dos meio-médios no UFC Capoeira Portal Capoeira

“O mais importante, nem pela questão da bonificação, é o reconhecimento de ter feito a melhor luta. Já ganhei duas vezes e isso motiva ainda mais”, argumenta o meio-médio (até 77 kg), que ainda está fora do ranking da categoria.

“O evento dá prioridade aos atletas que fazem lutas de boa qualidade, empolgantes. Se continuar fazendo essa boa campanha, por que não me dariam adversários cada vez melhor e com o mesmo estilo de luta?”, acrescenta.

“Cada luta é um degrau para mim. Penso em ir acumulando vitória até ser impossível não ser notado. Não tenho muito que escolher adversário, mas todos serão bem recebidos na porrada”, finaliza.

 

Fontes: https://gauchazh.clicrbs.com.br e http://www.gazetadopovo.com.br/

O Modismo da UFC e a Capoeira

Hoje em dia só se fala em UFC (Ultimate Fighting Championship). Essa luta oriunda do Jiu-Jitsu e outras formas de luta-livre foi criada pelo brasileiro Rorion Gracie nos Estados Unidos e por lá se desenvolveu. Atualmente vemos UFC em todos os lugares: horário nobre da televisão, jornais, telenovelas, capas de revista, transmissões ao vivo, comerciais de TV, outdoors espalhados por todo o país. Até um filme para o cinema foi produzido e tem estréia marcada para breve.

Todo mundo já conhece e sabe o nome dos golpes, as finalizações, o mata-leão, a gravata, os socos e pontapés. Já temos os nossos heróis – Minotauro, Anderson Silva e outros “brucutus” – que espancam os seus adversários sem dó nem piedade num espetáculo tão dantesco de brutalidade, que chega a respingar sangue das telas de LCD que assistimos confortavelmente de nossos sofás.

É incrível a capacidade que a mídia possui nas chamadas “sociedades da informação”, de criar modismos, heróis, gostos e preferências. Até há pouco tempo essa luta era apenas mais uma atração esportiva perdida entre milhares de outras nos canais fechados de televisão a cabo e, de repente, de uma hora para outra, passa a ser a nova “paixão nacional”. Alguém – certamente muito poderoso – decide de seu gabinete de gerência de alguma grande rede de televisão que o UFC é a bola da vez e pronto !

Todo um esquema é montado para que essa luta apareça em tudo quanto é programa, novela e comercial de TV. E como o nosso pobre país é totalmente influenciado por tudo que a telinha resolve mostrar (vide a mediocridade do Big Brother Brasil – um insulto à inteligência e à dignidade nacionais), rapidamente o UFC é incorporado ao nosso cotidiano, às conversas de bar e de salão de beleza, ao noticiário, aos sonhos infantis de futuros campeões da modalidade.

Aí chegamos naquela pergunta que não quer calar: por que não a capoeira ? Por que essa esquizofrenia de exaltar uma luta que apesar de ter sido criada por um brasileiro, tem toda a sua formatação e organização influenciada pela cultura norte-americana do show business ? E por que ao invés disso, não se criam os mesmos espaços na mídia e mecanismos de divulgação para a capoeira, que é uma das expressões mais legítimas da nossa cultura ?

Será que os responsáveis pela televisão e pela mídia em geral do nosso país ainda possuem aquela velha mentalidade colonizada, que procura supervalorizar expressões culturais que vem de fora (leia-se Estados Unidos da América) em detrimento daquilo que vem das tradições da nossa cultura e do nosso povo ? Ou será que trata-se de uma atitude deliberada de alienar cada vez mais o nosso pobre e sofrido povo brasileiro, afastando-nos a possibilidade de valorizarmos e conhecermos melhor nossa própria cultura, nossas tradições, nossos verdadeiros heróis ? Ou será que é tudo isso junto, somado ao desejo desenfreado pelo lucro fácil ?

Recentemente perdemos um dos grandes baluartes da capoeira aos 94 anos de idade – o Mestre João Pequeno de Pastinha que faleceu em dezembro último, e qual a repercussão desse fato na mídia ? Nos jornais locais da Bahia houve uma pequena cobertura e nada mais. A grandeza desse homem, o seu significado para a cultura brasileira que se espalhou pelo mundo através da sua capoeira angola, sequer tiveram um mínimo espaço de divulgação no noticiário nacional.

Boa parte dos cidadãos comuns, brasileiros de todas as idades e classes sociais, hoje em dia sabem o que é o UFC e quem são Minotauro ou Anderson Silva. Mas quantos desses sabem que foi o mestre João Pequeno ? Quantos sabem quem foi Pastinha ou Bimba ? Quantos conhecem a história da capoeira ? Quantos sabem dizer as diferenças entre a capoeira angola e a regional ? Ou quem foi Besouro Mangangá ? Ou ainda Zumbi dos Palmares ? Ou o mestre Salustiano da Rabeca ? Ou Cartola ? Ou Batatinha ? Ou Chico Mendes ? Ou Clementina de Jesus ? assim como tantos e tantos outros personagens da nossa cultura popular, heróis que deram dignidade à história desse pais.

Urgente se faz recuperar nossa auto-estima, exigir que nossa dignidade, nossa memória, nossas histórias, nossos verdadeiros heróis sejam valorizados e respeitados. Nada contra o UFC, nem seus lutadores, eles que tenham o seu espaço e seu público ávido por violência. O que precisamos exigir é que nossa cultura seja tratada pela mídia, com a mesma dignidade e valorização com a qual são tratados esses modismos que vez por outra invadem nossas casas, através da imposição sem critérios de uma programação medíocre e indecente que nos empurram goela abaixo.

Precisamos dispor de alternativas para elegermos aquilo do que gostamos e que valorizamos. Se só nos apresentam um tipo de música, de filme ou de programa de TV, é só disso que podemos gostar. Ninguém pode gostar daquilo a que não tem acesso, que não conhece. A gente quer ver a nossa cara na TV, ouvir música boa, assistir a filmes que nos façam pensar. A gente quer jogar e entender de capoeira. A gente não quer só comida !

Após título de Diego Brandão, Brasil está perto de ter capoeirista no TUF

Marcus ‘Lelo’ Aurélio passou nos três testes exigidos e espera receber o chamado do Ultimate para tentar o segundo título seguido para a país

Mais de 2,1 milhões de pessoas já assistiram no Youtube ao impressionante nocaute de Marcus Aurélio sobre Keegan Marshall, em luta realizada em 2009. O brasileiro usou movimentos característicos da capoeira e levou seu adversário à lona com uma meia-lua de compasso. Agora, Lelo, como também é conhecido esse filho do Mestre Barrão, está perto de ter a chance de mostrar toda a sua arte para um público ainda maior: ele está na fase final da seleção para participar da 15ª edição do reality show do UFC, o “The Ultimate Fighter”, marcado para começar no dia 9 de março.

Em Las Vegas, Lelo, seu irmão, Marcus Vinícius, e mais de 350 lutadores, selecionados entre mais de mil inscritos, realizaram testes para a próxima edição do programa, que agora terá transmissão das lutas ao vivo e em TV aberta nos EUA. Na edição 14, encerrada no sábado, Diego Brandão faturou a disputa do peso-pena e serve de inspiração para o brasileiro.

– Foram três fases. A primeira é de jiu-jítsu (sim quimono). Tem que saber rolar (lutar no chão), e metade já é cortada aí. Consegui passar também na segunda parte, a da luta em pé. E cheguei até o fim, que é a entrevista. Tinha muita gente e só restaram uns 60. Mas não falaram nada para ninguém, ficaram de ligar em uns 15 dias – disse Lelo, por telefone, ao SPORTV.COM.

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Essa não é a primeira vez que Lelo tenta uma oportunidade no TUF. Na outra vez, ele ficou fora porque tinha poucas lutas, apenas três. Depois da frustrada tentativa, já fez mais dois combates e venceu ambos. Agora, está pronto para entrar na casa do reality show. E já sabe o que tem para mostrar aos telespectadores e ao UFC.

– Estou achando que vai dar. O povo está muito interessado em ver capoeira, algo diferente. Os caras aqui são a mesma coisa, todos pintam o cabelo, são americanos, quadrados. Um brasileiro de capoeira ainda não participou. Se não der agora, preciso fazer mais umas duas lutas e acho que eles me colocam direto no UFC sem precisar passar pelo TUF – declarou Lelo, que tem cinco vitórias e uma derrota no MMA.

De Recife para o mundo

O irmão de Marcus Aurélio, Marcus Vinícius, ficou fora da seleção do TUF, mas, segundo Lelo, também tem chances de ir direto para o UFC se vencer mais algumas lutas em outras organizações. Ambos moram em Vancouver, no Canadá, e são fruto de um projeto elaborado pelo pai, Marcos da Silva, o Mestre Barrão. Na década de 90, convidado por canadenses que gostaram de uma apresentação sua, ele levou o próprio grupo, o Axé Capoeira, para apresentações na América do Norte. Ganhou fama com a turnê, deu entrevistas para emissoras dos EUA e do Japão e foi passar um mês na Itália.

Em 92, Mestre Barrão voltou para o Canadá e ficou. Em 1996, montou sua primeira academia, que era tanto voltada para apresentações quanto para lutas. Ele tinha um objetivo em mente.

– As pessoas não acreditavam na capoeira como luta, e eu quis mostrar que ela é eficiente. Quem faz capoeira tem agilidade, flexibilidade e, por ser uma arte mais nova introduzida nos ringues, ganha no aspecto surpresa, na malandragem. Os lutadores de outras modalidades são eficientes, mas não têm a malandragem da capoeira. Malandragem de rua, que é usada até para sobreviver – explicou.

Mestre Barrão voltou para o Brasil e hoje tem grande fama no meio da capoeira. Com produção independente, revela que vendeu mais de 200 mil cópias de três edições do DVD de suas instruções e mais de 160 mil com mais outras três.

Fora isso, deixou seu conhecimento espalhado pelo mundo. Além de Marcus Aurélio e Marcus Vinícius no Canadá, ele também tem uma filha, Márcia, morando em Toronto, e mais um filho, Marcus Matias, ensinando a capoeira em Praga, na República Tcheca. E assim vai disseminando a cultura brasileira pelo mundo, seja dentro ou fora dos ringues.

– Além de ser eficiente, a capoeira é uma das maiores divulgadoras da língua portuguesa. Pois para aprender a cantar, precisa saber o português – finalizou.

 

Fonte: http://sportv.globo.com

Batizado Capoeira do Anderson Silva – MMA

O grande Anderson Silva campeão Mundial de MMA, Vale tudo o Rei do UFC, hoje o atleta que mais representa o Brasil no Vale tudo, mostra sua essência, a Capoeira Brasileira, suas raizes que são de Capoeirista, cremos que por isto que tem toda a disposição de lutar, seja com qual o adversário for, sua destreza e jogo de cintura que sem duvida está no seu sangue de Capoeira.

Batizado de Anderson Silva (the spider) – Campeão Campeão mundial Peso Médio – UFC

Parabéns grande Anderson Silva, que vc continue assim sempre exaltando o nome do Brasil e da Capoeira nos ringues, seja numa ginga, armada, cabeçada, arrastão…

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