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Capoeira na Nova Zelândia

O Grupo de Capoeira Cordão de Ouro, representado pelo professor de Capoeira e pedagogo Ely Alves e mais quatro alunos, participa do Brazilian Arts Festival em Christchurch, maior cidade da Ilha Sul da Nova Zelândia. Eles passarão fevereiro dando aulas e fazendo apresentações no País. Também participarão de um final de semana de apresentações em Wellington, capital da Nova Zelândia, a convite da Embaixada Brasileira.

O trabalho do grupo começou em Brasília com projetos que atendiam crianças e adolescentes em situação de risco social em abrigos da cidade. A capoeira é usada para promover a inclusão social desses jovens. Os alunos da ONG que representarão o Brasil no evento estão indo com recursos próprios.

A CAPOEIRA NA TERCEIRA IDADE

A pratica da capoeira,

  • pela multiplicidade de seus movimentos,
  • pela facilidade de ajustamento às condições pessoais de cada praticante,
  • pelas modificações mentais que acarreta,
  • pela integração entre os vários componentes do Ser,
  • por ser uma atividade fundamentalmente lúdica e portanto prazerosa,
  • por desenvolver uma estado transicional de consciência capaz de escapar aos bloqueios de natureza mental e às limitações físicas do praticante,
  • por se prestar a inúmeros níveis de carga de trabalho,

pode ser usada como método de manutenção da aptidão física, de capacitação ou de recuperação da aptidão física, correção de desgastes pela idade ou seqüela de complicações decorrentes de doenças próprias do envelhecimento.

Cumpre entretanto realçar que sua prática depende de avaliação prévia das condições orgâncas e funcionais do cadidato e acompanhamento médico adequado para impedir possíveis complicações por sobrecarga de esforço.

CAPA DO “CADERNO-ALBO” DE MESTRE PASTINHA

Mestre Pastinha escrevia aos seus pensamentos num caderno de capa dura, que apelidava carinhosamento de "caderno-albo", em alusão ao fato de que nele eram lançados seus manuscritos ("caderno"), e seus desenhos (album de desenhos ou simplesmente "albo" no dialeto capoeirano afro-brasileiro em que se expressavam os antigos capoeiristas baianos).

Como será verificado pelo exame dos textos do Mestre da Capoeira Ângola a grafia usada pelo mesmo é a transcrição fonética do linguajar popular do baiano, que tomo a liberdade de apelidar de "dialeto capoeirano afro-brasileiro", que Valdeloir Rego analisa com perfeição na sua "Capoeira Angola".