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Pesquisa sobre o Maculelê

Caros Mestres,
 
Em parceria  com o Portal Capoeira, estou fazendo uma revisão e atualização do livro de pesquisas sobre o Maculelê – “Ôlelê Maculelê”  que foi publicado em 1989.  
 
Tenho conhecimentos de que, como acontece com as manifestações folclóricas de um modo geral o passar do tempo e interpretações pessoais têm influenciado para que a tradição seja modificada e, em alguns casos, descaracterizada.
 
Tenho, também, conhecimento de divulgação de conceitos equivocados como a afirmação feita em um programa popular de TV brasileira em que um Mestre apresentou o Maculelê como “estilo” da Capoeira.
 
A globalização da Capoeira não dá condições de se fazer pesquisas de campo como quando o Maculelê foi estudado em 1989 e, assim,  venho solicitar a sua participação – como Mestre – em atividade para que nos envie sua experiência sobre estas descaracterizações e o resultado desta pesquisa será apresentado na 2a. edição do livro que estará sendo lançada em dezembro deste ano.
 
Para participar desta pesquisa e colaborar com o Livro:
 
“Ôlelê Maculelê”, clique aqui.

 
Lucy Geão – Produtora Cultural por Emília Biancardi – nucleodenegocios@atarde.com.br

Capoterapia e Hidrocapoeira

Capoterapia e Hidrocapoeira . O novo milênio traz novas idéias aos métodos e às técnicas em … ver trabalhos como esses da Capoterapia, que unem os conceitos da terapia …
 
O novo milênio traz novas idéias aos métodos e às técnicas em todas as áreas, na capoeira idem. Estudos diversos mostram que, se bem trabalhada, a capoeira é benéfica ao indivíduo de qualquer idade. Muitos mestres de capoeira são formados a cada ano e com eles surgem novas formas de se trabalhar a capoeira na sociedade. A capoeira que era antes um esporte de excluídos transforma-se numa ferramenta de inclusão social. Crianças, jovens, adultos e idosos juntam-se em rodas para cantar, pular e bater palma festivamente com a idéia de jogo limpo, não mais de guerra e conflito, mas com um intuito lúdico de promover o bem-estar e o pensamento coletivo, lembrando sempre da difícil trajetória da capoeira na história do Brasil. É empolgante ver trabalhos como esses da Capoterapia, que unem os conceitos da terapia de grupo com os movimentos e ritmos da capoeira, assim como os da Hidrocapoeira que unem a hidroginástica (um esporte nascido híbrido) com a capoeira. O rosto negro da capoeira não é mais visto por uma ótica malthusiana. A capoeira resurge cada vez mais como intrumento de identifidade nacional, mas sua territorialidade é difusa e tem o poder de transformar qualquer terreiro, quadra de esporte ou praça do mundo num pedaço do Brasil.
 
Quando venho de Luanda eu não venho só 2x
Trago o corpo cansado, coração amargurado, saudade de fazer dó
Quando venho de Luanda eu não venho só 2x
Fui preso à traição, trazido na covardia,
Que se fosse luta honesta de lá ninguém me trazia
Na pele eu trouxe a noite, na boca brilha o luar
E no corpo a capoeira presente dos Orixás
Quando venho de Luanda eu não venho só 2x
Trago ardendo nas costas o peso dessa maldade
Trago ecoando no peito um grito de liberdade
É grito de raça nobre, grito de raça guerreira
É o grito da raça negra, é o grito de capoeira!
Quando venho de Luanda eu não venho só 2x

 

http://geocities.yahoo.com.br/capoterapia2000/
http://geocities.yahoo.com.br/terapiadoabraco/
http://www.watsubrasil.com/hidrocapoeira.html
www.magnorocha.blogger.com.br