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Capoterapia oferece 2,5 mil vagas para idosos no DF e no Entorno

Estão abertas 2,5 mil vagas gratuitas para Capoterapia, terapia que adapta capoeira a pessoas da 3ª idade, em 25 locais do DF e do Entorno. As atividades são realizadas por professores voluntários(confira os locais).

Atividades são gratuitas e realizadas por professores voluntários.
Diferença para a capoeira tradicional está no ritmo e na intensidade.

Uma das diferenças da capoeira tradicional para esse novo método está no ritmo e na intensidade. Assim como na capoeira, na capoterapia há a ginga, movimento tradicional da capoeira, e os alunos têm pequenas noções da esquiva, que é o ato de se desviar de um golpe. No entanto, não há saltos nem golpes mais contundentes.

A atividade também é indicada para cegos, pessoas com deficiência mental e cadeirantes. Já quem tem doença cardíaca deve evitá-la.

De acordo com o grupo, que divulga as atividades em um site, as vantagens para idosos são a diminuição da dependência química de remédios para hipertensão, diabetes, colesterol e a recuperação do vigor e ampliação da força e tonicidade muscular. Além disso, faz integração social e amplia o círculo de amizades.

Fonte: http://g1.globo.com/

Portal Capoeira & Wikipédia

 Dentro do espírito de difundir e compartilhar informações, e na busca constante pela informação e pela divulgação democrática e coerente de conteúdo relevante dentro do universo capoeirístico, o Portal Capoeira, acredita que boa informação é aquela que é compartilhada, colabora efetivamente com a "WIKIPÉDIA, a enciclopédia livre", publicando artigos, matérias, conteúdo multimídia e verbetes dentro desta conceituada ferramenta gratuita de conhecimento.
 
A Wikipédia é uma enciclopédia livre baseada em wiki e escrita por voluntários. Livre aqui significa que qualquer artigo da Wikipédia pode ser copiado e modificado desde que os direitos de cópia e modificação sejam preservados. O conteúdo da Wikipédia está sob licença GNU FDL.

MT: Capoeira e Projeto social da PM envolve 250 crianças

Capoeira formando cidadãos e dando continuidade no processe de aprendizagem como diz aquele famoso ditado da capoeira:
"Sou Aluno que Aprende e mestre que dá lição…"
É assim que o camarada Tiago Leite, de 19 anos, antes aluno e participante do projeto social da Policia Militar, em Mato Grosso, agora instrutor voluntário de capoeira, vem exercendo a cidadania, divulgando e multiplicando a capoeiragem… juntamente com outros capoeiristas, participantes voluntários deste projeto que não esta apenas limitado a capoeira mais a outras areas e saberes fundamentais para o crescimento sadio e sustentado das crianças.
Luciano Milani

Uma pequena palestra sobre a tuberculose, proferida pela enfermeira Maria Carolina Rocha e uma encenação com cinco agentes do Posto de Saúde do bairro São João Del Rey, em Cuiabá, foram algumas das atividades promovidas pelo projeto PM Júnior, desenvolvido por policiais do 9º. Batalhão da Polícia Militar. As atividades ocorreram na tarde desta terça-feira (04.07) na sede da Associação dos Servidores da Assembléia Legislativa de Mato Grosso (Assalmat), e evolveram 52 crianças com idade de 9 a 17 anos.
 
Segundo a enfermeira, a equipe ministra palestras sobre temas diversos pelo menos uma vez por mês para crianças do período da manhã e da tarde. “Nós apresentamos os temas conforme eles nos pedem. Já falamos sobre a hanseníase e sobre drogas, sobre iniciação sexual e nossa próxima palestra é sobre hepatite”, explicou.
 
Segundo o coordenador do projeto PM Júnior que já tem três anos de implantação, sargento PM Alvino de Souza Silva Filho, ele tem como objetivo complementar a educação de crianças dos bairros situados na região do 9º. Batalhão, desenvolvendo atividades esportivas educativas e culturais e atualmente envolve 270 crianças divididas em dois núcleos.
 
“Temos o núcleo aqui do São João Del Rey com cerca de 120 crianças dos bairros Santa Laura, Osmar Cabral, Jardim Liberdade e Novo Milênio e aproximadamente 150 do Tijucal, São Francisco, Jardim Passaredo, Alto Coxipó e Jardim dos Ypês. A proposta é promover a integração da corporação com a comunidade e oferecer uma alternativa para evitar que as crianças fiquem nas ruas”, observou ele.
O sargento destacou que entre as atividades desenvolvidas estão as aulas de capoeira, de Educação Física, futebol recreativo, aulas de patriotismo, noções de Saúde, além de apresentações de dança e teatro. De acordo com ele são três instrutores que desenvolvem as atividades no período da manhã e da tarde e a única exigência feita às crianças é que elas estejam estudando.
 
Alvino diz ainda que o projeto depende muito de voluntários. É o caso dos agentes do Posto de Saúde e dos instrutores de capoeira, que também são voluntários. O estudante Tiago Leite, de 19 anos, atualmente professor de capoeira, mas também já foi aluno no projeto. “Eu também fiz parte do projeto agora ajudo como professor de capoeira”, afirmou ele.
 
Para a aluna e participante do projeto, Paula Graciane Leite, que já participa das atividades há mais de dois anos, aprender sobre saúde e praticar esporte é melhor do que ficar na rua. “Eu estou na 5ª série e gosto de dança e jogar bola. É melhor que ficar na rua”, disse ela.
 
ANDRÉ XAVIER
Redação/Secom-MT

OIA Capoeira participa de Ação Social

Dia 12 último a OIA Capoeira e parte de seus alunos apresentaram-se na Ação Social, promovida pela ONG Parceiros Voluntários. O evento contou com várias atividades educativas, recreativas e voltadas para a saúde, a exemplo de várias oficinas para adultos e crianças, medição de pressão arterial e distribuição de lanches confeccionados pelas voluntárias, entre elas a gourmet Adeir Coutinho. A coordenadora da Parceiros Voluntários, Amalis Marques, programou juntamente com vários voluntários, inúmeras atividades voltadas para a comunidade que reside próxima ao Camping Minicipal do Cassino. "Várias famílias foram cadastradas entretanto um número bem pequeno de pessoas teve a sensibilidade para perceber que o evento havia sido organizado com muito carinho e trabalho, para oferecer o melhor aquela comunidade. Esperamos que as próximas comunidades a serem comtempladas com a Ação Social saibam aproveitar tudo de bom que lhes será oferecido", avaliou a titular da OIA, Annelise Enke.. 


Academia de Capoeira

 
A partir desta semana , a Academia de Capoeira Annelise Enke estará oferecendo aulas de dança com o professor Marquinhos, do Swing Black Moleke, com os mais variados ritmos. Estas aulas se estenderão por todo ano. Já as aulas de boxe com o pugilista Clainton Trassante, permanecem com turmas masculinas e femininas.  No domingo, em comemoração ao aniversário da cidade, aconteceram a Rústica, Maratoninha e Supermaratona Cidade de Rio Grande. A OIA Capoeira mais uma vez esteve junto apoiando o evento. No mês de março a OIA Capoeira estará recebendo de seus novos patrocinadores, FONINI Estética Canina e Difference Israel Cabelereiros, mais duzentas camisetas que serão vendidas e doadas a parte dos alunos da OIA. 

 
http://www.jornalagora.com.br/2402esporte3.html

Sampa: Aulas gratuitas de Capoeira

 Casal de alunos de Educação Física da UNIBAN é voluntário há cinco anos em Escola da zona Leste.
Os estudantes de Educação Física da UNIBAN Glauber e Priscila são voluntários há cinco anos em escola da zona Leste.
Os estudantes de Educação Física da UNIBAN Glauber e Priscila são voluntários há cinco anos em escola da zona Leste.
 

Os alunos da UNIBAN – Universidade Bandeirante Glauber Eduardo Gomes e Priscila do Amaral Basso têm mais pontos em comum do que se possa imaginar: além de estarem matriculados no mesmo curso, Educação Física – Campus Maria Cândida (MC), são marido e mulher, capoeiristas, e ainda por cima, professores voluntários deste esporte na Escola Estadual Prof. Joaquim Silvério dos Reis.

Situada na periferia da zona Leste de São Paulo, a escola é um dos núcleos de ensino da família de Capoeira Paranauê, liderada pelo mestre Bigodinho. Ministradas gratuitamente aos sábados e domingos, das 9h30 às 11h30, as aulas atendem a crianças e jovens com média de idade entre 8 e 18 anos.


Um dos núcleos de ensino da família
Paranauê fica na zona Leste de São Paulo.


Glauber, mestre Bigodinho e Priscila
fazem parte da equipe Paranauê.

O objetivo da atividade, segundo Priscila, é muito mais amplo do que apenas incentivar a prática esportiva. “Desenvolvemos a amizade entre nossos alunos, passamos princípios de cidadania e ainda trabalhamos a cultura, o folclore e a história brasileira durante as aulas”. Depois dos treinos, o casal ensaia peças teatrais ligadas à tradição da Capoeira, que são apresentadas em encontros escolares, festivais e intercâmbios.

As disciplinas curriculares precisam andar juntas com o esporte e, de acordo com Priscila, constantemente é mantido contato com os familiares. “Algumas vezes os próprios alunos se aconselham conosco sobre os seus problemas”. Houve um caso, descrito com empolgação por Priscila, de uma criança que deixou as drogas para continuar com o grupo.

Multi-esportista, Priscila ainda é praticante de Jiu Jitsu, e chegou a ganhar o título de campeã do torneio organizado pela equipe Cohab TT JJ. Para mais informações sobre o trabalho desenvolvido por Priscila e Glauber, acesse o site:
http://paranauecapoeira.hospedagemdesite.com/saopaulo.asp

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