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Ministra da Cultura do Brasil visita EUA para pesquisar implantação de museu de memória afro em Brasília

 

Em terreno cuja pedra fundamental foi colocada por Nelson Mandela, nos anos 90, surgirá um equipamento inovador, com intensa utilização de recursos multimídia

A ministra da Cultura do Brasil, Marta Suplicy, visitará oficialmente os Estados Unidos entre 14 e 19 de março. Passará por Washington e Nova York. Sexta-feira (15), às 12h30, atenderá jornalistas em coletiva de imprensa na embaixada brasileira (3006 Massachusetts Avenue NW, Washington, DC 20008).

O principal interesse da ministra, que na comitiva viaja com o novo presidente da Fundação Cultural Palmares, Hilton Cobra, é estudar experiências norte-americanas bem-sucedidas na instalação de museus para criar em Brasília um Museu Nacional Afro-brasileiro de Cultura e Memória.

O terreno já existe; é cedido pelo Governo do Distrito Federal (GDF) – área cuja pedra fundamental foi colocada por Nelson Mandela em sua visita ao Brasil, ainda nos anos 90. No final do ano passado, a ministra Marta Suplicy e o governador do DF, Agnelo Queiroz, assinaram termo que efetiva a doação do terreno, às margens do Lago Paranoá, à Fundação Cultural Palmares.

Inovador – O museu brasileiro contará com recursos tecnológicos que possibilitarão aos visitantes uma experiência diferenciada; intensa utilização de elementos de multimídia e ferramentas para uso de conteúdo virtual.
Dos encontros previstos nas duas cidades norte-americanas, surgirão propostas de colaboração e cooperação institucional.

Agenda – Logo na chegada ao país, dia 14, às 14h30, Marta Suplicy visitará o Museu do Holocausto.
Na sexta (15), tem entrevista com Cathy Trost, vice-presidente do Newseum. Ainda na pauta: conversar com Lonnie Bunch e a equipe criadora do Museu Nacional de História e Cultura Afroamericana. Mais tarde, a ministra participará da assinatura de acordo de cidades irmãs, entre Distrito Federal e Washington.
Sábado, de manhã, a ministra visita o Smithsonian Institute/National Museum of African Arts, onde tem compromisso com Francine Berkowitz, diretora do Office of International Relations.

Nova York – No início da semana que vem, entre os compromissos agendados, a ministra visitará o MoMA (The Museum of Modern Art), que se notabilizou por ser um espaço onde brota a criatividade. A ministra tem reunião com o curador de arte latino-americana do museu e da Bienal de São Paulo, Luis Henrique Pérez-Oramas, e com Jay Levenson, diretor de Programas Internacionais do museu . Também está no programa visitar o Schomburg Center, centro de pesquisa de cultura negra.

 noticias@palmares.gov.br

LIVRO MESTRE JOÃO GRANDE – Na Roda do Mundo

Mestre João Grande é um antigo mestre capoeirista da Bahia que hoje ensina a tradicional capoeira angola em Nova York, cidade símbolo da modernidade mundial, onde vive desde 1990 e foi um pioneiro na difusão da sua arte.

Apesar de ter recebido diversas homenagens nos Estados Unidos ao longo da vida, o mestre baiano permanecia esquecido no Brasil. Foi redescoberto em meados da década de 1980, trabalhando num posto de gasolina em Salvador. Havia abandonado a prática e ensino da capoeira e durante as noites atuava em boates para turistas, participando de shows folclóricos.

Mestre João Grande é hoje um patrimônio vivo, que acaba de comemorar 60 anos de dedicação à capoeira e vinte anos de ensino em Manhattan, coração da multicultural Nova York. Sua trajetória, do Brasil até os Estados Unidos, conta também um pouco da história da globalização da capoeira, que hoje está espalhada em mais de cento e cinquenta países nos cinco continentes.

A história de vida de Mestre João Grande nos faz indagar os motivos da grande aceitação da capoeira angola noexterior e da resistência que ela sofre no Brasil. Neste sentido, sua trajetória também nos ajuda a entender como se dá a permanência das tradições, e dos seus respectivos atores, na modernidade globalizada.

Páginas: 152
ISBN: 9788576172017
Autor: Maurício Barros de Castro

 

  • Rabo de Arraia – A Loja do Capoeirista: Para comprar o livro, clique aqui.

Teresópolis: Capoeira de graça para crianças carentes na Casa de Cultura

DEZ ANOS FORA DE TERESÓPOLIS rodando a europa para implantar a capoeira do Grupo Senzala. Alemanha, Inglaterra, França… Vários países absorvendo a cultura brasileira. Agora Michel está de volta e retomando a o seu projeto social: ensinar crianças carentes a disciplina e a arte da capoeira. Toda segunda-feira a partir das 9h30, as crianças levam um atestado médico e se inscrevem na secretaria da Casa de Cultura. Vale a pena conhecer este trabalho maravilhoso. Matéria que rodou na Diário TV na segunda e no jornal publicado na terça-feira. Parabéns ao Mestre Michel York pela iniciativa.

 

Mestre Michel York volta para Teresópolis e reinicia seu projeto social, ensinando crianças carentes

Com mais de vinte e cinco anos na arte da capoeira, Mestre Michel York já rodou o mundo com trabalhos em diversos países, principalmente na Inglaterra, Alemanha e França, onde ajudou a divulgar o Brasil e a cidade de Teresópolis, implantando a Capoeira Senzala que hoje é sucesso no mundo inteiro.

Apaixonado pela sua cidade, Michel retornou a Teresópolis e desde julho retomou o seu projeto social de capoeira para crianças carentes “Eu havia começado este projeto na praça há dez anos, mas por falta de apoio, tive que interromper. Mas agora estou de volta aqui na Casa de Cultura”, informa o professor com animação de quem começa um trabalho novo.

E o trabalho é novo mesmo. Novas crianças, novas instalações e novos objetivos. Agora bem mais maduro, apesar de ainda jovem Mestre, Michel York tem muito para ensinar: “Nosso objetivo é fazer parte da educação dessas crianças. Colocar a capoeira, as aulas, como uma fonte de disciplina e integração entre eles. E as crianças têm reagido super bem, animadas mesmo”, afirma um empolgado professor que mostra pulso forte ao ensinar a arte para a criançada.

Esta preocupação com a criança como um todo é bastante forte nesta nova fase do projeto do Mestre Michel, com o acompanhamento nos estudos, até o comportamento em casa “A capoeira é ótima para diminuir a hiperatividade, melhorar o comportamento em casa, além de ajudar no equilíbrio e na coordenação motora, mas é fundamental que a criança tenha uma boa orientação”, conclui Michel com propriedade.

Feliz com as portas abertas da Casa de Cultura de Teresópolis para o seu projeto, Michel York mostrou-se preocupado com a imagem da casa. O Mestre, que rodou a Europa com o Grupo Senzala observa que a Casa de Cultura precisaria de uma reforma: “Em nossos eventos na Casa, trazemos diversos gringos que estão habituados com casas de cultura na Europa. Acho que uma pequena reforma deixaria a Casa muito melhor”, observa Michel.

O professor aproveitou para convidar as crianças interessadas em aprender a arte da capoeira. As aulas são toda segunda feira a partir das 9h30. “A criança traz um atestado médico e se inscreve na secretaria da Casa de Cultura e já entra para participar das atividades. É muita atividade física, é lúdico, tem muita música. É maravilhoso, vale a pena conhecer”, encerra Michel com um sorriso.

 

Fontes: http://odiariodeteresopolis.com.br – http://claudiotatu.blogspot.com

DANCEBRAZIL & Mestre Jelon no New York Times

There was enough appreciative whistling to make a construction worker blush at Skirball Center at New York University on Saturday night, when DanceBrazil rolled through town with its crowd-pleasing style of high-octane, high-flying, pelvis-swiveling choreography. And let’s not forget the revealing costumes: the phrase “six-pack abs” doesn’t begin to do these folks justice.

Act II of “Ritmos,” or rhythms, by DanceBrazil’s artistic director, Jelon Vieira, was true to its title. Accompanied by Tote Gira’s live, percussive feast of a score, the work moved between silky samba sections and explosions of capoeira, Brazil’s martial arts dance. The performers, all men save for two women, might spend a bit less time hamming it up for the crowd and a bit more focusing on the intimate social dynamics that can make capoeira — with its spinning, lashing kicks and power moves executed in close quarters — so captivating. Still, it’s hard to be grumpy in the face of such an unabashed display of bravado, especially by dancers like these, whose rhythmic intelligence elevates sometimes stock material.

“Inura,” a premiere by the former Alvin Ailey dancer Carlos dos Santos Jr., is more ambitious, described in program notes as an exploration of the energy associated with the Yoruba deity Exu. Tania León’s score, which she conducted, features a spookily strange chorus and intriguing orchestration, creating a richly ritualistic mood. Here the women are given more to do, often taking central roles in sensual, impressionistic passages that meld capoeira with a modern fusion of styles reminiscent of Ailey.

These passages, like Manny Vega’s costumes, are sometimes more fussy than complex. Yet the eye and ears are drawn in and inclined to linger. CLAUDIA LA ROCCO

LAURA PAWEL

Dance Company

Baryshnikov Arts Center

“This is old school,” my neighbor said to me in a stage whisper during intermission at Laura Pawel’s dance program at the Baryshnikov Arts Center on Friday night. “Very Sarah Lawrence.” Ms. Pawel, who formed her company in 1968 after graduating from Sarah Lawrence College, approaches movement from a pedestrian, post-Judson Dance Theater aesthetic. There is a good deal of talking while moving; and the dancing, characterized by skipping, walking and shuffling, isn’t strenuous but deftly composed. Ms. Pawel experiments with improvisation within set choreographic structures.

Dancing with Ms. Pawel in the short trilogy of dances, “Sphinx,” “Phoenix” and “Griffins,” Pamela Finney was a grounded, austere counterpart to the choreographer’s lissome walks on demipoint and wiggling fingers. But the majority of works were for the group. In “Brambles,” from 2007, the dancers slyly commented on the aging process while contrasting off-kilter phrases with stillness. “I didn’t bump my head on the corner of anything today, and it doesn’t hurt,” Ms. Finney observed with deadpan flair.

The approach of talking and dancing extended to Ms. Pawel’s “There Might Be Mangoes,” a premiere for six brightly costumed performers set to live jazz music by the Cecilia Coleman Quartet. While the lines were funny in “Brambles” because the dancers seemed unaware of their humor, the dialogue was overly self-conscious in “Mangoes.” For Ms. Pawel to succeed in making an old form look alive, innocence can’t be sacrificed for a laugh. GIA KOURLAS

 
DanceBrazil members performing Jelon Vieira’s “Ritmos.”
By THE NEW YORK TIMES
Published: March 22, 2009

Skirball Center
for the Performing Arts

 
Fonte: http://www.nytimes.com

JOÃO GRANDE

João Oliveira dos Santos – Mestre João Grande, PHD Honoris Causa.

Um dos principais díscipulos do mestre Pastinha. Por mais de 40 anos o Mestre João Grande tem praticado e ensinado Capoeira Angola. Ele viajou para África, Europa e América do Norte, onde ensina atualmente, em sua academia na cidade de New York.
De lá ele continua mantendo o intercâmbio com a Bahia e acompanhando a movimentação da Associação Brasileira de Capoeira Angola.
The Capoeira Angola Center of Mestre João Grande. 69 West 14th St. 2nd flr. NEW YORK, NY 10011 – Near 6th Ave. Tel: (212) 989 6975