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Novembro 2012

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SP: Capoeira leva opção a morador da Zona Leste

Mais da metade dos alunos são crianças de baixa renda e, por isso, fazem as aulas gratuitamente

A roda de capoeira na Zona Leste agita a noite dos moradores do Jardim São Nicolau. Regados de muita música e  dança ao som dos instrumentos de percussão e  palmas, crianças, jovens e adultos participam do projeto social Identidade

A educadora explica que a maioria dos integrantes são crianças moradoras de áreas de risco e não possuem estrutura familiar adequada.Cultural. Encabeçado pela professora de Educação Física Viviane Gonçalves Rodrigues, a proposta possui o intuito de levar, através do esporte, novas perspectivas para a população de baixa renda do bairro periférico.

Cinco anos se passaram desde a primeira roda do grupo. Atualmente cerca de 50 pessoas fazem parte da iniciativa.  Viviane  fala entusiasmada dos rumos que o esporte deu na vida de alguns participantes. “Existem universidades que dão bolsa para capoeiristas por conta dos campeonatos universitários. Tem uma aluna que começou aqui conosco e hoje  é bolsista de relações públicas em uma universidade”, diz ela.

Outros esportistas que possuem as suas origens fincadas no esporte também contribuem com o trabalho social. É o caso de Carlos Eduardo Viscovini Herrera. O advogado cuida da parte burocrática do projeto e também é orientador das crianças que dão os primeiros passos na capoeira. Ele fala da importância de disseminar o esporte. “A capoeira está ligada à evolução histórica brasileira e também é importante passar isso para as crianças nas rodas”.

Instrumentos de percussão como berimbau, atabaque, pandeiro e agogô abrilhantam as reuniões do grupo. A estudante Agatha Francisco dos Santos diz que quando ouve os sons e a música fica incentivada a “jogar”. “A música me atrai bastante. O instrumento que eu mais gosto é o atabaque”, completa.

Os alunos de baixa renda não contribuem financeiramente. Nas turmas de adolescentes e adultos alguns pagam uma taxa de R$ 20 para manter o espaço, instrumentos e vestimentas.

Os interessados em participar devem comparecer pessoalmente na Rua Georg Riemann, 88.

Mais

Falta de dinheiro desanima o grupo

Associado ao  Capoeira V.I.P., de Cuiabá, o projeto  Identidade Cultura consegue manter mais de 50 participantes através do apoio da associação.  A mensalidade paga por cerca de 20 alunos também ajuda. Um desafio do grupo é a falta de ajuda dos órgãos públicos.

Questionada se existe alguma forma de ajuda financeiro ao grupo , a Secretaria Municipal de Cultura não se manifestou até ontem à tarde.

 

http://diariosp.com.br

México: Mania de Vadiar 2012

Regado de axé, capoeira e boa energia, o 2º evento Mania de Vadiar, com a Realização do capoeira Berim Brasil Internacional e que contou com a Organização do Instrutor Monge e Monitor Bujão, esta edição 2012 aconteceu nos dias 11 a 14 de outubro, em Tepotzotlán (México) e contou com grandes nomes da capoeira:

  • Mestre Wellington – Capoeira Berim Brasil São Paulo Brasil
  • Mestre King – Grupo Aprendizes Rio de Janeiro Brasil
  • Mestre Girafa – Capoeira Muzenza Alagoas Brasil
  • Mestre Calango – Grupo União Capoeira São Paulo BrasilMestre Madona – Capoeira Muzenza Toluca México
  • Contramestre Busca Longe – Capoeira Muzenza São Paulo Brasil
  • Contramestre Monise – Capoeira Berim Brasil São Paulo Brasil
  • Contra Mestre Grilo – Caçua Capoeira – México
  • Professor Onça – Atitude Capoeira Xalapa – México
  • Professor Ferrão – Filhos de Bimba – México
  • Professor Mandinga – Abolição México
  • Professor Ponteiro – Jacaranda Capoeira – México
  • Professor Bolinha – Terreiro Capoeira – GDL – México
  • Graduado Mão de Pedra (Thiago) Capoeira Berim Brasil – São Paulo Brasil

Trazendo para o México as melhores aulas e rodas, num ambiente aberto e agradável, o Mania de Vadiar proporcionou a interação da capoeira Brasil e México, contando inclusive com participantes dos EUA.

Ver os rostos cansados em aulas difíceis regidas por grandes mestres, porém com um gás de vontade exalando foi surpreendente. Os risos contidos e olhares de admiração ao verem os contramestres e mestres jogando foi cena constante.

São desses momentos que tiramos as melhores experiências, não só de capoeira, mas de vida. A capoeira une as pessoas, une sentimentos, e tudo isso aconteceu em um dos melhores ambientes possíveis, com a natureza ao redor.

Pra quem foi, temos a plena certeza que saíram realizados e pra quem perdeu talvez seja a hora de se programar para os próximos.

Texto By: Luciana Van Meenen – http://berimbrasil.com.br