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Haiti recebe primeiro encontro de capoeira do Caribe

Atuar na promoção da cultura de paz, fomentar a criação de uma política de cooperação técnica entre os países do Caribe e promover o intercâmbio entre jovens educadores de comunidades desfavorecidas foram os objetivos do primeiro Encontro Caribenho de Capoeira. O evento, realizado no inicio deste mês, reuniu capoeiristas do Caribe, América Latina, EUA e Europa.

Durante o encontro foi redigida uma carta que servirá como a base de uma Rede Caribenha de Capoeira, que trabalhará na promoção do diálogo e da cooperação entre educadores de capoeira no Caribe. Os capoeirista também receberam formação em direitos humanos através do curso ministrado pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Na ocasião, alunos do projeto Gingando pela Paz foram batizados e realizaram apresentações nas praças públicas de Bel Air, bairro que também foi palco da Terceira Caminhada Gingando pela Paz.

O coordenador do projeto, Flávio Saudade, afirmou que a capoeira vem cumprindo um papel importante na instauração da cultura de paz e que “o evento foi uma oportunidade concreta de enviar para o mundo a mensagem de que é urgente que todos os povos trabalhem juntos para a construção de um mundo melhor, livre de violências”.

O projeto, que começou em 2008 no bairro de Bel Air, já atendeu mais de 1.000 pessoas, entre crianças, jovens e adultos, aliando sempre a prática do esporte, a cultura e a formação para a cidadania.

Expressões Africanas: espelho da história e cultura brasileiras

Teve início na tarde da última quinta-feira (13), a exposição Expressões Africanas realizada pela Fundação Cultural Palmares, que segue até 20 de outubro, no Salão Branco do Congresso Nacional. A iniciativa faz parte das ações da instituição no Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes, intitulado pela Organização das Nações Unidas (ONU). A mostra conta com 70 peças de 15 embaixadas africanas no Brasil.

Durante a cerimônia de lançamento Eloi Ferreira, presidente da Fundação Palmares, afirmou que com o ano comemorativo, a ONU impõe a compreensão sobre a importância da África na formação de povos em diversos países, especialmente no Brasil, onde se encontra a segunda maior população negra do mundo. Para ele, a exposição significa uma forma de valorização da cultura africana, uma das maiores heranças brasileiras. “Trata-se de uma troca que nos fortalece, há séculos, por meio dos valores culturais”, disse.

Paulo Cordeiro, subsecretário geral do Ministério das Relações Exteriores, alertou que o esforço tem papel ainda maior: ensinar aos visitantes a não enxergar africanos como um grupo negro, mas a distinguir as regiões e identidade de cada um dos 54 países que compõem a África. Cordeiro ressaltou ainda que cada peça exposta é uma janela para a diversidade de cada país e representa a maneira de ser de cada nascido no Brasil.

A África brasileira – O Brasil tem oficialmente 51% de sua população autodeclarada afrodescendente. Mãe Neuza de Oyá é presidente da Casa Afrocultural Tenda de Oxalá, localizada em Planaltina. Em visita à exposição, reforçou a importância de se fortalecer a africanidade na identidade brasileira. “Tudo o que desmistifica a matriz africana é válido. Precisamos fugir da imagem de uma áfrica sempre associada a diferença, a fome e a miséria e termos orgulho de nossa origem tão rica”, alerta.

Apesar de um passado onde Brasil e África eram ligados pela escravidão, existe atualmente um envolvimento de união entre os países. Segundo Isidore Benjamin Amédé Monsi, embaixador do Benin, o Brasil é hoje um país admirado, especialmente pela África com quem tem fortes ligações, mas dessa vez o foco está no desenvolvimento. Vitor Ortiz, secretário executivo do Ministério da Cultura (Minc), acrescentou dizendo que a exposição Expressões Africanas é uma demonstração de unidade entre esses países. “É símbolo de compromisso entre povos que têm tanto em comum. Por isso queremos acolher a África cada vez mais em nossas ações”, afirmou.

De acordo com Anhamona Brito, da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, a montagem da mostra no Salão Branco do Congresso Nacional foi muito oportuna. Para ela o espaço é mais que um centro de tomada de decisões, é local de passagem de representações de todos os níveis da sociedade. “Nele, a exposição espelha nossa história, nossa cultura e a semelhança que existe entre nossos cotidianos, onde podemos ver o quanto de África está emaranhada em nossa brasilidade”, conclui.

 

Fonte: http://www.palmares.gov.br

Piracicaba: Capoeira para todos

Capoeira para todos: Crianças e adolescentes Interesse por atividade amplia em cerca de 250% a participação em aulas desenvolvidas na periferia

O projeto Capoeira na Periferia fechou o ano de 2009 com um índice positivo em seus atendimentos. A média, que no ano de 2008 era de 50 crianças e adolescentes, no ano passado chegou entre 180 e 200 asssistências.

No balanço geral, José Manuel do Nascimento, coordenador do programa, conta que a procura pelas atividades aumentou consideravelmente, mas que ainda há muito trabalho a ser feito. “Aumentou o interesse pela capoeira, hip-hop, pop, axé e break. As pessoas passaram a tomar conhecimento da entidade e isso é muito gratificante”, afirmou Nascimento.

COMEMORAÇÃO. Na festa de encerramento das atividades do projeto, realizada esta semana, Nascimento falou sobre as boas perspectivas para o projeto, que ganhará mais força em 2010. A ideia é proporcionar aulas gratuitas de reforço escolar em diversas disciplinas. “O reforço será para alunos do ensino fundamental – até a 5ª série. Os professores são voluntários e irão receber apenas uma pequena ajuda de custo. Essa é mais uma vitória para os nossos jovens”, afirmou o coordenador.

Ele disse ainda que o projeto segue em 2010 com aulas de coral de flautas doces, capoeira, hip-hop, pop, axé e break e ganha também a modalidade funk consciente. “Sem aquelas letras que só ensinam bobagem para os jovens”, frisa.

Alunos trocam de cordão

Os alunos do projeto participaram de um dia especial para marcar o encerramento das atividades de 2009. Durante a festa, foram entregues cordões de capoeira para alunos já preparados.

Para a aluna de capoeira, Daizy Caroline Fernandes, 11, as atividades são oportunidades únicas para os jovens da comunidade, que não teriam a mesma chance se não fosse pelo projeto. “Comecei a fazer capoeira em setembro, venho depois do colégio e agora estou ainda mais feliz com a ampliação das atividades.”

Um dos mais animados era Rafael Lima de Melo, 8, que recebeu o cordão verde. “Estou super feliz!”

ASSISTÊNCIA

200 crianças e adolescentes foram atendidos em 2009

PRISCILLA PEREZ
Da Gazeta de Piracicaba
priscilla.perez@gazetadepiracicaba.com.br

Fonte: http://www.gazetadepiracicaba.com.br

Mestre brasileiro impressionado com desenvolvimento da modalidade em Angola

Luanda   – O director-geral do Instituto Internacional Terreiro Capoeira, Reginaldo Costa “Squisito”, disse hoje (sábado), em Luanda, estar impressionado com a forma como os jovens angolanos estão a desenvolver a capoeira.

O mestre, que falava à Angop, na cerimónia de baptismo e graduação dos novos capoeiristas, no ginásio Team Elite, afirmou que a capoeira tem origem em Angola e se desenvolveu no Brasil

“Digo isso porque aquando da escravatura, foram levados muitos negros angolanos para as Américas, que se divertiam com estes passos. É por este motivo que o Brasil, em homenagem a Angola, criou o estilo que se denominou capoeira Angola, já praticada em todo mundo”.

Por outro lado, o mestre de estilo capoeira Angola, Luís Marinheiro, disse que o estilo Angola é o mais antigo que o Brasil pratica.

O mestre com mais de duas década de capoeira no Brasil, com lágrimas nos olhos e  emocionado pela forma como foi acolhido na sua primeira visita ao país, afirmou que não tem dúvidas que a capoeira seja cultura de Angola.

Felicitou os mestres angolanos pela preservação da cultura e pelo trabalho que têm vindo a desenvolver na modalidade em Angola.

 

Fonte: http://www.portalangop.co.ao

Cultura para Todos

Ministro Juca Ferreria, parlamentares e artistas se unem em Ato Cultural na Câmara dos Deputados

2009 Ano da Cultura no Congresso Nacional. A opinião, fruto da quantidade de projetos que tramitam nas duas casas do Legislativo brasileiro, foi tema do pronunciamento do ministro da Cultura, Juca Ferreira, e de todos os parlamentares e artistas que participaram do Ato Cultural em prol da mobilização Vota Cultura que foi realizado na tarde dessa quarta-feira, 4 de novembro, na Câmara dos Deputados, em Brasília.

Além do ministro, o evento reuniu vários parlamentares como a deputada e presidenta da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, Maria do Rosário (PT-RS), o deputado José Fernando Aparecido de Oliveira (PV-MG), presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Cultura, a secretária de Cultura do Rio de Janeiro, Jandira Feghali, o presidente do Fórum Nacional dos Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura, Daniel Sant’Ana, além de artistas como Chico César, Nando Cordel e Falcão.

“Hoje é um dia de muita felicidade para todos nós pois vemos que o parlamento brasileiro resolveu ficar à frente do processo de institucionalização da Cultura brasileira”, afirmou o ministro que considera importante o diálogo com o Legislativo para que a Cultura seja alçada ao lugar que lhe é de direito.

Ferreira lembrou ainda que a participação do Congresso Nacional é fundamental para o trabalho do Ministério da Cultura de fomento à toda diversidade cultural do Brasil. “Quando chegamos, em 2003, o ministério funcionava como um balcão de distribuição de recurso e isso precisa mudar, para tanto, contamos com o trabalho dos deputados e senadores”. Segundo o ministro, o projeto de Reforma da Lei Rouanet, irá reparar as deformações provocadas pelo fato de o mecanismo de renúncia ser a principal forma de fomento cultural.

Jandira Feghali disse que o Ato Cultural significou uma comunhão de esforços importante para as ações empreendidas até hoje mas é preciso avançar ainda mais. “Esse encontro marca o reconhecimento que o aspecto cultural tem na vida das pessoas, mas é preciso que todos os projetos que tramitam no Congresso sejam aprovados, não basta que essas aprovações se dêem apenas nas comissões”, afirmou.

Entre os presentes à cerimônia era visível a espectativa da inclusão da Cultura no fundo financeiro do Pré-Sal. Sobre o assunto o secretário de Cultura de João Pessoa, o músico Chico César, afirmou que o Fundo do Pré-Sal “veio para adocicar a vida cultural brasileira e dos artistas nacionais”.

Audiovisual

Durante a solenidade na Câmara dos Deputados houve o lançamento do projeto Cinema da Cidade, para criação de salas de cinema em cidades com população entre 20 e 100 mil. A deputada Maria do Rosário destacou a importância da ação. “Na minha infância o cinema era a porta de entrada para o mundo, como uma janela. Precisamos resgatar esse aspecto nas pequenas cidades e dar essa oportunidade a seus moradores”.

“Estamos muito bem no que diz respeito a investimentos na produção cinematográfica. O Brasil produz em média cem filmes por ano, mas é preciso mostrar essa produção, continuamos reféns das grandes distribuidoras internacionais, isso precisa mudar. É preciso que o público veja toda nossa diversidade nas telas e para isso o aumento das salas de cinema é fundamental”, ressaltou o ministro Juca Ferreira sobre o projeto que ajudará o cinema nacional.

Também falou da compra de toda produção das extintas produtoras nacionais Atlântida e Vera Cruz pelo Ministério da Cultura. Segundo ele, essas aquisições proporcionará a disponibilização de uma parte rica da história do cinema nacional contribuindo com a preservação da memória do país.

Cinema da Cidade – O projeto faz parte do Programa de Expansão do Parque Exibidor de Cinema articulado pela Agência Nacional do Cinema do Ministério da Cultura, para estimular a instalação de salas em cidades e zonas urbanas desprovidas ou mal atendidas por esse serviço, com o objetivo de diversificar, descentralizar e expandir a possibilidade de acesso ao cinema. O programa abrange ações de financiamento, investimento e desoneração tributária. A meta é financiar, por meio de emenda parlamentar e através de convênio com as prefeituras, a construção ou recuperação de complexos de exibição em cidades de pequeno e médio porte que não contam com esse serviço. Saiba mais.

(Texto: Marcos Agostinho)
(Fotos: Rafael de Oliveira)

Comunicação SID/MinC

Telefone: (61) 2024-2379
E-mail: identidadecultural@cultura.gov.br
Site: http://www.cultura.gov.br/sid
Blog: http://blogs.cultura.gov.br/diversidade_cultural/
Twitter: http://twitter.com/diversidademinc

TV Globo: Maria Flor grava cenas de ação na praia

Pedro Neschling também participou das tomadas da série “Aline”

Maria Flor gravou cenas de ação para o seriado “Aline”, na manhã desta terça-feira (18), em Copacabana, no Rio. A atriz, que é a protagonista da história, aparece na areia dando golpes de capoeira em Bernardo Marinho, intérprete de Otto, e ao lado de Pedro Neschling, que vive Pedro.

No intervalo das gravações, eles se divertiram segurando um rebatedor, usado pela equipe de iluminação. Maria falou sobre a série ao site da Rede Globo. “Acho bacana falar da juventude. É uma fase da vida pela qual as pessoas já passaram ou sabem que passarão. Tenho certeza que o público, independentemente da idade, vai se identificar muito”. Ela diz que tem poucas semelhanças com a personagem. “Ela é bem elétrica e, às vezes, eu sou assim também. Mas eu não conseguiria namorar dois ao mesmo tempo. Não dá!”, afirmou.

A série, baseada nos quadrinhos de Adão Iturrusgarai, vai contar o cotidiano de Aline, que mora junto com os dois namorados. O primeiro episódio foi exibido como um especial no fim do ano passado e o programa volta ao ar em outubro, com novos episódios.

Salete: Incentivo ao esporte

No último domingo aconteceu em Salete o “Batismo” dos integrantes do grupo de capoeira Sol da Liberdade. O mestre Santana de Balneário Piçaras é o idealizador do grupo que existe há mais de 40 anos.

Segundo o mestre Santana “o mundo hoje requer conhecimento, e esse é o objetivo do grupo de capoeira. Tiramos as crianças das ruas, das drogas, do vicio, da prostituição e a devolvermos a família.” Para participar do grupo basta ter vontade, não é cobrado nenhuma mensalidade, basta gostar de praticar esportes. “O grupo não forma lutadores, forma guerreiros preparados para a batalha da vida. Todos podem participar, pessoas de 2 anos a 102 anos.” completou o mestre Santana.

O diretor de esportes do município, Alicio Rigueira esteve presente e afirmou que “O grupo de capoeira tem o apoio do prefeito Juares, pois esporte é vida, toda prática de esporte é bem vinda. Isso é cuidar das pessoas, apoiar todos os esportes que possam trazer o beneficio de uma vida mais saudável ao cidadão saletense” encerrou.