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Capoeiristas de todo o mundo se reúnem em Brasília

Capoeiristas de todo o mundo se reúnem em Brasília

Centro Cultural de Capoeira Raízes do Brasil  com apoio da Secretaria de Esporte e Lazer organizam o Encontro das Américas, Europeu e Africano de Capoeira

Cerca de 600 pessoas participam do Encontro das Américas, Europeu e Africano de Capoeira

Até domingo (15), a  22ª edição do Encontro das Américas, Europeu e Africano de Capoeira se realiza em três escolas públicas do Distrito Federal. A programação,  que começou na segunda-feira (9), inclui show cultural, roda de capoeira dos velhos mestres, orquestra de berimbaus, puxada de rede (encenação da atividade pesqueira), Maculelê (dança folclórica brasileira) e formatura de mestre.

O encontro reúne cerca de 600 capoeiristas, associados ao Raízes do Brasil, que moram em várias localidades do mundo com a proposta de disseminar essa expressão cultural que combina arte marcial, cultura popular, dança, esporte e música. Nesta oportunidade, Brasília recebe visitantes da Itália, Suécia, Espanha, São Tomé e Príncipe, além de outras regiões do país, como Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro, Piauí, Bahia, Rio Grande do Norte, Maranhão e São Paulo.

Capoeiristas de todo o mundo se reúnem em Brasília Eventos - Agenda Portal Capoeira

O encontro está divido ente a Escola Parque 313/314 Sul, a Escola Classe 410 Sul e o Teatro da Escola Parque da 308 Sul. “Nós desenvolvemos várias atividades durante o ano, mas uma vez a cada 12 meses, nós tentamos reunir o máximo de integrantes aqui em Brasília para desenvolvermos atividades diversas, graduar professores e nos atualizar mesmo sobre o mundo da capoeira”, destaca Ralil Salomão, fundador do Raízes do Brasil, associação que iniciou em 1980 e já se espalhou em 16 unidades da federação.

A realização do encontro é do Centro Cultural de Capoeira Raízes do Brasil  com apoio da Secretaria de Esporte e Lazer.

* Com informações da Secretaria de Esporte e Lazer

Berimbau, a arma da feminilidade das mulheres Bantu

 

“Berimbau, a arma da feminilidade das mulheres Bantu. Após uma terrível batalha, a deusa protectora transformou o arco do guerreiro no primeiro instrumento musical da tribo, para que a música e a paz substituíssem as armas e guerras para sempre.”

 

Existe um facto que goza de certa autoridade, sendo que, quando se pesquisa sobre o berimbau africano, seja ele de que nome, origem, ou tamanho for, é impossível ignorar que o gênero feminino desempenha um papel extremamente considerável em relação aos arcos musicais.

A popularidade do berimbau cresceu transversalmente da arte afro-brasileira mais conhecida por Capoeira. A Capoeira, até certo ponto, era de acesso restrito a um ambiente masculino. Significantemente, as portas foram abertas para o sexo oposto e já se conquistou bastante espaço por meios de dedicação e empenho.

Porém, as mulheres na esfera capoerística ainda se encontram vítimas de regras discriminatórias, consideradas pela comunidade como tradição. Regras essas que não as permite tocar o berimbau e, em certos momentos, não poder participar durante a roda.

A mulher africana, apesar de viver em constantes normas estritas e rigorosas entre elas, sendo as responsabilidades matriarcas, no último centenário foi a que mais fortificou a presença, e a popularização do berimbau africano na plateia continental e internacional.

Através do som melódico e hipnotizante do instrumento de uma corda só, orgulhosamente canta-se cantigas de centenas de anos atrás, transmitidas pelos seus antepassados.

Canções que contam estórias das glórias dos seus povos, sobre a felicidade, a tristeza, o amor, o ódio, a paixão, a traição, as desventuras de casamentos e cantigas infantis.

Não somente a mulher é tradicionalmente considerada a base da família, mas também compõe, canta e constrói os próprios instrumentos que toca.

Cito duas personalidades da música tradicional Bantu-Nguni e herdeiras da tradição de tocadoras de arcos musicais, como a Princesa Zulu Constance Magogo e a Dona Madosini Mpahleni, que hoje em dia goza de noventa anos de idade.

Com esta chamada, conto com mais reconhecimento e consideração para com as mulheres, não somente na capoeira mas também no berimbau e outros instrumentos musicais.

 

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*Aristóteles Kandimba, angolano, pesquisador, cronista, cineasta e professor de capoeira Angola.
kandimbafilms.blogspot.com
https://www.facebook.com/pages/Angola-Ministry-of-Culture-Pictures-Events/150849848265087?fref=ts
(Mitologia Bantu-Nguni, Zulu – Africa do Sul)

 

Matéria sugerida por Nélia Azevedo – (Portuguesa)

Africa: A Capoeira ajuda as crianças de rua em Kinshasa

Na praça do centro de Limete, um bairro popular de Kinshasa, a capoeira encontrou praticantes inesperados: as crianças de rua.

A capital da República Democrática do Congo, com seus 12 milhões de habitantes, é a segunda cidade do mundo, logo atrás do Rio de Janeiro, em número de crianças abandonadas.

As estimativas variam de uma fonte à outra, mas a ONG francesa Médecins du Monde (Médicos do Mundo, MDM) estima que são cerca de 20.000. Algumas largaram as famílias, outras foram abandonadas.

Estas crianças são chamadas de “shégués” (crianças de rua em lingala), um nome que é sinônimo de “ladrão”, já que elas vivem essencialmente de roubos e furtos. Elas recusam a ajuda de dezenas de ONG e acabam muitas vezes caindo na prostituição, na desnutrição e na violência.

Algumas, porém, deram sentido às suas vidas graças à disciplina e a energia da capoeira.

As crianças a praticam na rua com Yannick N’Salambo, um técnico em computação congolês de cerca de 30 anos de idade que se apaixonou por esta luta misturada com dança ensinada por um viajante brasileiro. Três vezes por semana, ele vai a Limete e encontra um lugar no meio dos comerciantes de carvão e de legumes, dos engraxates e dos vendedores de crédito para celular.

Munidos de um berimbau e de um reco-reco, Yannick e seus assistentes começam o aquecimento. Em seguida, dois de cada vez, eles começam. Fortes e atléticos, eles exibem seus movimentos plásticos.

Às vezes, um dos participantes acaba entrando no ritmo do adversário e atingindo-o. “Malembe!” (cuidado!), avisa o mestre, que toma seu lugar e mostra como se deve agir sem machucar o companheiro.

Em volta, cerca de dez crianças, entre 5 a 13 anos, assistem com atenção.

Descalços, vestindo roupas comuns como camisetas e calças largas, os dois param após alguns minutos, sendo imediatamente substituídos por outros dois parceiros que tentam mostrar que aprenderam como se faz.

A aula dura duas horas e termina com a lembrança do que se espera dos jovens alunos: seguir as obrigações escolares, ter um comportamento digno, respeitar as funções de cada um perante o grupo e ser pontual.

“Eu vi uma grande evolução”, diz Yannick. “Eu tinha crianças que não obedeciam, eram agressivas, mal-educadas. A capoeira reestruturou seus lados psicológicos”.

A capoeira ensina os jovens de rua o que nem a escola, nem a família conseguiu ensinar.

Um dos assistentes, Ninja, de 30 anos, saiu das ruas graças à esta prática. Fechado, tímido, ele viveu sem lar por 20 anos.

“A capoeira permitiu a ele se expressar”, explica Yannick, que ganha um pouco de dinheiro dando aulas aos estrangeiros.

“É um esporte que nos ensina a amizade”, diz Jérémie Tchibenda, de 14 anos. Francis, de 9 anos, “se sente bem” quando pratica capoeira.

Nem todos vem da rua, alguns têm família e moram por perto. Alex Karibu, de 25 anos, tinha quinze anos e já era órfão quando começou.

O jovem embaixador do Brasil no país, Paulo Uchoa, se sente orgulhoso de ver esta atividade brasileira encontrando público no Congo e ajudando estas crianças.

“Vou fazer de tudo para ajudar”, garantiu o diplomata, lembrando que o Brasil e a África vêm se aproximando. Em des anos, as trocas comerciais do Brasil com o continente africano saltaram de 5 para 26 bilhões de dólares, e o número de embaixadas brasileiras em solo africano subiu de 15 para 38.

É praticamente uma volta para casa, já que a capoeira, mesmo tendo sido criada no Brasil, tem as raízes na África.

Metade dança, metade luta, a capoeira se desenvolveu no século XIX na clandestinidade, em meio às populações escravas vindas da África. Como eram proibidos de lutar, os escravos escondiam sua luta com a dança.

 

Fonte: AFP – Agence France-Presse

Capoeira, mosaico e estrelas africanas agitarão abertura da Copa

Os sul-africanos prometem organizar uma grande festa para a cerimônia de abertura da Copa do Mundo, na próxima sexta-feira, no Estádio Soccer City, em Johannesburgo. Segundo o jornal sul-africano Sunday Times, a cerimônia contará com mais de 1.500 pessoas, além de diversos artistas famosos do continente africano e culturas típicas do continente, como a capoeira. Mais de 50 chefes de Estado são aguardados para o evento.

O diário afirma que o cantor de R&B americano R. Kelly cantará o hino oficial da Copa do Mundo, ao lado de um coral do bairro de Soweto. Estrelas africanas, como os grupos locais HHP e TKZee, além do cantor pop argelino Khaled, o jazzista nigeriano Femi Kuti e Timothy Moloi, artista sul-africano de R&B que substituirá o tenor Siphiwo Ntshebe, que iria se apresentar no show de abertura, mas morreu no último dia 26 de maio, vítima de meningite.

O presidente do Comitê Organizador da Copa, Danny Jordaan, prometeu que a cerimônia mostrará aos milhares de telespectadores do mundo o talento, tecnologia e o espírito de hospitalidade do continente africano. Artistas locais ameaçaram boicotar a abertura, por conta da ausência de artistas do continente – o que foi revertido, já que R. Kelly é o único artista não-africano confirmado para o evento, analisa o periódico.

Capoeiristas e percussionistas do estilo afro-brasileiro, de 10 a 59 anos, também demonstrarão suas habilidades, além de um mosaico humano no Soccer City, que mostrará ao público a direção das outras oito sedes do Mundial. As seis equipes africanas que participarão do torneio – África do Sul, Camarões, Costa do Marfim, Argélia, Gana e Nigéria – também serão lembradas durante a performance.

A cerimônia antecederá a partida de abertura da Copa, entre África do Sul e México, válida pelo Grupo A da Copa, às 11h desta sexta-feira. A outra partida da chave terá Uruguai e França, às 15h30, no Cape Town Stadium, na Cidade do Cabo.

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Fonte: http://esportes.terra.com.br/

Salvador sedia lançamento do III Fesman no Brasil

Solenidade no dia 25/5 vai ter a presença do presidente Lula e do presidente do Senegal, Abdoulaye Wade.
A cidade de Salvador, Bahia, foi escolhida para o lançamento do III Festival Mundial de Artes Negras no Brasil. O evento será realizado no dia 25 de maio, data em que se comemora o Dia da Libertação da África, instituída pela ONU, em 1972. A data simboliza a luta e o combate dos povos do continente africano pela sua independência e emancipação e representa a memória coletiva dos seus povos e o objetivo comum de unidade e solidariedade na luta para o desenvolvimento econômico do continente.

A solenidade de abertura será no Teatro Castro Alves e terá a presença do presidente Lula, do presidente Abdoulaye Wade, do Senegal, dos ministros da Cultura dos dois países e de diversas autoridades. Serão apresentados shows de artistas, como Margareth Menezes, Carlinhos Brown e Gilberto Gil, entre outros.

O tema para este III Festival é “O Renascimento Africano”. Este encontro das culturas e das artes dos povos negros da África, da Europa e da América traçará um amplo painel da influência das tradições, costumes e religiosidade dos povos negros hoje. Será realizado em Dacar, de 1 a 14 de dezembro deste ano. Alguns nomes já estão confirmados, como a cantora Cesária Évora, os instrumentistas Manu Dibango e Salif Keita, o ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela, entre outros.

A responsabilidade da organização artística e cultural da participação do Brasil no Fesman é da Fundação Cultural Palmares, que, em breve, divulga edital com as regras da seleção. A FCP está realizando reuniões nas principais capitais do país com a intenção de mobilizar os artistas para a apresentação de propostas que ajudarão a difundir a participação da cultura negra brasileira no mundo.

O Brasil é o país homenageado nesta edição do festival. Em seguida ao lançamento do III Fesman, serão realizadas uma série de atividades para comemorar a Semana da África em Salvador. Os eventos estarão distribuídos durante toda a semana de 25 a 31 de maio, como exibição de filmes, palestras e shows, a exemplo do Cortejo dos Blocos Afros, no dia 25, às 18h, na praça de Campo Grande.

Assessoria de Comunicação
Inês Ulhôa – assessora de imprensa (9966-8898) [email protected]
Jacqueline Freitas – [email protected]almares.gov.br
Marcus Bennett – [email protected]
Telefones: (61) 3424-0164/ 0165/ 0166
www.palmares.gov.br

Escola de Governo promoverá Semana de História da África

O continente africano, sede da Copa do Mundo de 2010, é tema de cursos e oficinas promovidos pela Escola de Governo do Pará (EGPA), durante a Semana de História da África, que começará no próximo dia 14 (quinta-feira). As inscrições são gratuitas e podem ser feitas na Coordenadoria de Valorização e Cidadania (CVC), no prédio da Escola (Av. Almirante Barroso, 4314) ou pelo site www.escoladegoverno.pa.gov.br.

Os cursos e oficinas integram a programação da Semana de História da África e começam na próxima segunda-feira (11). Entre os cursos ofertados estão História Social da África, ministrado pela professora Rosa Acevedo; História Social da Capoeira, pelo professor Aldrin Figueiredo, e A Sala de aula e os desafios do ensino da religiosidade e do sincretismo religioso africano, pela professora Anaíza Vergolino.

Também serão realizadas oficinas de joias e colares africanos, dança e músicas do continente, considerado o berço da humanidade e que tem estreitas relações com o Brasil.

A África é o segundo continente mais populoso da Terra (atrás apenas da Ásia), e o terceiro mais extenso (perdendo só para Ásia e Américas). Tem cerca de 30 milhões de km² e mais de 900 milhões de habitantes, distribuídos por 53 países. Destes, cinco foram colônias portuguesas e adotam o português como língua oficial: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.

Para se inscrever via internet basta acessar a ficha de inscrição, preencher e enviar para os e-mails: [email protected] e [email protected]

Abaixo, a programação da Semana de História da África

Data: 14/05/2009
Horário: 18h
Tema: A Lei 10.639/2003 e as suas repercussões no ensino e nas políticas de inclusão sóciocultural para negros e negras.

Participantes – Ana Júlia Carepa – Governadora do Pará
Iracy Gallo Ritzmann – Secretária de Estado de Educação
Édson Ary Fontes – Diretor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará
Edilza Joana Oliveira Fontes – Diretora geral da Escola de Governo do Pará
Verônica de Menezes Nascimento Nagata – Reitora Pro-tempore da Universidade do Estado do Pará (Uepa)
José Roberto da Costa Martins – Secretário de Estado de Justiça e Diretos Humanos
José Vicente – Reitor da Unipalmares

Mesa Redonda
Data: 15/05/2009
Horário: 18h
Tema: A História do negro no Brasil e a África Contemporânea
Flávio dos Santos Gomes – UFRJ
Didier Lahon – FAHIS/UFPA
Rosa Marin Acevedo – Naea/UFPA
Representante do Grupo de Estudos Afro-amazônico
Representante do Cedenpa
Representante do Mocambo

Cursos de Formação
1. A História da África e a Amazônia Brasileira – Rosa Marin Acevedo
2. História Social da Capoeira – Aldrin Moura de Figueiredo
3. A Sala de aula e os desafios do ensino da religiosidade e do sincretismo religioso africano – Anaíza Vergolino
4. África Contemporânea: Sociedade e Cultura – Didier Lahon
5. Regularização fundiária em áreas de remanescentes de quilombo – Jerônimo Trecani
6. Políticas Públicas de Inclusão Social do Negro – Raimundo Jorge

Oficinas
1. Oficina de Artesanato
2. Oficina de Dança: Musicalidade, samba e tambores africanos – Mauro Roberto da Silva Lima
3. Oficina de Música

Texto: Ascom/EGPA – http://www.agenciapara.com.br

O Revivalismo Africano e suas implicações para a prática da capoeira

 
Paulo Coêlho de Araújo
Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física
Estádio Universitário – Pavilhão III – Santa Clara
Coimbra – Portugal


Enfocando o contexto cultural brasileiro, indubitavelmente, podem-se constatar as influências culturais de cariz africano na constituição do corpo de cultura do Brasil.
Dentre as muitas expressões culturais desse país supramencionado é na manifestação Capoeira,
prática corporal multifacetada, que se evidencia a preservação de muitos dos traços culturais dos diversos grupos étnicos para o Brasil, traficados durante o período colonial português. Apesar dos processos aculturativos ocorridos nas suas matrizes originais, não mais poderiam configurar-se muitas das ex-pressões culturais como manifestações genuínas dos seus pontos deorigem em África, vindo a enquadrar-se nesse novo país, como expressões nacionais, sem, contudo, perder as características essenciais de africanidade tão presentes nos elementos musicais, rítmicos, ritualísticose outros. Em face do exposto, este trabalho busca demonstrar a presença de movimentos sincréticos no contexto dessa luta brasileira, uma vez que os seus praticantes, quer de forma voluntária, quer de forma involuntária, conseguiram repor em destaque muitos dos elementos culturais africanos que estavam em vias de extinção nesse novo país.
 

UNIÃO, ESPORTE E AMOR UNIVERSAL

Bendito seja o africano!
… da cadência dos soluços do degredo e da escravidão…
fez surgir a dança da liberdade, da igualdade e da fraternidade!
… que há de unir velhos e meninos…
… homens e mulheres…
… mestres e alunos…
… de todas cores e nações…
… nos cânticos dos "Salmos de São Salomão"!