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O SAMBA DE RODA DE DALUA E MESTRE MAURÃO

Em novo projeto de CD, o percussionista Dalua e o Mestre de capoeira Maurão (Mauro Porto da Rocha) resgatam a importância da tradição oral, da musicalidade brasileira e de raiz.

No próximo dia 30 de novembro, às 22h30, o músico Dalua e o Mestre de capoeira Maurão lançam trabalho inédito no Estudio Emme, em noite organizada por Tutu Moraes.

 

O lançamento contará com participações especiais de Yaniel Matos (Pianista Cubano),

Nega Duda (Sambadeira de São Francisco do Conde, no Recôncavo Baiano), Leonardo Mendes ( Violonista de Santo Amaro da Purificação), e Cuca Teixeira ( Baterista de São Paulo e uma das maiores autoridades no assunto) e todos os integrantes do LADODALUA (www.ladodalua.com.br).

 

SOBRE O CD

O resgate da memória de um povo, seja por meio da música, das artes plásticas e dos rituais são os elementos que permitem com que a cultura renasça e se reinvente de tempos em tempos. Memória, ritual e pluralidade cultural são três conceitos que definem o novo projeto-álbum independente do percussionista brasileiro Dalua e o Mestre de capoeira Maurão, do Grupo Capoeira Mandinga.

 

“O Samba de roda de Dalua e Mestre Maurão”, com previsão de lançamento para o final de outubro em todo o país é um recorte das vozes e musicalidades de origens espontâneas que permitem ao Brasil um cenário único. Em dois CDs com um total de 24 faixas, domínios públicos, muitos ainda desconhecidos, ganham registro histórico. Em “Samba de Caboclo, Na minha viola”, “Na boca da mata “Chita do Brás”, “Vou tirar meu amor do samba” e “Dona da casa / Eu vi a pomba na areia”: o resgate da alegria e da característica musical que marcam os encontros de samba de roda.

 

Do desejo para a materialização foram dois anos de trabalho de pesquisa e de diálogo com os parceiros e com o produtor convidado, Guilherme Chiappetta. A percepção de que o canto, presente na tradição oral brasileira, era o protagonista dos trabalhos, fez com que Dalua, também produtor do álbum, optasse em gravar primeiro as bases (canto), e em seguida, com a participação de artistas convidados, traduzissem através de uma poética própria novas sonoridades, harmonias, melodias e ritmos. Este resultado pode ser conferido no primeiro álbum. Já no segundo, mantém-se o samba em seu estado bruto, sem a interferência de traduções ou linguagens. “Percebi, dentro da estrutura do samba de roda, uma série de novas possibilidades rítmicas, harmônicas e melódicas. Ousamos fazer isso. Novos arranjos e ilustres convidados escolhidos especialmente nos deram a honra de dividir o seu talento para realizarmos o CD 1”, aponta o músico Dalua, que também é Mestre de capoeira.

 

O projeto nasceu em 2009 durante os jogos de capoeira, onde ao final de cada encontro, Dalua e seu “tio-irmão”, o Mestre Maurão, “puxavam” com palmas os sambas para o encerramento.  A presença e a energia dos participantes resultavam em uma apresentação vivaz, digna de fazer surgir nos dois companheiros de trabalho, o desejo de mostrar ao público a simplicidade na riqueza deste universo da cultura popular brasileira.

 

Para ressaltar a multiculturalidade que define a obra, a participação especial do pianista cubano Yaniel Matos em “Samba de Caboclo”, permite um resultado sonoro surpreendente, ao utilizar o instrumento clássico com cantos africanos. Como contraponto, o lado rock in roll, com a presença de contrabaixos gravados pelo próprio Dalua nas faixas “Chita do Brás“, com participação de voz de Nega Duda e “Vou tirar meu amor do samba“. Para arrematar, o acordeon de Marcelo Jeneci em “Papai me bateu“ simboliza e celebra o encontro étnico e a diversidade presentes em nossa memória, e espalhadas ainda, pelos cantos do Brasil afora.

 

O UNIVERSO DE CORES E ESTÉTICA DA ÁFRICA

 

“Se olharmos de qualquer praia da costa litorânea brasileira, não avistaremos apenas a linha do horizonte, mas estaremos face a face com o continente africano”, define o produtor e músico Dalua, apontando o olhar e a simbologia que permeia o projeto gráfico do álbum.

 

Na capa e contracapa a imagem produzida pela fotógrafa Priscila Prade mostra o dorso de uma mulher e de um homem negro, semi mergulhados nas águas do mar, olhando na linha do horizonte e em busca das raízes étnicas brasileiras.

 

Sob a visão apurada do artista plástico e cenógrafo Gringo Cardia, o encarte é uma revisitação às cores, aos signos e à simbologia da estética de matriz africana. As ilustrações são estampas de tecidos trazidos pelo próprio artista durante suas inúmeras visitas ao continente.

 

O CD duplo “O Samba de roda de Dalua e Mestre Maurão” com gravadora independente e distribuído pela Trattore tem a previsão de chegada às lojas de CD´s e livrarias de todo o Brasil, a partir de novembro de 2011.

SERVIÇO:

SANTO FORTE PRODUÇÕES E ESTÚDIO EMME APRESENTAM:

 

TUTU RECEBE –  “O SAMBA DE RODA DE DALUA E MESTRE MAURÃO”

DJ TUTU MORAES

 

Ingressos

R$ 15, clientes Porto Seguro portadores da carteirinha;

R$ 20, com nome na listasantoforte@gmail.com;

R$ 30, na porta sem nome na lista.

 

Estúdio Emme – Av. Pedroso de Morais, 1036 – Pinheiros.

Abertura da Casa: 21h30

Início dos Shows: 22h30

Duração: 1h30

Capacidade da Casa: 600 pessoas.

Vallet no local.

Não recomendado para menores de 18 anos.
A casa aceita cartões e dispõe de chapelaria.

 

Ficha Técnica CD:

Produzido por: Dalua e Guilherme Chiappetta

Gravado, mixado e masterizado no estúdio Malakias, por

Guilherme Chiappetta, entre abril de 2009 a abril de 2011.

Valor Aconselhado: R$ 30,00

Gravadora: Independente

Distribuidora: Tratore

Projeto gráfico: Gringo Cardia

Fotos: Priscila Prade

 

Erika Alexandra Balbino

Baobá Comunicação, Cultura e Conteúdo

Rua Porangaba, nº 149, Bosque da Saúde

04136-020 – São Paulo – SP

+55 11 3482-2510+55 11 3482-6908

O Samba de Botequim de Pedrão

Pedro Abib, conhecido como Pedrão, é um compositor paulista de quase dois metros de altura que zanzou entre Campinas e São Paulo antes de se mudar para Salvador e fincar raízes por lá. Se o samba já fazia parte de sua vida há quase 20 anos, foi na Bahia que a música encontrou terreno fértil para crescer em forma de trabalho autoral e virar disco – o bom Samba de Botequim, que acaba de ser lançado de forma independente.

Gravado de maio a outubro de 2008, o CD apresenta o Grupo Botequim, fundado há três anos por Pedrão com o objetivo de pesquisar e divulgar a obra de sambistas baianos, como Batatinha, Edil Pacheco, Ederaldo Gentil e Riachão. “A indústria do axé music é muito forte e praticamente acabou com o samba na Bahia. Por isso, a importância do resgate”, diz Ênio Bernardes, ex-integrante do grupo Cupinzeiro e parceiro de Pedrão em Tem Que Se Cuidar, de longe a melhor faixa do álbum.
Apesar da proposta do grupo ser a valorização da cultura baiana e seus compositores, o disco não se limita à geografia local: Pedrão canta suas origens paulistas em Samba da Benção 2, interpretada por Regiane Pomares. Na faixa, feita com Edu de Maria, ele recusa a ideia de que São Paulo é o “túmulo do samba” e rebate a frase dita por Vinicius de Moraes: “Faço samba sim, poetinha/ e o batuque daqui ecoa, ecoa/ com a benção de todos os sambistas/ desta terra da garoa”.
Um dos pontos altos do CD é o encontro de Pedrão e Walmir Lima, sambista que fez relativo sucesso nos anos 70 e depois desapareceu. Ambos assinam e dividem a faixa Quebra-Mar, um partido-alto recheado de versos irreverentes e tocado sem a correria habitual, na cadência baiana: “A lua quando fica nova/ sinal que a maré tá vazante/ a onda na reviravolta/ carrega o siri arrogante”.
Outro representante da velha guarda a participar do disco é Edil Pacheco, em Tenda de Babalaô: “Cheguei então sorrateiro/ Na Baixa do Sapateiro/ No Largo de São Miguel/ Ao som do cavaco e pandeiro/ Ergui as mãos ao céu”. Em Casa de Dona Cabocla, que reproduz o clima de um tradicional reduto boêmio na Bahia, diz a letra: “Me serviram cambuí/ depois um gengibre que veio gelado/ Dona Cabocla abriu a cerveja/ e Rosenilda me trouxe um traçado”.
Apenas duas faixas destoam do conjunto da obra: Meu Lugar e Ceci trazem melodias repetitivas e até mesmo enfadonhas. No geral, porém, Samba de Botequim preserva e respeita o melhor da tradição do gênero, seja nos arranjos, seja na formação instrumental (“cozinha” composta por pandeiro de couro, tamborim, surdo e repique de anel). O título do álbum não é aleatório: gravado num clima informal, o repertório é a trilha sonora perfeita para a mesa do bar.

Fonte: Bruno Ribeiro – http://botequimdobruno.blogspot.com

Pedro Abib é colunista do Portal Capoeira, responsável pela rúbrica Crônicas da Capoeiragem

Gravações Históricas do Mestre Waldemar Rodrigues da Paixão

Mestre Waldemar – Eu cantei a Capoeira

O CD “Mestre Waldemar – Eu Cantei a Capoeira” contém gravações do grande mestre da Pero Vaz e alunos, no ano de 1951. À época, foram realizadas pelo pesquisador americano Anthony Leeds e descobertas na Universidade de Indiana, EUA. 

Contém ainda gravações e depoimentos do mestre,  oriundas de uma roda na casa do Mestre Itapoan em comemoração ao aniversário de Mestre Paulo dos Anjos (1989).

Agradecimentos à Comunidade Mestre Pastinha pelo apoio e esforço, e ao Mestre Burguês, por ter dado acesso às gravações de 1989.

 

Para adquirir o álbum, entre em contato com: cdmestrewaldemar@gmail.com

http://campodemandinga.googlepages.com/mestrewaldemar

Olá, camaradas

Há poucos dias foi feito o lançamento do CD “Mestre Waldemar – Eu cantei a Capoeira”. O álbum, composto por 10 faixas, contém gravações feitas em 1951 pelo pesquisador americano Anthony Leeds, e gravações de 1989, durante uma roda na casa do Mestre Itapoan.

Nas faixas de 1951, cantam os Mestres Waldemar, Zacarias e Traíra. Nas de 1989, cantam os Mestres Waldemar e Paulo dos Anjos.

01 – Valente Vilela (1951) – Canta M. Zacarias
02 – Todo mundo quer ser bom (1989) – Canta M. Waldemar
03 – Eu ja vivo enjoado (1989) – Canta M. Waldemar
04 – Era eu, era meu mano (1951) – Cantam M. Waldemar e M. Traíra
05 – Valente Vilela (1989) – Canta M. Waldemar
06 – Eu vim de onde não vai (1989) – Canta M. Waldemar
07 – Eu já canto há muitos anos (1989) – Cantam M. Waldemar e M. Paulo dos Anjos
08 – Toques de berimbau (1951)
09 – Igreja do bonfim (1989) – Cantam M. Waldemar e M. Paulo dos Anjos
10 – Depoimento do M. Waldemar (1989)

O trabalho foi originado de uma discussão na comunidade “Mestre Pastinha” (do Orkut), e custeado com dinheiro próprio. A tiragem inicial é de 200 cópias, e todo o lucro será repassado para o Mestre Bigodinho, discípulo do Mestre Waldemar. O preço do CD é R$15,00, mais o frete (envio feito via PAC).

Agradecimentos à comunidade Mestre Pastinha pelo apoio e esforço, e ao Mestre Burguês que deu acesso às gravações de 1989.

Aos que se interessarem em ouvir o Mestre Waldemar, e ajudar o Mestre Bigodinho, fica a dica:

  • http://campodemandinga.googlepages.com/mestrewaldemar

Axé,
Teimosia

 

 Para ouvir a faixa 03 – Eu ja vivo enjoado (1989), clique aqui.

 Para baixar a faixa  06 – Eu vim de onde não vai (1989), clique aqui.

 Para comprar o CD de mestre Waldemar, clique aqui.

Nova Galeria de Fotos: Fotos Históricas

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O Portal Capoeira esta inaugurando uma galeria dedicada a fotos históricas da capoeira.
 
Como primeira publicação, escolhemos uma série de fotos de uma viagem de Mestre Bimba à Goiania, de autoria de Sariguê, obtidas na casa do professor Acúrsio Esteves, Salvador – Bahia.
 
Vamos deixar a porta aberta para que outros camaradas nos enviem mais fotos, utilizando o nosso albúm de fotos como meio de compartilhar imagens impares…
 


Mestre Bimba: Viagem a Goiania
 
Fotos de: Renato Souza da Silva- Sariguê
 

Gravações históricas de Mestre Bimba

O amigo Matthias, da Universidade de Essex (Inglaterra), disponibilizou gravações históricas feitas por Mestre Bimba nos idos de 1940. As 10 faixas, pertencentes ao acervo da Universidade de Indiana (EUA), trazem 4 faixas com "Bimba e seu conjunto", como o apresentador se refere, e 6 faixas gravadas por Cabecinha (e seu conjunto, "Esperança Angola"). As gravações mostram um canto cheio de improvisos, extremamente rico quanto à musicalidade, e são um documento importante sobre a capoeira naquela época.


Caso você deseje uma cópia do album original, sem edição, favor contactar o Teimosia. Os CDs serão enviados mediante pagamento do preço da mídia (CD virgem) e das despesas de gravação e postais.

HISTÓRICO DO MATERIAL APRESENTADO

MANUSCRITOS E DESENHOS DE PASTINHA
HISTÓRIA E ORGANIZAÇÃO DO MATERIAL

O presente trabalho está baseado em material de duas fontes: Carybé e Wilson Lins:

  • A primeira parte do material de que disponho chegou-me às mãos através de Carybé, amigo e paciente, que guardava em seu poder documentos que lhe haviam sido doados por Mestre Pastinha, o quadro a óleo sobre tela "Roda de Capoeira" e uma série de apontamentos em folhas soltas de papel.
  • O restante material, fornecido por Wilson Lins, consta do "Caderno e Álbum do Centro Esportivo de Capoeira Angola", que lhe fora outorgado pelo Mestre Pastinha para publicação.

A serie de apontamentos "Carybé" foi classificada em três grupos:

  • Documentos referente à "Fundação e registro do CECA", com uma "Lista de nomes" dos 68 participantes mais antigos da agremiação;
  • Seis "Folhas soltas" contendo manuscritos isolados;
  • Trinta e nove folhas soltas, numeradas e seriadas, manuscritas, versando sobre assuntos diversos, que reunimos sob o título de "Pensamentos".

Usamos reproduções em "Xerox" dos manuscritos, iniciando pelo "Caderno e Álbum" aberto, folhas direita e esquerda justapostas, em papel 210×297, numeradas sucessivamente pelo sistema alfanumérico a partir da primeira página de texto, a pagina esquerda como 1a e a direita correspondendo a 1b, com a finalidade de proteger os originais do desgaste natural do manuseio freqüente.
Dos manuscritos realizamos transliteração datilográfica em processador de texto, à qual nos reportaremos durante o desenvolvimento do trabalho.

Os trechos selecionados e comentados são apresentados entre aspas, em negrito, com a respectiva localização (páginas em alfanumérico, linha inicial- final), respeitando a grafia original e procurando reproduzir datilograficamente o espaçamento e anotações encontradas (pontuação e acentuação gráficas) pela sua relação com o processo mental do autor durante a sua produção.

A leitura dos manuscritos exige, além de atenção, o conhecimento das modificações sintáticas, fonéticas e semânticas impostas pelo povo baiano à nossa linguagem, ao lado de intimidade com os costumes do nosso povo.

A repetição exaustiva da leitura, a meditação prolongada sobre o apreendido, o apelo às lembranças dum passado que já se vem fazendo remoto, a pausa indispensável à critica do elaborado, a admiração e o respeito pela obra do venerável mestre, a ajuda preciosa de Isabel, Itapoan e Caribé tornaram possível os comentários achegados aos trechos selecionados.

Acentuamos que os nossos comentários não passam de interpretação pessoal, sujeita a crítica e revisão, reconhecendo as nossas limitações e aguardando que outros mais capacitados aproveitem os originais e desenvolvam trabalhos à altura da herança recebida.

Esperamos que os trechos selecionados tragam uma visão mais perfeita da capoeira pacífica que se desenvolveu na Bahia sob o encanto dos toques, cantos e encantos dos nossos ancestrais, propiciando a realização do sonho de Pastinha:

A união de todos os capoeiristas
sem distinção de estilo, escola ou linhagem
Numa grande roda
jogando a capoeira da Bahia!

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MANUSCRITOS E DESENHOS DE MESTRE PASTINHA

Publicação seriada dos manuscritos e desenhos do Mestre conforme editados por A. A. Decânio Filho

O Mestre Pastinha costumava filosofar, seja em conversas, seja em reflexões que registrava em anotações avulsas ou cadernos, que orgulhosamente exibia aos amigos e visitantes, pintar ou desenhar movimentos da sua grande paixão, a capoeira.

Uma coletânea de manuscritos avulso de sua autoria, em folhas soltas, oferecidas ao grande Carybé juntamente com o quadro a óleo "Roda de Capoeira", me foram doados por este último. Conduzido pelo mesmo Carybé recebi das mãos de Wilson Lins, um caderno com anotações e desenhos, que lhe fora entregue pelo Mestre para publicação, o que venho divulgar pela "Internet" na sua forma original, respeitando grafia e redação originais, página a página, para conhecimento e reprodução pelos interessados.

Um clique sobre os links no índice abaixo conduzirá às páginas como foram por mim organizadas, reproduzidas em fotocópias e publicadas na "Coleção São Salomão", volume 2, "Manuscritos e Desenhos de Mestre Pastinha", cuja localização será registrada, entre parênteses em sistema alfanumérico, após cada título incluído no índice.

Caso você deseje uma cópia dos manuscritos, digitalizada em alta resolução, favor contactar o Teimosia. O CD será enviados mediante pagamento do preço da mídia (CD virgem) e das despesas de gravação e postais.

GRAVAÇÕES HISTÓRICAS DE MESTRE BIMBA

O amigo Matthias, da Universidade de Essex (Inglaterra), disponibilizou gravações históricas feitas por Mestre Bimba nos idos de 1940. As 10 faixas, pertencentes ao acervo da Universidade de Indiana (EUA), trazem 4 faixas com “Bimba e seu conjunto”, como o apresentador se refere, e 6 faixas gravadas por Cabecinha (e seu conjunto, “Esperança Angola”). As gravações mostram um canto cheio de improvisos, extremamente rico quanto à musicalidade, e são um documento importante sobre a capoeira naquela época.

Caso você deseje uma cópia do album original, sem edição, favor contactar o Teimosia. Os CDs serão enviados mediante pagamento do preço da mídia (CD virgem) e das despesas de gravação e postais.