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Boa Nova – Bahia: Prefeitura proíbe rodas de capoeira em espaços públicos

A Prefeitura da cidade de Boa Nova-BA voltou ao tempo, mais precisamente na década de 20 quando os capoeiristas eram proibidos de praticarem sua arte por que a capoeira era considerada crime, quem a praticava era só os negros. Um ofício da Prefeitura de Boa Nova, datado de 6 de maio de 2013, “está proibindo o uso de espaços públicos (praça, ruas, avenidas, clubes, quadra poliesportiva e ECT), só será permitido mediante a autorização do Poder Executivo.” Esse ofício foi assinado pelo Secretário de Administração, Rubens Souza Andrade, encaminhado para o Mestre de Capoeira Amado de França.

A Associação de Capoeira Netos do Mestre Canjiquinha, sob a coordenação do Mestre Amado, atualmente no município de Boa Nova, há 16 anos vem desenvolvendo um trabalho social sério que através do esporte tem mudado para melhor a vida de crianças, adolescentes e jovens. A Constituição Federal diz que todos temos “o direito a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”. A Prefeitura não informou os motivos da proibição. Esse crme já foi denunciado no Conselheiro Nacional de Cultura, Ministério da Cultura e ao CNPC (Conselho Nacional de Política Cultural) e IPHAN (Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural).

 

Fonte: http://giroemipiau.com.br

Centenário de Jorge Amado relembra escritor que ‘melhor escreveu um país’

“Não tenho nenhuma ilusão sobre a importância de minha obra”, afirmou Jorge Amado. “Mas, se nela existe alguma virtude, é essa fidelidade ao povo brasileiro.”

A intimidade com que expôs traços, costumes e contradições da cultura brasileira foram um dos fatores por trás da popularidade de que Amado desfrutou em vida.

Mas no centenário de nascimento do escritor baiano, celebrado nesta sexta-feira, o reconhecimento sobre a importância de sua obra continua a crescer no Brasil e no exterior.

Amado é um dos escritores brasileiros mais conhecidos internacionalmente, com obras publicadas em 49 línguas e 55 países.

O interesse aumentou com a aproximação do centenário. Nos últimos três anos, pelo menos 45 contratos foram fechados com editoras estrangeiras para a publicação de seus livros, conta Thyago Nogueira, editor responsável por sua obra na Companhia das Letras.

Países como Romênia, Alemanha, Espanha, Bulgária, Sérvia, China, Estados Unidos e Rússia são alguns dos que firmaram contratos recentes para lançar seus livros, diz Nogueira.

Para marcar a data, a prestigiosa coleção Penguin Classics está lançando dois de seus livros em inglês, A morte e a morte de Quincas Berro d’água e A descoberta da América pelos turcos. Amado é o segundo autor brasileiro publicado pelo selo, o primeiro foi Euclides da Cunha.

O centenário motivou uma série de seminários e eventos comemorativos em cidades como Salvador, Ilhéus, Londres, Madri, Lisboa, Salamanca e Paris.

A reverberação lembra a frase do escritor moçambicano Mia Couto, para quem Amado fez mais para projetar a imagem do Brasil lá fora do que todas as instituições governamentais reunidas.

“Jorge Amado não escreveu livros, escreveu um país”, afirmou Couto em 2008, em uma palestra em que prestou testemunho sobre a forte influência do autor sobre escritores africanos.

Amado nasceu em 12 de agosto de 1912 em Itabuna, na Bahia, e escreveu quase 40 livros, com um olhar aguçado sobre os costumes e a cultura popular do país. Ele morreu em 2001.

A fazenda de cacau em que nasceu, os terreiros de candomblé, a mistura de crenças religiosas, a pobreza nas ruas de Salvador, a miscigenação, o racismo velado da sociedade brasileira são alguns dos elementos que compõem sua obra, caracterizada por uma “profunda identificação com o povo brasileiro”, diz Eduardo de Assis Duarte.

“Ele tinha o compromisso de ser uma espécie de narrador do Brasil, alguém que quer passar o país a limpo”, diz o pesquisador, professor de Teoria da Literatura na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e autor de Jorge Amado: Romance em tempos de utopia.

O baiano destacou a herança africana e a mistura que compõe a sociedade brasileira como valores positivos do país.

Ele adotava uma postura crítica dos problemas sociais do país e ao mesmo tempo retratava “um povo alegre, trabalhador, que não desiste”, diz Assis Duarte. “Para os críticos, ele faz uma idealização do povo.”

Amado leva para o centro de suas histórias heróis improváveis para seus tempos – um negro, uma prostituta, um faxineiro, meninos de rua, mulheres protagonistas.

“Ele traz o homem do povo para o centro do livro. Coloca-o como herói de suas histórias e ganha o homem do povo como leitor”, diz Assis Duarte.

Comunismo

Tanto a vida quanto a obra de Amado foram marcadas por sua militância no comunismo. Os livros do início de sua carreira eram fortemente ideológicos.

“Saíram livros bons dessa fase, mas também livros muito panfletários, maniqueístas, em que os ricos são todos maus e os pobres são todos bons”, comenta a antropóloga Ilana Goldstein, autora de O Brasil best seller de Jorge Amado: literatura e identidade nacional.

O baiano chegou a se eleger deputado em 1945 – seu slogan, lembra Ilana, era “o romancista do povo”. Apenas dois anos depois, porém, teve que partir para o exílio na França. Sob pressão da Guerra Fria, o Partido Comunista Brasileiro fora banido e seu mandato, cassado.

Durante os cinco anos de exílio, passados com a esposa Zélia Gattai na França e na antiga Tcheco-eslováquia, Amado viajou e ampliou seu círculo de amizades – conheceu Pablo Picasso, Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir.

Nos anos 1950, época em que os crimes do líder soviético Josef Stalin vieram à tona, Amado rompeu com o partido. Iniciou-se uma nova fase em sua literatura, mais leve e bem-humorada, menos ideológica.

Para as massas

Amado gostava de se definir como um “contador de causos”. Mais do que explorar novas linguagens literárias, seu objetivo era conquistar leitores e alcançar a massa, diz Assis Duarte.

Sua linguagem era coloquial, simples, como a língua falada; sua forma de contar histórias era folhetinesca, com muitos personagens, ápices e acontecimentos.

Isso ajuda a explicar a rejeição da crítica acadêmica durante muitos anos. Também ajuda a entender as prolíficas adaptações de sua obra para filmes, novelas, peças e séries de TV.

“Sua literatura se aproxima da cultura de massa. São textos que parecem ter sido escritos para serem adaptados”, diz Assis Duarte.

Com a preocupação de proporcionar uma leitura agradável, Amado fez o que queria: conquistar leitores e contar suas histórias.

“Ele foi um escritor popular em um país onde não se lê muito, e que não tem uma tradição de leitura apesar de ter grandes escritores”, diz Milton Hatoum.

O escritor amazonense leu Jorge Amado pela primeira vez na escola de Manaus, aos 14 anos. A professora apresentou Capitães da Areia, logo cativando o interesse da classe ao contar que o livro havia sido queimado em Salvador em 1937, durante o Estado Novo.

“Eu era de Manaus, e para mim o Brasil era aquele mundo cercado de água e de floresta. A leitura de Capitães da Areia foi uma revelação de outra paisagem social e geográfica no mesmo país.”

Para Hatoum, o universo ficcional rico em tramas e personagens de Amado parece dar conta de toda a pirâmide social do Brasil, da elite política e econômica aos mais desvalidos.

Ele afirma quase poder tocar os lugares e personagens quando lê a obra de Amado. “O mundo que ele criou é cheio de personagens muito vivos, de um colorido, uma sensualidade que não é exótica. Quer dizer, é exótica, talvez, para quem não conhece a Bahia ou o Brasil.”

BBC – Brasil – http://www.bbc.co.uk/portuguese

Lançamento do Livro: A política da capoeiragem

A Editora da Universidade Federal da Bahia fará seu próximo lançamento em Ilhéus-BA. O livro A política da capoeiragem :  a história social da capoeira e do boi-bumbá no Pará republicano (1888-1906), escrito por Luiz Augusto Pinheiro Leal, retrata a história da capoeiragem  durante a república no Brasil. O evento será realizado no Auditório Jorge Amado, na terça feira, dia 02 de junho, às 18:30h.

 

A política da capoeiragem: a história social da capoeira e do boi-bumbá no Pará republicano (1888-1906)

 

Luiz Augusto Pinheiro Leal

ISBN 978-85-232-0482-2

Editora: UFBA

237 p

 

 

A obra faz um relato sobre capoeira no Brasil no início do século XX . Tem como foco a região do Pará, onde a capoeira tem peculiaridaes diferentes da região da Bahia e do Rio de Janeiro. O livro é dividido em três capítulos e mostra a relação da capoeira com o Boi-bumbá e a capangagem política. Revela, também, a participação da capoeiragem na implantação da República no Brasil e as campanhas repressivas à capoeira e à “vagabundagem” na cidade de Belém. No fim da obra encontra-se uma lista com os capoeiristas do Pará antes da década de 70,  assim como, um elucidário com termos característicos do lugar e da época  citada.

” Ao mesmo tempo , a capoeira é transformada na competente pena de Luiz Augusto em uma janela para se observar a história dessa classe trabalhadora. Neste e em outros aspectos, é especialmente criativo o uso que ele consegue fazer da literatura como fonte para a história que narra.”

João José Reis

O quê: Lançamento do livro A política da capoeiragem :  a história social da capoeira e do boi-bumbá no Pará republicano (1888-1906, escrito por Luiz Augusto Pinheiro Leal

Quando: 02 de junho, terça-feira.

Onde: Auditório Jorge Amado – UESC

Ilhéus-BA

Horário: 18:30 horas

Att,
Esther Paola
Assessoria de Comunicação
EDUFBA (71) 32836163
www.edufba.ufba.br

Bahia: Carnaval 2008 – Homenagem à capoeira toma uma rasteira

 

Homenagem à capoeira toma uma rasteira
(Especial Carnaval 2008 – Correio da Bahia)

Foram raras as manifestações que seguiram o tema ‘Capoeira e suas culturas aparentadas’, o que gerou reclamações de mestres, praticantes e especialistas

Desde a repressão no período colonial e a marginalização a partir do ano de 1890, quando foi considerada crime, a capoeira sempre se esquivou das dificuldades, graças à mandinga dos seus praticantes, como aconteceu este ano, quando foi eleita como tema do Carnaval. Mas escolhida para representar a folia momesca através de uma votação popular, a mistura de luta e dança não teve espaço e nem apoio dos poderes públicos durante a festa, criticaram mestres, alunos e especialistas. Para muitos adeptos, a arte criada pelos escravos brasileiros acabou sendo novamente excluída.

Com o tema Capoeira e suas culturas aparentadas, os governos municipal e estadual pretendiam homenagear a luta durante o período do Carnaval. Mas mestres, praticantes e especialistas reclamaram que a presença da capoeira na festa foi ínfima. A participação se restringiu apenas ao desfile do Bloco da Capoeira, o Mangangá, que recebeu patrocínio de cerca de R$50 mil dos poderes públicos, enquanto a decoração com o tema foi limitada apenas ao Pelourinho.

A falta de decoração com símbolos e ícones da capoeira nos outros circuitos do Carnaval, a pequena quantidade de apresentações durante a festa e o descaso com os mestres mais importantes, que não receberam qualquer tipo de homenagem, são as principais reclamações contra os poderes públicos. Segundo o cantor, compositor e também mestre de capoeira Tonho Matéria, único que recebeu apoio do governo e da prefeitura, a maioria dos mestres está revoltada com o tratamento dado à capoeira pela organização da folia.

Matéria disse que os capoeiristas esperavam homenagens aos mestres considerados mais relevantes, com fotos deles espalhados pelos circuitos, além de cartazes com informações sobre a história da capoeira e sua importância cultural. Mas quem foi à festa momesca, não viu sequer cartazes com desenhos de berimbau, nem no circuito Osmar (Campo Grande), nem no Dodô (Barra-Ondina), onde a decoração era responsabilidade da prefeitura. A exceção ficou por conta do Pelourinho, que foi ornamentado com fotos e temas da capoeira através do Pelourinho Cultural, ligado à Secretaria de Cultura do Estado (Secult).
A Empresa de Turismo de Salvador (Emtursa) alegou falta de recursos e de tempo hábil para executar o projeto de decoração.

Reginaldo Santos, presidente do Conselho do Carnaval, admitiu que o órgão não teve capacidade de pagar R$1,5 milhão para decorar da cidade, no orçamento feito pela Associação de Artistas Plásticos da Bahia. Já o presidente da Emtursa, Misael Tavares, alegou que não houve tempo de realizar uma seleção pública para escolha de um projeto e nem possibilidade de fazer uma dotação orçamentária.

 

 

Descaso com os mestres

Capoeiristas classificaram como um descaso com a cultura baiana o tratamento dado pela prefeitura à capoeira. Vivaldo Conceição, batizado como mestre Boa Gente, considerou um desrespeito à cultura negra, a pequena participação e pouca divulgação do tema durante o Carnaval. “Só porque o prefeito é evangélico, ele é contra a negritude do povo dessa cidade, isso é muito triste”, desabafou. Ele reclamou também sobre a falta de homenagem para os mestres mais representativos como João Pequeno de Pastinha, Curió, Boca Rica, Decânio, Pelé da Bomba e outros.

“Nós não queríamos dinheiro, queríamos reconhecimento, além de palcos para a gente se apresentar, divulgando a capoeira”, explicou Boa Gente. Ele acrescentou que alguns grupos de bairro pediram transporte ou ajuda de custo para chegar até locais onde se apresentariam, mas não foram atendidos. Vivaldo contou que até o carro para levar o mestre João Pequeno para receber uma homenagem num hotel da cidade foi negado.

“João Pequeno abriu mão do cachê, mas quando pediu transporte para ele e mais dois acompanhantes, disseram que não tinham, isso é um absurdo, ele tem 90 anos e é um dos mestres vivos mais importantes para a capoeira”, comentou Boa Gente. Para ele, os cantores de bloco e a imprensa também são culpados. “Você não vê ninguém sequer falando sobre o tema do Carnaval, nem cantores, nem os jornalistas. Durval Lelys veio vestido de caubói, Xanddy de comandante, mas ninguém sequer usou as roupas tradicionais da capoeira, que é da nossa cultura”, reclamou.

Alguns blocos afros tiveram capoeiristas se apresentando, além do Bloco da Cidade, organizado pelo Secretaria Estadual de Cultura, que teve uma roda durante seu desfile. A mistura de jogo e dança também apareceu em manifestações populares espontâneas, como na Mudança do Garcia, na segunda-feira e nas ruas situadas à margem dos circuitos oficiais. Na opinião do praticante e estudante de sociologia Eduardo Castro, a capoeira acabou sendo novamente “guetificada”, mas como nasceu no gueto, se reencontrou com sua essência, conseguindo se “levantar da rasteira” e dar a volta por cima.

Funcionários celebram Jorge Amado

Homenageando o escritor baiano Jorge Amado, o Bloco da Cidade, organizado pela Secretaria Estadual de Turismo (Setur), desfilou do Campo Grande até a Praça Municipal, puxado pela cantora Margareth Menezes, no domingo à noite. Cerca de dois mil funcionários públicos e alguns seletos convidados da Setur saíram fantasiados de personagens da obra jorge-amadiana como Gabriela, Tieta, Vadinho, Dona Flor e outros. Teve até um carro alegórico representando o bordel Bataclam, com bailarinos do Teatro Castro Alves vestidos de coronéis do cacau e dançarinas de cancan, freqüentadores do prostíbulo ilheense na vida real, transformado em ficção pelo autor.

O Bloco da Cidade contou também com alas de pierrôs, baianas e uma roda de capoeira. Teve ainda uma participação especial do cantor e compositor Mateus Aleluia, ex-integrante do grupo vocal Os Ticoãs, que se notabilizou na década de 60, como o primeiro conjunto a tocar e gravar músicas de candomblé para o grande público.

Margareth Menezes já entrou no palco oficial, por volta das 21h, fazendo um dueto com o cantor Mateus Aleluia, interpretando a música Cordeiro de Nanã, do grupo Os Ticoãs. Em seguida, a cantora fez uma pausa para reverenciar o colega de profissão e ressaltar a importância de homenagear Jorge Amado e executou a canção A luz de Tieta, de autoria de Caetano Veloso e tema do filme de Cacá Diegues, baseado na obra do escritor.

A ala dos Pierrôs de Plataforma abriu o desfile com brincadeiras de rodas, seguidos por um grupo de cerca de 50 baianas, enfeitadas com seus torsos brancos de renda e girando as saias rodadas coloridas. A baiana Sandra Maria de Jesus, que disse ter sido convidada através da Associação das Baianas de Acarajé (ABA), para participar junto com outras colegas do subúrbio ferroviário, destacou a importância da presença das baianas no desfile de Carnaval como forma de preservação da nossa cultura. “Aqui têem baiana de acarajé, de receptivo e de axé” (candomblé), explicou.

Logo atrás uma roda de capoeira trazia ginga e o toque do berimbau para o desfile. Em seguida, veio uma ala de pessoas vestidas com camisetas que traziam a frase “Amigos de Jorge” estampada no peito, mas com poucos ou nenhum amigo do escritor presente, apenas figurantes portando sombrinhas de frevo.

Em cima do trio elétrico, o cantor baiano Edu Casanova e o forrozeiro Targino Gondim acompanhavam o desfile como convidados de Margareth. O secretário de turismo, Domingos Leonelli, e sua colega de partido, a deputada Lídice da Mata, também estavam presentes. Leonelli lamentou a ausência de parentes de Jorge Amado, mas justificou dizendo que a presença não foi possível em função do horário do desfile do bloco, porque familiares do escritor tiveram que embarcar, mais cedo, num vôo para o Rio de Janeiro.

A voz do folião

ALEX SANTOS, 28, CABELEIREIRO – “Eu acho sim. Passei três dias no circuito Barra-Ondina, dois no bloco e um na pipoca, e aquilo lá está muito cheio. É preciso encontrar um novo
espaço para comportar
esse número de pessoas”.
Alex Santos
28, cabeleireiro

Confetes

O PRAIEIROS em Casa, o camarote do Jammil, reuniu muita gente bonita. O espaço ambientado funcionou de sexta a domingo, embora na quinta-feira tenha aberto as portas para o baile infantil. Apenas uma coisa precisa mudar no camarote restrito para convidados, cujos R$100 da adesão são revertidos para o Projeto Axé: a alimentação. Os salgados e os picolés não saciavam a fome dos presentes, após farta bebida, e os sanduíches eram distribuídos em intervalos de uma hora e meia. Logo, a longa fila se formava e sobravam reclamações.

COMO MUITOS dos patrocinadores dos blocos não coincidem com os da organização do Carnaval, a briga para patrocinar os artistas e espaços mais expostos na mídia foi forte. Bancos, empresas de telefonia e companhias de bebidas lutaram forte para seduzir clientes de peso. Os provedores de internet e as montadoras de veículos também estiveram envolvidas em algumas disputas.

A GERÊNCIA de Táxi da Superintendência de Transporte Público (STP) criou uma tabela de preços para tentar diminuir as queixas sobre valores das corridas serem fixados arbitrariamente por alguns taxistas, sem levar em conta o taxímetro. Se a medida causou rejeição quando oficializada, era evidente a pequena chance de vingar no Carnaval. Pois os taxistas ignoraram solenemente a tabela e tudo funcionou como antes. Com o passageiro reclamando e o preço sendo resolvido cara a cara. A falta de fiscalização adequada dá nisto.

DESDE o domingo de Carnaval, a manutenção dos banheiros químicos deixou a desejar nos circuitos Dodô e Osmar. Além do mau cheiro, em alguns locais o aspecto de sujeira denunciava que, provavelmente, não estaria existindo a limpeza adequada. Teve muito folião que preferiu pagar R$1 e usar o sanitário dos bares próximos aos corredores da folia.

NO EMBALO do sucesso do filme Tropa de elite, o humorista Tom Cavalcanti lançou a paródia Bofes de Elite, quadro do programa que comanda na televisão. Pois, na madrugada de domingo, entre o Camarote de Daniela Mercury e o Praieiros em Casa, o camarote do Jammil, um grupo de jovens malhados trajava a roupa preta com detalhes em rosa do “esquadrão”. Os bofes fizeram sucesso absoluto e acabaram fuzilados por olhares. Muitas mulheres não resistem a alguns homens fardados, como tampouco alguns homossexuais.

 

Bahia: Fórum de Capoeira das Faculdades Jorge Amado

Cada vez mais se faz presente a nossa arte, dentro e fora das "rodas", no ambiente comum, no ambiente academico, nas ruas, praças palcos, academias e salas de aula, enfim nos 4 cantos do mundo, através dos 7ete Mares…
 
Existem vários Mestres e Mestras que tem se aprofundado e se especializado nesta faceta capoeirística academica, como por exemplo mestre Luiz Renato, Mestre Falcão, Mestre Zulu, Mestre Jean Pangolin, Mestra Janja e tantos outros… Existem ainda aqueles "Mestres" que não são capoeiristas, mais que trabalham em prol da capoeiragem e mesmo sem dar um AÚ, mesmo sem soltar um rabo de arraia, estes "Mestres" tem gingado dentro da verdadeira escencia da capoeira, utilizando desta poderosa arma de inclusão, beneficiando e tocando vários cidadãos que frequentam as universidades e salas de aula pelo mundo afora…
 
Tive a oportunidade de visitar um destes "Mestres" em abril do ano passado e pude participar em uma de suas aulas na Faculdade Jorge Amado, como era de se prever todo capoeirista sempre tem uma carta guardada na manga… e Acúrsio, soteropolitano "malandro" que é, aprontou das suas e me colocou de "saia justa" ou melhor de "calça curta" quando me convidou para participar de um debate em sala de aula com os alunos de seu curso e de uma palestra onde também participaram como convidados de honra, Angelo Augusto Decanio Filho, o Mestre Decanio e Jean Adriano, o Mestre Pangolin e Brisa (Ambos responsáveis pela organização do evento:FÓRUM DE CAPOEIRA DAS FACULDADES JORGE AMADO). O Tema para esta intervenção foi como é lógico a capoeira, a sua crescente abrangência na internet, as possibilidades e reflexões dentro do contexto da roda virtual e suas possíveis aplicações e responsabilidades, temo como exemplo o Projeto PORTAL CAPOEIRA.
 
Fiquei muito satisfeito e ao mesmo tempo surpreso pelo convite e pela forma carinhosa que o corpo docente e os alunos da universidade nos receberam e vivenciaram este evento. Outro fato que marcou esta experiência foi a presença dentre os alunos de um elevado número de capoeiristas, de varias faixas etárias. Na primeira palestra – debate, encontrei dentre os alunos um mestre de capoeira que para minha alegria participou de forma exemplar e interessada, cativando minha atenção e ao mesmo tempo servindo de ponte e exemplo aos alunos mais novos. Outra grata surpresa foi ter conhecido uma aluna da faculdade, cria do projeto CAMARADINHA, sob a responsabilidade de Mestre Jean Pangolin, que tem como principal objetivo a inclusão social e saber que através deste projeto ela e muitos outros "camaradinhas puderam ter acesso a escola e a educação.
 

Para terminar, deixo a dica para participação no FÓRUM DE CAPOEIRA DAS FACULDADES JORGE AMADO, o que sem dúvida será uma mais valia fundamental no processo de formação do "ser capoeira" e uma oportunidade de "gingar" na roda do conhecimento e do intercâmbio…

Luciano Milani

 
 
FÓRUM DE CAPOEIRA DAS FACULDADES JORGE AMADO
 
 
APRESENTAÇÃO:
 
 

A elaboração deste fórum é fruto da parceria estabelecida entre a FECARBA ( Federação de capoeira Angola e Regional da Bahia ) e as Faculdades Jorge Amado , que juntos darão o suporte pedagógico e técnico para realização deste evento, que tem como intuito principal o fortalecimento do elo de ligação entre a capoeira e a universidade, no sentido de proporcionar alguns esclarecimentos, com base científica, no que diz respeito à atividade física no processo de ensino-aprendizagem da capoeira, bem como suas relações no processo histórico e social, possibilitando desta maneira ampliar o nível de informação de profissionais que atuam nesta área.

 
 
JUSTIFICATIVA:
 

Este projeto se faz necessário pelo fato de possibilitar um maior intercâmbio entre os profissionais da área de capoeira e a universidade, dando continuidade ao projeto realizado anteriormente (I Fórum UFBa de Educação Física aplicada à capoeira/2001, Fórum Universitário para Capoeiristas da Bahia/2002 e Fórum Universitário de Capoeira/2003 / 2004) / 2005, possibilitando a ampliação de conhecimento por ambas as partes, tendo como produto final uma melhoria na qualidade do serviço prestado por estes profissionais na área de capoeira e um maior reconhecimento da comunidade universitária a respeito da capoeira.

 
 
OBJETIVOS:
 
Difundir a imagem do patrocinador através dos planos de mídia, merchandising e de promoção, associando a sua marca ao evento e aos elementos esportivos e culturais deste, além de:
 
 
 
– Promover a ampliação das informações dos profissionais da área de capoeira ;
 
– Discutir as contribuições das diversas áreas do conhecimento no processo de ensino-aprendizagem da capoeira ;
 
– Fortalecer o elo de ligação entre a cultura popular e a universidade ;
 
– Desenvolver propostas que venham melhorar a qualidade no ensino da capoeira;
 

– Promover seminários e vivências de capacitação para os indivíduos que atuam na área da capoeira e não fazem parte da graduação em Educação Física;

 
 
 
CLIENTELA:
 

Profissionais que atuam na área de ensino da capoeira e publico em geral.

 
 
METODOLOGIA:
 
A metodologia deste fórum, que acontecerá anualmente, se pautará em aulas expositivas e práticas que culminaram em um total de 15 horas, em que se distribuíram as seguintes disciplinas:

– Administração Institucional
– A capoeira e a sistematização do ensino
– Treinamento desportivo
– Capoeira infantil – jogos recreativos adaptados
– Socorros de urgência
– Disciplinas de áreas afins

 

 
 
 
TOTAL DE VAGAS:
 
400 vagas – Cursos – Faculdades Jorge Amado
 
5.000 Vagas – Vivencias e caminhada – Itapoan
 

ORGANIZACÃO:

Curso de Ed. Fisica das FJA e FECARBA

 
PROGRAMAÇÃO:

10/08 (SEXTA)- Faculdades Jorge Amado (Auditorio Zelia Gathai) 18h.
Credenciamento/Conferência de Abertura.
Palestras: Administração Institucional /
A capoeira e a sistematização do ensino.
 
11/08 (SÁBADO)- Faculdades Jorge Amado de 8h ás 12h.
Palestra: Socorros de Urgência / Treinamento Desportivo
Capoeira Infantil-Jogos recreativos adaptados.
Intervalo Faculdades Jorge Amado das14h ás 18h. Oficina
de Capoeira Angola / Oficina de Capoeira Regional.
Plenária de Encaminhamentos / Plenária Final.
 
12/08 (DOMINGO)- Caminhada em prol do Meio Ambiente.
Piatã (Antigo Casquinha de Sirí) á Lagoa do Abaeté 9h.
Vivencias Lúdicas / Atividades Sócias – Lagoa do Abaeté.

Abracos fraternos
Jean e Brisa

II Congresso Sulamericano Universitário de Cultura GUETO

CAMARÂ – Congresso Sulamericano da Cultura em São Salvador Bahia Brasil
 
A capoeira atualmente é uma das artes que mais cresce no Brasil e no mundo, estando presente em todas as unidades da federação brasileira e em mais de 120 países, o que faz com que a mesma esteja ganhando um espaço cada vez maior na mídia, firmando-se como um importante recurso para a construção de uma identidade saudável e cidadã, sendo assim a Associação Cultural G.U.E.T.O., instituição que já atua em mais de sete paises do mundo e vários estados do Brasil,vem propor:
 
O Congresso Sulamericano Universitário de Cultura GUETO/2006, que será um evento aglutinador de praticantes da capoeira e áreas afins, provenientes de todo território da América do Sul, no período de 28/08 a 10/09 de setembro, em Salvador e Chapada Diamantina – Bahia, promovendo palestras, festivais, cursos e vivências ministradas pelos maiores mestres desta arte no Brasil.
 
A elaboração deste congresso é fruto da parceria estabelecida entre a Associação Cultural GUETO, Colégio Oficina, Faculdades Jorge Amado e a Universidade do Estado da Bahia – UNEB, que juntos darão o suporte técnico-pedagógico para realização deste evento, tendo como intuito
principal o fortalecimento do elo de ligação entre a capoeira e a Educação formal, possibilitando um maior intercâmbio entre as culturas populares e a produção científica, enfocando o trabalho com a cultura corporal em escolas, o processo de ensino-aprendizagem da capoeira, bem como suas relações no desenvolvimento histórico e social, possibilitando desta maneira a ampliação do nível de informação dos profissionais que atuam nesta área.
 
PROGRAMAÇÃO DO EVENTO
 
Edição Salvador
 
28/08 – Segunda-feira
19h – Mostra de Cinema
Local: Faculdades Jorge Amado (Av. Paralela)
 
29/08 – Terça-feira
09h – Puxada de Rede
Local Praia do Corsário (Atrás do Restaurante Babagulla)
15h – Oficina de Capoeira
Local: Colégio Oficina (Miguel Navarro Y. Canizares, 423 – Pituba)
19h – Sessão de Cinema Brincapoeira
Local: Multiplex Iguatemi
 
30/08 – Quarta-feira
09h – Oficina de Capoeira Angola
Local: Sede da Associação Cultural Gueto
14h – Caminhada no Centro Histórico de Salvador
Local: Pelourinho
 
31/08 – Quinta-feira
09h – Oficina de Capoeira Regional
Local: Sede da Associação Cultural Gueto (Rua Marquês de Queluz, nº 9 –
Pituaçu, ao lado do estacionamento do Rest. Sal e Brasa)
19h – Palestra sobre Cultura Afro-Brasileira
Local: Faculdades Jorge Amado
 
01/09 – Sexta-feira
09h – Intercâmbio Técnico de Floreios
Local: Praia do Corsário
18:30h – Festival de Capoeira Interescolar e Show para – foclórico
Local: Aeroclube Plaza Show
 
02/09 – Sábado
08h – Batizado e troca de graduação Infantil
14h – Batizado e troca de graduação Adulto
Local: Teatro Jorge Amado ( Av. Manoel Dias da Silva, Pituba – UEC).
 
03/09 – Domingo
18h – Saída do ônibus para Livramento de Nossa Senhora
Local: Sede do GUETO
 
Edição Livramento
 
04/09 – Segunda
14h Conferência de Abertura/ Mestre Jean Pangolin e convidados
19h Roda e Apresentação Parafolclórica
Local: Praça Central de Livramento
 
05/09 – Terça
9h – Seminário de Formação Pedagógica/ Tema: O papel do "Mestre"
14h Curso Técnico Capoeira Regional
16h – Curso de Toques e Cantos
19h "Papoeira"/ Participação de grandes Mestres da Bahia
 
06/09 – Quarta
9h – Seminário de Formação Pedagógica / Tema: "Currículo e suas implicações"
14h Curso Técnico Capoeira Angola
16h – Curso de Toques e Cantos
19h "Caminhada Cultural"
 
07/09 – Quinta
9h – Batizado e Troca de Cordas – Livramento
16h Visita a Cachoeira do Fraga
19h – Roda e Apresentação Parafolclorica
Local: Praça Central de Rio de Contas
 
08/09 – Sexta
9h – Seminário de Formação Pedagógica / Tema: "História e Cultura
Afro-brasileira"
14h – Curso Técnico O jogo em "jogo" / Mestre Jean Pangolin
16h – Curso de Ritmos e Movimentos da Cultura baiana / Contramestre Brisa
19h Torneio de Capoeira dos "Camaradas" ( Aberto para graduados de corda
azul acima )
 
09/09 – Sábado
9h – Reunião Administrativa dos graduados do GUETO
14h – Visita ao Quilombo
 
10/09 – Domingo
10h – Batizado e Troca de Cordas – Rio de Contas
 
Associação Cultural GUETO
 
 

Roda na Sala de Aula

Cada vez mais se faz presente a nossa arte, dentro e fora das "rodas", no ambiente comum, no ambiente academico, nas ruas, praças palcos, academias e salas de aula, enfim nos 4 cantos do mundo…

Existem vários Mestres e Mestras que tem se aprofundado e se especializado nesta faceta capoeirística academica, como por exemplo mestre Luiz Renato, Mestre Falcão, Mestre Zulu, Mestre Jean Pangolin, Mestra Janja e tantos outros… Existem ainda aqueles "Mestres" que não são capoeiristas, mais que trabalham em prol da capoeiragem e mesmo sem dar um AÚ, mesmo sem soltar um rabo de arraia, estes "Mestres" tem gingado dentro da verdadeira escencia da capoeira, utilizando desta poderosa arma de inclusão, beneficiando e tocando vários cidadãos que frequentam as universidades e salas de aula pelo mundo afora…

Tive a oportunidade de visitar um destes "Mestres" em abril passado e pude participar em uma de suas aulas na Faculdade Jorge Amado, como era de se prever todo capoeirista sempre tem uma carta guardada na manga… e Acúrsio, soteropolitano "malandro" que é, aprontou das suas e me colocou de "saia justa" ou melhor de "calça curta" quando me convidou para participar de um debate em sala de aula com os alunos de seu curso e de uma palestra onde também participaram como convidados de honra, Angelo Augusto Decanio Filho, o Mestre Decanio e Jean Adriano, o Mestre Pangolin. O Tema para esta intervenção foi como é lógico a capoeira, a sua crescente abrangência na internet, as possibilidades e reflexões dentro do contexto da roda virtual e suas possíveis aplicações e responsabilidades, temo como exemplo o Projeto PORTAL CAPOEIRA.

Fiquei muito satisfeito e ao mesmo tempo surpreso pelo convite e pela forma carinhosa que o corpo docente e os alunos da universidade nos receberam e vivenciaram este evento. Outro fato que marcou esta experiência foi a presença dentre os alunos de um elevado número de capoeiristas, de varias faixas etárias. Na primeira palestra – debate, encontrei dentre os alunos um mestre de capoeira que para minha alegria participou de forma exemplar e interessada, cativando minha atenção e ao mesmo tempo servindo de ponte e exemplo aos alunos mais novos. Outra grata surpresa foi ter conhecido uma aluna da faculdade, cria do projeto CAMARADINHA, sob a responsabilidade de mestre Jean Pangolin, que tem como principal objetivo a inclusão social e saber que através deste projeto ela e muitos outros "camaradinhas puderam ter acesso a escola e a educação.

Para terminar gostaria de agradecer o apoio e da oportunidade de todo o corpo docente e dos alunos da Faculdade Jorge Amado, em Salvador, Bahia, pelo carinho, atenção e ao respeito pela capoeira e todas as manifestações agregadas a ela, direta ou indiretamente.

Abaixo deixo a leitura de um texto enviado pelo Professor Acúrsio, que fala mais um pouco desta vasta experiência que carinhosamente estamos apelidando de "RODA NA SALA DE AULA".

Luciano Milani

Mestre Decanio, Mestre Jean Pangolim, Professor Acúrsio Esteves, Milani e Alunos da Faculdade No último dia 31 de julho pela manhã, foi ministrada pelo prof. Acúrsio Esteves uma palestra sobre os aspectos históricos, sociais, educativos e inclusivos da capoeira, nas dependências das Faculdades Integradadas da Bahia – FIB, Salvador. Os alunos foram 15 professoras e professores do ensino médio que lecionam a disciplina Estudos Sociais no estado de Geórgia – EUA. Eles participam de um programa de capacitação sobre o Brasil, estão tendo aulas de português desde janeiro e tiveram um mês de seminário sobre a nossa história.

A organização do evento é do Comitê Pernambuco-Georgia, coordenado pelo prof. Tibério Monteiro do corpo docente da Faculdade de Olinda – FOCCA, Pernambuco. Este intercâmbio é uma iniciativa da Universidade de Pittsburgh, Departamento de Estudos Latino-Americanos, que visa contribuir para o treinamento de professores que querem se familiarizar com a cultura e a história do nordeste brasileiro.

Mestre Decanio, Mestre Jean Pangolim, Professor Acúrsio Esteves, Milani e Alunos da FaculdadeAqui em Salvador, além da manhã de capoeira eles também tiveram a oportunidade de conhecer alguns aspectos da obra de Jorge Amado, que não raro tem a nossa capoeira e outros temas populares como tema. Segundo o prof. Esteves, o grupo apresentou um alto grau de interesse sobre o tema discorrido, que se traduziu em diversas perguntas durante a aula e a aquisição de material bibliográfico específico.

Durante a tarde, acompanhado do capoeira Passarinho, filho do prof. Acúrsio, o grupo foi ao Pelourinho conhecer o Projeto Axé que acolhe crianças em risco social e lhes oferece várias atividades educativas inclusive a arte de Bimba e Pastinha.
 

Congresso de Cultura GUETO

Congresso de Cultura GUETO

“Dialogando com a velha guarda”

Cronograma do evento

(Passível de modificação)

05/09 (SEG) : – 09:30: Dialogando com a velha guarda da A.B.C.A.

Local: Forte da Capoeira (Forte de Santo Antônio Além do Carmo – Santo Antônio)

– 14 h: Capacitação para profissionais de capoeira: A Pedagogia na Educação infantil

Facilitadora: Alba Peixoto Bezerra

– 19h: Conferência de abertura “Capoeira: esportivização, espetacularização e mercadorização” e palestra “O corpo: prisão ou libertação”

Facilitador: Acúrsio Pereira Esteves e Ubiratan Menezes

Local: Assoc. Cultural GUETO (R. Marquês de Queluz, n.09, Pituaçú, tel. 3363.4342)

06/09 (TER): – 15 h: Visita à sede da FUMEB (Mediadores: Mestre Nenel, Cafuné, Boinha e outros) Local: FUMEB – Fundação Mestre Bimba (Pelourinho)

– 19 h: Dialogando com a Velha guarda de Santo Amaro

Local: Sede do GUETO

07/09 (QUA): – 09 h: Dialogando com a Velha guarda Soteropolitana

Local: Sede do GUETO

– 11 h: Roda de Capoeira na praia do Corsário (atrás do rest. Babagulla/antigo Porcão)

– 15 h: Vivência “Brincando de Capoeira”

Facilitador: Prof. Antônio Bahia (UFBa / FJA / UNIME)

Local: Sede do GUETO

08/09 (QUI) : – 15 h: Capacitação para profissionais de capoeira “A organização e administração de grupos e eventos de capoeira”

Local: Sede do GUETO

– 18 h: Sessão de Cinema Infantil

Local: Cine Multiplex Iguatemi

– 20 h: Mesa redonda “O capoeira na universidade”

Convidados: Mestres Afonsinho, Zambi e Risadinha

Local: Auditório Zélia Gatai – Faculdades Jorge Amado (Av. Paralela)

09/09 (SEX): – 19 h: Roda oficial do Congresso e Show Parafolclórico

Local: Aeroclube Plaza Show (Praça do DJ)

10/09 (SÁB): – 09 h: Batizado e Troca de Cordas / Infantil

Local: Teatro Jorge Amado (Av. Manoel Dias da Silva, s/n, Pituba)

– 17h: Mostra dos trabalhos acadêmicos da disciplina Capoeira do curso de Licenciatura em Educação Física / Faculdades Jorge Amado

Batizado, Troca de Cordas, Formatura e Homenagem a “Velha Guarda”

Local: Forte da Capoeira

– 22 h: Lual de Confraternização

Local: Cabana da Maria – Praia do Corsário