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O Sabor do Saber Ancestral

Uma semana de degustação dos fundamentos profundos da cultura afro-brasileira. É o que propõe o evento “O Sabor do Saber Ancestral”, realizado pela ACANNE de 19 a 24 de Novembro de 2012. O encontro conta com oficinas de capoeira angola, dança afro e percussão, samba de roda, palestras e vivências. Dentre as atividades da semana, há lançamentos de livro e de filme, participação na Caminhada da Liberdade (com o Ilê Aiyê) e uma feijoada religiosa de obrigação a Ogum.

Este ano, o evento conta com a participação de três mestres: Renê Bitencourt (ACANNE), Cláudio Costa (Angoleiros do Sertão) e Lua Rasta (Bando Anunciador da Capoeira Angola de Rua), além de oficina de dança afro com Vânia Oliveira e performances poéticas com Jocelia Fonseca.

Os participantes podem ficar hospedados na sede do grupo, que fica no Largo Dois de Julho, a cinco minutos do Pelourinho, no coração do Centro Histórico de Salvador.

Venha provar desse axé!!!


Publicada por Blogger em ACANNE – Associação de Capoeira Angola Navio Negreiro

O Sabor do Saber Ancestral 2011

O Sabor do Saber Ancestral 2011 – Sob o olhar da mandinga

O Sabor do Saber Ancestral surgiu a partir de uma feijoada de obrigação religiosa, consagrada anualmente a Ogum. Realizada desde os primórdios do grupo, a feijoada gradualmente transformou-se em um evento que abrange uma semana de oficinas, rodas, palestras, exibição filmes e vivências, tendo como fio condutor a relação entre a ancestralidade, a cultura, as lutas e valores civilizatórios de matriz africana.

Este ano, o tema do evento será “Sob o olhar da mandinga”. A palavra mandinga é uma herança dos mandinka, povo africano islamizado descendente do Império Mali, conhecido no Brasil por suas práticas místicas/religiosas (o uso de versos do alcorão em bolsinhas amarradas ao peito originou os atuais patuás). O termo passou a significar popularmente, feitiço, magia. Na capoeira, mandinga não significa apenas a malícia, o engodo, a capacidade de ludibriar o camarada com o corpo, mas remete ao lado oculto da capoeiragem. Ao segredo, aos cuidados e preceitos para com o corpo, à ligação com as religiões de matriz africana, à capacidade sutil de manipular energias. Sob o olhar da mandinga é um convite à vivência e reflexão desse místico universo cultural afro-brasileiro, uma degustação d’O Sabor do Saber Ancestral.

 

O Sabor do Saber Ancestral 2011 Sob o olhar da mandinga

ACANNE: 25 anos de resistência!

Esse evento é também um marco de comemoração dos 25 anos da Acanne, um dos grupos de capoeira angola mais antigos da Bahia. A Acanne foi fundada em 1986, na Fazenda Grande do Retiro, em Salvador, pelo Mestre Renê Bitencourt. Discípulo do saudoso Mestre Paulo dos Anjos, herdeiro da linhagem de Canjiquinha e Aberrê, Renê destacou-se como um dos protagonistas na articulação política da capoeira angola nas décadas de 80 e 90, ajudando a conceber e organizar os históricos Encontros Mestre Paulo dos Anjos, em Mar Grande, Itaparica, além do movimento Capoeira Solidária, em Salvador.

A Acanne foi responsável pela criação de uma coluna semanal de capoeira no jornal A Tarde, entre 1987 e 1993, que divulgava eventos da capoeiragem de toda a cidade. Em 1987, liderou o processo de criação da ABCA – Associação Brasileira de Capoeira Angola, e a partir da década de 90 organizou os lendários Encontros dos Guardiões da Capoeira Angola da Bahia, reunindo a velha-guarda dessa rica manifestação cultural afro-brasileira.

Por volta de 2000 o grupo mudou-se para a atual sede no Largo 2 de Julho, mantendo uma base na Fazenda Grande, onde realiza atividades de arte-educação com crianças e adolescentes. A Acanne também mantém núcleos em Porto Alegre, Erexim e Passo Fundo (RS); Poços de Caldas (MG); Tunapuna (Trinidad e Tobago); Phoenix (EUA) e Paris (França). Em Salvador, o grupo realiza anualmente dois eventos principais: O Sabor do Saber Ancestral e o Pra Contar Certo Tem Que Ver de Perto, um ciclo de vivências, palestras e oficinas que acontecem no mês de Julho visando trazer capoeiristas de todo o mundo pra conhecer os mestres antigos em seu ambiente cultural, incentivando a permanência destes na Bahia.

 

 

“QUANDO A CAPOEIRA NÃO PERDE RAIZ ELA INTROJETA LIÇÕES, FAZ MESTRES E DEIXA LEGADO”

MESTRE RENÊ BITENCOURT

Curta sobre cultura afrobrasileira faz avant premiere em encontro de Capoeira Angola

“ANGOLA: Capoeira Ancestral” 

O curta metragem “ANGOLA: Capoeira Ancestral” terá sua avant premiere na próxima quinta-feira, dia 07 de abril, às 13h, durante o 3º Encontro Nacional de Capoeira Angola. Ele será reexibido na sexta-feira, dia 08, no mesmo horário. O encontro, que acontece entre 5 e 9 de abril, na Funarte, com entrada franca, é realizado pelo Grupo Iuna de Capoeira Angola, com os recursos do Fundo Municipal de Cultura. Com rodas, palestras, seminários, oficinas de Capoeira Angola e mostras de filmes, o evento vem sendo realizado desde 1999 e tornou-se referência para a comunidade capoeirística de Minas Gerais.  Nesse ano serão homenageados os mestres Cavalieri, Boca e Dunga e vindos diretamente de Santo Amaro da Purificação, Recôncavo Baiano, os mestres Felipe e Ivan, e Mestre Lua, de Salvador. Confira a programação completa em http://grupoiuna.blogspot.com/.


SINOPSE: Apertem os cintos! Vamos embarcar numa viagem para o passado. O nosso passado, o do povo brasileiro e da capoeira angola. Um passado bem antigo, de bem mais de 400 anos atrás, quando começaram a chegar ao brasil os primeiros negros africanos. Visitaremos a áfrica antiga, as fazendas de cana da bahia, o quilombo do palmares, zumbi e o rei ganga zumba em alagoas. O trabalho duro nos portos de recife. No recôncavo baiano conheceremos o besouro de macangá, o samba e política das vilas e favelas no rio de janeiro, com suas “maltas” de capoeiristas. Veremos que o governo do brasil republicano teve medo da organização do negro liberto e por isso fez da capoeira um crime. E veremos, principalmente, que o povo negro é lindo! Que nossa liberdade não tem amarras, nem fronteiras. Ainda mais quando se sabe valorizar a sua cultura e a sua herança ancestral.


DESTAQUE: CRIANÇAS PRODUZIRAM A ANIMAÇÃO


O documentário é um dos oito produtos culturais do DVD “PAZ NO MUNDO CAMARÁ: a Capoeira Angola e a volta que o mundo dá”, co-produzido pela Associação Cultural Eu Sou Angoleiro e ATOS Central de Imagens. “ANGOLA: Capoeira Ancestral” é resultado da Oficina de Animação e Contação de Histórias, da qual participaram dez crianças do programa Escola Integrada da E. M. Hugo Werneck (comunidade do Morro do Cascalho, bairro Morro Alto, Belo Horizonte, MG). Eles foram selecionados para ajudar a construir uma parte da narrativa do documentário “PAZ NO MUNDO CAMARÁ: a Capoeira Angola e volta que o mundo dá” e criaram cenas que remontam 400 anos da Capoeira no Brasil. A oficina atuou como uma ferramenta de resgate dessas memórias não registradas e um instrumento de interação e reflexão social. O projeto tem o patrocínio do Prêmio Capoeira Viva, Governo de Minas, Fundo Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, BDMG, Petrobrás e Governo Federal; foi desenvolvido em parceria com o Ponto de Cultura Flor do Cascalho e a Casa Civil da Presidência da República; com o apoio do Pão de Queijo Notícias, Instituto Caribé e Gegê Produções.


PRÉ-LANÇAMENTO do DVD “PAZ NO MUNDO CAMARÁ: a Capoeira Angola e a volta que o mundo dá”


A avant premier do curta “ANGOLA: Capoeira Ancestral” integra as atividades de pré-lançamento do DVD “PAZ NO MUNDO CAMARÁ: a Capoeira Angola e a volta que o mundo dá”. Ele é o resultado de seis anos de trabalho e envolvimento da comunidade capoeirística angoleira de cinco estados brasileiros.

PAZ NO MUNDO CAMARÁ em números:
6 anos de produção;
Mais de 40 profissionais envolvidos;
5 estados pesquisados;
58 locações (15 MG, 25 RJ, 12 BA, 5 PE, 1 AL);
51 entrevistados: 25 mestres de capoeira angola;
18 mestres da cultura popular/agentes culturais;
8 pesquisadores;
25 alunos tiveram contato com o mundo audiovisual

Com 35% das verbas reais Realizamos 70% de nossos objetivos. 

Conteúdo do DVD:http://paznomundocamara.blogspot.com/

EDIÇÃO LIMITADA. Faça logo sua reserva:falecom@atosimagens.com.br

CONTEÚDO DO DVD: 
8 PRODUTOS CULTURAIS

VIDEOS:

1) “PAZ NO MUNDO CAMARÁ: a Capoeira Angola e a volta que o mundo dá” Documentario televisivo (52 minutos, Brasil: RJ, BA, PE, AL e MG); 
2) “PAZ NO MUNDO CAMARÁ: a Capoeira Angola e a volta que o mundo dá- Minas Gerais”, Curta metragem (19 minutos, Minas Gerais) – produzido pelos alunos da Oficina de Produção Audiovisual “Documentos de Si”;
3) Making Off da Oficina de Produção Audiovisual “Documentos de Si”– 13 capoeiristas capacitados em Audiovisual – 4 min;

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FOTOS: 

4) Fotos de Cena (Still) no Brasil;
5) Referências Pesquisa Histórica;
6) Pesquisa iconográfica Arquivo Nacional; 

TEXTOS

7) Revista Angoleiro é o que Eu Sou!;
8) Encarte- Resumo da Pesquisa in loco em MG, BA, RJ, PE e AL sobre a capoeira angola no Brasil.

Conheça os outros sete produtos culturais do projeto:http://paznomundocamara.blogspot.com/

Esse projeto recebeu o Prêmio Capoeira Viva e possui patrocínio do Fundo Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, BDMG, Governo de Minas, Petrobrás e Governo Federal. Foi desenvolvido em parceria com o Ponto de Cultura Flor do Cascalho e a Casa Civil da Presidência da República e possui apoio do Pão de Queijo Notícias, Instituto Caribé e Gegê Produções.

SERVIÇO


EVENTO:  Avant premiere do curta metragem “ANGOLA: Capoeira Ancestral” durante o 3º Encontro Nacional de Capoeira Angola

DATA: 7 e 8 de abril de 2011

HORÁRIO: 13h

LOCAL: FUNARTE,  R. Januária, 68, Floresta / BH/MG

INFORMAÇÕES: (31) 3483-5301 / 4063-9822

LINKS: http://paznomundocamara.blogspot.com/
www.atosimagens.com.br
www.eusouangoleiro.org.br
http://grupoiuna.blogspot.com/

Capoeira REDE SOCIAL e preservação

Não devemos nunca esquecer que a capoeira vem do oprimido, desfavorecido e excluído, é arte que representa a vitória e valorização de uma cultura antes marginalizada, escravizada e violentada. Todos temos por obrigação valorizar essa arte. Viver bem e aproveitar tudo que ela possa nos proporcionar como modo de vida e até mesmo profissão, isso não é ofensa, afinal muitos lutaram no passado para que pessoas como eu por exemplo pudessem viver no exterior, constituir família, ajudar parentes, e poder ter acesso a bens de primeiras necessidades ou até os tidos como fúteis.

Acho que Ofensa é aproveitar tudo o que de bom ela tem para oferecer (Não falo aqui apenas das lideranças de grupos, mas dos seus alunos também) e esquecer sua origem e seu valor ancestral, se cada um compreender isso, pensará que ela deve retornar das faculdades, academias de luxo, escolas e das classes com mais condições educativas, financeiras e sem problemas de alimentação e emprego para estender a mão para a enorme quantidade de pessoas ainda no esquecimento social e violentadas de diversas maneiras pelas concepções e velocidade da sociedade moderna.

Um grupo de capoeira pode muito bem formar ideais de acção social, pode ser interventivo de forma direta nos problemas sociais, essa é uma tarefa difícil para qualquer liderança que queira lançar mão a obra neste aspecto, pois é um exercício que demora e custa muito, e que para entrar nas mentes e principalmente na atitude das pessoas que nos cercam nem sempre é passivo, temos de estar preparados para os avanços e recuos, para as vitórias e decepções, mas quando se acredita nesse tipo de ideal, mais cedo ou mais tarde a coisa acontece.

Claro que existem milhares de maneiras em que um grupo de pessoas pode ajudar, ou melhor ainda, um grupo de capoeira, por exemplo, em toda roda de capoeira pode-se pedir para os nossos praticantes trazerem um quilo de alimento e reverter os mesmos para projetos comunitários, podemos pedir roupa, remédios ou donativos financeiros, podemos dar aulas de graça em comunidades, participar com os alunos no apoio aos sem abrigos, fazer parte das mais diversas campanhas de intervenção Social, para ajudar basta querer.

Devemos também lembrar e procurar valorizar os Mestres mais antigos, os produtores culturais populares e retribuir sem pensar duas vezes, seja de que forma for, sempre que eles precisem, porque se eu assim como muitas lideranças devemos muito do próprio sucesso do trabalho a si mesmos, devemos muito mais a esses velhos Mestres. Vamos ainda, para que nossa arte possa continuar a possuir o valor ancestral, dizer não a cópia de CD´s da cultura que destrói a sobrevivência e produção da nossa arte, diga não ao aproveitamento das limitações financeiras de muitos Mestres para acender a “Mestrias” ou ter acesso ao saber e o aproveitamento deste mesmo saber sem nenhum tipo de escrúpulo, diga não em viver depreciando todos os que não fazem parte dessa onda de estética, cultura do corpo, e a dita “Técnica”, diga não a um único modelo musical da moda que sufoca o improviso o aprendizado oral e a diversidade que sempre existiu na capoeira, diga não a tentação do crescimento fácil na integração desmedida de “professores ou não” para poder ter mais uma bandeira de país anexada ao símbolo, como se tratasse de um vitória mas que na verdade simboliza a diluição da ligação ancestral do aluno com o Mestre e uma total falta de ética para com o outro Mestre, pelo menos ligue para ele antes, diga não a filiação por telefone, Internet, fax, Pombo-correio e sinal de fumo, diga não a falta de ética, falta de frontalidade e de respeito ao próximo, diga sim a uma roda de boa energia e a produção cultural, a ferramenta social e a entre ajuda, a rede da capoeira diversificada e a todos os que lutam por um mundo melhor, mesmo que seja esse pequeno grande mundo chamado capoeira.

Axé!!

C. Mestre Marco Antonio

“A mão que ajuda é mais sagrada que a boca que reza” Magnata

ACANNE: Inalguração Centro Cultural Rene Bitencourt

Consciente da importância da capoeira para a população do Rio Grande Do Sul, bem como para a comunidade de Porto Alegre, eu, mestre Rene, como guardião  da memória ancestral da capoeira angola e por comungar da luta dos grupos que dera início a esse trabalho, formando uma diversidade capoeirística, venho como esses, somar o trabalho, dispondo da identidade da ACANNE, cuja herança ancestral adquirida dos mestres: Canjiquinha, Aberrê e Paulo Dos Anjos, que alicerça o jeito de ser, através do centro cultural mestre Rene Bitencourt, que tem como objetivo, promover atividades culturais, isto porque: Quando a capoeira não perde raiz ela introjeta lições, faz mestres e deixa legado

 

O SABOR DO SABER ANCESTRAL

 

Publicada por ACANNE em ACANNE – Associação de capoeira angola navio negreiro

Paulo dos Anjos: Autoridade Ancestral

Paulo dos Anjos Autoridade Ancestral que alicerça um jeito ACANNE de ser!

Mestre Paulo dos Anjos, se ainda neste mundo, completaria em 15 de Agosto 73 anos de caminhada sobre a terra. Há uma década no plano dos ancestrais, continua iluminando os guerreiros de angola em sua luta por libertação.

Marcando este importante momento, a Associação de Capoeira Angola Navio Negreiro realiza o evento Paulo dos Anjos: Autoridade Ancestral que alicerça um jeito ACANNE de ser!

 

As oficinas de capoeira angola são gratuitas para não capoeiristas e têm a intenção de sensibilizar pessoas para a prática desta rica manifestação cultural, despertando sua herança adormecida.

A família Acanne presta reverência a seu antepassado e convida tod@s a participarem desta semana de vivências e homenagens.

 

PROGRAMAÇÃO:

  • 10/08, Segunda, 19h – Oficina de Capoeira Angola com o Mestre Renê Bittencourt; Bate-papo sobre a vida e os ensinamentos do Mestre Paulo dos Anjos.
  • 12/08, Quarta, 19h – Oficina de Capoeira Angola com o Mestre Renê; Exibição de vídeos sobre o Mestre Paulo dos Anjos.
  • 14/08, Sexta, 19h – Roda de Capoeira Angola em homenagem ao Mestre Paulo dos Anjos; Samba de Roda e coquetel de frutas

 

 

Todas as atividades acontecerão na sede da Acanne: Rua do Sodré nº 48 Largo 2 de Julho, Salvador-BA.

ACANNE: Comemoração do Aniversário do saudoso Mestre Caiçara

IEEEEÊ MANDIGUEIRO SOU EU!
São duas velas acesas,uma cova cavada,entra eu ou você.Vou pedir licença a morte,para jogar. Só basta nós morremos,colega velho,no dia que Deus quiser.
Mestre Caiçara

Na sexta-feira, dia 08 de maio, os berimbáus da ACANNE terá um motivo maior para ecuar mais intensamente, vamos comemorar o anivérsário do saudoso mestre Caiçara, nascido em 08 de maio de 1924 e que faria 85 anos.”Ancestral” discípulo do mestre Aberrê e padrinho da ACANNE, nos ajudará a celebrar este dia.

No entanto, vocês estão convidados para a nossa roda que será seguida de samba e posteriormente, da nossa mesa de frutas.
Tel: (71)9146-5999

ORIXÁS

 Deus, Divindades e Poder Ancestral
 

onde se discorre a respeito da concepção de Deus e da etimologia da palavra orixá; apresentam-se dados sobre algumas das principais divindades do panteão iorubá e sobre o Poder Ancestral….

 

 

Para baixar e ler todo o conteúdo desta publicação, clique aqui

A LENDA DOS ORIXÁS

 "As lendas africanas dos orixás"

Um balalaô me contou:
"Antigamente, os orixás eram homens.
Homens que se tomaram orixás por causa de seus poderes.
Homens que se tomaram orixás por causa de sua sabedoria.
Eles eram respeitados por causa da sua força
Eles eram venerados por causa de suas virtudes.
Nós adoramos sua memória e os altos feitos que realizaram.
Foi assim que estes homens se tomaram orixás.
Os homens eram numerosos sobre a terra.
Antigamente, como hoje,
muitos deles não eram valentes nem sábios.
A memória destes não se perpetuou.
Eles foram completamente esquecidos.
Não se tomaram orixás.
Em cada vila um culto se estabeleceu
sobre a lembrança de um ancestral de prestígio
e lendas foram transmitidas de geração em geração
para render-lhes homenagem."

 

Pierre Fatumbi Verger e Carybé