Blog

apresentações

Vendo Artigos etiquetados em: apresentações

Rio de Janeiro: Berimbau com sotaque

A roda de capoeira já estava armada na área externa da Academia Bamp, no Recreio, quando a equipe do GLOBO-Barra chegou. O professor Marcelo Santos, mais conhecido como Pulmão, logo nos perguntou: “Dos que estão com os instrumentos na mão, quem é o sérvio?”. Na quinta tentativa, desistimos. Aqueles gringos só tinham a Sérvia, no passaporte. O ritmo e o gingado são brasileiros. Sem sombra de dúvidas.

Mas essa brasilidade toda não começou naquele jogo, entre martelo,meia-lua e voo do morcego. O trabalho de Pulmão na Sérvia já dura seis anos. Lá, ele tem mais de 150 alunos que não só aprendem a jogar capoeira, como também fazem aulas de português. Em novembro do ano passado, o mestre promoveu a Semana Cultural Brasileira na Sérvia e levou 40 brazucas para lá. O evento contou com jogos de capoeira; apresentações de forró, frevo, maculelê e samba; e degustação de comidas típicas. A história deu tão certo que agora ele recebe 12 sérvios para conhecer o que o Brasil tem. Para ler mais sobre a experiência dessa turma aqui no Rio, acesse o GLOBO Digital – só para assinantes. Abaixo, assista a roda de capoeira que eles jogaram no Recreio.

Fonte: http://oglobo.globo.com/

Caminhada abre I Semana sobre Drogas na orla de João Pessoa, no sábado

O Governo do Estado, através do Programa Estadual de Políticas sobre Drogas (PEPD/PB), realizará de 12 a 19 deste mês, a I Semana Estadual de Ações Educativas sobre Drogas. O evento tem o objetivo de mobilizar a Paraíba em discussões, reflexões e atividades de prevenção às drogas, alertando sobre o perigo que o uso indevido de substâncias químicas representa para a sociedade. A I Semana terá a participação das diversas secretarias estaduais e parceiros da sociedade civil organizada. A abertura ocorrerá no próximo sábado (12) com uma caminhada na praia do Cabo Branco, em João Pessoa. 

A concentração da caminhada começa às 7h, em frente à Fundação Casa de José Américo (FCJA), na Avenida Cabo Branco. Este primeiro momento contará com participações especiais, tais como o humorista ‘Zé Lezin’, palhaços animadores da Arretado Produções, e apresentações de grupos de capoeira, coordenados pelo Fórum de Capoeira. Antes da largada, o alongamento será comandado pelo Projeto Caminhar com Segurança, da Polícia Militar. 

Todo o percurso, com destino ao Busto de Tamandaré, será acompanhado por um trio de forró e apresentações de taekwondo, do grupo FPT Taekwondo. Na chegada, será oferecido um café da manhã, com mesa de frutas para os participantes, ao som de Oliveira de Panelas e diante de várias apresentações de capoeira. 

No Busto de Tamandaré, também serão oferecidos serviços da Secretaria de Saúde, a exemplo de aferição da pressão arterial e exames de glicemia, e distribuídos materiais educativos de prevenção e combate às drogas. Um ato ecumênico encerra a atividade. 

Mobilização – ‘Os efeitos da droga não prejudicam só o usuário’. Esse é o slogan do material informativo do PEPD/PB e da I Semana Estadual de Ações Educativas sobre Drogas, levantando uma reflexão sobre as consequências devastadoras do uso inadequado das substâncias psicoativas. 

O gerente do PEPD/PB, Deusimar Guedes, informa que a campanha de prevenção e combate às drogas terá caráter permanente, “mas a realização de uma semana de atividades será importante para atrair a atenção da sociedade e mobilizar os cidadãos, convidando-os a oferecer sua parcela de contribuição no enfrentamento ao grave problema que é o consumo indevido de drogas”. 

Ele ressalta que a colaboração da população é essencial nessa luta. “Precisamos do apoio de toda a sociedade para conseguir superar esse fenômeno que vem se agravando, destruindo jovens, adultos e suas famílias”, explica Deusimar, comentando que as diversas instituições parceiras do PEPD/PB participarão ativamente em todo o Estado da I Semana Estadual de Ações Educativas sobre Drogas, a exemplo de várias entidades religiosas, do Conselho Municipal Antidrogas de João Pessoa/PB, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Maçonaria, Fórum de Combate à Corrupção (Focco), Movimento pela Paz (MOVPAZ), entre muitas outras.

Assessoria

Mais Informações: http://www.joaopessoa.pb.gov.br/

Fonte: http://www.clickpb.com.br/

Acre: Projeto Capoeira Comunitária

Há algum tempo que venho presenciando o belíssimo trabalho educacional da Policia Militar com a juventude Xapuriense, desde a instalação do Proerd nas escolas de ensino fundamental, com o intuito de uma educação ante-drogas, até à ações de educação social com grupos de jovens religiosos, o que merece ser creditado ao Capitão Denílson grande empenho nessas ações, que para quem o conhece é sabedor de seu interesse no trabalho preventivo à ação peculiar do policiamento.
O trabalho com maior visibilidade nesse conceito de Policia da Família, é o Projeto Capoeira Comunitária que é coordenado pelo PM Serismar Vasco, e tem como patrocinadores e colaboradores a Fundação Elias Mansour, Prefeitura Municipal de Xapuri e empresas locais como o Comercial Duarte e o grupo de Capoeira Senzala. Destaca-se nesse projeto o grande alcance social para as crianças envolvidas, já que na sua grande maioria são de áreas de eminente risco social o que vem de forma indubitável consagrar a importância da realização do mesmo.
Nas apresentações em que fui convidado a estar presente pude presenciar o carinho com que as crianças são tratadas por todos os orientadores daquele grupo e em especial ao PM Serismar, que realmente vestiu a camisa do projeto e não somente ele como sua esposa sempre presente nas apresentações a Profª Leila Vasconcelos e o filhote Gabriel. É bom perceber do Coordenador que além de sua atribuição na como Representante da PM na coordenação do grupo o mesmo ama o que faz, o que torna uma combinação perfeita para o sucesso do trabalho.
Read More

Um novo patrimônio cultural

IPHAN mostra desejo de tombar tradicional festa, que encerrase hoje, na Granja

“Existe o desejo de se criar o grupo de trabalho para reivindicar o PATRIMÔNIO IMATERIAL cultural da Folia de Reis.” Esta foi a conclusão a qual chegou o coordenador-geral da Secretaria de Identidade e Diversidade do MINISTÉRIO DA CULTURA (MinC), Marcelo Manzatti, ao prestigiar o décimo Encontro de Folia de Reis do DF.

Segundo ele, a iniciativa precisará ser difundida entre os participantes do evento. “A maioria dos foliões desconhecem essa política do Instituto do PATRIMÔNIO HISTÓRICO e Artístico Nacional (IPHAN)”, pondera o antropólogo.

É com esse clima de debates calorosos que a 10ª edição do encontro de Folia de Reis do Distrito Federal encerra suas atividades, hoje, na Granja do Torto. Com uma PROGRAMAção que inclui desde oficinas de construção de rabeca – instrumento precursor do violino – até apresentações de duplas caipiras, o encontro incluiu uma roda de prosa onde temas como as políticas públicas para as folias e manifestações agregadas (tradicionais) foram discutidos entre mestres de folia, representantes do MinC, Secretaria de Turismo do DF e Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater).

Sobre a proposta de transformar a manifestação em PATRIMÔNIO IMATERIAL, Fred Maia, assessor do MINISTRO da CULTURA, JUCA FERREIRA, acrescenta ainda que um registro como esse custa em média R$ 200 mil. “Esse tipo de afirmação é muito importante para a CULTURA popular e merece uma atenção especial”, reconhece.

Em comparação com a última edição, esse encontro sofreu desfalque considerável pois não pôde contar com o patrocínio esperado para custear o evento e, portanto, contou com recursos reduzidos. “Passamos 20 dias pedindo para os grupos de outros estados para não vir, porque não temos mais estrutura para receber ninguém e faz parte da tradição, como anfitriões, oferecer alimentação e pousada. Escolhemos então só as 20 folias mais expressivas dos dez anos de evento para receber a ajuda de custo de R$ 2 mil”, detalha Volmi Batista, idealizador do encontro.

Com grupos de Minas Gerais, Tocantins, Santa Catarina, Bahia, Goiás e Distrito Federal, o evento reuniu cerca de mil pessoas, entre catireiros, violeiros, religiosos e fãs da CULTURA popular. Do DF e Entorno, estiveram presentes as folias de reis de Brazlândia, Estrela Guia, Minas Brasília, João Timóteo, Saudade do Interior, Reis Pedregal, Unidos na Fé e Reis Cristalina.

Tradição à moda da viola

As melodias arrastadas tiradas das violas capiras se espalham por todos os lados no Encontro Nacional de Folias de Reis do DF. Ora puxadas para o xote nordestino, ora rememorando as toadas gaúchas, o som se mistura às apresentações de catira e aos batuques baixinhos e ritmados típicos do interior.

Grandes nomes como Almir Sater, Pena Branca e Inezita Barroso estiveram presentes em edições anteriores do evento. Este ano, algumas das atrações ficaram por conta de Renato Teixeira e a dupla Zé Mulato e Cassiano, que embalam uma congregação de tradição religiosa. “Existe uma grande confusão no DF sobre o que significa a folia, não se trata só das apresentações no palco e sim da importância das trocas de devoção e tradição”, acredita o organizador, Volmi Batista.

O violeiro e organizador da folia Saudade do Interior de São Sebastião, Sebastião José Borges prestigiou o encontro em todos os seus dez anos. “Eventos como esse são importantes para mostrar aos foliões as diversas origens do credo deles, além de aprender com as folias dos outros estados”, acredita.

Uma das atrações mais importantes da festa são os Três Reis Magos, interpretados há dez anos pelos atores Valterismar Maciel, Junior Lima e Márcio Braga. “Somos devotos e abrimos todas as folias. Buscamos sempre fazer as apresentações com muita fé, buscando seguir as tradições que mesmo não estando presente oficialmente na Bíblia, fazem parte dessa festa”, conta.

Famílias completas, companheiros de fé com terços enrolados nos punhos dançam, cantam e se emocionam com cânticos que relatam a Anunciação, o Nascimento de Jesus e claro, o trajeto dos Reis Magos. Em meio a toda essa cena, muita comida típica é servida. Galinhada, pamonha, acarajé e carne de porco com mandioca são algumas das delícias que os violeiros comem no restaurante rústico instalado no espaço.

Natural de Patos de Minas (MG) o mestre de folia Baltazar José de Souza se emociona ao falar com a reportagem do Jornal de Brasília sobre sua história com a folia. “A gente canta o que vem na mente, o que sente ao ver o presépio. Me arrepio com isso desde os 8 anos”, relata.

Saiba +

Cada folia tem sua “divisa”. É uma espécie de marca registrada que serve para identificar os grupos. A divisa pode ser um lenço colorido, uma toalha e até um broche.

De todas as folias presentes no encontro duas chamaram atenção por serem exclusivamente femininas, a de Goiás e a Coromandel, de Minas Gerais.

Uma segunda edição comemorativa dos dez anos do encontro será realizada no mês de julho. Na mesma época Brasília será sede de um grande Fórum de Cultural Popular, que compreenderá a Folia de Reis.

Comunicação SID/MinC

Telefone: (61) 2024-2379
E-mail: identidadecultural@cultura.gov.br
Acesse: www.cultura.gov.br/sid

Cultura afro é destaque de debates e apresentações

Valorizar a contribuição imprescindível da raça negra na cultura local e difundir a integração social de grupos afros no município. Com este propósito, a cidade festejou a etnia de destaque em todo o país por sua bagagem cultural, comemorando o Dia da Consciência Negra no último sábado.

Engajado às comemorações nacionais alusivas a data, o município de Parnamirim foi palco de manifestações culturais e debates com a realização do Fórum de Música e Cultura Afro, no auditório da Escola Municipal Augusto Severo.

Apresentações culturais exaltando a diversidade criativa da raça negra, além de propostas de valorização de uma etnia que compõe de forma predominante a história da sociedade brasileira, foram foco de debates, em que representantes da comunidade quilombola Moita Verde, secretários municipais, vereadores, integrantes de grupos de capoeira do município e da Bahia estiveram presentes.

Como porta-voz da comunidade Quilombola, Silvana dos Anjos, representante de Moita Verde, revelou entusiasmo pela realização do evento em Parnamirim e aproveitou a oportunidade para solicitar a implantação de uma coordenadoria de igualdade racial. “Tudo que vem sendo feito pela comunidade só mostra que o poder público está realmente ao lado da população negra de Parnamirim, mas ainda é preciso um órgão específico para reivindicar políticas públicas para os negros”, argumentou.

A presidente da Fundação Parnamirim de Cultura, Vandilma Oliveira, como responsável pela promoção do evento afirmou que a prefeitura tem compromissos com a comunidade negra e, por isso, além de apresentações culturais, o fórum promoveu discussão de propostas. “Oferecemos um momento de integração, de extrema relevância para o município. Em que debatemos diversos assuntos que, certamente, irão contribuir para a melhoria de políticas públicas que dignifiquem ainda mais as contribuições da população negra para o desenvolvimento de Parnamirim”, declarou.

A partir da realização do Fórum representantes da Federação de Capoeira do Rio Grande do Norte desenvolveram discussões importantes à classe, como a aprovação da lei que obriga o ensino da cultura afro-brasileira nas escolas, a importância da capoeira na história do Brasil e o reconhecimento da capoeira como patrimônio cultural brasileiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Para o presidente da Federação, mestre Marcos, “Foi um dia de muitas discussões e com um saldo bastante positivo, pois tratamos de temas relevantes e essenciais a tradição e divulgação da capoeira”, declarou.

Durante a solenidade, o prefeito Maurício Marques aproveitou para divulgar a assinatura de um convênio na ordem de R$ 9,1 milhões com o Ministério das Cidades que beneficia Moita Verde. “Esse convênio inclui a regularização fundiária, pavimentação, drenagem e a construção de 130 casas”, informou.

Sobre o pedido de uma coordenadoria de igualdade racial solicitada pela representante da comunidade, o prefeito disse que irá analisar a possibilidade com especial atenção.

Capoeira

A programação do Dia da Consciência Negra no município incluiu apresentações de grupos de capoeira de municípios circunvizinhos como Natal, Macaíba, Extremoz e São José de Mipibu, além da participação de capoeiristas reconhecidos no circuito nacional e internacional que também participaram do Fórum de Música, Dança e Cultura Afro, na Praça da Paz de Deus, realizando apresentações gratuitas.

O professor de capoeira da Fundação Parnamirim de Cultura, Igor, entusiasmado com a repercussão e o sucesso de público do evento, esclareceu que as apresentações dos grupos na praça, embora evidenciadas no Dia da Consciência Negra, são provenientes de um projeto amplamente difundido na região, o “Capoeira Escola Comunidade”, que vem sendo realizado em 10 escolas do município com crianças, adolescentes e grupo de idosos do Parque Industrial. “Esse foi um momento propício para a sociedade parnamirinense conhecer um pouco mais sobre o projeto desenvolvido nas escolas que é motivador para a efetivação da inclusão social”, comentou.

Convidados de destaque, os renomados mestres de capoeira angola, tradicional de Salvador (BA), mestre Ciro (aluno do mestre João Pequeno considerado o mais velho capoeirista vivo do país) e mestre Gildo Alfinete (primeiro capoeirista a levar a capoeira para o exterior) participaram do Fórum, partilhando a arte esportiva que dominam com destreza.

Fonte: Tribuna do Norte – http://tribunadonorte.com.br/

Pernambuco: A capoeira como ferramenta de inclusão social

Ajudar jovens e crianças carentes a exercerem a cidadania por meio da prática da capoeira e de atividades afins. Essa é a proposta da Associação Cultural Desportiva Abaúna Capoeira que além do gingado (nas modalidades angola e regional), oferece oficinas de birimbau, dança popular, dança afro, percussão afro-nordestina e música.

Com mais de oito anos de existência no bairro do Totó, na Zona Oeste da capital, a organização já conseguiu expandir as aulas para outras três unidades – duas no Recife (nos bairros da Várzea e Imbiribeira) e uma em Jaboatão dos Guararapes (em Cavaleiro). Apesar do crescimento, vindo de algumas parcerias governamentais, o grupo precisa de mais colaboradores para manter os 170 alunos que nem sempre têm condições de pagar pelos utensílios básicos das atividades desenvolvidas.

Entre os gastos da associação, estão a manutenção de instrumentos musicais e espaços físicos, a compra de abadás (calças utilizadas por praticantes do esporte) e de camisas uniformizadas, além da confecção de figurinos para apresentações de dança e do lanche distribuído nos dias de troca de corda. “Cada traje de luta completo, com camisa e abadá, sai por R$ 50. Imagine como poderemos dar isso para todos os alunos”, diz o monitor Josimar da Silva, do Grupo Abaúna, que trabalha na comunidade de Brasilit, na Várzea, Zona Oeste do Recife.

Read More

Projeto Social de capoeira fabrica campeões

O projeto Social Comunidade Capoeira de Belém do Pará, participou nos dias 30 e 31 de maio de 2009, do 2° Jogos Intermunicipal de capoeira, realizado na cidade de Marituba (Região metropolitana de Belém).

O projeto Social participou da competição com 5 integrantes  e obtiveram um ótimo resultado. Consagrando a atleta Marinete do Carmo, conhecida nas rodas de Capoeira como Neth Muzenza como Bi – Campeã de Capoeira  na categoria Adulto, peso médio. E o atleta Jhonici da silva (Pitt Bul), como Vice Campeão da categoria adulto, peso médio. Os dois atletas pertencentes ao Grupo Muzenza Capoeira.

A Competição foi realizado pelo Mestre Chaguinha e pelo Professor Paulo, ambos da Associação de Capoeira Luta Nossa do Pará, e contaram com o patrocinio da Secdel(secretaria de esporte e lazer de Marituba) e o apoio da Federação Paraense de capoeira.

O evento teve a participação expressiva do publico paraense e das academias de várias cidades do Pará, que lotaram o Ginasio municipal.
Um dos momentos mais marcantes da Competição foi a homenagem ao Grã-Mestre Bezerra, que foi pioneiro na organização da capoeira no Estado e um dos mais importantes Mestre da atualidade.

O Projeto social Comunidade Capoeira, foi criado e desenvolvido pelo Monitor Mac Iver(Grupo Muzenza Capoeira), que atende gratuitamente crianças carentes na Escola Jarbas passarinho(Souza), aos sábados e domingos às 16:00 horas e conta com atividades socio-culturais, com a realização de apresentações nos parques e jardins botanicos de Belém, além das já tradicionais apresentações folcloricas na praça da republica.

O telefone de contato é através do telefone: (91) 3231-6556 / 9115-2965 ou do E-mail: macivermuzenza@hotmail.com.

Capoeira na Nova Zelândia

O Grupo de Capoeira Cordão de Ouro, representado pelo professor de Capoeira e pedagogo Ely Alves e mais quatro alunos, participa do Brazilian Arts Festival em Christchurch, maior cidade da Ilha Sul da Nova Zelândia. Eles passarão fevereiro dando aulas e fazendo apresentações no País. Também participarão de um final de semana de apresentações em Wellington, capital da Nova Zelândia, a convite da Embaixada Brasileira.

O trabalho do grupo começou em Brasília com projetos que atendiam crianças e adolescentes em situação de risco social em abrigos da cidade. A capoeira é usada para promover a inclusão social desses jovens. Os alunos da ONG que representarão o Brasil no evento estão indo com recursos próprios.

Mestre Brasília, um dos precursores da capoeira em São Paulo, lança CD e DVD e faz batizado

Mestre Brasília, um dos precursores da capoeira em São Paulo, lança CD e DVD e faz batizado e troca de cordas

Mestre Brasília, ao lado de pouco mais de uma dúzia de mestres de capoeira, é um dos precursores dessa manifestação cultural na capital paulistana. O jogo/dança/luta ganhou força em São Paulo no início dos anos 70 quando Mestre Bimba, o pai da capoeira regional, veio da Bahia especialmente para entregar um certificado de reconhecimento ao trabalho de nove mestres. No sábado, 20, Mestre Brasília reúne nomes importantes da capoeira de São Paulo para lançamento do CD e DVD Vivências e Fundamentos de um Mestre de Capoeira e também para troca de cordas e batizado do seu grupo, o Ginga Brasília. O evento acontece das 14h às 18h na Escola Vera Cruz, na Vila Leopoldina.

O CD, produzido por Mestre Brasília, sob direção de Mestre Tiê, é uma coletânea de oito músicas de domínio público, exceto pela primeira faixa 3 Mestres, composta por Paulo dos Anjos. São clássicos das rodas de capoeira cantadas na voz de Mestre Brasília que toca também berimbau e pandeiro. Mestre Tié responde pela tumbadora, caxixi e agogô e Clóvis Venâncio faz o violão em uma homenagem do capoeirista Pedro Calasso, na faixa 4, aos mestres do Grupo dos 9 – Aílton Onça, Brasília, Joel, Limão, Gilvan, Pinatti, Silvestre, Suassuna e Zé de Freitas – e a Mestre Ananias, outra figura importante do início da capoeira na cidade de São Paulo.

O DVD, além de trazer uma rápida biografia de Mestre Brasília, baiano, nascido em Alagoinhas e discípulo de Mestre Canjiquinha, traz algumas apresentações como samba de roda e maculelê feitas pelo Mestre e seu grupo nos anos 80 em teatros da cidade de São Paulo. O DVD apresenta momentos de grande beleza como o que Mestre Brasília ensina a japoneses os fundamentos das Chamadas de Angola ou ainda em que, em um batizado nos Estados Unidos, faz um jogo memorável com Mestre Cobrinha Mansa.

Aulas, participações em batizados e apresentações pelo mundo – entre elas uma apresentação pelas ruas do Japão -, além de fundamentos da capoeira angola e também da regional, também dão um recheio saboroso ao DVD.

No sábado, além da troca de cordas e batizado do Grupo Ginga Brasília, estão previstas apresentações de maracutu, maculelê, samba e miudinho, este último um jogo de capoeira desenvolvido por Mestre Suassuna, de quem Mestre Brasília foi sócio em 1966, quando juntos abriram a Academia Cordão de Ouro. No ano seguinte, ele deixou a sociedade para abrir sua própria academia.

Serviço:

Lançamento de CD e DVD Vivências & Fundamentos de um Mestre de Capoeira – Mestre Brasília; batizado e troca de cordas e apresentações de maculelê, maracatu, samba de roda e miudinho de Mestre Suassuna

  • Local: Escola Vera Cruz
  • Rua Bauman, 73 – Vila Leopoldina´
  • Data: sábado, 20 de dezembro
  • Horário: 14h às 18h
  • Preço do kit com CD e DVD: R$ 35,00 (CD: 15,00 e DVD: 20,00)
  • Maiores Informações: (11) 9395-3907

Capoeira, bancários e Flauta Doce em Piracicaba

Uma parceria entre o projeto Capoeira na Periferia e o Sindicato dos Bancários de Piracicaba vai levar toda a magia do Natal às agências bancárias da cidade, entre os dias 11 e 23 deste mês, por meio de apresentações musicais realizadas por um grupo de 25 crianças e jovens do curso de flauta-doce.

As apresentações, de aproximadamente 30 minutos cada, terão um repertório de 15 músicas selecionadas pelo professor do curso de flauta-doce, maestro Alexandre Menegale, que também coordena o coral do projeto, composto de 50 integrantes. Ele conta que o objetivo da atividade cultural, batizada de Um Toque de Natal, é exatamente tocar o coração das pessoas por meio da música. "O Natal mexe com as pessoas, desperta os mais nobres sentimentos", observa.

Já o coordenador do projeto Capoeira na Periferia, José Manoel do Nascimento, relata que a experiência será uma troca entre público e os músicos. "De um lado as nossas crianças, que aprendem atividades esportivas e culturais o ano todo e, agora, têm a chance de mostrar um pouco desse trabalho para as pessoas e, do outro, bancários e clientes que serão tocados pelo espírito de Natal", comenta. O coordenador também relata que o objetivo maior é sensibilizar a sociedade e provar que a música pode ser um antídoto contra ações anti-sociais. "Nosso maior sonho é conseguir doações de instrumentos para a formação de uma banda musical, e o primeiro passo para isso são essas apresentações que estão sendo viabilizadas por patrocinadores e pelo Sindicato dos Bancários".

O agendamento das apresentações foi feito pelo sindicato, que é um dos apoiadores do projeto. O presidente da entidade, José Antonio Fernandes Paiva, disse que o Capoeira na Periferia é um exemplo de ação social que merece ser reconhecida publicamente. "São várias frentes de atuação que passam por atividades esportivas, culturais e até profissionalizantes. Apesar de todas as dificuldades estruturais, consegue atender a quase 400 crianças e jovens da nossa comunidade", ressalta o sindicalista.

Um Toque de Natal irá percorrer, além das agências centrais, também os bancos instalados nos bairros da cidade. Organizações de Piracicaba e região, interessadas em apresentações especiais, podem manter contato, pelos telefones (19) 3035.3329 e 8116.5461.