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Taís Araújo tem aulas de capoeira com mestre de Lázaro Ramos

Para viver a golpista Sheila no seriado “O Dentista Mascarado”, Taís Araújo recorreu à capoeira. A revelação foi feita pela atriz durante coletiva para apresentar o seriado realizada nesta segunda (18) em um hotel na zona sul do Rio.

“O seriado tem muitas cenas de ação e sento necessidade de ter um melhor condicionamento físico”, contou Taís, que tem feito aulas com o mesmo professor que treinou o marido, Lázaro Ramos, para a novela “Lado a Lado”. Na trama o ator interpretou o capoeirista Zé Maria.

“Eu já havia feito capoeira quando fiz a Preta de ‘Da Cor do Pecado’. Está sendo ótimo”, frisou a atriz, que abriu mão das férias de três meses pelo seriado.

“Tinha planejado viajar com o Lázaro e o João, mas não consegui recusar esse trabalho. O texto é maravilhoso e o elenco incrível. É também uma coisa nova na minha carreira”, opinou ela referindo-se a fazer parte de uma série cômica.

“Lázaro é um grande parceiro e entendeu que era importante para mim”, disse Taís quando indagada se o parceiro não ficou decepcionado em adiar a viagem.

Sobre o filho, João Vicente, ela garantiu que o menino é “levado” e que tem tido tempo para acompanhar todo seu desenvolvimento.

“Ele já fala e é uma graça. Ainda não colocamos ele na escola, mas tenho tempo para ficar com ele, em um seriado gravamos menos”, explicou a atriz que afirmou que a mudança de visual não confundiu o filho.

“João já é um bofe, nem repara nessas coisas de cabelo. Cheguei em casa depois de ter cortado e ele me pegou na mão e me levou ao quarto dele como se nada tivesse acontecido”, relembrou Taís aos risos.

“O Dentista Mascarado” é escrito por Alexandre Machado e Fernanda Young e tem direção de José Alvarenga. A estreia acontece no dia 5 de abril.

 

Fonte: http://celebridades.uol.com.br

Roda de samba em D. Cabocla

Nossa roda dessa sexta, dia 04/02, será em D. Cabocla, a partir das 20:30hs.
O bar de D. Cabocla fica na rua da cacimba com a rua gravatá, atrás da igreja de Itapuã.
Comunicado: Na última sexta, foi encontrada uma carteira de trabalho em nome de Hugo Fernandes de Araújo Neto.
Se alguém conhece, favor avisá-lo que a carteira está com o grupo Botequim(Dani).
Um abraço!
Grupo Botequim
81502882/91357966/96158755

Ginga Terapia: Capoeira na melhor idade

Atletas da terceira idade participam de grupo de capoeira.

Há dois anos mais de 70 idosos foram convidados a participar do grupo de capoeira.

Autoestima e muita determinação. O projeto “Ginga Terapia” começou em 2004 atendendo crianças e deficientes físicos, mas só há dois anos esse grupo com mais de 70 idosos foram convidados a participar do grupo de capoeira.

Antes dos treinamentos o professor Sérgio Araújo faz uma bateria de exercícios para evitar qualquer distensão muscular. “O nosso objetivo é ajudar os idosos a terem um recurso de saúde”, explica Sérgio Araújo.

 

Fonte: http://gazetaweb.globo.com

Fundação Palmares inaugura sede em Alagoas

A Fundação Cultural Palmares, vinculada ao Ministério da Cultura, inaugura nesta sexta-feira (26) a sede de sua representação em Alagoas. Ela será instalada em União do Palmares e ficará sob a coordenação de Severino Cláudio de Figueiredo Leite, o capoeirista mestre Cláudio. O presidente da Fundação Zulu Araújo participa da solenidade que começará às 19h.

O anúncio da inauguração da sede alagoana foi feito por Zulu Araújo na abertura do Projeto Parabólica, que aconteceu nos dias 18 e 19 em Maceió. “Quero trazer boas notícias”, disse Zulu no momento. “Depois de 21 anos, a Fundação terá um escritório aqui no Estado e escolhemos mestre Cláudio para assumir essa responsabilidade, porque é uma maneira concreta de reconhecer a importância que a capoeira tem para a cultura brasileira e para o mundo”. Para mestre Cláudio esse momento representa um sonho de muitos anos e que foi sonhado junto com muitos capoeiristas, não só em Alagoas, mas no Brasil.

A Fundação – A Fundação Cultural Palmares fará, em agosto de 2010, 22 anos de existência e o Ministério da Cultura, também em 2010, 25 anos. Fruto da demanda do movimento negro, o objetivo da Fundação é promover a preservação, a proteção e a disseminação da cultura negra visando à inclusão e ao desenvolvimento da população negra no Brasil.

A Fundação Cultural Palmares atualmente tem representações no Rio de Janeiro e na Bahia e um decreto de maio de 2009 (Decreto nº 6.853) autorizou a criação de mais cinco representações nos estados de Alagoas, São Paulo, Minas Gerais, Maranhão e Rio Grande do Sul.

Coordenação – Mestre Cláudio é servidor da Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (SEE) e foi sedido pelo Governo de Alagoas para coordenar os trabalhos da Fundação no Estado. Trabalha com capoeira há mais de 42 anos, destes, 28 em Alagoas. Frequentador da Serra da Barriga – administrada pela Fundação Palmares – desde 1985, em 2006 iniciou trabalho de capoeira com as crianças da Serra. O projeto Caa-puêra na Terra de Zumbi lhe rendeu um prêmio no Projeto Capoeira Viva, do Ministério da Cultura.

Entre outras coisas, é diretor-técnico da Federação Alagoana de Capoeira, mestre de capoeira terapia do Núcleo de Terapia William Reich e coordena a orquestra de berimbaus dos mestres de capoeiras de Alagoas.

por Agência Alagoas – http://www.alemtemporeal.com.br/

Margareth sobe ao palco com Gilberto Gil, no AfroPop Brasileiro

A segunda etapa do Movimento AfroPop Brasileiro, patrocinado pela Fundação Cultural Palmares, vinculada ao Ministério da Cultura, começa nesta quinta-feira, dia 21. Margareth Menezes recebe no palco Gilberto Gil, o grupo afro Filhos de Gandhi, Gerônimo e Roberto Mendes, e ainda uma manifestação cultural com ‘As Ganhadeiras’. O show começa às 20h no Cais Dourado, em Salvador (BA). A temporada estreou na primeira quinta-feira de janeiro, dia , com casa cheia e presença de artistas e autoridades no camarote “Espaço Palmares”.

O projeto que além de música inclui ação social, traz, na sexta-feira, 22, o tema Sexualidade sem preconceito para o  Giro Cultural, que reunirá cerca 200 jovens e adolescentes na sede do Projeto Adolescente Aprendiz (IBCM). Além de Margareth e Zulu Araújo, da Palmares, os convidados para conversar com a garotada são Andréa Elia, atriz e diretora de teatro e Maria Paquelê, pedagoga e especialista em educação sexual. Andrea Elia fecha a atividade com uma dinâmica teatral. O encontro será na escola Municipal Marques de Maricá, em Pau Miúdo, na cidade de Salvador.

O Giro Cultural é uma ação de inclusão social e visa a troca de experiências entre os jovens e os convidados de Margareth sobre temas variados. No último encontro Zezé Motta, Vovô do Ilê e a vereadora de Salvador, Olívia Santana (PCdoB), além de Margareth e Zulu Araújo conversam com  jovens de 16 a 24 anos do bairro da Liberdade e da ONG Fábrica Cultural, mantida por Margareth Menezes.

“Sempre enfrentei os desafios, não me deixei intimidar, mas nunca tive ninguém para me dar incentivo, por isso criamos este espaço, o Giro Cultural, para que seja um momento de reflexão”, explicou Margareth.

Na Palmares, a iniciativa é coordenada pelo Departamento de Fomento e Promoção da Cultura Afrobrasileira, comandado por Elísio Lopes. 

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Palmares recupera símbolo da religiosidade africana e reinagura Praça dos Orixás

Fundação investe R$ 550 mil na recuperação das peças e atenta para a responsabilidade da manutenção do patrimônio público

A Fundação Cultural Palmares, vinculada ao Ministério da Cultura, investiu R$ 730 mil reais na recuperação das estatuas dos Orixás do escultor baiano Tatti Moreno e no evento de reinauguração da Praça dos Orixás, em Brasília. O presidente da Fundação, Zulu Araújo, representará o Ministro da Cultura, Juca Ferreira, no evento que começa a partir das 18h no dia 31 de dezembro. Antes da abertura religiosa com o cortejo a Yemanjá, terá apresentação dos grupos Filhos de Gandhy e Banda Ase Dudu.

As estátuas são réplicas das esculturas instaladas no Dique do Tororó, em Salvador, e foram decapitadas e queimadas em forte indicio de intolerância religiosa. A depredação começou ainda em 2005, mas em 2007, 12 das 16 estátuas foram destruídas.

“É um momento histórico para os adeptos das religiões de matriz áfrica, para os negros, para a Palmares, para o Ministério da Cultura e mais, é um momento histórico para o exercício da cidadania e da democracia em nosso País”, afirma Zulu Araújo.

Para Zulu a restauração das estatuas e a reinaguração da praça representa uma resposta ao ato de vandalismo de quem deveria manter a paz, a harmonia e o respeito ao próximo. “É uma clara manifestação de segmentos religiosos neopentecostais. “O direito ao culto religioso é uma garantia da Constituição Federal e destruir símbolos das religiões africanas não é um desrespeito apenas a fé das pessoas, mas sim a nossa Constituição”.

O processo demorou quase dois anos, explica Zulu. “Foi uma grande batalha a disponibilização de recursos para cumprir nosso papel de enfrentar a intolerância religiosa. Conseguimos o dinheiro, recuperamos os símbolos e agora é preciso que o Governo do Distrito Federal (GDF) cumpra também o seu papel, que é defender o patrimônio público e punir os atos de vandalismo como eles devem ser punidos. Queremos o mesmo tratamento que é dado aos outros espaços públicos, como a Igrejinha da asa Sul, por exemplo, quando ela pegou fogo o GDF deu um jeito de garantir sua recuperação e a praça dos Orixás deve ter o mesmo tratamento e ser qualificado urbanisticamente, com segurança, iluminação, limpeza”.

Além de Zulu Araújo, estarão presentes da solenidade de reinaugaração da Praça dos Orixás, o Ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vannchi e os presidente da FBEUC, mãe Marinalva, do Ilê Asé Ode, pai Ribamar e da Sociedade Religiosa Ilê Oxum Opó Afonjá Oni Xangô, pai Raimundo.

Local:

Ponte Costa e Silva (Prainha)

Programação:

18h – Solenidade de reinauguração da Praça

19h – Apresentação dos Filhos de Gandhy

20h – Apresentação cultural da Banda Ase Dudu

21h – Abertura religiosa – cortejo a Yemanjá

Valores:

Recuperação das peças – R$ 550 mil

Reinauguração da Praça dos Orixás – R$ 180 mil

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Terra, território e territorialidade

Livro do professor Rafael Sanzio Araújo dos Anjos, Quilombos, geografia africana, cartografia étnica e territórios tradicionais, será lançado no próximo dia 30 de março, na Livraria Cultura, às 19h, em Brasília.

A Fundação Cultural Palmares convida a todos para o lançamento dessa importante obra de Rafael Sanzio Araújo dos Anjos, professor do departamento de Geografia da Universidade de Brasília. Quilombos, geografia africana, cartografia étnica e territórios tradicionais é resultado de uma extensa pesquisa a que o autor se dedicou em seu pós-doutoramento no Musée Royale de l’Africa Centrale, Tervuren – Bélgica, e teve como principal referência a pesquisa historiográfica realizada em várias instituições no Brasil, na África e na Europa. O livro traz ainda registros fotográficos e uma extraordinária documentação cartográfica temática.

Segundo    o   autor,    “a    terra,   o   território   e   a territorialidade assumem grande importância dentro da temática da pluralidade cultural brasileira no seu processo de ensino, planejamento e gestão”.

Para ele, tratar da diversidade cultural do Brasil num contexto geográfico, cartográfico e fotográfico, visando reconhecer, valorizar e superar a discriminação aqui existente é ter uma atuação sobre um dos mecanismos estruturais da exclusão social. “São várias as questões estruturais relacionadas à cultura africana, à população afro-brasileira e aos territórios tradicionais no país que continuam merecendo investigação, conhecimento e intervenção. Dois pontos configuram-se como emergenciais. O primeiro deles está relacionado à desmistificação do continente africano, sobretudo nos seus aspectos geográficos e em suas relações com a formação do território brasileiro. O segundo, se refere a exclusão secular das matrizes africanas do sistema oficial brasileiro, particularmente, dos quilombos.”

O livro esta estruturado em três partes básicas. Na primeira, são feitas referências a alguns elementos fundamentais da historiografia da África, principalmente aspectos dos grandes tipos de ambientes; a espacialidade dos principais impérios e aspectos territoriais da diáspora africana. É feita uma representação preliminar da etnográfia africana no Brasil, dos registros dos quilombos antigos e dos ciclos econômicos coloniais.

A distribuição geográfica dos quilombos contemporâneos, assim como, as suas questões fundamentais, estão apontadas na segunda parte da obra. A última parte do livro está destinado ao mapeamento dos registros municipais das comunidades quilombolas por unidade política, organizadas em folhas articuladas que cobre todo o país, com o nome da comunidade e o município do Estado correspondente, assim como, as referências sobre os territórios reconhecidos institucionalmente e os já titulados.

Com este trabalho, o autor pretende contribuir para a ampliação da visibilidade junto a sociedade civil; nas ações conseqüentes do setor decisório e na inserção do continente africano na educação brasileira.

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Fortalecimento da cultura nacional

O ministro da Cultura, Juca Ferreira, recebeu em seu gabinete, na manhã dessa terça-feira, 10 de março, o primeiro ministro de São Tomé e Príncipe, Joaquim Rafael Branco, que veio convidá-lo para a abertura da Bienal de São Tomé e Príncipe, que se realizará em 2010, e pedir apoio para a produção do filme Batepa, que será dirigido por um diretor angolano e um produtor brasileiro. O encontro aconteceu na sede do Ministério da Cultura, em Brasília.

Também participaram da reunião, o presidente da Fundação Cultural Palmares, Zulú Araújo, o secretário do Audiovisual, Silvio Da-Rin, o diretor de Relações Internacionais, Marcelo Dantas, representantes do MinC, do ministério das Relações Exteriores e de São Tomé e Príncipe.

ORIENTAÇÕES

Juca Ferreira disse que o ministério da Cultura vem seguindo a orientação do presidente Lula no sentido de fortalecer as relações com os países da África. Ele garantiu dar total apoio à Bienal e disse que o MinC irá participar do evento nas mais diversas áreas como: música, cinema, dança, dentre outras. O ministro também reafirmou a intenção de cooperação na execução do filme, especialmente na finalização do projeto e de mixagem, por meio da secretaria do Audiovisual (SAv/MinC) e da Fundação Cultural Palmares (FCP/MinC).

Além desta parceria, Ferreira sugeriu trocas de conteúdos audiovisuais, por meio das TVs públicas e instalar, em breve, um Pontão de Cultura, que será discutido ainda este ano com representantes da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), em Portugal.  Ele propôs também a instalação de bibliotecas públicas, com o apoio da Coordenação Geral de Livro e Leitura, e pediu ao país africano que intensificasse o uso da língua portuguesa, no âmbito do Acordo Ortográfico. O secretário Silvio Da-Rin sugeriu a exibição de filmes sobre a capoeira, nas formas prática e teórica, durante a Bienal de São Tomé e Príncipe.

O presidente da FCP/MinC, Zulú Araújo, falou do Portal da CPLP na Internet e pediu a participação do país africanos, junto aos outros países participantes, “tendo em vista que temos representantes na Europa, na Ásia, na África e na América”. Propôs a capacitação de três técnicos em São Tomé e Príncipe para inserir no site informações sobre a nação africana para que haja interação maior entre os países de língua portuguesa.

Quilombolas entram na pauta do Fórum Social Mundial 2009

Fundação Cultural Palmares participa de oficina sobre Programa Brasil Quilombola

Os Quilombolas serão assunto de discussão e reflexão no Fórum Social Mundial (FSM) 2009, que começa nesta terça-feira (27), em Belém, PA. O presidente da Fundação Cultural Palmares, Zulu Araújo, vai participar da mesa-redonda que reúne dez debatedores sobre o Programa Brasil Quilombola e a Agenda Social Quilombola no dia 30 de janeiro, às 13h30, no Espaço Cultura e Saúde.

 

A mesa faz parte de uma oficina que visa promover o debate sobre as políticas públicas de promoção da igualdade racial e também pretende promover a troca de experiências e a visibilidade do Programa Brasil Quilombola, instituído pela Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir).

 

Vão participar da oficina lideranças quilombolas do Pará, dez representantes de comitês gestores do Programa Brasil Quilombola em outros estados, comunidades quilombolas em geral, militantes do Movimento Social Negro, representantes dos movimentos sociais, pesquisadores e simpatizantes da temática e gestores públicos. A oficina é aberta ao público em geral.

 

A oficina inicia-se no turno da tarde. A segunda etapa vai ser destinada aos encaminhamentos, que vão ser sistematizados em um painel final. Também está programada para as 9h da manhã uma roda de debates com a presença dos parceiros colaboradores e patrocinadores do Espaço Cultura e Saúde, entre eles a Seppir, com a participação do intelectual e sociólogo da Universidade de Coimbra Boaventura de Sousa Santos.

 

Os eixos temáticos norteadores são: Eixo I – Acesso à Terra, a produção da Riqueza e a Reprodução Social, Eixo II – Infra-Estrutura e Qualidade de Vida, acesso às Riquezas e a Sustentabilidade, Eixo III – Inclusão Produtiva e Desenvolvimento Local, a partir da perspectiva da afirmação da Sociedade Civil e dos Espaços Públicos e Eixo IV: Direito e Cidadania, Poder Político e Ética na Nova Sociedade. Tais temas vão conduzir as reflexões em torno do contexto do Programa Brasil Quilombola na atualidade e a otimização da Agenda Social Quilombola enquanto política pública.

 

Programa Brasil Quilombola – Foi criado em 2004 pelo governo federal, por meio da Seppir, como uma política de Estado para as áreas remanescentes de quilombos. O programa mantém uma interlocução permanente com os entes federativos e as representações dos órgãos federais nos estados, no intuito de descentralizar e agilizar as respostas do governo para as comunidades quilombolas.  As áreas de atuação do programa envolvem a terra, a promoção da igualdade racial, a segurança alimentar, o desenvolvimento e assistência social, a saúde, a infra-estrutura, a geração de renda, o gênero, os direitos humanos, o meio ambiente, os esportes e a previdência social.

 

Fórum Social Mundial – É um espaço aberto de encontro, que estimula de forma descentralizada o debate, a reflexão, a formulação de propostas, a troca de experiências e a articulação entre organizações e movimentos engajados em ações concretas, do nível local ao internacional, pela construção de um outro mundo, mais solidário, democrático e justo. Este ano, Belém do Pará sedia o FSM. As três primeiras edições do FSM, bem como a quinta edição, aconteceram em Porto Alegre, Rio Grande do Sul (Brasil), em 2001, 2002, 2003 e 2005. Em 2004, o evento mundial foi realizado pela primeira vez fora do Brasil, na Índia. Em 2006, sempre em expansão, o FSM aconteceu de maneira descentralizada em países de três continentes: Mali (África), Paquistão (Ásia) e Venezuela (Américas). Em 2007, voltou a acontecer de maneira central no Quênia (África).

 

Programação:

 

 

 

Manhã

Composição

Temática

 

9h

 

Roda de Debate:

Dr. Boaventura de Sousa Santos;

Min. Edson Santos;

Min. Da Saúde;

Min. Da Educação;

Representante Movimentos Sociais;

Conselho Nacional de Saúde, etc.

 

 

  • Saúde, Cultura e Democracia;

 

 

Tarde

Composição

Temática

13h30

 

Atividade Cultural

 

Mesa:

Problematização/sensibilização

 

Presidente Zulu Araújo – Fundação Palmares;

– Paulo Paim – Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal;

– Sra. Josefa Maria da Silva santos (Zefa da Guia) – Quilombola Parteira;

– Mãe Flávia da Casa do Perdão (RJ);

– Representante da CONAQ;

– Representante da CONEN;

– Representante da UNEGRO;

– Sr. Onir Araújo – Advogado OAB/militante do MNU;

 

Coordenadores: Sr. Alexandro Reis – Subsecretário SUBCOM & Sra. Ivonete Carvalho – Diretora de Projetos SUBCOM

 

·      O Programa Brasil Quilombola e a conjuntura Nacional;

 

 

 

·      A Agenda Social Quilombola, possibilidades, avanços e desafios.

 

16hs

Debate

Debate

18h

Definição de prioridades e encaminhamentos

Sistematização do material gerado através das discussões das mesas e debates;

 

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