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Casal de Itaúna comemora união com capoeira

No Dia dos Namorados, casal de Itaúna comemora união com capoeira. Filipe Carvalho e Pamela Sousa, de Itaúna, namoram há oito anos e fazem da arte da ginga um elo para a relação. Casal relata experiências envolvendo o esporte

O esporte é aliado quando o assunto é unir casais apaixonados. Afinal, um carinho entre um jogo e outro é um incentivo a mais para se sair bem nos combates. Filipe Carvalho, de 28 anos, e Pamela Sousa, de 26, sabem bem o que é construir uma relação unida não só pelo amor, mas também pelo esporte. O casal de Itaúna faz da ginga da capoeira um elo a mais entre os dois, Filipe é o professor de capoeira da amada há oito anos e foi através do esporte que os dois já viveram belos momentos juntos.

Foi na faculdade, em 2006, que eles se conheceram. Ela, estudante de Engenharia de Produção; ele estudando Educação Física. Olhares nos corredores fizeram com que Filipe procurasse saber mais sobre aquela jovem e então ele contou com a ajuda de uma amiga para apresentar os dois e dar início ao romance.

No começo, ao começarem a namorar, Filipe já era adepto a capoeira. Ele conta que nos passeios com Pamela sempre surgiam assuntos relacionados ao esporte e que isso a incentivou conhecer a arte da capoeira.

– Pratico a capoeira há 14 anos e quando conheci minha namorada já dava aulas dessa arte, então não tinha como fugir. Era até engraçado, pois a gente saía para tomar um sorvete, falava de capoeira, saía para jantar, o assunto era capoeira. Até em festa com amigos novamente a capoeira era nosso assunto principal. Não tem jeito, o esporte nos uniu e une até hoje – comentou.

Após tanta propaganda positiva que Filipe fazia da capoeira, Pamela decidiu conhecer mais sobre a arte um mês depois do início do namoro. Porém ela não foi sozinha, levou os irmãos para fazerem parte do mais novo desafio. A irmã praticou durante três meses, o irmão durante um ano e ela está há a oito anos fazendo da capoeira uma filosofia de vida.

– São amores paralelos. Fiquei encantada pelo Filipe, e ele me fez apaixonar pela capoeira. Meu avô já praticava o esporte, mas foi por influência do meu namorado que conheci todas as maravilhas que essa arte envolve. – contou Pamela.

Não bastasse apenas namorado, Filipe também é o professor de Pamela, e ele admite que ela é mais cobrada que os outros alunos e que pega firme nas aulas com a namorada.

– Eu sei que as pessoas já vão jogar com ela sabendo que ela é a namorada do professor, então intuitivamente já imaginam que ela tenha um bom jogo, por isso pego firme com ela nas aulas. A Pamela reclama por ser mais duro com ela, mas só faço isso porque sei que ela é uma excelente aluna e tem muita facilidade de pegar as novidades de movimentos sequências – explicou.

E como em toda relação, a do casal de capoeiristas também é feita de altos e baixos. Entretanto eles têm uma “carta na manga” e fazem do esporte uma bela desculpa para se verem e se unirem novamente. Pamela conta já foi necessário dar um tempo na relação. Durante seis meses eles ficaram separados, mas os encontros nas rodas de capoeira continuavam, o que foi crucial para se reaproximarem.

– Durante o tempo que ficamos separados ele continuou sendo meu professor e sempre nos encontrávamos nos eventos de capoeira e foi através de um desses encontros que reatamos. Acho que a partir dessa história dá para as pessoas perceberem o quanto o esporte é importante na nossa relação – analisou.

HOMENAGEM ROMÂNTICA

Em abril deste ano, o casal conquistou a graduação na capoeira juntos. As graduações no esporte têm várias etapas. Primeiro, a formação de aluno, depois instrutor, professor, contra-mestre e mestre.

Na ocasião, Pamela se tornou formou como aluna e Filipe como instrutor. Mas para serem nomeados, eles tiveram que programar uma apresentação com danças e ritmos relacionados ao esporte como maculele, puxada de rede, congado, chorinho, samba e samba de roda.

Filipe aproveitou a formatura e fez uma homenagem à amada. O capoeirista romântico passou o seu cordão, um grande símbolo na capoeira, para a namorada. Pamela diz que foi um dos momentos mais emocionantes da sua vida.

– Foi lindo! Uma surpresa e tanto quando recebi o cordão que ele conquistou. É um dos melhores presentes que Filipe já me deu, tudo isso tem um grande significado para nós e tenho certeza que sempre ficará marcado na nossa história – recordou emocionada a jovem.

*Colaborou Bárbara Almeida sob supervisão de Vanessa Pires

 

Fonte: GloboEsporte.com*Divinópolis, MG

Buriti dos Montes: Profeesor de Capoeira realiza Palestra Sobre Drogas

O Professor de Capoeira Décio, realizou Neste último dia 07/11 uma palestra não só com os alunos da capoeira, como também alguns alunos das unidades de ensino do município, houve explicações sobre o uso indevido das drogas, suas conseqüências ao usar e seus efeitos com o uso excessivo de tais substancias. Assim mostrando para cada criança e adolescente os perigos dessa epidemia que tanto esta acabando com nossa juventude. “Esse trabalho foi simples mais muito gratificante, pois o conhecimento desde cedo sobre tal assunto é proveitoso para um futuro próximo, e nisso nossos jovens possam saber e jamais ingressar neste mundo sombrio.” Disse o professor.

 

Fonte: http://180graus.com

Discussão Temática: Os Mitos da Capoeira

O GPEC & NGOLO, de São José dos Campos, São Paulo, realizará apresentação e discussão do assunto "Os Mitos da Capoeira", neste sábado, 16 de Julho de 2005.
Todos estão convidados.
 


CONVITE
 
O Grupo de Pesquisas e Estudos Culturais (GPEC) do Centro Cultural de Capoeira Angola N"Golo, convida você (s) a participar de mais um encontro, para um momento de discussão, na qual a temática abordada será "Os Mitos da Capoeira".
 
Na ocasião, estarão presentes mestres e capoeiras interessados no assunto. Participação espacial de Mestre Damião – Tenente Esdras Magalhães dos Santos-, discípulo de Mestre Bimba (turma de 1946) e do historiador Carlos Carvalho Cavalheiro, estudioso da cultura e do folclore popular de Sorocaba-SP.
 
 
Jornal do Capoeira – www.capoeira.jex.com.br

Capoeiragem na tatame

Capoeiragem NA Tatame!
 
Capoeira é assunto da Revista TATAME deste mês
 
Não, não é erro de redação, a Capoeiragem está mesmo na  (Revista) TATAME, mês de abril.  Sendo uma revista sobre lutas, é nesta dimensão que a  multifacetada  Capoeira foi contemplada.  Não apenas com  um espaço, mas com três. Pois, além da matéria principal – A Capoeira no Território do Vale-Tudo –  há, também, uma ficha técnica da extraordinária Sra. Adalberto Alves, a Sapoti, uma capoeirista de apenas 69 anos, e uma crônica (Dando Bobeira na Roda).
 
Mas o prato forte, sem dúvida, é a matéria sobre Capoeira Luta (páginas 24/31) que já está incorporada na lista de discussão de todas as rodas.
 
Trata-se de assunto, convenhamos, que deve mesmo ser discutido com mais transparência. A Capoeira não ficará prejudicada com isto. Pelo contrário.
 
Pois não nos parece correto, correr as rodas e o mundo fazendo discurso de paz, amor, ecologia e inclusão social e, ao mesmo tempo, treinar os alunos para bater forte, de todas maneiras, inclusive fazendo halterofilismo e aprendendo outras lutas. Mas que fique claro, entendemos que a capoeira é também uma luta, não sendo crime, portanto, treiná-la como tal. O erro começa quando o "capoeira-casca grossa" passa a correr todo tipo de roda, não mais jogando capoeira, mas fazendo um "jogo de espera" para aplicar sua truculência, "levar pro chão e finalizar".  Saindo da roda "orgulhoso por ter deixado claro que sua capoeira é superior as demais". Será?
 
Não estará este "lutador de capoeira" usando de má fé, não estará, no fundo, derrubando é a própria essência da Capoeiragem?
 
Conseguirá, este "capoeira-casca grossa" fazer o mesmo num evento tipo "Ultimate Fighting".   Não creio, os lutadores que vem se apresentando nesses eventos, como oriundos da capoeira, normalmente utilizam não mais do que 1% do que a capoeira oferece, por quê?
 
Muito oportuna, portanto, esta reportagem da Revista Tatame.
 
Realmente há, por partes de alguns mestres de capoeira,  muita  contradição, primária e suspeita, muito mal disfarçada em "jogo de mandinga".
 
Grupos de capoeira "lá de fora" – já escrevemos sobre isto – já começam a se rebelar repudiando esta falsa malandragem, mais mercantil do que propriamente mandingueira.
 
De parabéns, portanto, a Revista Tatame pela matéria. E que outras venham. Quem sabe, não estará na hora de ressuscitar os tais laboratórios de luta de capoeira?
 
Tudo isto, é claro, sem prejuízo, sem constrangimento, sem desrespeito às demais formas de capoeiragem. Que, aliás, estão a merecer uma bela reportagem, também.
 

Fonte: Jornal do Capoeira: www.capoeira.jex.com.br