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Nova novela da Globo, “Segundo Sol”, terá Chay Suede como lutador de capoeira

Chay Suede será lutador de capoeira em “Segundo Sol”

Chay Suede promete surpreender com seu personagem na próxima novela das 21h da Globo, “Segundo Sol”.

Na história de João Emanuel Carneiro, o rapaz interpretará um lutador de capoeira*, filho perdido da mocinha Luzia (Giovanna Antonelli), que acabará se transformando em garoto de programa.

Ele integrará o mesmo núcleo dos atores Danilo Mesquita – o Nicolau de “Rock Story” – e Danilo Ferreira – o Zelito de “A Lei do Amor” -, que também viverão lutadores de capoeira na história.

“Segundo Sol” conta ainda em seu elenco com atores como Odilon Wagner, Cássia Kis, Francisco Cuoco, José de Abreu, Caco Ciocler, Maria Luísa Mendonça, Chay Suede, Armando Babaioff, Nanda Costa, Marcos Caruso, Letícia Colin e Vladimir Brichta.

A estreia da trama está agendada para 14 de maio, em substituição a “O Outro Lado do Paraíso”.

 

Mais Informações:

Roobertchay Domingues da Rocha Filho (Vila Velha, 30 de junho de 1992), mais conhecido pelo nome artístico Chay Suede, é um ator, cantor e compositor brasileiro.

Sua primeira aparição na TV foi na quinta temporada do programa Ídolos (2010), da Rede Record, no qual ficou em quarto lugar. Por sua popularidade entre os jovens, foi escalado para ser um dos protagonistas da versão brasileira da telenovela Rebelde (2011), onde surgiu a banda Rebeldes, na qual Suede fez parte de 2011 a 2013. Após o fim da banda, Suede lançou seu primeiro álbum, auto-intitulado (2013). Posteriormente, assinou contrato com a Rede Globo.

 

*  Nota do Editor:

“Vamos esperar que o ator treine bastante para melhorar suas aptidões na nossa arte-luta e represente dignamente nossa capoeira.”

Capoeira e Shakespeare moldaram Loki

Capoeira e Shakespeare moldaram Loki, diz ator que faz vilão de Thor

Ao G1, Tom Hiddleston cita vilões favoritos e justifica fama de ‘showman’. – Inglês interpreta personagem pela 3ª vez em ‘Thor: o mundo sombrio’.

Tom Hiddleston surgiu como o invejoso e traidor Loki em “Thor” (2011), mas se tornou uma das maiores estrelas dos filmes da Marvel após enfrentar todos os super-heróis de “Os vingadores” (2012), filme dono da terceira maior bilheteria da história. E esse sucesso, que o ator garante ter sido “algo totalmente além e acima” de suas expectativas, deve aumentar ainda mais a partir de sexta (1º), quando ele poderá ser visto pela terceira vez no papel do “deus da trapaça” e elemento chave no roteiro de “Thor: o mundo sombrio”. Em entrevista por telefone ao G1, concedida enquanto estava na Alemanha divulgando o filme, o inglês de 32 anos não só declarou seu amor pelo personagem, mas também explicou como suas aulas de capoeira e sua experiência com Shakespeare ajudaram a compor sua versão de Loki. “Pensei em como a capoeira é tão elegante… e se Thor é como um bloco de granito, Loki é como o vento”, justificou, logo depois de citar as características dos vilões shakespearianos que o influenciaram.

Shakespeare, aliás, é uma das figuras mais importantes na carreira do ator, que já foi premiado por sua atuação em peças do dramaturgo, interpretou Henrique V em uma série da BBC no ano passado e se prepara para voltar aos palcos como protagonista de “Coriolanus”. E, indiretamente, foi também Shakespeare que o levou aos filmes da Marvel, já que o também shakespeariano Kenneth Branagh, diretor de “Thor”, foi quem fez questão de tê-lo no elenco.

Mas, além de falar sobre Loki e sua versátil carreira, que inclui papéis como F. Scott Fitzgerald em “Meia-noite em Paris”, de Woody Allen, um capitão em “Cavalo de Guerra”, de Steven Spielberg, e um vampiro no ainda inédito “Only lovers left alive”, de Jim Jarmusch, o ator justificou ainda porque se tornou um dos novos favoritos também da imprensa.

Extremamente atencioso e gentil, explicou que não se incomoda nem um pouco ao atender todos os pedidos para que cante, dance ou faça alguma de suas já famosas imitações durante entrevistas. Além disso, ensaiou algumas palavras em português e se revelou nitidamente sem graça ao falar sobre ter sido o segundo colocado na lista de “100 astros de cinema mais sexy” da revista “Empire”.

G1 – “Thor” precisava apresentar ao público o universo de Asgard e mesmo seus atores, já que você e Chris Hemsworth ainda não eram tão famosos. E em “Thor: o mundo sombrio”, qual foi o maior desafio?
Tom Hiddleston –
Acho que o maior desafio foi trazer algo novo e empolgante. Pessoalmente, foi o ponto no qual mais me esforcei. Queria ter certeza que apresentaríamos algo que soasse inovador, diferente e cativante, algo que o público ainda não tivesse visto.

G1 – E a familiaridade do público com os personagens facilita ou faz com que exista mais pressão?
Tom Hiddleston –
Em certo nível fica mais fácil, porque tenho mais confiança no personagem, ele já está estabelecido, todo mundo sabe quem ele é. Então posso me divertir com isso, porque posso fazer certas coisas mais afiadas e com cores mais brilhantes, mas também posso mudar e surpreender as pessoas, tentar descobrir todas as características que ainda não mostrei. E acho que isso é uma das coisas mais empolgantes deste filme. Loki é o mesmo cara de “Os vingadores”, mas ele está um pouco diferente, ele é perigoso de uma forma diferente, engraçado de uma forma diferente. Eu amo interpreta-lo, espero que as pessoas consigam perceber o quanto me divirto.

“Pensei em como a capoeira é tão elegante, quase um tipo de balé. Se Thor é como um bloco de granito, Loki é como o vento, meio que dançando ao redor”Tom Hiddleston, ator de ‘Thor'”

G1 – A cada vez que vemos Loki ele parece mais confiante. Agora que, tentando não revelar spoilers, podemos dizer que ele consegue algo que desejava, como você imagina que será seu futuro? O que ainda podemos esperar de Loki?
Tom Hiddleston –
Acho que é interessante perguntar o que acontece quando você ganha um jogo, porque acredito que Loki é um personagem que se satisfaz mais em jogar do que em ganhar ou perder. Estou interessado em saber o que vai acontecer a seguir e tenho algumas ideias malucas para ele… mas, em geral, acho que existe uma frase chave neste filme, que é quando ele diz “satisfação não faz parte da minha natureza”. Satisfação não o fará feliz. Ele nunca fica parado. Ele é como mercúrio, como um elemento, e sempre que você pensa que o pegou, ou sempre que pensa que Loki é algo sólido, ele muda sua forma e te engana. E ele é um encrenqueiro nato.

G1 – Ao aceitar o papel, você imaginava que Loki seria tão querido pelo público? E por que você acha que isso acontece?

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Tom Hiddleston –
Eu não fazia ideia. Foi algo totalmente além e acima das minhas expectativas e tem sido extraordinário. Sempre que você assume um personagem espera que ele vá estabelecer uma conexão com o público, mas nunca tive nada parecido antes. As pessoas costumam me perguntar sobre isso, e nunca tenho muita certeza sobre qual a resposta. Acho que talvez seja porque existe tanta diversão inerente ao personagem. Thor é o deus do trovão, Loki é o deus da trapaça, e se você procurar a palavra “mischief” no dicionário vai ver que está escrito algo como “inclinação para travessuras, brincadeiras”. Então é minha tarefa surgir e me divertir. E ele é muito charmoso, é um rebelde. Loki gosta de provocar o caos, mas, ao mesmo tempo, é também muito vulnerável e motivado por fraquezas humanas. Ele é furioso e solitário e triste, disfarça sua mágoa e seu coração partido. Espero que, mesmo que o público não tenha uma simpatia profunda por ele, ao menos entenda porque ele é quem é.

G1 – Loki pertence a uma classe de vilões queridos pelo público. Quais são seus vilões favoritos do cinema? E quais vilões te influenciaram?
Tom Hiddleston –
Amo os dois Coringas, Jack Nicholson e Heath Ledger são extraordinários interpretando o mesmo personagem de formas diferentes, eles estão certamente no topo da lista (veja no quadro acima os outros vilões favoritos do ator). Mas, acho que minha inspiração veio, em sua maior parte, de vilões shakespearianos. Loki tem muito de minha experiência acumulada com Shakespeare. Ele é obsessivo pela ambição, o que é bem “Macbeth”. É manipulador e dissimulado, como Iago em “Otelo”. É um filho que tem inveja de seu irmão mais velho, como Edmund em “Rei Lear”. E tem muito de Cassius em “Julio Cesar”, com seu olhar faminto. Acho todas essas coisas muito inspiradoras, elas foram uma espécie de ponto de partida. Mas Loki tem seu próprio repertório de truques.

Ele é como mercúrio, como um elemento, e sempre que você pensa que o pegou, ou sempre que pensa que Loki é algo sólido, ele muda sua forma e te engana”Tom Hiddleston, ator de ‘Thor’

G1 – É verdade que você treinava capoeira e usou isso quando estava se preparando para o papel? Como foi?
Tom Hiddleston –
Sim, eu treinei, foi maravilhoso. Acho que é uma arte marcial extraordinária. Eu pratiquei pela primeira vez quando estava na escola de teatro, quando tinha vinte e poucos anos. Tinha um amigo que adorava capoeira e íamos treinar em uma academia em Londres para manter a forma. Então, quando comecei a imaginar o estilo de luta de Loki, pensei nisso. Chris Hemsworth estava treinando boxe com pesos-pesados, você pode ver que Thor gira seu martelo como um boxeador, um peso-pesado, ele tem um estilo de luta muito atlético, forte, firme, e eu queria ser diametralmente oposto a isso. E pensei em como a capoeira é tão elegante, quase um tipo de balé. Se Thor é como um bloco de granito, Loki é como o vento, meio que dançando ao redor. Então sim, eu quis usar um pouco de capoeira.

G1 – E você é bom nisso?
Tom Hiddleston –
Er…não (risos). Eu era apenas ok. Mas, de qualquer forma, quando tive que vestir o figurino percebi que “hmm… é, acho que não vou conseguir mais jogar capoeira” (risos).

G1 – Embora Loki seja um personagem tão popular, você conseguiu não ficar marcado apenas por ele, fazendo filmes de vários gêneros e com diretores como Woody Allen e Steven Spielberg. Qual seu critério na hora de escolher seus trabalhos?
Tom Hiddleston –
Bem, eu sempre tento buscar uma experiência nova, todas as vezes. E acho que isso é bastante útil, já que significa que estou sempre procurando, sempre sendo curioso e aprendendo. Então tento escolher coisas que sejam completamente diferentes, porque, na verdade, não há nada que eu adore mais do que aprender algo novo, estudar uma nova pessoa, uma nova história. E, no final, é sempre uma coisa instintiva. Leio um roteiro e simplesmente sei que quero ou não explorar aquela possibilidade. Em meu próximo trabalho eu vou voltar aos palcos, serei Coriolanus (mais um personagem de Shakespeare) no teatro, em Londres. Depois, vou trabalhar com Guillermo del Toro em um romance gótico (“Crimson peak”), uma história muito, muito sofisticada sobre uma casa assombrada.

G1 – Em “Crimson peak” você vai fazer um papel que inicialmente seria de Benedict Cumberbatch, um dos atores mais requisitados atualmente por Hollywood. E, assim como você, ele tem esse perfil tão tipicamente britânico. Você acha que este é especificamente um momento de “alta” para os ingleses?
Tom Hiddleston –
(risos) Talvez. Mas acho que sempre há atores britânicos por aí, não penso que seja algo específico em relação a mim e Benedict, que, aliás, é meu amigo desde que fizemos “Cavalo de guerra” juntos. No próprio “Thor: o mundo sombrio” temos Anthony Hopkins e ele é brilhante e tem sido há tanto tempo. E eu já trabalhei também com Jeremy Irons e Kenneth Branagh, e temos ainda pessoas como Alan Rickman, Hugh Laurie, Andrew Lincoln, Tom Hardy e Michael Fassbender (nascido na Alemanha, mas criado na Irlanda). Então acho que sempre há atores ingleses fazendo trabalhos brilhantes. Mas, se é que este é realmente um momento especial, fico feliz por fazer parte dele, juntamente com Benedict. Não sei o que estão colocando na água, mas está funcionando (risos).

G1 – Mas são você e ele os dois primeiros colocados na lista “100 astros de cinema mais sexy” da  “Empire”.
Tom Hiddleston –
(risos) Sim, eu sei, isso é muito embaraçoso (risos). Vai servir como combustível para incendiar a zombaria das minhas irmãs para o resto da minha vida.

G1 – Bem, há alguns leitores contestando a escolha de Benedict, mas não me lembro de ver ninguém reclamando sobre você.
Tom Hiddleston –
(risos) Sério? Não sei o que dizer sobre isso (risos).

G1 – Suas imitações tem feito sucesso na internet, e existem vídeos com você cantando, dançando e falando outros idiomas em entrevistas e, aparentemente, se divertindo em todos eles. Mas, agora que isso se tornou uma espécie de tradição, não se cansa do fato de as pessoas sempre te pedirem alguma “gracinha”?
Tom Hiddleston –
Bem, aí é que está. O que eu mais amo em relação a atuar é criar uma conexão. Talvez eu acredite na velha escola do entretenimento, adoro entreter as pessoas. Então acho que não, não me incomoda. Tudo que você pode desejar como ator é se conectar com as pessoas e parte da diversão proporcionada pelas turnês de divulgação é que você tem a chance de conhecer o público. E eu tenho mesmo essa coisa de tentar aprender o idioma das pessoas com quem estou falando. Então é por isso que falo em francês e espanhol nesses vídeos (risos). Mas meu português não é assim tão bom, sabe… sei dizer “obrigado” (risos). Lembro-me de que meus avós moravam em Portugal e eles costumavam dizer “dois mais” (ele fala com o sotaque de um português de Portugal) quando queriam mais dois copos de vinho ou algo assim. Mas, sabe, amo aprender idiomas, é realmente uma grande curiosidade que eu tenho. E a razão pela qual adoro fazer imitações é que sou interessado em gente, me interesso pelo modo como as pessoas se sentam, caminham e falam, e isso é parte da razão pela qual amo ser um ator.

Fabiana de CarvalhoDo G1, em São Paulo

Fonte: http://g1.globo.com

Protagonista de BESOURO pensou que não conseguiria fazer filme

Capoeirista Ailton Carmo, de 22 anos, estreia sua carreira como ator em filme de João Daniel Tikhomiroff

Com o jeito simples de quem não sabe que está prestes a ser conhecido na rua a cada esquina, Ailton Carmo – protagonista do filme “Besouro” – confessa que depois de ter passado no teste, pensou em desistir. Antes de cogitar estar no primeiro longa de João Daniel Tikhomiroff, ele era “apenas” um grande lutador de capoeira, além de guia turístico na cidade de Lençóis, na Bahia.

“Para mim foi uma experiência nova (estar em um filme). Eu nunca havia sonhado com isso. Depois de passar no teste e ser informado de que seria o protagonista, cheguei para a Fátima (Toledo, preparadora de elenco) e disse que não ia dar para fazer. Ela só me respondeu que seria difícil, mas não impossível”, contou, ressaltando que ficou alegre e nervoso ao mesmo tempo. “Ela estava confiando em mim.”

Capoeira e efeitos especiais podem fazer de Besouro o novo heroi brasileiro 

Após as aulas de interpretação e coreografias com o chinês Dee Dee ( “Kill Bill”), ele ainda não sabe se quer seguir a carreira adiante. Ele, que já deu aulas de capoeira na Bélgica, agora tenta oportunidade de viajar para a Polônia. “Penso em me desenvolver como ator, mas precisarei estudar muito.”

Segundo Ailton, de todos os esportes que já fez, a capoeira é o único que não larga. “Nela, você não tem apenas o esporte, também há o instrumento, a música, a dança… Até mesmo com o pé quebrado você pode participar. Quero ver você lutar boxe com o pé quebrado.”

Atores não decoraram textos

Para todos os atores participantes de “Besouro”, um dos grandes desafios foi trabalhar com a preparadora de elenco Fátima Toledo. Ela e o diretor fizeram com que nenhum dos intérpretes tivessem textos. “A Fátima trabalha a partir do ator vivendo a história. Não há um texto. Quando eu me dei conta, já estava me comportando como os meninos. Eles até falavam `fecha essas pernas!”, diverte-se Jéssica Barbosa, que faz a personagem Dinorá e Iansã no longa.

Quem também participou dessa preparação foram os atores Flávio Rocha (Coronel Venâncio) e Irandhir Santos (Noca de Antônia), ambos integrantes da minissérie “A Pedra do Reino” (Globo). “Para mim, o desafio foi não enxergar as belezas da capoeira. Me distanciava do grupo deles. Tinha que encontrar meu lado mau nos palavrões, no cuspe, no vômito…”, revela Irandhir.

“Passei por má pessoa para alguns colegas de elenco. Isso porque passava boa parte do tempo guardando energias ruins para o personagem. Outra coisa que fiz foi andar com um punhal e furar tudo que via pela frente. Precisei encarar meu inimigo na vida real”, completou Flávio.

Fórum Nacional de Performance acontece em Salvador

As reflexões e propostas para a valorização da dança e teatro negro tem cenário e palco próprios: o 3º Fórum Nacional de Performance Negra que acontecerá em Salvador/BA desta segunda-feira (6) até quinta-feira (9), no Teatro Vila Velha. O evento deverá reunir cerca de 200 pessoas entre representantes de Grupos e Companhias negras, pesquisadores e artistas de todas as regiões do Brasil em torno de objetivos alicerçados em uma prática artísticocultural que, nos seus modos de criação e de reflexão, reafirmem a dimensão dinâmica das matrizes afrobrasileiras.

Nesta terceira edição o evento homenageará as atrizes Léa Garcia e Ruth de Souza, o ator Zózimo Bubul e o poeta Solano Trindade (post-mortem). O 3º Fórum Nacional de Performance Negra é uma realização conjunta da Cia. dos Comuns (RJ) e do Bando de Teatro Olodum (BA).

A abertura do evento deverá contar com as presenças dos ministros da Cultura, Juca Ferreira e do Secretário da Promoção da Igualdade (SEPPIR) Edson Santos; dos presidentes da Fundação Palmares, Zulu Araújo, e da Funarte, Sérgio Mamberte, além dos secretários da Identidade e da Diversidade, Américo Córdula, da Cultura do Estado da Bahia, Márcio Meirelles e da secretária da Igualdade da Bahia, Luiza Bairros.

O evento já se firmou como um referencial do teatro e danças negras do Brasil, com intenção de promover a criação de políticas públicas específicas para esse segmento e, neste ano, foram programadas palestras com Sueli Carneiro (Brasil), Julio Moracen (Cuba), Paulo Lis (Brasil), e Cleyde Morgan (EUA); oficinas de teatro como o dramaturgo e ator Ângelo Flávio; com o diretor teatral e jornalista Luiz Marfuz; de música, com o cantor e compositor Jarbas Bittencourt; e com o músico, ator e diretor artístico Gil Amâncio.

As oficinas de dança ficarão com o bailarino e coreógrafo Zebrinha, com o professor e bailarino Clyde Margon; sobre figurino com Biza Viana; iluminação, com Jorginho de Carvalho (precussor da iluminação teatral no país); sonorização, Filipe Pires; e programação visual, com o artista plástico Gá. Também foram programas atividades em Grupos de Trabalho que contribuirão para o intercâmbio dos/as representantes regionais.

Ainda estão previstas no Fórum apresentações e performances de teatro e dança e manifestações populares de matriz africana. Entre as apresentações estão: Shire Oba, com direção de Fernanda Júlia, encenada pelo Grupo de Teatro Nata, que por meio de um discurso poético, festeja a magia e os encantos da tradição afrobaiana, presente no culto aos Orixás; a peça Silêncio, dirigida por Hilton Cobra e encenada pela Cia dos Comuns que questiona a plateia sobre o que passa pela mente de uma pessoa que durante toda sua existência sente que a qualquer momento poderá ser vítima do racismo. Silêncio é o quarto espetáculo do repertório da Cia dos Comuns, responsável pela encenação de Candaces – A reconstrução do fogo (2003) que recebeu o Prêmio Shell de Teatro – categoria música, sendo este espetáculo considerado um dos 10 melhores do ano pela crítica teatral.

Receita é o terceiro espetáculo a ser apresentado durante o III Fórum Nacional de Performance Negra. Receita é um solo com o bailarino Rui Moreira da Cia Será Quê? – com coreografia de Henrique Rodovalho e é um encontro com a subjetividade do olhar e do movimento.

Fonte:

Jornal Feira Hoje.com.br, Cultura, 06/07/2009 (11h41)

 

Comunicação SID/MinC

Telefone: (61) 3316-2129

E-mail: [email protected]

Site: http://www.cultura.gov.br/site/categoria/politicas/identidade-e-diversidade/

Blog: http://blogs.cultura.gov.br/diversidade_cultural/

Astro Jet Li filma no Brasil

O ator chinês Jet Li desembarcou no Galeão, aeroporto internacional do Rio de Janeiro, no sábado 18, por volta das 21h40. Escoltado por seguranças, ele seguiu direto para um hotel no bairro de Copacabana, onde ficará hospedado até o final de sua participação no filme Os Mercenários, de Sylvester Stallone.

O ator, que deve ficar no País por duas semanas, disse que está muito interessado em acompanhar lutas de capoeira.

Nas cenas, Jet Li deverá filmar em lugares como a praia de Mangaratiba e o Parque Lage, no Rio.

 

Fonte: http://www.terra.com.br/istoegente/edicoes/502/astro-jet-li-filma-no-brasil-132167-1.htm

Belém: Grupo apresenta ensinamentos da capoeira

Um forma diferente de apresentar a filosofia e os movimentos da capoeira é o que o Grupo Capoeira Brasil fará no próximo domingo (22), no Coliseu das Artes, no Espaço São José Liberto, a partir das 18 horas. Com entrada franca, a apresentação terá dois momentos bem distintos: a primeira consiste na leitura de textos que trazem a base teórica da capoeira e, na segunda etapa, a consolidação desses ensinamentos, com a mostra dos movimentos característicos da capoeira.

Segundo Fábio Fernandes, graduado corda azul do grupo, hoje o 'Capoeira Brasil' reúne, em Belém, cerca de 70 integrantes. Atuando há 10 anos na capital paraense, o grupo foi fundado há 25 anos, tendo como principais representantes os mestres Paulinho Sabiá, que está na França; Boneco (o ex-ator Beto Simas), que divulga a capoeira nos Estados Unidos, e Paulão, que está na Holanda. Os grandes mestres, frisa ele, estão no exterior, onde a capoeira é mais valorizada e incentivada como cultura popular.

Surgida no tempo da escravidão como única forma de os escravos atacarem os feitores das fazendas e capitães-do-mato (que caçavam os escravos fugidos), a capoeira foi, ao longo do tempo, ganhando novos elementos, agregando valores e se tornando contemporânea.

Durante a apresentação no São José Liberto, um ator interpretará textos sobre a escravidão e a história do negro no Brasil, para que o espectador conheça o universo da capoeira. Em seguida, serão mostradas as várias possibilidades musicais, ao som de berimbaus e violões. Na última parte, toda a evolução dos capoeiristas.

"Vamos fazer uma apresentação bem didática, para formação de platéia, fazendo com que as pessoas se identifiquem com a filosofia da capoeira", ressalta Fábio Fernandes.

Serviço: Apresentação do Grupo Capoeira Brasil. Domingo (22), às 18h, no Coliseu das Artes – Espaço São José Liberto. Entrada Franca.

Fonte: Agência Pará – http://www.pa.gov.br/noticias2007/04_2007/20_15.asp
 
Socorro Costa – São José Liberto
 
Coordenadoria de Comunicação Social do Governo do Estado
Fone: (91) 3202-0911 e 3202-0912, fax: 3202-0913
E-mail: [email protected]

Classificação: V JOGOS MUNDIAIS DE CAPOEIRA – ABADÁ

V JOGOS MUNDIAIS DE CAPOEIRA

16 a 21 de Agosto
Rio de Janeiro – Brasil

Classificação

Geral
1º – Morceguinho
2º – Eberson
3º – Jabuti
4º – Diguinho

Feminino
1ª – Moema
2ª – Abelha
3ª – Juma

Estrangeiro
1º – Haiti
2º – Valdo
3º – Ator

Equipe
1º – Brasil
2º – Haiti
3º – Espanha

Melhor Jogo de Angola
Morceguinho e Jabuti

Melhor Jogo de Benguela
Morceguinho e Diguinho

Melhor Jogo de São Bento Grande
Morceguinho e Eberson

Melhor Jogo de Iúna
Morceguinho e Garnizé

Corda Marrom
1º – Eberson
2º – Montanha
3º – Paçoca

Corda Roxa-marrom
1º – Morceguinho
2º – Diguinho
3º – Goma

Corda Roxa
1º – Taquinha
2º – Tico
3º – Madorna

Corda Verde-roxa
1º – Jabuti
2º – Kikiu
3º – Ator

Corda Verde
1º – Garnizé
2º – Valdo
3º – Hispano

Corda Azul-verde
1º – Haiti
2º – Ferrugem
3º – Milho

Corda Azul
1º – Gado
2º – Bicudo
3º – Fruta Pão

Clique aqui para ver as fotos e todas as informações sobre o evento!

Fonte: http://www.abadadf.com.br/


Ministério da Cultura destina R$1,85 milhão à capoeira

Mais de 400 capoeiristas de 40 grupos integraram o Cortejo Viva Salvador, que percorreu as ruas da cidade
 
O secretário executivo do Ministério da Cultura (Minc), Juca Oliveira, aproveitou que Salvador ficou mais velha ontem para lhe dar um presente. Ele anunciou a liberação R$1,85 milhão para financiar dez projetos envolvidos com a capoeira na Bahia. O edital será publicado hoje no Diário Oficial da União. A novidade foi revelada durante a caminhada Cortejo Viva Salvador, que percorreu o trajeto do Campo Grande à Praça Municipal, com a presença de 456 capoeristas, de 40 grupos diferentes. "Precisamos reconhecer a maior manifestação cultural do Brasil. Pretendemos lançar outros projetos", acrescentou Oliveira.
 
Segundo o secretário, a capoeira existe em mais de 150 países do mundo, mas ainda assim é muito discriminada, por ter nascido no período da colonização do Brasil como uma forma de resistência dos escravos negros. "Até hoje a luta misturada à dança não recebeu seu verdadeiro reconhecimento. Capoeira é dança, é cultura, é educação física, fortalece o espírito de lealdade e solidariedade. Está na hora de dar a ela seu valor. Este é só começo de muitos outros investimentos que virão", informou.
 
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Madame Satã

Madame Satã de mito, homossexual e malandro para as telas do cinema…
 
  • A Hisória:
 
O Pernambucano João Francisco dos Santos (1900-1976), o mítico Madame Satã, era uma espécie de bandido chique. Dizia ser filho de Iansã e Ogum e devoto da cantora americana Josephine Baker. Homossexual assumido em plenos anos 30, ele reinava como camareiro, cozinheiro, transformista, leão-de-chácara e ladrão no submundo da Lapa, bairro boêmio do Rio de Janeiro. Negro, pobre e analfabeto, João dos Santos ganhou o apelido de Madame Satã por causa de uma fantasia que usou no bloco carnavalesco Caçadores de Veados em 1942.
  Madame Satã foi especial pela infinita capacidade de transformação. Nunca aceitou um único papel. Homossexual, se vestia com o chapéu de panamá e linho apurado de bom malandro, a despeito das sobrancelhas feitas. Jamais admitiu homem se casar com homem e chegou a ter rumorosos casos com meninas de 12 anos. Lutador, viveu quase 28 anos preso em lendária tranqüilidade. Negro, usava os cabelos longos e alisados e comprava briga para ir aonde bem entendesse.
  Para entender quem foi Madame Satã, é preciso compreender quem foi João Francisco dos Santos e o que foi a Lapa dos anos 30, território-livre da malandragem que resistiu ao bota-abaixo do Centro do Rio, promovido pelo prefeito Pereira Passos. O desmanche de morros, a abertura de avenidas e a demolição de cortiços foi uma tentativa de assepsia da capital federal que, no início do século 20, contava com 800 mil habitantes, 200 mil deles desocupados de todas as espécies, de baleiros a biscateiros, desempregados, rufiões, prostitutas e jogadores de capoeira, entre eles o próprio João dos Santos.
   Foi nesse tipo de ambiente que surgiu Madame Satã. Vinte anos depois da Abolição, o menino trabalhava como escravo em Itabaiana, na Paraíba, antes de fugir para o Rio. Depois passou para as mãos de Catita, uma cafetina de 180 quilos que comandava um dos bordéis mais animados da cidade e tornou-se freqüentador de célebres bares e cabarés da mitologia carioca: Colosso, Capela, Imperial, Bahia, Apolo, Royal Pigalle, Viena Budapest, Casanova e Cu da Mãe. Era um tempo de uma marginalidade pré-industrial, com raras armas de fogo, quando um negro forte podia criar fama no tapa e na navalha, antes de se lambuzar com um "boneco" de cinco gramas de cocaína comprado na farmácia mais próxima.
  Ao todo, João Francisco contabilizou 27 anos e oito meses de cadeia, 29 processos, 3 homicídios e cerca de 3 mil brigas. Ágil lutador de capoeira e mestre no manuseio da navalha – contam que ele sempre trazia uma presa na sola do sapato –, Madame Satã só recorria ao revólver em situações extremas, a exemplo da vez em que desfechou um tiro num soldado, na esquina da rua do Lavradio com a avenida Mem de Sá. Na famosa entrevista concedida ao histórico tablóide O Pasquim, em 1976, com seu deboche habitual o malandro afirmou ter sido preso injustamente, alegando que a arma disparara de forma casual. “A bala fez o buraco, quem matou foi Deus”, afirmou. Dizia que não brigava, se defendia.
 
 
  • O Filme:
 
 
Rio de Janeiro, 1932. No bairro da Lapa vive encarcerado na prisão João Francisco (Lázaro Ramos), artista transformista que sonha em se tornar um grande astro dos palcos. Após deixar o cárcere, João passa a viver com Laurita (Marcélia Cartaxo), prostituta e sua "esposa"; Firmina, a filha de Laurita; Tabu (Flávio Bauraqui), seu cúmplice; Renatinho (Felippe Marques), sem amante e também traidor; e ainda Amador (Emiliano Queiroz), dono do bar Danúbio Azul. É neste ambiente que João Francisco irá se transformar no mito Madame Satã, nome retirado do filme Madam Satan (1932), dirigido por Cecil B. deMille, que João Francisco viu e adorou.
 
Ficha técnica:
 
Título Original: Madame Satã
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 105 minutos
Ano de Lançamento (Brasil): 2002
Site Oficial:
www.madame.com.br
Estúdio: Videofilmes / Wild Bunch / Lumière / Dominant 7
Distribuição: Lumière
Direção: Karim Aïnouz
Roteiro: Karim Aïnouz
Produção: Isabel Diegues, Maurício Andrade Ramos e Walter Salles
Música: Marcos Suzano e Sacha Amback
Fotografia: Walter Carvalho
Direção de Arte: Marcos Pedroso
Edição: Isabela Monteiro de Castro
 
 
Elenco
 
Lázaro Ramos (João Francisco dos Santos / Madame Satã)
Marcélia Cartaxo (Laurita)
Flávio Bauraqui (Tabu)
Felippe Marques (Renatinho)
Emiliano Queiroz (Amador)
Renata Sorrah (Vitória dos Anjos)
Floriano Peixoto (Gregório)
Gero Camilo (Preso)
 
Premiações
 
– Ganhou 5 prêmios no Grande Prêmio Cinema Brasil, nas seguintes categorias: Melhor Ator (Lázaro Ramos), Melhor Atriz (Marcélia Cartaxo), Melhor Figurino, Melhor Maquiagem e Melhor Direção de Arte. Recebeu ainda outras 10 indicações, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante (Emiliano Queiroz e Flávio Bauraqui), Melhor Atriz Coadjuvante (Renata Sorrah), Melhor Roteiro Original, Melhor Trilha Sonora, Melhor Montagem, Melhor Fotografia e Melhor Som.
– Recebeu 2 indicações ao Prêmio Adoro Cinema 2002, nas categorias de Melhor Ator (Lázaro Ramos) e Melhor Ator Revelação (Lázaro Ramos).
 
Curiosidades
 
– Madame Satã foi inteiramente rodado em locações na Lapa e arredores.
– Foi exibido na Mostra Un Certain Regard, no Festival de Cannes.
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