Blog

atualmente

Vendo Artigos etiquetados em: atualmente

Fundo Internacional para a Diversidade Cultural

Financiamento para programas e projetos de promoção e proteção da diversidade cultural

O Fundo Internacional para a Diversidade Cultural criado pela Convenção sobre a Proteção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, já entrou em sua fase piloto de funcionamento, com a divulgação de um formulário de pedidos de financiamento para programas e projetos.

Poderão ser financiados programa e projetos relativos à implementação de políticas culturais e ao fortalecimento de infraestruturas institucionais correspondentes; ao fortalecimento das capacidades culturais; ao fortalecimento das indústrias culturais existentes; à criação de novas indústrias culturais; e à proteção de expressões culturais comprovadamente em risco de extinção, conforme o artigo 8 da Convenção.

As solicitações poderão ser apresentadas por governos dos países em desenvolvimento membros da Convenção,  ONGs nacionais da área da cultura, grupos vulneráveis ou outros grupos sociais minoritários. Os pedidos serão avaliados por um painel de seis especialistas nomeados pelo Comitê Intergovernamental da Convenção, formado por 24 países, dentre os quais o Brasil.

O Fundo da Diversidade Cultural dispõe atualmente de US$ 2.391.489 (dois milhões, trezentos e um mil, quatrocentos e oitenta e nove dólares). A Convenção integra, atualmente, 109 países, dos quais a maioria é de países em desenvolvimento.

No Brasil, os pedidos devem ser enviados até o dia 15 de junho deste ano, para a Divisão de Assuntos Multilaterais Culturais (DAMC) – veja o endereço abaixo.

De acordo com decisão do Comitê Intergovernamental da Convenção, a prioridade de utilização dos recursos do Fundo é financiar projetos apresentados por países em desenvolvimento. Por este motivo, o Secretário da Identidade e da Diversidade Cultural do Ministério da Cultura (SID/MinC) Américo Córdula, avalia que projetos brasileiros não terão prioridade, já que o Brasil é visto como um dos países em desenvolvimento em melhor situação econômica, e existem poucos recursos. O Secretário explica que, para financiar programas e projetos de promoção e proteção da diversidade cultural brasileira, o Ministério da Cultura está propondo a criação de um Fundo Setorial da Diversidade e Acesso, que faz parte da reforma da Lei de Incentivo – Procultura, atualmente em processo de tramitação no Congresso Nacional.

Os formulários só poderão ser preenchidos em francês ou em inglês.

O endereço para envio dos pedidos é:

DAMC – Ministério das Relações Exteriores
Palácio Itamaraty – Esplanada dos Ministérios – Bloco H
Brasília – DF – Brasil
CEP 70.170-900

 

Mais informações e/ou esclarecimentos podem ser obtidos com o ponto focal da Convenção no Brasil, Giselle Dupin – Coordenadora de Fomento à Identidade e Diversidade da SID/MinC, pelo endereço eletrônico: giselle.dupin@cultura.gov.br, ou pelo telefone: (61) 2024 2368.

Clique aqui para acessar o formulário de pedidos de financiamento (em francês e inglês).

Clique aqui para acessar o texto completo do Procultura.

(Comunicação/SID)

Aniversário de Mestre Brasília, 67 voltas ao mundo e muita capoeira…

Antônio Cardoso Andrade, Mestre Brasília, nascido em 29-05-1942, é também um dos pioneiros da Capoeira paulista. Aprendeu com mestre Canjiquinha, de quem foi discípulo e amigo dedicado.

Veio para São Paulo, gostou, acabou ficando. Praticava capoeira na antiga CMTC, com mestre Melo, e na academia do mestre Zé de Freitas, no Brás. Conheceu então mestre Suassuna, e juntos fundaram uma academia, a “Cordão de Ouro”, que viria a se tornar no pólo principal da Capoeira paulista. Joga com extrema elegância e habilidade.

Atualmente, Mestre Brasilia está ministrando suas aulas no Galpão do Circo, R. Girassol, 323, Vila Madalena, SP. É vice-presidente cultural da Federação de Capoeira do Estado de São Paulo, entidade filiada à Confederação Brasileira de Capoeira e à Federação Internacional de Capoeira; atualmente, é presidente do Conselho Superior de Mestres – seção São Paulo.

O Portal Capoeira presta esta singela homenagem a um dos precursores da capoeira em São Paulo e deseja muita paz, saúde e muita capoeiragem para este grande mestre!!!

Fica aqui também um abraço especial pois gostaria de deixar registrado o quanto é importante para mim ter tido em meu batizado… + – 1988/89 na Escola Paulista de Medicina em SP, sob a organização dos Mestres Flavinho Tucano e Dal, CDO a presença ilustre de Mestre Brasilia, por quem tive a honra de ser batizado… ainda lembro como se fosse hoje: Terno branco… sapato branco… chapeu branco… a elegancia e o bom gosto de um grande mestre…

Felicidades Mestre Brasilia!!!

Homenagem Portal Capoeira
Luciano Milani
Portal Capoeira

Limeira – SP: Projeto LUTA PELA CAPOEIRA

O projeto LUTA PELA CAPOEIRA é um resgate ao esclarecimento sobre o que é a Capoeira. Reconhecida recentemente como Patrimônio Cultural Brasileiro, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) do Ministério da Cultura, esta luta-dança, que tem mil facetas dentro do complexo e vasto acervo cultural brasileiro, sofre com a má informação tanto dentro do seu próprio meio de atividades, quanto do público em geral.

Como tudo – ou quase tudo em nosso país – há uma inversão de valores onde a Capoeira é ensinada como esporte, luta ou até mesmo como forma de condicionamento físico.
A Capoeira, além dos aspectos descritos acima, trata de dança, música, instrumentos diversos, expressão corporal, expressão de linguagem, folclore, arte, inclusão social, manifestação cultural, dentre outros.
Acima de tudo, serve de ferramenta para o aprendizado e cidadania, auto-estima de nosso povo, o que, na maioria das vezes, passa despercebido.

Na verdade todos estes aspectos citados acima estão inseridos dentro da Capoeira, mas nenhum deles consegue defini-la propriamente.

É Cultura Brasileira, criada no Brasil, e muitos ainda não sabem disso.
Relaciona-se com todos os adjetivos citados, mas não tem um entendimento adequado de toda sua extensão. É compreendida apenas como um ou mais aspectos, mas não está clara a real importância e definição desta manifestação cultural genuinamente brasileira.

Objetivo

O objetivo do projeto é esclarecer o que é a Capoeira, definir sua importância, principalmente para os professores que ensinam a parte prática e física, que é apenas um dos elementos que compõem sua complexa abrangência.

DETALHES DA PROGRAMAÇÃO

Será convidado um Mestre de Capoeira que tem sua competência comprovada durante muitos anos de atividade, e também uma formação dentro do aspecto educacional e cultural.
Teremos uma mesa de debates com profissionais capacitados em suas áreas, relacionadas com nossa cultura e co-relacionadas com a Capoeira.

Estarão presentes na mesa de debate:

Adalberto Mansur é jornalista e administrador de empresas, sendo pós-graduado em Comunicação Pública e Responsabilidade Social. Atualmente, é Secretário da Cultura de Limeira. Ainda na Prefeitura de Limeira, atuou como assessor de comunicações. Trabalhou em jornais e rádios da região, ao longo de 18 anos. Realiza projetos de comunicação e marketing para entidades e empresas, além de ser professor universitário em cursos de Comunicação Social, Marketing e Administração.

projeto LUTA PELA CAPOEIRAProfessor Augusto José Fascio Lopes, Mestre de Capoeira, conhecido como Baiano-Anzol, é formado por mestre Bimba em Capoeira Regional, onde possui dois cursos de Especialização. Também é Mestre Cordel Branco pela Confederação Brasileira de Capoeira. É autor do Livro Curso de Capoeira, Edições de Ouro, 1974, RJ. Foi introdutor da disciplina de Capoeira na Universidade do Estado do Rio de Janeiro/UERJ, sendo atualmente professor de Educação Física, com especialização em Educação. Atualmente, exerce o cargo de professor da cadeira de Capoeira na Universidade Federal do Rio de Janeiro/UFRJ e a chefia do Departamento de Lutas da Escola de Educação Física/UFRJ.

Regina Muller, antropóloga, autora do livro “Os Asuriní do Xingu: história e arte” e de vários capítulos de livro e artigos sobre xamanismo, arte e ritual indígena e performance artística. Doutora em Antropologia pela Universidade de São Paulo, com pós-doutoramento no departamento de Performance Studies/ New York University e livre-docente em Antropologia da Dança pela Universidade Estadual de Campinas.Foi responsável pela disciplina “Pesquisa Antropológica de Danças Brasileiras”no curso de graduação em Dança e atualmente orienta pesquisa sobre capoeira em nível de doutorado no Programa de Pós-graduação em Artes/ Instituto de Artes da UNICAMP. Realizou pesquisa sobre performance, interculturalidade e o corpo em movimento na cena contemporânea e atualmente desenvolve o projeto “ Performance e corpo em movimento no ritual indígena e na cena contemporânea”.

Roberto Bonomi, fotógrafo, editor do Jornal O PIU, vem fotografando a Capoeira por mais de 10 anos e pesquisando o assunto junto a livros, historiadores e mestres de Capoeira pelo mesmo período. Com uma grande experiência em publicações diversas, começou sua Carreira com o assunto Capoeira e fez parte da fundação da primeira revista de Capoeira nas bancas de todo país, além de ter participado em todas as novas publicações de revistas que ainda existem, no Brasil e exterior.

Serão convidados a participar grupos de Capoeira de Limeira e região, para apresentações durante o evento.
Será elaborado um questionário com as perguntas e respostas sobre o que é a Capoeira e quais são seus fundamentos dentro de suas raízes e manifestação cultural. Este questionário tende as ser um futuro manual de consulta, publicado no Jornal O PIU, nas edições de novembro (perguntas do questionário) e dezembro (respectivas respostas), que além de servir de base, fará o registro do evento, com informações detalhadas e material completo das atividades.
Convite para todos os órgãos de imprensa, formadores de opinião, historiadores, pesquisadores e afins, visando um maior aproveitamento das informações apresentadas e a continuidade de uma conscientização maior de nossa cultura no aspecto específico da Capoeira.
Cadastro dos interessados pela palestra final.

 

PROGRAMAÇÃO 21 de Dezembro

10h00 – Começa na Praça do Museu com uma breve explanação das metas traçadas e da programação, seguida da apresentação dos palestrantes.
11h40 – Apresentação para o público e mesa de palestrantes, com roda de Capoeira dos estilos e filosofia dos grupos convidados para as apresentações.
12h00 – Almoço
13h30 – Palestra com o Mestre de Capoeira na Praça do Museu, com a apresentação do que é a Capoeira e sua história. Será entregue o questionário publicado no Jornal O PIU (de novembro), para público e participantes, para que possam conhecer as perguntas mais relevantes sobre as raízes da Capoeira. Assim aguçaremos a curiosidade dos presentes, e despertaremos a vontade do conhecimento.
As repostas serão veiculadas no Jornal O PIU de dezembro, que será publicado no dia seguinte do evento, 22 de dezembro.
15h30 – Abertura ao público e participantes para perguntas, dirigidas à mesa, para esclarecimento das dúvidas.
17h00 – Intervalo do debate, com abertura da exposição fotográfica LUTA PELA CAPOEIRA, de Roberto Bonomi.
18h00 – Retorno à Mesa, para encerramento do evento, com roda de Capoeira de professores e mestres, na Praça do Museu.
18h30 até 20h00 – Palestra do Mestre convidado, na Biblioteca Municipal de Limeira, para os participantes previamente cadastrados.

Fonte: http://jornalopiu.blogspot.com

Capoeiras na Bahia e no Rio do século 19 são tema de encontro

Uma das manifestações mais vigorosas da cultura popular do Rio de Janeiro do final do século XIX, a capoeira será o tema da aula inaugural, nesta terça-feira (2), do curso Conversando com sua História, promovido pela Fundação Pedro Calmon/Secult, às 17h, no auditório do Palácio Rio Branco. Na ocasião, o professor Carlos Eugênio Líbano dará destaque às ocorrências policiais envolvendo a prática da capoeira na província do Rio.

“A tradição da capoeira na Bahia já é um lugar comum nos estudos de cultura no Brasil. Mas estudos sobre a capoeira baiana do século XIX ainda são inexistentes, muito menos versando sobre capoeiristas baianos no Rio de Janeiro deste tempo”, destaca o palestrante.

Atualmente professor adjunto da Ufba, Carlos Eugênio tem doutorado em História Social do Trabalho pela Universidade Estadual de Campinas e experiência na área de História da escravidão africana no Brasil, com ênfase em História urbana.

Fonte: AGECOM

ONG “Casa da Capoeira” quer disseminar o jogo em Bauru

Preocupados em resgatar a história da capoeira, um grupo de amantes do jogo está criando uma Organização Não-Governamental (ONG) em Bauru destinada a manter um acervo de livros e materiais e disseminar a prática da capoeira como esporte educacional.

O projeto denominado "Casa da Capoeira de Bauru" é encabeçado pelo professor de educação física Alberto de Carvalho Pereira Sobrinho. A sede do projeto foi construída com recursos pessoais ao custo de cerca de R$ 138 mil. Atualmente, a ONG está em fase de formalização institucional e, segundo Sobrinho, não pode receber doações em dinheiro.
 
A Casa da Capoeira de Bauru possui um espaço de 35 metros quadrados destinados a abrigar uma biblioteca sobre o esporte. Atualmente, já fazem parte do acervo 50 livros, 60 revistas e alguns artigos de congresso, monografias e teses de doutorado sobre o assunto.
 
“Como estamos imersos na burocracia para a formalização institucional da ONG ‘Casa da Capoeira de Bauru’, não podemos receber doações em dinheiro. Desse modo, as doações esperadas são em livros, estantes, mesas de estudo e leitura e equipamentos de informática”, ressalta Sobrinho.
 
O organizador do projeto lembra que a história da capoeira, geralmente, é passada à sociedade de forma oral e distorcida da realidade. Preocupado com isso, Sobrinho diz que é preciso discernir sobre o que é fato e o que é mito sobre a capoeira no Brasil e em Bauru. “Hoje nós buscamos através da ONG congregar pessoas tanto da capoeira quanto de fora dela criando uma identidade para a cidade. Porque existe a questão da história em que cada um busca defender o seu interesse e há uma disputa ideológica”, comenta o professor.
 
Segundo ele, a função da biblioteca, por exemplo, é informar o que é realmente a capoeira e o que ela representa no Brasil. A nova ONG deverá ter três ordens de associados: o praticante, o sócio contribuinte (pessoas físicas que fazem doações) e o sócio mantenedor (convênios com entidades como escolas públicas e particulares, por exemplo).
 
O professor ressalta a importância de algumas personalidades ligadas à história da capoeira de Bauru. Entre elas cita o mestre Cidão, do Grupo Guerreiros de São Jorge, que no início dos anos 1980 teve uma experiência bem sucedida no município ao trazer o esporte de Guarulhos para Bauru. “Baianinho e mestre Terra também são duas pessoas que merecem respeito”, lembra Sobrinho.
 
Uma das dúvidas mais comuns das pessoas com relação à capoeira é a forma correta de classificá-la. No entanto, o professor tranqüiliza explicando que ela tem várias modalidades. “A capoeira pode ser uma luta aberta, franca, um jogo, uma dança e também esporte”, diz, lembrando que desde 1972 ela se enquadra na categoria de esporte por conter regras e possuir competições.
 
De acordo com ele, cerca de 30 alunos praticam a capoeira atualmente na Casa da Capoeira, instalada em um espaço de 186 metros quadrados. O imóvel está localizado na rua Sebastião Pregnolato, 4-86, Jardim Contorno. As visitas à biblioteca podem ser feitas no período noturno ou às terças-feiras das 9h às 12h e às quintas-feiras das 13h às 18h.
 
Alberto de Carvalho Pereira Sobrinho: capoeira-bauru@uol.com.br
 
Jornal da Cidade – fone (14) 3104-3104 – Bauru-SP
 
Fonte: Mestre Jeronimo – Rod@ Virtual

Smed debate inclusão da capoeira no currículo escolar

Cerca de 50 professores e mestres de capoeira estiveram reunidos no Santander Cultural (Sete de Setembro, 1.028), no evento promovido pela Secretaria Municipal de Educação (Smed) para debater a inclusão da Capoeira no currículo escolar.

Antes de iniciar o debate, a Escola Municipal Especial de Ensino Fundamental Elyseu Paglioli realizou uma roda de capoeira, mostrando a inclusão dos alunos com necessidades especiais. Outra apresentação foi feita pela Escola Municipal João Goulart. Após, foi realizado o debate "Capoeira na escola: um projeto em construção". Conforme a assessora pedagógica de Relações Étnicas da Smed, Adriana Santos, a discussão é um importante avanço para o ensino municipal. "Torna-se cada vez mais necessário levar a cultura afro-brasileira para a escola. A capoeira é uma dança criada pelos escravos, sendo genuinamente brasileira e hoje é praticada por milhares de pessoas", observou.

Através desta iniciativa a Smed pretende iniciar uma construção coletiva sobre a implantação da capoeira na escola. "Atualmente várias instituições já ensinam capoeira nas escolas, mas em turno inverso e nos finais de semana. A idéia é colocar essa prática dentro do currículo, uma vez que une movimento, cultura, música, artes visuais, teatro e dança. Este é um projeto inédito no Brasil", destacou Cristina Rolim Wolffenbüttel, assessora dos Agenciamentos Pedagógicos Coletivos na Smed.

O evento, realizado hoje, partiu de uma demanda criada no 4º Seminário "Cultura, Memória e Folclore", realizado no mês passado. Na ocasião, através de uma oficina de prática e história da dança, originou-se a discussão sobre a inclusão desta arte marcial genuinamente brasileira.

A capoeira
 

O presidente da Federação Rio Grandense de Capoeira, Vitor Narciso, Mestre Gavião, como é conhecido, afirmou que a implantação do capoeira na escola é viável e necessária, desde que sejam realizados por professores capacitados, reconhecidos pela federação ou pela liga da capoeira.

"Atualmente muitas faculdades, possuem no currículo do curso de Educação Física a disciplina de Capoeira, visto que, no Brasil, é o segundo esporte mais praticado. A capoeira é uma arte multidisciplinar", destacou o jornalista e professor de Educação Física, Fábio Camargo.


FEDERAÇÃO RIOGRANDENSE DE CAPOEIRA
Entidade de Direção, Administração e Regulamentação Desportiva
LIGA REGIONAL DE CAPOEIRA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL
Presidente: Mestre Gavião
Vice-Presidente: Professor Gororoba
Secretário: Instrutor Gigante

 

Para facilitar a comunicação com a Federação estamos dispondo de duas operadoras:
LIGUE FEDERAÇÃO
Brasil telecom (051) 8451.3441
Vivo (051) 9812.8737

 

Diretora de “Maré Capoeira” em relato exclusivo ao Portal Capoeira

Leia a Matéria e assista ao Filme:
 

Maré é o apelido de João, um menino de dez anos que sonha ser mestre de capoeira como seu pai, dando continuidade a uma tradição familiar que atravessa várias gerações. O curta mistura ficção e documentário para contar uma pequena história de amor e guerra.
 
Paola Barreto Leblanc nasceu em 1971 no Rio de Janeiro, onde atualmente vive e trabalha como diretora, produtora e roteirista. Começou a fazer filmes em super 8 no ginasial da escola EDEM e em 1986 representou o Brasil no Jury Infantil do Festival International du Film Pour l´Enfance et la Jeunesse, em Paris. Antes de “Maré Capoeira” dirigiu dois premiados curtas infantis: “O Sumiço do Amigo Invisível” (2002) e “O Filme dos Porquês” (2003) exibidos em  Barcelona, Miami, Buenos Aires, Montevideo e Santiago, entre outros Festivais; além do documentário “Me Erra!” veiculado no canal a cabo GNT e nos Festivais de Havana, Sevilla, e É tudo Verdade. Atualmente trabalha na série de documentaries curtos “É Campeão” que versa sobre crianças e esportes e está sendo apresentada a canais de TV no Brasil e no exterior.
 
Paola Barreto Leblanc em relato exclusivo ao Portal Capoeira, nos conta como foi o processo de criação e desenvolvimento do curta "MARÉ CAPOEIRA" e busca apoio para seu novo projeto "É Campeão!":
Minha motivação veio a partir de meu filho mais velho, Antonio, que pratica Capoeira desde os 06 anos de idade (hoje ele está com 10) com o Mestre Chaminé na escola Lycée Moliere, no Rio de Janeiro.
Eu sou documentarista, já tinha realizado dois curtas sobre o universo infantil, e fui procurada por uma amiga e parceira, a cineasta Rosane Svartman, que tinha uma idéia junto com a roteirista Fabiana Egrejas, de fazer uma pequena história da Capoeira para crianças. Juntas, desenvolvemos o roteiro de um curta e enviamos a um concurso para producão de filmes curtos para crianças promovido pelo MinC e a TVE.
Fomos um dos projetos selecionados e com o prêmio obtido, iniciamos em maio de 2005 através da A.R. Produções, a produção do filme.
 
Saí a  procura de crianças para o filme aqui no Rio de Janeiro e tive a sorte de conhecer o Ferradura, que faz um trabalho bem legal de ensino de Capoeira em colégios da cidade, além de ter um olhar bom pra cinema também. O Ferradura colaborou com a pesquisa e a redação final do roteiro, ajudando a formatar de maneira mais clara e eficiente nosso roteiro. Escolhemos as chulas, de acordo com a evolução da narrativa, ensaiamos muito com as criancas e fizemos uma vasta pesquisa iconográfica.
Depois de testar várias crianças, acabamos escolhendo o Felipe Santos, que é um menino maravilhoso que eu já conhecia de outros curtas que tinha feito, e que pratica no planetário com o Nestor.
 
Sempre tive como meta realizar uma pequena introdução que procurasse apresentar a Capoeira em sua amplitude, sem incentivar dissidências  entre as diferentes formas de jogar, tentando armar no filme uma roda com espaço para todos os tipos de  jogo, dos mais acrobáticos aos mais mandigueiros, dos velozes aos de dança elaborada, da angola ao regional. Montamos uma roda bem variada, com homens, mulheres, crianças, gordinhos, parrudos, atletas, enfim, gente de tudo que é tipo, uma forma de colocar a Capoeira ao alcance de todos e não limitada a figuras-estereótipo.
Escolhi rodar no Largo de São Francisco da Prainha, aqui no Rio de Janeiro, porque é um local de carga histórica  enorme – negros chegados do tráfico negreiro eram negociados ali – além de visualmente remeter às fotos incríveis que Pierre Verger fez de Capoeiristas. O chão de paralelepípedos pesados, o casario ao redor, tudo contribui com informação visual relevante e pertinente ao imaginário e à iconografia da Capoeira.
 
Definido o elenco e o local, agendamos 2 dias de filmagens.
Em um dia fizemos a roda, utilizando apenas luz natural. O Fotógrafo Mauro Pinheiro Jr., parceiro de tantos projetos, abraçou com carinho a idéia, e fizemos reuniões onde estudamos fotos, jogos e meios não didáticos, mas poéticos de filmar a Capoeira. Nossa intenção não era simplemente registrar os jogos, mas evocar, por meio de imagens fragmentadas, o sentimento da roda, filmando com planos fechados detalhes do que se passa num jogo, uma perna que passa, uma ginga de lado, enfim com sutileza construir uma imagem cinematográfica dos instantes e não um teatro filmado.
Em um dia fizemos as cenas na praia e os retratos de família.
 
Filmamos em agosto de 2005, montamos em 2 meses no meu computador e finalizamos em mais um mês com um trabalho sonoro muito elaborado feito pela trilha do Estúdio ArpX e a edição de som da Artesanato Digital. Com o apoio da Link Digital finalizamos primorosamente o curta, e em dezembro do mesmo  ano estreamos no Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro. Desde então o filme já participou de mais de 20 Fetivais Internacionais de Cinema, e ganhou prêmios na Alemanha, Argentina e Brasil.
Faz parte da programação "Curta Criança" da TVE e está disponível no site www.portacurtas.com.br – recebendo sempre comentários elogiosos.
Fico muito feliz e grata pela repercussão que o filme vem obtendo, é um estímulo para a gente insistir em trabalhar com arte e cultura, apesar de todas as dificulades de ordem financeira que são obstáculos a se trasnpor.
 
Atualmente tenho um projeto de uma série de filmes curtos sobre esporte para crianças, "É Campeão!", que vai apresentar de maneira divertida alguns dos esportes do PAN às crianças. Estamos a procura de parceiros para desenvolver este projeto em 2007.
 
ABs
 
Paola
 
{jgtabber}[tab ==Parte 1==]{youtube}xMUVYryARrk{/youtube} [/tab][tab ==Parte 2==]{youtube}ZA7RbdlZYxc{/youtube} [/tab]{/jgtabber}
Maré Capoeira
 
DigiBeta, 15 min, Cor / P&B/ Rio de Janeiro,  dezembro 2005
 
Sinopse:
 
Maré é o apelido de João, um menino de dez anos que sonha ser mestre de capoeira como seu pai, dando continuidade a uma tradição familiar que atravessa várias gerações. O curta mistura ficção e documentário para contar uma pequena história de amor e guerra.
 
A Diretora:
 
Paola Barreto Leblanc nasceu em 1971 no Rio de Janeiro, onde atualmente vive e trabalha como diretora, produtora e roteirista. Começou a fazer filmes em super 8 no ginasial da escola EDEM e em 1986 representou o Brasil no Jury Infantil do Festival International du Film Pour l´Enfance et la Jeunesse, em Paris. Antes de “Maré Capoeira” dirigiu dois premiados curtas infantis: “O Sumiço do Amigo Invisível” (2002) e “O Filme dos Porquês” (2003) exibidos em  Barcelona, Miami, Buenos Aires, Montevideo e Santiago, entre outros Festivais; além do documentário “Me Erra!” veiculado no canal a cabo GNT e nos Festivais de Havana, Sevilla, e É tudo Verdade. Atualmente trabalha na série de documentaries curtos “É Campeão” que versa sobre crianças e esportes e está sendo apresentada a canais de TV no Brasil e no exterior.
 
Ficha Técnica:
 
Direção: Paola Barreto Leblanc – Roteiro: Fabiana Egrejas, Paola Leblanc, Ferradura, Rosane Svartman – Fotografia: Mauro Pinheiro Jr., ABC – Edição: Daniel Garcia – Edição de Som: Aurélio Dias – Trilha sonora: ArpX – Som Direto: Vampiro – Figurino: Fernanda Fabrizzi – Direção de Produção: Patricia Barbara – Produção Executiva: Ailton Franco Jr. – Cia Produtora: PB Filmes e AR Produções – Elenco: Felipe Santos, Isabela Fabirezza, Mestre Chaminé.
 
Premiação:
 
Prêmio Especial do Jury Amazonas Film Festival 2006
Prêmio Melhor Documentário –  Nueva Mirada, Buenos Aires 2006
Prêmio do Jury Infantil – Hamburgo 2006
Prêmio do Jury Infantil – Oberhausen 2006
Prêmio Curta Criança – Minc/ TVE 2005
 
Participação em festivais e mostras :
 
IDFA – Festival Internacional de Documentários de Amsterdam, Holanda 2006
Mostra Internacional do Filme Etnográfico – Rio de Janeiro, 2006
Festivalzinho Vitória Cine Vídeo 2006
Amazonas Film Festival 2006
Mostra Internacional de Cinema de São Paulo 2006
Festival Nueva Mirada Buenos Aires,  Argentina 2006
Festival Internacional  Calgary,  Canadá 2006
Festival Internacional de Cinema Infantil de Chicago, USA 2006
Centro Cultural La Casa Encendida – Madrid 2006
Goiânia Mostra Curtas 2006
Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo 2006
Jornada  Internacional  de Cinema da Bahia 2006
Femina – Festival Internacional de Cinema Femnino 2006
Mostra de Cinema Universitário 2006
Festival Latinoamericano de Cortometrages de Caracas, Venezuela 2006
Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis 2006
FAM – Audiovisual Mercosul  2006
Festival Internacional de Curtas de Hamburgo, Alemanha 2006
Festival Internacional de Curtas de Oberhausen, Alemanha 2006
Festival Internacional de Curtas Metragens do Rio de Janeiro 2005
 
Contato: A.R. Produções – Ailton Franco Jr.
Praia de Botafogo 210 – Cob 01 – 22.240-050 – Botafogo – Rio de janeiro – RJ
Telefone: 21 2553 8918 – Fax: 21 2554 9059 – e-mail; a.franco@arproducoes.com.br
 
 

Capoeira & Programa de Erradicação ao Trabalho Infantil

Ações destinadas às crianças e adolescentes do município de Porto do Mangue são desenvolvidas através do Programa de Erradicação ao Trabalho Infantil (Peti), visando manter os beneficiados na escola e participando de atividades educativas. O programa atende a crianças e adolescentes com faixa etária entre 7 e 15 anos com atividades visam a melhoria na qualidade de vida para a população.
 
Segundo a coordenadora do Peti, Antonia Cristiane Florêncio Dantas, o programa beneficia atualmente cento e cinqüenta crianças do município, sendo cem atendidas na sede do município, trinta na comunidade do Rosado e vinte na comunidade do Logradouro, em vários atendimentos.
 
Atividades
 
"Estas crianças e adolescentes participam de atividades educativas em horário inverso ao escolar. Para ser uma beneficiada, ela precisa estar matriculada na escola e estar freqüentando as aulas regularmente", afirma.
 
De segunda a sexta-feira, as crianças e adolescentes participam de diversas atividades educativas em horário inverso escolar, com as aulas de reforço, capoeira e de serigrafia. Todos as atividades são acompanhadas por monitores especializados que acompanham todas as ações desenvolvidas. Através do programa, cada beneficiado recebe mensalmente uma bolsa no valor de R$ 25,00 para auxiliar na renda familiar.
 
A coordenadora destaca que a merenda distribuída é acompanhada por uma nutricionista, que monta semanalmente um cardápio alimentar com todos nutrientes necessários para uma alimentação saudável.
Capoeira
A equipe da Secretaria Municipal de Assistência Social está elaborando um projeto para realizar o batizado da capoeira no final do ano. O evento está previsto para acontecer em 10, 11 e 12 de dezembro, e contará com a participação de grupos de capoeira de outros municípios e de estados vizinhos.
A coordenadora informa que os projeto está na fase de elaboração para depois ser encaminhado os ofícios para outras cidades. "Será um grande evento e esperamos reunir um grande número de pessoas. O evento marcará o resultado de todo o trabalho realizado com os alunos", finaliza
 
http://diariodenatal.dnonline.com.br
 

 
PETI – Programa de Erradicação do Trabalho Infantil
 

O Brasil é considerado referência mundial no combate à exploração de crianças. É o único país a adotar política específica contra esta mão-de-obra. Em 1996, o governo criou o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil, o PETI. Resultado da mobilização da sociedade seu principal objetivo sempre foi de retirar crianças e adolescentes de 7 a 15 anos do trabalho perigoso, penoso, insalubre e degradante.
 
O PETI é uma ação do governo que desperta em nossas crianças e em suas família a possibilidade de um outro futuro.Atualmente, as ações de proteção social especial às crianças e adolescentes vêm sendo transformadas em política pública e ações continuadas a serem executadas regularmente por meio do Sistema Único da Assistência Social – SUAS. Ao lado disto, existe o compromisso do governo federal de alcançar até 2006 todas as crianças e adolescentes utilizados como mão-de-obra. Segundo o PNAD/2003 são 2,7 milhões, na faixa dos 5 a 15 anos, representando 7,46% das crianças nesta idade. Em 1995, um ano antes da criação do Peti, eram 5,1 milhões – 13,74% das crianças entre 5 e 15 anos.
 
Para mais informações sobre o Peti clique aqui e acesse o conteúdo da página do portal MDS

Mestre Bigodinho – Reinaldo Santana

Reinaldo Santana – Mestre Bigodinho:
 
Exímio cantador e tocador de berimbau, nascido em 13 de setembro de 1933 na cidade de Santo Amaro, na Bahia, começou na capoeira em 1950 com Mestre Waldemar Rodrigues da Paixão, permanecendo até 1970, onde se afastou devido a repressão e discriminação sofrida na época. Em 1997, incentivado por seu amigo – o Mestre Lua Rasta, retornou ao convívio da capoeira, para a satisfação de todos que admiram essa nobre arte.
 
Mestre Bigodinho reside atualmente em Salvador/BA e viaja por todo o mundo levando seu conhecimento e amor pela capoeira.
Mestre Bigodinho é o padrinho da Associação de Capoeira Nação, motivo de orgulho e satisfação para todos que fazem parte da ACN.
 
"A Capoeira é uma defesa pessoal e cada qual se defende como pode na hora da necessidade. A capoeira não é valentia".
 
"Faça pouco bem feito do que muito mal feito".
 
Mestre Bigodinho