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Estudantes do Bengui promovem Caminhada pela Paz

Cerca de 800 estudantes foram às ruas do bairro do Bengui, na manhã desta segunda-feira, 30, para dizer não à violência e pedir mais união na comunidade. A Caminhada pela Paz, que contou com roda de capoeira, fogos de artifício e malabarismo, foi promovida pela comunidade da Escola Estadual Cidade de Emaús, em parceria com as escolas estaduais Waldomiro Rodrigues Oliveira e São Clemente e o Movimemto República de Emaús.

A ação das escolas estaduais foi bem recebida entre os moradores e comerciantes do bairro. “Acho que é importante incentivar os jovens e as crianças para que, desde ‘pequenininhos’, vejam o quanto a paz é importante e também levem isso para casa”, disse Franciléa Sousa, proprietária de uma loja de variedades, na rua Benfica. “Seria bom se todas as escolas também fizessem o mesmo. Esse é um bom exemplo a ser seguido”, acrescentou a moradora Francisca Silva, que passava pelo local.

Foi com pernas de pau e malabares que o estudante Cézar Augusto Nascimento, 24 anos, que cursa o Ensino Médio por meio da Educação de Jovens e Adultos (EJA), participou da caminhada. Com o rosto pintado, o jovem esteve a frente da manifestação ‘puxando’ os demais alunos. “A ideia também foi levar alegria para os moradores do bairro, que não têm muita oportunidade de ver esse tipo de apresentação”, explicou o jovem. “Nós todos temos a responsabilidade, cada um dentro do que pode fazer, de chamar atenção para mostrar as coisas boas que temos aqui”, acrescentou o estudante.

De acordo com a diretora da escola, professora Vânia Mendes, a caminhada foi a primeira de uma série de ações ligadas ao tema. Ao longo do mês de fevereiro, a escola promoverá um ciclo de palestras aberta à comunidade. Entre os temas discutidos estão o uso de drogas, as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). “Este é o começo de uma grande ação. Vamos contar com a participação de outras escolas estaduais, representantes do Conselho Tutelar do bairro do Movimento de Emaús e da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma)”, explicou a diretora.

De volta à escola Cidade de Emaús, ao encerrar a caminhada, o Padre Bruno Secci falou da importância da mobilização e conclamou a união da comunidade em torno da paz. “É importante buscarmos sempre a construção da paz para que os nossos jovens possam continuar sonhando com um mundo melhor, para que a harmonia prevaleça”, disse.

 

Secretaria de Estado de Educação

Rod. Augusto Montenegro Km 10, S/N. Icoaraci, Belém-PA. CEP: 66820-000

Fone: (91) 3201-5205 / 5005 / 5180 / 5008

Site: www.seduc.pa.gov.br Email: [email protected]

 

Mari Chiba – Seduc

Fone: (91) 3201-5181 / (91) 8135-9009

Email: [email protected]

IVº Encontro Internacional de Capoeira Angola

Olá, meus amigos e camaradas! Venho através deste,  convidar a  todos para  o nosso IVº Encontro Internacional de  Capoeira Angola,  realizado em Sidney  Austrália,  de  17 a 21 de novembro 2010.

Este ano teremos a  presença   de mais dois grandes Mestres Augusto Januário e  Jogo de Dentro.

Mestre Augusto é grande Angoleiro, faz parte da família Espinho Remoso, desde da década de 80 e  já  vem participando dos  últimos 2 anos do  encontro, traz em sua bagagem seus 40 anos de sabedoria e prática de Capoeira Angola, bem como, uma mostra de seu trabalho, escrito e cantado, inclusive seu Cd “Cantoria de Capoeira Angola”, gravado no Canadá, e   o mais novo lançamento, o Cd de samba de chula, onde será relançado aqui na Austrália.

Mestre Jogo de Dentro, será  sua  primeira vez na Austrália trazendo  com ele 28 anos de muita experiência na prática e vivência na Capoeira Angola. E hoje um  dos maoires responsavel pela divulgacao da Capoeira Angola no mundo onde ja representou o brasile a Capoeira Angola em mais 30 paises, com seu jeito unico de viadiar, como em toda sua simplecidade de ser, que tambem estara tranzendo para divulgacao na Australia seu novo Cd “Dende de Angola”. Com certeza sera um momento unico como foi nos eventos passados.

O evento acontecerá ao longo de 5 dias na sede da Capoeira Angola Cultural Centre Austrália, situado na 41 Belmore Street  – Surry Hills, 3 minutos  da Estação Central de Sidney.

Os participantes do IV Encontro  terão a possibilidade de acompanhar,  de forma gratuita, o II º Encontro Juvenil de Capoeira Angola, que acontecerá de  9 a 14 de novembro.

O II º Encontro Juvenil de Capoeira Angola é um evento único que reúne  jovens que  participam das  aulas regularmente dentro  do Projeto Bantu, um projeto social criado pelo Mestre Roxinho, desde 1998 no Brasil e desenvolvido na Austrália, onde atende jovens refugiados de diversos países, em sua maioria de origem africana, que nos últimos 3 anos vem tendo a Capoeira Angola como forma de resgate social e cultural, as aulas acontecem de segunda à sexta em diferentes bairros da região Oeste Sidney, local de uma grande concentração de refugiados.

Durante esta semana, estes  jovens participarão intensamente de seminários e palestras com os Mestres convidados, com troca de vivência, dentro e fora da Roda com praticantes de Capoeira Angola vindos de outros países e estados da Austrália para participar destes 2 eventos.

Acreditamos que este é um momento único, onde o encontro de Capoeira Angola realizado com a participação de jovens refugiados de diversos locais do mundo trará experiências muito especial aos envolvidos nestes dias.

Para ter mais informações, visite  nosso  site  www.capoeira-angola.com.au

Um abraço

Mestre Roxinho

 

Programa do II Encontro Juvenil de Capoeira Angola

Terca-feira, 9 de novembro de  2010

9:00         Aula de Capoeira Angola na Escola Evans IEC

13:20       Aula de Capoeira Angola na Escola  Fairfield IEC

16:00       Aula de Capoeira Angola na STARTTS em  Carramar

Quinta-feira, 11 de  novembro de  2010

9:00       Aula de Capoeira Angola na Escola Birrong Boys High School

Sexta-feira, 12 de novembro de  2010

13:30       Aula de Capoeira Angola na Escola Cabramatta IEC

16:00       Abertura do Encontro

16:20       Roda de Capoeira Angola no  Shopping em Fairfield

Sabado, 13 de novembro de 2010

10:00     Introdução dos Participantes

10:30     Aula com  Mestre Augusto

12:00     Almoço

13:00     Aula de Música com  Mestre Roxinho

15:00     Roda

Domingo, 14 de novembro de  2010

10:00     Palestra com  Mestre Jogo de Dentro

12:00     Almoço

13:00     Aula de Música com Mestre Augusto

15:00     Roda

PROGRAMA do 4to ENCONTRO DE CAPOEIRA ANGOLA

QUARTA-FEIRA, 17 DE NOVEMBRO DE 2010

17:30                   Abertura

18.00                   Aboriginal Welcome to the Country

18.30-20:30         Aula com Mestre Jogo de Dentro

20: 30                  Roda de Abertura

 

QUINTA-FEIRA, 18 DE NOVEMBRO DE 2010

18.00-20              Aula com Mestre Augusto

20.30- 21:30        Aula de Música com Mestre Jogo de Dentro-Roda Una

SEXTA-FERIA, 19 NOVEMBRO 2010

9:30                      Aula simultânea com Mestres Jogo de Dentro e Roxinho  (Center/Salão em frente )

12:30                   Almoço no Restaurante Café Brasil em Bondi (Opcional)

15:00-16:30         Aula de Instrumento com Mestres Augusto e  Jogo de Dentro

16:30 –17:30        Bate Papo

18:00– 20:00        Roda Tradicional ECAMAR

20:30                   Janta no Restaurante  Casa Brasil em Petersham (Opcional)

 

SABADO, 20 NOVEMBRO 2010

9:30-12:00           Aula simultânea com Mestres Jogo de Dentro e Augusto (Centre/ Salão em frente)

12:30                   Almoço

14:00-15:30         Aula de Musica com Mestres Jogo de Dentro e Augusto

15:30-17:30         Aula com Mestres Roxinho e Jogo de Dentro

18:00-20:00          Roda de Capoeira Angola em Homenagem  á Mestre Pastinha e Zumbi dos Palmares

21:30-till late        Fundraising Reggae Party e lancamento do cd “Samba de Chula” gravado pelo Mestre Augusto

 

DOMINGO, 21 NOVEMBRO 2010

9:30-12:00            Aula simultanêas com Mestres Jogo de Dentro & Augusto (Centre/Salão em frentre)

13:00                   Roda na Praia de  Bronte

17:00                   Samba de Roda e Churrasco (oferecido pela ECAMAR)

Aconteceu: Projeto Cultura e Comunidade reuniu quase 2 mil pessoas em Nilópolis

No último domingo (25), a Prefeitura Municipal de Nilópolis, através da Secretaria Municipal de Cultura deu início ao projeto “Cultura & Comunidade” em evento que reuniu artistas locais de vários setores da cultura como dança, teatro, música, capoeira e exposição de fotos da cidade, do início a meados do século passado.

O evento, realizado na Praça Manoel Gonçalves dos Santos, no bairro Paiol, estava programado para as 16h. Porém, a partir das 11h já havia moradores no local observando a exposição. Segundo o secretário de Cultura, Augusto Vargas, cerca de duas mil pessoas marcaram presença no evento.

Após a passagem de som das bandas, foi dado o início para as apresentações. O grupo de capoeira Fundação, liderada pelo Mestre Serpente foi o primeiro a se apresentar, seguido pela professora de dança Valéria Brito e seus alunos. Na seqüência, a peça “O Casal”, dirigida pelo professor de teatro Luiz Valentim, o grupo musical Viola de Cocho, seguido pela apresentação teatral “Doce Ilusão”, o grupo de reggae Raízes que Tocam; após a cantora Ana Paula, em seguida, o grupo de rock Mimesis e, encerrando a bateria de atrações, o grupo de forró Nó Cego.

“Os moradores sentiram-se prestigiados pela escolha do bairro para a abertura do Cultura & Comunidade e mostraram satisfação com o evento como um todo”, declarou Augusto Vargas, aproveitando para anunciar que a próxima edição será realizada no Bairro Cabral no próximo dia 08/08 na Praça do CEM.

 

Site da Baixada – http://noticias.sitedabaixada.com.br

Lançamento do Livro CAPOEIRA, IDENTIDADE E GÊNERO

Capoeira, identidade e gênero: ensaios sobre a história social da capoeira no Brasil trata do processo de (re)invenção e afirmação das identidades produzidas na dinâmica da cultura afro-brasileira, com especial atenção para a experiência histórica da capoeira e sua relação com diferentes contextos vivenciados na sociedade brasileira. O livro é composto por 9 ensaios, divididos em 3 partes temáticas distintas. Na primeira parte do livro, intitulada: Capoeira, história e identidade, a capoeira é situada na produção da historiografia brasileira, nos manuais didáticos de história, assim como no debate político-ideológico que definia a sua participação, como prática simbólica afro-brasileira, no “projeto” de formação da identidade nacional. Na segunda parte, Personagens da capoeira na literatura brasileira, narrativas literárias são analisadas como registros das diferentes experiências sócio-culturais dos capoeiras tanto na Bahia quanto no Pará, através da produção romanesca da literatura brasileira. A terceira e última parte do livro – Gênero, cultura e capoeiragem – trata da experiência de mulheres no universo da capoeiragem, problematizando as possibilidades de pesquisas mais aprofundadas sobre este tema que tem custado tão caro à historiografia da capoeira no Brasil. Nesta parte do livro, é também apresentada para o leitor uma outra possibilidade de leitura da capoeira, a partir do discurso imagético de Gabriel Ferreira, artista plástico baiano que tem se destacado pela mágica de seus pincéis, ao dar movimento ao jogo da capoeira sobre as telas de madeira e algodão.

A reunião destes ensaios, visa demonstrar a importância da história da capoeira para a compreensão da história do Brasil. Além disso, permite uma reflexão acerca dos procedimentos metodológicos, domínios temáticos e crítica à documentação que devem estar voltados para qualquer pesquisa que venha a ser feita sobre a capoeira. Politicamente, os recortes em torno da identidade nacional, educação, historiografia, literatura, gênero e arte visam permitir ao leitor, de qualquer nível de formação e interesse, compreender o alcance da prática da capoeira na sociedade brasileira.


Retirar a capoeira de certo nicho, reduto marcado pelo exotismo, pela “folclorização” (com todo respeito pelos trabalhos de folclore) e de um campo mitológico empolgante, mas igualmente isolado e estigmatizado, para incorporá-la às questões maiores da formação da nacionalidade, da educação, da construção da identidade nacional. Assim, (…) a capoeira finalmente se torna parte integrante da história do país, da sua face, da sua gênese, faceta antes percebida, mas nunca explicitada.

Do prefácio de Carlos Eugênio Líbano Soares – Universidade Federal da Bahia

 

Lançamento!

Augusto Leal /Josivaldo Oliveira
ISBN 978-85-232-0585-0
Editora EDUFBA – 2009
200 p. Com ilustrações

 

O quê: Lançamento do livro Capoeira, identidade e gênero: ensaios sobre a história social da capoeira no Brasil, escrito por Luiz Augusto Pinheiro Leal e Josivaldo Pires de Oliveira.
Quando: 23 de outubro, sexta-feira.
Onde: Auditório da Casa da Linguagem – Avenida Nazaré, próximo à Praça da República.
Horário: 18:30 horas
Mais: Exclusivamente neste dia o livro terá o preço promocional de R$ 25,00.

Lançamento do Livro: A política da capoeiragem

A Editora da Universidade Federal da Bahia fará seu próximo lançamento em Ilhéus-BA. O livro A política da capoeiragem :  a história social da capoeira e do boi-bumbá no Pará republicano (1888-1906), escrito por Luiz Augusto Pinheiro Leal, retrata a história da capoeiragem  durante a república no Brasil. O evento será realizado no Auditório Jorge Amado, na terça feira, dia 02 de junho, às 18:30h.

 

A política da capoeiragem: a história social da capoeira e do boi-bumbá no Pará republicano (1888-1906)

 

Luiz Augusto Pinheiro Leal

ISBN 978-85-232-0482-2

Editora: UFBA

237 p

 

 

A obra faz um relato sobre capoeira no Brasil no início do século XX . Tem como foco a região do Pará, onde a capoeira tem peculiaridaes diferentes da região da Bahia e do Rio de Janeiro. O livro é dividido em três capítulos e mostra a relação da capoeira com o Boi-bumbá e a capangagem política. Revela, também, a participação da capoeiragem na implantação da República no Brasil e as campanhas repressivas à capoeira e à “vagabundagem” na cidade de Belém. No fim da obra encontra-se uma lista com os capoeiristas do Pará antes da década de 70,  assim como, um elucidário com termos característicos do lugar e da época  citada.

” Ao mesmo tempo , a capoeira é transformada na competente pena de Luiz Augusto em uma janela para se observar a história dessa classe trabalhadora. Neste e em outros aspectos, é especialmente criativo o uso que ele consegue fazer da literatura como fonte para a história que narra.”

João José Reis

O quê: Lançamento do livro A política da capoeiragem :  a história social da capoeira e do boi-bumbá no Pará republicano (1888-1906, escrito por Luiz Augusto Pinheiro Leal

Quando: 02 de junho, terça-feira.

Onde: Auditório Jorge Amado – UESC

Ilhéus-BA

Horário: 18:30 horas

Att,
Esther Paola
Assessoria de Comunicação
EDUFBA (71) 32836163
www.edufba.ufba.br

Livro: A política da capoeiragem: a história social da capoeira e do boi-bumbá no Pará republicano

O livro A política da capoeiragem: a história social da capoeira e do boi-bumbá no Pará republicano (1888-1906), escrito por Luiz Augusto Pinheiro Leal, será lançado na Casa de Benim (Pelourinho), no dia 11 de abril, às 18 horas. O autor retrata a história da capoeiragem durante a república no Brasil.

A obra faz um relato sobre capoeira no Brasil no início do século XX. Tem como foco a região do Pará, onde a capoeira tem peculiaridaes diferentes da região da Bahia e do Rio de Janeiro. O livro é dividido em três capítulos e mostra a relação da capoeira com o Boi-bumbá e a capangagem. Revela, também, a participação da capoeiragem na implantação da República no Brasil e as campanhas repressivas à capoeira e à "vagabundagem" na cidade de Belém. No fim da obra encontra-se uma lista com os capoeiras do Pará antes da década de 70, assim como, um elucidário com termos característicos do lugar e da época citada.
Sem dúvida, A política da capoeiragem: a história social da capoeira e do boi-bumbá no Pará republicano (1888-1906) é uma valiosa contribuição para a historiografia da capoeira no Brasil.

Luiz Augusto Pinheiro Leal graduou-se em História pela Universidade Federal do Pará, cursou Especialização em Teoria Antropológica pela mesma universidade, concluiu o Mestrado em História Social pela Universidade Federal da Bahia e, atualmente, desenvolve sua formação no Doutorado em Estudos Étnicos e Africanos da UFBA. É membro do Malungo Centro de Capoeira Angola e Colaborador do Conselho de Capoeiras do Pará.

"Ao mesmo tempo, a capoeira é transformada na competente pena de Luiz Augusto em uma janela para se observar a história dessa classe trabalhadora. Neste e em outros aspectos, é especialmente criativo o uso que ele consegue fazer da literatura como fonte para a história que narra."

João José Reis

Luiz Augusto Pinheiro Leal
ISBN 978-85-232-0482-2
Editora: UFBA
237 p / R$ 25,00

O quê: Lançamento do livro A política da capoeiragem: a história social da capoeira e do boi-bumbá no Pará republicano (1888-1906), escrito por Luiz Augusto Pinheiro Leal
Quando: 11 de abril, sexta-feira.
Onde: Casa de Benim (Pelourinho)
Horário: 18 horas

Seminário de Estudos e Pesquisas em Capoeira – Capoeira Viva 2007

 Seminário de Estudos e Pesquisas em Capoeira – Capoeira Viva 2007.
 Esse resultado também será divulgado via internet e imprensa.
 O evento será aberto ao público.

Programação:

9h – Mesa de abertura

10h – Mesa redonda – Capoeira, Educação e Comunicação
Muniz Sodré (Rio de Janeiro)
Luís Felipe Machado (Pernambuco)
Pedro Abib (Bahia)
Anselmo Accurso (Rio Grande do Sul)
Álvaro Malaguti (Distrito Federal)

14h – Mesa redonda – Capoeira, História e Cultura
Flávio Gomes (Rio de Janeiro)
Oswald Barroso (Ceará)
Luiz Augusto Leal (Pará)
Luiz Renato Vieira (Distrito Federal)
Letícia Vidor (São Paulo)

17h30 – Pronunciamento do Secretário Executivo Juca Ferreira

18h – Lançamento do livro: A Política da Capoeiragem, de Luiz Augusto Leal

Local:
Sol Victoria Marina – Salão Ilha de Maré
Av. Sete de Setembro, 2068 – Vitória.
Salvador – BA

SOS MESTRE DEDINHO – Capoeira “sangue bom”

Caros amigos, Mestres, contra mestres, discipulos de capoeira e admiradores

Um fato muito ruim ocorreu com um grande amigo e mestre de capoeira, DEDINHO, Trabalhando em sua casa ele sofreu uma descarga eletrica e esta internado no hospital Souza Aguiar.

Para Ajuda-lo será nessessário, obviamente quem puder e estiver disponivel, DOAR SANGUE no EMO RIO, para que o sangue seja doado diretamente para o mestre DEDINHO informe que ele esta
no hospital Souza Aguiar, no setor CTQA, 5º andar e o nome dele que é José Augusto de Souza Carvalho.

Maiores informações com o Mestre Bujão pelo telefone celular nº: 9675-6214 (URGENTÍSSIMO).

Informo, segundo mestre Bujão:

"Mestre dedinho devera amputar metade do antebraço"

Conto com a ajuda de vocês.

Mestre Arerê
[email protected]

O Carimbó e o Mestre Verequete

Um homem simples, de chapéu na cabeça e voz firme se transforma em rei quando está em meio a tambores, numa roda de carimbó. Esse é Augusto Gomes Rodrigues, o Mestre Verequete, ícone da cultura paraense.

No próximo dia 15, nessa sexta feira, Tv capoeira (Instituto Jair Moura) exibirá o documentário chama Verequete falando sobre Carimbó com comentários do historiador Luis Augusto Leal….
 
Contamos com a presença de todos.

 

O CARIMBÓ E O MESTRE VEREQUETE

O termo "carimbó" aparece em seus primeiros registros como o nome de um instrumento musical de percussão. Sua definição mais antiga consta no Glossário Paraense de Vicente Chermont de Miranda, publicado em 1905. Conforme Chermont, o carimbó seria um “tambor feito de madeira oca e coberto, em uma de suas extremidades, por um couro de veado”. Tal definição, ainda hoje, serve para explicar o formato do instrumento e apresentar suas principais características.

No entanto, a palavra carimbó, na atualidade, significa muito mais do que apenas o nome do tambor. Abrange, na verdade, todo um conjunto musical que vai do instrumento à dança. Corresponde a um tipo de manifestação específica de algumas áreas do Pará e mesmo do Maranhão. Ele se caracteriza pela utilização de dois tambores (carimbós), que deram nome à música e à dança, além de outros instrumentos próprios como a onça (nome local dado à cuíca), o reco-reco (instrumento dentado feito de bambu), a viola, etc. Também se conhece uma variante musical do carimbó que possui o mesmo nome (chamado de “carimbó eletrônico”), mas que, ao invés da marcação rítmica com os tambores característicos, utiliza uma bateria eletrônica e guitarras.
 
Augusto Gomes Rodrigues – mestre Verequete nasceu em um lugar conhecido por "Careca" que fica localizado próximo à Vila de Quatipuru, no município de Bragança, em 26 de agosto de 1926. Seu pai, Antônio José Rodrigues, era oficial de justiça, marchante de gado e músico. Sua mãe, Maximiana Gomes Rodrigues, faleceu quando Verequete tinha apenas três anos de idade. Tal acontecimento antecedeu a primeira migração de Verequete para outro município. Ele, juntamente com seu pai, passou a residir no município de Ourém. Aos doze anos de idade mudou-se sozinho para Capanema, onde trabalhou como foguista, e em 1940 chegou a Belém, indo morar em Icoaraci (antiga Vila de Pinheiro). Neste período, Verequete trabalhou como ajudante de capataz na Base Aérea da cidade e subiu de posto até chegar a ser ajudante de agrimensor. Quando deixou de trabalhar na Base, Verequete exerceu outras atividades para garantir sua subsistência. Foi arremate de vísceras, açougueiro, marchante de porco e outros, no entanto a experiência de trabalho na Base Aérea marcaria para sempre sua vida, pois foi durante este trabalho que ele perdeu seu nome original (Augusto Gomes Rodrigues) e passou a ser identificado como Verequete. Por trás deste nome tão diferente existe uma história muito interessante que pode ser contada pelo próprio Augusto Gomes Rodrigues, ou Verequete. Uma história que ele não se cansa de contar:

 
Eu gostava de uma moça; então ela me convidou para ir ao batuque que eu nunca tinha visto. Umas certas horas da madrugada o Pai de Santo cantou "Chama Verequete". Eu era capataz da Base Aérea de Belém, na época da construção, cheguei na hora do almoço e contei a história do batuque… Quando acabei de contar, me chamaram de Verequete.

Chama Verequete, ê, ê, ê, ê
Chama Verequete, ô, ô, ô, ô
Chama Verequete, ruuuum
Chama Verequete…
Chama Verequete, oh! Verê
Oi, chama Verequete, oh! Verê
Ogum balailê, pelejar, pelejar
Ogum, Ogum, tatára com Deus
Guerreiro Ogum, tatára com Deus
Mamãe Ogum, tatára com Deus
Aruanda, aruanda, aruanda, aruanda ê
Mandei fazer meu terreiro
bem na beirinha do mar
mandei fazer meu terreiro
só pra mim brincar
 
Augusto Gomes Rodrigues - Mestre Verequete

 

Fonte: Instituto Jair Moura e Overmundo 

I Ciclo de Palestras do Forte da Capoeira

O Forte da Capoeira estará realizando um ciclo de palestras com diversos Ícones e assumidades da capoeira, uma ótima oportunidade para quem tiver interesse em aumentar sua bagagem capoeirística e estar frente a frente com grandes nomes da capoeiragem.
As palestras irão abordar diversos assuntos relevantes no contexto da capoeira e irão acontecer em um espaço mágico da Bahia, a ABCA – Associação Brasileira de Capoeira Angola,  casa de tradição no Pelourinho, Salvador.
 
Luciano MIlani
Nos dias 23 a 27/10/2006 o Forte da Capoeira estará realizando seu I CICLO DE PALESTRAS.
 
Inscrições gratuítas e vagas limitadas.
 
Inscreva-se pelo tel: 71 3321-7587 ou pelo e-mail: [email protected]
 
(envie seu nome, RG e telefone para contato).
 
Programação:
 
Período: 23 a 27/10/2006
Local: ABCA – Associação Brasileira de Capoeira Angola
Rua Gregório de Matos, nº38 – Pelourinho
 
23/10 (segunda – feira)
14:00h – Forte da Capoeira: Perspectivas de Educação, Cultura e Cidadania no Universo da Capoeira.
Palestrante: José Augusto de Azevedo Leal – Superintendente do Forte da Capoeira
 
24/10 (terça – feira)
14:00h – Influências da Religiosidade Africana na Capoeira.
Palestrante: Dr. Ângelo Augusto Decânio – Mestre Decânio
 
16:00h – Preservação do Patrimônio Histórico e Artístico-Cultural.
Palestrante: Claudia Trindade
 
25/10 (quarta – feira)
14:00h – A Saga do Mestre Pastinha.
Palestrantes: Mestre Gildo Alfinete e Mestre Bola Sete
 
16:00h – A Herança de Mestre Bimba – Panorama da Capoeira Regional no Brasil e no Mundo..
Palestrante: Mestre Itapoan
 
26/10 (quinta – feira)
14:00h – A Importância do Estudo e da Pesquisa para a preservação da Capoeira.
Palestrante: Prof. Dr. Pedro Abib
 
16:00h – A Capoeira como Instrumento de Combate à Violência e a Intolerância. Experiência na Comunidade do Vale das Pedrinhas.
Palestrante: Mestre Boa Gente
 
27/10 (sexta – feira)
14:00h – A Recriação do Centro de Cultura Física Regional.
Palestrantes: Manoel Nascimento Machado – Mestre Nenel e a Turma de Bimba
 
16:00h – Projeto Quilombo N’Ganga – Ilha de Maré.
Palestrante: Omo Ogum Keji Asipá – Mestre Moraes
 
Forte da Capoeira