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Base de Dados busca cadastrar linhagens de mestres de capoeira

Nota do Editor:

Bruno Souza, conhecido na capoeiragem como Teimosia, há muitos anos vem colaborando de forma nuclear para que nossa arte seja divulgada. Trabalhador ferrenho e exímio capoeirista, Teimosia, navega por diversos “planos” criando um verdadeiro “furacão de informações”… Seus videos, artigos e sua pesquisa incansável já nos rendeu verdadeiras pérolas da capoeira.

Depois de muito esforço nosso amigo Bruno finalmente lançou o CapoeiraGens, uma ferramenta interessante e dinâmica que certamente irá servir de refêrencia para estudos e biografias além de fomentar uma saudável discussão sobre as raízes e linhagens.

Fica a dica para pesquisa, sugestão e críticas ao zeloso trabalho deste verdadeiro trabalhador da capoeira.

 

 

Luciano Milani

CapoeiraGens

A idéia para o CapoeiraGens surgiu quando comecei a aprender capoeira. Desde que consigo me lembrar, vivia perguntando ao meu mestre sobre o mestre dele, e sobre o mestre do mestre, e o mestre do mestre do mestre… Tentava com isso conseguir entender a continuidade da capoeira – não no sentido de “tradição cristalizada”, mas exatamente no de “mudança constante”.

Ora, se o capoeirista X aprendeu do capoeirista Y e do capoeirista Z, certamente X terá algo de Y e de Z em si. Ainda que Y e Z pertençam a escolas, linhagens e linhas de pensamento distintas, eu creio que é humanamente impossível a X “desaprender” tudo que um deles ensinou, em detrimento do outro.

Se X foi aluno de Y, e agora é de Z, ele terá a capoeira de ambos correndo na palma de suas mãos, ainda que inconscientemente. O aprendizado corporal acontece num nível mais profundo, inconsciente – é o famoso “andar de bicicleta”…

Mas estou me perdendo em divagações. A idéia de ter o “mapeamento genealógico” da capoeira ficou entranhada na minha cabeça desde sempre, e começou a brotar quando vi, no espaço da FICA/Salvador, um diagrama mostrando os grandes mestres angoleiros do passado e suas descendências.

A pergunta foi imediata: “E se houvesse uma maneira de gerar esse tipo de diagrama automaticamente, baseado em um banco de dados ?” Assim não seria necessário ficar desenhando e redesenhando no papel…

O CapoeiraGens foi implementado então como um programa de computador para uso pessoal, capaz de fazer os tais diagramas. A informação para compor o banco de dados chega através de conversas, livros, emails, domínio público – e o cadastro vai crescendo.

Agora que o banco de dados já tem um certo volume, decidi publicar a informação – para que ela seja útil para o maior número de pessoas possível. Os dados aqui não pretendem estar absolutamente corretos (exatamente pelo fato de serem obtidos por maneiras diversas, que vão da simples conversa até o registro histórico do livro), e serão alterados sempre que se fizer necessário.

Se você detectar erros nos dados, ou se quiser cadastrar a sua ascendência no banco, por favor entre em contato comigo: teimosia@portalcapoeira.com

 

Perguntas Frequentes:

 

P: Como usar o CapoeiraGens?

R: Na caixa de seleção “Filtro”, escolha a primeira letra do apelido do capoeirista que você procura. Ou então digite na caixa “Buscar” o apelido (ou parte dele) do capoeirista procurado, e clique no botão “Ok”. Logo abaixo, serão exibidos todos os capoeiristas encontrados para a sua pesquisa. Clique no apelido do capoeirista, para ver sua árvore genealógica.

P: Como alterar o tamanho da exibição da árvore ?

R: Na caixa de seleção “Zoom”, varie o nível de magnificação.

P: Como eu salvo uma árvore no meu computador ?

R: Clique com o botão direito do mouse sobre a imagem e escolha “Salvar como…”

P: Como eu faço para cadastrar a mim ou à minha linhagem no banco de dados ?

R: Entre em contato comigo: teimosia@portalcapoeira.com 🙂

P: Encontrei um erro no banco de dados. Como corrigir ?

R: Entre em contato comigo: teimosia@portalcapoeira.com 🙂

 

Axé,

Teimosia

Bairro de Fortaleza cria moeda própria e enriquece

Banco Palmas dá até 90 dias para pagar empréstimos e, acredite, sem juros. Moradores montam negócios e desenvolvem a região.

Em plena capital do Ceará, um bairro onde algo diferente passa de mão em mão. A palma é uma moeda que só circula no Conjunto Palmeiras. Cada palma equivale a R$ 1. Esse cantinho de Fortaleza ainda tem outra surpresa: um banco próprio, só dos moradores. A idéia surgiu há onze anos.

“A grande pergunta que nós nos fazíamos na época era: por que somos pobres? Nós já construímos um bairro e fizemos mutirões. A resposta mais simples era: nós somos pobres, porque não temos dinheiro. Se não temos dinheiro, somos pobres. Parecia óbvio”, lembra o coordenador do Banco Palmas, Joaquim Melo.

Só parecia. Uma pesquisa feita, na época, mostrou que o consumo de todos os moradores do bairro chegava a R$ 1,3 milhão por mês.

“O grande problema era que todos os produtos vinham de fora. Tudo se comprava, da coisa mais simples, como uma vassoura ou um sabão. Até mesmo um corte de cabelo era feito fora do bairro. Na verdade, as pessoas não eram pobres. Elas se empobreciam, porque perdiam as suas poupanças internas. Então, já tinha aqui uma base monetária que se esvaziava como um balde furado. Tudo ia para o ralo”, conta seu Joaquim.

Então, como segurar esse dinheiro dentro do bairro? E como incentivar o comércio e a criação de pequenas empresas no local? A resposta veio com o banco e com a nova moeda.

Funciona assim: o Banco Palmas recebe reais do Banco do Brasil e paga 1% de juro ao mês. Aí, o Banco Palmas empresta para os moradores que querem montar um negócio com juros mensais que variam de 1,5% a 3%. Essa diferença é o que sustenta o banco.

Darcília de Lima e Silva foi uma das primeiras clientes. Hoje, ela toca uma confecção, mas faz questão de contar como era a vida na região, quando ela chegou, há mais de 30 anos.

“Era uma favela dentro do mato, onde não tinha água encanada, não tinha saneamento, nem energia. A gente vivia dentro do mato mesmo”, lembra a microempresária.

Os moradores transformaram o que era uma grande favela em um bairro. Dona Darcília e mais 12 amigas conseguiram um empréstimo no banco e criaram a Palma Fashion, uma grife popular. No início, eram apenas três máquinas e alguns metros de tecido. Hoje, são 44. E elas chegam a entregar 2,5 mil peças por mês.

“Do lucro total, 50% são repartidos em salários. Com a outra parte, a gente faz investimentos”, revela dona Darcília, coordenadora do Palma Fashion.

Os jovens também têm vez. Com um empréstimo, um grupo criou a Palma Limpe, uma pequena fábrica de produtos de limpeza. Elias Lino dos Santos é o chefe da turma. Menino pobre, ele passou a infância trabalhando para ajudar a mãe. Mesmo assim, conseguiu entrar na Universidade Federal do Ceará (UFC), onde faz o curso de filosofia.

“Esse trabalho me dá o necessário, para que eu mantenha a minha vida, possa me alimentar, me vestir, ajudar a minha mãe e possa manter o curso que eu faço. Embora o curso seja em uma universidade pública, tenho muitos custos. E os custos são altos, como passagem, livros e xérox. Então, meu trabalho permite que eu faça isso, além de me dar uma responsabilidade”, explica o coordenador da Palma Limpe, Elias Lino dos Santos.

Os produtos são um sucesso no Conjunto Palmeiras. Da feira ao supermercado, eles já disputam espaço com outros de marcas famosas.

O banco também faz empréstimos pessoais, nesse caso, a moeda são as palmas. Os clientes têm até 90 dias para pagar e, acredite, sem juros.

A vendedora autônoma Sonivanda Holanda vende roupas e cosméticos. Ela pediu ajuda, porque o dinheiro para as despesas acabou antes do fim do mês.

Nome limpo no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), Serasa, comprovação de renda, avalista: o Banco Palmas não exige nada disso para conceder o empréstimo. Basta apresentar, no balcão, a identidade e o CPF. O mais importante é que tem que ser morador do bairro.

É claro que existem alguns cuidados para evitar o calote. Por exemplo, a ficha do cliente passa por uma análise, só que um jeito nada comum: quem dá as informações sobre a pessoa que está tentando o crédito é a própria comunidade. E aí, dependendo do que os vizinhos disserem, nada feito e adeus, dinheiro!

Givanilson Holanda, o Gil, é o analista de crédito do banco, o homem que libera o dinheiro. Uma das missões dele foi checar com os vizinhos a ficha de dona Sonivanda.

Uma vizinha conta que dona Sonivanda mora no bairro há muitos anos. Outra afirma que ela é uma boa cliente e que emprestaria R$ 100 a Sonivanda.

“A pergunta chave é: você teria coragem de emprestar tanto para ela? Dois vizinhos disseram que sim. Afirmaram, com certeza, que emprestariam. Por mim, o crédito dela está aprovado. Pode pegar o dinheiro”, explica Gil.

Já com as cem palmas na mão, ela foi direto ao mercado comprar os mantimentos que estavam faltando. Quem paga na moeda do bairro ainda ganha desconto.

“Tive um desconto de 5%. Foi ótimo! Gosto de comprar sempre com palmas, porque a gente tem dois meses de prazo. Mas eu sempre pago antes, porque o bairro cresce”, diz dona Sonivanda.

Pelo jeito, o supermercado atrai mais clientes e fatura mais.

“O concorrente que só aceitava real já dançou. Com a moeda palma, a gente põe combustível, paga água, luz, telefone e, se sobrar, a gente pode trocar por real. Não tem perda”, garante o comerciante Sena Pereira de Souza.

Em uma década, o Banco Palmas ajudou a criar 50 pequenas empresas e a experiência se multiplicou. Hoje, há outros 40 bancos comunitários em sete estados. No Conjunto Palmeiras, essa ideia provocou mudanças no dia a dia das pessoas. Mais que isso: incentivou muita gente a se valorizar.

“Acho que se eu pudesse reduzir em uma palavra seria superação, superação de preconceitos, por sermos jovens. É uma superação de desafios. É a prova de que nós somos capazes”, constata Elias Lino dos Santos, coordenador da Palma Limpe.

“Quando comparo a minha vida de quando cheguei aqui com a minha vida de agora, eu me lembro de uma canção que sempre gosto de cantar: ‘Sabor de mel’. ‘A minha vitória hoje tem sabor de mel’, como diz a canção. A minha irmã liga para mim, às vezes, e diz que quando lembra do sofrimento que passou aqui não tem nem vontade de passear por aqui. Eu digo para ela vir, porque agora está diferente. Agora, ela vai ver pelo Globo Repórter. Estou feliz por isso”, finaliza dona Darcília.

Fonte:

http://g1.globo.com/globoreporter/0,,MUL1052010-16619,00-BAIRRO+DE+FORTALEZA+CRIA+MOEDA+PROPRIA+E+ENRIQUECE.html

Novo Livro: A ginga dos mais vividos

Olá, amigos capoeiristas, acabo de publicar meu novo livro, “A ginga dos mais vividos”, que fala sobre “capoterapia”, uma das propostas de capoeira adaptada pra terceira idade. O prefácio é de Mestre Skysito.
 
Agradeço se puderem contribuir com esse trabalho, adquirindo um exemplar pelo valor de R$ 20,OO. Produzi um DVD com mesmo nome, sobre experiência sobre capoeira na terceira idade no estado do Pará, por R$ 10,OO. , o custo inclui a postagem. Basta depositar em minha conta corrente 21987-8, ag. 12319 banco do brasil e me informar endereço com cep.
 
Obrigado e abraço
 
Mano Lima – (61) 8407 7960, www.manolima.portalcapoeira.com
 
Repórter do programa “Canal E Notícias”. Colunista dos sítios www.temnoticia.com.br e www.portalcapoeira.com

BID seleciona projetos culturais de pequena escala

O Centro Cultural do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) anuncia sua convocatória de propostas para concessões de ajuda financeira em 2009 a projetos de desenvolvimento cultural de pequena escala. As propostas devem ser enviadas antes de 31 de janeiro de 2009 para as Representações do BID nos 26 países da América Latina e do Caribe que são membros mutuários do Banco. As doações únicas, em valores que variam de US$ 3.000 a US$ 10.000, serão concedidas a propostas que satisfaçam uma necessidade local, contribuam para os valores culturais, estimulem a atividade econômica e social de forma inovadora e bem-sucedida, apóiem a excelência artística e contribuam para o desenvolvimento dos jovens e da comunidade.

O Programa de Desenvolvimento Cultural foi concebido para estimular o desenvolvimento de projetos inovadores, preservar e recuperar tradições e conservar o patrimônio cultural, entre outros objetivos. Os projetos são avaliados de acordo com sua viabilidade, alcance educativo, uso eficaz de recursos, capacidade de mobilizar recursos financeiros adicionais e impacto de longo prazo sobre a comunidade. O BID pode financiar até dois terços de um projeto. As organizações locais são responsáveis por proporcionar o resto dos recursos e apoiar o projeto de modo sustentável. Desde 1996, o Programa de Desenvolvimento Cultural tem demonstrado a eficácia de microinvestimentos em empresas culturais comunitárias para a geração de empregos e desenvolvimento de capacidade.

Fonte: http://www.comunicante.jor.br/

Letícia Núñez Almeida
Núcleo de Políticas Públicas para o Povo Negro
Coordenação de Direitos Humanos
SMDHSU- Prefeitura de Porto Alegre

Tels: 51 32897037, 32897049, 32897017

O Jogo da Capoeira – Coleção Recôncavo n.3

Mais uma vez o Portal Capoeira trás mais uma obra de enorme valor histórico,  em colaboração com o camarada Bruno Souza e Cris Young, conhecidos na capoeiragem como: Teimosia e Cantor. É um enorme prazer poder compartilhar com todos os amigos e leitores do nosso site uma obra rara como esta, sempre lembrando que boa informação é aquela que é compartilhada…
 
O Documento em questão foi editado pela Tipografia Beneditina em 1951, e distribuido pela Livraria Turista, Salvador – BR.
Deste caderno de nº 3, da Coleção Recôncavo, organizada por K. Paulo Hebeisen, foram tiradas apenas 1500 cópias sendo que a cada uma delas foi atribuido um numero de 1 a 1500, rúbricados pelo artista. ( este que está sendo partilhado é o de número 146 )
 
O JOGO DA CAPOEIRA – 24 DESENHOS DE CARYBÉ é sem dúvida nenhuma uma obra de arte e uma preciosidade!!!
 
Uma leitura leve e agradavel, recheada com as fantásticas ilustrações de Hector Julio Páride Bernabó – Carybé.
 

Hector Julio Páride Bernabó – Carybé (Lanús, Argentina, 7 de fevereiro de 1911 – Salvador, BA, Brasil, 2 de outubro de 1997).
 
Pintor, gravador, desenhista, ilustrador, ceramista, escultor, muralista, pesquisador, historiador, jornalista
 
Fez 5 mil trabalhos, entre pinturas, desenhos, esculturas e esboços. Desenhou para livros de Jorge Amado. Era obá de Xangô, posto honorífico do candomblé. Morreu do coração durante uma sessão num terreiro de candomblé.
 
Uma parte da obra de Carybé se encontra no Museu Afro-Brasileiro de Salvador, são 27 painéis representando os orixás do candomblé da Bahia. Cada prancha apresenta um orixá com suas armas e animal litúrgico. Foram confeccionadas em madeira de cedro, com trabalhos de entalhe e incrustações de materiais diversos, para atender a uma encomenda do antigo Banco da Bahia S.A., atual Banco BBM S.A., que os instalou em sua agência da Avenida Sete de Setembro, no ano de 1968.

Como funciona

Para utilizar esse serviço você precisará fazer uma contribuição ao Portal Capoeira. Para saber como fazê-lo, clique aqui. A partir da liberação da sua conta, após a sua contribuição, iremos parametrizar e configurar a sua conta, sendo assim liberados os seguintes serviços, além de todos os já oferecidos no Portal Capoeira para os usuários e Parceiros:
Entrada no seu potal através de www.seudominio.portalcapoeira.com ;
1 conta de email@seudominio.portalcapoeira.com
Servidores POP e SMTP próprios;
Webmail;
Administração própria de suas contas;
Sistema de bloqueio de SPAMs;
O usuário terá ainda ao seu dispor todas as vantagens dos Sites Membros Portal Capoeira
Inclusão de seus banners no banco de dados;
Definição de categorias do site;
Criação de blocos de todos os tipos;
Criação de páginas dinâmicas;
Definição dinâmica da página principal;
Página de busca; 
CMS – Limbo 
Transferência de dados por mês: Ilimitada
Usuário único de administração do conteúdo

Vamos Vadiar no Jogo de Angola…

Com Mestre Roxinho-BA
 
Brasília – DF
 
Programação
 
Dia 09/9 sexta – feira
19:30 Palestra: e reflexão sobre a “Diáspora na Capoeira da Bahia ” e Roda de Capoeira Angola
 
Dia 10/9 Sábado
9:30 ás 11:30h Aula de movimentos 12:00 ás 13:30h Almoço
14:00 ás 16:00h aula de toques e ritmos e uma vivência entre os participantes .

Dia 11/9 Domingo
9:30h Aula de movimentos e Roda de encerramento .

Inscrição

P/ os três dias R$ 25,00 até dia 8/9 após R$ 35,00

Pacote oficinas + CD = R$ 40,00 até dia 08/09

Preço por oficina R$ 15,00 CD avulso R$ 25,00

Banco Nossa Caixa AG: 0109-1 C/C 01014297-2 Edielson da S. Miranda

Banco Bradesco AG: 548-7 C/C 74912-5 Ângela damasceno Gonçalves

Informações e confirmação: (61) 8432-4931 Sálvio

E-mail : mestreroxinho@hotmail.com ou salviofernandes@ig.com.br

Local: Associação pró-educação Vivendo e Aprendendo Fone 3321-3581

Via L 3 Norte quadra 604 (Atrás do Clube unidade de Vizinhança)

Realização : ECAMAR – Escola de Capoeira Angola Mato Rasteiro

Apoio Cultural :

Associação pró-educação Vivendo e Aprendendo

DICIONÁRIO DE CAPOEIRA – Autor: Mano Lima

DICIONÁRIO DE CAPOEIRA

Autor: Mano Lima (jornalista, historiador e editor da Revista Capoeira em Evidência)
 
Reservas e contatos para entrevistas, palestras e lançamentos:

(61)  8407 7960 (Mano)       9296 4757 (Hallyny)

manolima@pop.com.br  manoicesp@yahoo.com.br manoguiness@hotmail.com

Q. 107 rua A lote 3 apt. 302, ed. Pequiá, Aguas Claras, Distrito Federal, Brasil, 72.190000

Investimento:

a)  R$ 20,00 + tarifa postal (unitário)

b)  R$ 15,00 + tarifa postal (de 10 a 49 exemplares)

c)  R$ 10,00 + tarifa postal  (a partir de 50 exemplares)

Forma de pagamento:

a) A vista: depósito bancário identificando o depositante, transferência eletrônica ou DOC, nominal a Manoel Cordeiro Lima, no Banco do Brasil

(banco 001), agência 12319, contacorrente 21.9878, ou Banco de Brasília

(banco 070), agência 217, contacorrente 136.6146

b) A prazo (para encomendas superiores a 10 exemplares): cheque prédatado nominal a Manoel Cordeiro Lima, prédatado para a data a ser acertada.

Envio do dicionário: imediatamente após a confirmação do desito por telefone ou por email, por meio de encomenda postal.

Editora: Maxxima  (61) 344 7321
 
Prefácio: Agnelo Queiroz (Ministro dos Esportes)
 
Referências: Mestre Gilvan (61) 475 2511, Mestre Zulu (61) 591 1227 e Mestre Squisito (61) 8437 5119.

Formato: 14 X 23 cm           Pg: 136                 Verbetes: 1.030  Capa: Couchet 250

 

Evitando golpes na Internet

  • Evitando golpes na Internet

    Por Tecnociencia



    Trabalho como gerente em um departamento de compras e já faz uns três anos que efetuo compras pela internet, no inicio fui enganado algumas vezes. Com o tempo e o amargo aprendizado, acabei elaborando uma série de rotinas para prevenir nosso departamento contra os golpistas. A primeira coisa que efetuei foi buscar o máximo de informação sobre o assunto. Depois elaborei um perfil dos golpes e parti para a prevenção. Gostaria de compartilhar com os membros da comunidade minha vivencia e as observações conforme abaixo:

    Normalmente existem dois tipos de problemas encontrados na comercialização pela internet. O primeiro e mais sério são os golpistas, (pessoas especializadas em lesar o consumidor) O segundo e igualmente sério são os comerciantes inexperientes que acabam calculando erroneamente seus negócios e não conseguem muitas vezes entregar um produto e nem devolver o dinheiro pago. Montar um site ou até mesmo uma loja na internet possui um custo muito baixo e até mesmo gratuito em algumas vezes. Esta característica tecnológica que possui vantagens inquestionáveis para a evolução cultural também acaba sendo um forte atrativo para pessoas inexperientes em gerenciamento ou administração comercial, estas pessoas ao montarem seus negócios gerenciados erroneamente acabam lesando o consumidor não intencionalmente e sim forçado pelo erro de gestão.

    Já o golpista é um individuo que trabalha sem se preocupar com a lei e quando especializado consegue comprovar e convencer aos seus "clientes" sobre a seriedade e honestidade do trabalho ou produto ofertado. Em ambos os casos o prejuízo acaba quase sempre no bolso do consumidor e a imagem de uma ferramenta fantástica como a internet é abalada pelo mau uso.

    É simples evitar este problema e garantir sucesso nas negociações pela rede, basta apenas algum cuidado.

    1. Verifique se o domínio é comercial ou gratuito. Se o domínio for comercial verifique o endereço da empresa e os contatos, examine também o tempo em que o site está no ar. (Normalmente empresas quebram no primeiro e segundo ano por erro de administração)
    2. Utilize algum buscador para obter informações sobre a empresa e veja se existem comentários nos fóruns e listas de discussão.
    3. Se a empresa oferecer serviços gratuitos use os mesmos para testar o nível de atendimento e idoneidade.
    4. No site da Receita Federal é possível verificar a situação de uma empresa pelo CNPJ e saber se ela esta apta para o comercio ou se existem problemas. (Normalmente golpistas não se preocupam com a lei ou burocracias governamentais)
    5. Se a empresa é nova e não dispõe de serviços gratuitos ou o domínio não é comercial (provedor gratuito), procure efetuar compras com valores baixos, só para testar a qualidade e credibilidade. É melhor ser lesado em R$ 10,00 do que em R$ 100,00.

    Mesmo que a empresa tenha uma credibilidade inquestionável fique atento para NUNCA fornecer dados importantes por e-mail. Semana passada recebi um e-mail do banco do Brasil solicitando que eu efetuasse um acesso em minha conta para completar um cadastro. Examinei o e-mail e o suposto link para acessar minha conta apontava para um provedor fora do país. (Fique atento: Nenhum banco solicita informações por e-mail). Este é um exemplo de golpistas especializados usando "emprestado" a credibilidade de um banco para lesar o consumidor.

    Lembre-se:
    A internet não é a mesma coisa que o comercio convencional, O alicerce da internet é o RELACIONAMENTO e a regra geral pode ser resumida em uma única frase "NUNCA COMPRE DE ESTRANHOS". Se a empresa que você pretende negociar não possui uma área de relacionamento e atividades para futuros ou possíveis clientes onde seja possível gerar certa "amizade" antes de negociar então esta empresa não esta de acordo com os fundamentos da internet.

    Observe que mesmo na compra de um software a primeira coisa que ocorre é o download de uma demonstração do aplicativo para que o usuário não compre algo desconhecido.

    Quem assina esta matéria é Alfeu Narciso.