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Londrina: 5º Simpósio de História e Cultura Afro-brasileira

5º Simpósio de História e Cultura Afro-brasileira termina com música neste domingo em Londrina

Este domingo (25) é o último dia para aproveitar as atrações do 5º Simpósio de História e Cultura Afro-brasileira em Londrina. Ao longo do dia, músicos, artistas e roda de capoeira prometem complementar a agenda cultural de Londrina.

O destaque fica para a parte musical do evento no Aterro do Lago Igapó, das 16h às 20h. Banda Ziriguidum,Grupo Vozes Barrocas, Projeto Ovelha Negra Rock Nacional, Mc Rei, Dj Fran, Joaquim Braga e Banda Ensaio de Blues sobem aos palcos.

Está programada também a apresentações da Capoeira Angola no Espaço Cultural Vila Brasil e no Calçadão, no período da tarde. A Vila Brasil também abrigará um sarau cultural com muitas atrações.

Haverá ainda um espetáculo de hip hop “O uso negro e ourso branco”, na Gibiteca Zona Norte, e várias outras atividades no mesmo local e o culto afro na nona Igreja Presbiteriana Renovava, localizada na Rua Francisco Gabriel Arruda.

Durante os 15 dias, o 5º Simpósio de História e Cultura Afro-brasileira em Londrina promoveu experiências diversificadas ao público participante, como visitas a quilombos, palestras em escolas, visitas à terreiros, projeções de filmes, oficinas de estética negra na periferia, apresentações musicais em homenagem a Clara Nunes, discussão da temática violência e juventude e a realização do segundo Cortejo Afro.

Ainda neste domingo, será realizado o 5º Encontro Municipal da Rede de Mulheres Negras de Londrina DST, HIV, AIDS, DOENÇA FALCIFORME. O evento ocorre na Rua Astolfo Nogueira, 191.

 

http://londrina.odiario.com

Bahia: Cordão Cultural AfroPop nas ruas, promove encontros e recebe homenagens

Margareth Menezes coloca Cordão Cultural AfroPop nas ruas, promove encontros e recebe homenagens

O circuito Barra-Ondina, em Salvador, assistiu a uma verdadeira celebração pelos 25 anos de carreira da cantora Margareth Menezes. A artista, que chegou no domingo, vinda de uma série de shows em Pernambuco, colocou o seu Cordão Cultural AfroPop nas ruas em plena segunda de Carnaval com diversos convidados, promoveu encontros e recebeu homenagens. Para abrir o desfile, a artista cantou sua nova música de trabalho, Bonapá.

Vestida de Tieta, Margareth dividiu os vocais ao longo do percurso com Márcia Short, ex-cantora da Banda Mel, e o sertanejo carioca João Gabriel. Com eles, Margareth cantou sucessos seus, como Dandalunda, Toté de Maianga, Selei (Saudação ao Caboclo) e Elegibô, além de canções da Banda Mel, como Crença e Fé, e canções sertanejas como Tem Que Ser Você e Borboletas. No trio, estiveram a atriz Cris Viana (a Deusa, de Fina Estampa), o ator Paulinho Serra (humorista do Quinta Categoria, da MTV) e o estilista Fause Haten. O Cordão Cutlural também recebeu o axé de uma ala de baianas e a presença de componentes do Zambiã, grupo afro de Lauro de Freitas.

Quarteto – O primeiro dia de desfile do Cordão Cultural AfroPop foi marcado por um encontro mágico em frente ao camarote Expresso 2222. Magareth, que trouxe em seu trio Diego Figueiredo, considerado um dos melhores guitarristas da atualidade, foi recebida por Gilberto Gil, ainda vestido com os trajes de Gandhy, e a cantora Márcia Castro, que se apresentava na Varanda Elétrica. “Existem muitas cantoras na Bahia, cada uma com sua qualidade, mas eu posso dizer que eletrizante deste jeito, só tem uma. Margareth, você é eletrizante”, disse Gil do camarote. Contente, Margareth comandou o quarteto nas músicas Toda Menina Baiana, Samba da Minha Terra e O que é o que é. 

Já em Ondina, a artista falou sobre a importância de combater a violência doméstica, campanha que abraçou neste carnaval. Recado dado, ela embalou lambadas, marchinhas de Carnaval e fez uma homenagem ao Rio de Janeiro cantando Aquele Abraço. Próximo ao final do circuito, ao passar por um estúdio de televisão, a cantora assistiu a um vídeo sobre seus 25 anos de carreira. A homenagem surpresa, com depoimentos de artistas e familiares, a levou às lágrimas. Para delírio geral, a artista agradeceu cantando Faraó, música que a projetou internacionalmente em 1987. Já na dispersão, a cantora deu adeus aos foliões com Banho de Cheiro e Andança. Nesta terça-feira (21), segundo dia de desfile do Cordão Cultural AfroPop, o grande homenageado será Jorge Amado. Margareth vem vestida de Gabriela Cravo e Canela, ao lado de Sandra de Sá e Targino Gondim, a partir das 19h30, no circuito Barra-Ondina.

LADODALUA, no Centro Cultural Rio Verde

“Intimista e simples”,  em poucas palavras segundo o percussionista Dalua, esse é o espírito que define série de apresentações que começa no próximo dia 28 de fevereiro no Centro Cultural Rio Verde, e segue até o mês de julho.

Reconhecido pela qualidade e originalidade de sua música, Dalua, que em vinte anos de carreira acompanhou artistas como Lenine, Ana Carolina, Maria Rita, Jair Rodrigues, e Arnaldo Antunes, apresenta trabalho autoral ao lado da banda LADODALUA, com repertório que permeia clássicos do samba, a elaborações virtuosas que dão ênfase a percussão e ao improviso.

“Tudo é criado e concebido a partir da percussão. Esse conceito artístico confere à banda uma riqueza de ritmos e muita potência sonora. A guitarra imprime uma sonoridade rock and roll, enquanto os sopros trazem o jazz, somados ao samba do cavaquinho” – ressalta Dalua

“Baião” de Luis Gonzaga, e Humberto Teixeira, “Todo dia era dia de índio”, de Jorge Benjor, “Summer time” de Gershwin e “Berimbau” de Baden Powell e Vinícius de Moraes estão entre os clássicos reinterpretados. Já “Onde tem tambor” e “Saudades das Minas” são composições dos próprios integrantes da banda, que já começam a ter coro entre admiradores que acompanham a trajetória do grupo.

Dalua inicia o show com uma roda de capoeira liderada por Mauro Porto da Rocha, mais conhecido como “Mestre Maurão”, criador do Grupo Capoeira Mandinga. Mestre Maurão por sua vez, trará a cada sexta-feira, convidados especiais, que representam a raiz da capoeira regional. “Foi dentro do ambiente da capoeira, aos seis anos, que encontrei a percussão. A capoeira foi a porta de entrada para o que determinaria meu caminho musical” – observa Dalua, e completa “Mestre Maurão, além de referência de seriedade na capoeira, faz um resgate do samba de umbigada que já vem sendo apreciado por muita gente” – finaliza.

 

Sobre Dalua e sua banda

 

Paulista de Santo André, Dalua não pertence a uma família com tradição musical. A música adentrou em seu caminho quando começou a tocar na noite aos 15 anos de idade. Daí em diante, transformou-se em um grande nome quando o assunto é percussão, acompanhando de perto grandes nomes da música popular brasileira.

Suas referências sonoras são Roberto Carlos, Bezerra da Silva, Elton John, Sidney Magal, Luís Gonzaga, Elis Regina, Jair Rodrigues, e um som mais pesado como AC/DC, Iron Maiden, Sex Pistol, Beatles.

Já o LADODALUA foi formado na região do ABC, sendo fruto de um projeto delineado pelo percussionista, com o objetivo de fazer música genuinamente brasileira, temperada com diferentes sonoridades.  O primeiro trabalho da banda apresenta um reflexo da trajetória de Dalua, que também assina a direção geral do espetáculo. A banda promove uma simbiose de influências trazidas da capoeira e outros ritmos, que produzem elementos sonoros das mais variadas origens. Uma Jam session social de influências, repertório, bom gosto e sonoridade.

A formação do LADODALUA é:

Dalua na percussão e voz,

Elder Costa, guitarra e voz,

Emilio Martins , percussão,

Marcelo Resende, cavaquinho e voz

Edy Trombone, trombone, bombardino e percussão

Doutor Otávio, contrabaixo acústico e elétrico.

www.ladoladua.com.br

 

Sobre Mauro Porto da Rocha – Mestre Maurão

Mestre Maurão inicia na capoeira em 1979, na cidade de Santo André/SP, no Grupo Nova Luanda, liderado por Mestre Valdenor, onde se formou no ano de 1985. Na adolescência, Mestre Maurão teve contato com o lendário Mestre Caiçara (Bahia) com quem pode ter um convívio muito próximo, tendo assim conhecimento legítimo de hábitos da velha Bahia.

Muitos Mestres foram referência na sua trajetória, em especial estão: Mestre Valdenor dos Santos, responsável por sua formação e Mestre Canhão (Discípulo de Mestre Bimba) que o auxiliou e orientou em sua profissionalização como capoeira. Mestre Maurão participou na década de 80 de vários campeonatos onde consagrou-se Tri-Campeão Brasileiro (consecutivo), além de ter sido por 14 anos Campeão Paulista.

Na década de 90 morou na Inglaterra onde ministrou aulas de capoeira e participou de apresentações e shows sobre a cultura brasileira. Em São Paulo foi uma das lideranças da famosa Roda da Praça da República, considerada como uma das rodas de capoeira mais tradicionais do mundo pelo fato de juntar vários capoeiras de diversas partes do Brasil.

Mestre Maurão adquiriu um grande respeito não só da comunidade capoeira, mas, angariou o respeito e a admiração de quem acompanhou a sua estória e o seu trabalho. Vivências e fatos que o levaram a ser internacionalmente conhecido como um grande atleta da Capoeira e um grande propagador da Cultura Afro-Brasileira.

 

Sobre o Centro Cultural Rio Verde

Concebido para ser um espaço de experimentação artística, com infraestrutura para produção de shows, eventos, ensaios e reuniões, o Centro Cultural Rio Verde transformou-se, desde a sua criação em XXXX em um polo cultural da Vila Madalena. Uma incubadora de novos talentos, onde jovens e artistas consagrados se movimentam em pleno processo de criação.

Suas dependências seguem uma estética orgânica que permite um formato multiuso e interseção das múltiplas artes. Um local sempre em transformação, emoldurado por peixes do Rio Tietê e por uma exposição permanente de orquídeas brasileiras acompanhadas de um catálogo de quarenta e três espécimes da flora nativa e estrangeira.

As apresentações, mostras e festivais que acontecem no Centro Cultural Rio Verde passam por um Conselho Consultivo que avalia a relevância do evento para o cenário cultural e artístico. Sua outra marca distintiva é a preocupação com a documentação e preservação dos processos e produtos criados no espaço. Muitos desses eventos são registrados e distribuídos em uma generosa divulgação na sua Rádio Web e outros meios.

Enfim, um espaço tridimensional, como os objetos produzidos na serralheria do Rio Verde e que decoram suas áreas internas e externas que também são locadas para ensaios de dança, teatro, música e eventos corporativos e particulares. Ponto de encontro de produtores, artistas e público interessado em produções artísticas e intelectuais, o Centro Cultural tem muitos parceiros, o que proporciona uma agenda e atividades diversificadas, como uma Biblioteca Comunitária Infanto-Juvenil e considerável acervo de videodança e videoarte.

 

SERVIÇO

Show Ladodalua –

Todas as últimas sextas-feiras de cada mês.

Abertura: 28 de fevereiro

Com apresentações até o final do mês de julho

20h30 Abertura com roda de capoeira de Mestre Maurão

23h00 Início do show da banda LADODALUA

Entrada: preço único R$ 20,00 reais

Nome na lista R$ 10,00 reais  –  e.mail:  lista@ladodalua.com.br

Duração do show: 1h20 minutos

Local: Centro Cultural Rio Verde: www.centroculturalrioverde.com.br

Rua Belmiro Braga, 181 – Vila Madalena

Tel: 011 34595321

Abertura da casa: 19h30

Lanchonete no local

Aceita cartões de crédito

 

 

Assessoria de Imprensa

Erika Alexandra Balbino

011 34822510 – 34826908

Rua Porangaba, 149

04136-020 – SP – SP

www.baobacomunicacao.com.br

Twitter @Baoba_Comunica

22ª edição do Mirante Culltural em Maceió

“Um Quilombo Chamado Jacintinho”

 

O CENTRO DE ESTUDOS E PESQUISAS AFRO ALAGOANO QUILOMBO realizará nesta sexta-feira (28), às 19h30, no Mirante Kátia Assunção localizado no Jacintinho (por trás da rádio 96 FM), a 22ª edição do Mirante Cultural – “Um Quilombo Chamado Jacintinho ”

O evento vem acontecendo desde fevereiro de 2008, reunindo grupos culturais dos bairros de Maceió e algumas cidades do Estado de Alagoas. Atualmente tem com parceiros o SINDICATO DOS URBANITÁRIOS e alguns comerciantes do bairro do Jacintinho.

 

O Mirante Cultural em comemoração ao 25 de maio, Dia da África, traz em sua programação a apresentação da cantora de Cabo Verde Sônia André. Teremos também em nossa programação a participação pela primeira  dos grupos: Talismã e Rock Ingstyle. O retorno dos grupos: Xameguinho e Àguia Negra. . Apresentação do documentário sobre o filme da linha 174 para uma reflexão sobre a problemática da periferia. O ressurgimento da banda Afro Força do Ilê com a participação especial do dançarino e coreógrafo Jailton Oliveira.

O Mirante Cultural continuará defendendo a integração entre educação e arte, buscando sempre impulsionar os  artistas locais, trabalhando a geração de renda e valorizando a cultura popular e afro-alagoana. Agradecendo sempre os apoios da comunidade, dos artistas, dos parceiros e da imprensa.


PROGRAMAÇÃO:

Grupo de Hip Hop Talismã

Grupo de Break Rock Ingstyle

Coco de Roda Xameguinho

Sônia André – Cantora de Cabo Verde

Documentário sobre o filme da linha 174

Grupo de Capoeira Águia Negra e convidados

Banda Afro Força do Ilê com a participação especial do dançarino Jailton Oliveira

 

GRUPOS PARCEIROS DO C.E.P.A.A. QUILOMBO:

Escola de Samba Arco-Íris

Núcleo de Capoeira

Grupo Lésbico Dandara

Bumba-meu-boi Excalibur

Grupo Teatral S.O.S Sorriso

União das Mulheres do Bairro do Jacintinho – U.M.B.J.

Associação Puma de Ferkundô

Associação de Moradores da Grota do Moreira

Banda Afro Estrela Negra

Companhia Princípios Básico

 

 

 

Viviane Rodrigues

Relações Públicas do C.E.P.A. Quilombo

E-mail: vi_magnifica@hotmail.com

Telefones: (82) 8843-9311


Banda de Belo Horizonte se apresenta em Hartford

O Berimbrown promete agitar o público no Trynity College.

A banda mineira Berimbrown está nos Estados Unidos para uma série de apresentações em Connecticut e Massachusetts. O último show acontece no sábado (8), das 12pm às 4pm, durante o Fourth Annual Samba Fest no Trinity College em Hartford. Produzido pelo Professor de Música Eric Galm, o evento traz outras atrações brasileiras.

Participam também o Trinity Samba Ensemble, tendo como convidado especial o cantor José Paulo, e o Ginga Brasileira, grupo de capoeira de New Haven. A festa conta ainda com o Tierra Mestiza, com músicas do México, América do Sul e América Central, além de ter atividades infantis.

Em entrevista por e-mail ao Comunidade News, o fundador do Berimbrown, Mestre Negoativo, disse que os Estados Unidos são uma referência musical para o grupo. Para o Samba Fest, o grupo preparou um repertório que mescla capoeira ao reggae, soul, samba e rock, com composições próprias e versões de músicos famosos. “A expectativa é de muita positividade, e é sempre bom dividir o palco com outros artistas”, disse ele.

Para o músico, é fundamental trazer as culturas mineira e afro-brasileira para o país. “Mostrarmos e falarmos de nossa cultura, nossa realidade e de nossa proposta musical”. Além disso, os músicos estarão em contato com americanos de ascendência africana e de outras raças. “E os brasileiros que contribuirão com a gente para fazermos um ‘carnaval berimbrownzado’”.

Mistura brasileira que conquista

Nascido de um projeto sócio-cultural na Comunidade Maria Goretti, o Berimbrown mistura samba, soul, reggae e tambores com instrumentos de sopro, baixo e bateria, criando um groove dançante. A banda é composta por Berico, Adriano George, Mestre Negoativo, Ronilson, Marconi, DJ A Coisa, Toninho Trombone, Marcinho Monteiro, BomBom e Warley.

Nas 5 turnês realizadas na Europa, o grupo conseguiu contagiar o público. Segundo Negoativo, o Velho Continente é muito aberto a conhecer novas culturas. “Nossa música e a cultura são diversificadas”. Na opinião dele, o Brasil é privilegiado não só pelo conjunto das raças, mas também pelo clima e natureza.

A entrada para o Samba Fest é franca. A única contribuição que o Trinity College solicita são alimentos não perecíveis para uma organização que doa alimentos aos necessitados. O Trinity College fica no 300 Summit College. Informações adicionais pelo telefone (860) 297-2199 ou pelo website www.trincoll.edu/artsattrinity.

 

Da redação do ComunidadeNews.com

Palmares recupera símbolo da religiosidade africana e reinagura Praça dos Orixás

Fundação investe R$ 550 mil na recuperação das peças e atenta para a responsabilidade da manutenção do patrimônio público

A Fundação Cultural Palmares, vinculada ao Ministério da Cultura, investiu R$ 730 mil reais na recuperação das estatuas dos Orixás do escultor baiano Tatti Moreno e no evento de reinauguração da Praça dos Orixás, em Brasília. O presidente da Fundação, Zulu Araújo, representará o Ministro da Cultura, Juca Ferreira, no evento que começa a partir das 18h no dia 31 de dezembro. Antes da abertura religiosa com o cortejo a Yemanjá, terá apresentação dos grupos Filhos de Gandhy e Banda Ase Dudu.

As estátuas são réplicas das esculturas instaladas no Dique do Tororó, em Salvador, e foram decapitadas e queimadas em forte indicio de intolerância religiosa. A depredação começou ainda em 2005, mas em 2007, 12 das 16 estátuas foram destruídas.

“É um momento histórico para os adeptos das religiões de matriz áfrica, para os negros, para a Palmares, para o Ministério da Cultura e mais, é um momento histórico para o exercício da cidadania e da democracia em nosso País”, afirma Zulu Araújo.

Para Zulu a restauração das estatuas e a reinaguração da praça representa uma resposta ao ato de vandalismo de quem deveria manter a paz, a harmonia e o respeito ao próximo. “É uma clara manifestação de segmentos religiosos neopentecostais. “O direito ao culto religioso é uma garantia da Constituição Federal e destruir símbolos das religiões africanas não é um desrespeito apenas a fé das pessoas, mas sim a nossa Constituição”.

O processo demorou quase dois anos, explica Zulu. “Foi uma grande batalha a disponibilização de recursos para cumprir nosso papel de enfrentar a intolerância religiosa. Conseguimos o dinheiro, recuperamos os símbolos e agora é preciso que o Governo do Distrito Federal (GDF) cumpra também o seu papel, que é defender o patrimônio público e punir os atos de vandalismo como eles devem ser punidos. Queremos o mesmo tratamento que é dado aos outros espaços públicos, como a Igrejinha da asa Sul, por exemplo, quando ela pegou fogo o GDF deu um jeito de garantir sua recuperação e a praça dos Orixás deve ter o mesmo tratamento e ser qualificado urbanisticamente, com segurança, iluminação, limpeza”.

Além de Zulu Araújo, estarão presentes da solenidade de reinaugaração da Praça dos Orixás, o Ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Paulo Vannchi e os presidente da FBEUC, mãe Marinalva, do Ilê Asé Ode, pai Ribamar e da Sociedade Religiosa Ilê Oxum Opó Afonjá Oni Xangô, pai Raimundo.

Local:

Ponte Costa e Silva (Prainha)

Programação:

18h – Solenidade de reinauguração da Praça

19h – Apresentação dos Filhos de Gandhy

20h – Apresentação cultural da Banda Ase Dudu

21h – Abertura religiosa – cortejo a Yemanjá

Valores:

Recuperação das peças – R$ 550 mil

Reinauguração da Praça dos Orixás – R$ 180 mil

Assessoria de Comunicação
Fundação Cultural Palmares
Ministério da Cultura
(61) 3424 0166 / 0162
(61) 9773 6006
www.palmares.gov.br

Olodum é atração na Serra da Barriga

Banda baiana se apresenta domingo, 19 de abril

Dando sequência ao projeto sociocultural Parque Memorial Zumbi dos Palmares, a banda Olodum, de Salvador (BA), será a grande atração de domingo, 19, na Serra da Barriga. Várias atrações de renome nacional já se apresentaram no palco armado no topo da Serra, a exemplo de Jorge Aragão, Luiz Melodia, Tribo de Jah, AfroReggae, Rappin Hood, entre outros. O projeto é realizado por meio de uma parceria da Fundação Sônia Ivar com a Fundação Cultural Palmares, do Ministério da Cultura, com apoio da Prefeitura de União dos Palmares e contribuição do Comitê Gestor do Parque Memorial. O show tem previsão para começar às 15 horas, mas antes acontecem apresentações de grupos de capoeira e de bandas locais. A apresentação da banda Olodum encerra a primeira fase do projeto na parte de shows, que deverá ser retomado em novembro, em função das chuvas que castigam a região nesse período.

O público-alvo do projeto são estudantes de escolas públicas municipais e estaduais de Alagoas; profissionais da área da educação formal e não-formal, diretores e coordenadores da rede estadual e municipal de ensino; representantes da sociedade civil, artistas e movimento negro; comunidade de União dos Palmares e sociedade em geral. Além da parte de shows, diversos projetos socioeducativos estão sendo desenvolvidos pela parceria da Fundação Sônia Ivar e Fundação Cultural Palmares em União dos Palmares.
 

Origem da banda

Em 1979, um grupo de amigos do Maciel-Pelourinho – Centro Histórico de Salvador – criou o Bloco Olodum, que mais tarde se tornaria uma das mais importantes expressões da música mundial. Eles não sabiam, mas aquele bloco daria origem à maior banda de percussão do planeta. Quem desejar que se arrisque a citar outra. Graças a mestre Neguinho do Samba foi criado um novo ritmo, o samba-reggae. A música Faraó: “Ê Faraó, ê Faraó/ Que Mara mara mara, maravilha ê/ Egito Egito ê” transformou os foliões de Salvador em profundos conhecedores da cultura egípcia, que era cantada em verso e prosa, nas ruas e becos da cidade.
 
Atualmente, com 22 anos de carreira (o grupo Olodum tem 30 anos), a banda Olodum é composta por 18 músicos (dois cantores, dez percussionistas, três metais, um guitarrista, um tecladista e um baixista). À frente dessa turma estão Lucas Di Fiori e Nadjane Souza, que dividem os vocais. A banda Olodum já gravou 15 CD, dois DVD e quatro coletâneas. Gravou especialmente com artistas nacionais e internacionais, como Simone, Gal Costa, Ney Matogrosso, Jimmy Cliff, Sadao Watanabbe, Paul Simon e Michael Jackson, entre outros. Já excursionou por mais de 35 países no mundo e há 20 anos excursiona religiosamente pela Europa. Na opinião da critica especializada internacional, a banda Olodum é quem melhor representa o Brasil no exterior.
 
A Banda está finalizando os acertos com o seu agente na Europa, para a partir de julho, excursionar mais uma vez pelo velho continente. Provavelmente por isso, a Banda já se apresentou oficialmente na programação musical das três últimas copas do mundo e está convidada para participar da programação de abertura da próxima, na África do Sul.

Assistir ao show da banda Olodum é uma experiência singular, sentir a vibração do samba-reggae e receber o axé dos tambores afro-baianos de inspiração pan-africana é a receita ideal perfeita para um grande evento. A banda Olodum inspirou a formação de vários grupos em Maceió e em União dos Palmares, onde se apresenta, mas também no Rio de Janeiro, como é o caso do AfroReggae, e em outros estados e países.

A Banda promete realizar um show inesquecível e preparou uma grande surpresa para os alagoanos.

* Assessoria de Comunicação
Inês Ulhôa – assessora de imprensa (9966-8898) ines.ulhoa@palmares.gov.br
Jacqueline Freitas – jacqueline.freitas@palmares.gov.br
Marcus Bennett – marcus.bennett@palmares.gov.br
Telefones: (61) 3424-0164/ 0165/ 0166
www.palmares.gov.br

Costa do Sauípe: I Encontro Mundial de Capoeira

A Costa do Sauípe, um dos destinos turísticos mais visitados do país, realiza nos dias 7 e 8 de setembro o 1º Sauípe Capoeira e Cultura, encontro mundial de capoeira. O empreendimento, localizado a 76 quilômetros do Aeroporto Internacional de Salvador, receberá atletas de diferentes regiões do Brasil e de outros países como Canadá, EUA, Austrália, México e Argentina. O evento contará, ainda, com show de encerramento da Banda Olodum.

Com o objetivo de promover a cultura e as belezas naturais do litoral norte da Bahia, a ação terá oficinas de berimbau, instrumento musical de percussão usado para marcar o ritmo da luta, além de aulas de capoeira, artesanato e axé, gênero musical muito difundido na região. As atrações acontecerão na Praia da Oca, espaço já utilizado pelos hóspedes para a prática de esportes como futebol e vôlei de praia, atividades aquáticas, caminhadas na areia, entre outros. No local, os visitantes assistirão ao Capoeira Show, apresentação com os principais mestres da luta.

Já a Vila Nova da Praia, centro de entretenimento e lazer que reproduz o clima de uma vila do interior da Bahia, traz intensa programação cultural aos visitantes da Costa do Sauípe. No local, ocorrerão rodas de capoeira, oficinas de berimbau e palestras sobre a história da luta que teve origem com os escravos africanos.

Além disso, a programação da Costa do Sauípe reserva noites temáticas com shows e atrações musicais. Um dos destaques será a apresentação do Olodum, no dia 8, a partir das 21h, no Mercado do Dendê. À frente da banda, o vocalista Tonho Matéria, também mestre de capoeira, terá participação especial junto aos demais capoeiristas.

Durante a semana do evento, os hóspedes terão a oportunidade de conhecer os costumes do povo nordestino e da cultura brasileira através de shows de samba, axé e outros ritmos regionais. Além disso, uma Noite de Oferendas reserva momentos especiais e de muita introspecção aos turistas na Vila Nova da Praia. Os visitantes serão apresentados aos orixás, às baianas, aos filhos de Gandhy, tradicional bloco de carnaval baiano formado exclusivamente por homens, além dos capoeiristas e demais personagens da cultura regional.

 
Fonte: Final Sports – http://www.finalsports.com.br

Banda Terreiro de Capoeira lança CD instrumental de Capoeira

Uma fina e harmonica simbiose entre a musica instrumental e a ímpar sonoridade da capoeira, é assim que defino o trabalho de qualidade da Banda Terreiro de Capoeira.
 
Ouvi e gostei muito! Uma demosntração da potencialidade e da criatividade dos músicos-artistas-capoeiristas da escola de Mestre Cascavel.
 
Luciano Milani
A banda "Terreiro de Capoeira" nasceu da vivência musical dos seus integrantes na comunidade do Terreiro de Capoeira do Mestre Cascavel. A banda tem na sua formação base Cascavel, Guerreiro, Lince, Macaco, Flora e Kaká.
 
Mestre Cascavel é "filho" do mestre Sabu, pioneiro na prática e ensino da Capoeira em Goiás. Mestre Sabu – que vive em Goiânia – é "filho" do mestre Caiçara (falecido em 1987), mestre-capoeira responsável por uma das escolas tradicionais da capoeira da Bahia no século XX.
 
Banda Terreiro de Capoeira lança CD instrumental de CapoeiraO trabalho musical do grupo começou com oficinas e aulas de música (sem fins lucrativos, com ênfase nos instrumentos e ritmos da Capoeira) destinadas a crianças e adolescentes. 
Essas atividades incluíam conhecimentos sobre o plantio das espécies necessárias para a confecção dos instrumentos afro-brasileiros – tais como biribas (para os arcos dos berimbaus), cabaças (empregadas nos afôxés e berimbaus), junco (usado no caxixi), contas de lágrimas (para compor caxixis e chocalhos), bambus (para a fabricação de reco-recos e varetas para tocar os berimbaus), cocos (para a confecção das marácas).
 
Os componentes da banda se revezam na percussão: agogô, adjá, afôxé, pandeiro, ganzá, reco-reco – pesquisando e experimentando sons, ritmos e melodias. As músicas nascem da reunião de amigos que se divertem fazendo um som (que se pretende agradável aos ouvidos de quem curte sentir o tempo passar). A integração desses elementos com a força dos ritmos e melodias tem como resultado final a música … e fácil de ouvir.
 
A proposta do grupo é fazer música de qualidade com produção e distribuição independentes. Neste sentido, gostaríamos de contar com o apoio do Portal Capoeira, disponibilizando para download algumas faixas do cd Berimbau de Ouro em arquivos no formato MP3.
 
O CD "Berimbau de Ouro" contém 10 faixas inspiradas em ritmos e tendências afro-brasileiros e latino-americanos: "Sabu Meu Mestre" "Axé Capoeira" e "Suassuna" são composições do Cascavel; "Hora de Lutar" é uma parceria de Cascavel e José de Souza Melo, o “Ás de Ouro”, também “filho” do Mestre Sabu. "Caiçara" é uma composição do Mestre Cascavel sobre temas tradicionais da capoeira. "A morte do Capoeira" – melodia do folclore da capoeira recolhida no recôncavo baiano pela professora Emilia Biancardi Ferreira na década de 60 – já teve versões de sucesso gravadas pelo Mestre Suassuna e pelo Mestre Onias.
 
A "Iuna" e o "São Bento do Mestre Bimba" são “toques” tradicionais (padrões ritmo-melodicos, cada um deles associado a um tipo de jogo com características próprias).
O "São Bento do Mestre Bimba" é um toque criado pelo mestre Bimba especialmente para um tipo de jogo rápido e ofensivo – que se tornou também a principal característica do estilo de capoeira criado por esse mestre que dirigiu uma escola de capoeira que se tornou conhecida em todo o mundo.
A "Cavalaria" é um toque de “aviso”. No passado os cultos e as danças dos terreiros de candomblé eram proibidos e sofriam perseguições policiais rigorosas. Na Bahia, até a década de 30, os esquadrões de cavalaria eram a força policial encarregada da repressão às manifestações da cultura negra – e a capoeira oferecia a reação possível. Este toque – também chamado de
"Aviso" – entrou para a história da Capoeira com o nome de Cavalaria. O "Samba de Angola" é o ritmo que simboliza a descontração dos câmaras do Terreiro nas rodas de samba.
 
O Cd Berimbau de Ouro pode ser adquirido  (R$11+correios)
pelo e-mail: terreirodecapoeira@hotmail.com
 
Obrigado pela atenção!
Professor Guerreiro
 
Saudações!
 
Gostaríamos de contar com a sua ajuda divulgando o nosso CD de música instrumental – "Berimbau de Ouro" – inspirado nos toques e temas da Capoeira.