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VII ANO DO 1° BLOCO DE CAPOEIRA DO MUNDO

BLOCO DO BERIMBAU

Carnaval em Pernambuco… Carnaval em Recife… Carnaval em Olinda…

Como nossas tradições bem pedem, estamos na folia… Folia do Rei Momo, do Galo da Madrugada, dos Quatro Cantos…!

É das velhas raízes, das bandas de músicas, dos passistas em meio ao frevo rasgado e dos nossos capoeiras que vem o Bloco do Berimbau – Primeiro Bloco de Capoeira do Mundo – fundado em maio de 2002 pelo então Mestre Ulisses Cangaia (Grupo Lua de São Jorge). Inicialmente, o Bloco tinha como objetivo principal a culminância das ações sociais do Grupo Lua de São Jorge, mas tomou uma proporção cultural significativa, quando, de sua manifestação de maior essência – a capoeira, os capoeiristas juntaram-se, outros grupos passaram a somar energias, lá estava o Bloco emancipando a nossa arte!

Mantendo uma tradição singular, o Bloco vem desfilando e anunciando a festa da capoeira, berimbaus entoando O SEU LOUVOR pelas ladeiras da Salve, Capoeira Olinda!

O bloco nasceu para fortalecer e difundir a capoeira, assim como aproximar as culturas presentes no âmbito carnavalesco. Colocando pelo 7° ano nas ruas de Olinda uma capoeira de paz, de união, de berimbaus ao alto anunciando a chegada dos capoeiras – mestres entre os foliões – sai em todo domingo de carnaval o Bloco do Berimbau… Sua concentração, na Igreja do Rosário dos Homens Pretos (em Olinda), às 9 hs, marca o início de um percurso que vem sendo histórico, que passou a incluir obrigatoriamente a agenda cultural da nossa OLINDA!

Ritmos são tocados, rodas são formadas e lá vem o estandarte anunciando: SALVE O BLOCO DO BERIMBAU…!!!!

O MESTRE ULISSES CANGAIA – MESTRE DE CAPOEIRA, MÚSICO, RABEQUEIRO E POETA – VEM TRAZENDO, JUNTAMENTE COM O BLOCO DO BERIMBAU, UM TRABALHO DE POLARIZAÇÃO DA CAPOEIRA ENQUANTO INSTRUMENTO DE CONSTRUÇÃO SOCIAL

"ESTE ANO O BLOCO DO BERIMBAU VESTE SUA CAMISA EM COMEMORAÇÃO AOS 50 ANOS DO MESTRE JUAREZ", UM GRANDE COLABORADOR DA NOSSA ARTE E UM DOS FUNDADORES DO BLOCO!

Maiores informações: Mestre Ulisses Cangaia

Contato: (081) 9165.4938 / 8701 – 2413 / 34386978

E-mail: [email protected]

Aconteceu: Orquestra de Berimbaus faz apresentação gratuita na Bomba do Hemetério

A Orquestra de Berimbaus da Bahia fez apresentação gratuita na Praça Castro Alves, na Bomba do Hemetério, Zona Norte do Recife.

À noite, houve apresentação de um grupo de percussão local, o Tambores do Banzo, que resgata a cultura afro, através do maracatu, coco, ciranda e mangue beat.

A iniciativa faz parte do Programa de Desenvolvimento Local da Bomba do Hemetério (Bombando Cidadania), uma iniciativa do Bompreço, através do Instituto Wal-Mart. O programa começou em junho de 2008, e atua nos eixos de cultura, educação, saúde e geração de trabalho e renda.

ORQUESTRA

A Orquestra de Berimbaus da Bahia é composta principalmente por mestres de capoeira. Os músicos se apresentam dispostos como uma sinfônica, em três tipos de berimbaus: a violinha, o berimbau e o Gunga, que vão do som agudo ao mais grave.

Entre os ritmos tradicionais da capoeira, estão o de São Bento, Una, Angola e do Samba-de-roda. A Orquestra de Berimbaus faz parte da proposta de trabalho do Pólo de Capoeira de Lauro de Freitas, criado em 2006 para desenvolver a cadeia produtiva em torno do esporte.

da Redação do pe360graus.com

SESC: Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene

O SESC Vila Mariana apresenta:

Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene

Formada por jovens do bairro do Butantã e Morro do Querosene, a orquestra mostra toda a versatilidade do instrumento, interpretando toques da capoeira e ritmos da música brasileira, com arranjos e regência do Mestre Dinho Nascimento.

A Comunidade do Morro do Querosene tem uma extensa agenda de atividades, sendo uma das mais relevantes e imperdiveis a Festa do Boi, comandada pelo Carismático Tião Carvalho.
 

Assista o vídeo da Orquestra de Berimbaus do Morro do Querosene

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DIA 20 DE SETEMBRO, SÁBADO, ÀS 13:30H
Praça de Eventos SESC Vila Mariana
Rua Pelotas, 141 – Fone: 5080-3000
De terça a sexta, das 9h às 21h30
Sábado, domingo e feriado, das 10h às 18h30

[email protected]

Visite: http://www.sescsp.org.br

Kina Mutembua e Orquestra de Berimbaus traz a África para o Brasil

Grupo apresenta espetáculo Intore baseado em dança tradicional dos guerreiros de Ruanda.

 

Em busca da valorização das raízes culturais do país, o grupo Kina Mutembua e Orquestra de Berimbaus da ONG Ação Comunitária do Brasil/RJ (ACB/RJ) mergulha na história e traz à cena o espetáculo Intore. A temporada de shows de dança e música afro-brasileira estréia dia 07 de maio às 19h no Teatro SESI da FIRJAN e fica em cartaz até o dia 21.

Intore, que significa “os escolhidos”, é uma dança tradicional que com movimentos fortes narra a vida de heróis e Reis de Ruanda, na África. Criada há séculos atrás, era originalmente apresentada por guerreiros apenas para a corte real. Nas tradições, os guerreiros intore são selecionados pela excepcional qualidade física e moral e são conhecidos por sua elegância, humildade e honradez.

Sob a direção artística do coreógrafo Charles Nelson, o espetáculo recria os elementos básicos da dança ancestral mantendo a tradição da utilização dos tambores rituais ingomas, vindos de Ruanda. O primeiro ato do espetáculo apresenta o cotidiano de uma tribo africana e suas tradições, retratando situações de caça, agradecimentos a divindades, rituais de modo geral e simboliza a força através da dança dos guerreiros. O grande destaque é a dança da guerra, onde movimentos fortes criam uma coreografia complexa com brutal agressividade.

Com o apoio da Petrobras, a montagem foi elaborada a partir dos resultados da Cooperação Sul Sul Brasil-África realizada com o apoio da ONU no final de 2006. O resultado mescla a tradição ruandesa com elementos da cultura popular brasileira. O intercâmbio com artistas do Ballet Nacional de Ruanda deu ao musical o tom da miscigenação cultural e étnica que orienta todos os trabalhos da Ação Comunitária. O resultado dessa cooperação foi destaque no relatório da UNCTAD sobre as experiências de destaque envolvendo o conceito de economia criativa no Brasil.

Kina Mutembua – Batizado com nome em dialeto banto que significa Dançando com o Vento, o grupo Kina Mutembua da ONG Ação Comunitária do Brasil/RJ caracteriza-se pela dança afro associada à capoeira e ao uso de músicas em dialeto banto em seus shows.

Composto por jovens com idade entre 10 e 30 anos, o grupo iniciou sua trajetória há quatro anos sob orientação de um corpo docente formado por professores de expressão corporal, artes cênicas, dança afro, canto e percussão. A partir dessa experiência, surgiu a Orquestra de Berimbaus que tem como base voz, berimbaus e instrumentos de percussão e efeito.

Coisas Nossas, o primeiro espetáculo do grupo, foi apresentado em espaços culturais tradicionais do país como Teatro Rival Petrobras, Centro Coreográfico do Rio de Janeiro, Teatro Municipal Raul Cortez, Teatro Francisco Nunes (Belo Horizonte), Teatro Nacional de Brasília, Conjunto Cultural da República, Teatro Odylo Costa Filho, Circo Voador e SESC Tijuca. O histórico de apresentações deste grupo ultrapassa as fronteiras do Brasil, o Kina Mutembua já soou seus tambores e mostrou as tradições da capoeira na festa de aniversário da cidade Rinconada de Los Andes (Chile) em 2004.

Ação Comunitária do Brasil/RJ – Fundada há 40 anos junto a comunidades de baixo desenvolvimento econômico, a Ação Comunitária do Brasil/RJ é uma das pioneiras na área de responsabilidade social no Brasil.

Com 40 anos de experiência, a ONG contribui com a definição de políticas e práticas de geração de trabalho e renda para moradores de comunidades de baixa renda. Funciona como incubadora de empreendimentos adotando os princípios da economia solidária e do comércio justo. Recentemente foi destacada pela ONU como um exemplo a ser seguido no combate ao racismo e escolhida, por esta organização, para a realização de experiências-piloto de cooperação Sul-Sul na área da economia criativa. | Site: www.acaocomunitaria.org.br

.Show Intore – grupo Kina Mutembua e Orquestra de Berimbaus, com temporada: 07/05, 13/05, 14/08 e 20/05, 21/05, às 19h30, no Teatro SESI – FIRJAN – Avenida Graça Aranha, 01. Centro – Rio de Janeiro. Ingresso: R$ 12 inteira – R$ 6 meia entrada.

Fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=38429

Jogos e Passatempos: Puzzles da Capoeira

Uma novidade para desafiar as suas capacidades…

Fantásticos Puzzles (Quebra-Cabeça), envolvendo o universo da capoeiragem para o capoeirista se divertir e “vadiar” nesta roda!

Experimente, junte as peças, saia no aú e complete este jogo…

 

Puzzle 1: Velha Garda

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Puzzle 2: Berimbaus (Foto Rui Takeguma)

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Puzzle 3: Capoeira (Foto Luciano Milani)

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Paraná: 12° Batizado e Troca de Graduação do grupo de capoeira Raça

A Associação Cultural Capoeira Raça dá início nesta quarta-feira a diversas atividades para comemorar o 12° Batizado e Troca de Graduação do grupo de capoeira Raça. Serão quatro dias de muitas atividades.

O evento, que acontece anualmente em Maringá, vai contar com rodas de rua, apresentação de berimbaus e workshop de capoeira. Também haverá dois batizados e troca de cordéis.

No total, serão mais de 100 atletas reunidos, entre alunos e capoeiristas convidados vindos dos estados da Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e também do Chile.

Nesta quarta, o grupo fará uma apresentação na Feira do Produtor, no Estádio Willie Davids, a partir das 19 horas.

Na quinta, acontece um bate-papo sobre capoeira, com mestres experientes, na academia Trainers, localizada na Avenida Colombo, 5.992, próximo ao ginásio de esportes Chico Neto.

Na sexta-feira, uma novidade durante o evento: mais de 20 capoeiristas vão se reunir nas escadarias da Catedral Basílica Menor, a partir das 11 horas, para tocar berimbaus. Logo depois, os atletas farão uma roda de rua, na praça Raposo Tavares.

No sábado, mestre Robô, experiente capoeirista da Bahia, vai ministrar curso teórico e prático sobre os fundamentos da capoeira e suas diversas vertentes, como a capoeira de angola, benguela e regional. Todas as atividades são gratuitas e abertas ao público.

O grupo de capoeira Raça está em Maringá há 12 anos sob a direção do mestre Ouro Verde e do contra-mestre Pinaúna. O grupo conta com cerca de 150 alunos.

 Vanessa Bellei
[email protected]

Fonte: O DIÁRIO DO NORTE DO PARANÁ – http://www.odiariomaringa.com.br

RJ: Kina Mutembua e Orquestra de Berimbaus faz show gratuito na UERJ

Espetáculo Coisas Nossas é apresentado para estudantes da rede pública do Rio.
 
A celebração da garra, ritmo e musicalidade afro-brasileira. Assim é o musical Coisas Nossas, apresentado pelo grupo Kina Mutembua e Orquestra de Berimbaus, da Ação Comunitária do Brasil/RJ (ACB/RJ). E a próxima apresentação do grupo será uma ação beneficente, pois no dia 17/08, às 14h, o espetáculo Coisas Nossas será apresentado gratuitamente no Teatro da UERJ Odylo Costa Filho para estudantes da rede pública do Rio.
 
Marcante pela sua interatividade, Coisas Nossas envolve a platéia em um rito de simbolismos e alegria. O show, criado durante o intercâmbio com artistas do Ballet Nacional de Ruanda em 2006, foi renovado e traz além de composições próprias do grupo, música em dialeto Banto, típico da África.
 
Todo o repertório é um resgate às perolas da música nacional como é o caso de Brasil Pandeiro de Assis Valente, um dos hinos do samba na década de 1940 e da famosa canção Alguém Me Avisou, de D. Ivone Lara. Ao lado destes sucessos, nomes como Ivan Lins e Clara Nunes. O detalhe está na interpretação das músicas que são levadas a toques de berimbau e percussão.
 
Sob a direção do coreógrafo Charles Nelson, autoridade em dança afro-brasileira, o espetáculo é composto por números que unem Dança Contemporânea, Capoeira, Maculelê e Samba de Roda. Coisas Nossas aposta na mistura de manifestações populares que deu origem ao povo brasileiro. Por toda essa brasilianidade, o espetáculo Coisas Nossas, criado a partir da experiência no Fórum Cultural Mundial 2006 marcou presença na primeira edição do Fashion Rio/2007.
 
Kina Mutembua e Orquestra de Berimbaus – Composto por jovens de 11 a 22 anos, o Kina Mutembua resulta do trabalho sócio-cultural da ACB/RJ, nas favelas da Maré e Cidade Alta, em Cordovil. Com um nome que significa "Dançando Com o Vento" na língua quicongo da etnia banto, o grupo conta no seu currículo com apresentações no exterior e em diversos eventos culturais. Além da geração de renda, o trabalho contribui para o amadurecimento profissional dos integrantes.
 
A partir dos resultados deste trabalho, surge a Orquestra de Berimbaus da ACB/RJ que tem como proposta mesclar o ritmo tradicional da capoeira com música popular brasileira e ritmos africanos. O grupo tem aprimorado suas técnicas com aulas de preparação musical com Mestre Berg (mestre de capoeira e doutorando em Cultura Popular), Luiza Marmelo (Jongo da Serrinha) preparadora vocal e de percussão com o músico Alexandre Pires.
 
Coisas Nossas na UERJ, dia 17/08/2007, às 14h, Teatro Odylo Costa Filho – UERJ, Rua São Francisco Xavier, 524, Maracanã – Rio de Janeiro (RJ).Preço: Entrada gratuita
 
Fonte: Revista Fator – Sao Paulo – http://www.revistafator.com.br

Banda Terreiro de Capoeira lança CD instrumental de Capoeira

Uma fina e harmonica simbiose entre a musica instrumental e a ímpar sonoridade da capoeira, é assim que defino o trabalho de qualidade da Banda Terreiro de Capoeira.
 
Ouvi e gostei muito! Uma demosntração da potencialidade e da criatividade dos músicos-artistas-capoeiristas da escola de Mestre Cascavel.
 
Luciano Milani
A banda "Terreiro de Capoeira" nasceu da vivência musical dos seus integrantes na comunidade do Terreiro de Capoeira do Mestre Cascavel. A banda tem na sua formação base Cascavel, Guerreiro, Lince, Macaco, Flora e Kaká.
 
Mestre Cascavel é "filho" do mestre Sabu, pioneiro na prática e ensino da Capoeira em Goiás. Mestre Sabu – que vive em Goiânia – é "filho" do mestre Caiçara (falecido em 1987), mestre-capoeira responsável por uma das escolas tradicionais da capoeira da Bahia no século XX.
 
Banda Terreiro de Capoeira lança CD instrumental de CapoeiraO trabalho musical do grupo começou com oficinas e aulas de música (sem fins lucrativos, com ênfase nos instrumentos e ritmos da Capoeira) destinadas a crianças e adolescentes. 
Essas atividades incluíam conhecimentos sobre o plantio das espécies necessárias para a confecção dos instrumentos afro-brasileiros – tais como biribas (para os arcos dos berimbaus), cabaças (empregadas nos afôxés e berimbaus), junco (usado no caxixi), contas de lágrimas (para compor caxixis e chocalhos), bambus (para a fabricação de reco-recos e varetas para tocar os berimbaus), cocos (para a confecção das marácas).
 
Os componentes da banda se revezam na percussão: agogô, adjá, afôxé, pandeiro, ganzá, reco-reco – pesquisando e experimentando sons, ritmos e melodias. As músicas nascem da reunião de amigos que se divertem fazendo um som (que se pretende agradável aos ouvidos de quem curte sentir o tempo passar). A integração desses elementos com a força dos ritmos e melodias tem como resultado final a música … e fácil de ouvir.
 
A proposta do grupo é fazer música de qualidade com produção e distribuição independentes. Neste sentido, gostaríamos de contar com o apoio do Portal Capoeira, disponibilizando para download algumas faixas do cd Berimbau de Ouro em arquivos no formato MP3.
 
O CD "Berimbau de Ouro" contém 10 faixas inspiradas em ritmos e tendências afro-brasileiros e latino-americanos: "Sabu Meu Mestre" "Axé Capoeira" e "Suassuna" são composições do Cascavel; "Hora de Lutar" é uma parceria de Cascavel e José de Souza Melo, o “Ás de Ouro”, também “filho” do Mestre Sabu. "Caiçara" é uma composição do Mestre Cascavel sobre temas tradicionais da capoeira. "A morte do Capoeira" – melodia do folclore da capoeira recolhida no recôncavo baiano pela professora Emilia Biancardi Ferreira na década de 60 – já teve versões de sucesso gravadas pelo Mestre Suassuna e pelo Mestre Onias.
 
A "Iuna" e o "São Bento do Mestre Bimba" são “toques” tradicionais (padrões ritmo-melodicos, cada um deles associado a um tipo de jogo com características próprias).
O "São Bento do Mestre Bimba" é um toque criado pelo mestre Bimba especialmente para um tipo de jogo rápido e ofensivo – que se tornou também a principal característica do estilo de capoeira criado por esse mestre que dirigiu uma escola de capoeira que se tornou conhecida em todo o mundo.
A "Cavalaria" é um toque de “aviso”. No passado os cultos e as danças dos terreiros de candomblé eram proibidos e sofriam perseguições policiais rigorosas. Na Bahia, até a década de 30, os esquadrões de cavalaria eram a força policial encarregada da repressão às manifestações da cultura negra – e a capoeira oferecia a reação possível. Este toque – também chamado de
"Aviso" – entrou para a história da Capoeira com o nome de Cavalaria. O "Samba de Angola" é o ritmo que simboliza a descontração dos câmaras do Terreiro nas rodas de samba.
 
O Cd Berimbau de Ouro pode ser adquirido  (R$11+correios)
pelo e-mail: [email protected]
 
Obrigado pela atenção!
Professor Guerreiro
 
Saudações!
 
Gostaríamos de contar com a sua ajuda divulgando o nosso CD de música instrumental – "Berimbau de Ouro" – inspirado nos toques e temas da Capoeira.

PALMARES 18 ANOS: Comemorações e Orquestra de Berimbaus – “Luta pela valorização da cultura afro”

Comemorações oficiais reforçam a luta pela valorização da cultura afro
 
Brasília, 7/11/06 – Com poesia, música e reflexões sobre as conquistas e dificuldades que enfrenta desde a sua criação, a Fundação Cultural Palmares começou, nesta segunda-feira, a comemoração de seus 18 anos. Funcionários, integrantes do movimento negro, políticos e autoridades religiosas compareceram à cerimônia de abertura da festa, chegando a quase 300 pessoas.
 
O diretor de promoção, estudos, pesquisa e divulgação da cultura Afro-brasileira da FCP, Zulu Araújo, foi o primeiro a discursar e ressaltou a importância de a Fundação Cultural Palmares chegar à maioridade, com a conquista de ter “saído das paredes burocráticas” e chegado à Mãe-África. “Apesar de tanto não e de tanta dor que nos invade, somos nós alegria da cidade”, terminou ele, com a poesia de Jorge Portugal Lazzo.
 
Integraram a mesa, representando o ministro Gilberto Gil, o presidente do IPHAN, Luis Fernando; o presidente da Fundação Cultural Palmares, Ubiratan Castro de Araújo; a ministra da Secretaria Especial de Políticas de Igualdade Racial (SEPIR), Matilde Ribeiro; a embaixadora da África do Sul, Linduii Zulu; a desembargadora do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, Neuza Maria Alves da Silva; o deputado federal do PT, Zezéu Ribeiro; e a presidente da Federação Brasiliense e Entorno de Umbanda e Candomblé, Marinalva dos Santos Moreira.
 
“Estamos em família, estamos felizes, porque nós viemos de uma grande vitória”, falou o professor Ubiratan em seu discurso, demonstrando a alegria pelo resultado das eleições. Dos 18 anos de existência da FCP, o professor ressaltou os últimos quatro anos, em que o Brasil teve uma política de solidariedade com a África.  A promulgação do decreto 4.887, que possibilitou o reconhecimento de quase 900 comunidades remanescentes de quilombos até hoje e da lei 10.639, que torna obrigatório o ensino da história da África nas escolas brasileiras, foi o principal exemplo dado pelo professor.
 
As dificuldades de se trabalhar com um número reduzido de funcionários e de verba não deixaram de ser mencionadas. Mas, acima de tudo, ficou a alegria das conquistas e a certeza de ter mais responsabilidades. “Os 18 anos tem um caráter simbólico. É um momento que se atinge a maioridade e por isso, você passa a ser mais respeitado e mais exigido”, observou Zulu.
 
Depois de seu discurso, o professor Ubiratan entoou a canção “Sorriso Negro” de Dona Ivone Lara, também tocada pelo DVD que contou a história da FCP com fotos do acervo. A noite terminou com o som da orquestra de berimbaus do grupo Nzinga de Capoeira Angola e com o sabor da culinária afro-brasileira.
 
Orquestra de Berimbaus encanta público na abertura oficial
 
ACS/FCP/MinCA orquestra que abriria as comemorações dos 18 anos da Fundação Cultural Palmares só poderia ser a de berimbaus. Nada melhor do que o som que dá o gingado da capoeira para celebrar a cultura afro-brasileira no aniversário da FCP. Assim, após a cerimônia no auditório, todos os presentes puderam assistir à apresentação do grupo Nzinga de Capoeira Angola.
 
Eram 14 pessoas, tocando três tipos de berimbau. O grave, chamado de gunga, que tem a função de comandar a roda; o médio, que não tem nome específico; e o agudo, conhecido como viola ou violinha, que tem a liberdade para improvisar. Além dos berimbaus, compõem a orquestra outros instrumentos de percussão, como o atabaque, o agogô e o pandeiro. O grupo não apenas tocou berimbau, como jogou capoeira durante a apresentação, enchendo a Fundação Cultural Palmares de muito som e ginga.
 
Fundado em São Paulo, há 11 anos, o grupo Nzinga de Capoeira Angola começou apenas se dedicando à capoeira. Mas logo se tornou o Instituto Nzinga de Capoeira Angola e Tradições Educativas Banto no Brasil. O instituto está em Brasília há cinco anos e em Salvador há quatro. Também existem núcleos no México, na Alemanha e em Moçambique.
 
“O objetivo do instituto é de se engajar na luta contra o racismo, promover os direitos humanos e divulgar a cultura afro-brasileira, particularmente a cultura banto”, disse o treinel do grupo de Brasília, Haroldo Guimarães. Ele explica que quando o aluno já tem mais tempo no grupo e mais dedicação, ele se torna um professor, também chamado de treinel, e depois contra-mestre e mestre. “Isso pode ser um caminho de 20 a 30 anos”, disse.
 
Marília Matias de Oliveira, ACS/FCP/MinC – http://www.palmares.gov.br

Coletânea de videos sobre Mestre Bimba

Uma coletânea de videos antigos sobre Mestre Bimba.
 
Nos primeiros dois videos o Mestre fala sobre o berimbau e toca o "Hino da Capoeira Regional"
No terceiro video o Mestre é entrevistado em Goiânia
 
Video 1:
 
Mestre Bimba toca o "Hino da Capoeira Regional" – extraído do filme "Dança de Guerra", dirigido por Jair Moura (1968)
 
Mestre Bimba plays the "Hymn of Capoeira Regional" – excerpt of the movie "Dança de Guerra", directed by Jair Moura (1968)
 
Video 2:
 
Mestre Bimba explica como são feitos os seus berimbaus – extraído do filme "Dança de Guerra", dirigido por Jair Moura (1968)
 
Mestre Bimba explains how his berimbaus are made – excerpt of the movie "Dança de Guerra", directed by Jair Moura (1968)
 
Video 3:
 
Entrevista curta como Mestre Bimba em Goiânia. Infelizmente, o áudio está ruim…
 
Short interview with Mestre Bimba in Goiânia (Goiás state, Brazil). Sadly, the audio track is pretty bad…
 
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Cortesia: Bruno Souza – Teimosia