Blog

caderno

Vendo Artigos etiquetados em: caderno

Capoeira no cinema e nos quadrinhos

Durante o lançamento do filme "Mestre Bimba, a capoeira iluminada" em Portugal, o Portal Capoeira fará o sorteio de exemplares do livro infantil "Eu, você e a capoeira", a mais nova estória em quadrinhos sobre a capoeira, escrita pelo Jornalista Mano Lima.
Quem não for contemplado, pode comprar um exemplar com os organizadores do evento ou encomendar pelo correio.
A obra é do jornalista Mano Lima e foi publicada pela Conhecimento Editora. Enquanto aprendem a jogar capoeira, os personagens "Zumbinho", "Natalie", "Pastinho", "Mariana" e "Bimbo" estudam temas como a escravidão e a origem da capoeira nas aulas de história da "Professora Letícia".  A publicação é inspirada na Lei Federal  10.639/2003 que tornou obrigatório o ensino da História e da Cultura Afro-Brasileira nas escolas de ensino fundamental e médio do Brasil. O gibi é colorido, impresso em papel couchet e inclui um caderno de atividades, com o "ABC da Capoeira" e atividades lúdicas onde a criança interage com a história.
 
Concebido como material pára-didático, pode ser usado por professores de capoeira e de História, Língua Portuguesa e Artes. "Eu, você e a capoeira" marca a estréia do autor na literatura infantil.
 
Mano Lima é autor do "Dicionário de Capoeira" e editor da Revista Capoeira em Evidência.
Escreve para os sítios www.portalcapoeira.comwww.jornalmundocapoeira.com  e  www.temnoticia.com.br.

Os Manuscritos do Mestre Pastinha, o “Caderno-Albo”: disponível para download!

Durante a visita do camarada Bruno Souza (Teimosia), ao Mestre Decanio, em 2003, eles se encaregaram de nos presentear com uma raridade… uma verdadeira jóia da capoeiragem… digitalizaram todos os manuscritos de Vicente Ferreira Pastinha, para garantir a preservação do material histórico.
 
Os manuscritos do Mestre Pastinha. O famoso "caderno-albo", onde Pastinha deixou sua poesia, desenhos, sabedoria e experiências de vida, é um calhamaço de 200 e poucas páginas – já amarelecidas pelo tempo.
 
A letra e a prosa são rebuscadas, mas é um prazer ver destiladas ali a sabedoria simples e profunda do mestre.
 
A leitura é boa para capoeiristas, historiadores e qualquer pessoa que acredite que se pode aprender com o passado.
 
As páginas foram digitalizadas em alta resolução (formato JPG), permitindo uma boa impressão.
 
Para iniciar o download, clique nas imagens ou clique aqui.
 
Cortesia: Mestre Decanio e Teimosia

APRENDIZADO DE MÚSICA EM CAPOEIRA

Fernando Rabelo de Souza – Capoeira Cambará – Belém Pará
Formatação/Editoração modificada por AADF1

Olhaí o Professor José Nunes querendo esclarecer como aprendemos/ensinamos música na Capoeira.
Na nossa Academia Cambará — em síntese de 4 parégrafos, fazemos o seguinte:

Um ouvir vendo e aprendendo que predomina: os mais novos e mais interessados vão aprendendo com os mais antigos de dentro e de fora; eventualmente realizamos aulas extras, aos sábados, com o objetivo específico de facilitar esse processo;

Seguimos, também, princípios de ordenação veiculados nos cursos e estabelecidos pela FICA/CBC/Federação relativos a formação da orquestra e os toques requeridos para a prãtica do jogo da Capoeira;

Quanto ao estudo do som do Berimbau, a mim me parece, do que vi até agora, que a melhor abordagem está no "A Percussão dos Ritmos Brasileiros Sua Técnica e Sua Escrita – The Percussion Instruments Of the Brazilian Typical Rhythms, Its Techniques and Its Musical Writing" Caderno 1 – Edição Europa – Rio de Janeiro – Brasil – 1990 – Autor: Luiz Almeida da Anunciação (Luiz D’Anunciação). Hé, porém, dois outros companheiros que trabalham na Cambará e que não utilizam este recurso, ainda;

Berimbaus e pandeiros ficam disponíveis o tempo todo a todos os membros da Academia.

Em resumo é assim que fazemos na nossa Academia. Que outras vozes se ouçam.

1 – Mestre Nenel, Salvador/Ba, na Fundação Mestre Bimba – FUMEB, ensina as tocar berimbau por método próprio. Nota de AADF

VERSO DA CAPA DO “CADERNO-ALBO” DE MESTRE PASTINHA

No verso da capa do "Caderno-Albo" do Mestre Pastinha encontramos:

  • O registro da data em que o mesmo foi entregue ao Sr. Wilson Lins para que este escrevesse um texto a ser  ilustrado pelo "Caribé" sobre a capoeira de angola;
  • No canto superior direito a rubrica do mesmo;
  • No centro o título da obra idealizada "Quando as pernas fazem miserê – Metafísica e pratica da Capoeira" na grafia do mesmo W. Lins.

CAPA DO “CADERNO-ALBO” DE MESTRE PASTINHA

Mestre Pastinha escrevia aos seus pensamentos num caderno de capa dura, que apelidava carinhosamento de "caderno-albo", em alusão ao fato de que nele eram lançados seus manuscritos ("caderno"), e seus desenhos (album de desenhos ou simplesmente "albo" no dialeto capoeirano afro-brasileiro em que se expressavam os antigos capoeiristas baianos).

Como será verificado pelo exame dos textos do Mestre da Capoeira Ângola a grafia usada pelo mesmo é a transcrição fonética do linguajar popular do baiano, que tomo a liberdade de apelidar de "dialeto capoeirano afro-brasileiro", que Valdeloir Rego analisa com perfeição na sua "Capoeira Angola".

HISTÓRICO DO MATERIAL APRESENTADO

MANUSCRITOS E DESENHOS DE PASTINHA
HISTÓRIA E ORGANIZAÇÃO DO MATERIAL

O presente trabalho está baseado em material de duas fontes: Carybé e Wilson Lins:

  • A primeira parte do material de que disponho chegou-me às mãos através de Carybé, amigo e paciente, que guardava em seu poder documentos que lhe haviam sido doados por Mestre Pastinha, o quadro a óleo sobre tela "Roda de Capoeira" e uma série de apontamentos em folhas soltas de papel.
  • O restante material, fornecido por Wilson Lins, consta do "Caderno e Álbum do Centro Esportivo de Capoeira Angola", que lhe fora outorgado pelo Mestre Pastinha para publicação.

A serie de apontamentos "Carybé" foi classificada em três grupos:

  • Documentos referente à "Fundação e registro do CECA", com uma "Lista de nomes" dos 68 participantes mais antigos da agremiação;
  • Seis "Folhas soltas" contendo manuscritos isolados;
  • Trinta e nove folhas soltas, numeradas e seriadas, manuscritas, versando sobre assuntos diversos, que reunimos sob o título de "Pensamentos".

Usamos reproduções em "Xerox" dos manuscritos, iniciando pelo "Caderno e Álbum" aberto, folhas direita e esquerda justapostas, em papel 210×297, numeradas sucessivamente pelo sistema alfanumérico a partir da primeira página de texto, a pagina esquerda como 1a e a direita correspondendo a 1b, com a finalidade de proteger os originais do desgaste natural do manuseio freqüente.
Dos manuscritos realizamos transliteração datilográfica em processador de texto, à qual nos reportaremos durante o desenvolvimento do trabalho.

Os trechos selecionados e comentados são apresentados entre aspas, em negrito, com a respectiva localização (páginas em alfanumérico, linha inicial- final), respeitando a grafia original e procurando reproduzir datilograficamente o espaçamento e anotações encontradas (pontuação e acentuação gráficas) pela sua relação com o processo mental do autor durante a sua produção.

A leitura dos manuscritos exige, além de atenção, o conhecimento das modificações sintáticas, fonéticas e semânticas impostas pelo povo baiano à nossa linguagem, ao lado de intimidade com os costumes do nosso povo.

A repetição exaustiva da leitura, a meditação prolongada sobre o apreendido, o apelo às lembranças dum passado que já se vem fazendo remoto, a pausa indispensável à critica do elaborado, a admiração e o respeito pela obra do venerável mestre, a ajuda preciosa de Isabel, Itapoan e Caribé tornaram possível os comentários achegados aos trechos selecionados.

Acentuamos que os nossos comentários não passam de interpretação pessoal, sujeita a crítica e revisão, reconhecendo as nossas limitações e aguardando que outros mais capacitados aproveitem os originais e desenvolvam trabalhos à altura da herança recebida.

Esperamos que os trechos selecionados tragam uma visão mais perfeita da capoeira pacífica que se desenvolveu na Bahia sob o encanto dos toques, cantos e encantos dos nossos ancestrais, propiciando a realização do sonho de Pastinha:

A união de todos os capoeiristas
sem distinção de estilo, escola ou linhagem
Numa grande roda
jogando a capoeira da Bahia!

Read More

MANUSCRITOS E DESENHOS DE MESTRE PASTINHA

Publicação seriada dos manuscritos e desenhos do Mestre conforme editados por A. A. Decânio Filho

O Mestre Pastinha costumava filosofar, seja em conversas, seja em reflexões que registrava em anotações avulsas ou cadernos, que orgulhosamente exibia aos amigos e visitantes, pintar ou desenhar movimentos da sua grande paixão, a capoeira.

Uma coletânea de manuscritos avulso de sua autoria, em folhas soltas, oferecidas ao grande Carybé juntamente com o quadro a óleo "Roda de Capoeira", me foram doados por este último. Conduzido pelo mesmo Carybé recebi das mãos de Wilson Lins, um caderno com anotações e desenhos, que lhe fora entregue pelo Mestre para publicação, o que venho divulgar pela "Internet" na sua forma original, respeitando grafia e redação originais, página a página, para conhecimento e reprodução pelos interessados.

Um clique sobre os links no índice abaixo conduzirá às páginas como foram por mim organizadas, reproduzidas em fotocópias e publicadas na "Coleção São Salomão", volume 2, "Manuscritos e Desenhos de Mestre Pastinha", cuja localização será registrada, entre parênteses em sistema alfanumérico, após cada título incluído no índice.

Caso você deseje uma cópia dos manuscritos, digitalizada em alta resolução, favor contactar o Teimosia. O CD será enviados mediante pagamento do preço da mídia (CD virgem) e das despesas de gravação e postais.

Manuscritos e desenhos de M.Pastinha

Manuscritos e desenhos de Mestre Pastinha
 
Mestre Pastinha escrevia aos seus pensamentos num caderno de capa dura, que apelidava carinhosamento de "caderno-albo", em alusão ao fato de que nele eram lançados seus manuscritos ("caderno"), e seus desenhos (album de desenhos ou simplesmente "albo" no dialeto capoeirano afro-brasileiro em que se expressavam os antigos capoeiristas baianos).
Como será verificado pelo exame dos textos do Mestre da Capoeira Ângola a grafia usada pelo mesmo é a transcrição fonética do linguajar popular do baiano, que tomo a liberdade de apelidar de "dialeto capoeirano afro-brasileiro", que Valdeloir Rego analisa com perfeição na sua "Capoeira Angola".
 
 
O Mestre Pastinha costumava filosofar, seja em conversas, seja em reflexões que registrava em anotações avulsas ou cadernos, que orgulhosamente exibia aos amigos e visitantes, pintar ou desenhar movimentos da sua grande paixão, a capoeira.

Publicação seriada dos manuscritos e desenhos do Mestre conforme editados por A. A. Decânio Filho, no site:
{mos_sb_discuss:8}