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Alexandre Serfiotis defende capoeira como projeto cultural e social

O candidato a deputado federal Alexandre Serfiotis (DEM) defendeu que a capoeira pode ser modelo de projeto cultural e social, pois ajuda na inclusão social e no combate ao consumo de drogas. A afirmação foi feita durante uma reunião com 100 pessoas de cinco grupos de capoeira da região, no sábado, no bairro Cidade Alegria, em Resende.

Serfiótis ainda destacou o trabalho de outros projetos culturais e sociais, além da capoeira, em sua maioria desenvolvidos por grupos, associações e organizações não governamentais de todo a região Sul do Estado e se comprometeu a lutar por novos recursos federais nesses setores.

– A capoeira, além de promover a cultura Afro-Brasileira, sem dúvida presta um papel social muito grande à nação. Mas os trabalhos realizados por grupos, como os de Capoeira, também representam uma valiosa ferramenta à própria saúde pública do país, porque promovem o exercício de atividades saudáveis e ajudam afastar nossas crianças e jovens das drogas, por exemplo – opinou Serfiótis.

O candidato foi além e afirmou que, por ser um exercício físico, a Capoeira também pode ser um modelo de programa para a saúde pública, cujas ações no país ele considera muito tímidas.- Percebo uma ação muito tímida do Poder Público em implantar ações sociais e culturais dentro dos projetos de saúde pública no Brasil, por isso este é um segmento que pretendo encampar durante minha legislatura – assegurou.

A economista Janaina Dias, que é membro de um grupo de capoeira e participou do evento, acredita que misturar cultura e saúde pública é uma ideia inovadora. “São idéias avançadas, vindas de um candidato jovem, com propostas inovadoras, que serão muito importantes para nossa região”, disse.

O encontro foi organizado pelo mestre Nilson (Negão), do Grupo Senzala, e pelo professor Edu, do Grupo Capoeira Gerais – ambos de Resende -. Além de seus grupos, estavam presentes capoeiristas de Itatiaia, Barra Mansa, Volta Redonda, Pinheiral e até de São Paulo. A reunião foi o terceiro compromisso de Alexandre Serfiótis neste sábado, após participar de eventos em Porto Real e Volta Redonda.

No mesmo dia, à noite, o candidato encontrou a diretoria da Associação das Igrejas Evangélicas, no Bairro Castelo Branco, ainda em Resende. Em seguida, o candidato compareceu ao aniversário da Igreja Quadrangular, em Porto Real.

 

Fonte: Diário do Vale – http://www.diariodovale.com.br

Belém – Pará: Eleição na Federação Paraense – FEPAC

O Presidente da Federação Paraense de Capoeira – FEPAC, Mestre Nazareno, em cumprimento ao que reza o estatudo da Entidade, está colhendo candidaturas para eleição da Diretoria e Presidência, a se realizar em 03.02.07
 
A cada dois anos a FEPAC realiza suas eleições gerais.  Quando criada há 12 anos, ninguém ligava para isso.  Estes dias, porém, após anos de luta para implementar a padronização técnica, desportiva e administrativa ensinada pelo hoje Presidente da FICA, Mestre Sérgio Vieira,  e com o apoio que a FEPAC vem recebendo para realização de seus eventos, principalmente por parte da Secretaria Executiva de Esporte e Lazer do Governo do Pará, os dirigentes das entidades filiadas já mostram mais interesse no assunto.                               
 
Até o momento apresentaram-se dois candidatos presidente que são o próprio Mestre Nazareno, da Associação Rei de Capoeira, candidato à reeleição e Mestre Walcir, da Associação Senzala (de Belém, não a do Rio) concorrendo pela primeira vez.
 
Mestre Walcir seria candidato quase imbatível se não tivesse se ausentado sistematicamente das últimas reuniões  – por motivos pessoais, segundo ele mesmo informou em reunião.  Mestre Walcir tem tradição em Belém como realizador em Capoeira e diversos pólos formais e informais espalhados pelo imenso Estado do Pará.             
 
Já o Mestre Nazareno, atual Presidente – detentor da máquina – acabou de vir de Aracaju-SE, do Campeonato Brasileiro, como Chefe da Delegação Paraense, trazendo nove medalhas de ouro, 13 de prata e 11 de bronze e, ainda, segundo lugar na classificação geral das entidades participantes e terceiro lugar em conjunto. Este é o melhor resultado – em termos nominais – da FEPAC em toda sua historia de participação nos Campeonatos Brasileiros.
 
Como a FEPAC é um órgão eminentemente esportivo, Mestre Nazareno está a cavaleiro nessas questões de eleição.  Pesam contra ele apenas as prestações de contas mambembes, mas quem liga para isso na FEPAC? Nem o Mestre Walcir pode usar isto, pois, foi dito na última reunião da FEPAC (são públicas)  que sua entidade está inadimplente.  Quem não paga em dia não pode usar o argumento das contas mal ou nunca prestadas – mas, Mestre Walcir sempre quitou seus débitos financeiros junto à FEPAC, nunca deixou de pagar.  Já suas ausências, essas jamais serão pagas.

Eleições 2006, já há dois mestres candidatos ao legislativo

Este ano de 2006, ano eleitoral, se iniciou em meio às "costuras", as composições em cada e entre os diversos partidos. Candidatos-a-candidatos se movimentam. Do mundo da Capoeira diversas pessoas vêm sendo contatadas por integrantes de algumas agremiações, para apoiá-los, inclusive dentre nós do Projeto Zumbi na Roda, pela proximidade e pelo enfoque que fazemos: o negro.
 
Mestre Marquinhos, de São Paulo, figura conhecida por sua dedicação à Capoeira, e também pela sua atuação político-partidária, vem sendo apontado por diversos integrantes do folguedo, para candidato a Deputado Estadual. Neste universo de 600 mil "capoeiras" na Grande São Paulo, é o início de uma representação da Capoeira e folguedos afins, sem dúvida.
 
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Fatos Curiosos: Capoeira e a Política

Fatos Curiosos: Capoeira e a Política de Antigamente…
 
Decretado por Marechal Deodoro da Fonseca o Decreto Lei 487 dizia que: A partir de 11 de Outubro de 1890 todo capoeira pego em flagrante seria desterrado para a Ilha de Fernando de Noronha por um período de 02 á 06 meses de prisão.
Parágrafo único: É considerada circunstância agravante pertencer o capoeira, a alguma banda ou malta, aos chefes impor-se-á a pena em dobro.
 
Os capoeiristas costumavam usar calças boca de sino e no período em que a capoeira ficou proibida por lei (1890-1937) a polícia, para detectar os capoeiristas, colocava um limão dentro das calças do indivíduo. Se o limão saísse pela boca das calças, a pessoa era considerada capoeiristas.
 
Os capoeiristas eram contratados pelos políticos para bagunçar no dia das eleições. Enquanto as pessoas desviavam a atenção para a confusão dos capoeiras um indivíduo colocava um maço de chapas na urna ou na linguagem da época "emprenhava a urna". Vencia as eleições o candidato que dispunha de maior n.º de capoeiras.
 
Em 1824, os escravos que fossem pegos praticando capoeira recebiam trezentas chibatadas e era enviados para a Ilha das Cobras para realizar trabalhos forçados durante três meses.
 
Milhares de capoeiristas foram para a Guerra do Paraguai, pois havia sido prometida a liberdade no final do conflito àqueles que participassem da batalha.
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