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Pesquisadores pedem registro de reisado como patrimônio cultural

Uma área de 300 metros quadrados, coberta parcialmente com sapê, um mestre da cultura popular guiando com seus cânticos (ou toadas) o pequeno grupo que dança em reverência ao rei. Foi desta forma que terminou o primeiro dia de atividades do 4º Encontro Mestres do Mundo e o 3º Seminário Nacional de Culturas Populares, que vai até sábado (6), nos municípios de Juazeiro do Norte, Crato e Barbalha (CE). Este é o cenário de um reisado, expressão da cultura popular que pode se tornar patrimônio cultural do Brasil.

O pesquisador Oswald Barroso, que participa do evento, defende o pedido de registro do reisado como patrimônio cultural como um dos encaminhamentos do seminário. Este ano, a capoeira e o processo artesanal de produção do pão de queijo foram assim reconhecidos.

“O reisado é um dos mais representativos. Está presente no conjunto do Brasil, incorporado na vida popular e, longe de desaparecer, há cidades no Ceará, por exemplo, que reúnem mais de 50 grupos de reisados de vários tipos. Além disso, tem uma complexidade que eu penso que outros folguedos não têm. Um apanhado dessas nuances seria fundamental não só para entender o Brasil, mas a alma humana”, defende o pesquisador.

No Cariri, região ao sul do Ceará que sedia o evento, a cultura do reisado é muito forte. Na verdade, é uma das expressões da cultura popular mais presentes no território brasileiro, que ganha formas e criações de acordo com o lugar. Há pelo menos quatro tipos de reisados: o de congo, o de caretas, as bandas cabaçais e as torés indígenas.

Pela tradição, o rei representa um dos reis magos – escolhidos por Deus para conhecer seu filho (Jesus) – e conduz seu povo. O que se observa nas apresentações é o caminho para chegar lá, onde o povo encontra criaturas, inimigos, e têm que combatê-los. A história se mistura à luta dos escravos nos quilombos, que tinham que batalhar pela vida e pelo território com índios e brancos. O reisado é considerado uma tradição do período natalino, ao contrário dos bois, que são do período junino.

Oswald, que é ator, jornalista e sociólogo, tem dois livros sobre a tradição e desenvolveu a teoria do “teatro como desencantamento”, com base em seus estudos de mais de duas décadas sobre o reisado.

“O reisado é a incorporação do arquétipo do rei, que, dentro de cada roceiro, cada carroceiro, cada biscateiro, há um rei dentro de si. Eles vivem desencantados nessa vida comum, e, na brincadeira, eles se encantam e entram em outra dimensão da realidade, do maravilhoso. Nessa dimensão, eles são reis, rainhas, embaixadores. Então eles vivem a dimensão do eterno, do paraíso, da utopia. Vivem a dimensão do sagrado”, sintetiza.

O pesquisador da Federação de Reisado do Estado do Rio de Janeiro, Afonso Furtado, conta que o reisado já quase desapareceu da Baixada Fluminense pela falta de incentivos. Por isso, considera que oportuna a proposta de registro do folguedo.

“É uma idéia muito apropriada para o momento. E é um desafio para nós porque, à medida que o reisado vai do Amazonas ao Rio Grande do Sul apresentando diferenças claras, teremos que registrar tudo. É um desafio, mas não é impossível”, afirma.

Fonte: http://www.pernambuco.com/
Da Agência O Globo

Fortaleza: Cortejo pelo Centro comemora o Dia do Patrimônio Cultural

Em comemoração ao Dia Estadual do Patrimônio Cultural, a Secretaria de Cultura do Estado do Ceará (Secult) realiza na tarde de quarta-feira, dia 30, o Cortejo dos Confederados. Reedição teatral, cívica e festiva da marcha dos condenados, o Cortejo resgata fatos que marcaram a vida do cearense e exalta as conquistas dos nossos heróis.

A ação faz alusão à Confederação do Equador – episódio marcante da nossa história – remetendo à participação do Ceará na Revolução Republicana de 1824, quando foi implantado, no Estado, um Governo Patriótico e Republicano, sob a chefia de Tristão Araripe. Vencida a revolução, os principais líderes foram executados pelas forças monarquistas, em fuzilamentos precedidos por cortejos que saíam da Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção e seguiam pela Rua Conde D’Eu, Igreja do Rosário, Praça do Ferreira, Rua Floriano Peixoto, encerrando no então Campo da Pólvora, hoje Passeio Público.

Procurando rememorar as idéias e o heroísmo dos revolucionários de 1824, o Cortejo dos Confederados seguirá o mesmo trajeto do passado, fazendo paradas, com encenações, na 10ª Região Militar, Igreja da Sé, Museu do Ceará, Igreja do Rosário, Praça do Ferreira, Casarão Dr. José Lourenço e Passeio Público, onde serão encenadas as execuções.

A solenidade militar de degradação dos condenados será iniciada às 15h com a execução dos hinos do Brasil, do Ceará e de Fortaleza, salvas de canhão, toques de cornetas e fogos de artifício. O Cortejo sairá às 15h30min, com fogos e música. Apresentação de Maracatu, Capoeira e de uma cena relacionada com a libertação dos escravos no Ceará, acontecerá em frente à Igreja do Rosário. Já em frente ao Museu do Ceará e Palácio da Luz, será apresentado o Manifesto dos Confederados; na Praça do Ferreira, grupos indígenas executarão o Ritual do Torém e, no Sobrado Dr. José Lourenço, será feita outra encenação do Manifesto dos Confederados. De lá, o Cortejo seguirá para o Passeio Público, onde encerrará com grupo de atores e de grandes bonecos encenando os fuzilamentos de Padre Mororó, Ibiapina, Carapinima, Azevedo Bolão e Pessoa Anta.

Participarão do Cortejo o grupo Garajal, índios Tapeba, Escola de Samba Mocidade Independente/Bela Vista, Cia. Bate Palmas, Bumba-meu-boi Ceará (do Mestre Zé Pio), Quadrilha Paixão Nordestina, Caravana Cultural, Barraca da Amizade, Reisado Brincante Cordão do Caroá, Reisado SESC Nossa Senhora da Saúde, Grupo Formosura de Teatro, Viver Capoeira Mestre Índio, Ala dos Condenados, Linda Canalha e Maracatu Solar.

Serviço:

14h – Concentração dos Grupos em frente na 10ª Região Militar -Fortaleza de Nossa Senhora de Assunção

15h – Início da Solenidade militar de degradação dos condenados, execução dos hinos do Brasil, do Ceará e de Fortaleza, salvas de canhão, toques de cornetas e fogos de artifício.

Assessoria de Imprensa da Secult:

Bianca Felippsen (bianca@secult.ce.gov.br – 3101.6759 / 8878-8805)

Ceará: Capoeira na Ponte Metálica

Projeto "Roda do Pôr-do-Sol" leva capoeiristas à Praia de Iracema, até o fim do ano, nas tardes de sábado e domingo

Dezenas de capoeiristas do Ceará comemoraram o reconhecimento da capoeira como patrimônio cultural brasileiro com apresentação especial, neste fim de semana, na Ponte Metálica, com a ginga típica da dança e o ritmo inconfundível da musicalidade deste jogo, ornamentados pelo pôr-do-sol da Praia de Iracema.

Idealizado pela Associação Terreiro de Capoeira do Ceará, em parceria com o Grupo Capoeira Mundi, o projeto “Roda do Pôr-do-Sol” realizará, todos os sábados e domingos, a partir das 16h30, rodas com mestres e praticantes do jogo no Estado. “Conversamos com a Secretaria de Turismo do Estado, que aceitou fazermos o projeto até o fim deste ano, sempre na Ponte Metálica. A idéia surgiu como forma de comemorar o reconhecimento da Capoeira”, explicou mestre Soldado, fundador da Associação Terreiro.

Ele ressalta que a capoeira cearense vive um momento de comunhão entre mestres e praticantes das cerca de 17 entidades que representam o jogo. “O momento é positivo. Além da harmonia, o nosso Estado, que sempre teve tradição na capoeira, tornou-se um celeiro de capoeiristas para a Europa, Estados Unidos, Japão e África”.

As entidades, segundo Soldado, também lutam para a criação do Centro de Referência da Capoeira no Ceará. “Será um espaço que não ficará limitado somente à prática da capoeira. Haverá biblioteca, espaço para pesquisas, debates constantes e espaço para outras manifestações culturais regionais, como Maracatu”.

Responsabilidade

No último dia 15, o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), composto por representantes de entidades governamentais e da sociedade civil, reconheceu, por unanimidade, a capoeira como patrimônio Cultural Brasileiro, inscrevendo o Ofício dos Mestres de Capoeira no Livro dos Saberes e a Roda de Capoeira no Livro das Formas de Expressão.

“Isso muda muito o panorama da capoeira. Aumenta a nossa responsabilidade de ensinar e o modo de sermos enxergados pelos órgãos públicos”, avaliou Mestre Soldado.

Além do reconhecimento, o Conselho Consultivo do Iphan sugeriu a criação do Plano de Salvaguarda da Capoeira, onde políticas públicas garantem direitos aos capoeiristas. O reconhecimento do notório saber dos mestres pelo Ministério da Educação, um plano de previdência especial para os velhos mestres, além da criação de um Centro Nacional de Referência e do Fórum da Capoeira são algumas propostas do Plano.

“O reconhecimento é justo, mas tardio. A capoeira, há muitos anos, é uma manifestação de destaque no País. Acredito que, agora, aumente a compreensão do significado dos seus elementos e instrumentos”, disse o estudante Alyson Vasconcelos, na abertura do projeto “Roda do Pôr-do-Sol”.

GUTO CASTRO NETO – http://diariodonordeste.globo.com
Repórter

Entrevista Mestre Espirro Mirim

 

Mestre Espirro Mirim em entrevista exclusiva ao Portal Capoeira realizada em Lisboa durante o 10º Festival Internacional de Capoeira do Grupo Alto Astral (Contra-mestre Marco Antonio).

Para ouvir a entrevista com o

      Mestre Espirro Mirim

 

Histórico:

Mestre Espirro Mirim começou a capoeira, em Outubro de 1979, com Mestre Everaldo, com o apelido de “Mirim” somente. Em 1981 foi escolhido pela imprensa esportiva o melhor capoeirista daquele ano, a sua primeira formatura foi em 1984 em Fortaleza. No mesmo ano viaja para São Paulo e em 1985 integra-se ao Grupo Cordão de Ouro, onde o Mestre Suassuna lhe apelida de “Espirro”, para não fugir de suas origens une os dois apelidos “Espirro Mirim”

 

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Mestre Espirro Mirim – Lisboa 10º Festival Internacional de Capoeira Grupo Alto Astral

Em 1991 recebe a corda de Mestre. No ano seguinte faz sua primeira viagem para São Francisco (E.U.A.) a convite do Mestre Marcelo Pereira (Caverinha). Apartir deste ano (1998) inicia sua carreira internacional, ministrando durante 4 meses, curso na academia Cordão de Ouro em Orlando (Florida), nesse período fez apresentações da Disneylândia e a abertura da Miss Brasil (E.U.A.), em Miami. Todo ano viaja para Israel, onde participa do Batizado e troca de cordão do Grupo Cordão de Ouro.

Site: http://www.espirromirim.com/

 

* Agradecimento especial ao Mestre Espirro Mirim que durante o Festival de Capoeira em Lisboa, foi um dos destaques por sua simplicidade e simpatia. Vale ressaltar a fantástica performance da Estátua Viva.

Luciano Milani

Ribeirão Preto – Acontece: Curso de Capoeira

Capoeiristas são convidados para participar do curso, organizado pelo Centro Integrado de Capoeira. As inscrições custam R$ 35,00 e acontece nesses dois dias das 19h às 21h30. “A idéia é que as pessoas se aproximem desse esporte, que faz parte nossa cultura. Vai ser um curso básico de capoeira onde serão resgatados alguns de seus fundamentos”, diz o organizador do evento, professor Ceará do Centro Integrado de Capoeira Tucano Preto.
 
Ricardo Oliveira, conhecido como mestre Tucano Preto é conhecido por dominar os movimentos da capoeira, e, ao mesmo tempo, ser bom cantador, instrumentista, compositor e ser conhecedor dos fundamentos da capoeira em suas raízes. Pela sua experiência e seriedade, ajudou a difundir a capoeira por países como França, Bélgica, EUA, Holanda, Alemanha, Suécia, entre outros países. “É uma boa oportunidade para os capoeiristas se integrarem e conhecerem um grande mestre”, diz Ceará.
 
Após o curso, acontece no dia 23, sábado, das 9h às 11h30, o batizado e troca de cordas dos participantes. O batizado caracteriza-se como uma festa de iniciação do aluno ao mundo da capoeira, onde ele jogará com convidados. Além do batizado haverá a troca de cordas, Maculelê e Samba de Roda.
 
Nesse batizado haverá um grupo muito especial: os alunos da Terceira Idade, com mais de 50 anos, que o professor Ceará dá aulas. As aulas acontecem na UBS- Policlínica do Santo Antônio. “A capoeira apresenta-se como uma ótima opção para a Terceira Idade por ser um ritual de ligação com o corpo, de auto-descobrimento, conscientização sobre si, sobre o ser social que é e sobre o seu corpo. Este trabalho, que proporciona bem-estar ao idoso, é pioneiro na cidade”, explica Ceará.
 
Para este grupo o professor adapta os movimentos da capoeira. "Os movimentos são leves, sem impacto. É importante respeitar o limite e o ritmo da faixa etária”, diz ele. Ceará ainda destaca outros benefícios do esporte para a Terceira Idade. “A modalidade tem um conjunto de atividades que, além de ajudar a pessoa a sair do sedentarismo, melhora a auto-estima, fortalece a musculatura e melhora a coordenação motora". A capoeira para idosos foi tão bem recebida que cogita-se a abertura de uma nova turma.
 
Para crianças, jovens ou idosos a Capoeira é uma modalidade que, além dos benefícios para o corpo, promove um reencontro com as raízes da cultura brasileira. É esporte, cultura e lazer que podem ser conferidos neste fim de semana.
 
Fonte: http://www.riopretonews.com.br/view.htm?id=25502

Ceará: Alunos e vizinhos do Colégio Filgueiras Lima aprendem capoeira

Alunos e vizinhos do Colégio Filgueiras Lima aprendem capoeira
 
40 crianças de 10 a 17 anos recebem aulas de história da capoeira e outros temas até instrução sobre diferentes modalidades, como maculelê e angola.Quarenta crianças e adolescentes, alunos do Colégio Municipal Filgueiras Lima e moradores do entorno da escola, têm uma atividade especial todos os fins de tarde, de segunda a sexta-feira. São aulas do Projeto Viver Capoeira, da Associação Palmares de Capoeira e Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Município (SDE). As aulas são dadas na quadra do colégio, que fica na Avenida dos Expedicionários, 3910, Jardim América.
 
Os alunos, de 10 a 17 anos, têm uma atividade diferente a cada dia da semana: de aulas teóricas de história da capoeira e outros temas até instrução sobre diferentes modalidades, como maculelê e angola. Uma vez por semana, a turma faz uma roda de capoeira, onde põe em prática as movimentações e os golpes aprendidos.
 
As atividades esportivo-pedagógicas oferecem às crianças e aos adolescentes mais que um espaço de lazer, mas também ocupação de tempo que dificulte o aliciamento da infância e da juventude da comunidade para práticas ilícitas. O projeto Viver Capoeira ainda incentiva os estudos, ao determinar que a participação dos alunos só aconteça com a aprovação do aluno no colégio.
 
 
http://verdesmares.globo.com
O Portal Verdes Mares faz parte do Sistema Verdes Mares de Comunicação e tem como principal objetivo a cobertura jornalística do Ceará.
 

Mercado dos Pinhões – Fortaleza: União pela capoeira

Capoeiristas de Fortaleza já têm destino certo na última quinta-feira de cada mês: o Mercado dos Pinhões. A intenção é reunir no local vários grupos para jogar capoeira, criando uma tradição que possa até atrair turistas no futuro
Grupos de capoeiristas escolheram a última quinta-feira de cada mês para se reunirem no Mercado dos Pinhões. O objetivo é a troca de informações sobre estilos e técnicas do esporte (Foto: NATINHO RODRIGUES)
  
Um novo ponto de encontro para a capoeira do estado do Ceará. É com essa intenção que capoeiristas dão novo ritmo a um cenário símbolo de Fortaleza: o Mercado dos Pinhões. Na última semana vários grupos se reuniram no local para compartilhar o que têm em comum – a paixão pelo esporte que mistura luta com dança – e aprender com as diferenças. Eles querem fazer com que a última quinta-feira de cada mês se torne tradicional como o Dia da Capoeira no Mercados dos Pinhões.
Segundo Fernando César Araújo, o professor Dingo, 42, já se tentou criar um ponto de encontro de capoeiristas na Praia de Iracema, no início dos anos 90. A tentativa sucumbiu junto à decadência daquela área da cidade. "Mas nada melhor do que este mercado, com essa estrutura, para se praticar capoeira e criar uma nova cultura", explicou, logo citando o Mercado Modelo, em Salvador (BA), como exemplo.
 
Há 30 anos na capoeira, professor Dingo, do grupo Capoeira Mundi, acompanhou a evolução do esporte no Ceará. "Quando comecei, quem jogava capoeira era visto como marginal. Hoje está tudo mais profissional, amadurecido. É hora de unir os grupos em algo comum, como essa quinta-feira no Mercado dos Pinhões", disse, acrescentando que a atividade também atrairá turistas para o estado.
 
Para Humberto Silva, o "Aramola", 33, do grupo Centro Cultural São Salvador, a Quinta da Capoeira servirá para reunir diferentes grupos, enriquecendo o esporte. "Estou há 20 anos na capoeira e um encontro como esse deve aparar arestas entre grupos. Todo mundo se unindo, o esporte crescerá, ficando mais forte", comentou.
Marcelo Roberto, 26, pratica o esporte há 10 anos. Ao de batizar no esporte, recebeu o apelido de "Testa" e ao longo do tempo foi fazendo amigos. Ele, que treina no Capoeira Brazil, não se imagina vivendo sem o som do berimbau e o encontro de rodas. "É necessário haver integração entre os grupos, coisa que não existia há alguns anos. Não pode haver segregação entre os grupos, apesar das divergências de pensamento e diferenças de estilo, Espero que esse encontro vire tradição", opinou.
SERVIÇO
Sobre o encontro de capoeira no Mercado dos pinhões:
www.capoeiramundi.com.br
Tel: 3221-1131
Saiba mais:
Mercados dos Pinhões
É um dos símbolo da Capital, sendo uma das duas partes do antigo Mercado de Ferro, inaugurado em 1896 no Centro e dividido em 1935. Tem como características a estrutura metálica e ladrilhos de origem Inglesa. Em 2000 passou a se chamar Mercado das Artes, depois de reinaugurado. É mantido pela Fundação Cearense de Cultura, Esporte e Turismo (Funcet).
Localização: Praça Visconde de Pelotas, entre as ruas Nogueira Accioly e Gonçalves Ledo
 

Encontro de Mestres do Mundo – Ceará

A Associação Brasileira de Capoeira Angola (ABCA) e o Forte da Capoeira participaram do I Encontro de Mestres do Mundo, evento que reuniu mestres de diversas artes populares no Ceará, o evento deu-se em agosto de 2005


Na semana de 23 a 28 de Agosto de 2005, o Ceará foi palco do I Encontro de Mestres do Mundo, evento promovido pelo Governo do Estado do Ceará.
 
Este evento pode ser considerado um marco histórico, que abre as portas para muitas ações em todo o território nacional. Um encontro de vários mestres dos saberes e fazeres das artes populares; Casaca, Maracatu, Congo, Reisado, Cordel, Sineiro, Bumba meu Boi, Boi Bumba, entre outras, vindos das mais diferentes regiões do Brasil e também de outros países como: México, Angola, Portugal, Índia, Argentina e outros

 
A Bahia se fez presente neste evento, através de oito renomados Mestres de Capoeira Angola:
 
Mestre Bola Sete – Mestre Virgílio – Mestre Neco – Mestre Pelé do Tonel
Mestre Pelé da Bomba – Mestre Raimundo Dias – Mestre Boca Rica – Mestre Gildo Alfinete
 
Para ler esta matéria na íntegra acesse o Jornal do Capoeira