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Nota de falecimento: Mestre Marujo

Chora Capoeira… Capoeira Chora…
Chora Capoeira… Mestre Marujo foi-se embora…
 
Parte aos 45 anos, Mestre Marujo, que fazia parte do Grupo de Mestres Capoeiragem entre Camaradas, sofreu um infarto fuminante no dia 10 de Novembro de 2006 as 21hs, durante uma roda de capoeira no Rio de Janeiro.
 
O velório e o sepultamento foram realizados no sábado de 11 de Novemvro ás 17 hs
Estiveram presentes os familiares e amigos do Mestre.
 
Fica aqui nossa homenagem a este grande Mestre de Capoeira que agora foi vadiar com outros grandes e saudosos Mestres.
 
Vai na paz mestre Marujo e que o senhor continue com o movimento da "Capoeiragem entre Camaradas" ai, nesta roda no infinito…
Depoimento de uma aluna do Mestre:
 
"Eu joguei com o Marujo nessa roda e tenho muita lembrança boa dele, Marujo participou de uma das melhores lembranças que tenho de todos os esportes que já fiz. Me ensinou muito e me defendeu por muitas vezes em rodas estranhas.
Faço esta homenagem pelo homem que foi, pelo mestre, pelo amigo, pelo capoeira, pela dedicação total que sempre teve com a arte e também pelo cuidado com seus alunos que ele sempre teve, preocupação também com os alunos de amigos, como era o meu caso.
Mestre Marujo deixará infinitas saudades para os capoeiristas dedicados de corpo e alma.
 
Eterna lembrança de uma linda capoeira. Era tão capoeira de alma, que conseguia antingir o ponto aonde não sabíamos se ele estava jogando ou brincando e quando menos esperava ele te colocava em "cheque".
Mestre, vc fará falta mas estará (como sempre esteve) na lembrança de todos os seus amigos e irmãos da capoeira e fora dela também. Que papai do céu te receba com todo o carinho que vc merece. Sei que vai olhar pelos amigos daki da terra e sei também que sempre estará nas rodas ao pé do berimbau quando ouvir o gunga chamando."
 
Maria Fernanda Meza
"Iêêêê
o vento que venta no mar,
traga a sereia pra me ver cantar,
(coro)
o vento que venta no mar,
traga a sereia pra me ver jogar,
(coro)
o canto que eu canto na roda,
é pro capoeira jogar,
o capoeira é um cabra forte,
que joga versos no olhar,
na cantiga ele manda a mensagem,
no coração algo bom tem pra lhe dar,
ele aceita qualquer desafio,
pq não tem medo de lutar,
pq vale a pena correr o risco,
para seu grande amor n abandonar,
o vento que venta no mar,
traga a sereia pra me ver cantar,
(coro)
o vento que venta no mar,
traga a sereia pra me ver jogar,
(coro).."

FALECIMENTO DO MESTRE MAMUTE 22 NO RJ, DO GRUPO BONFIM

É sempre triste e desagradável dar notícias como esta… mais o compromisso com a informação e a nossa solidariedade, tão comum aos capoeiristas… nos fazem render esta última homenagem ao Mestre…
 
"Chora capoeira… Capoeira chora… Adeus Adeus… Boa Viagem Mestre Mamute 22"
Luciano Milani

 
FALECIMENTO DO MESTRE MAMUTE 22 NO RJ, DO GRUPO BONFIM
É COM MUITA LÁSTIMA QUE COMUNICO A COMUNIDADE DA CAPOEIRA, QUE
LAMENTAVELMENTE FALECEU NO RIO DE JANEIRO HÁ POUCAS HORAS, APÓS SOFRER DE
DOIS INFARTES E COMA POR 3 DIAS, O GRANDE IRMÃO DA CAPOEIRA, SECRETÁRIO DA
FEDERAÇÃO DE CAPOEIRA DO ESTADO DO RJ, O MESTRE MAMUTE 22 DA BONFIM.
O SEPULTAMENTO SERÁ FEITO ÁS 16H NO CEMITÉRIO DA SULACAP

FCERJ

 Fatima Colombiano – Mestra Cigana RJ  federacaonacionaldecapoeira@hotmail.com

Ladainhas, de Mestre Mintirinha

Eu até chorei
Quando vieram me avisar
Que o Grande Capoeira partiu para nunca mais voltar
Prepare a manta mamãe…
Prepare o cavalo meu irmão…
A distancia é tão grande
Mas eu tenho que ir pra lá…
Vou, vou correndo como vou
E como vou
Meu cavalo como trota na ladeira
É a última homenagem que presto a esse Capoeira
E quando eu cheguei
Olha, eu não suportei
Sou cabra rude, macho e forte
Mas assim mesmo chorei
A tristeza era tão grande
Que o atabaque até furou
O pandeiro inconsolável para sempre se calou
Reco-reco amargurado caiu no chão, se quebrou
Somente o berimbau foi o que continuou
Prestando a sua homenagem a seu dono, seu senhor
Iê chora o berimbau
Iê chora o berimbau, Camará…
Iê lamenta o pandeiro
Iê lamenta o pandeiro, Camará…

E lá vou eu
Por esse mundo afora
Não tem dia nem tem hora
Agora é só eu e Deus
Viver sozinho
É a força do destino
Recordar essa lembrança
No meu peito a esperança
De ter você
Novamente nos meus braços
Te beijando, te abraçando
Louco, louco te amando
Agora é só eu e Deus
Agora é só eu e Deus, camará…

Luís Américo da Silva
Mestre Mintirinha



Chora capoeira…Mestre Gerson Quadrado…

Em nome do Mestre Jaime de Mar Grande, comunicamos que neste domingo 17/04/05 veio a falecer na Ilha de Itaparica – BA, o Mestre Gerson Quadrado, grande capoeirista e conhecedor da nossa cultura popular.
 
Gerson Francisco – Mestre Gerson Quadrado
01/07/1925 à 17/04/05
 
E em nome do Grupo Capoeira Mogadouro e de todos os membros e visitantes deste site deixamos aqui nossos sentimentos.
 
Chora capoeira… capoeira chora….
Salve Mestre Gerson… continue a vadiar… e zelar pela Capoeira… Axé!

Músicas do Mestre Toni Vargas

Mestre e Poeta Toni Vargas

Berimbal tocou sereno
na ladeira da lapinha
e o pandeiro sussurrando
me pediu uma ladainha
foi se embora um grande mestre
angoleiro de valor
trocou esse mundo triste
pelos campos do Senhor
foi buscar paz da inquietude
que a vida lhe roubou
Bahia chora e reclama
Bahia chora e Reclama
por esse Mestre que era nosso
hoje se chora de tristeza
quase que por um remorso
mas a morte é uma glória
e não é o fim da linha
a medalha da história
foi no peito de Pastinha
Ê, viva pastinha

A saudade
No coração do capoeira
é igual a uma rasteira
faz o berimbau parar
oi então vai
tocar o toque de angola
onde o capoeira chora
mesmo sem querer chorar
ai se vê
o lamento do guerreiro
sem rumo sem paradeiro
o poeta que aparece
ele se esquece
que é forte e perigoso
tira o lenço do pescoço
e joga um verso no ar
e diz amor espere um pouco
não vá me trocar por outro
eu vim aqui já volto já.

Antigamente,
Tudo era diferente,
No Rio a gente era gente,
Que beleza de lugar,
Ali na Lapa ,
Tinha toda a malandragem,
Do Samba e da capoeira,
Vale a pena recordar,
A malandragem,
Não era como hoje em dia,
Havia mais poesia,
No jeito de malandrar,
O bom malandro,
De branco era boa praça,
Cantava e fazia graça,
Era um tipo popular,
Mas respeitado,
Porque bom da capoeira,
Derrubava de rasteira,
Sem nem mesmo se sujar,
E de noitinha,
Embaixo dos lampiões,
Lindas moças ruquiões
Olhavam onde passar,
Lá pelos arcos,
Desenhando de beleza,
O céu que a mãe natureza
Reservou pra esse lugar,
O céu que a mãe natureza
Reservou pra esse lugar,
O céu que a mãe natureza
Reservou pra esse lugar,
O céu que a mãe natureza
Reservou pra esse lugar,
Ê viva meu Deus
Iê viva meu Deus camará
Iê que me ajudou
Iê quem me ajudou camará
Iê viva meu Mestre
Iê viva meu Mestre camará