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Jovem com deficiência visual mostra talento

No Encontro Raízes de Capoeira, o público parou para Bárbara Rocha, 15 anos. A jovem de Itaperuçu é deficiente visual, e há dois anos prática capoeira.

Bárbara entrou na roda com o mestre Carvoeira, mostrando muito talento e qualidade.

“É muito bom praticar, não tenho nenhuma dificuldade”, afirmou Bárbara. Aos 10 anos, ela perdeu a visão completamente, conseqüência de um acidente doméstico que sofreu com três anos de idade.

Mas com força de vontade e dedicação, Bárbara passou por cima de todos os obstáculos.

Fonte: Jornal de Colombo – www.jornaldecolombo.com.br
contato@jornaldecolombo.com.br

Crônica: Criativa como CAPOEIRA

Capoeira Confiante Construindo Com Carinho!!!

Camarada Capoeira.
 
Costumamos caminhar contra crises, contratempos, complicações, confluências, constrangimentos, contrariedades. Contudo colocamos capricho, carinho, conquistas, companheirismo, conhecimento, consciência, cooperação, contribuição como cuidados com capoeirandos. Convictos, conversamos com controle consertando costumeiros confrontos. Capacitamos constantemente consciências consternadas. Criamos contatos confiáveis consolidados com compaixão, carisma, conduta. Como capoeiras; cambamos, caímos, cometemos criancices, covardias, comodidades. Contudo, consternados…calamos!
 
Conscientes, combatemos controvérsias convivendo com constância, coragem, consonância. Contornamos catástrofes completamente coerentes com “caminhos caquéticos”. Continuamos confiando! Construímos castelos confiando, clamando camaradagem. Costumeiramente colocamos cara, coragem, carreira, conquistas como calço. Cambaleamos cordialmente, concluindo confusos como calar-se, camuflar-se consegue comprometer caminhos consistentes. Corremos como campeões canalizando correntes coesas. Conhecemos colegas, compadres, comadres, crioulos, caucasianos, cooperadores, cafajestes, crucificados, crianças, cretinos, caiporas, caipiras, convencidos, conterrâneos, corporativistas, companheiros, credores.
 
 
Curamos crueldades colocando como contrapartida capacidades corrompidas. Criamos confiança, confluência, condolência; conscientizando cabeças cansadas. Corrupiamos com cautela conhecendo calmamente capoeiras corretos, contrários, contemporâneos, classificados, calculistas, companheiros, coroados, corruptos, capacitados. Clamamos companheiros construindo calabouços completamente camuflados congregando cambadas. Como convulsões, castelos caem contrariando confiança, companheirismo, camaradagem. Com cadência, continuamos capoeirando, confiantes como caciques cobertos com cocares coloridos. Comparamos capoeira constantemente com caminhos congruentes. Caminhos condutores com capacidades completamente concretas. Capazes categoricamente, com classe cardeal. Capoeira cai, contorna, continua conduzindo canais compatíveis. Capoeiramos, capoeirastes, capoeirás!
 
Continuamos como costumeiramente corrigindo cabeças confusas. Com cabeçadas conseguimos cambar capoeiristas. Compreensíveis, concluímos: cambamos como caxinguelês. Com cutiladas conquistamos cargos. Contudo criamos cobras.
 
Calma! Capoeiras clamam camaradagem. Compartilham companheirismos, confraternizações, contatos. Concluo confirmando com clareza: Capoeira congrega, constrói, cativa, comove, carrega confiança, cautela, companhia; compromissos, camaradagens. Capoeira caminha comigo, contigo, conosco, convosco!
 
Cordialmente
 
Capoeira Comum.
 
Colega capoeira, comente com C.
 
Professor Beija-Flor
 
http://bfcapoeira.vilabol.com.br
 
Nota: Em homenagem ao poeta GOG, inspirador e criativo.
 

Com criatividade, cabeça e coração o camarada Beija Flor, contribui com esta crônica… Gingando com C de CAPOEIRA, CORAÇÃO, COMPANHEIRISMO, CAMARADAGEM E CIDADADANIA.

A LENDA DOS ORIXÁS

 "As lendas africanas dos orixás"

Um balalaô me contou:
"Antigamente, os orixás eram homens.
Homens que se tomaram orixás por causa de seus poderes.
Homens que se tomaram orixás por causa de sua sabedoria.
Eles eram respeitados por causa da sua força
Eles eram venerados por causa de suas virtudes.
Nós adoramos sua memória e os altos feitos que realizaram.
Foi assim que estes homens se tomaram orixás.
Os homens eram numerosos sobre a terra.
Antigamente, como hoje,
muitos deles não eram valentes nem sábios.
A memória destes não se perpetuou.
Eles foram completamente esquecidos.
Não se tomaram orixás.
Em cada vila um culto se estabeleceu
sobre a lembrança de um ancestral de prestígio
e lendas foram transmitidas de geração em geração
para render-lhes homenagem."

 

Pierre Fatumbi Verger e Carybé