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Projeto A Cor da Cultura lança 2° pacote pedagógico sobre cultura afro-brasileira

Com o objetivo de contribuir para a inserção da temática da cultura afro-brasileira nas escolas públicas e particulares de ensino fundamental, o projeto A Cor da Cultura lança hoje (11-04-11) a segunda parte do pacote pedagógico de mesmo nome. Durante o encontro, educadores de vários estados brasileiros receberão o material que servirá de base para suas aulas no contexto étnico-racial.

O pacote é mais uma medida prática adotada a partir da aprovação da Lei 10.639, que torna obrigatório o ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileira nos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, oficiais e particulares do País. DVDs com novos episódios das cinco séries que fazem parte do projeto, dois cadernos pedagógicos e três mapas (um do continente africano, outro da diáspora africana e outro dos valores civilizatórios afro-brasileiros) integram o conjunto.

PARCERIAS – O presidente da Fundação Cultural Palmares (FCP), Eloi Ferreira de Araujo, prestigia o lançamento, que acontece no Rio de Janeiro, e lembra que a obrigatoriedade do ensino sobre a temática também está registrada no Estatuto da Igualdade Racial (lei nº 12.288, capítulo II), que recebeu a sanção presidencial em 20 de julho de 2010.

A iniciativa, que objetiva fazer com que professores e estudantes percebam com outro olhar o continente africano, é resultado de parceria entre o Ministério da Educação (MEC), a Fundação Cultural Palmares (FCP), a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), o Canal Futura, a Petrobras, o Centro de Informação e Documentação do Artista Negro (Cidan) e a Fundação Roberto Marinho.

O PROJETO – Iniciado em 2004, A Cor da Cultura desenvolve produtos audiovisuais, ações culturais e coletivas que visam a valorização da história dos negros no Brasil sob um ponto de vista afirmativo. Com o novo pacote, as equipes envolvidas e representantes institucionais do projeto celebrarão mais um passo na educação de qualidade, incluindo no material escolar um trecho da História do Brasil ignorado por mais de cinco séculos.

Somente nos seus dois primeiros anos, A Cor da Cultura produziu 56 programas de televisão e capacitou mais de 3000 educadores no Norte, Nordeste e Centro-Oeste para a utilização do primeiro kit educativo. O conjunto de materiais era constituído de 3 cadernos do professor, um mini-glossário Memória das Palavras, cd musical Gonguê e o jogo Heróis de Todo Mundo.

METAS – A meta agora é difundir ainda mais o conhecimento sobre o assunto, de modo a reafirmar a importância da cultura afro-brasileira. O resultado das primeiras oficinas, realizadas em 2010, será a multiplicação do conhecimento adquirido pelo grupo, formando outros 15.000 educadores de escolas públicas.

O lançamento do conjunto de materiais pedagógicoas A Cor da Cultura acontecerá nesta segunda-feira, a partir das 19 horas, no Trapiche Gamboa, um dos berços do samba no Rio de Janeiro. Ele faz parte da programação do Comitê Gestor do projeto, que se reúne a partir das 15 horaa, para apresentação dos novos membros, do balanço e do plano de expansão do programa.

SERVIÇO
O quê: Lançamento do segundo pacote pedagógico A Cor da Cultura
Quando: 11 de abril
Horário: 19h
Onde: Trapiche Gamboa
Endereço: Rua Sacadura Cabral, n° 155, Saúde – Rio de Janeiro
Contato: (21) 2293 6522

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2011 foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) como o Ano Internacional dos Povos Afrodescendentes.

Pernambuco: Projeto É Cor de Rosa Choque

“É cor de rosa choque” é um projeto do Centro de Capoeira São Salomão destinado as mulheres e tem como principal objetivo ser um espaço de empoderamento e aprendizagem para as capoeiristas de pernambuco iniciantes, iniciadas ou que queiram entrar no universo da arte capoeira .

Os encontros acontecem aos sábados das 9:30 as 12:00h, na sede do centro de capoeira são salomão e incluem treinos, rodas, cantorias, aulas de instrumentos e principalmente as rodas de diálogo, nas quais se debatem temas do cotidiano vivido pelas capoeiristas dentro e fora da roda.

O projeto iniciou no dia 31 de janeiro de 2009 e já produziu um livro de depoimentos das capoeiristas mais antigas de pernambuco, um dvd e o i encontro feminino de capoeira: a mulher entrou na roda.

 

 

No mês das mulheres, encontro de Capoeira dirigido ao público feminino será realizado no Recife.

O Projeto É Cor de Rosa Choque, sediado no Centro de Capoeira São Salomão, realizará de 25 a 27 de março o 2º Encontro Feminino de Capoeira “A Mulher Entrou na Roda”.

Durante o evento o universo da Capoeira pela ótica feminina será desvelado através de debates, palestras, apresentação de vídeos e exposição de artes, além de aulas e rodas de Capoeira Angola e Regional (ver programação completa abaixo).

DE 25 a 27 DE MARÇO NO CENTRO DE CAPOEIRA SÃO SALOMÃO

(Galeria Joana D’Arc, na Rua Herculano Bandeira, Nº 513, 1º andar – Pina)


INFORMAÇÕES:

(81) 3031.1109 / 9101.6037 / 9165.0055

capoeirasaosalomao@gmail.com

(Mestre Mago ou Professora Bel)

Mundial Muzenza de Capoeira: no berimbau e no batuque

Na ginga e no batuque, ao som da voz e do berimbau será disputado no próximo fim de semana, de 19 a 21 de agosto, na cidade do Rio de Janeiro, o Mundial de Capoeira do Grupo Muzenza. Cascavel será representada por Fabíola da Roza, Júlio Ferreira e o professor Renê dos Santos.

Na bagagem, a experiência de anos de aulas e a vivência na capoeira. “Muzenza é um estilo de vida. Foi através da capoeira que melhorei meu condicionamento físico e me mantive fora dos vícios de fumar ou beber. Além de fazer inúmeras novas amizades com pessoas do mundo inteiro”, revelou Fabíola, que começou com o grupo Muzenza há mais de 10 anos, quando ainda morava em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, atraída pela música, dança e a luta. Há três anos, Fabi integra o grupo em Cascavel.

 

Disputas

Segundo nos contou Fabíola, em entrevista para esta Gazeta, no Mundial são disputados o jogo da capoeira, o melhor tocador de berimbau e o festival de música.

 

Festival de música

O grupo Muzenza tem 21 CD’s gravados no mundo todo. As melhores músicas são selecionadas e participam destas gravações. No festival, o grupo inscreve a música e se apresenta ao som de uma orquestra de berimbaus. Os três cascavelenses vão concorrer com duas canções escritas por Marco Aurélio, que não participará deste mundial, mas cedeu suas canções para competir.

 

Campeonato de capoeira

 

Dos três representantes da ‘cidade da serpente’, dois vão trocar de corda (graduação dentro da Muzenza): Fabi vai passar da 6ª corda, de cor laranja e verde, para a 7ª corda de cor verde; Renê que está na 9ª corda, vai passar para a 10ª de cor azul e vermelha, graduação de monitor.

As disputas dos jogos de capoeira são divididas conforme a cor da corda. “São feitas as rodas de capoeira, ao som da orquestra de berimbaus, onde são feitos os jogos. Três juízes, um central e dois laterais, avaliam a técnica, a sequência de movimentos, a destreza e os fundamentos da capoeira”, contou-nos Fabíola.

Os melhores capoeiristas são premiados com troféu e medalha. “Ainda não sabemos se terá também uma premiação em dinheiro”, comentou Fabi. “É o segundo mundial que eu participo. É muito difícil conseguir premiação porque o nível é muito alto entre os competidores e depois, os brasileiros que moram na Europa, são os melhores do mundo, levam quase todos os títulos. Mas o importante é participar do evento, integrar e fazer novas amizades”, argumentou.

Em Cascavel

O grupo Muzenza no mundo inteiro é liderado pelo presidente Mestre Burguês. Em Cascavel, o grupo é organizado pelo professor Renê que é aluno do Mestre Sargento, de Portugal. Ao todo são mais de 90 capoeiristas de várias idades, que participam do Muzenza na cidade da serpente.

Viagem

Os três cascavelenses viajam hoje à noite até Foz do Iguaçu de onde partem de avião até a capital fluminense, para participar do Mundial.

 

Fonte: http://www.cgn.inf.br/

O Herói de Damião – A Descoberta da Capoeira

Em livro, garoto procura um herói da sua cor e encontra os mestres de capoeira

Aos sete anos de idade, o menino Damião resolve brincar de herói, vestindo capa, cinto e chuteira. Mas, ao invés de ficar feliz, ele se sente contrariado, pois sente que para ser igual ao herói tem que ficar desbotado. “Não tem herói da minha cor?”, esbraveja.

Essa é a história do livro “O Herói de Damião – A Descoberta da Capoeira”. O personagem principal é um garoto negro que sai pelo mundo atrás de uma figura heróica com a qual possa se identificar. Essa andança acaba dando certo: Damião encontra lutadores de capoeira, o gingado inventado por negros para se defender no século 16.

Envolvido pela brincadeira, Damião começa a ensaiar passos dessa luta que parece dança. O leitor que acompanhar a saga também poderá se encantar com a capoeira e arriscar movientos como ginga, cócoras e arpão, ensinados passo a passo ao longo do livro. Depois de entrar para o esporte, Damião ainda sai todo corajoso e acaba percebendo que, não importa a cor, todas as pessoas podem ser heróis.

Na história, Damião procura um herói negro como eleO Herói de Damião – A Descoberta da Capoeira

Texto de Iza Lotito
Ilustrações de Paulo Ito
Editora Girafinha
R$ 30

Mais informações: UOL Crianças

* DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

* VOCÊ CONHECE O MUSEU AFRO BRASIL?

* DEZ CURIOSIDADES

Fonte: UOL Crianças – http://criancas.uol.com.br

Bahia: Sarau, Orquestra de Berimbau e Capoeira na Casa Cor

Neste sábado, 20, acontece um "Sarau Literário" na Casa Cor Bahia 2007, que este ano acontece na Associação Atlética, na Barra. O sarau terá a participação de alunos da Escola Lucinda de Poesia Viva, da atriz e poeta Elisa Lucinda. O encontro será realizado a partir das 19h, no Espaço Café Literário, da designer Tessa Tironi, juntamente com a galeria de livro. Mais informações pelo telefone 3353-0051.

No domingo, 21, no espaço Agra/Abyara do evento acontece a apresentação da Sunday Lounge Party. O espetáculo fica por conta da Orquestra de Berimbau e Capoeira do Projeto Axé, às 16h.

Os Ingressos da Casa Cor custam R$20 (preço único) e dão acesso às apresentações. Maiores informações no site do evento.

Fonte: http://www.atarde.com.br

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Biriba, nome científico: Eschweira ovata

Nome vulgar: Imbiriba, Embiriba ou Biriba 
Nome científico: Eschweira ovata.
Habitar: interior da mata, restinga, borda da mata atlântica, solo arenoso argiloso. PE, RN,BA,SE,CE.Pernambuco PE, Rio Grande do norte RN, Bahia BA, Sergipe SE, Ceará CE.
Sementes: são grandes e irregulares.
Arvore: De porte linheiro, parte masculina amarelo vivo, produz ripas, varas para cercados, para galinheiros, madeira nobre para fabricação de berimbaus, instrumento músical, utilizado na Capoeira.
 
Caule, tronco: de cor cinza esverdeado, verde amarronzado, creme amarronzado, fibrosa com
tendência a formar "imbira" Designação de origem tupi (corrutela de ybira. casca).
Folhas: Crassas(duras), Cariáceas discolores, estreitas, com ocorrências frequentes.
Frutos: Imaturo – de cor verde maduros – de cor marron, em cápsulas
Flores: branca vistosa, com cheiro perfumado, em botões amarelo pálido, aromática, amarelo ouro com grande destaque, amarelo creme perfumado.
Aspectos morfológicos: É uma arvore das matas de restinga e também da mata atlântica, com cerca de 1 a mais de 10 metros de altura, folhas alternas, oblongas, de consistência coreácias e sem estípulas.
Sua floração é no verão e sua flores saõ amarelas vistosas e reunidas em enflorescências. Possui numerosos
estames, muito modificados formando uma estrutura denominado de andróforo. seus frutos são secos e deiscentes,
abrindo-se por meio de um opérculo.
 
Posição sistemática:
 
Divisão: Magnóliophyta
Classe: Magnóliopsida
Subclasse: Dilleniidae
Ordem: Lecythidales
Familia: Lecythdácea
Gênero: Eschweilera
Espécie:Eschweilera ovata ( cambess) mart

Fonte: Botânica- Universidade Federal Rural de Pernambuco.
Qualibio- Universidade Federal da Bahia.

As Maltas da Capoeira

No século XIX existiam as Maltas de Capoeira, famosas no Rio de Janeiro, que se espalhavam por diversos bairros e freguesias da cidade, cada malta comandava uma região e não admitia a invasão de seu território. Os integrantes das maltas possuíam um modo característico de vestirem-se: trajavam roupas brancas, calça pantalona com boca de sino, camisa ou terno de linho com sapato de bico fino, no pescoço quase sempre usavam um lenço de seda que funcionava como proteção de navalhadas, na cabeça um chapéu e nas mãos, uma faca, navalha ou bengala para qualquer imprevisto. Esses capoeiristas costumavam viver na boemia junto com as prostitutas, vagabundos, aristocratas, imigrantes e intelectuais. Gostavam de festas, comícios e lugares com aglomerado de pessoas para poder saquear, roubar ou arrumar confusão com as maltas rivais. Quase sempre, quando a polícia chegava, conseguiam escapar, mas às vezes não tinha jeito e travavam combates deixando os policias estirados no chão.

As maltas de capoeira eram algo que atormentava a população carioca, principalmente as autoridades que queriam de qualquer maneira exterminá-las. Haviam várias maltas no Rio de Janeiro e cada uma comandava uma região, mas dentre todas, tiveram duas que mais se destacaram: os Guaiamuns e Nagoas.

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Preconceito

E-mail de Dani recebido em 28/10/2002
Formatação/editoriação AADF

Repassando…
Adorei essa crítica irônica ao eufemismo barato de chamar os pretos de "de cor". O que há de errado em ser preto, que faz com que queiramos evitar chamar alguém assim ? Evitar chamar alguém de preto delata que consideramos "ser preto" um defeito, uma característica ofensiva e por isso, deve-se evitar dizer para não "ofender"… Quanto preconceito! Só um detalhe que há muito tempo está preso na minha garganta que, para o bem de todos e felicidade geral da nação, eu vos informo:

Não existe RAÇA entre os seres humanos! Raça é uma especificação biológica para (e somente para) os animais irracionais. Ou seja, os humanos (nós homens) não se distinguem por raça. Não houve na espécie humana distinção histórica, geográfica, genética, temporal ou evolutiva que permitisse sua diferenciação em espécies. O que difere geneticamente um nórdico dinamarquês de um preto do Congo é tão insignificante que pode ser muito menor que a diferença entre  indivíduos de mesma cor.

A única distinção que se vê, em alguns casos, é a cultural. Normalmente, quando há um agrupamento espacial de indivíduos de mesma cor (ou outra característica qualquer) existe aí uma cultura específica que aglutina traços vários além da cor, como folclore, musicalidade, alimentação, língua,religião etc…

A esse "conjunto de características culturais e fenotípicas"(fenótipo=aparência física), damos o nome de ETNIA.

Portanto, se você quiser se referir a um preto ou a um branco ou a um amarelo, indígena, etc… se refira não à  raça, mas, se for o caso, à etnia.

Ex: "…no Brasil existe um conflito étnico…", etc…

É muito comum você ver o próprio movimento negro se referir a uma "valorização da RAÇA negra".

É uma pena que eles próprios estão se chamando de um suposto subgrupo biológico que não existe. Acabam sendo preconceituosos sem saber ou querer.

Da mesma forma o são quando dizem: "preto é cor, negro é raça"
… coitados, erram duas vezes! Essa frase é totalmente idiota.
Preto é cor, sim. Mas qual é a cor deles? Preta! Ora bolas!
Se um branco pode ser chamado de branco sem constrangimento,
por que o preto não pode?
E "negro" não é raça,

na melhor das hipóteses, é apenas uma das características, que somada a outras, forma uma etnia.

E no Brasil fica difícil de enxergar essa diferenciação, já que:

não há no nosso país uma distinção cultural significativa
que diferencie os brancos e pretos em etnias diferentes).

De forma geral, partilhamos todos uma mesma cultura, pelo que somos todos iguais.

Gente, isso é só uma dica, ok?

Ouçam se quiserem.

Abçs, Dani

Poema Africano
Meus caros irmãos
Quando nasci eu era negro
Agora cresci e sou negro
Quando tomo sol fico negro
Quando estou com frio fico negro
Quando tenho medo fico negro
Quando estou doente fico negro
Quando morrer ficarei negro
E você homem branco,
Quando nasce é rosa
Quando cresce fica branco
Quando toma sol fica vermelho
Quando sente frio fica roxo
Quando sente medo fica verde
Quando está doente fica amarelo
Quando morre fica cinza
E ainda tem a "cara de pau"
de me chamar de "homem de cor"?
TOMA VERGONHA!