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Teatro: Besouro Cordão de Ouro em Vila Velha

BESOURO CORDÃO DE OURO NO TEATRO VILA VELHA

Av. Sete de Setembro, s/n, Passeio Público
Campo Grande | 40 080-570
Salvador . Bahia . Brasil
Dias 13 e 14 de outubro(segunda e terça)as 20h

R$ 10 (inteira)
R$ 5 (meia)
Atenção ingressos limitados já a venda no local

GARANTA JÁ O SEU PRA NAO FICAR DE FORA!!!

Besouro Cordão de Ouro é um musical de Paulo Cesar Pinheiro em homenagem ao capoeirista mitológico que assim era conhecido. O palco se transforma numa grande roda de capoeira com atabaques, berimbaus, pandeiros e caxixis, numa verdadeira transposição da arte e das circunstâncias que consagraram o santoamarense Besouro Mangangá como mestre lendário. Um passeio pela formação de nosso povo, sua coragem, criatividade e resistência.

Veja o trailer da peça em: http://blogdovila.blogspot.com/

http://br.youtube.com/profile_videos?user=millermultitvldb&p=v

Ana Paula Black
Cridemar Aquino
Maurício Tizumba
Raphael Sil
Sérgio Pererê
William de Paula
Wilson Rabelo
Gilberto Santos da Silva "Laborio"
Letícia Soares
Marcelo Capobiango
Valéria Monã
Victor Alvim "Lobisomem"
Alanzinho Rocha
Iléa Ferraz
Direção:João das Neves
Direção musical: Luciana Rabello

TEATRO VILA VELHA
Av. Sete de Setembro, s/n, Passeio Público
Campo Grande | 40 080-570
Salvador . Bahia . Brasil
Referências: Próximo ao Hotel Tropical da Bahia
Palácio da Aclamação
Casa D’Itália

Capoeirada: Cordão de Ouro & Capoeira Feminina

Um evento feminino chamado Capoeirada, do Grupo Cordão de Ouro, vem tomando força no Brasil. Esta iniciativa é uma grande conquista de algumas capoeiristas do grupo como a Maria Patrimônio, a Instrutora Morgana, a Instrutora Claudinha, Janaína e a Viviane.

Capoeirada

Por causa da dedicação delas à cada ano que passa o evento fica mais forte e ajuda na transformação e destaque das mulheres na história da Cordão de Ouro. Com engajamento, prestatividade e companheirismo elas encontram nos homens grandes parceiros para a realização de um evento onde as mulheres podem se reunir e discutir pontos importantes da participação feminina na capoeira. A programação deste ano contará com dança afro, ritmos brasileiros, aulão e apresentações de maculelê, dança guerreira, dança afro, workshop de Capoeira Angola, rodas e para finalizar samba de roda.

O evento será realizado no dia 30/08/2008 no Ginásio do CEU Cidade Dutra na Avenida Interlagos com supervisão do Mestre Suassuna e organização das mulheres da Cordão de Ouro Matriz.

Para maiores informações é só ligar para: 55 (XX) 11 3223-5357 na matriz da Cordão de Ouro e falar com Morgana.

 

Maira Hora

Cel: (11) 9630 7900
Tel: (11) 5548 3060
 

Sesc Senac Iracema: Espetáculo Besouro Cordão-de-ouro

O palco vai se transformar numa grande roda de capoeira com atabaques, berimbaus, pandeiros e caxixis, para ilustrar a vida de Besouro Cordão-de-Ouro, o Exu Kerekekê dos candomblés baianos. O espetáculo teatral Besouro Cordão de Ouro será apresentado nesta terça, 15, dentro da programação do Festival Palco Giratório. Com texto, músicas e letras inéditos de Paulo César Pinheiro, direção geral de João das Neves e direção musical de Luciana Rabello, o espetáculo fala sobre Manoel Henrique Pereira, o Besouro Cordão de Ouro, um lendário capoeirista da região de Santo Amaro, na Bahia.

No musical, diversas histórias envolvendo alguns dos feitos extraordinários atribuídos a ele são contadas por outros capoeirista. O elenco é formado apenas por atores negros, escolhidos em workshops do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro. O grupo contou com a coordenação e preparação corporal dos mestres Casquinha e Camisa.

Besouro, nascido em Santo Amaro da Purificação, deixou seu nome gravado nas rodas de capoeira por esse Brasil inteiro. Homem conhecedor de política, impunha respeito e temor aos poderosos daquele princípio de século XX na velha Bahia. Sua vida virou lenda. Além de capoeirista, também tocava violão e compunha sambas-de-roda e chulas.

SERVIÇO

Espetáculo Besouro Cordão-de-ouro hoje, 15, às 20 horas, no Sesc Senac Iracema (rua Boris, 90C – Praia de Iracema). Ingressos: R$ 6 e R$ 3. Informações: 3452 1242.

São Paulo: Da dança à luta: a história da arte que veio da África

João das Neves dirige oito atores negros no musical Besouro Cordão-de-Ouro, que narra o nascimento da potente capoeira

Apresentado no Festival de Teatro de Curitiba, ano passado, o musical Besouro Cordão-de-Ouro deixou o público siderado. Até duas senhoras desavisadas, que baixinho comentavam seu estranhamento no início, acabaram tomadas pela beleza das canções e pela força das interpretações – silenciaram. Ao final, aplaudiam calorosamente, emocionadas, surpresas. E não era para menos.

Dirigido por João das Neves, com texto do compositor, e poeta, Paulo César Pinheiro, autor de dez canções inéditas para a peça, oito atores talentosos e afinados, todos negros, e uma ambientação cenográfica, de Ney Madeira, que leva o espectador para ‘dentro’ da história, trata-se de um espetáculo original e envolvente, de qualidade ímpar. Depois de ter cumprido temporada no Rio – onde está indicado ao Prêmios Shell de direção, música e cenário – e passado por cidades como Brasília, Fortaleza e Belo Horizonte, estréia amanhã no Sesc Pompéia.

Besouro é o apelido de Manuel Henrique Pereira (1897 -1924), considerado o maior capoeirista de todos os tempos. Mas ao contrário de tantos outros musicais biográficos, esse passa ao largo daquela estrutura cronológica focada na vida pessoal do protagonista. Ainda que possamos acompanhar os passos dessa figura de impressionante dignidade, ao autor interessa sobretudo sua dimensão mítica. O espetáculo enfoca a luta pela afirmação da cultura africana em terras brasileiras, submetida, perseguida, mas tão potente que se recicla, miscigena, e mais do que resiste, floresce nesse atrito secular.

Ao longo do musical, é possível perceber como a capoeira brota dos rituais religiosos, por exemplo, como variação da dança sagrada de um orixá. ‘Há muito do candomblé na capoeira, mas o caminho inverso, entre luta e ritual, também se deu’, observa João das Neves. Há uma frase, na peça, que sintetiza essa transformação: ‘a capoeira foi concebida na África, mas nasceu no Brasil’. Por meio das narrativas da tradição oral – retrabalhadas poeticamente por Paulo César Pinheiro – o espectador entra em sintonia lúdica não só a mitologia africana, mas também com apropriações já dela feita pela arte brasileira, como na história do reino de Aruanda e da luta do santo guerreiro São Jorge contra o dragão da maldade.

Depois de se envolver numa cena curta fora da área de representação, o público acompanha o musical acomodado sobre almofadas colocadas em grandes cestos de vime em torno do círculo central de representação, mas os atores caminham por todo o ambiente. Pelas paredes, os mesmos versos cantados ou falados na peça. ‘É uma homenagem ao poeta Gentileza que escreve seus versos nos pilares de viadutos e muros no Rio.’

Projeto acalentado, e preparado durante longo tempo por Paulo César Pinheiro (leia na página ao lado), esse musical certamente ganhou muito com a direção de João das Neves, convidado pelo compositor. Dá para perceber no espetáculo também uma síntese de facetas desse homem de teatro – música, contação de histórias e arte politizada -, nascido no Rio, autor da peça O Último Carro, que iniciou sua carreira na década de 60 dirigindo os famosos shows do Teatro Opinião.

S
erviço

Besouro Cordão-de-Ouro. 90 min. Livre. Sesc Pompéia . Rua Clélia, 93, 3871-7700. 6.ª e sáb., 21h30; dom., 18h30. R$ 16

Fonte: http://txt.estado.com.br

Entrevista Mestre Espirro Mirim

 

Mestre Espirro Mirim em entrevista exclusiva ao Portal Capoeira realizada em Lisboa durante o 10º Festival Internacional de Capoeira do Grupo Alto Astral (Contra-mestre Marco Antonio).

Para ouvir a entrevista com o

      Mestre Espirro Mirim

 

Histórico:

Mestre Espirro Mirim começou a capoeira, em Outubro de 1979, com Mestre Everaldo, com o apelido de “Mirim” somente. Em 1981 foi escolhido pela imprensa esportiva o melhor capoeirista daquele ano, a sua primeira formatura foi em 1984 em Fortaleza. No mesmo ano viaja para São Paulo e em 1985 integra-se ao Grupo Cordão de Ouro, onde o Mestre Suassuna lhe apelida de “Espirro”, para não fugir de suas origens une os dois apelidos “Espirro Mirim”

 

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Mestre Espirro Mirim – Lisboa 10º Festival Internacional de Capoeira Grupo Alto Astral

Em 1991 recebe a corda de Mestre. No ano seguinte faz sua primeira viagem para São Francisco (E.U.A.) a convite do Mestre Marcelo Pereira (Caverinha). Apartir deste ano (1998) inicia sua carreira internacional, ministrando durante 4 meses, curso na academia Cordão de Ouro em Orlando (Florida), nesse período fez apresentações da Disneylândia e a abertura da Miss Brasil (E.U.A.), em Miami. Todo ano viaja para Israel, onde participa do Batizado e troca de cordão do Grupo Cordão de Ouro.

Site: http://www.espirromirim.com/

 

* Agradecimento especial ao Mestre Espirro Mirim que durante o Festival de Capoeira em Lisboa, foi um dos destaques por sua simplicidade e simpatia. Vale ressaltar a fantástica performance da Estátua Viva.

Luciano Milani

Crônica: Cordão de Ouro O Filme

Sob todos os aspectos apesar de quase nenhuma CAPOEIRA, o filme CORDÃO DE OURO é um marco divisor na filmografia brasileira. Antes dele os jovens em geral (mulheres á parte) só tinham para a sua diversão chanchadas-pornô ridiculas, sem graça nem enredo, sacanagem explicita a titulo de cinema nacional e como filme de CAPOEIRA citava-se apenas o PAGADOR de PROMESSAS (1961) que quase nimguém viu, enquanto obras antigas feitas com BIMBA e PASTINHA nos eram completamentes desconhecidas na época. Comentario de Nato Azevedo, a seguir eu Renato Azevedo o LEITEIRO relato minha experiência participando do HISTORICO registro no ano de 1976 no Rio!

ATOR POR UM DIA – AS FILMAGENS

Conheci NESTOR CAPOEIRA através do meu Professor LUA RASTA em uma manhâ ensolarada, num camping a beira-mar por volta de 1975, me foge a memoria como, só sei que das outras vezes que tornei a vê-lo nos tratamos como velhos amigos, então quando o falecido RUBINHO TABAJARA me convidou para participar de um filme com NESTOR & ZEZÉ MOTA (sou seu fã) eu vibrei, era a realização de um sonho!

PRIMEIRO DIA Cheguei cedo (6h30) para a filmagem- o onibus só sairia as 7 horas- mas , pasmem o veiculo já estava lá. Saimos no horario outro bom sinal, tudo indicando que ia embalar a minha carreira de artista nacional ou global. Após 2 cansativas horas chegamos ao local da filmagem, lugar muito lindo, todo gramado, do tamanho de um campo de futebol e rodeado de montanhas na cidade de Campo Grande. Atrás das montanhas ficava a rua por onde viemos e uma BAIUCA (pequeno comercio) aonde compramos biscoitos e refrigerante, enquanto esperavamos o jipe que faria parte da filmagem.

Deu 10 horas, deu 11, deu meio-dia e nada do bendito (ou seria maldito) jipe. Estrebuchava- mos de calor e de raiva quando o infeliz apareceu, demorara porque se perdera. Haviam contratado um rapaz da Zona Sul e não lhe deram um guia que conhecesse a Zona Norte, por isso não houve filmagem nesse dia!

SEGUNDO DIA Eu ja sabia que estava em um filme nacional, mas estava determinado a não perder essa chance, assim que começasse a filmagem eu queria aparecer o maximo possivel. Na primeira cena não deu para me promover, mas na segunda "tomada" caprichei. Tinhamos que correr uns 50 metros morro acima em direção ao NESTOR CAPOEIRA, isso com a camera nos filmando pelas costas. Saí pelo meio e cheguei por ultimo. Depois a câmera foi la para cima do morro ,e filmava por tras do Nestor enquanto corriamos em sua direção.

Passei "sebo nas canelas", botei 10 no coelho e ao sinal de AÇÃO, disparei. Só não cheguei em segundo, porque era o meu amigo RUBINHO quem estava na minha frente. Rubinho "morreu" com um arrastão, eu levei uma rasteira e enquanto o NESTOR cuidava de outro guarda, me levanto e tento lhe dar uma chicotada, apesar de todos os guardas portarem revolver, armas de verdade! No que ele me da um martelo, (vide foto) caio em cima do pé dele que esta sobre um formigueiro. Tivemos que ficar uns 10 segundos imoveis, enquanto isso as formigas invadiam o meu macacão e "almoçavam" o pé do NESTOR.

Um providencial OK nos salvou! Apesar da presença de ZEZÉ MOTA no "SET" oque mais nos chamou atenção nos 3 dias de filmagens, foram 2 negros da turma de escravos, um Ricardo de uns 15 anos quase 1,90m de altura e uns 80 kilos impressionava, e junto com o outro baixo e magro, uns 25 anos e expressão de calma maquiavélica, formavam a "dupla dinamica" do "SET"(?) de filmagem, que por sinal não tinha banheiro nem agua!

Este segundo dia de filmagem foi um irritante teste de paciência, pois DEUS querendo "aparecer" mandou-nos interminavel sequência de nuvens. Abre lente, fecha lente, bota filtro, tira filtro…chegou finalmente a bendita hora do almoço. E espera, espera, espera…lá vem a kombi! Olhos cheios de esperança, boca aberta cheia de dentes.. abre-se a porta do veiculo; Uma revoltante montanha de sanduiches com refrigerante, a gritaria foi geral, olhei para a "dupla dinamica" e pensei: Vai começar a pancadaria!

Mas nada aconteceu e depois eu soube que enquanto torravamos o" miolo no sol", eles fantasiados de escravos- calça de pijama listrado- tinham ido a BAIUCA onde "aplicaram" de grandes artistas enchendo o bucho de graça! A choradeira deu resultado, pois o jipe fez uma "feira-relampago" voltando abarrotado de frutas, mas estacionou para nosso azar bem ao lado das 2 "ovelhas negras". Assim que o motorista se afastou, eles pegaram o jipe e se mandaram para dentro da mata, voltando mais tarde sem o jipe é claro!

Quem foi ver o "estrago" disse que metade das frutas só dava para fazer suco. Infelizmente não se podia mandar os 2 projetos de bandidos embora, porque eram eles os chefes dos escravos, os que iriam salvar o NESTOR dos guardas!

TERCEIRO DIA Enfim DEUS que é brasileiro descansou e pudemos terminar as filmagens, cuja ultima cena era bem simples. NESTOR CAPOEIRA saltava do jipe, e um guarda corria uns 7 metros em sua direção, sendo perseguido por um escravo com uma foice de madeira – que tinha numa das faces da lâmina uma bolha de mercurio- com a qual atingiria a costa do guarda, "matando-o" a uns 2 metros do NESTOR.

Para o papel do escravo foi escolhido o sinistro magro da dupla dinamica, e para o do guarda adivinhem quem? APOLINÁRIO!

Meu amigo Apolinário era um jovem mineiro com uma voz esganiçada, que se tivesse veia cômica, seria substituto do Costinha, mas tinha um grave defeito para o papel: SIMPLESMENTE CORRIA DEMAIS!

Só por isso estava no Rio de Janeiro, pois havia ganho de uma universidade local uma bolsa como atleta. E começa a pantomina: Ao comando de ação Apolinario dispara, ambos passam pelo NESTOR e vão mais uns 30 metros além. O diretor orienta Apolinário a corrrer menos.

La vão os 2, mas novamente ultrapassam NESTOR. Na terceira vez o diretor grita "AÇ.." o escravo se adianta, e mal Apolinario dá 2 passos, leva uma madeirada na costa, mas ao invés de cair vira-se para o rapaz e protesta: "Que qué issso negão?". Trocou-se o macacão sujo de tinta vermelha, e o capeta repetiu a dose, desta vez quebrando a foice de madeira na costa do pobre Apolinário.

Olhei para o rosto do "distinto" e não vi nem sombra de um sorriso. Houve troca de macacão e novas repetições, agora com foice de ferro, num total de 7 vezes. Após o almoço recomeçam as filmagens, quando derepente invade o local um "coração de mãe", caminhão-poltrona da Policia Militar com uns 20 PMs. Pensei que tinhamos invadido propriedade particular, mas me enganei, queriam levar a dupla dinâmica, pois haviam assaltado a BAIUCA do mesmo comerciante que lhes "enchera o rabo" de biscoito no dia anterior.

A Direção do filme contornou o problema , derepente uma grande surpresa, chega a PROXIMA VITIMA: ZEZÉ MOTA!

Simpatia em pessoa, lindisssima numa bota de couro branco, ZEZÉ viera participar das filmagens, e provavelmente trocou de roupa no nosso ônibus. Finda as filmagens, os diretores doidos para irem embora, se entupiram numa kombi com os equipamentos, e nós entramos no ônibus. ZEZÉ que foi a ultima a entrar perguntou: GENTE, ALGUEM VIU MINHAS BOTAS?
Nas nossas cabeças brilharam 2 palavras: FORAM ELES!
Ela dá o ultimato: O ONIBUS NÃO SAI ATÉ QUE AS BOTAS APAREÇAM! Passados uns 15 silenciosos minutos, nós cheios de ódio e com a barriga cheia de fome, vimos surgir o "PASSAPORTE" para continuar a viagem: As benditas botas brancas, agora zebradas de graça pois tinham sido escondidas no motor traseiro do ônibus. Não sei como ZEZÉ se sentiu, mas eu quase tive um ataque cardíaco!

O onibus se tornou um mausoléo, mas no meio da viagem ele para, abre-se a porta e entram 2 diretores, um deles com um "garnizé" (galo ao contrário) na testa ou afundamento de crânio, que deve ter inspirado ao NESTOR, o titulo do livro GALO JA CANTOU. Na pressa de irem embora, a kombi batera mandando meia duzia para o hospital.

O FIM DA HISTÓRIA Após uns 3 meses de telefonemas, idas e vindas, consegui receber por minha participação no filme. Gastei bem mais tentando receber do que ganhei por fazer o filme, pois a empresa Lanterna Magica Produções, fez a magica de deixar na "lanterna" da folha de pagamento os que ela devia, para ver se eles desistiam. Eu não quis ir a PRÉ-ESTRÉIA, deixando para saborear meus minutos de glória, no lançamento do filme nos cinemas. Triste destino o meu!

Cordão de Ouro O FilmeO CORDÃO que era de OURO, após a pré-estréia VIROU LATA, e eu pude ver só uns 10 anos depois, que os meus MINUTOS DE GLÓRIA tinham virados MÍSEROS e IRRECONHECIVEIS 10 SEGUNDOS. Por SORTE, o fotógrafo que registrou a foto, que esta na contra-capa do PEQUENO MANUAL do JOGADOR de CAPOEIRA do NESTOR CAPOEIRA, só foi impedido de fotografar as cenas do filme, logo depois desta foto, porque o "CLIC" da máquina estava entrando na trilha sonora.

O DIA DA PRÉ-ESTRÉIA por Nato Azevedo A pré-estréia foi no ultimo cinema de Copacabana no Posto 6, não me lembro o nome no fim do ano, 400 ou mais lugares completamente tomados pela galera capoeirista. Recebemos todos um questionário (que virou aviãozinho na sala escura) e um lápis para anotar as opiniões sobre o filme. Foi uma bagunça geral, muita conversa durante a projeção, um zum-zum-zum danado e até algumas vaias não sei bem porque.

Adorei o filme de cenarios naturais belisssimos, um maculêle & bumba-meu-boi empolgantes, e um enredo futurista bem plausivel. Infelizmente se CORDÃO DE OURO foi lançado no circuito comercial não ficou muito tempo, pois dizem que o produtor Antonio Carlos Fontoura, nome respeitado no mundo cinematografico, receando a rejeição do filme não o colocou em cartaz!

 

Galeria de Videos Portal Capoeira:

Cordão de Ouro – O filme (Parte 1)
Trechos do filme …
Clique no link para assistir ao filme…
Cordão de Ouro – O filme (Parte 2)
Trechos do filme …
Clique no link para assistir ao filme…
Cordão de Ouro – O filme (Parte 3)
Trechos do filme …
Clique no link para assistir ao filme…

Leiteiro – [email protected]

Acre: Cordão de Ouro & Apae: 80 alunos entram na roda

Batizado de Ouro – Capoeira na Apae: 80 alunos entram na roda

Na próxima sexta-feira , 07, acontece o II Batizado de Capoeira na Apae. Participarão da cerimônia 80 alunos do projeto Capoeira na Apae, realizado pelo Grupo Cordão de Ouro, financiado pela Lei Municipal de Incentivo à Cultura, da Fundação Garibaldi Brasil. A cerimônia vai acontecer a partir das 8 horas, realizada pelo Contra-Mestre Arrepiado, sob a supervisão dos Mestres Xandão e Suassuna. Na oportunidade, será feita a entrega de 60 uniformes, além de apresentação de Maculelê e Miudinho. O batizado contará com instrutores, professores, contra-mestres e mestres de todos os grupos representantes da Liga Acreana de Capoeira.

De acordo com o Contra-Mestre Arrepiado, o batizado de capoeira é uma festa tradicional que solidifica, incentiva e garante a continuidade dos seus praticantes. “Além de proporcionar momentos de lazer e confraternização em uma festa voltada para os valores de igualdade, no intercâmbio de todos os capoeiristas”, completa.

Capoeira da Apae – O projeto teve início em 2005, por meio da gerência de projetos especiais da Secretaria de Esportes. No ano seguinte, o grupo Cordão de Ouro deu continuidade ao projeto através da Lei Estadual de Incentivo ao Esporte. Este ano, seis meses de atividades, mais instrumentos e 60 uniformes foram garantidos por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura. “A capoeira é uma das mais ricas manifestações da cultura brasileira, promove através dos seus cantos, rituais e códigos o entendimento crítico das relações sociais construídas historicamente pelo homem”, explica Arrepiado.

Cultura social, artística e esportiva – É por meio da capoeira que o Contra-Mestre Arrepiado tem realizado diversos projetos com crianças e adolescentes. O capoeirista desenvolve atividades no Calçadão da Gameleira, numa iniciativa que já dura há três anos. O seu trabalho também está incluído neste mesmo período no programa Clube do Talento, da Secretaria Municipal de Cidadania e Assistência Social, com atividades de capoeira na Baixada da Sobral. “Estes alunos estão incluídos no VI Batizado de Capoeira do Grupo Cordão de Ouro, que vai acontecer no dia 15”, diz o capoeirista. Mais informações: 99944185.

Giselle Lucena
Assessoria/FGB

Agência de Notícias do Acre – http://www.agenciadenoticias.ac.gov.br

Crônica: A capoeira em roda de besouro

Há pouco mais de um mês estive na casa de João das Neves e da cantora Titane em Lagoa Santa, Minas Gerais. Naquela agradável noite a conversa só não foi mais esticada porque ele estava de saída para fazer um trabalho no Vale do Jequitinhonha. Ele me contou da satisfação de estar fazendo a direção do musical Besouro Cordão de Ouro, de Paulo César Pinheiro, com um grande elenco e coordenação de capoeira dos mestres Casquinha e Camisa. Adiantou-me que talvez viesse ao Ceará com o espetáculo. Fiquei na expectativa de que tudo desse certo. Afinal, tratava-se da história de um lendário capoeira levada para o teatro por dois admiráveis artistas brasileiros.

De Confins a Fortaleza uma música não me saia da cabeça. Era ´Pesadelo´, de Paulo César Pinheiro e Maurício Tapajós. Há anos que não há escuto, mas durante uma boa fase da minha vida essa composição foi uma grande companheira das minhas reflexões. Ainda hoje guardo o álbum duplo ´O Banquete dos Mendigos´ feito pelo compositor Jards Macalé e o disco ´Passarinho Urbano´, da cantora Joyce, ambos lançados na década de 1970 e que têm em seus repertórios essa bela canção de Paulo César Pinheiro a falar de muros que separam e pontes que unem, em pleno ocaso da ditadura militar.

O trecho da canção que insistia na minha lembrança dizia assim: ´Você nem me agarra / alguém vem me solta / Você vai na marra / Ela um dia volta / E se a força é tua / Ela um dia é nossa´. Uma canção que nem faz parte da peça, pois, tirando ´Lapinha´ todas as músicas do espetáculo foram preparadas especialmente para esse musical de sublimação da capoeira. O que aquela canção talvez estivesse me dizendo era como faz bem olhar as movimentações da vida no jogo do tempo. Besouro Cordão de Ouro, ou Besouro Mangangá, era em seu tempo um marginal e, hoje, uma curiosa figura da nossa galeria cultural.

Quando dei por mim o musical estava no Centro Dragão do Mar, dentro da programação do Circuito Cultural Banco do Brasil. Foram duas apresentações, feitas no sábado e no domingo passados. João das Neves montou uma inusitada instalação na área de baixo do planetário, com lonas e caixotes de madeira e um túnel com teto de pequenos cataventos ligando o palco ao saguão improvisado como entrada, por onde o público passava sugestivamente pelo velório do Besouro Mangangá. A configuração se completava com grandes painéis de citações musicais contornando o espaço da roda de capoeira.

O caixão do defunto, revestido com imagens de santos e fundo de espelho, mostrava a cara de Besouro que há em cada um de nós. O itinerário ritualizava a acolhida, reconstituindo referenciais sem dar o tom de coisa do passado. A história ia sendo contada naturalmente pelo excelente elenco de atores, dançarinos, músicos e cantores, enquanto vivenciávamos o acontecido. Todos éramos atores e platéia, sentados em círculo nas almofadas soltas, dentro de cestos e em cadeiras cobertas de preto. O teatro de João das Neves permite que o palco seja de todos.

Estávamos na mesma cumbuca, na mesma roda, no mesmo jogo animado com berimbau, pandeiro, tambores, cavaquinho e violão. Alanzinho, Anna Paula, Cridemar, Gilberto (Labório), Iléa, Letícia, Raphael, Sérgio Pererê, Victor (Lobisomem), William e Wilson contaram e cantaram os feitos de Besouro. Na apresentação de Fortaleza Maurício Tizumba, do grupo Tambo-le-lê, foi substituído pelo próprio João das Neves. A dinâmica desse teatro facilita a alternância de contadores, embora João, na simplicidade dos grandes, tenha comentado para mim logo depois: ´Você precisava ter visto essa parte feita pelo Tizumba´.

João das Neves vem do teatro de rua do Centro Popular de Cultura da UNE e do teatro de protesto praticado nos anos 1960 pelo Grupo Opinião, do qual foi um dos fundadores. É um diretor que cruza décadas sem arredar pé do compromisso de dar dignidade à arte brasileira. Com o espetáculo Besouro Cordão de Ouro ele contribui para pôr a capoeira na roda, seguindo a sina de produzir reflexões sobre as contradições da sociedade brasileira. A capoeira é uma expressão original de interpenetração cultural da porção de brasilidade que veio das gentes africanas.

A palavra capoeira significa espaço da mata que foi queimado para cultivo da terra. Foi em descampados assim que negros, caboclos, cafuzos e mulatos desenvolveram os golpes de defesa disfarçados de dança que, genialmente simplificados, conseguiram ser transmitidos por gerações e, mesmo ainda muito aquém do seu potencial, já fazem parte da paisagem mental brasileira. Reconhecida por ser uma manifestação marcial com ginga diretamente associada à pegada rítmica do berimbau e por ser um sofisticado diálogo de corpos, a capoeira é uma arte de convivência, na qual os participantes se revezam no jogo, com respeito e senso de reciprocidade.

Trabalhos como esse de Paulo César Pinheiro e João das Neves dão maior importância à capoeira por contribuírem para reforçar sua inscrição no que somos e temos de valores comuns. O musical Besouro Cordão de Ouro põe na roda a oportunidade de usufruirmos da capoeira como usufruímos da feijoada. Não se trata de uma expressão que representa outra, nem de representação do que passou, mas da expressão em si e sua confirmação como dimensão poética, ritual, coreográfica e marcial do cotidiano, na interlocução com a memória e a história do Brasil.

Besouro Mangangá nasceu em Santo Amaro, na Bahia das últimas décadas do século XIX, e morreu nas primeiras décadas do século XX, quando a capoeira ainda era proibida. Suas façanhas estão citadas na literatura, na música e, sobretudo, na cultura oral. Chegou ao mundo poucos anos antes da abolição da escravidão e viveu exatamente no período em que a elite colonial resistia à integração dos escravos à sociedade. O apelido de besouro foi uma atribuição do imaginário popular ao fato de Manoel Henrique Pereira ter o dom de desaparecer, de sair voando, quando a encrenca ameaçava seu corpo fechado para facas e balas. Mas não era um besouro qualquer, era Besouro Mangangá, o temido marimbondo de picada venenosa e dolorida.

Muitas histórias são atribuídas a Besouro, especialmente aquelas que exaltam a importância da capoeira como uma manifestação que veio da sobrevivência. A peça conta que ele era um grande escuneiro, conhecedor dos ventos e das marés. Foi assassinado covardemente pelas costas num ataque de faca da palmeira Ticum. Ele teria chegado a colocar as tripas para dentro do bucho e navegar até um pronto-socorro, mas acabou morrendo. Parece que só tinha 24 anos, ninguém sabe ao certo. Tomava partido dos fracos contra os donos de engenhos e batia nos policiais que prendiam seus amigos.

As tiradas de sambas e chulas de Mangangá misturaram-se ao cancioneiro nacional. Sucessos carnavalescos como Fita Amarela, de Noel Rosa (1910 – 1980) teriam sido inspirados em um tema de batucada sugerido por Almirante (1908 – 1980) e que dizia mais ou menos assim: ´Quando eu morrer / não quero choro nem nada / só quero ouvir o samba / rompendo a madrugada´. Esses versos, atribuídos a Besouro, também serviram de base para a composição de Lapinha, música de Paulo César Pinheiro e Baden Powell que dá o tom da peça dirigida por João das Neves.

Besouro Cordão de Ouro é uma obra com muitas teses. Por alguns instantes, durante o espetáculo, cheguei a recordar da música que me acompanhara no avião: ´O muro caiu olha a ponte da liberdade guardiã´. Se ela veio à minha memória sem ser chamada, com a intenção de me ajudar a sentir o musical, acho que fez muito bem.

www.flaviopaiva.com.br
[email protected]

Sistema Verdes Mares – http://verdesmares.globo.com

Canal Brasil – Video Documentário: Papete, Berimbau e Suassuna

Matéria especial em homenagem ao Dia do Capoeirista

Através do camarada João Catira, conhecido na capoeiragem como Contramestre Catira, integrante do Associação de Capoeira Cordão de Ouro, que atualmente está desenvolvendo seu trabalho na região de Coimbra – Portugal, recebemos uma verdadeira pérola, uma raridade…

Trata-se de um Video Documentário do Canal Brasil, apresentado por Papete, um percussionista de grande renome, que tem o Berimbau, seus toques, origen e curiosidades como pano de fundo do documentário, além de falar do "instrumento maior da capoeira", o video também mostra o jogo da CAPOEIRA, representado por um dos principais expoentes da capoeira, Mestre Suassuna e sua turma na academia Cordão de Ouro em São Paulo. (o video é do final dos anos 70 / início dos anos 80)

De quebra ainda estamos publicando uma das fotos mais antigas da Associação de Capoeira Cordão de Ouro, datada de 1971, também nos oferecida pelo Contramestre João Catira. (Na Foto: Mestre Suassuna, João Catira, Malvina, Jurema, Laércio, Tarzam, Freguesia, Suassuninha, Japones, Rodolfo entre outros…)


Clique aqui para ver a foto no tamanho real.


Vale salientar a importância do documentário em seu mais amplo sentido… Saber entender a época e o contexto da narativa.

É preciso perceber que o apresentador (Papete) é um fantástico percussionista e não um capoeirista.

* abaixo segue maiores informações sobre Papete:

Grupo Cordão de Ouro - 1971Papete (José de Ribamar Viana) nasceu em 8/11/1947 na cidade de Bacabal no estado do Maranhão. é cantor e compositor e percussionista.

Papete trabalhou como produtor e arranjador. Foi eleito um dos três melhores percussionistas do mundo quando participou do Festival de Jazz de Montreux na Suiça em 82, 84 e 87.

Iniciou sua carreira artística aos 13 anos de idade, atuando como cantor na Rádio Gurupi em São Luis (MA). Apresentou-se na emissora até 1967 quando compôs sua primeira música, "O bonde".
 
Em 1969 Wanderley Cardoso gravou a música "Eu morro se perder você", foi a primeira vez que Papete teve registrado seu trabalho de compositor. Nessa época, já atuava como percussionista e violonista.
 
Atuou em shows e gravações com Rosinha de Valença, Marília Medalha, Hermeto Pascoal, Osvaldinho da Cuíca, Toquinho e Vinicius, Benito de Paula, Inezita Barroso, Diana Pequeno, Renato Teixeira, Almir Sater, César Camargo Mariano, Rita Lee, Sadao Watanabe, Ornella Vanone e Alex Acuña, entre outros.
 
Obteve notoriedade internacional por sua técnica no berimbau, segundo ele, seu instrumento preferido.
 

Alguns Álbuns do Músico:

PAPETE – BERIMBAU E PERCUSSÃO – 1975
PAPETE – PROMESSA DE PESCADOR – 1980

PAPETE – ÁGUA DE COCO – 1980

Assista ao Vídeo Documentário do Canal Brasil:

Nota da Redação:

Esperamos que outros capoeiristas abram os seus baús… e mostrem ao mundo documentos, fotos, filmes e artigos de grande valor histórico…

Como diria um grande Mestre, aluno de Bimba: "Boa informação é aquela que é compartilhada…"

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Instituto Volta Por Cima: Capoeira por uma sociedade melhor

Instituto Volta por Cima promove encontro de três dias para mostrar que a capoeira é um belo elemento de inclusão social.
 
Começa nesta quinta-feira (21), às 19h, e vai até do dia 23/6 o Festival Cultural Cordão de Ouro. O Instituto Volta Por Cima – Capoeira Educação e Cultura e a Academia Cordão de Ouro realizam o Festival. A programação do evento contará com palestras, aulas de dança folclórica e de Capoeira, além de Batizado de Capoeira e exibição para convidados.
O maior objetivo dos organizadores é difundir a cultura brasileira e levá-la até jovens carentes que vivem em situação de risco como opção de fulga da violência e da marginalidade, promovendo a inclusão social através do esporte.
"A nossa ONG desenvolve trabalhos desde 2001, procuramos promover um contato maior dos jovens com a identidade brasileira. A história da capoeira está ligada a história do Brasil e de seu povo. Esperamos em torno de 300 pessoas para os três dias evento", conta Eurico Lopes Barreto, Mestre de Capoeira e participante da ONG Cordão de Ouro.
 
Mestre Cláudio Danadinho, professor de Arquitetura da UnB, abre o Festival com palestra sobre sua tese de doutorado que aborda a capoeira e a arquitetura como sistemas culturais de suma importância para a cultura mundial.
 
Quem comanda a Oficina de Capoeira Regional é o Mestre Onça Negra, reconhecido e respeitado por quem entende de capoeira. E não é para menos, Onça Negra é filho de Mestre Binha, primeiro mestre a metodizar o ensino do esporte. A Oficina de danças Folclóricas fica por conta do professor Ferpa, que veio de Campinas, SP, especialmente para o Festival.
 
O Instituto Volta Por Cima coordena o Programa de Intercâmbio Brasil Suécia – que fomenta a prática da Capoeira na Suécia  e o Projeto Social Aprendendo com a Cultura Brasileira – que atende crianças e jovens em situação de risco em Brasília.
 
Com um número cada vez mais significativo de praticantes no estrangeiro, a Capoeira hoje está presente em mais de 156 países. Só o trabalho do Grupo Cordão de Ouro em Israel, conta com 5.000 alunos. Na Suécia, o número de praticantes no grupo passa dos 100.
 
No Brasil, a capoeira vem sendo utilizada com sucesso como instrumento de arte-educação e inclusão social. É o caso do projeto social “Aprendendo com a Cultura Brasileira” desenvolvido pelo Instituto Volta Por Cima em parceria com a Academia Cordão de Ouro. Em funcionamento desde 2002, o projeto atende a 60 jovens e crianças abrigadas e/ou em situação de risco no DF.
 
A abordagem do Projeto utiliza a identidade cultural brasileira como forma de educação e inclusão social. O impacto positivo é comprovado pelo depoimento das “mães sociais” que atestam a melhoria nos âmbitos familiares e escolar.