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Denúncia: Assédio e Pedofilia na Capoeira

Caca Zungu, Presidente/Fundador da ESCOLA CULTURAL ZUNGU CAPOEIRA, profissional integro e dedicado, amigo de escola de longa data e companheiro de capoeiragem, corajosamente, trás a tona um sério problema que cada vez mais começa a aparecer na nossa comunidade.

Em carta aberta de Repúdio/Denúncia, Cacá fala sobre a experiência em primeira pessoa e como abordou o problema…

VALE A PENA LER !!!

 

Denúncia: Assédio e Pedofilia na Capoeira

Primeiramente eu gostaria de alertar e enfatizar que o problema não é exclusivo da Capoeira, pelo contrário, existe um movimento de grandes mestres da arte para fiscalizar e denunciar os crimes de assédio e pedofilia! Em diversos segmentos da sociedade esses crimes acontecem ou podem acontecer, infelizmente.

Eu não posso me calar, como ser humano, educador e responsável por um trabalho de capoeira, com crianças inclusive!

Há pouco mais de dois meses, chegou uma importante denúncia de abuso sexual infantil ao meu conhecimento, e para meu espanto, de um educador que tinha minha supervisão até então. Foi chocante, decepcionante e revoltante… Tentei ouvi-lo de alguma forma, mas ele, “evangélico” fiel e devoto, apenas se escondia atrás do nome sagrado de DEUS, mas se quer esboçou defesa!

O que fiz?

Pedi para dois instrutores da nossa escola ouvir a vítima e sua família, além de outras crianças e familiares para tentar confirmar o ocorrido, coisa que foi confirmada pela vítima, recém completado 14 anos.

Encaminhei um pedido para o abusador solicitando que ele se afastasse do trabalho e da Capoeira, porque ele não nos representava mais, procurasse ajuda psiquiátrica e psicológica para se tratar, mesmo não tendo conhecimento se existe tratamento para tal ato, mas por ter um carinho, e apreço pelo rapaz, dei essa “oportunidade” para ele.

Ele prometeu cumprir o meu pedido!
Alertei que se não o fizesse levaria o caso ao conhecimento público de nossa comunidade e toda capoeiragem, além de uma denúncia formal para autoridades locais.

Hoje recebi uma foto dele comandando uma roda de crianças com o seu uniforme. O trabalho segue, e o meu pedido não foi respeitado.

Portanto, e por esse motivo devo relatar e alertar que o perigo está solto em Santa Cruz de la Sierra na Bolívia, com o “instrutor” Jorge “Krosty” e seu grupo Mbarete capoeira.

Denúncia: Assédio e Pedofilia na Capoeira Notícias - Atualidades Portal Capoeira 1

Algumas crianças e adolescentes, que o seguem ainda hoje, não conseguem perceber o perigo, mas seus pais precisam ser alertados!

Outras crianças e adolescentes que tiveram coragem de se desligar deste “trabalho”, mesmo sobre forte pressão psicológica do abusador, estão amparadas por outros capoeiristas que realmente se preocupam com a integridade dos mesmos.

Não podemos permitir que esse tipo de crime continue acontecendo e nosso dever é alertar e denunciar sempre.

 


Opinião do Editor:

Temos de estar atentos pois as queixas e processos não param de aparecer… e  o perigo está em cada “esquina”.

Somente na ultima semana, tomei conhecimento de diversos casos através da “Rede Social e Watsapp”, pessoas com  NOME DE PESO na nossa capoeiragem… Pessoas que conheci pessoalmente e jamais colocaria sua integridade em causa… Mas como diria meu amigo Wellington Fernandes (Mestre Wellington – Capoeira Berim Brasil): “AONDE TEM FUMAÇA, HÁ FOGO!!!”

Outros casos já foram reportados neste Portal:

 

Braga: Professor de artes marciais preso por pedofilia

Professor de capoeira é preso fazendo sexo com aluna de 10 anos

 

Deixo aqui mais um link, para vossa apreciação, de um dos casos nucleares, que tomei conhecimento:

 

Processo n. 0002611-07.2009.8.01.0001/50000 – Recurso Especial – 29/02/2016 do TJAC

 

Obrigado a todos que colaboraram para publicar esta matéria

Natal: Punido pelo preconceito

Conheça a história de um inocente que viveu mais de 2 anos atrás das grades

Ser negro, tatuado, pobre, sem estudo e ainda professor de capoeira. Valdécio de Oliveira Soares, 34 anos, acredita que foram essas características que o levaram a ficar preso por dois anos, três meses e 28 oito dias por um crime que não cometeu. Acusado de ter matado um amigo, Erivan de Paiva Justino, 34, em janeiro de 2010, ele foi inocentado em um júri realizado em 19 de julho deste ano por falta de provas. Solto desde então, ele lembra com tristeza dos momentos de desespero e sofrimento na cadeia, pagando por um crime que não cometera, sentindo saudades da família e de amigos. No entanto, ele também compartilha o gosto da liberdade de fazer coisas simples como tocar um berimbau ou mesmo comer pão com ovo quando bem entender.

Valdécio Soares foi detido em Bom Jesus, onde mora, em 29 de abril de 2010 durante a chamada “Operação Sentinela”, deflagrada pela Polícia Civil com objetivo de cumprir mandados de prisão contra pessoas acusadas de crimes diversos, principalmente homicídio. O professor de capoeira foi apontado como o principal suspeito na morte de Erivan Justino, que fora encontrado morto e com o corpo carbonizado às margens da BR 226, no município de Bom Jesus, em 26 de janeiro daquele mesmo ano. A vítima estava desaparecida desde o dia 4 daquele mês, depois de ter saído da casa de Valdécio.

Ele conta que no dia em que Erivan desaparecera, esse teria ido à sua casa para beber, juntamente com outro amigo, Elias. Enquanto bebiam, Erivan teria pedido para tirar a calça, por estar com calor e estar vestindo uma bermuda por baixo. “Eu disse que ele podia ficar à vontade. Ele tirou a calça e me pediu para guardar”. Por volta das 11h, Erivan disse para Valdécio que precisava sair para sacar um dinheiro da conta e chamou o professor de capoeira e o outro colega para irem junto. “Mas eu disse que não iria, que ele podia ir só”. Desde então, Valdécio não viu mais o amigo.

O advogado do capoeirista, Lázaro Amaro, explica que o delegado Frank Albuquerque, que à época conduziu as investigações, teria entendido que Erivan teria comprado droga ao seu cliente e não pagou, por isso foi executado. “A mãe da vítima revelou à Polícia que o filho era dependente químico de crack. Ela contou ainda que Erivan deixou uma calça na casa de Valdécio e, no mesmo dia, tentou sacar dinheiro da conta. Isso é o que tinha de concreto nas provas e que levou à presunção do crime. Associaram o fato do meu cliente ser negro, tatuado e capoeirista com a possibilidade de ser traficante, porque o delegado ouviu dizer que ele vendia drogas. Porém, não encontrou uma pessoa que confirmasse isso”.

 

Falta de provas

Preso por mais de dois anos e finalmente levado a júri popular, Valdécio Soares foi inocentado exatamente por falta de provas contra si. “Apresentaram uma testemunha, funcionário de uma farmácia na qual Valdécio fora tirar uma cópia da identidade a pedido da Polícia, acompanhado do amigo Elias. Essa pessoa disse que teria ouvido, na ocasião, meu cliente dizer para o amigo que tinha ido à lotérica comErivan para retirar o dinheiro. Porém, depois de se contradizer duas vezes, ele negou essa versão”, conta o advogado do capoeirista.

O defensor de Valdécio ressalta ainda que sequer existia a confirmação de que Erivan tinha sido assassinado. “O laudo do Itep (Instituto Técnico-Científico de Polícia) não conseguiu apontar a causa da morte. O corpo foi simplesmente encontrado carbonizado junto a uma plantação. Houve, inclusive, um boato que o fogo foi ateado por agricultores para preparar a terra. O que pode ter acontecido é que o rapaz teria consumido drogas, ficado desacordado e não escapou do incêndio”. Com a falta de provas, durante as alegações finais, a própria promotoria pediu pela absolvição do réu.

 

Indenização

Livre desde o julgamento, o mestre de capoeira ainda está avaliando a possibilidade de entrar com uma ação contra do Estado pedindo indenização pelo tempo que passara preso. “A gente tem que correr atrás do nosso direito. Não posso deixar isso de lado depois de tanta injustiça que sofri. Isso vai ficar de exemplo para muito outros que passam pela mesma coisa em nosso país”.

 

Momento da prisão

Valdécio lembra com bastante dor o momento de sua prisão. “Eu ainda estava dormindo, ao lado de minha namorada. Escutei um barulho fora da casa e me levantei para ver o que era. Quando abri a porta, um policial apontou uma arma para mim, perguntando se eu era Valdécio. Respondi que sim e ele disse que eu estava preso. Para mim, foi terrível o momento, pois fui colocado de joelho e algemado de frente ao espaço onde dava aula de capoeira, lugar que eu considero sagrado”. Depois de detido, ele passou por três unidades prisionais: primeiro no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Macaíba, em seguida para o Centro de Triagem de Pirangi, depois o Presídio Estadual de Parnamirim e retornou para o CDP de Macaíba.

 

Entrevista Delegado Frank Albuquerque: “A Justiça fez a parte dela”

O delegado Frank Albuquerque chefiava a delegacia de Macaíba à época do crime e respondia pela cidade de Bom Jesus. Foi ele quem conduziu as investigações que levaram ao indiciamento de Valdécio Soares por homicídio. E explica como chegou à conclusão de que o capoeirista teria matado Erivan Justino, mas comenta apenas que a justiça fez a parte dela.

Ao final do processo, Valdécio Soares foi inocentado das acusações. A pergunta que fica é se havia no processo provas robustas que pudessem incriminar o mestre de capoeira. O que o fez indiciá-lo pelo crime?

Havia provas testemunhais e técnicas. Tudo foi feito dentro da legalidade. Tanto que o juiz mandou prendê-lo e a prisão se sustentou até o final do processo. O que foi feito se baseou no que a mãe da vítima nos revelou, ou seja, de que Erivan fora a casa de Valdécio e desapareceu em seguida. O rapaz era dependente químico, mas não havia nenhuma outra pessoa interessada na sua morte. A mãe do rapaz ouviu dizer que o acusado vendia drogas. Acreditamos que a vítima tenha ido comprar droga ao acusado e deixou a calça como garantia de pagamento. Como não pagou, acabou sendo assassinado.

Mas a suspeita de que ele vendia drogas não foi comprovada. Você não conseguiu achar uma testemunha que confirmasse que Valdécio Soares era traficante?

Sabemos que, em geral, um traficante é uma pessoa perigosa e intimidaa comunidade que está a seu redor. Quem vai aparecer para confirmar que alguém vende drogas, correndo o risco de ser morto? Só a família da vítima, que está interessada em justiça.

Você ainda acredita que Valdécio seja culpado pelo crime, mesmo após sua absolvição?

Se ele foi absolvido, não posso ir de encontro a uma decisão judicial. A Justiça fez a parte dela, assim como eu sei que a Polícia também fez a sua. 

Estado perverso e injusto

O presidente do Conselho Estadual de Direitos Humanos, Marcos Dionísio, declara que o caso de Valdécio Soares demonstra bem as consequências de se ter uma Polícia desestruturada. “Um caso assim mostra que quando o Estado é ausente, ele se torna perverso. A incapacidade das polícias brasileiras em dar conta das investigações de homicídios no pais de maneira satisfatória gera injustiças como essa”.

Marcos Dionísio acredita que foi o fato de Valdécio Soares ser pobre que o levou a ficar preso por tanto tempo injustamente. “Se dermos uma olhada para a população carcerária, veremos que a grande maioria é de gente assim. É praticamente inexistente a presença de ricos na cadeia, pois esses têm condições de ter uma assessoria jurídica eficaz que possa tirá-los da prisão. Já os desfavorecidos têm de contar com a defesa dada pelo Estado, muitas vezes ineficiente”.

 

Paulo de Sousa
jpaulosousa.rn@dabr.com.br

Acusados de matar “Leo Bombeiro” vão a júri

Às 12h de hoje, duas testemunhas tinham sido ouvidas. Companheira seria a mandante para ficar com seguro

Começou, hoje, no Tribunal do Júri de Samambaia, o julgamento dos réus Ítria Lima de Carvalho Alves, Júlio Andreza Neto e Célio Juliano da Silva, acusados de concorrerem para o homicídio do bombeiro militar e mestre de capoeira Leonardo da Cunha Alves. O adolescente H.S.R., executor do crime, também será ouvido em depoimento. Antes do meio-dia de hoje, duas testemunhas tinham sido ouvidas, faltando as outras seis pessoas, além dos interrogatórios dos envolvidos. A previsão é que o julgamento se encerre somente amanhã.

Segundo denúncia do Ministério Público, no dia 28 de janeiro de 2010, à meia-noite e meia, na DF-457, QS 414, Conjunto 9, em um ponto de ônibus em frente ao Posto Texaco, sentido Taguatinga a Samambaia, a vítima e Ítria voltavam do hospital, quando o veículo em que estavam foi atingido por outro. Leonardo foi surpreendido pelo adolescente H.S.R., ao descer do carro. O menor efetuou disparos de arma de fogo, causando a morte do bombeiro.

O homicídio ocorreu por motivo torpe, pois Ítria, companheira de Leonardo, queria resgatar o seguro de vida. O crime se deu ainda mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima, já que o plano de sua morte consistiu em simular uma colisão entre veículos, para que a vítima descesse do carro e fosse executada.

Conforme informações do Tribunal de Justiça do DF e Territórios, Ítria Lima de Carvalho Alves concorreu para a prática delitiva, à medida que planejou o crime e contratou o adolescente para sua execução. Júlio Andreza Neto apresentou o adolescente a Ítria, Célio Juliano da Silva intermediou o contato entre Ítria e o denunciado Júlio.

 

 

Fonte: http://coletivo.maiscomunidade.com/

Capoeirista de 10 anos morto em ação da polícia é homenageado

Denúncia contra envolvidos no crime é comemorada com capoeira

Trajando camisas com estampa “Eu só queria ser como meu pai, mestre de capoeira”, familiares, capoeiristas e o cantor e mestre de capoeira Tonho Matéria se reuniram ontem, na Escola Estadual Alfredo Magalhães, no Rio Vermelho, para mais uma homenagem ao menino Joel, 10 anos, morto durante ação policial na madrugada de 22 de novembro.

No local, funciona a escola de capoeira de Mestre Boa Gente, tio do garoto. Na ocasião, houve cerimônia de troca de cordão de outros meninos da mesma faixa etária de Joel. Segundo o pai do garoto, Joel Castro, 43, a criança queria ser capoeirista como ele e participava todos os anos do batizado, quando os alunos têm o grau elevado.

Na cerimônia, familiares de Joel comemoraram a decisão do Ministério Público de denunciar, por homicídio e omissão de socorro, os nove policiais militares da 40ª Companhia Independente da PM (Nordeste de Amaralina), envolvidos no crime. “Acreditamos na Justiça”, disse Joel Castro.

“Os policiais que fizeram isso com meu filho precisam ser julgados por crime comum”, afirmou.

 

Fonte: http://www.correio24horas.com.br

Bahia: Mestre condenado a 11 anos de prisão

Capoeirista que matou primo é condenado a 11 anos de prisão

O capoeirista José Venceslau, o mestre Marrom, 53 anos, conceituado professor de capoeira Angola, foi condenado nesta terça-feira, 21, a 11 anos de prisão em regime fechado, por ter matado a facadas o primo dele, Mário da Silva Brito, presidente da Associação de Moradores Unidos do Acupe, em março de 2006. O julgamento aconteceu na 1ª Vara Crime do Fórum Ruy Barbosa e foi presidido pelo juiz Moacy Pitta Lima Júnior.

A viúva do líder comunitário, Maria José Faustina da Silva, disse não estar satisfeita com a pena, porque acredita que “quem mata deveria ficar preso para sempre”. Mas, declarou que ela e as duas filhas pelo menos estão mais aliviadas, depois de quatro anos de sofrimento desde o assassinato de Mário Brito, morto quando tinha 48 anos.

Segundo as testemunhas ouvidas no processo, o crime aconteceu no dia 8 de março de 2006, depois de uma discussão entre os dois primos, motivada por um carrinho de mão, quando a vítima impediu que o capoeirista jogasse entulho na rua, no Acupe de Brotas.

Os envolvidos já haviam travado várias discussões, segundo a viúva, devido a um campo de futebol situado na área, onde também ficavam a a associação e o Grupo Cultural de Capoeira Angola do Acupe, dirigido por mestre Marrom. Mário Brito tinha o hábito de ceder o campo para o uso de outras pessoas e de outras entidades, mas o primo exigia que fosse cobrado um aluguel pelo uso.

 

Fonte: http://www.atarde.com.br

Condenada por assassinar capoeirista

Maria Bárbara Berengher, de 40 anos, foi condenada a 12 anos de prisão pelo assassinato do fundador da capoeira no Mercado Modelo, mestre “Di Mola”. O julgamento que demorou 10 horas aconteceu na manhã de anteontem, no Fórum Ruy Barbosa, presidido pelo juiz Vilebaldo Freitas e pelo promotor, representante do Ministério Público Estadual (MPE), Luciano Assis.

A família de Domingos André dos Santos, que estava aos 49 anos na época do crime, mais conhecido como mestre “Di Mola”, luta por justiça há nove anos. “Sei que não vamos ter ele de volta, mas agora a justiça foi cumprida”, desabafou a esposa da vítima, a cabeleireira Júnia Onofre.

Conforme os familiares do capoeirista, o crime aconteceu no dia 16 de outubro de 2001, dia do aniversário de “Di Mola”, que foi comemorado com uma festa em sua residência, em Pituaçu. Segundo Júnia, a vítima foi levar um irmão até um ponto de ônibus, quando encontrou com Maria Bárbara próximo à sua casa e ela desferiu um tapa no seu rosto.

Ao retornar, o capoeirista, acompanhado da esposa, foi tirar satisfação com a agressora, quando começou uma nova discussão. Porém, a acusada conseguiu golpear o mestre, quando este se encontrava distraído.

“Di Mola” foi socorrido para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos provocados com perfurações de faca na barriga. Maria Bárbara chegou a ficar presa na época, mas, por estar grávida e ter se apresentado à polícia, respondia o processo em liberdade. No julgamento, ela chegou a confessar o crime e chorou várias vezes, demonstrando arrependimento.

Mestre “Di Mola” era muito conhecido nas rodas de capoeira do Mercado Modelo, pois foi um dos fundadores da roda de capoeira no local. Suas gingas e saltos realizados na capoeira de rua se transformaram em cartão-postal da Bahia, e o levaram a representar a arte e ser reconhecido em diversos países

Fonte: http://www.tribunadabahia.com.br

Professor de capoeira é preso fazendo sexo com aluna de 10 anos

ABUSO: Foi com enorme repulsa que recebemos a notícia da prisão em flagrante do Mestre de Capoeira, Ailton Leonardo da Silva (Mestre Careca), de 54 anos, por crime de carater sexual contra uma de suas alunas com apenas 10 anos de idade

Fica a matéria retirada do conceituado Jornal do Estado do Rio de Janeiro: O Globo (Ver texto original) para que nossa comunidade reflita e comente sobre o terrível acontecimento que infelizmente acontece em nossa sociedade não só nas academias de capoeira mais em todos os lugares imagináveis, até nos menos suspeitos…

Luciano Milani

Professor de capoeira é preso fazendo sexo com aluna de 10 anos (O Globo)

RIO – Um professor de capoeira foi preso na noite desta sexta-feira ao ser flagrado fazendo sexo com uma de suas alunas, de apenas 10 anos, dentro do carro, na Avenida Meriti, em Vicente de Carvalho, na Zona Norte. Ailton Leonardo da Silva, de 54 anos, foi abordado por policiais do 16 BPM (Olaria) no momento em que a criança praticava sexo oral.

Segundo o delegado Felipe Curi, que registrou o caso na 22 DP (Benfica), o professor dá aulas de capoeira no condomínio da vítima, também em Vicente de Carvalho. Ele convidou a menina para ir a uma lanchonete e, no caminho, começou a aliciá-la. Pressionada, a menor concordou em praticar sexo oral.

Ailton responderá pelo crime de estupro de vulnerável (antigo atentado ao pudor) e, se condenado, ficará de oito a 15 anos na cadeia.

Fonte: http://oglobo.globo.com