Blog

dancebrazil

Vendo Artigos etiquetados em: dancebrazil

Audição para capoeiristas e dançarinos/as

Audição

Dançarinos (as) com treino em Ballet Clássico, Dança Moderna, Dança Contemporânea, e noções de Dança Afro, Hip-Hop e Capoeira, para a turnê de 2012.

Dia: Segunda & Terça-feira, 16-17 de Janeiro de 2012

Local: Espaço Xisto Bahia

Horário: 09:00 horas 

Bairo dos Barris

Salvador, Bahia

*Inscrições pode ser feita via e-mail [email protected] ou a partir das 08:00hs. no mesmo dia e local
Interessados devem levar Currículo e fotos  (rosto e corpo – que não serão devolvidas) para cadastro.

 

{youtube}2uGbmQMfh_U&NR=1{/youtube}

PS: Capoeiristas com experiência em dança, Hip-Hop e bom floreio, seja bem vindos.  
— 
http://www.youtube.com/watch?v=2uGbmQMfh_U&NR=1
http://www.youtube.com/watch?NR=1&v=EHbxsIfVJKs
http://www.youtube.com/watch?v=rCeRDUcKt-E&feature=player_embedded

— 
DanceBrazil
246 West 38th Street, 8th floor
New York City, NY 10018
Tel – 212/382-0555
Fax – 212/278-8555
[email protected]
www.dancebrazil.org
www.capoeiraluanda.com

DANCEBRAZIL & Mestre Jelon no New York Times

There was enough appreciative whistling to make a construction worker blush at Skirball Center at New York University on Saturday night, when DanceBrazil rolled through town with its crowd-pleasing style of high-octane, high-flying, pelvis-swiveling choreography. And let’s not forget the revealing costumes: the phrase “six-pack abs” doesn’t begin to do these folks justice.

Act II of “Ritmos,” or rhythms, by DanceBrazil’s artistic director, Jelon Vieira, was true to its title. Accompanied by Tote Gira’s live, percussive feast of a score, the work moved between silky samba sections and explosions of capoeira, Brazil’s martial arts dance. The performers, all men save for two women, might spend a bit less time hamming it up for the crowd and a bit more focusing on the intimate social dynamics that can make capoeira — with its spinning, lashing kicks and power moves executed in close quarters — so captivating. Still, it’s hard to be grumpy in the face of such an unabashed display of bravado, especially by dancers like these, whose rhythmic intelligence elevates sometimes stock material.

“Inura,” a premiere by the former Alvin Ailey dancer Carlos dos Santos Jr., is more ambitious, described in program notes as an exploration of the energy associated with the Yoruba deity Exu. Tania León’s score, which she conducted, features a spookily strange chorus and intriguing orchestration, creating a richly ritualistic mood. Here the women are given more to do, often taking central roles in sensual, impressionistic passages that meld capoeira with a modern fusion of styles reminiscent of Ailey.

These passages, like Manny Vega’s costumes, are sometimes more fussy than complex. Yet the eye and ears are drawn in and inclined to linger. CLAUDIA LA ROCCO

LAURA PAWEL

Dance Company

Baryshnikov Arts Center

“This is old school,” my neighbor said to me in a stage whisper during intermission at Laura Pawel’s dance program at the Baryshnikov Arts Center on Friday night. “Very Sarah Lawrence.” Ms. Pawel, who formed her company in 1968 after graduating from Sarah Lawrence College, approaches movement from a pedestrian, post-Judson Dance Theater aesthetic. There is a good deal of talking while moving; and the dancing, characterized by skipping, walking and shuffling, isn’t strenuous but deftly composed. Ms. Pawel experiments with improvisation within set choreographic structures.

Dancing with Ms. Pawel in the short trilogy of dances, “Sphinx,” “Phoenix” and “Griffins,” Pamela Finney was a grounded, austere counterpart to the choreographer’s lissome walks on demipoint and wiggling fingers. But the majority of works were for the group. In “Brambles,” from 2007, the dancers slyly commented on the aging process while contrasting off-kilter phrases with stillness. “I didn’t bump my head on the corner of anything today, and it doesn’t hurt,” Ms. Finney observed with deadpan flair.

The approach of talking and dancing extended to Ms. Pawel’s “There Might Be Mangoes,” a premiere for six brightly costumed performers set to live jazz music by the Cecilia Coleman Quartet. While the lines were funny in “Brambles” because the dancers seemed unaware of their humor, the dialogue was overly self-conscious in “Mangoes.” For Ms. Pawel to succeed in making an old form look alive, innocence can’t be sacrificed for a laugh. GIA KOURLAS

 
DanceBrazil members performing Jelon Vieira’s “Ritmos.”
By THE NEW YORK TIMES
Published: March 22, 2009

Skirball Center
for the Performing Arts

 
Fonte: http://www.nytimes.com

Capoeira é luta de bailarino, é dança de gladiador!

DanceBrazil é uma Cia de dança composta por artistas de diferente formação: reúne profissionais de dança e profissionais de capoeira.

Foi fundada em 1977 em New York e em 1993 mudou para Salvador com objetivo de manter um contato mais forte com suas origens para depois traduzi-las no palco em uma linguagem contemporânea e expressiva.

Os trabalhos do coreógrafo e Mestre de capoeira, mais conhecido como Mestre Jelon, tem uma forte influencia da capoeira e se tornam uma mistura bem interessante de dança e de acrobacias típicas da capoeira.

Ritmos é o trabalho mais recente da Cia, no palco se misturam os rimos tradicionais brasileiros entre os quais samba e capoeira, tocados ao vivo pôr músicos baianos.

A tournée já foi pra varias cidades dos EUA e voltará em agosto em New York.
Nesse ano de 2008 Mestre Jelon foi reconhecido como “Patrimônio Nacional”, recebendo o premio “Tesouro Nacional” do National Endowment for the Arts.

Essa homenagem as artes tradicionais premia artistas que se destacam para sua excelência e sua contribuição ao patrimônio artístico da nação.

Por: Raphael Silva de Novaes (Graduado Fogo)

Como foi participar da montagem de um espetáculo?

Participei da criação de alguns espetáculos, como: “Retratos da Bahia” 2005, ”Desafio” 2006, “Ritual” 2007 e “Ritmos“ que foi criado recentemente em 2008.
É sempre bom ter a experiência de estar participando de novos espetáculos e novas criações, pois a coreografia acaba vestindo na gente e ficando natural do nosso corpo.
Nunca é fácil!

É sempre um trabalho intenso, sutil e bem elaborado para obter bons resultados, para isso a capoeira me ajudou com a disciplina, a concentração e o trabalho do corpo.
Vivo uma experiência única, pois incluir a capoeira em uma outra área é muito interessante.
Por min o mais importante é manter a raiz e a essência da capoeira sempre viva, ou seja, continuar sendo capoeirista em todo momento!

Por: Paulo Edson da Silva (prof. Chuvisco)

Como vive o fato de ser um capoeirista dentro de uma Cia de dança?

A experiência tem sido boa e valida. Meu inicio foi muito difícil por não ter no meu corpo a linguagem da dança (contemporânea, moderna, balê ou afro). Mas essa fase com tempo passou, porque fui adquirindo conhecimentos através das aulas de dança que temos que fazer todos os dias antes dos ensaios. Paralelamente as minhas dificuldades com a dança, vi os dançarinos passando pelo mesmo processo que passei mas com a Capoeira. Como a dança foi muito difícil para min, a Capoeira foi para os dançarinos que estavam entrando na mesma época no DanceBrazil.

Como foi seu encontro com a dança?

Em 2002 ao reencontrar o mestre Jelon (hoje meu mestre), em Goiânia, no evento de Capoeira, fui convidado para ir a Salvador para participar de umas aulas de dança com o DanceBrazil.
Ele queria ver como eu assimilava movimentos de dança com capoeira. Confesso que no inicio não fui tão bem, mas o mestre acreditou em min dizendo que eu precisava de muito trabalho para mudar meu corpo. Então, continuei indo a Salvador por dois anos para participar dos ensaios e continuar meus treinos de dança com o DanceBrazil. Depois de três anos indo e voltando a Bahia entrei no DanceBrazil (2005) para participar da minha primeira tournée nos EUA, com a coreografia "Retratos da Bahia" de autoria do mestre Jelon. Mas infelizmente, meu visto foi negado e só consegui viajar em 2006 participando de "Retratos da Bahia” e "Desafio".

DanceBrazilComo é processo de formação do show ?

A única experiência que tenho com dança é com o DanceBrazil.
O mestre sempre nós da espaço para ajuda-lo com idéias de movimentos. E agora sou o professor de Capoeira do DanceBrazil portanto tenho uma grande responsabilidade: ensinar capoeira para os dançarinos e trazer movimentos novos para que sejam explorados por eles dentro do trabalho que está sendo criado.

A idéia sempre vem do mestre: ele que escolhe o tema, sempre que termina uma coreografia já está falando de outra!

O processo de criação do mestre é muito interessante: a primeira semana ele faz muitos laboratórios com os dançarinos e capoeiristas usando os movimentos de dança e da capoeira. Para ele, tudo tem que fazer sentido, os movimentos não podem simplesmente só ser “um movimento”: eles tem que significar algo dentro do tema que ele visualizando.
Por exemplo o balé "Ritmos" mostra exatamente o que Dias Gomes fala na poesia dele "…simbiose perfeita de força e ritmo, poesia e agilidade, única em que os movimentos são comandados pela música e pelo canto…"

Para o mestre criatividade é como uma estrada, onde nela viajamos com destino á perfeição.
A Capoeira e a dança percorrem um caminho diferente, pra chegar, no final, ao mesmo lugar!

(Fotos gentilmente cedidas por Mestre Jelon)

Maiores informações sobre show:

[email protected]

Buffalo Dance Festival
http://www.buffalo.edu/community/ub_on_the_green.html

Central Park SummerStage
http://www.summerstage.org/index1.aspx?BD=20534

Santa Fé, New Mexico
http://www.aspensantafeballet.com/3/3d.html

Aspen Dance Festival
http://www.aspensantafeballet.com/3/3d.html