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Teatro: Espetáculo baseado em capoeira angola e tradicional no Sesc Pinheiros

Em outubro, o “Projeto Improviso” do Sesc Pinheiros apresenta na Praça o espetáculo de dança “Jam Cabeçada”, com Daniel Barra,Banda MutribOrkestra Maldita. As apresentações acontecem entre os dias 5 e 26 de outubro, sempre aos sábados, às 17h30, exceto no dia 12, quando a apresentação acontece às 18h30. A entrada é Catraca Livre.

“Jam Cabeçada” traz noções de espaço, performance e composição a partir de movimentos e gestos da capoeira angola e regional, que contribuem para o desenvolvimento das técnicas de improvisação com o público.

Ator e bailarino, Daniel Barra desenvolve trabalhos com música, dança, performance e artes visuais, além de ser capoeirista há mais de 20 anos.

 

SERVIÇO

O QUE
Projeto Improviso: Jam Cabeçada com Daniel Barras e convidados

QUANDO:
  • Sáb 05/10
    • às 18:30
  • Sáb 12/10
    • às 17:30
  • de 1926/10
    • Sábados às 18:30

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QUANTO
Catraca Livre

ONDE
Sesc Pinheiros
http://www.sescsp.org.br/sesc

Rua Paes Leme, 195
Pinheiros – Oeste
São Paulo
(11) 3095-9400

Estação Faria Lima (Metrô – Linha 4 Amarela)
VER NO MAPA

As informações acima são de responsabilidade do autor e estão sujeitas a alterações sem aviso prévio.

Fonte: http://catracalivre.com.br

O Legado de Mestre Noronha

Muito sobre as memórias dos tempos dos valentões e dos grandes capoeiristas do início do século XX, chegou até nós graças a um costume que o Mestre Noronha (Daniel Coutinho por batismo) tinha, de anotar nomes, datas, locais e “causos” envolvendo os personagens envolvidos com a capoeiragem da Bahia. O “A.B.C. da Capoeira Angola” foi um livro organizado pelo nosso grande pesquisador da capoeira – Frede Abreu, a partir dos manuscritos deixados por Noronha, e se tornou um grande legado para todos aqueles que pretendem saber mais sobre esta arte-luta, e de tudo aquilo que estava ao seu entorno. Capoeira e seus personagens, a política e seus políticos, festas populares, economia, repressão policial, história do Brasil, são alguns assuntos abordados por este grande mestre da capoeira em seus manuscritos, que posteriormente à sua morte, Frede Abreu transformou em livro, como forma de perpetuar essa memória.

Noronha teve o privilegio de vivenciar os momentos áureos da capoeira baiana do início do século XX. E nos deixou relatos belíssimos desses tempos. Desde a perseguição dos capoeiras, devido à política vigente na época, até a sua visão de decadência dessa arte, norteada pela imagem das academias formadoras de capoeiras.

As elites queriam transformar a cidade de Salvador, em uma cidade de características européias. Em outras palavras, limpar ou erradicar, se necessário, das ruas, as tradições de origem negra, favorecendo a manutenção da ordem pública. visando atender as exigências da classe mais abastada. Nesse contexto social, de conflitos e de discriminação em relação às manifestações afro-brasileiras, é que vai se formando o menino Daniel Coutinho, no local que fazia parte do mapa central da criminalidade, da vadiação, da desordem e também do trabalho em Salvador.

Noronha sempre defendia que a “…capoeira viera da África, trazida pelos africanos, porém não era educada…”, tendo adquirido esta característica aqui no Brasil. Vivenciou ainda menino, por volta dos 8 anos de idade, a difícil arte da capoeira com um negro descendente de Angola, o velho Candido Pequeno. Tinha uma imensa admiração por este capoeira.

Em seus manuscritos, narra diversos casos envolvendo enfrentamentos com a polícia e com outros valentões, citando locais e nomes dos mais famosos capoeiras da época, envolvidos nesses conflitos, assim como ele próprio, respeitado e temido no universo dos “desordeiros”.

Noronha observava que antes de freqüentar qualquer roda, era preciso ter a consciência de que “…não era coisa de brincadeira, havia muita mardade neste meio…”. Não dispensava patuás, que servia para evitar os maus espíritos. Amuletos eram fundamentais. Sempre tinha uma oração, pedia graças ao divino Espírito Santo e aos Orixás. Sempre e sempre com o corpo fechado, não admitia chegar em roda despreparado. Falava sempre: “…a defesa para a nafé (navalha) a pessoa traz consigo mesmo. Sem ter arma, o capoeira tem sua defesa particular que admira o público…”.

Dizia que um bom aprendiz de capoeira angola, tem que obedecer às palavras do mestre, tem que aprender o jogo de dentro e o jogo pessoal para a sua defesa, sempre dando ênfase a tudo aquilo que “…desse vantagem para escapulir da polícia, pois ela não gostava do capoeira…”. Para ser mestre, dizia Noronha, “…tem que aprender toda a malícia que existe nesta malandragem…”.

Em seus manuscritos, Noronha descreve as famosas “festas de largo” de Salvador e a participação dos capoeiras nesses eventos. É justamente nesse contexto descrito por Noronha que surge e vai se estruturando o modelo de “roda de capoeira” tal qual conhecemos hoje, enquanto um ritual definido pela presença de instrumentos musicais e de certas “regras” que vão se transformando ao longo dos tempos. Antes disso a capoeira se expressava de outras maneiras, como as “maltas” no Rio de Janeiro. Mas o modelo de organização em forma de “roda de capoeira” que permanece até os dias de hoje e se espalhou pelo mundo todo, foi sendo estruturado nesses espaços e nesse período histórico, o qual Noronha nos relata com tanta riqueza de detalhes em seus manuscritos.

Noronha teve participação também no surgimento do primeiro Centro Esportivo de Capoeira Angola, na Ladeira da Pedra, no bairro da Liberdade, sendo Amorzinho, o próprio Daniel Coutinho, Totonho de Maré e Livino, entre outros, seus “…donos e proprietários…”. Porém, Noronha sempre registrou o grande esforço feito por Mestre Pastinha em manter e elevar o nome do centro, a partir de quando assume a direção do mesmo.

O mestre Noronha era um severo crítico dos capoeiras que não se dedicavam a conhecer melhor sua arte, que se diziam “grandes mestres” de capoeira e donos de academia. Dizia: “…eu mestre Noronha tenho todo o fundamento comigo porque me dediquei e aprendi toda a malandragem…”

 

Visite nossa seção de Downloads e baixe este o outros documentos de grande valor histórico…

Santos: Capoeira apresenta resultados positivos na inclusão de deficientes

‘Jogo atlético, constituído por um sistema de ataque e defesa, de caráter individual e origem folclórica genuinamente brasileira, surgido entre os escravos’. Quem procura pela palavra capoeira no dicionário Aurélio de língua portuguesa encontrará essa definição. Mas, basta conferir uma roda de capoeira de alunos deficientes no Complexo Esportivo e Recreativo Rebouças (Praça Eng. José Rebouças s/n., Ponta da Praia) para ter a certeza que a capoeira vai além. Ela vem promovendo inclusão para quase 90 munícipes com necessidades especiais, garantindo benefícios físicos e psicológicos. O trabalho será tema de encontro promovido pela prefeitura hoje (quarta dia 11, no próprio Rebouças.

De acordo com Cícero França, conhecido como mestre Cícero Tatu, responsável pelas aulas de capoeira com alunos especiais na Semes (Secretaria de Esportes), entre os benefícios destacam-se a melhora na lateralidade, equilíbrio, atenção e raciocínio. “A liberdade de expressão é a essência da capoeira. E é isso que trabalhamos aqui: a educação de forma não padronizada, respeitando os tempos e limites de cada um. Com a música, o ritmo, eles ficam mais atentos e os movimentos ajudam a conhecer melhor o próprio corpo e a respeitar o espaço do outro”.

Os resultados positivos podem ser medidos pela opinião de quem participa. Alunos da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Santos), Sérgio Luiz Pedra, 46 anos, e Sidnei Viera, 25, começaram as aulas no Rebouças há dois meses e estão gostando do resultado. “É bom pra minha saúde, para o coração. Estou até perdendo a barriga”, conta Sérgio. Sidnei também destaca os benefícios. “Melhorou meu equilíbrio, minha saúde. Estou com mais atenção”. Outro exemplo é Daniel Torrente de Almeida, 38 anos, já formado. De acordo com mestre Cícero, pelo que tem conhecimento, Daniel é o único aluno com autismo já formado. “Hoje já ajudo a dar as aulas. Ensino os movimentos para as pessoas”, conta Daniel.

Socialização:

Outro ponto importante é que as aulas mesclam os alunos deficientes com alunos em geral, promovendo, de fato, a inclusão. “Esses alunos ditos normais amadurecem frente ao desconhecido. Isso por si só já vale a pena. São crianças, jovens, que estão crescendo aprendendo a respeitar as diferenças. A socialização é verdadeira. Todos interagem, jogam juntos”, afirma o professor.

A pequena Stephanie Marra Kuhlmann, de oito anos, é exemplo disso. Desde pequena frequenta as aulas com alunos especiais e aprendeu a lidar com as limitações de cada ser humano. “No começo ela ficava assustada. Hoje beija, abraça todo mundo. Aprendeu a respeitar mais o próprio corpo e os limites dos outros. Ela vem aqui ajudar o professor, mas sabemos que ela também está sendo ajudada. É um aprendizado para a vida toda”, diz a mãe Maria Cristina.

Mestre Cícero conta que também sai ganhando. “A grande diferença não estar no ensinar, mas no aprender. Aprendo muito com eles. Eles me instigam a sempre inovar, a buscar estratégias para que todos possam aprender a capoeira”, afirma. Além dos movimentos, os alunos aprendem em oficinas sobre a história da capoeira e até a confecção dos instrumentos musicais.

Encontro:

Para promover a troca de experiências entre quem pratica este esporte e os profissionais que atuam na área, ou quem está interessado em começar, a prefeitura, por meio da Semes, realiza hoje, o ‘2º. Encontro da Capoeira Inclusiva de Santos’, no Rebouças, das 14h às 16h, com uma grande roda de capoeira. Já há mais de 200 inscritos. Quem quiser participar pode obter informações pelo telefone 3269-8080.

Neste mesmo número é possível saber sobre vagas. Há aulas para turmas de inclusão toda segunda e quarta, em dois horários: das 14h às 15h e das 15h às 16h. Para a população em geral, a Semes também disponibiliza aulas no Posto 2, praia da Pompeia; no Centro Esportivo da Zona Noroeste; e no Centro Esportivo M. Nascimento Júnior. A Secult (Secretaria de Cultura) oferece aulas com mestre Chocolate, no Centro de Cultura Patricia Galvão; Centro Cultural do Morro do São Bento; e na Sociedade de Melhoramentos da Encruzilhada. No caso da Secult, as vagas estão esgotadas.

No total mais de 400 munícipes participam das escolinhas, além de centenas de alunos da rede municipal, nos núcleos do programa ‘Escola Total’. A capoeira está registrada desde 2008 como patrimônio imaterial pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

 

Fonte: http://www.clicklitoral.com.br

Besouro leva lendário herói da capoeira às telas de cinema

Depois de três meses de filmagens em locações na Chapada Diamantina e no Recôncavo Baiano – e quase nove meses de árduo trabalho de pós-produção – o longa-metragem do diretor João Daniel Tikhomiroff sobre Besouro Mangangá, o lendário herói da capoeira brasileira, está pronto para sair do forno.

Veja o trailer de três minutos do filme Besouro, de João Daniel Tikhomiroff, produzido pela Mixer e pela Globo Filmes, e distribuído pela Miravista, com lançamento previsto para outubro de 2009

Besouro, o filme: trailer oficial de cinema

Visite o site oficial do Filme: http://www.besouroofilme.com.br

Mais informações: http://www.besouroofilme.com.br/blog/

Em breve o Portal Capoeira trará novidades sobre a parceria com o Filme Besouro, aguardem…

Cinema: Mestre chinês faz herói baiano voar

Besouro atravessa a tela, de uma extremidade a outra, voando. Parece um filme chinês de artes marciais, como O Tigre e o Dragão. Não é mera coincidência que o diretor João Daniel Tikhomiroff tenha importado para o Brasil o talento de Dee Dee, o especialista chinês que fez voar o elenco do filme de Ang Lee. Besouro tem a vocação assumida de ser o primeiro filme brasileiro de artes marciais, tratando a capoeira como tal.

João Daniel Tikhomiroff poderá receber críticas por isso, mas está preparado. Ele se preparou a vida inteira para fazer esse filme. Menino, ele via todo tipo de filme nas cabines da Universal, empresa norte-americana da qual seu pai foi um dos dirigentes no Brasil. Nos anos 1970, aos 19 anos, começou seu primeiro longa, que ficou inacabado. César Charlone, o diretor de fotografia de Fernando Meirelles e coautor do premiado O Banheiro do Papa, começou com ele. Desde então, João Paulo queria voltar ao cinema. Foi fazer publicidade, é um dos sócios da produtora Mixer. Muitos anos depois, ei-lo à frente de Besouro.

O roteiro do longa é de Patrícia Andrade (de 2 Filhos de Francisco), a música-tema foi composta por Gilberto Gil, o diretor de arte é Cláudio Amaral Peixoto, e o fotógrafo é o equatoriano Enrique Chediak, que a Variety, Bíblia do show biz, listou como um dos 10 mais do mundo. Todas essas colaborações foram valiosas para João Daniel, mas o filme é produto de uma parceria com a preparadora de elenco Fátima Toledo. Ailton Carmo, que faz Besouro, é um ator amador.

– A Fátima deixa o ator num estado de emoção à flor da pele que permite ao diretor ir fundo nessa emoção. As melhores cenas de Besouro valem-se desse emoção sem terem sido ensaiadas – diz o diretor.

Se você ainda não é um dos mais de 300 mil internautas que já viajaram no trailer, vá ao YouTube. Depois disso, você ficará contando os dias até a estreia de Besouro

 

Mais Informações

 

Mais Informações:

Depois do enorme sucesso de Mestre Bimba a Capoeira Iluminada (Luiz Fernando Goulart), agora é a vez de Manoel Henrique, Besouro Mangangá ou Besouro Cordão de Ouro , um lendário capoeirista da região de Santo Amaro, Bahia aparecer na grande tela…

Os fãs de cinema em geral – e de capoeira em particular – podem começar a especular. Já caíram na internet, através do site You Tube, as primeiras imagens oficiais do filme “Besouro”, de João Daniel Tikhomiroff, cotado para ser a maior produção do cinema nacional em 2009 e uma das maiores de todos os tempos.

Trata-se da primeira peça promocional do filme – uma co-produção da Mixer, da Globo Filmes e da Buena Vista inspirada na vida de Besouro Mangangá, o maior capoeirista de todos os tempos. O vídeo, de dois minutos, revela um pouco da mirabolante coreografia de lutas do filme, em que os personagens literalmente voam em cena, sustentados por cabos, guindastes e outras técnicas inéditas no cinema brasileiro.

 

Besouro: Superprodução brasileira sobre capoeira para 2009

Depois do enorme sucesso de Mestre Bimba a Capoeira Iluminada (Luiz Fernando Goulart), agora é a vez de Manoel Henrique, Besouro Mangangá ou Besouro Cordão de Ouro , um lendário capoeirista da região de Santo Amaro, Bahia aparecer na grande tela…

Os fãs de cinema em geral – e de capoeira em particular – podem começar a especular. Já caíram na internet, através do site You Tube, as primeiras imagens oficiais do filme “Besouro”, de João Daniel Tikhomiroff, cotado para ser a maior produção do cinema nacional em 2009 e uma das maiores de todos os tempos. Trata-se da primeira peça promocional do filme – uma co-produção da Mixer, da Globo Filmes e da Buena Vista inspirada na vida de Besouro Mangangá, o maior capoeirista de todos os tempos. O vídeo, de dois minutos, revela um pouco da mirabolante coreografia de lutas do filme, em que os personagens literalmente voam em cena, sustentados por cabos, guindastes e outras técnicas inéditas no cinema brasileiro.

 

Veja aqui o vídeo Oficial de Besouro, publicado no You Tube:
{youtube}W2QgxB5xw-k{/youtube}

Conheça o Blog do Besouro, com informações, fotos e vídeos em tempo real sobre a produção .

Produzida ainda durante os primeiros dias de filmagem, para ajudar no processo de captação de investidores estrangeiros, o vídeo promocional tem narração em inglês e mostra alguns dos principais personagens do filme em ação, em cenas ainda sem edição final e desprovidas de efeitos digitais.

Besouro” levará para o cinema uma adaptação livre das aventuras sobre o legendário capoeirista, que viveu na Bahia nos anos 20 e, antes de morrer num confronto com a polícia, aos 23 anos de idade, tornou-se uma espécie de símbolo da luta dos negros recém-libertos da escravidão contra a pobreza, o preconceito e a exploração de sua mão-de-obra nas fazendas da região.

Depois de contar em linhas gerais a sinopse do filme, o vídeo que foi parar no You Tube também faz uma pequena apresentação dos profissionais que integram a produção. Além de João Daniel – diretor brasileiro de publicidade recordista de premiações em Cannes, que faz sua estréia na direção de longas – Besouro conta ainda com o diretor de fotografia equatoriano Enrique Chediak, vencedor do prêmio de melhor fotografia em Sundance pelo filme “Hurricane Streets”, de Morgam J. Freeman, e com o coordenador de cenas de ação chinês Huen Chiu-Ku, responsável pelas lutas aéreas que encantaram audiências do mundo inteiro no filme O Tigre e o Dragão, de Ang Lee, e Kill Bill, de Quentin Tarantino.

Filmada em locações na Chapada Diamantina e no Recôncavo Baiano, a produção de Besouro contou com mais de 150 profissionais. Além das esperadas cenas de luta aérea, o filme conta também com tomadas subaquáticas, feitas nas águas cristalinas de cavernas submersas e poços da Chapada.

Besouro MangangáTodo o dia a dia da produção está sendo documentado pelo Blog do Besouro , que traz fotos, vídeos de bastidores e reportagens com o diretor, atores, técnicos e produtores.

Fonte: http://oglobo.globo.com/

Fotos:
Os atores Aílton Carmo e Sergio Laurentino, protagonistas do filme Besouro, de João Daniel Tikhomiroff / Foto de divulgação: Christian Cravo
Cena de ação em Besouro: Atores voam com auxílio de cabos e guindastes ocultos / Foto: Divulgação

DANIEL JUNOWICZ

Hola. 
Mi nombre es Daniel Junowicz y soy un estudiante de capoeira de angola en argentina.
 Queria felicitarlos por su página web. 
Me parecia la mejor pagina en internet a la que tube la suerte te acceder.
 Lo mas importante es que esta hecha con mucho respeto e informacion. 
Esta información que aqui encontre me sirve seguir formandome como angolero y para difundir la capoeira en argentina. 
Los libros a los que uno puede acceder en su pagina son muy ineteresantes, y creo que sobre todo reflejan los intereses y objetivos de los grandes mestres introductores de la capoeira. Intereses que no pasan por discutir si la capoeira regional es mejor a la capoeria de angola. 
Lamentablemente no me pude bajar en libro "Falando en capoeira".
 Me gustaria mucho si me pueden indicar otra forma de obtener este texto. 
Volviendo a lo que me motivo a ecribirles este mail, lo que me gusta de su pagina es que hay un real interés en difundir la capoeira, mas alla de hacer propaganda a una escuela determinada. 
Gran parte de las pagina de internet sobre capoeira estan dedicadas a la comercializacion de la capoeira. A venderla como un producto. Tengo que aclarar que no me parece que esto sea malo, siempre y cuando no se pierdan el verdadero significado de la capoeira.
Quiero felicitarlos por que me parece que la informacion que poseen, y de la cual esta hecha la pagina web, es muy valiosa y por lo tanto, dificil de conseguir. 
Esta pagina me ayuda a seguir investigando sobre la capoeira, no como un deporte, sino como una filosofia.

Les deseo suerte,
atentamente,
Daniel Junowicz.

junowicz@arnet.com.ar