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Aconteceu: Ciclo de debates Pró-Capoeira

Ciclo de debates Pró-Capoeira

Em uma parceira da SEMIRA, através da Superintendência da Igualdade Racial, com a Fundação Palmares e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) aconteceu no Centro de Referência da Igualdade (CREI) o ciclo de debates Pró-Capoeira. O intuito do evento foi debater o reconhecimento da profissão do Mestre de Capoeira, sua importância na cultura e economia do país, bem como a salvaguarda e o incentivo a prática da capoeira.

Estiveram presentes o Sr. Alexandro Reis, diretor do Departamento de Proteção ao Patrimônio Afro-Brasileiro da Fundação Cultural Palmares; a Sra. Salma Saddi, Superintendente do IPHAN em Goiás; a Sra. Teresa Maria Cotrim de Paiva Chaves, Coordenadora Geral de Salvaguarda do IPHAN, além de diversos Mestres e Contra-Mestres de Capoeira de todo estado.

O eventou contou, ainda, com a apresentação da Banda Visual Ylê e do Afoxé Onilewá do terreiro Onilewa Azanadô.

 

FONTE

Comunicação Setorial – SEMIRA

Fotos: Valdir Araújo

Ciclo de Debates “Negras Histórias no Sul da Bahia”

CICLO DE DEBATES: NEGRAS HISTÓRIAS NO SUL DA BAHIA convida

Para a Mesa “HISTÓRIAS DE CAPOEIRAS”


Participantes:

Gissele Raline Fernandes Moura

Graduada em História (UESC) e Mestre em História Social (UFBA)

Paulo Andrade Magalhães Filho

Graduado em Comunicação Social (UFMG), Especialista em Educação e Relações Étnico Raciais (UESC) e Mestre em Ciências Sociais (UFBA)

 

Mediadora:

Luiza Reis

Graduada em História (UESC), Mestre e doutoranda em Estudos Étnicos e Africanos (UFBA), Professora Assistente da UESC

O Ciclo de debates Negras Histórias no Sul da Bahia é um projeto do Grupo de Estudos do Atlântico e da Diáspora Africana (GPEADA), aprovado no Programa Prodocência, e articula professores e estudantes de Pós-Graduação egressos da UESC com discentes do curso de História para discutir uma revisão historiográfica sobre a presença negra no sul da Bahia.

Dia 09.07.2012, segunda feira, no auditório Jorge Amado (UESC), às 9:00h

 

Haverá emissão de certificados!

 

Venha discutir conosco!

Aconteceu: 1ª Semana Estadual de Capoeira

A Secretaria de Estado da Cultura, por meio da diretoria de Cidadania Cultural, e a Federação Riograndense de Capoeira realizaram a 1ª Semana Estadual de Capoeira os dias 5, 6 e 7 de agosto. O evento contou com a presença de capoeiristas de todas as regiões do estado que puderam acompanhar debates, palestras e apresentações artísticas na Câmara de Vereadores de Porto Alegre.

As maiores questões debatidas foram referentes às políticas públicas para a capoeira, englobando a regulamentação da profissão de mestre de capoeira e a inserção da atividade nas escolas, através da lei 10639, de 2003, e pelo estatuto da igualdade racial.

Houve também a proposta do tombamento da capoeira como patrimônio cultural gaúcho. O projeto se assemelha ao proposto pelos capoeiristas do Rio de Janeiro, que tiveram o programa cultural aprovado pelo governo carioca.

O presidente da Federação Riograndense de Capoeira, Mestre Gavião, e presidente da Confederação Brasileira de Capoeira, Gersonilton Heleno de Souza, cumprimentaram a iniciativa em conjunto com a Sedac e palestraram sobre o sistema desportivo do Brasil (COB). Além dos debates e palestras, ainda se apresentaram grupos de Jongo e Maculelê, danças de matriz africana.

Foi debatida a criação da Carta de Porto Alegre para os governos estadual e federal, a deputada Manuela Dávila elogiou o movimento social da capoeira. Outra participação importante foi do criador da Lei, deputadoeEstadual Raul Carrion, que parabenizou pela organização e participação de vários capoeiristas do Estado.

De São Sepé, esteve participando no processo da construção, o Contramestre Duda Machado. Ele destaca que o evento foi extremamente positivo, pois possibilitou o intercâmbio com outros colegas e a abertura de caminhos para a busca de recursos para os projetos de Capoeira a serem desenvolvidos em São Sepé.

Cultura negra e diversidade sexual são temas do 9º Ciclo de Debates

Nesta semana, os debates do 15º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo dialogam sobre as relações entre as diversas formas de discriminação, sexualidades e inclusão. O Hip Hop, o breaking e o grafite marcam presença e apresentam a arte como ferramenta de transformação social.

De acordo com o decreto da Organização das Nações Unidas (ONU), que estabeleceu 2011 como o Ano Mundial do Afrodescendente, o Ciclo de Debates do 15º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo discute a relação entre as diversidades racial e sexual. Nos próximos dias 14 (quarta-feira) e 15 (quinta-feira), as duas mesas abordam a problemática da discriminação, machismo e homofobia, além de apresentar um panorama da cultura Hip Hop como ferramenta de inclusão social. As atividades são gratuitas.

“Co-responsabilidade com a juventude negra” é o tema de quarta-feira, que ocorre às 18h30 no Centro de Integração à Cidadania (CIC) Norte, localizado no distrito de Jaçanã. Participam da discussão a militante Chindalena Barbosa, membro da Associação Frida Kahlo, da Articulação Política da Juventude Negra, e das Negras Jovens Feministas; e o coordenador de Relação Internacional da Rede Afro LGBT, Edmilson Medeiros.

Na quinta-feira, às 18h, o Sindicato dos Bancários é o palco do debate “Hip Hop com a boca no trombone”, que abre com a exibição do documentário “Com a Boca no Microfone”, que narra a recente cena de rap gay em ascensão nos Estados Unidos. Na mesa, presença dos militantes Davison Nkosi – do grupo Kilombagem – Valéria Mota e a produtora do projeto Hip Hop Mulher, Tiely Queen. Ao final, os MCs Correia e Dena Hill Hahim se apresentam com o grupo de breaking B.Girls Art’Culando na Praça do Patriarca.

Ambas as atividades integrantes do 9º Ciclo de Debates são promovidas pela APOGLBT, em parceria com a Associação Frida Kahlo e a Articulação Política de Juventudes Negras. Toda a programação conta com o apoio do Grupo ELES o GATTA e o CTA.

Na próxima semana, os debates prosseguem com os temas “Eros e Psique” (segunda-feira, 20) e “Made in Brazil: gata tipo exportação” (terça-feira, 21).

Ano IX

A 9ª edição do Ciclo de Debates vem aprofundar a reflexão acerca do tema proposto para a 15ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo: “Amai-vos uns aos outros: basta de homofobia! – 10 anos da Lei 10.948/01, rumo ao PLC 122/06”. De 6 de junho a 6 de julho, o público confere gratuitamente diversas mesas de discussão, além de seminários, apresentações culturais e lançamentos.

Em diálogo com a atual conjuntura nacional e internacional na esfera dos Direitos Humanos de lésbicas, gays bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), a programação propõe uma reflexão participativa entre os movimentos sociais, sociedade civil, autoridades e os expoentes dos mais diversos campos da intelectualidade.

Entre os assuntos, destaque para o posicionamento do Estado em relação ao fundamentalismo religioso, o papel da espiritualidade na construção das sexualidades e o redimensionamento dos aspectos jurídicos de instituições como família, casamento e os direitos para as minorias definidos através de políticas públicas.

 

Transmissão ao vivo

Resultado de uma parceria inovadora entre a APOGLBT e a Rede BeWEB TV, toda a programação do 9º Ciclo de Debates será transmitida ao vivo e na íntegra pela web. Lançado no último dia 1º, o web canal BeGAY TV faz a cobertura em tempo real das atividades e possibilita a participação de pessoas em todas as partes do mundo.

Para acompanhar, basta acessar o site da BeGAY TV: www.beweb.tv/begay. Os usuários podem ainda fazer comentários e enviar perguntas aos debatedores através do Facebook.

Além do 9º Ciclo de Debates, a programação do 15º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo reúne a 11ª Feira Cultural LGBT (23 de junho, no Vale do Anhangabaú), o 11º Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade (24 de junho, na Academia Paulista de Letras), o 11º Gay Day (25 de junho, no Playcenter) e a 15ª Parada do Orgulho LGBT (26 de junho, na Avenida Paulista).

Confira a programação completa em www.paradasp.org.br. Siga a parada no twitter (twitter.com/paradasp) e curta no Facebook (facebook.com/paradasp).

 

SERVIÇO

9º Ciclo de Debates – 15º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo

De 06 de junho a 06 de julho, diversos horários e locais

Entrada gratuita

Mais informações com Cléo Dumas, pelo telefone (11) 3362-8266 ou pelo e-mail ciclodebates@paradasp.org.br.

 

  • 14 de junho, às 18h30

Co-responsabilidade com a juventude negra

Centro de Integração à Cidadania (CIC) Norte – Rua Ari da Rocha Miranda, nº 36, Jova Rural, Jaçanã

18h30 – Exibição de documentário

19h – Debate

Chindalena Barbosa (Estudante de Pedagogia da FEUSP)

Edmilson Medeiros (Coordenador de Relação Internacional da Rede Afro LGBT)

21h30 – Coffee break

 

  • 15 de junho, às 18h

Hip Hop com a boca no trombone

Sindicato dos Bancários e Financiários – Rua São Bento, nº 365, 19º andar, Centro

18h – Exibição do documentário “Com a boca no microfone”.

18h30 – Debate

Davison Nkosi (Gr

Valéria Mota

Tiely (Coordenadora do Projeto Hip Hop Mulher e produtora cultural)

20h40 – Coffee break

21h – Apresentação dos MCs Correria e Dena Hill Mahin com o grupo de breaking B.Girls Art’Culando

 

Erika Alexandra Balbino

Baobá Comunicação, Cultura e Conteúdo

Rua Porangaba, nº 149, Bosque da Saúde

04136-020 – São Paulo – SP

+55 11 3482-2510 | +55 11 3482-6908

I Fórum de Capoeira do Grande Recife

Temos a honra de convidar a você e seu grupo de capoeira para participar dos debates do I FÓRUM DE CAPOEIRA DO GRANDE RECIFE, evento realizado pelo Laboratório de Patrimônio Cultural da Universidade Federal de Pernambuco sob a Coordenação do Prof. Dr. Frei Tito e a ONG “Respeita Januário”.

Tema: A CAPOEIRA PATRIMONIALIZADA – Desafios e Perspectivas Contemporâneas.

O Evento contará com a presença dos Pesquisadores do IPHAN que realizaram as entrevistas do Inventário da Capoeira em Pernambuco.

Esse importante evento e incentiva a todos a participar e contribuir com ideias para a Salvaguarda e Patrimonialização da Capoeira.

Estamos contando com o sua disponibilidade, esforço e idealismo neste FÓRUM, por se tratar de horário de dias de semana (estudo e trabalho,…).

Participe e contribua com sua opinião para enriquecer os debates.

Pedimos que nossos Capoeiristas Pernambucanos nos ajude a divulgar esse evento na comunidade capoeirística.

Inscrições no Blog: http://lpc-ufpe.blogspot.com

 

Salve Capoeira de Pernambuco Imortal!

 

ONG: UNICALEN

 

I FÓRUM DE CAPOEIRA DO GRANDE RECIFE

Auditório do Centro de Arte e Comunicação/UFPE

DIAS:

03/11/2010 (Quarta-feira) – ABERTURA das 17:30 às 20:30 horas.

04/11/2010 (Quinta-feira) – das 14:00 às 18:00 horas.

05/11/2010 (Sexta-feira) – das 14:00 às 18:00 horas.

Cultura afro é destaque de debates e apresentações

Valorizar a contribuição imprescindível da raça negra na cultura local e difundir a integração social de grupos afros no município. Com este propósito, a cidade festejou a etnia de destaque em todo o país por sua bagagem cultural, comemorando o Dia da Consciência Negra no último sábado.

Engajado às comemorações nacionais alusivas a data, o município de Parnamirim foi palco de manifestações culturais e debates com a realização do Fórum de Música e Cultura Afro, no auditório da Escola Municipal Augusto Severo.

Apresentações culturais exaltando a diversidade criativa da raça negra, além de propostas de valorização de uma etnia que compõe de forma predominante a história da sociedade brasileira, foram foco de debates, em que representantes da comunidade quilombola Moita Verde, secretários municipais, vereadores, integrantes de grupos de capoeira do município e da Bahia estiveram presentes.

Como porta-voz da comunidade Quilombola, Silvana dos Anjos, representante de Moita Verde, revelou entusiasmo pela realização do evento em Parnamirim e aproveitou a oportunidade para solicitar a implantação de uma coordenadoria de igualdade racial. “Tudo que vem sendo feito pela comunidade só mostra que o poder público está realmente ao lado da população negra de Parnamirim, mas ainda é preciso um órgão específico para reivindicar políticas públicas para os negros”, argumentou.

A presidente da Fundação Parnamirim de Cultura, Vandilma Oliveira, como responsável pela promoção do evento afirmou que a prefeitura tem compromissos com a comunidade negra e, por isso, além de apresentações culturais, o fórum promoveu discussão de propostas. “Oferecemos um momento de integração, de extrema relevância para o município. Em que debatemos diversos assuntos que, certamente, irão contribuir para a melhoria de políticas públicas que dignifiquem ainda mais as contribuições da população negra para o desenvolvimento de Parnamirim”, declarou.

A partir da realização do Fórum representantes da Federação de Capoeira do Rio Grande do Norte desenvolveram discussões importantes à classe, como a aprovação da lei que obriga o ensino da cultura afro-brasileira nas escolas, a importância da capoeira na história do Brasil e o reconhecimento da capoeira como patrimônio cultural brasileiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Para o presidente da Federação, mestre Marcos, “Foi um dia de muitas discussões e com um saldo bastante positivo, pois tratamos de temas relevantes e essenciais a tradição e divulgação da capoeira”, declarou.

Durante a solenidade, o prefeito Maurício Marques aproveitou para divulgar a assinatura de um convênio na ordem de R$ 9,1 milhões com o Ministério das Cidades que beneficia Moita Verde. “Esse convênio inclui a regularização fundiária, pavimentação, drenagem e a construção de 130 casas”, informou.

Sobre o pedido de uma coordenadoria de igualdade racial solicitada pela representante da comunidade, o prefeito disse que irá analisar a possibilidade com especial atenção.

Capoeira

A programação do Dia da Consciência Negra no município incluiu apresentações de grupos de capoeira de municípios circunvizinhos como Natal, Macaíba, Extremoz e São José de Mipibu, além da participação de capoeiristas reconhecidos no circuito nacional e internacional que também participaram do Fórum de Música, Dança e Cultura Afro, na Praça da Paz de Deus, realizando apresentações gratuitas.

O professor de capoeira da Fundação Parnamirim de Cultura, Igor, entusiasmado com a repercussão e o sucesso de público do evento, esclareceu que as apresentações dos grupos na praça, embora evidenciadas no Dia da Consciência Negra, são provenientes de um projeto amplamente difundido na região, o “Capoeira Escola Comunidade”, que vem sendo realizado em 10 escolas do município com crianças, adolescentes e grupo de idosos do Parque Industrial. “Esse foi um momento propício para a sociedade parnamirinense conhecer um pouco mais sobre o projeto desenvolvido nas escolas que é motivador para a efetivação da inclusão social”, comentou.

Convidados de destaque, os renomados mestres de capoeira angola, tradicional de Salvador (BA), mestre Ciro (aluno do mestre João Pequeno considerado o mais velho capoeirista vivo do país) e mestre Gildo Alfinete (primeiro capoeirista a levar a capoeira para o exterior) participaram do Fórum, partilhando a arte esportiva que dominam com destreza.

Fonte: Tribuna do Norte – http://tribunadonorte.com.br/

História social da capoeira é abordada na Semana da África

O debate sobre a desmistificação da cultura africana foi destaque na tarde de segunda-feira (11) na programação da Semana de História da África, promovida pela Escola de Governo do Pará (EGPA). Durante a oficina “História Social da Capoeira“, o professor Libano Soares abordou o tema, com o objetivo de desvincular a imagem da capoeira “do ócio”.

“A capoeira faz parte da história do trabalho. E só conhece essa vertente quem a estuda como componente histórico, e não só cultural. Por isso, ao estudar a história da capoeira é possível desmistificá-la da vadiagem, do não trabalho”, ressaltou.

O desafio de desmistificar a cultura africana na sala de aula foi abordado na segunda oficina da tarde, com o tema: “A sala de aula e os desafios do ensino da religiosidade e do sincretismo religioso africano”, ministrada pela professora Anaíza Vergolino.

Ela ressaltou a importância de uma educação antirracista, na qual prevaleça o reconhecimento das diferenças. O tema mobilizou a platéia, composta principalmente por professores da rede estadual de ensino. Para a professora de História Simone Novaes, “é um grande desafio investir nesses cursos de formação que a EGPA promove. Esse debate é, na verdade, uma grande contribuição para a quebra de preconceito”.

Debates na Estação – Nos dias 14 e 15 (quinta e sexta-feiras) serão realizados dois debates, na Estação das Docas, a partir das 18 horas, com entrada franca. “A Lei 10.639/2003 e suas repercussões no ensino e nas políticas de inclusão sóciocultural para negros e negras” e a “História do Negro no Brasil e a África Contemporânea” são temas dos dois debates, que trazem a Belém o professor Berluce Belluci, pró-reitor de graduação da Universidade Cândido Mendes e diretor do Centro de Estudos Afroasiáticos. Há mais de 30 anos ele trabalha como pesquisador de temas africanos, acumulando experiência em vários países do continente, como Moçambique, Angola e Cabo Verde.

O professor Flávio Gomes é outro convidado do evento. Ele integra o programa de pós-graduação em História da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Tem livros, coletâneas e artigos publicados em periódicos nacionais e estrangeiros. Seu trabalho se concentra em temas como Brasil colonial e pós-colonial, escravidão, Amazônia, fronteiras e campesinato negro. Atualmente, desenvolve pesquisas em história comparada do Brasil, América Latina e Caribe.

 

Texto: Ascom/EGPA – http://www.agenciapara.com.br

ACANNE: Na volta que o mundo deu, na volta que o mundo dá…

ACANNE: Associação de Capoeira Angola Navio Negreiro, Apresenta para 2008 o Ciclo de debates, vivências e exibição de vídeos, com intuito de refletir sobre Capoeira Angola, Identidade e Globalização.

"NA VOLTA QUE O MUNDO DEU, NA VOLTA QUE O MUNDO DÁ!"
Ciclo de debates, vivências e exibição de vídeos, com intuito de refletir sobre
Capoeira Angola, Identidade e Globalização.

Apresentação:

Na certeza de que só manterão suas identidades na globalizacao aqueles e aquelas que estiverem em constante permanência com a sua cultura, a ACANNE trabalhará este ano com a idéia de aprofundar conhecimentos sobre o papel da Capoeira Angola, enquanto prática de liberdade contemporânea e guardiã de valores identitários.

Apartir de Março, sempre na última Sexta Feira de cada mês, além da nossa tradicional roda semanal de Capoeira Angola, haverá uma atividade especial que fará parte da programação do projeto: "NA VOLTA QUE O MUNDO DEU, NA VOLTA QUE O MUNDO DÁ"

Local:

ACANNE – Associação de Capoeira Angola Navio Negreiro
Rua do Sodré, 48 – bairro: Dois de Julho – Salvador – Bahia
Fones: (71) 3321-7496 / 3321-1488 / 9148-5999
Maiores informações: mestrerene@yahoo.com
ou visitando nossos sites: www.acanne.com e www.acanne.org

Espero você em nosso Quilombo!!

Um abraço,

Mestre Renê Bittencourt

Limoeiro do Norte: III Encontro Mestres do Mundo

O III Encontro Mestres do Mundo tem início hoje até 2 de setembro, em Limoeiro do Norte
 
As artes do Sagrado, corpo, oralidade, mãos e sons terão ressonância a partir de hoje, quando diferentes culturas e saberes se reunirão mais uma vez para entender, discutir, e – porque não? -revisar conceitos como sobre o que seja “cultura popular”. É quando pede passagem o III Encontro Internacional Mestres do Mundo, de hoje a 2 de setembro, com debates e espetáculos culturais em diversos espaços públicos de Limoeiro do Norte. Mestres da Cultura Popular, intelectuais acadêmicos e populares num mesmo liquidificador. O coquetel de saberes tempera-se, a cada ano, como um dos maiores eventos culturais do Estado.
 
Polêmicas sobre mestres da cultura à parte, o fato é que em toda edição do Encontro todo candidato a mestre da cultura quer estar. Primeiro porque, se for, é sinal de que foi já escolhido mestre, ou, no mínimo, estará em evidência, não só midiática como aos olheiros despretensiosos da comissão que elege os mestres todos os anos. Mas a importância do evento vai além, segue à risca o significado etimológico/antropológico da palavra “encontro”. A exceção fica para o ano passado, quando o “racha” do evento entre Limoeiro do Norte e Russas, dada por membros da produção como “interferência política”, amornou o caldeirão de cultura popular e resultou num verdadeiro “desencontro” dos mestres.
 
Um ano depois, tudo volta a acontecer somente em Limoeiro do Norte. A cidade está pronta, estandes estilizados de taipa receberão as louças de barro da Mestre Lúcia Pequeno, as sandálias de couro de Expedito Seleiro (finalmente com a patente de Mestre), e até os remédios naturais de dona Odete, de Canindé. Os palcos, tablados e mesas redondas estão armados, prontos para quem quer beber cultura sem qualquer moderação. Para dar o tempero “internacional” do evento, a ‘pluri-instrumentalidade’ musical da Tuna Universitária de Madri, Espanha, e a cantora Isa Pereira, de Cabo Verde, que já é figura carimbada de outros eventos patrocinados pelo Ministério da Cultura no País. Entre o Palco Mestre e Palco dos Brincantes, uma apresentação logo após a outra.
 
E a melhor roda já inventada pelo homem – a roda do conhecimento – traz temas como identidades indígena e negra, ciganas, a luta dos movimentos sociais e o futuro das políticas públicas do País – em tempo. Nos debates, tem do antropólogo e estudioso do índio Max Maranhão ao “ser índio” por si próprio, de Luís Caboclo, pajé da Etnia Tremembé. Nas apresentações, grupos culturais de diversas regiões do Estado e representações além-Nordeste, como o “da senzala aos palcos” – famoso Jongo da Serrinha, do Rio de Janeiro -, e o Boi-Bumbá de Belém, Pará. E dá até para imaginar o tamanho da ciranda de roda do meio da praça José Osterne quando o cantor Messias Holanda entoar suas inconfundíveis perólas, como “eu quero me trepar no pé de coco…”. A primeira-dama do samba, a carioca Ivone Lara, também marcará presença.
 
Badalar do sino
 
A programação desta terça começa à noite com o tradicional cortejo dos mestres concentrados na Faculdade de Filosofia Dom Aureliano Matos até o largo da igreja Matriz, esta que chamará a comunidade para a festa da forma mais original – bater dos sinos pelo mestre Getúlio Colares, sineiro de Canindé. No palco principal, a irreverência musical do grupo pernambucano Cordel do Fogo Encantado, comemorando dez anos de estrada. O último dia, domingo, será fechado com ninguém menos que Antônio Nóbrega. Pelas bandas de Limoeiro, os recantos e praças deverão estar abarrotados de gente. Se igual aos eventos anteriores, com tranqüilidade e muita alegria.
 
Serviço:
III Encontro Mestres do Mundo, de hoje até 2 de setembro, em Limoeiro do Norte. Informações: (88) 3423-3120 e (85)3246-9176.
 

Programa de Reflexões e Debates para a Consciência Negra e Palestra: “CAPOEIRA: um jogo de saberes”

PROGRAMA DE REFLEXÕES E DEBATES PARA A CONSCIÊNCIA NEGRA, Uma experiência de aplicação da Lei 10.630/03, Convida para sua homenagem aos 35 anos da instituição do DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA com a palestra:
"CAPOEIRA: um jogo de saberes" 
 
O Programa de Reflexões e Debates para a Consciência Negra terá no próximo dia 21 de novembro, a partir das 19:30 h o Prof. Dr. Luiz Sergio Dias, pesquisador e autor do premiado livro "Quem tem medo da Capoeira?" e o Prof. Paulo Henrique Menezes da Silva, Mestre Paulão, Presidente da Liga de Capoeira do Estado do Rio de Janeiro, fazendo a palestra "CAPOEIRA: um jogo de saberes" no Colégio Estadual Professor Sousa da Silveira, no bairro de Quintino – Zona Norte do Rio de Janeiro.
 
O Jornalista Mano Lima, de Brasília, estará presente no debate e participa, ainda, de uma série de eventos no Rio de Janeiro. Durante a palestra, o jornalista fará em primeira mão o lançamento do DICIONÁRIO DE CAPOEIRA com um preço especial para nosso público.
 
A história da Capoeira funde-se com a própria história do Brasil, surgiu da luta do negro escravo pela liberdade, escapando do cativeiro, enfrentando a recaptura, abrindo caminho para continuar vivo e livre, assim sistematizou-se como genuína arte marcial brasileira.
 
A Capoeira é reconhecida pela sua efetividade como luta e pela sua autenticidade cultural: é balé, é arte circense, é dança de rua, é ginástica, é canto, é jogo e é ginga, está entre as grandes contribuições do Brasil ao imaginário do mundo, sendo praticada em cento e cinqüenta países da Europa, África, Ásia, Oriente Médio e Américas. A Capoeira aparece para o mundo como uma das mais nobres representações culturais brasileiras.
 
A Capoeira ajuda na superação dos limites do corpo e da mente, na renovação de energias, na criação do espírito coletivo de camaradagem pelas artes, manhas e artimanhas do seu jogo, uma realidade que já conta com o aval de instituições de educação como o UNICEF, que referenda trabalhos de capoeiristas brasileiros em vários países com crianças e adolescentes em áreas de risco social, com despatriados e vítimas de mazelas de guerras. Não há dúvidas que a Capoeira é instrumento de socialização e de resocialização em vários níveis.
 
O Prof. Luiz Sergio Dias, Mestre Paulão e o Programa de Reflexões e Debates para a Consciência Negra, encontram-se pela prática do permanente diálogo entre os valores do saber popular com os conhecimentos técnicos e acadêmicos, e unem-se na proposta de aplicar a Capoeira além da prática corporal, trazendo-a para a análise crítica da nossa sociedade e história e para o ensino de disciplinas como: educação artística, música, física, geometria, língua portuguesa, história, e ainda, história africana e cultura afro brasileira, além de trabalhar, ética, sociabilidade, respeito, desinibição e disciplina.
 
P.S: O Jornalista Mano Lima, autor do Dicionário de Capoeira, estará no RJ, de 21 a 25/11, participando de eventos no Rio de Janeiro referentes a Semana de Consciência Negra, divulgando e autografando a obra  DICIONÁRIO DE CAPOEIRA desua autoria.
 
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21/11 – 19 horas
Palestra "Capoeira: o jogo de saberes", promovida pelo Programa de Reflexões e Debates para a Consciência Negra, com a participação do Prof. Dr. Luiz Sergio Dias, pesquisador e autor do premiado livro "Quem tem medo da Capoeira?" e o Prof. Paulo Henrique Menezes da Silva, Mestre Paulão, Presidente da Liga de Capoeira do Estado do Rio de Janeiro
Local: Colégio Estadual Professor Sousa da Silveira, no bairro de Quintino, R. Amália s/n, Zona Norte
 

22/11 – 18 horas
Debate "Zumbi Vive: a internalização da consciência social pela educação"
Local: Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ (campus Praia Vermelha), Av. Pasteur 250, 2º andar – Urca
 
23 /11 – 11 horas
V Ciclo de Palestras de Capoeira da UFRJ, sob o tema "Pedagogia do esporte: refletindo sobre a capoeira"
Local: Campus da UFRJ
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Colégio Estadual Professor Sousa da Silveira
 
Coordenação: Profa. Carla Lopes
 
R. Amália s/n – Quintino Bocaiúva
Rio de Janeiro – R.J
CEP: 21380-400
Tel.: 2595-6209 (das 19h às 22h)
Cel:(21) 9649-5961 
e-mail: programa.rdcn@gmail.com