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Capoeira como Atividade de Reabilitação nos Presídios

Faltam mais de 250 mil vagas para presos no Brasil

Esse problema não é exclusivo de penitenciárias. Muitas delegacias também sofrem com a falta de espaço e o excesso de presos

A segunda parte da série Prisões Brasileiras – Um Retrato sem Retoques, do Repórter Brasil, da TV Brasil, mostra hoje (25) um grande número de pessoas em espaços muito pequenos. A superpopulação carcerária é um problema encontrado em todo o país. De acordo com o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), do Ministério da Justiça, o déficit de vagas no sistema penitenciário brasileiro chega a 256 mil.

Fábio Sá e Silva, pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), explica que não é tarefa simples conseguir novas vagas para detentos no Brasil. Além do alto custo, é necessário enfrentar a rejeição da sociedade. “As cidades não querem receber presídios. Elas se mobilizam contra, os cidadãos pedem audiências públicas para rejeitar o projeto, o Ministério Público entra com Ação Civil para que não seja construído o presídio”. De acordo com Douglas Martins, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), abrir uma vaga no sistema prisional custa em torno de R$ 40 mil.

Esse problema não é exclusivo de penitenciárias. Muitas delegacias também sofrem com a falta de espaço e o excesso de presos. No Paraná, por exemplo, as delegacias abrigam 10.600 pessoas em  4.400 vagas. Curiosamente, sobram cerca de mil vagas nos presídios do estado.

Uma das sugestões para desafogar os presídios é rever a punição de alguns crimes como, por exemplo, o uso de drogas. A subprocuradora-geral da República, Ela Wiecko, defende essa alternativa. “Todo mundo pratica crimes, mesmo pequenos, em algum momento da vida. Ninguém pode dizer ‘eu nunca cometi’ alguma coisa que, lá no Código Penal, não conste como crime ou tenha constado. Um exemplo é o adultério, que estava no Código algum tempo atrás”.

Atualmente, a remissão da pena é uma das formas de tirar o preso da cadeia antes do tempo. Condenados trabalham ou estudam enquanto reduzem dias de suas penas. “O colégio está me fornecendo remissão de pena. É como se eu fosse estudar dois dias e ganhar um. Um dia fora desse lugar é muito bom”, diz um detento do presídio Juiz Antônio Luiz Lins de Barros, no Recife.

Já o ex-dançarino Marcelo Andrade aprendeu a jogar capoeira na prisão e hoje dá aula para outros detentos. “Esses presos aqui poderiam estar trocando faca, fazendo rebelião, tentativa de fuga, matando outro, se destruindo nas drogas. Mas hoje estão aqui comigo, jogando capoeira”.

Amanhã (26), a série Prisões Brasileiras – Um Retrato sem Retoques vai mostrar outros problemas que provocam a superlotação dos presídios, bem como as alternativas usadas para diminuir o problema. A série vai ao ar no Repórter Brasil, às 21h.

Jornalista lança livros de capoeira no Museu Capixaba

Uma das obras instrumentaliza a capoeira na luta contra as drogas. Outra obra conta em 4 idiomas a história da capoeira no Brasil

O jornalista e mestre em Educação Mano Lima lança no dia 22 de janeiro, a partir das dezoito horas, no Museu Capixaba, o livro SEJA UM CRAQUE SEM PEDRA (a capoeira que dá rasteira nas drogas).

O evento é uma promoção da Federação de Capoeira do Espírito Santo, com o apoio da prefeitura municipal de Vitória.

Mano Lima é historiador e autor de outros livros, como o DICIONÁRIO DE CAPOEIRA, A GINGA DOS MAIS VIVIDOS (capoeira na terceira idade) e e “EU, VOCÊ E A CAPOEIRA”, que conta a historia da escravidao no Brasil e da capoeira, e foi editado em português, inglês, francês e espanhol.

Os livros do escritor já foram lançados em três continentes (Europa, Asisa e América) e em paises como Espanha, Holanda, Alemanha, Belgica, França, Portugal, Paraguai e Cabo Verde.

Além de escritor, o autor é diretor de jornalismo da TV Portal Capoeira e colaborador no mesmo site.

 

Serviço: O escritor está à disposição de outros grupos de capoeira para dar palestras e fazer o lançamento do seu livro. Para receber o livro, via correio, ou convidar o escritor para eventos de capoeira, no Brasil, ou exterior, os interessados podem fazer contato direto com o mesmo, nos telefones (61) 8101 0915 e (61) 9190 4256, ou no e-mail dicionariocapoeira@gmail.com.

Aguardo seu contato.
MANO LIMA    Jornalista(61) 9190 4256      OI (61) 8101 0915      TIM(27)30192707

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Buriti dos Montes: Profeesor de Capoeira realiza Palestra Sobre Drogas

O Professor de Capoeira Décio, realizou Neste último dia 07/11 uma palestra não só com os alunos da capoeira, como também alguns alunos das unidades de ensino do município, houve explicações sobre o uso indevido das drogas, suas conseqüências ao usar e seus efeitos com o uso excessivo de tais substancias. Assim mostrando para cada criança e adolescente os perigos dessa epidemia que tanto esta acabando com nossa juventude. “Esse trabalho foi simples mais muito gratificante, pois o conhecimento desde cedo sobre tal assunto é proveitoso para um futuro próximo, e nisso nossos jovens possam saber e jamais ingressar neste mundo sombrio.” Disse o professor.

 

Fonte: http://180graus.com

Natal: Punido pelo preconceito

Conheça a história de um inocente que viveu mais de 2 anos atrás das grades

Ser negro, tatuado, pobre, sem estudo e ainda professor de capoeira. Valdécio de Oliveira Soares, 34 anos, acredita que foram essas características que o levaram a ficar preso por dois anos, três meses e 28 oito dias por um crime que não cometeu. Acusado de ter matado um amigo, Erivan de Paiva Justino, 34, em janeiro de 2010, ele foi inocentado em um júri realizado em 19 de julho deste ano por falta de provas. Solto desde então, ele lembra com tristeza dos momentos de desespero e sofrimento na cadeia, pagando por um crime que não cometera, sentindo saudades da família e de amigos. No entanto, ele também compartilha o gosto da liberdade de fazer coisas simples como tocar um berimbau ou mesmo comer pão com ovo quando bem entender.

Valdécio Soares foi detido em Bom Jesus, onde mora, em 29 de abril de 2010 durante a chamada “Operação Sentinela”, deflagrada pela Polícia Civil com objetivo de cumprir mandados de prisão contra pessoas acusadas de crimes diversos, principalmente homicídio. O professor de capoeira foi apontado como o principal suspeito na morte de Erivan Justino, que fora encontrado morto e com o corpo carbonizado às margens da BR 226, no município de Bom Jesus, em 26 de janeiro daquele mesmo ano. A vítima estava desaparecida desde o dia 4 daquele mês, depois de ter saído da casa de Valdécio.

Ele conta que no dia em que Erivan desaparecera, esse teria ido à sua casa para beber, juntamente com outro amigo, Elias. Enquanto bebiam, Erivan teria pedido para tirar a calça, por estar com calor e estar vestindo uma bermuda por baixo. “Eu disse que ele podia ficar à vontade. Ele tirou a calça e me pediu para guardar”. Por volta das 11h, Erivan disse para Valdécio que precisava sair para sacar um dinheiro da conta e chamou o professor de capoeira e o outro colega para irem junto. “Mas eu disse que não iria, que ele podia ir só”. Desde então, Valdécio não viu mais o amigo.

O advogado do capoeirista, Lázaro Amaro, explica que o delegado Frank Albuquerque, que à época conduziu as investigações, teria entendido que Erivan teria comprado droga ao seu cliente e não pagou, por isso foi executado. “A mãe da vítima revelou à Polícia que o filho era dependente químico de crack. Ela contou ainda que Erivan deixou uma calça na casa de Valdécio e, no mesmo dia, tentou sacar dinheiro da conta. Isso é o que tinha de concreto nas provas e que levou à presunção do crime. Associaram o fato do meu cliente ser negro, tatuado e capoeirista com a possibilidade de ser traficante, porque o delegado ouviu dizer que ele vendia drogas. Porém, não encontrou uma pessoa que confirmasse isso”.

 

Falta de provas

Preso por mais de dois anos e finalmente levado a júri popular, Valdécio Soares foi inocentado exatamente por falta de provas contra si. “Apresentaram uma testemunha, funcionário de uma farmácia na qual Valdécio fora tirar uma cópia da identidade a pedido da Polícia, acompanhado do amigo Elias. Essa pessoa disse que teria ouvido, na ocasião, meu cliente dizer para o amigo que tinha ido à lotérica comErivan para retirar o dinheiro. Porém, depois de se contradizer duas vezes, ele negou essa versão”, conta o advogado do capoeirista.

O defensor de Valdécio ressalta ainda que sequer existia a confirmação de que Erivan tinha sido assassinado. “O laudo do Itep (Instituto Técnico-Científico de Polícia) não conseguiu apontar a causa da morte. O corpo foi simplesmente encontrado carbonizado junto a uma plantação. Houve, inclusive, um boato que o fogo foi ateado por agricultores para preparar a terra. O que pode ter acontecido é que o rapaz teria consumido drogas, ficado desacordado e não escapou do incêndio”. Com a falta de provas, durante as alegações finais, a própria promotoria pediu pela absolvição do réu.

 

Indenização

Livre desde o julgamento, o mestre de capoeira ainda está avaliando a possibilidade de entrar com uma ação contra do Estado pedindo indenização pelo tempo que passara preso. “A gente tem que correr atrás do nosso direito. Não posso deixar isso de lado depois de tanta injustiça que sofri. Isso vai ficar de exemplo para muito outros que passam pela mesma coisa em nosso país”.

 

Momento da prisão

Valdécio lembra com bastante dor o momento de sua prisão. “Eu ainda estava dormindo, ao lado de minha namorada. Escutei um barulho fora da casa e me levantei para ver o que era. Quando abri a porta, um policial apontou uma arma para mim, perguntando se eu era Valdécio. Respondi que sim e ele disse que eu estava preso. Para mim, foi terrível o momento, pois fui colocado de joelho e algemado de frente ao espaço onde dava aula de capoeira, lugar que eu considero sagrado”. Depois de detido, ele passou por três unidades prisionais: primeiro no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Macaíba, em seguida para o Centro de Triagem de Pirangi, depois o Presídio Estadual de Parnamirim e retornou para o CDP de Macaíba.

 

Entrevista Delegado Frank Albuquerque: “A Justiça fez a parte dela”

O delegado Frank Albuquerque chefiava a delegacia de Macaíba à época do crime e respondia pela cidade de Bom Jesus. Foi ele quem conduziu as investigações que levaram ao indiciamento de Valdécio Soares por homicídio. E explica como chegou à conclusão de que o capoeirista teria matado Erivan Justino, mas comenta apenas que a justiça fez a parte dela.

Ao final do processo, Valdécio Soares foi inocentado das acusações. A pergunta que fica é se havia no processo provas robustas que pudessem incriminar o mestre de capoeira. O que o fez indiciá-lo pelo crime?

Havia provas testemunhais e técnicas. Tudo foi feito dentro da legalidade. Tanto que o juiz mandou prendê-lo e a prisão se sustentou até o final do processo. O que foi feito se baseou no que a mãe da vítima nos revelou, ou seja, de que Erivan fora a casa de Valdécio e desapareceu em seguida. O rapaz era dependente químico, mas não havia nenhuma outra pessoa interessada na sua morte. A mãe do rapaz ouviu dizer que o acusado vendia drogas. Acreditamos que a vítima tenha ido comprar droga ao acusado e deixou a calça como garantia de pagamento. Como não pagou, acabou sendo assassinado.

Mas a suspeita de que ele vendia drogas não foi comprovada. Você não conseguiu achar uma testemunha que confirmasse que Valdécio Soares era traficante?

Sabemos que, em geral, um traficante é uma pessoa perigosa e intimidaa comunidade que está a seu redor. Quem vai aparecer para confirmar que alguém vende drogas, correndo o risco de ser morto? Só a família da vítima, que está interessada em justiça.

Você ainda acredita que Valdécio seja culpado pelo crime, mesmo após sua absolvição?

Se ele foi absolvido, não posso ir de encontro a uma decisão judicial. A Justiça fez a parte dela, assim como eu sei que a Polícia também fez a sua. 

Estado perverso e injusto

O presidente do Conselho Estadual de Direitos Humanos, Marcos Dionísio, declara que o caso de Valdécio Soares demonstra bem as consequências de se ter uma Polícia desestruturada. “Um caso assim mostra que quando o Estado é ausente, ele se torna perverso. A incapacidade das polícias brasileiras em dar conta das investigações de homicídios no pais de maneira satisfatória gera injustiças como essa”.

Marcos Dionísio acredita que foi o fato de Valdécio Soares ser pobre que o levou a ficar preso por tanto tempo injustamente. “Se dermos uma olhada para a população carcerária, veremos que a grande maioria é de gente assim. É praticamente inexistente a presença de ricos na cadeia, pois esses têm condições de ter uma assessoria jurídica eficaz que possa tirá-los da prisão. Já os desfavorecidos têm de contar com a defesa dada pelo Estado, muitas vezes ineficiente”.

 

Paulo de Sousa
jpaulosousa.rn@dabr.com.br

ENAFEC 2012

PARA CONHECIMENTO DE TODOS:

“A capoeira é uma manifestação cultural brasileira que reúne características muito distintas: trata-se de uma mistura de arte-luta praticada ao som de instrumentos musicais como o berimbau, o pandeiro e o atabaque. Para incentivar a prática entre as mulheres, será promovido o 4º Encontro Alagoano Feminino de Capoeira (4º ENAFEC).

A iniciativa está previsto nos dias 25 e 26/08/2012, (sábado e domingo, das 07h00 as 18h00), atendendo um público alvo de jovens e adultos de ambos os sexos que praticam ou que tenham interesse em praticar esta arte. A prática da capoeira ainda é pouco difundida no Estado entre as mulheres e encontramos resistência em praticá-la, desconhecendo que a atividade pode ser uma alternativa eficaz na melhoria das condições gerais do indivíduo.

A capoeira é uma pratica que pode, ainda, contribuir para a auto-estima e formação do caráter e da personalidade de quem a realiza. A capoeira traz benefícios na área da saúde, já que ela representa uma forte aliada no controle social quanto à recuperação de usuários de drogas, alcoolismo e portadores de transtornos mentais.

Diante destes benefícios, podemos afirmar que a sua prática realmente se constitui em uma política de saúde pública, pois somente por meio de uma prática cultural e física, é possível sanar vários problemas, podendo ser empregada para resgatar àqueles que já estão doentes, evitando que jovens e crianças enveredem pelo caminho das drogas”

Mauricio Alves Pastor

Campo Grande: Passando uma rasteira nas drogas

Com o objetivo de usar o esporte como arma contra as drogas e a violência, foi realizado no último final de semana em Campo Grande o 4º Encontro de Capoeira – Passando uma rasteira nas drogas. O evento teve o apoio do Governo do Estado de Mato Grosso do Sul através da Fundesporte.

Cerca de 100 atletas de Campo Grande e interior do Estado participaram do encontro que promoveu aulas de capoeira, palestras de conscientização sobre drogas e violência, curso de primeiros socorros e um torneio infantil, juvenil e adulto da modalidade.

O diretor-presidente da Fundesporte, Flavio Britto, elogiou o trabalho dos organizadores do evento e ressaltou que o esporte é a maneira mais rápida e barata de afastar nossos jovens do perigo das drogas.

Grupos de Capoeira irão lançar projeto de prevenção as drogas

Aconteceu oficialmene na sexta feira, 16 de Dezembro, o lançamento do Projeto “Sou craque na Capoeira e nas Drogas dou rasteira”. O evento contou com o apoio da Câmara Municipal de Fortaleza e foi realizado na Praça do Ferreira.

O Presidente da Câmara Municipal de Fortaleza, Vereador Acrísio Sena – (PT/CE), destacou a importâncias dos grupos de Capoeira em somar neste momento, ao programa nacional lançado pela a Presidenta Dilma Rusself, que visa combater os traficantes e ressocializar os dependentes químicos, e que com isso, a capoeira terá uma participação muito grande nesta ação, tanto no aspecto saúde, esporte e bem estar de qualidade de vida.

Os grupos participantes passarão por um processo de capacitação com profissionais da área, para melhor ter domínio no tema em questão e poder ajudar direto e indiretamente. Além disso, será confeccionado informativos para distribuição em pontos estratégicos de nossa cidade, no intuito de alertar e melhor explicar como identificar um usuário de droga, já que muitos dos casos registrados acontecem dentro de casa e não sabemos quais os sintomas para identificá-los.

Na pauta da programação, está prevista uma audiência publica em conjunto, Câmara Municipal de Fortaleza e a Assembléia Legislativa do Estado do Ceará, onde será debatido o papel da Capoeira na Prevenção as drogas e da violência no nosso Estado, requerimento de autoria do Deputado Roberto Mesquita – (PV/CE), por iniciativa do Vereador Iraguassú Teixeira – (PTD/CE).

A intenção é dar continuidade neste projeto até 2016, uma vez que, não iremos combater as drogas e a criminalidade de uma hora para outra, não é este o objetivo do projeto, o País foi contemplado com 02 (dois) grandes eventos esportivos mundiais, a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016; ate a realização destes grandes acontecimentos, muito teremos que fazer neste sentido; é o que afirma Mestre Gerson do Valle, idealizador do Projeto.

 

Maiores informações:

Mestre Gerson do Valle – 085. 8754.2803 Oi, 9954.8989 TIM, 8107.6104 Vivo e 9204.2624

Email: mestregerson@yahoo.com.br

Blog: HTTP//:www.gersondovalleoreporter.blogspot.com

http//:www.ciaterreirocapoeiradoceará.blogspot.com

 

Equipe: Juntos vamos dar uma rasteira nas drogas. Terreiro Capoeira, ACAS, Legião Brasileira, Grupo Zumbi, Associação Palmares, Marabaiano, Benção Capoeira, Grupo Muzenza, Viver Capoeira, União Capoeira, Capoeira Brasil, Nação Capoeira, Berimbau de Prata, Capoeira Luz Viva, Nação Negra e Equipe Capoeira.

 

(*) Foto: Presidente Acrísio Sena, Mestre Prainha – Presidente em exercício da Federação Cearense de Capoeira e Vereador Iraguassú Teixeira

Assembléia Legislativa vai debater o papel da Capoeira na prevenção as drogas e da violência no Ceará

Com o objetivo de debater a capoeira como ferramenta de inclusão social, o Deputado Roberto Mesquita PV/CE, entrou com requerimento junto às comissões de cultura e esporte, presidida pelo Deputado Ferreira Aragão PDT/CE e a de defesa social, que tem na presidência em exercício o Deputado Sergio Aguiar, a solicitação é uma iniciativa do Vereador Iraguassú Teixeira PDT/CE da Câmara Municipal de Fortaleza, que juntos irão promover audiência publica para discutir o papel da capoeira no enfrentamento as drogas e outras violências no Ceará.


“O esporte em geral, em especificidade a capoeira, desempenha um papel importante na prevenção das drogas e da violência. A capoeira é uma manifestação que faz parte do patrimônio cultural brasileiro, sendo importante toda forma de incentivo dos seus praticantes para o fortalecimento das ações sociais por eles desempenhadas. A realização deste debate vai estreitar os laços entre parceiros que atuam diariamente no combate a estes males”; esta foi à justificativa apresentada pelo Deputado Roberto Mesquita.

A audiência Publica faz parte do circuito 41 anos de Capoeira no Ceará, que será realizado de 14 a 18 de Dezembro, e que tem como tema: Sou Craque na Capoeira e nas Drogas dou Rasteira, a organização do evento, é da Associação Terreiro Capoeira do Ceará, que tem como Mestre da entidade e idealizador do projeto, o jornalista Gerson do Valle.

Fazem ainda parte deste trabalho os seguintes grupos com seus respectivos Mestres e Conta Mestres: Terreiro Capoeira, Mestre Gerson do Valle, Cordão de Ouro, Mestra Paulinha, ACAS, Mestre Simpatia, Legião Brasileira, Mestre Zebrinha, Zumbi, Mestre Wlisses, Palmares, Mestre João Baiano, Marabaiano, Mestre Jair, Benção Capoeira, Mestres Bebezão e Prainha, Muzenza, Mestres Adriano e Adrianisio, Viver Capoeira, Mestre Índio, União Capoeira, Mestre Marrom, Capoeira Brasil, Mestre Kim, Nação Capoeira, Mestre Baleia, Berimbau de Prata, Mestre Zé Ivan, Capoeira Luz Viva, Mestre Aramola, Nação Negra, Mestre Humberto, Equipe Capoeira, Contra Mestre Piolho e CCAPbrasil, Dra Célia Leite.

Mestre Gerson do Valle explica que o evento não se resumira apenas nos dias em que o mesmo esta programado, a intenção é dar continuidade neste projeto para anos vindouros, uma vez que, não iremos combater as drogas e criminalidade de uma hora para outra, e não é esta a intenção do projeto. O mesmo ainda lembra que o País foi contemplado com 02 (dois) grandes eventos esportivos, a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016; e que ate a realização destes grandes acontecimentos esportivos mundiais no Brasil, muito teremos que fazer neste sentido.

Em todo o Brasil, mais especialmente em nosso Estado, as drogas têm proliferado de uma maneira assustadora, levando muitos dos nossos jovens ao seu consumo e a morte; porem a Capoeira como instrumento disciplinador vem ocupando espaço de destaque nesse contexto, oferecendo contribuições significativas através de seus educadores, afirma o Mestre.

Segundo o IBGE, 62% da população cearense vivem abaixo da linha da pobreza, em contraste com uma desigual concentração de renda nas mãos de uma minoria. O desemprego atinge 200 mil pessoas, principalmente os jovens. O consumo do “crack” droga altamente nociva e com capacidade veloz de degradação humana tem crescido de forma assustadora entre a juventude, soma-se a isso o fato de Fortaleza conviver com mais de 700 favelas, a maioria sem previsão de políticas publicas de educação, cultura ou lazer, medidas estas, que poderiam contribuir para amenizar sensivelmente o devastador quadro social que vem sendo pintado diariamente.

A Capoeira é sem sobra de duvidas na atualidade uma das maiores ferramenta de inclusão social no combate as drogas no nosso País, se não vejamos: como produto da cultura popular e esporte, podem e devem contribuir para reverter esse quadro e favorecer a aproximação das pessoas, valorizando-as pelo que são, em essência, e não pelas suas condições sociais e materiais. Contribui também, para a construção de espaços democráticos, onde todos tenham direitos e oportunidades iguais, para a compreensão das relações entre passado, presente e futuro; e, sobretudo, para despertar a consciência política e a capacidade de afirmação da cidadania e dos direitos humanos fundamentais; e ainda atua como complemento na renda familiar, uma vez que a Capoeira também é reconhecida como atividade profissional, pelo código brasileiro de ocupação – CBO.

Estes serão alguns dos pontos a serem debatidos nesta audiência publica na Assembléia legislativa do Ceará, a qual ainda não tem data marcada, mas que certamente servirá de alerta para que juntos venhamos a dar uma rasteira nas drogas.
Maiores informações de como participar na construção e no apoio a este projeto:

Mestre Gerson do Valle
085. 9954.8989 TIM – 8754.2803 OI – 9204.2624 CLARO – 8107.6104 VIVO

Capoeiristas Cearenses unidos para dar uma rasteira nas drogas

“Aprender para ensinar e ensinar a aprender”

Usada como ferramenta de inclusão social, a capoeira pode inibir uma das grandes preocupações que envolvem hoje a nossa juventude; as drogas. O consumo de drogas no País é muito grande e não há como combater, chega-se cogitar a liberação da mesma no Brasil, assim como ocorre em alguns Países de primeiro mundo.Enquanto nossas autoridades não chegam ao um denominador, Grupos de Capoeirano estado do Ceará resolvem realizar o projeto denominado: “Sou craque na Capoeirae nas drogas dou rasteiras”, equipe: “Juntos vamos dar uma rasteira nas drogas”.

O evento esta programado para ser realizado no mês de dezembro do corrente ano, mas os grupos já estão mobilizados em busca de apoio e patrocínio.
O projeto esta constituído por 17 Grupos de Capoeira da Capital e no Estado do Ceará, onde os mesmos pretendem mostrar a Capoeira como ferramenta de inclusão no combate as drogas, principalmente contra crack, uma droga avassaladora que vemdestruindo não só os nossos jovens, como também, muitas famílias.
Para somar nesta empreitada a equipe denominada de “Juntos vamos dar umarasteira nas drogas”, irá elaborar uma serie de atividades: palestras, doação de sangue, apresentações em terminais, praias, aulas e oficinas de Capoeira, audiências Publicas na Câmara Municipal e Assembléia Legislativa.

A Capoeira é sem sobra de duvidas na atualidade uma das maiores ferramenta deinclusão social no combate as drogas no nosso País, se não vejamos; como produtoda cultura popular e esporte, podem e devem contribuir para reverter esse quadro efavorecer a aproximação das pessoas, valorizando-as pelo que são, em essência, enão pelas suas condições sociais e materiais. Contribui também, para a construçãode espaços democráticos, onde todos tenham direitos e oportunidades iguais; para a compreensão das relações entre passado, presente e futuro; e, sobretudo, paradespertar a consciência política e a capacidade de afirmação da cidadania e dos direitos humanos fundamentais.

Fortaleza é o epicentro de onde surgiram personagens fundamentais, que contribuíram para a formação da capoeira no Ceará. Este processo de construção começou no início da década de 1970, a capoeira antes marginalizada e criminalizada; hoje conta com cerca de 100 mil praticantes em todo o Estado. Porém, para que essas conquistas possam seguir adiante, é necessário que se discuta políticas públicas voltadas exclusivamente para a capoeira. Afinal, são 41 anos de serviços prestados, formando cidadãos, promovendo a inclusão social e afastando os jovens doenvolvimento em atividades ilícitas.

Segundo o IBGE, 62% da população cearense vivem abaixo da linha da pobreza,em contraste com uma desigual concentração de renda nas mãos de uma minoria. O desemprego atinge 200 mil pessoas, principalmente os jovens. O consumo do crack, droga altamente nociva e com capacidade veloz de degradação humana tem crescidode forma assustadora entre a juventude, soma-se a isso o fato de Fortaleza conviver com mais de 700 favelas, a maioria sem previsão de políticas publicas de educação, cultura ou lazer, medidas estas, que poderiam contribuir para amenizar sensivelmente o devastador quadro social que vem sendo pintado diariamente.

São partes integrantes para concretização deste projeto os seguintes Grupos com seus respectivos Mestres e Contra Mestres: Terreiro Capoeira, Mestre Gerson do Valle, Cordão de Ouro, Mestra Paulinha, ACAS, Mestre Simpatia, Legião Brasileira, Mestre Zebrinha, Zumbi, Mestre Wlisses, Palmares, Mestre João Baiano, Marabaiano, Mestre Jair, Benção Capoeira, Mestre Bebezão e Prainha, Muzenza, Mestre Adriano, Viver Capoeira, Mestre Indio, União Capoeira, Mestre Marrom, Capoeira Brasil, Mestre Kim, Nação Capoeira, Mestre Baleia, Berimbau de Prata, Mestre Zé Ivan, São Salvador, Mestre Aramola, Nação Negra, Mestre Humberto e Equipe Capoeira, Contra Mestre Piolho.

Em todo o Brasil, mais especialmente em nosso Estado, as drogas têm proliferado de uma maneira assustadora, levando muitos dos nossos jovens ao seu consumo ea morte; porem a Capoeira como instrumento disciplinador vem ocupando espaço dedestaque nesse contexto e oferecendo contribuições significativas através de seus educadores.

Nosso lema: “Aprender para ensinar e ensinar a aprender”, capacitando aindamais os educadores, mestres e professores em capoeira, para que possam prestarserviços eficientes, de alta qualidade e contribuir de maneira efetiva com o processo cultural local, favorecendo, entre outras coisas, a inclusão social, o combate à evasão escolar e a prevenção do envolvimento dos jovens em atividades ilícitas. Desta formaconclamamos a todos para: “JUNTOS DARMOS UMA RASTEIRA NAS DROGAS”. Finaliza Mestre Gerson do Valle, idealizador do Projeto.

Maiores informações de como participar na construção e no apoio a este projeto:

Mestre Gerson do Valle
085. 9954.8989 TIM – 8754.2803 OI – 9204.2624 CLARO – 8107.6104 VIVO
E-mail: mestregerson@yahoo.com.br

Encontro incentiva a prática de capoeira feminina

A capoeira é uma manifestação cultural brasileira que reúne características muito distintas e representa uma mistura de arte e luta

Por representar uma ação de promoção à saúde, a capoeira vem sendo praticada em Alagoas por mulheres e, durante o último final de semana, foi tema do III Encontro Alagoano Feminino de Capoeira (Enafec).

O evento, que foi realizado no Serviço Social do Comércio (Sesc), em Maceió, contou com crianças e jovens carentes e foi patrocinado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), já que a prática de esportes representa uma ação de saúde preventiva.

Isso porque, de acordo com o técnico da Sesau, Maurício Alves Pastor, a capoeira é uma manifestação cultural brasileira que reúne características muito distintas e representa uma mistura de arte e luta. Ela tem o poder de desenvolver as pessoas, seja no âmbito psicológico, social e físico, além de contribuir para gerar o bem estar para quem a pratica.

“A prática da capoeira ainda é pouco difundida no Estado, diante da marginalização que ela é trabalhada e, por isso, as mulheres encontram resistência em praticá-la, desconhecendo que a atividade pode ser uma alternativa eficaz na melhoria das condições gerais do indivíduo. A capoeira é uma pratica que pode, ainda, contribuir para a auto-estima e formação do caráter e da personalidade de quem a realiza”, ressalta Maurício Pastor.

Recuperação social – E ainda de acordo com o técnico da Sesau, a capoeira também representa uma forte aliada no controle social quanto à recuperação de usuários de drogas, alcoolismo e portadores de transtornos mentais.

“Diante destes benefícios, podemos afirmar que a sua prática realmente se constitui em uma política de saúde pública, pois somente por meio de uma prática cultural e física, é possível sanar problemas que apenas seriam solucionados em instituições de saúde, a exemplo de hospitais psiquiátricos”, evidenciou o técnico.

No campo da promoção da saúde, ainda segundo Maurício Pastor, a capoeira pode ser empregada para resgatar àqueles que já estão doentes, evitando que jovens e crianças enveredem pelo caminho das drogas. As últimas edições do Enafec ocorreram em 2009 e 2010, no Sesc Poço, em Maceió.

 

Fonte: Ascom

http://www.saude.al.gov.br/