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Olinda: Terceira Mostra Municipal de Turismo Sustentável

Olinda discute turismo, cultura e economia durante mostra sustentável

De hoje (26) até o próximo sábado (29), Olinda vai sediar a Terceira Mostra Municipal de Turismo Sustentável, que vai contar com representantes da cadeia produtiva turística local, nacional e internacional. O encontro vai discutir temas como diversidade cultural, economia solidária, criatividade e participação por meio de seminários, palestras, oficinas, feiras e apresentações culturais. 

A abertura oficial acontece no Mercado da Ribeira, com o lançamento do Mapa de Turismo Sustentável e do portal web “Turismo da Gente”, onde os turistas e interessados nesse segmento poderão encontrar informações sobre as diversas manifestações da cultura local, sejam elas nos formato artístico-culturais, empreendimentos comunitários e/ou serviços turísticos. O primeiro dia de atividades será encerrado por diversos artistas da rede, apresentando a dança do frevo, capoeira, maracatu e coco, estilos representativos da cultura local.

No segundo dia do evento, o tema será  “Turismo, patrimônio e desenvolvimento sustentável em 2011”, que será detalhado pelo presidente do Instituto Cooperação Econômica Internacional, Alfredo Somoza; Aneide Santana, do Arquivo Público de Olinda e Marcel Levi, Fundação Getúlio Vargas. Rodas de diálogos também serão abertas debatendo sobre as “Experiências e boas práticas de turismo sustentável”, composta por membros da Rede de Turismos Sustentável de Olinda e Buenos Aires, Associação Italiana de Turismo Responsável, Associação Europeia para o Turismo Responsável e Hospitalidade (EARTH), Central de Turismo Comunitário do Amazonas e Rede de Turismo Criativo (Pontão de Cultura ITEIA).

Exploração sexual e trabalho infantil no turismo farão parte do seminário apresentado pela ONG Childhood e Coletivo Mulher Vida. O turismo como meio de inclusão social também fará parte dos debates, onde representantes do trade turístico e Associação dos Condutores Nativos de Olinda irão expor suas experiências.

Ainda no segundo dia de programação, as oficinas de confecção de livros com materiais reciclados (scrapbook), pintura contemporânea, capoeira e de gastronomia de terreiros serão ministradas pelos próprios protagonistas da cultura local aos alunos da Oficina Água Viva e das escolas da rede pública de ensino. Além disso, feiras de economia solidária e de gastronomia de terreiros estarão abertas a visitação na Praça Laura Nigro.

No terceiro dia (28), serão debatidos a valorização da cultura popular, turismo sustentável e economia solidária. Para comandar o evento neste dia estão Fabiano Santos (Afoxé Alafin Oyó), Fábio Lima (Representante regional NE do MINC), Adrianna Figueiredo (FUNDARPE) e o professor Antenor Vieira de Melo.

Adiantando o debate sobre a celebração de três décadas da declaração de Patrimônio Histórico da Humanidade que será comemorado pela cidade em 2012, a diversidade cultural e identidade popular também serão pautas acrescidas ao tema e discutidas por Márcia Souto (SEPAC), Maria Nazaré Reis (FUNDARPE), Fábio Cavalcanti (IPHAN), Bernardo José (Maracatu Nação PE) e Diego Di Niglio (ICEI). Ainda fará parte desse dia o Encontro Mensal de Economia Solidária.

A parte cultural vai contar com apresentações dos Integrantes da Associação de Teatro de Olinda e exibição de filmes sobre a cultura popular estarão em sessões abertas ao público para serem apreciados ao ar livre, no Anfiteatro do MAC (Museu de Arte Contemporânea). Finalizando a Mostra, convidados, estudantes de turismo e interessados poderão participar dos roteiros experimentais de turismo de base comunitária que serão realizados nos bairros do Varadouro, Guadalupe, Bonsucesso e Amaro Branco, onde nesse último acontece a festa de encerramento do evento com a intervenção urbana no beco do coco da “Turma do Pneu”, quando fotografias, intervenções urbanas e arte de rua farão uma grande homenagem aos coquistas locais.

 

Fonte: http://www.pernambuco.com/

Palmares promove o Seminário Quilombo Vivo

Para discutir a promoção e proteção da cultura quilombola será realizado nos dias 14 e 15 de setembro o Seminário Quilombo Vivo: Promover e proteger o patrimônio cultural quilombola. Para participar, será necessário inscrever-se pelo site da Palmares, preenchendo este formulário. As vagas são limitadas a 150 participantes.

Direcionado a lideranças quilombolas, especialistas em políticas culturais e gestores públicos da área da cultura, o Seminário tem o objetivo de debater estratégias de ação para garantir o reconhecimento, a preservação e a promoção do patrimônio cultural das mais de 1.700 comunidades remanescentes de quilombos certificadas.

Com base nos artigos 215 e 216 da Constituição Federal de 1988, o Seminário pretende discutir maneiras de realizar as propostas do Estatuto da Igualdade Racial e do Plano Nacional de Cultura. O evento é resultado de uma parceria entre a Fundação e a Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados.

Entre os temas debatidos estão: as criações artísticas, os bens culturais e o registro da memória das comunidades quilombolas; o desenvolvimento da economia da cultura nessas comunidades; a participação e o controle social dessa população na formulação e implementação de políticas culturais; o financiamento, a descentralização e a implementação de políticas públicas culturais para as comunidades quilombolas.

Serviço

O quê: Seminário Quilombo Vivo – Promover e proteger o patrimônio cultural quilombola
Onde: Auditório Freitas Nobre – Anexo IV Subsolo – Câmara dos Deputados – Brasília
Quando: 14 e 15 de setembro
Inscrições: clique aqui

 

Programação

Dia 14/09/2011

9h – 12h
Painel 1: Reconhecimento, valorização, promoção e proteção do patrimônio cultural quilombola.
Painelistas:
Ana de Hollanda – Ministra da Cultura
Eloi Ferreira – Presidente da Fundação Cultural Palmares/MinC
Luiz Fernando de Almeida – Presidente do Iphan/MinC
Cynthia Martins – Professora da Universidade Federal do Estado do Maranhão

14h – 17h
Painel 2: A proteção e promoção das criações artísticas, dos bens culturais e dos registros da memória das comunidades quilombolas.
Painelistas:
Sérgio Mamberti – Secretário de Políticas Culturais/MinC
Ilka Boaventura Leite – Doutora em Antropologia, Professora da Universidade Federal de Santa Catarina e Coordenadora do Núcleo de Estudos sobre Identidades em Relações Interétnicas

Dia 15/09/2011

9h – 12h
Painel 3: O desenvolvimento da economia da cultura em comunidades quilombolas.
Painelistas:
Cláudia Leitão – Secretária da Economia Criativa/MinC
Henilton Parente de Menezes – Secretário de Fomento e Incentivo à Cultura/MinC
Mário Theodoro – Secretário Executivo da SEPPIR/PR

14h – 17h
Painel 4: O financiamento, a descentralização e a implementação de políticas públicas culturais para as comunidades quilombolas com participação e controle social.
Painelistas:
Bernardo Machado – Diretor de Programas Integrados da Secretaria de Articulação
Institucional / MinC
Albino Rubim – Secretário de Cultura do Estado da Bahia
Aniceto Catanhede Filho – Doutor em Antropologia e Professor da Universidade Federal do Maranhão

Turismo: Capoeira integra programação de lazer nos Hotéis de Salvador

Mais uma possibilidade para a nossa "arte multifacetada"!!!
 
A capoeira pode e deve ser vista como uma grande fonte "VIVA" de possibilidades sócio-culturais.
Não é a toa que grandes redes de hotelaria começam a virar os olhos para o encanto e a beleza da capoeira.
 
Há alguns dias atrás recebi de uma colaboradora do Portal Capoeira, uma chamada que abordava o tema: IMPACTO ECONÔMICO: o quanto a CAPOEIRA gera no PIB? em um texto da Comunicação Social do MinC (Programa de Desenvolvimento da Economia da Cultura)
 
(ver textos em anexo)
 
 
Pois bem… vamos observar a capoeiragem por este prisma! 
  
Não vou desenvolver nenhuma explanação ou crítica para o tema mais sim irei tentar instigar e fomentar uma ampla e natural reflexão sobre o assunto proposto, de forma a que cada um de nós faça uma busca interior sobre o quanto a capoeira gera e movimenta a economia Formal e Informal… o quanto possibilita inclusão e cidadania… o quanto se ginga pelos quatro cantos do globo e pelos sete mares… e de que forma esta ginga representa a cultura brasileira…
As abordagens são imensas… as possibilidades infinitas… cabe a cada um de nós zelar para que este crescimento seja sustentável, positivo e representativo, de forma a preservar as raízes e tradições desta arte genuinamente brasileira, criando possibilidades e realizando sonhos…
 
Seguem os textos que chegaram até nossa redação:
 
1- IMPACTO ECONÔMICO: o quanto a CAPOEIRA gera no PIB? (Programa de Desenvolvimento da Economia da Cultura)
 
 
Construção de indicadores e estatísticas, diagnósticos, capacitação, promoção de negócios, divulgação de produtos e serviços culturais
 
Uma atividade econômica que não depende de recursos esgotáveis, não polui o meio ambiente e utiliza como insumo básico a criação e a inovação.
 
Uma atividade econômica que desenvolve produtos com alto valor agregado, altamente concentradora de mão-de-obra, gerando ocupação em todos os níveis profissionais, com salários acima da média dos demais setores.
Uma atividade que vincula o desenvolvimento econômico ao desenvolvimento social, seja pelo potencial inclusivo que abarca, como pelo aprimoramento humano inerente à produção e à fruição cultural.
 
Estas são as principais características da Economia da Cultura, atividade reconhecida em vários países, como um setor estratégico e vetor de desenvolvimento sustentável. As atividades de criação, produção, difusão e consumo de bens e serviços culturais representam hoje o setor mais dinâmico da economia mundial e tem registrado crescimento médio de 6,3% ao ano, enquanto o conjunto da economia cresce 5,7%. Estimativas do Banco Mundial apontam a cadeia produtiva da cultura como responsável por 7% do PIB (Produto Interno Bruto) do planeta.
 
*No Brasil*
 
O Ministério da Cultura vem trabalhando para construir uma agenda de desenvolvimento à Economia da Cultura e já iniciou uma série de ações com parceiros fundamentais como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Agência de Promoção e Exportações e Investimentos (APEX), o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).
 
Em junho de 2006, o MinC conseguiu aprovar o Programa de Desenvolvimento da Economia da Cultura (PRODEC) no Plano Plurianual do Governo Federal. Com isso, a construção de indicadores e estatísticas, diagnósticos, capacitação, promoção de negócios, divulgação de produtos e serviços culturais passam a ter orçamento próprio a partir de 2007.
 
"A Economia da Cultura tem potencial para ser um vetor de desenvolvimento do país e precisa ser entendida como setor estratégico", comentou a assessora especial do ministro Gilberto Gil e coordenadora do PRODEC, Paula Porta. A assessora citou a música brasileira como exemplo da força e extensão do mercado interno da cultura, pois 75% da música executada nas rádios e locais públicos é nacional.
 
*Sistema de Informações e Indicadores Culturais (SIIC)*
 
O IBGE divulgou, no dia 29 de novembro, o Sistema de Informações e Indicadores Culturais (SIIG), primeira sistematização das informações sobre a Economia da Cultura, realizada com base em pesquisas pré-existentes.
 
Os dados são referentes ao ano de 2003 e lançam as primeiras luzes sobre este universo até então desconhecido da economia brasileira.
 
O documento traz informações relevantes como o número de trabalhadores registrados na área da cultura – 1,055 milhão de pessoas, correspondendo a 5,7% dos empregos formais do país -, os gastos da população brasileira com cultura (ocupa o 4º lugar das despesas das famílias, atrás apenas da alimentação, habitação e transporte) e o peso da cultura na oferta de empregos por setor econômico (55,3% em serviços, 25,6% na indústria e 19% no comércio), entre outras.
 
Estes dados vão servir de subsídios para o MinC na elaboração das políticas públicas e na tomada de decisões e também devem servir de referência para empresas e realizadores da área cultural, que desejarem trabalhar com planejamento estratégico. A análise dos indicadores permitirá a identificação de oportunidades e de nichos de mercado.
 
*Conta Satélite para a Cultura*
 
O secretário de Políticas Culturais do Ministério da Cultura, Alfredo Manevy, deseja utilizar as informações da publicação para a elaboração de uma plataforma de ação conjunta com o IBGE, o Ministério do Planejamento e Banco Central, com objetivo de agregar ao Sistema de Contas do País, uma Conta Satélite da Cultura. Através deste mecanismo, que segue padrões internacionais, será possível mensurar com precisão e periodicidade, o impacto das atividades culturais na economia do país.
 
(Comunicação Social/MinC)
 

 
2- Verão 2007 no Sofitel Salvador 
  
A melhor estação do ano chegou: o Verão!
Salvador, a primeira capital do Brasil com todos os seus encantos, fascínios e magnetismo foi sempre um dos destinos mais procurados nesta estação. Muitos vão para lá em busca do sol, fonte de alegria e alto astral.
Neste momento de descansar e aproveitar as férias, fica a dúvida: aonde ir com sua família?
O Hotel Sofitel Salvador, uma ótima opção, neste ano de 2007 está trazendo uma série de novidades.
 
O hotel, sempre em constante modernização está de cara nova. São muitas as mudanças já percebidas e elogiadas por seus freqüentadores. Os famosos restaurantes Les Saveurs d’ Itapuã e Oxum receberam novos elementos decorativos que deixaram seus ambientes ainda mais agradáveis, valorizando seu requinte e sua baianidade. O restaurante Les Saveurs d’ Itapuã, onde é servido o rico café da manhã do hotel tem agora 40 lugares em sua varanda, local cativo daqueles que preferem a brisa do mar e o contato com os jardins, ao espaço original climatizado. Já o restaurante Oxum traz uma novidade para os casais: um menu especialmente criado refeições a dois. “Elle et Lui” foi elaborado pelo premiado Chef Sebastião Torres, com direito a champagne, luz de velas, música ao vivo e toda atmosfera á beira do lago, tudo para compor uma noite romântica e inesquecível.
 
O hotel também recebeu investimentos nas áreas externas, que valorizaram ainda mais a beleza de seus jardins, agora com begônias, petúnias e portulacas, espécies florais que deram mais colorido exuberância, num convite à contemplação. À noite, pode se apreciar a nova iluminação cenográfica, que a partir da utilização da técnica de luz indireta destaca fícus, cicas, arecas e coqueiros, em meio ao gramado e à piscina, agora com um tom azul, obtido por um sistema de lâmpadas tipo led, a mais moderna e ecológica tecnologia existente em iluminação. O resultado é uma atmosfera agradável e tranqüilizante, que favorece o intimismo.
 
As dunas do Abaeté, onde se localiza a propriedade do hotel, são o viveiro natural de várias espécies de pássaros, muitas vindas de longe em busca das invejáveis condições daquele ecossistema, durante a estação do verão. Espécies locais como Canários e Cardeais, raras em outras regiões do país, são comumente apreciadas enquanto se alimentam tranquilamente pelo gramado. Lindas Garças Brancas e Martins Pescadores vivem em equilíbrio com as Carpas e Tilápias do lago de Oxum, situado ao lado do restaurante de mesmo nome, cercado por frondosas árvores, onde vive um bando de Micos.
 
A baianidade está presente mais uma vez na simpatia das garçonetes, que trajadas de baianas, não se cansam de explicar aos hóspedes porque seu colar muda de cor diariamente, numa representação dos Orixás do Candomblé. Aos Sábados, ao som de muita MPB, Samba e Bossa Nova acontece uma animada e saborosa Feijoada, e aos Domingos, os berimbaus e atabaques dão o ritmo para a roda de Capoeira e Maculelê, que acontece em meio ao almoço que apresenta o melhor da culinária baiana: Moquecas, Xinxins, Vatapás e Carurus. A mesma capoeira, é ensinada aos hóspedes, em uma das atividades mais freqüentadas da programação de lazer do Verão 2007, que tem ainda como destaque as aulas de Hidro Axé, conduzidas pelos animados monitores da equipe de lazer.
 
Todas estas atrações fazem parte de dois novos produtos que o hotel está lançando: o So Fun, uma versão de 7 diárias ao preço de 6, e o So Relaxing, com check in sempre às Sextas e late check out aos Domingos.
 
Que me desculpe o nosso poeta, mas agora você vai descobrir que vale a pena passar muito mais do que uma tarde em Itapuã.
Sofitel Salvador – Bahia
www.sofitel.com.br 
Fonte Diário do Turismo: http://www.diariodoturismo.com.br/